Arquivo da tag: google

7 motivos que justificam a parceria entre Android e Oreo sob o olhar do marketing

22 de Agosto de 2017 

android oreo

O Android faz naming rights porque vende mais ou vende mais porque faz naming rights? Embora o Google não comente os detalhes da mais nova parceria com a Oreo, que dá o nome a nova versão do sistema operacional mais usado em todo o mundo, é evidente que a iniciativa abre um leque de oportunidades de marketing para ambas as marcas.

A sinergia entre os produtos foi endossada por Justin Parnell, diretor global de marcas da Mondelez (dona do biscoito). “Google e Oreo são marcas jovens, inteligentes e que possuem muita conexão. Essa combinação é o que há de melhor dos dois mundos”, disse Parnell, em entrevista ao Ad Age. Outros pontos vão além do óbvio. Vejamos:

1 – Tudo certo no storytelling. Faz sentido usar mais uma referência de guloseima para nomear o Android. Já virou uma tradição. As outras versões já foram nomeadas como Ice Cream sandwich, Nougat e, claro, o famoso Kit Kat.

2 – Conseguir fazer naming rights de um sistema operacional é uma grande demonstração de força do Google e seus produtos.

3 – Ninguém tem mais dados que o Google. Se a Oreo puder e conseguir utilizar todo esse big data a favor de suas estratégias, fará certamente campanhas grandiosas.

4 – Oreo e Google já tem o Kit Kat como benchmarking. Na época, a marca da Nestlé não confirmou a transação de dinheiro na parceria, mas fabricou milhões (ou até bilhões) de embalagens do chocolate com uma promoção do sistema operacional, por exemplo.

5 – A última versão do Adroid lançada foi o Nougat, aparentemente com pouco sucesso, já que é a menos utilizada no momento. Ao colocar Oreo no nome, não apenas aumenta a percepção (share od mind) do novo Android como o seu poder de gerar conversas nas redes sociais, uma das especialidades do marketing da marca de biscoitos.

6 – O contrário também é verdadeiro. Ao colocar seu nome no Android, a marca gera todo tipo de mídia e menção sobre um sistema operacional que está em sete de cada dez smartphones pelo mundo, de acordo com a consultoria IDC.

7 – Além da questão do big data que já foi mencionada, nada impede que a marca amplie seu alcance digital por meio de aplicativos nativos ou qualquer ou recurso que possa se aproveitar da plataforma Android.

http://adnews.com.br/publicidade/7-motivos-que-justificam-parceria-entre-android-e-oreo.html

Google é a marca mais influente entre os brasileiros, aponta pesquisa do Ipsos

 

06 de Abril de 2017  

google

De acordo com o levantamento Ipsos “The Most Influential Brands”, novamente as grandes empresas de tecnologia são as marcas mais influentes entre os brasileiros. O estudo, que está em sua quinta edição no Brasil, mostra um resultado parecido com o da edição anterior, tendo o Google como líder do ranking. Na sequência está o YouTube, seguido por Facebook, Microsoft e Samsung, respectivamente.

Outras companhias que aparecem na lista entre as 10 mais influentes são Nestlé, Netflix, Colgate, e as brasileiras Havaianas e Caixa.

“A influência é realmente importante. É difícil de se conquistar, fácil de se perder”, afirma Steve Levy, Chief Operating Officer da Ipsos Canadá e idealizador do estudo.

A pesquisa, realizada em 19 países, avalia as marcas e seu poder de influência no cotidiano e no comportamento dos consumidores. No Brasil, o levantamento foi feito via painéis online com 2.016 pessoas.

O estudo analisa como o público classifica cada marca dentro de 57 atributos, que medem, por exemplo, se a empresa faz parte do cotidiano dos entrevistados, se entende realmente as necessidades dos consumidores, inspira confiança, etc. Além de listar as marcas por sua influência, a pesquisa ajuda a entender como outras cinco grandes dimensões – Liderança/ Inovação, Confiança, Presença, Responsabilidade Social e Engajamento –  estão correlacionadas com esta influência.

Em 2016, no Brasil, os drivers que tiveram o maior peso na influência foram Liderança / Inovação (37%), Responsabilidade Social (23%) e Confiança (21%). Mesmo com um peso menor, Presença (11%) e Engajamento (8%) também contribuíram na construção de influência.

“A pesquisa aponta que as gigantes da tecnologia lideram o ranking por se destacarem principalmente no driver de Liderança e Inovação, já que para Google e YouTube, que são os primeiros colocados, o peso da dimensão Liderança e Inovação representou 44% da influência. Isto demonstra que, na atual conjuntura, os participantes elegeram marcas de referência que estabelecem um vínculo de confiança e que transformam a vida dos brasileiros através da tecnologia e de novos formatos de entretenimento. É interessante ver o quanto a dimensão Responsabilidade Social é valorizada no cenário de crise moral e política pela qual passa o Brasil”, afirma Leda Kayano, Managing Director da Ipsos Marketing.

http://adnews.com.br/tecnologia/google-e-marca-mais-influente-entre-os-brasileiros-aponta-pesquisa-ipsos.html

Os esforços do Google para se transformar no seu assistente pessoal

Empresa potencializa APPs para facilitar a rotina do usuário, que em poucos comandos de voz pode ativar diversas funcionalidades, como agendar lembretes e enviar mensagem de texto

Por Roberta Moraes | 30/06/2016

Imagine em um único aparelho ser possível descobrir o trajeto para qualquer lugar, saber quais os restaurantes estão perto de você – e ainda ter filtros para definir por distância, tipo de comida, preço -, organizar suas fotos preferidas, mandar mensagens de texto sem precisar digitar e ainda ter uma ferramenta que possibilita a comunicação em diversos idiomas, permitindo que cada interlocutor “fale” línguas diferentes. Parece impossível, mas tudo isso já está disponível e quem ainda está esperando o futuro chegar para ver, está perdendo tempo.

Essas são algumas ferramentas disponibilizadas pelo Google – umas lançadas há mais tempo e atualizadas e outras mais recentes – que prometem transformar a vida das pessoas, permitindo a organização de informações importantes e facilitar suas rotinas. Com seus aplicativos, a companhia quer se transformar em um verdadeiro assistente pessoal por meio dos smartphones. A iniciativa se adequa a realidade do país, já que o Brasil está entrando na internet via mobile.

Para melhorar toda essa experiência, a companhia aposta na evolução da inteligência artificial, área investida pela empresa desde 2001. “O Google tem feito um enorme investimento em machine learning, que é a aprendizagem de máquina, que visa aperfeiçoar os algoritmos e seus desempenhos no desenvolvimento de tarefas. Com isso queremos tornar os nosso produtos cada vez mais úteis para os usuários”, explicou Flavia Sekles, Diretora de Comunicação do Google para a América Latina, durante encontro para jornalistas em evento no Rio de Janeiro.

Simplificando as experiências
A meta da empresa é melhorar a compreensão de seus algoritmos para que as pessoas tenham uma relação mais simples com as ferramentas. Além disso, as integrações das informações na web potencializam as experiências do internauta, que consegue ter acesso a mais dados de uma só vez, já que os temas relacionados são disponibilizados.

“Quanto mais buscas e mais informações estiverem disponíveis na web, mais esse produto vai melhorando”, acrescenta Flavia.

A experiência por voz também foi aprimorada. Sob o comando “Ok, Google”, é possível iniciar um diálogo com a máquina que resultará em inúmeras possibilidades. O sistema, inclusive, já foi integrado a outros aplicativos e apenas com a ordem é possível agendar lembretes, enviar mensagens via WhatsApp para um contato da agenda ou fazer qualquer pesquisa. “Desde que foi criado, há 17 anos, o Google trabalha para compreender melhor o que o usuário busca e faz associações para melhorar essa experiência”, pontua a executiva.

Essa associação permite que as buscas sejam contextualizadas e que o algoritmo entenda sobre o que está sendo pesquisado sem que palavras sejam repetidas. Ou seja, após buscar “Onde fica o Rio de Janeiro?”, por exemplo, é possível permanecer no assunto perguntando “Quantas pessoas moram lá”, que a ferramenta entenderá que se trata do Rio de Janeiro, sem que o nome da cidade precise ser repetida. Para que essa experiência seja realmente positiva, a companhia refinou seu sistema de comando por voz, reduzindo a taxa de erro de 23% para 8% nos últimos dois anos.

Comando por voz
O aumento da utilização do sistema por voz mostra como os usuários se relacionam com seus smartphones. Muito além de se comunicarem por meio deles, eles estão falando com eles. Por conta disso, a companhia também está aprimorando essa ferramenta, uma vez que ela abre uma gama de possibilidades. Uma delas é via Google Translate, APP que completa 10 anos em 2016 e que já é capaz de identificar 103 idiomas, muito mais do que os apenas dois da época de seu lançamento. Atualmente, a plataforma traduz mais de 140 bilhões de palavras por dia em todo o mundo.

O Google Translate, inclusive, é uma das apostas do Google para os Jogos Olímpicos. Como no Brasil apenas 5% da população fala algum outro idioma além do Português, a empresa quer ser um facilitador na comunicação com os turistas que estarão pela cidade. Para estimular o uso do APP, mais de um milhão de pessoas, entre taxistas, garçons, ambulantes, entre outros – receberam capacitação para utilizarem a ferramenta por meio do projeto “I Speak Translate”, iniciado em maio. De maneira simples, ela permite que cada pessoa fale em seu próprio idioma traduzindo por áudio a mensagem na língua do outro interlocutor, sem que seja necessário estabelecer as nacionalidades, ao ouvir a frase o APP reconhecerá o idioma automaticamente.

Essa possibilidade visa estimular o uso do Google Translate via mobile no Brasil. O Brasil é líder na utilização da ferramenta, mas ela é mais acessada nos computadores para tradução de palavras ou apenas para ouvir a pronúncia. Além de facilitar o diálogo entre as pessoas em qualquer lugar, permitindo a construção de novas amizades, o Google quer simplificar o atendimento em negócios de médio e pequeno porte que não contam com profissionais bilíngues, permitindo que todos se comuniquem com facilidade, fortalecendo a atuação do empreendedor. O APP também funciona em outros aplicativos de comunicação por texto, traduzindo conversas em que cada indivíduo escreve e lê no seu próprio idioma, mesmo que cada um esteja se comunicando por uma língua diferente.

Olimpíadas mobile
Como a conexão se dá cada vez mais por meio dos smartphones, o Google quer garantir a todos os participantes da Rio2016 a melhor experiência mobile por meio de seus aplicativos. Há cerca de dois anos, a companhia mirou para o Rio de Janeiro reforçando investimentos em algumas ferramentas, como Maps, que recebeu novas funcionalidades, o Street View, que recebeu imagens atualizadas dos principais pontos de interesse, uma vez que a cidade passou por grandes transformações. Como todos os aplicativos fazem conexão com o mesmo banco de dados, outras ferramentas também foram potencializadas.

Para mostrar como é possível ter uma experiência completa usando suas ferramentas, o Google está recebendo nesta semana, no Rio de Janeiro, mais de 50 jornalistas de diversas partes do mundo. O #RiowithGoogle é uma espécie de expedição real facilitada pelo mundo digital para mostrar como a junção entre esses dois mundos pode resultar em uma experiência intensa com muita informação, seja para conhecimento, como no caso de dados históricos, ou para tomada de decisão, como a escolha de um restaurante, por exemplo.

A atualização do Google Maps pode realmente contribuir para facilitar a estadia do visitante no Rio de Janeiro. O APP conta com novas funcionalidades que ajudarão o turista a se locomover pela cidade. Uma das aplicações mais recentes é a ferramenta Explore, encontrada no Menu do aplicativo. A selecioná-la é possível encontrar lugares para fazer refeições de acordo com a localização do usuário. O próprio sistema oferece alguns filtros como café da manhã, almoço, lanches, jantar e bebidas, e ainda opções como “lugares bons para crianças”, “para gastar pouco”, “onde os moradores locais vão”, entre outras possibilidades. Ao navegar pelas opções, o usuário consegue ver a localização pelo mapa, facilitando a sua decisão.

Experiência ampliada
Ao continuar a navegação, é possível encontrar os melhores caminhos para chegar, seja a pé, de bicicleta ou qualquer outro tipo de transporte. Esse tipo de informação não é uma novidade para os usuários do Google Maps, mas foi melhorado com a inclusão de dados que facilitam ainda mais a escolha do indivíduo. Na opção transporte público é possível saber em quanto tempo o ônibus passará no ponto escolhido: mil linhas estão disponíveis e 14 mil pontos catalogados. A cobertura em real time ainda deverá ser aumentada. Além disso, é disponibilizado o valor aproximado de uma corrida, seja ela pelo 99Taxis ou Uber.

Essa inclusão só foi possível via parcerias feitas com as empresas e com a prefeitura do Rio de Janeiro, responsável por enviar as informações dos GPS dos ônibus para que o tempo seja calculado. Por conta dessas especificidades, o serviço ainda não está liberado para todas as localidades, mas o Google está buscando ampliar a oferta, seja geograficamente ou com a parceria entre outras prestadoras de serviço. O APP também é bike friendly e disponibiliza rotas simplificadas e mostra o quão íngreme é o trajeto.

Os dados disponibilizados pelo Google Maps são oriundos de diversos canais. As informações de trânsito são incluídas por órgãos públicos, captadas pelo Google Maps e ainda pelos sinais emitidos pelos celulares que permite o algoritmo entender se há ou não engarrafamento. Além disso, as avaliações feitas pelos usuários também são consideradas e contribuem com dados e opiniões sobre os estabelecimentos comerciais. Ainda como parte da experiência olímpica, o Google permitirá que seus usuários conheçam os 37 áreas de competição com fotos atualizadas – o serviço será disponibilizado assim que todas as unidades estiverem completamente prontas. São 25 locais indoor e 12 outdoor.

Organizando as informações compartilhadas pelos seus próprios usuários e oferecendo de maneira simplificada e intuitiva por meio de seus aplicativos, o Google está mostrando que as sonhadas facilidades do futuro já podem ser experimentadas. Basta um smartphone na mão e um pouco de conexão.

https://www.mundodomarketing.com.br/…/os-esforcos-do-google-para-se-transforma

5 das 10 marcas mais valiosas do mundo em 2016 são de tecnoologia

 

08 de Junho de 2016 11h –

google

Inovação contínua, aumento da receita de publicidade e o crescimento do negócios em nuvem ajudou ao Google recuperar da Apple a primeira posição no ranking BrandZTM Top 100 marcas globais mais valiosas 2016. A lista foi divulgada hoje pela WPP e a Millward Brown.

O valor da marca cresceu 32% e atingiu US$ 229 bilhões, enquanto a Apple, vencedora no ano passado, caiu para a 2ª posição, com uma queda de 8% e US$ 228 bilhões. A Microsoft permanece como número 3, com um crescimento de 5% e atingiu US$ 122 bilhões de dólares.

Duas marcas ícones, Marlboro e Coca Cola, deixaram o Top 10 pela primeira vez desde 2006, desbancadas por duas marcas digitais, o Facebook (5º lugar, + 44%) e Amazon (7º lugar, + 59%) que integram o Top 10 pela primeira vez. Desde sua entrada no ranking, em 2011, o Facebook aumentou seu valor de marca em 246%, enquanto a Amazon tem mantido um crescimento constante, como resultado de uma transformação global e a experiência multicanal.

Confira o TOP 10:

Ranking 201                      Valor da Marca 2016 ($M)               Ranking 2015

1          Google                      229,198                                        2

2          Apple                        228,460                                        1

3          Microsoft                   121,824                                        3

4          AT&T                        107,387                                        6

5          Facebook                  102,551                                        12

6          Visa                         100,800                                        5

7          Amazon                     98,988                                       14

8          Verizon                      93,220                                        7

9          McDonald’s                 88,654                                        9

10       IBM                            86,206                                         4

 

Dentre as principais conclusões do estudo BrandZ ™ Top 100 2016, podemos constatar:

  • A tecnologia está avançando sobre a importância na vida das pessoas. Um terço do valor das marcas dentro do Top 100 vem de marcas de tecnologia. Se somarmos ao setor de Telecomunicações, chegamos a quase metade do valor do ranking (cerca de 5 vezes o seu valor em relação a 2006).
  • Sete novas marcas entraram no Top 100. Lowe (76°), CVS (88°), Moutai (93°), Heineken (97°), AIA (98°), JD (99°) e Adobe (100°).
  • China e Estados Unidos são os países dominantes. Quinze das 23 marcas da Ásia são da China e 49 das 51 marcas da América do Norte são dos Estados Unidos. Campeão com o maior número de marcas no ranking, os EUA estão presentes em todo o Top 10 e em 12 das 17 marcas de tecnologia .
  • Cerveja foi a categoria que mais cresceu (taxa de crescimento de 44,3% comparado com 2015). Seguida das categorias de seguradoras (32,5%), varejo (17,9%), entretenimento (14%) e fast food (14%).
  • Vestuário é a categoria que mais cresce, subindo 14% para US$ 114bn. Há uma ênfase no alto desempenho, com marcas como a Nike (+ 26%) lançando linhas Premium especializadas, incorporando tecnologias como monitores cardíacos em suas roupas e integrando vestuário esportivo com aplicativos gratuitos para fornecer uma experiência total ao consumidor.
  • Disrupção se estende para o ranking em si. Quase metade das marcas (46) no Top 100 2016 entraram no ranking após a primeira edição, em 2006; 54 delas estão nele desde o começo. Isso mostra como uma marca forte pode sustentar o seu valor ao longo do tempo, mas também ilustra o potencial que existe para marcas novas agitarem de maneira bem sucedida o status geral.
  • Fortes ligações emocionais estão impulsionando marcas locais. Com uma compreensão mais clara das necessidades dos seus consumidores, marcas locais estão ganhando market share e, com melhores operações e estratégias de marketing, também estão ganhando participação em novas regiões. A Huawei da China (50º, + 22%), por exemplo, globalizou-se rapidamente e conquistou market share de Apple e Samsung.

Para Eduardo Tomiya, diretor-geral da Kantar Vermeer, “a importância de marcas de tecnologia é evidente, uma vez que novamente elas estão entre as mais valiosas em 2016, mas o sucesso futuro dependerá de sua capacidade de se encaixar no cotidiano dos consumidores. O desafio é oferecer uma experiência real para seus clientes, seja através da construção de proximidade, onipresença e customização ou adquirindo um papel ativo nas categorias tradicionais”.

O relatório também apresenta insights de marcas chaves para diferentes regiões no mundo. Você pode conferir o material completo aqui.

http://adnews.com.br/negocios/o-poder-do-digital-5-das-10-marcas-mais-valiosas-do-mundo-em-2016-sao-de-tencologia.html

Google anuncia novidades na I/O 2016

19 de Maio de 2016 13h –  

DuoGOOGLE

Aconteceu ontem (18) a edição 2016 da Google I/O, conferência da gigante voltada para programadores e desenvolvedores que acontece em Montain View, nos Estados Unidos. Como já é costume, a empresa aproveitou o momento para anunciar novidades e falar sobre planos futuros em investimentos tecnológicos.

O evento teve início com o CEO da companhia, Sundar Pichai, apresentando o Google Assistant e o Google Home, novos assistentes inteligentes da empresa. O segundo pode ser comparado com o Echo, sistema domiciliar conectado da Amazon, enquanto o Assistant foi definido como uma “evolução natural do Now”. O assistente pessoal conta com recursos de voz mais sofisticados e será disponibilizado para Android e Chromecast.

Durante a conferência também foram apresentados detalhes sobre o Android N, sétima versão de sistema operacional do Google. Uma das principais funções que surgem no novo Android é a possibilidade de gerenciamento de aplicativos, que vai apresentar apenas os utilizados mais recentemente.

Outra aposta do Google para o novo Android é a redução no consumo de bateria em memória. Notificações simplificadas e emojis atualizados, incluindo 72 novos ícones. A empresa fez uma chamada para dar nome à nova versão, pedindo aos usuários para nomear o N através de um site.

Destaque para duas novidades: o Instant Apps, um recurso que promete permitir a execução de aplicativos do Android instantaneamente, sem a necessidade de instalação, e os apps Allo e Duo. Basicamente, o Allo é o novo aplicativo de conversação da gigante, que promete fazer frente aos concorrentes como WhatsApp e Messenger do Facebook. O Duo, por sua vez, pode ser encarado como o “FaceTime do Android”, onde os usuários podem estabelecer vídeochamadas.

Uma nova plataforma para realidade virtual também foi anunciada. “Daydream”, como foi chamada, deve ser lançada no último trimestre deste ano. A ideia, segundo a empresa, é criar um controlador de realidade virtual “confortável e intuitivo”. A plataforma também vai agregar outros apps já conhecidos, como o Street View e o YouTube.

O Google divulgou também o Android Wear 2.0, novo modelo do relógio conectado da gigante que promete trazer melhor desempenho e total autonomia com relação ao smartphone.

Uma novidade que pode agradar os anunciantes de aplicativos é a expansa da Firebase que além de ajudar os desenvolvedores a criarem os apps de forma mais dinâminca, vai permitir rodar campanhas de anúncios através de AdWords, avaliar o engajamento dos clientes que fizeram o download do app e testar novas versões.

Detalhes sobre as novidades estão disponíveis no blog oficial do Google (acesse aqui).

http://adnews.com.br/tecnologia/google-anuncia-novidades-na-io-2016.html

Pesquisa mostra quais os formatos mais odiados por usuários de adblocks

Um dos assuntos discutidos pelo mercado publicitário ao redor do mundo este ano foram os polêmicos adblocks. As ferramentas, que funcionam como bloqueadores de publicidade online, dividem opiniões entre os profissionais e é defendido por quem não quer se deparar com anúncios durante a navegação.

Um ponto importante quando tratamos do assunto é o formato. Quais tipos de publicidade exatamente incomodam tanto essa geração de usuários que não os suporta?

Para responder à pergunta, a companhia Eyeo, responsável pelo principal bloqueador de anúncios online, o AdBlock Plus, contou com a ajuda da Ipsos, multinacional especializada em pesquisas.

O levantamento apontou que, de modo geral, os anúncios que mais incomodam os usuários são os banners e os pop-ups. Estes são os piores formatos para 73% dos franceses entrevistados, 65% dos alemães e 63% dos norte-americanos.

Outro tipo citado pelos entrevistados foram as propagandas que estão atreladas a mecanismos de busca, como o Google. O que chama a atenção – e pode ser um indício da exigência desses usuários – é que a pesquisa apontou também a insatisfação das pessoas com relação à publicidade menos intrusiva, como posts patrocinados em redes sociais.

O estudo estabeleceu uma comparação entre 2010 e 2015 e apontou um crescimento considerável de usuários nos dispositivos adblocks. Em cinco anos, o número foi de 21 milhões para 198 milhões de adeptos.

Redação Adnews – 29/12/15

http://www.adnews.com.br/internet/pesquisa-mostra-quais-os-formatos-mais-odiados-por-usuarios-de-adblocks

Google abre sua primeira loja física para competir com Apple

O Google acabou de dar o primeiro passo concreto na disputa com a Apple pela venda de aparelhos físicos.

Uma primeira loja da marca foi aberta nesta quarta-feira em Londres, para reunir todos os produtos físicos do gigante de buscas, incluindo seus telefones Android e os laptops Chromebooks.

Ao contrário da loja da Apple, no entanto, a loja do Google é realmente uma loja dentro de uma loja.

O espaço fica dentro da varejista de eletrônicos inglesa Currys PC World.

“Com a loja Google, queremos oferecer um lugar onde seja possível experimentar toda nossa gama de produtos”, disse James Elias, diretor de marketing do Google UK durante a inauguração da loja.

Muro de doodles

Há alguns anos os rumores que o Google investiria em uma loja física para competir com a Apple pairavam no ar.

Eles começaram pouco depois de a empresa ter lançado uma experiência semelhante, no mesmo lugar, mas apenas para demonstração dos Chromebooks, em 2011. O teste durou pouco tempo.

A loja aberta agora traz um modelo bem mais incrementado de negócio. E, como já era de se esperar, com um ambiente bem tecnológico e descolado.

Uma instalação interativa com o Google Earth e um grande muro de “doodles” são alguns dos atrativos do endereço.

Resta saber, com que rapidez o Google deve avançar com novas lojas. Duas estão previstas para serem abertas até dezembro.

11/03/2015

http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/mercado-consumo/google-abre-sua-primeira-loja-fisica-para-competir-com-apple