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O olhar de foodservice no NRF 2019

Restaurante no rooftop da Restoration Hardware
Restaurante no rooftop da Restoration Hardware

Participar do NRF Retail’s Big Show, principal evento internacional de varejo, realizado de 13 a 15 de janeiro desse ano, me trouxe a visão de novas e consistentes oportunidades para os operadores PROFISSIONAIS do mercado de foodservice. E eu coloco em caixa alta e grifado porque há uma tendência de crescimento expressivo de operações de foodservice em modelo in-store, co-branding, proprietário (criado e operado em nome de outra marca) ou independente, associadas a operações de outros setores de varejo com o objetivo de agregar valor à experiência do cliente daquela marca.

Essa temática é bastante provocativa para os operadores de foodservice porque ela configura uma oportunidade atraente ao permitir a redução dos custos fixos, implantação e, em muitos casos, custos de comunicação já que ocorre uma integração simbiótica das estratégias de comunicação da operação de varejo e da operação de foodservice, construindo de maneira virtuosa a geração de fluxo. Mas, por outro lado, a responsabilidade do operador de foodservice é muito grande. Ele não está representando sua marca, ou melhor, não está representando somente a sua marca. Porém, passa a fazer parte de uma estratégia maior e somente uma atitude empresarial empática das duas partes permitirá o sucesso.

Em NY, para complementar o NRF, fizemos visitas técnicas. Destaco dois cases que ilustram a direção dessa tendência que descrevi acima. A Restoration Hardware, uma loja de móveis e objetos de decoração para a casa, possui um wine bar & café em um piso intermediário e, no rooftop, um restaurante que hoje é referenciado como um dos melhores da cidade. A Nordstrom Men, uma loja especializada em produtos para homens, oferece duas atmosferas. A primeira de uma cafeteria cuja combinação de café e opções rápidas para lanches são bem convidativas e um bar de coquetéis para um drink no final da tarde. Esses dois casos são operações gerenciadas pela própria marca, que criou estruturas próprias de foodservice e ambos referenciaram que são lucrativas. The Real Real, 10 Corso Como e American Girl também são outros exemplos.

Aqui no Brasil também vemos esses modelos se desenhando, como o Café da Le Lis Blanc Casa, na rua Oscar Freire em São Paulo; o Café da marca Reserva; o Work Café; Bar do Cofre e Restaurantes Pop Up que, pasmem, são operados dentro das estruturas do Banco Santander em agências e prédios corporativos. Especialmente falando do Santander, eles buscaram parceiros para iniciar essa empreitada e nos provocam a olhar o poder da alimentação em ressignificar o modelo de relacionamento e hospitalidade dos negócios. Porque agora eu vou tomar um café dentro de uma agência bancária ou vou fazer uma reunião com um amigo nesse espaço e, a partir daí, visito o gerente do banco para conversar sobre crédito ou qualquer outro assunto.

Bar do Cofre no Farol Santander

Tudo isso parece muito bom, não é? Mas, de fato, temos que considerar as fragilidades que os operadores de foodservice no Brasil possuem para entrar nesse jogo. Profissionalização, entendimento do varejo, flexibilidade e operação perfeita são fundamentais. Além disso, imersão e entendimento da marca em que será inserida a operação, treinamento incansável da equipe, tecnologia, customização de mix de produtos ao perfil do consumidor, segurança alimentar e logística.

O nome do jogo é relações inter marcas e inter empresas para estruturar um novo modelo de expansão no foodservice.

Como os varejistas usam preços personalizados

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Klaus Meinhardt/Getty Images

Have you ever looked up flights or hotels on an app on your phone, only to open your laptop and see different prices?

That’s exactly what happened to me recently. I was using Orbitz’s iPhone app to research a vacation package to New York City. Settling on a hotel, I accessed Orbitz’s website on my laptop to book the package. That’s odd, I thought, realizing that the package on my laptop — identical flights, hotel, room type — was $117 more (6.5% more) than the price on Orbitz’s app. A quick scan found that prices of identical vacation packages often differ between Orbitz’s app and website.

I then did a side-by-side app test of the same package with a friend who was sitting next to me. Her Orbitz app price was $50 (2.8%) more than my app price. Amazingly, Orbitz knew something that I regularly give my friend good-natured grief about: She overpays for almost everything.

When I shared my results with Expedia (the parent company of Orbitz), its spokeswoman explained that the pricing differences I found between the app and website can be due to the fact that its suppliers allow different prices to be offered to mobile customers as well as members (no fee to join) who are logged in.

With regard to the side-by-side app comparisons, Orbitz attributed the price differences to the A/B tests that it employs or other anomalies that occur when setting millions of prices that regularly change due to dynamic pricing. Orbitz told me that it does not offer different prices based on device, browser type, or number or type of searches.

The bottom line, though, is that based on a few characteristics (app or web, signed in as a member or not), a rudimentary type of personalized pricing is occurring: Some customers are receiving different prices than others.

The reason why retailers try to offer a personalized price goes back to the downward sloping demand curve highlighted in Economics 101. This fundamental concept illustrates that, for most products, some customers are willing to pay more than others. To exploit that, pricing managers employ techniques that try to discern — and charge — the exact price that each customer is willing to pay. Outsize profits can be extracted from “top of the demand curve” customers, who value the product highly. Meanwhile, if discounts can be discreetly offered to customers with a lower willingness to pay, additional sales (and profit) are reaped. The result is a more profitable customer base, with some shoppers paying more than others.

Personalized pricing can be found at most auto dealerships. The goal of salespeople is to determine how much each customer is willing to pay for a car through individualized negotiation. Prices are tailored by noting each customer’s characteristics and observing their actions. How shoppers dress, the car they currently drive, and answers to seemingly innocuous questions (Where do you live? What do you do for a living?) provide clues. Salespeople also observe actions, such as the other cars people are looking at and how they behave in negotiations (passive or aggressive). Evaluating each shopper’s characteristics and actions creates a pricing profile. Think of a profile as a polygraph test that suggests the highest amount each shopper will pay.

Web retailers can similarly profile their shoppers. Just as someone’s clothing can provide pricing clues, so can the manner in which a customer accesses an online store. Is a shopper using a laptop, app, desktop, or internet on their smartphone? What operating system are they using? Where are they located? A customer’s actions also provide pricing clues: What other products are they looking at? How many times have they visited the site? Much like car salespeople, web retailers can electronically evaluate the characteristics and actions of each shopper to create a profile that generates a personalized price.

A key question is whether personalized pricing, on the web or in-store, is ethical. Efforts to tailor prices may inadvertently lead to unfair results. A study by ProPublica found that the Princeton Review’s strategy of levying different prices based on zip code resulted in Asians being twice as likely to be charged a higher price. In a similar vein, a classic economics study on car negotiation found that the markup on final prices for black women was triple the prices offered to white men.

Whether personalized pricing catches on with web retailers is now up to consumers. Will shoppers be comfortable knowing that the prices they are offered may be higher than those presented to others? Will buyers relish “electronically bargaining” to outwit sellers? Retailers first “negotiate” with each customer by personalizing prices based on their profile. In response, savvy shoppers will “bargain” by checking prices on different devices, clearing caches, using the app, conducting multiple searches, asking friends in different cities to see what price they’re quoted, and so on. Or will they become fed up and steer clear of web retailers that price profile? Amazon is on the record as stating that all of its customers see the same prices — will other retailers be so clear-cut?

As the fate of electronic price profiling shakes out, one issue is clear: It is truly a caveat emptor environment for shoppers who use the web.

https://hbr.org/2017/10/how-retailers-use-personalized-prices-to-test-what-youre-willing-to-pay?utm_campaign=hbr&utm_source=facebook&utm_medium=social

Saiba como o Jardim da Ressurreição se transformou no #Cemi mais querido das redes sociais

03 de Agosto de 2017  

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No bairro de Gurupi em Teresina (PI) está localizado o Cemitério Jardim da Ressurreição. Coordenado pelo grupo Geraldo Oliveira o empreendimento realiza velórios e sepultamentos desde 1973. Tradicional na região, a empresa sabia que precisava atualizar o discurso e convidou uma agência digital para cuidar de sua imagem nas redes sociais.

Coordenada pelo casal Cyntia Freitas e Eudes Júnior, a CJflash aceitou a missão e começou a pensar formas para aumentar a base e engajar o público a partir de uma fanpage que começaria do zero. Desde o primeiro momento, a ideia da dupla era trazer mais leveza a um tema tão pesado como a morte. Vista com otimismo pelos clientes, a estratégia do casal foi bem aceita e eles puderam trabalhar suas ideias no Facebook.

A parceria se iniciou em 2015 com mensagens motivacionais, correntes que falassem de saudade. As postagens gradativamente começaram a usar expressões como “estou morto de fome” e “humanização” das estátuas para trazer mais leveza à página oficial. A virada ocorreu quando um post usou a liberação do casamento gay nos Estados Unidos para falar de cremação.

Daí pra frente os seguidores multiplicaram, o trabalho da agência de Teresina já apareceu em jornais de várias partes do mundo e hoje o tradicional empreendimento do Nordeste do país é o #Cemi mais querido da internet.

Para entender como tudo isso aconteceu conversamos com Cyntia Freitas, sócia da CJFlash e atendimento da conta do grupo Geraldo Oliveira, e o time da CJFlash. Confira abaixo a entrevista:

da esquerda pra direita Eudes Júnior, Leonardo Santos, Cyntia Freitas, Onildo Filho , Diego Oliveira e Cunha Jr

Como surgiu a ideia de tratar de modo bem-humorado um tema tão sério?

A CJFlash já atendia o Grupo Geraldo Oliveira há algum tempo, então no nosso planejamento propomos ao cliente criar uma página no Facebook, com a ideia de desmistificar o tema morte, quebrar esse tabu tratando o assunto com naturalidade e com humor.

Quando os vendedores iam visitar os clientes, muitos não queriam nem receber, com “pavor” de pensarem que um dia morreriam. Expomos os riscos, e traçamos a estratégia para o cliente e ele deu carta branca pra gente, o que foi determinante para o sucesso. O grande propósito da página não era fazer vendas de jazigos e sim trabalhar o tema morte deixando-o mais leve, facilitando a atuação do comercial, que é o que vem acontecendo e nos deixou muito feliz.

Hoje as pessoas já aceitam intervenções midiáticas com muito mais naturalidade.

Como a CJ Flash, agência que administra a conta, equilibra briefing, visão do cemitério, resposta dos familiares que enterraram seus entes e o público?

A CJFlash tem bem definido o propósito da Página: desmistificar o tema morte, e torná-lo um assunto leve. Ninguém pode fugir dessa realidade. No início, assim que iniciamos o processo de mudança indo para uma linha mais humorística, tivemos algumas reações negativas inclusive do público local, mas logo passaram a entender que a página não estava tirando onda com a memória e/ou das pessoas que estavam sepultadas no cemitério.

Já nos perguntaram se os velórios e sepultamentos no cemitério são “zoeiros” como os posts. Claro que não. A CJFlash e o cliente reproduzem o acolhimento que cada ambiente necessita, no virtual todo mundo quer se divertir, sorrir, zoar, já no real, temos um ambiente leve, com capelas, jardins, serviço especializado, criando todo um contexto pra acolher da melhor maneira aquelas pessoas que estão passando por aquele momento tão triste.

Hoje isso é bem claro também para o público e ficamos muito orgulhosos do cliente também confiar na nossa estratégia.

Em meados de 2015 apareceram as primeiras postagens bem-humoradas. Como se deu a trajetória para que um cemitério privado como outros tantos se tornasse o #cemi mais famoso da web?

Queríamos ser diferentes e acreditamos nisso desde o início. Como sabíamos do risco de sermos um hit negativo na internet por tentar fazer uma rede social de cemitério e ainda mais estando no Piauí, decidimos adotar a estratégia de iniciar com testes de postagens bem planejados.

Começamos com mensagens motivacionais, depois tentamos criar uma corrente referenciando saudade, mudamos e começamos a falar de morte com um pouco de humor tipo “estou morto de fome”, “vou te matar de beijos”…, e então passamos para o momento de humanização com as estátuas e começamos a brincar de fato também com o público, mas ainda era muito tímido, deveríamos ter apenas uns 800 seguidores…quando aconteceu a virada com o post da purpurina homenageando a liberação do casamento gay nos EUA, fomos uma das primeiras página da internet a fazer o post e então dentro de poucos minutos caímos na graça do público que começou a compartilhar o post e exaltar o cemitério.

A situação era muito fora da caixa, um cemitério, do Piauí, falando de casamento gay e cremação, então a partir daí a página passou a ser o “cemi”, e ganhamos uma legião de fãs e defensores.

De que maneira o aumento no número de seguidores na fanpage reflete financeiramente na marca?

O primeiro ponto é o fato de o Jardim da Ressureição não ser mais um corpo estranho, a maioria das pessoas ou o tem no bolso, no computador ou já ouviu falar, então isso facilita o trabalho do comercial por não ter uma alta taxa de rejeição como antes, e no último ano o aumento das vendas foi de 40%. A diretoria da empresa acompanhou as mudanças com investimentos no local, inclusive equipe comercial e estrutura física.

Como Gurupi, bairro de Teresina onde está localizado o Jardim da Ressurreição, se relaciona com o #cemi da cidade?

Ótimo, muita gente usa o espaço pra caminhar e relaxar, além de frequentar os cultos e missas que acontecem na capela do cemitério. As missas aos domingos estão cada vez com mais pessoas. Há domingos que chega a 400 participantes.

Já houve algum problema sério com a publicação de alguma postagem?

Problema sério não, mas já tivemos algumas rejeições no início e já apagamos alguns posts que os fãs não curtiram e sugeriram que fossem apagados. Temos uma relação muito boa com os seguidores inclusive existe um grupo fã do cemi onde recebemos várias sugestão de posts, feedbacks e muita conversa inbox.

Nesse período acho que tivemos apenas umas 3 ou 4 postagens que tiramos do ar rapidamente por sugestão do público, que sempre fazem as críticas construtivas no privado…isso é fantástico pra gente, porque sentimos a preocupação que eles têm com a página falam com a certeza que vão ser escutados e respeitados.

Quais os cinco posts que vocês mais gostaram de ter feito?

Pergunta difícil de responder, tem muitos posts bacanas inclusive alertando para várias causas como homofobia, suicídio, trânsito, estupro,… mas os que mais nos enchem de orgulho são os de maior alcance, rsrsrsr. O da Purpurina do casamento gay, foi o marco da virada, depois tivemos a do lançamento do Filme Star Wars, a do Potinho divulgando crematório também e por último, essa do meme “se juntas imagine juntas” que nos deu um alcance de 8 milhões de pessoas.

Depois de ganhar as redes sociais, importantes veículos nacionais e até aparecer na BBC o que esperam do futuro?

Queremos continuar crescendo com a página do cemi e de outros clientes que nos derem (ao menos parcialmente) liberdade criativa. O interessante é que todos querem ser o “cemi”, mas ninguém aceita correr riscos.

Nós da CJFlash estamos reestruturando o setor de marketing digital para atender o mercado fora de Teresina também. Já estamos com uma conta de uma empresa do Rio Grande do Sul e uma de Miami/Brasil e vimos que é perfeitamente possível, graças às novas tecnologias, gerarmos resultados desta forma.

Fundadora da Sóbrancelhas investe em cuticularia e cria rede Beryllos

Nova rede de beleza para as unhas abre mão do alicate e aposta em mini esmaltes com apenas 4 ml para evitar possível contaminações. Franquia está disponível em dois formatos

Por Roberta Moraes | 18/07/2016

Chega ao mercado a rede de franquias Beryllos, que aposta em técnica inovadora de cuidado com as unhas sem o uso de alicates. Criado pela empreendedora Luzia Costa, fundadora da rede Sóbrancelhas, a marca traz um novo conceito para o setor de beleza ao utilizar mini esmaltes com 4 ml, que afasta qualquer possibilidade de contaminação e a cliente pode levar a embalagem para casa. As cutículas são afastadas com a ponta diamantada odontológica adaptada. A nova empresa carrega a assinatura “Suas mãos tratadas como joia”, em referência ao nome que faz relação com pedras preciosas.

Lançada em julho, a primeira unidade da marca está no Taubaté Shopping, no interior de São Paulo. O objetivo da empreendedora é, ao longo do tempo, estar presente em todos os Estados brasileiros, assim como ela fez com a Sóbrancelhas, marca que prevê atingir 300 unidades até o fim deste ano. A expansão da empresa também se dará por meio do sistema de franquias.

A marca oferece dois modelos de negócio: loja em shopping center ou quiosque. Um dos principais diferenciais é o formato das lojas, cuja arquitetura representa um vidro de esmalte. Na operação por meio de quiosque, o investimento inicial é de R$ 142,3 mil. Já o aporte para abrir a unidade em um shopping center é de R$ 230,1 mil. Ambos os valores incluem capital de giro, taxa de franquia, estoque inicial de produtos, além de treinamentos, entre outros benefícios ao franqueado. Há perspectiva de retorno do investimento no prazo de 12 a 18 meses.

Beryllos, Sóbrancelhas, Beleza, Franquia

Beryllos, Sóbrancelhas, Beleza, Franquia

Beryllos, Sóbrancelhas, Beleza, Franquia

Beryllos, Sóbrancelhas, Beleza, Franquia

https://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/36524/fundadora-da-sobrancelhas-investe-em-cuticularia-e-cria-rede-beryllos.html

Como as novas regras publicitárias irão impactar nas Olímpiadas Rio 2016

06 de Julho de 2016 15h – Atualizado às 15:08

phelps

Até a última edição dos Jogos Olímpicos, só os patrocinadores oficiais podiam anunciar no período dos jogos. Os atletas eram impedidos de postar em redes sociais sobre outras marcas e elas não eram autorizadas a divulgar os competidores olímpicos que já tinham contratos de anúncios com elas.

Desde fevereiro de 2015, o COI (Comitê Olímpico Internacional) busca alterações a estas regras. Em junho do mesmo ano, mudanças foram aprovadas. Agora, os atletas podem postar e estrelar campanhas que não mencionem explicitamente as Olímpiadas. Qualquer propriedade intelectual da celebração também é proibida. Palavras como “2016”, “Rio”, “jogos” e “ouro”, por exemplo, não são aceitas.

Porém, mesmo com essa abertura, os patrocinadores não oficiais ainda enfrentam certas dificuldades, pois algumas restrições continuam. A principal delas é que as campanhas tem que ser aprovadas até janeiro e podem ser veiculadas de março até agosto.

Mesmo com este empecilho muitas empresas têm conseguido um espaço muito maior do que tinham antes. Um bom exemplo é o da companhia de roupas esportivas Under Armour, que tem contrato com 250 esportistas que irão aos jogos, inclusive Michael Phelps.

Com o mote “Prove Yourself”, a marca fez campanhas emocionantes, uma com o time feminino de ginástica americano e outra, ganhadora de Cannes, com Phelps, o maior medalhista da história. No vídeo, é mostrado como o campeão treina para suas últimas competições e sua derradeira despedida.

Estas ações mostram como é possível se beneficiar do relaxamento restritivo. No entanto, pequenas empresas ainda enfrentam problemas. Analistas acreditam que organizações menores deveriam ver esta abertura como uma oportunidade

“Ela ainda vai ser difícil para um pequeno player. É difícil e custoso contratar um atleta renomado, contudo há centenas de esportistas que precisam de qualquer tipo de investimento e, atualmente, além de auxiliá-lo, é possível pensar em campanhas com ele”. Disse Zaileen Janmohamed, vice-presidente de serviços ao cliente da GMR agência de marketing esportivo

http://adnews.com.br/negocios/como-novas-regras-publicitarias-irao-impactar-nas-olimpiadas-rio-2016.html

As estratégias da Natura para se manter jovem

Empresa investe na diversificação de canais, explora o mundo digital e oferece novos pontos de contato para conquistar cada vez mais novos públicos e retomar o crescimento

Por Roberta Moraes | 02/06/2016

Com a maturidade dos 45 anos, a Natura entendeu que é preciso buscar o vigor da juventude para continuar se reinventando e inovando para conquistar cada vez mais as consumidoras e retomar o crescimento. Após anunciar prejuízo de R$ 69,7 milhões no primeiro trimestre de 2016, a empresa vem se esforçando para ser uma marca multicanal ao investir em novos pontos de contato para estar cada vez mais próximo do seu público.

Apostando na conveniência e experimentação, apenas no primeiro semestre desde ano a companhia inaugurou sua primeira loja física, estreando no varejo convencional,inseriu a linha Natura Sou em farmácias e iniciou a venda de produtos pelo Instagram. A estratégia faz parte do projeto de manter a marca rejuvenescida e atraente para o público mais jovem que não está adaptado ao consumo via consultoras por meio da venda direta. Com tanta concorrência, a empresa teve que buscar novos caminhos para se manter competitiva.

Uma das principais apostas da marca é a loja física, que em breve deve chegar em outras cidades. A empresa não abre números e não libera o balanço do primeiro mês de operação da unidade, mas afirma que está performando bem. “A loja está sendo um sucesso e tem ficado bastante movimentada. Percebemos que a experimentação está fazendo a diferença para o consumidor. A loja física tem com 40% dos produtos disponíveis no catálogo de venda e conta com uma dinâmica promocional completamente diferente, que segue a lógica do varejo”, explica Andrea Éboli, Diretora de Marketing da Natura, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Leia a entrevista com a Diretora de Marketing da Natura, Andrea Éboli.

Mundo do Marketing – Por muitos anos, esperou-se a entrada de Natura no varejo tradicional e a companhia sempre disse que não entraria. No entanto, recentemente, a marca inaugurou uma loja em São Paulo. Quais foram os fatores preponderantes para a empresa muda de ideia?

Andrea Éboli – A Natura teve outras experiências anteriormente voltada para lojas-conceito para ficar mais próximo do consumidor e gerar uma experiência diferenciada. Neste momento, abrimos a nossa primeira loja com foco de negócio visando oferecer mais um canal de acesso. Esse é mais um ponto de contato para aproximar a marca de quem está distante da venda direta ou que vê no varejo uma opção de compra mais imediatista, como um presente de última hora, o que não dá para ser feito pela venda direta. Em geral, essa compra acontece em um shopping e a estávamos perdendo. No entanto, a loja chega para complementar os outros canais e cada um deles tem o seu papel.

Mundo do Marketing – A primeira loja acaba de concluir o primeiro mês de operação e mesmo não abrindo os números, a empresa afirma que o resultado está sendo positivo. Há a previsão da abertura de novas unidades?

Andrea Éboli – O plano de expansão está construído e já teremos a abertura de novas lojas ainda neste ano na cidade de São Paulo. Essas primeiras unidades serão próprias e neste momento estamos fechando contrato com os shoppings. Após essa fase inicial levaremos esse formato para os outros estados. O modelo de franquia está dentro do projeto, mas ainda não há data prevista para ser iniciado. Afinal, o negócio é novo e estamos aprendendo com ele.

Mundo do Marketing – A loja oferece todos os produtos do portfólio?

Andrea Éboli – Antes da abertura fizemos um business case para saber quais eram as categorias prioritárias para o varejo da Natura. Na loja oferecemos 40% dos produtos comercializado pela venda direta. Levamos as principais marcas como Chronos, Mamãe Bebe, Ekos, Tododia, as linhas de maquiagem Una e Aquarela e algumas marcas de perfume. Quem vai em busca de algum produto que não está na loja, recebe orientação das vendedoras sobre os outros canais. Cada espaço dentro da loja foi pensado exclusivamente para o tipo de produto. A maquiagem, por exemplo, que é uma categoria de compra por impulso, na hora que o consumidor entra na loja é possível experimentar cores e texturas, pois todos os itens estão disponíveis em uma enorme mesa.

Mundo do Marketing – Como garantir que um modelo não canibalize o outro?

Andrea Éboli – A dinâmica promocional é completamente diferente. O modelo de operação da venda direta conta com uma mobilização de ciclos a cada 20 dias, conta com promoções agressivas, focadas para consultoras e consumidoras. Para o varejo vamos seguir com uma outra estratégia, que será com menos promoção, estaremos mais focados em composição de presentes, de kits, focada no aumento do ticket médio. O consumidor que compra da venda direta, que aproveita as promoções de cada ciclo, não terá acesso a isso na loja. O que garante a competitividade de todos os canais.

Mundo do Marketing – Venda direta, varejo, e-commerce, aplicativo, venda via Instagram. A Natura está buscando ser uma marca multicanal. Como a empresa está conseguindo segmentar cada canal? Como está as ações de Marketing para cada um deles?

Andrea Éboli – A construção da marca Natura é a mesma para todos os canais, entretanto temos estratégias específicas para cada um deles. O digital focamos no e-commerce, trazendo um contato mais online para as consultoras e fortalecendo a rede delas por meio de ferramentas digitais. No varejo trabalhamos com visual merchandising com as categorias que tem mais impacto, afinal, já descobrimos que nem sempre as categorias com maior impacto na venda direta terão o mesmo desempenho no varejo. Desenvolvemos uma série de estratégia para cada categoria dentro de cada canal. E isso também foi considerado quando optamos por oferecer a linha Sou em redes de farmácias.

Mundo do Marketing – O que a empresa está fazendo para garantir o contato com todos os públicos? Como está a relação da marca com as mulheres mais jovens?

Andrea Éboli – A Natura é uma marca muito democrática, presente em todas as classes sociais. Estamos focados em entregar valor para as classes A e B. Com o nosso novo canal buscamos essa elevação de posicionamento. Também temos presença em todas as faixas-etárias, inclusive no ano passado lançamos uma linha teenager que contou com uma forte ação nas redes sociais e foi um sucesso. Contamos com a blogueira Camila Coelho em todo o movimento de maquiagem para atrair os consumidores. A Natura é uma empresa de 45 anos e temos total interesse de estar mais perto dessa consumidora jovem e a loja contribuirá com isso.

Mundo do Marketing – O que a companhia tem feito para estreitar essa relação?

Andrea Éboli – Há três anos criamos o movimento Adoro Maquiagem e estamos trabalhando a questão do endosso, que para nós vem de todos os lados, tanto dos influenciadores, quanto do consumidor legítimo da marca. A nossa proposta com essa plataforma era trazer essa voz dos influenciadores e dos consumidores que endossam a nossa marca. Lá contamos com o Marcos Costa, nosso maquiador oficial, ensinando passo a passo por meio de vídeos. A ideia é ajudar e estar próximo do consumidor com conteúdo de qualidade.

Mundo do Marketing – Natura é reconhecida há muito tempo e continua investindo em sustentabilidade. Até que ponto esse ainda é um posicionamento que traz diferencial para a marca e não virou padrão?

Andrea Éboli – A sustentabilidade para a Natura não é uma estratégia de Marketing e sim um pilar da empresa. É um posicionamento e falamos sobre ele por meio dos nossos produtos, mas a sustentabilidade tem a ver com a nossa proposta de valor. A empresa nasceu assim e trata do assunto em toda a sua jornada. O que percebemos cada vez mais é que temos que continuar reforçando isso de maneira inovadora, trazendo valores atuais. A sustentabilidade inegociável na Natura, a ponto de tomarmos decisões internas mais custosas ou mais lentas em benefício dessa proposta de valor. Isso, por exemplo, foi momento no momento em que a loja estava sendo projetada, pois não dava para abrir um espaço que não carregasse esse conceito. O piso é feito de madeira de demolição, os painéis são projeções para evitar o uso de cartazes, as luzes são de led, para gerar economia. E aí nos vemos praticando essa sustentabilidade. Queremos trazer cada vez mais elementos para reforçar esse posicionamento.

https://www.mundodomarketing.com.br/entrevistas/36300/as-estrategias-da-natura-para-se-manter-jovem.html

5 dicas para usar o Pinterest em eventos

O Pinterest é utilizado como forma de inspiração e para a troca de conteúdo por mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo. Na plataforma, baseada em imagens, é possível encontrar painéis (os chamados boards) com conteúdos que vão desde receitas para o jantar, maquiagem para festas, até decoração e reforma de casas.

“O Pinterest foi criado para que seus usuários pudessem explorar e descobrir suas paixões, colecionar o que gostam e buscar inspiração dentre mais de 50 bilhões de ideias salvas em mais de 1 bilhão de pastas em todo o mundo, em mais de 30 categorias”, afirma Ricardo Sangion, Country Manager da plataforma no Brasil.

Mas você sabe qual a melhor maneira de usar o Pinterest para organizar seu evento? A Eventbrite, plataforma global de gerenciamento de eventos, fez uma entrevista com Sangion na qual ele dá algumas dicas de como utilizar a plataforma da melhor forma:

1 – Inspire-se com as referências

Segundo Sangion, o Pinterest permite que os usuários obtenham inspirações para diversos planos e projetos, portanto, visualize, descubra e salve o melhor da web ao navegar pela plataforma. “Isso o ajudará a pensar e guardar essas referências para o grande dia do evento, como cardápio, decoração, cenografia, identidade visual de marca e convites.”

 

2 – Compartilhe suas ideias e inspire também!        

Seguindo o raciocínio de que o Pinterest é um catálogo de ideias usado por milhões de pessoas que buscam inspiração para o futuro, o executivo  aconselha  compartilhar ideias e experiências que possam ajudar outros usuários no planejamento de seus futuros eventos. Poste imagens com os detalhes que tenham dado certo em seus eventos ou aqueles que chamaram a atenção de seu público. Que tal infográficos com dicas valiosas sobre organização de eventos? Ou aquela decoração inovadora que rendeu vários elogios?

Indique também caterings (empresas contratadas para fornecer todo o serviço de buffet) e menus com os pratos que foram servidos aos convidados e participantes.

 

3 – Capriche na descrição das fotos        

Para garantir uma melhor indexação das imagens, a dica principal é caprichar na descrição das fotos. De acordo com o executivo, ao detalhar o que pode ser visto nas imagens, usando palavras de referência, mais chances elas terão de ser indexadas para as buscas feitas na ferramenta.
4 – Siga perfis e pastas sobre eventos!   

Quando você começa a seguir perfis e pastas sobre determinado tema, eventos por exemplo,  o seu feed começará a ser impactado diariamente por Pins deste assunto. “A busca também é outra forma de encontrar conteúdos mais específicos e há vários recursos que podem ajudar nisso, como a busca guiada, o Flashlight e Pins relacionados ao assunto buscado”, indica Sangion. Veja também esses perfis com boards dedicados ao tema eventos, que o executivo indicou para Eventbrite: Eventos 1, Eventos 2 e Eventos 3.

 

5 – Promova seus eventos

Ricardo Sangion explica que o Pinterest funciona melhor na divulgação de eventos recorrentes, pois o conteúdo fica sempre disponível na plataforma para consultas futuras. “É possível fazer do Pinterest um espaço de divulgação com fotos, dicas, infográficos, vídeos e outras ideias visuais relacionadas ao tema proposto, atraindo a atenção de pessoas que se interessam pelo assunto”. Ele também aconselha os usuário a organizar os conteúdos em pastas. Os Pins possuem links que levam ao site do evento, o que ajuda muito, uma vez que o futuro participante poderá acessar seu hotsite e obter direto da fonte todas as informações sobre seu evento.

Redação Adnews – 27/04/2016

http://www.adnews.com.br/internet/5-dicas-para-usar-o-pinterest-em-eventos