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Tecnologia QR Code pode trazer muitas facilidades ao segmento imobiliário

Saiba mais sobre a inovação tecnológica que pode transformar os serviços de compra e aluguel de imóveis em São Paulo.

De fato, para acompanhar as demandas de um cotidiano cada vez mais frenético, a inovação tecnológica é um fator essencial. Afinal, a tendência é que o consumo seja, a cada dia mais, digitalizado. No cenário imobiliário não é diferente, é preciso se manter atualizado para não se tornar obsoleto. Nesse contexto, um bom corretor, uma boa imobiliária ou, até mesmo, um bom vendedor particular precisam, não só conhecer, como também dominar as ferramentas disponíveis.

Um recurso inovador, que promete revolucionar as relações de compra e aluguel de imóveis é o QR Code. Essa tecnologia envolve a criação de um código de barras bidimensional impresso e identificado pelas câmeras de smartphone (que possuem essa função habilitada). Dessa forma, basta instalar um aplicativo específico para a leitura do código, dispor a câmera na frente do anúncio e acessar todos os dados e informações divulgados a respeito de uma propriedade.

Siga com a gente e confira abaixo onde o recurso pode ser aplicado para facilitar os trâmites e as negociações do setor imobiliário.

Cartão de visita

Devido ao seu formato compacto, um cartão de visita de um profissional do ramo imobiliário, muitas vezes, não apresenta todas as informações necessárias, por conta da limitação de espaço disponível. Nesses casos, inserir um QR Code, além de tornar o design mais clean e moderno, ainda é uma ótima forma de conceder novas fontes de contato como sites, redes sociais ou, até mesmo, uma página focada em um portfólio ou currículo profissional.

Placas Imobiliárias

Graças à praticidade e funcionalidade desse recurso, várias imobiliárias já adotaram o QR Code em placas imobiliárias para facilitar o acesso às informações dos interessados em comprar casas no Morumbi. Isso porque, ao inserir um QR Code na placa de um imóvel disponível para venda ou aluguel, você permite que o interessado scaneie o código e seja direcionado para página ou site do imóvel. Dessa forma, os possíveis compradores terão acesso à informações completas como imagens, descrição da área, valor, taxas condominiais, impostos como IPTU e muito mais. Assim, casa haja interesse, é possível contatar a imobiliária e agendar uma visita presencial de maneira fácil e muito prática.
Algumas empresas desenvolvem os códigos QR e inserem diretamente nos anúncios, mas, caso você não queira investir em placas personalizadas no momento, é possível imprimir o código em qualquer impressora e colar diretamente na sua placa. Para reduzir os danos causados pelas chuvas ou raios solares, vale à pena imprimir em um papel resistente e cobri-lo com contact.

Etiquetas

Para facilitar o acesso às informações dos imóveis, uma excelente alternativa é inserir os QR Codes nas etiquetas de uma casa ou apartamentos para vender na Vila Mariana.

É possível apresentar o código dentro do imóvel, na própria porta para sanar qualquer dúvida sobre os valores e condições da propriedade ou em arquivos como pastas e contratos para deixar de limitas as suas consultas de sistema apenas os seu computador.

Anúncios off-line


Por fim, vale lembrar que um dos principais motivos do surgimento e da popularização dos QR Code é, justamente, a necessidade de mensurar a eficácia dos anúncios. Por isso, caso pretenda anunciar uma propriedade em algum jornal, revista ou classificados impressos, vale à pena inserir o QR Code para direcionar os interessados para uma página que apresente mais informações do que as descritas nos anúncios off-line.

Enfim, curtiu descobrir o que é o QR e as vantagens do recurso para o mercado imobiliário? Se esse artigo foi interessante para você, compartilhe-o em suas redes sociais. Com certeza, essas informações podem ajudar muitas pessoas que desejam digitalizar e tornar as suas operações mais práticas.

Tecnologia QR Code pode trazer muitas facilidades ao segmento imobiliário – ADNEWS

QR Code e as possibilidades na publicidade

Criado na década de 1990, o Quick Response Code, mais conhecido pelo nome QR Code, baseia-a em um gráfico de duas dimensões (2D), capaz de, quando lido pela câmera de um celular, trazer à tona informações, como páginas da internet. As funções dessa tecnologia são múltiplas. Se na mídia impressa, por exemplo, pode revelar conteúdo extra, no mercado publicitário, é capaz de trazer, via embalagens, TV, pontos de venda e outdoors, as promoções e os detalhes de uma campanha. O QR Code, mais do que assumiu o papel de uma ferramenta de comunicação, passou a auxiliar na divulgação de marcas e no estreitamento da relação com os consumidores.

O QR Code permite a conexão entre o off-line e online (crédito: Pixabay/Pexels)

Segundo Edson Sueyoshi, vice-presidente de tecnologia e produção da R/GA, o QR Code ganhou, ainda mais, protagonismo no ano passado, com o início da pandemia do novo coronavírus e a ascensão das lives de entretenimento. Além disso, no Brasil, afirma João Vicente, head of growth strategy da Sapient AG2, a criação do mais novo meio de pagamento Pix, que promete realizar transferências em até dez segundos sem a interferência de intermediários, é mais uma das ações do mercado que tem ajudado a popularizar o QR Code. Por meio dessa opção de transação, é possível definir um valor fixo e usar o código em diversos pagamentos, como uma espécie de etiqueta do produto, e há a alternativa de inserção do valor pelo pagador. Mas, Edson destaca que “a familiaridade das pessoas ao uso da tecnologia já vinha num movimento crescente pré-pandemia, com carteiras digitais, ativadas nos pontos de venda”.

“Na publicidade, as possibilidades são infinitas, além das lives”, diz o head of growth strategy da Sapient AG2. Em 2028, quando a Nike abriu sua primeira loja Nike Live, em Los Angeles, por exemplo, foi concebido um armário inteligente com QR Code, responsável por dar vida a um sistema de reserva e retirada instantânea para membros do aplicativo NikePlus. Na TV, é possível encontrar campanhas de diversas marcas na grade. À exemplo, em 2020, durante o intervalo da novela Totalmente Demais, da Globo, a C&A entrou no ar com descontos oferecidos via QR Code, que conduzia o público à plataforma de e-commerce da marca.

Entre as vantagens de se aplicar a tecnologia na comunicação, está a conexão entre o ambiente off-line e online, capaz de levar o público de uma mídia tradicional para uma digital. Outro benefício é a criação de um identificador único, responsável permitir a construção de campanhas personalizadas. “Todo cliente que pode ser identificado pode ter um QR Code associado a ele em um sistema e leitores podem identificá-lo no mundo físico”, explica Edson. “Uma campanha estática de out-of-home tem pouco potencial de captação de dados, porém, quando direcionada para o celular através de um QR Code, abre a possibilidade de mensurarmos e capturar os dados relevantes dos mais diferentes targets impactados”, adiciona João.

Normalmente, diz João, o QR Code é utilizado para prover um conteúdo de apoio à comunicação principal. Além disso, pode ter outros objetivos, como informar, captar dados, surpreender, expandir conhecimento, ampliar outras frentes de contato com o cliente e fidelizar. “Se já levaremos uma pessoa a pegar o celular, abrir a câmera e apontar para a tecnologia, é preciso atender a expectativa de uma entrega de valor para o usuário. Se a mídia usada não é adequada para provocar essa ação e se o seu uso não tem um propósito claro, é inútil”, complementa o profissional da R/GA. É essencial definir claramente e mensurar para onde o QR Code vai direcionar o target.

As barreiras
As barreiras para introduzir o QR Code na publicidade estão, cada vez mais, menores, uma vez que a mídia massiva já normalizou a tecnologia. Na linha de pensamento do QR Code ser uma ponte de ativação do digital no mundo físico, seu princípio primordial é de facilitar o acesso a uma URL, que pode levar a um site ou a um identificador único, como no caso das carteiras digitais. “A barreira tecnológica que existia em um passado recente de problemas de conectividade, como número reduzido de smartphones ou a falta de conhecimento da tecnologia, já foram superadas nos grandes centros”, explica Edson.

Atualmente, a criação de QR Code é acessível para marcas e até mesmo pessoas físicas, uma vez que existem diversas aplicações na internet que criam código personalizado de forma gratuita. Mas, o profissional da Sapient AG2 aponta que é necessária a utilização de textos informativos e explicativos, que permitam aumentar o alcance e comunicar para um público mais amplo dentro de uma estratégia definida. Ademais, João destaca que os anunciantes precisam estar atentos a questões de privacidade de dados e compliance: “Por isso, a criação desses códigos com desenvolvedores parceiros é o recomendável, pois aí podemos ter total controle de todo e qualquer fluxo de dados gerado desde a concepção até as interações”.

Victória Navarro – 16 de fevereiro de 2021 – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2021/02/16/qr-code-e-as-possibilidades-na-publicidade.html

Globo investe em T-Commerce em projeto pioneiro com Casas Bahia

 

Mas o que é T-Commerce, como funciona, porque a Globo esta fazendo isso e como Casas Bahia entra nesse jogo?

O “T” do nome vem de TV mesmo. Mas um tipo de TV especial, a TV que permite interação em dupla mão, ou seja, interativa. As TVs inteligentes que muitos de nós temos já em casa contém, tecnologicamente embedados, recursos que permitem a interatividade. Isso só não virou uma febre ainda, porque entre a nossa TV em casa e a ponta do exibidor, não há ainda uma camada intermediária de interação razoavelmente operacional, tecnologicamente viável e comercialmente vantajosa funcionando direito no Brasil hoje.

Ainda mais em se tratando de TV aberta, como é o caso deste projeto da Globo com Casas Bahia, que agora quebraram essa barreira.

Até então, experiências de TV interativa estavam sendo feitas no País, mas ainda não haviam atingido o porte e nem a natureza de interatividade que incluísse, como neste caso, a possibilidade do T-Commerce, o comércio interativo via TV. Há pioneirismo nisso, sem dúvida.

E por que a Globo está fazendo isso? Porque está experimentando e aprofundando de forma até hoje inédita em sua história, e na história da TV brasileira, um namoro profundo e intenso com o digital e a interatividade. A integração tecnológica on/off. A ativação de novos formatos de venda e negócios. A captura de dados e insights. Tudo em busca de diversificação de suas fontes de receita e, talvez ainda mais do que isso, em busca de um novo modelo de TV, diante de um outro, o vigente até agora, que apesar de ainda sólido e eficaz, no tempo e no futuro, deverá ter que passar por transformações relevantes.

É por essas razões que a Globo está fazendo isso. E parabéns para ela, by the way.

E parabéns especiais, para além de toda a companhia por suas mais recentes ousadias digitais, para a equipe do Eduardo Schaeffer, que lidera essas novidades todas.

Abaixo, reproduzo o release que as duas empresas enviaram para a imprensa.

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Um projeto publicitário disruptivo e inovador, que tem na tecnologia um dos alicerces de seu desenvolvimento e lançado em uma ação comercial inédita na TV aberta, sendo acessível para a maioria da população e garantindo amplo alcance para as mensagens dos anunciantes. Assim pode ser apresentado o T-Commerce, novidade que a Globo exibe, em parceria com Casas Bahia e agência Y&R, a partir de 8 de agosto em ações no ‘É de Casa’. A iniciativa é resultado da união de tecnologia e negócios na busca por soluções de comunicação com alto potencial de impacto. Aproveitando as possibilidades de consumo interativo oferecidas pelo sinal digital, o projeto possibilita a compra real time impulsionada pela TV a partir do controle remoto. Inovação acessível e na palma da mão, que permite que a relação entre pessoas e conteúdo seja cada vez mais próxima. Uma mudança que abre inúmeras possibilidades também para marcas que fazem do conteúdo televisivo uma ponte segura e confiável para se conectarem com seus consumidores.

Para Eduardo Schaeffer, diretor de Negócios Integrados em Publicidade da Globo, a relevância do projeto está na maneira como ele pavimenta o caminho para o futuro das entregas publicitárias na TV, reiterando o compromisso da empresa com a inovação e desenvolvimento do mercado, em parceria com anunciantes e agências. “O T-Commerce é um dos resultados do processo de transformação da Globo em uma mediatech; uma companhia que tem a tecnologia permeada na operação, essencial para o desenvolvimento de projetos publicitários eficientes, capazes de alcançar alto impacto e gerar conversão. É um projeto que une a alta cobertura da Globo a uma solução que permite a geração de leads com capacidade de mensuração de dados a curtíssimo prazo, trazendo inovação de ponta a ponta. Uma solução capaz de, em pouco tempo, apresentar um produto, gerar interesse e levar o consumidor direto para a conversão”, apresenta o diretor.

Com mais cinco inserções previstas para as próximas semanas, o T-Commerce conta com interatividade em momentos específicos do ‘É de Casa’, em que o público pode encontrar os diferentes produtos inspirados no cenário da atração no site da Casas Bahia. Caso haja interesse, com um comando do controle remoto, é possível expandir a interatividade, que passa a dividir a tela com o conteúdo do programa, permitindo que as pessoas tenham acesso aos produtos e eventuais promoções. Através de um QR code, o consumidor é direcionado para a versão mobile do e-commerce da Casas Bahia, facilitando o processo de compra. Uma solução completa, que começa com o despertar do desejo e leva diretamente à conversão.

Além disso, o projeto fechado entre as empresas se destaca por apoiar o processo de transformação digital dos brasileiros, com entrega de conteúdo educativo, para que todas as pessoas compreendam a inovação e possam utilizá-la. Conteúdo esse que será apresentado no próprio ‘É de Casa’, em ações em que os apresentadores navegam pela interatividade, em uma SmarTV no estúdio, explicando suas funcionalidades.

Segundo Ilca Sierra, diretora de Marketing e Comunicação Multicanal da Via Varejo, participar dessa inovação com a Globo faz parte do novo momento da marca, que está passando por uma transformação: a Casas Bahia está se reiventando e inovando, buscando trazer diversas melhorias no processo de compra dos clientes. “Queremos facilitar a vida e a jornada de todos os nossos clientes, oferecendo cada vez mais opções de compras, assim como variedade de produtos. Por meio do T-Commerce, nosso cliente poderá comprar o produto que está vendo na TV,  muitas vezes desejo de consumo, com poucos cliques e de uma forma muito simples e intuitiva”, conta Sierra.

A Casas Bahia é uma marca que está sempre presente na casa e na vida de todos os brasileiros, assim como a Globo. “Nos unimos para criar uma solução inovadora, que vai aliar, entretenimento com compras, algo nunca visto nesse formato. Poder realizar algo assim, tão transformador no mercado, é uma realização incrível, que demonstra o quanto as duas empresas estão focadas em entregar experiências cada vez melhores para os brasileiros”, completa a executiva da Via Varejo.

“A Via Varejo está sempre nos provocando para buscar projetos inovadores que possam diminuir a fricção e  facilitar a experiência do consumidor, e o Projeto T-Commerce responde a esses dois desafios. Sabemos que existe um universo estimado em 35 mm de  televisores no modelo Smart TV que poderão ter essa experiência em uma plataforma inovadora. Outro fator importante é que ele traz um olhar de mensuração muito mais apurado que qualquer outro formato, porque estamos levando performance para a TV em sua essência.” conta Glaucia Montanha, diretora-geral de mídia da Y&R Brasil.

As primeiras entregas do T-Commerce acontecem para quem, hoje, possui televisores com receptor digital integrado ou que estão ligados a um conversor externo com antena apropriada para recepção de televisão digital (ou seja, quem recebe o sinal digital livre e gratuito na TV aberta) e cujo aparelho seja dotado de qualquer versão do sistema Ginga, camada de software responsável por dar suporte a aplicações de interatividade. Estima-se que, atualmente, 35 milhões de televisores estejam aptos a receber essa interatividade no Brasil.

13 de agosto de 2020 – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/blog-do-pyr/2020/08/13/globo-investe-em-t-commerce-em-projeto-pioneiro-com-casas-bahia.html

A revolução do Visual Commerce chegou.





Você certamente se lembra da cena de Minority Report em que Tom Cruise entra numa loja e é recebido por ela por uma voz que lhe chama pelo nome e, imediatamente, começam a aparecer telas em projeções holográficas na sua frente, oferecendo-lhe produtos que se adequam ao seu perfil. Isso é visual commerce. Obviamente, em estado de ficção cinematográfica, ainda, mas o fato é que todas aquelas tecnologias e recursos visuais são hoje já possíveis de serem implantados numa loja hoje em dia. Só ainda não são comercialmente viáveis. Ainda.

Visual Commerce tem vários recursos e várias formas de manifestação, essas sim já viáveis e operacionais hoje.

Com as transformações do mundo touchless para o qual caminhamos, os recursos visuais, que mostram tudo sem que precisemos tocar em nada, e também para o mundo omnichannel, que é agora totalmente real e que se sofistica a cada momento, o Visual Commerce só deverá se sofisticar e se tornar mais e mais onipresente.

O apelo visual nos envolve, faz com que registremos as imagens de forma mais clara e recorrente em nossa memória, é estimulante e pode ser também um ativador de vendas, a ponto de terem inventado um indicador específico de mensuração de sua eficácia, que se chama de ROVI, ou Return Over Visual Investment. Coisa dos EUA, que adoram siglas.

Vamos a algumas das manifestações do Visual Commerce, para você, digamos, visualizar melhor o que estamos falando :-).

AR/VR – esses são clássicos. Você conhece e, possivelmente, já usou/experimentou algum desses recursos para ser apresentado a uma experiência de vendas e consumo qualquer. Notadamente a Realidade Aumentada, que consegue integrar o on e off de forma mais fluida e intuitiva, é um recurso de Visual Commerce que será cada vez mais utilizado no varejo de “n” formas.

QR Codes – falamos sobre eles ontem aqui. Dá uma olhadinha na matéria clicando aqui, se estiver interessado. De novo, através de uma imagem que pode ser colocada no ponto de venda, o QR Code, e usando apenas uma câmera de um celular qualquer, somos transportados a informações adicionais de produtos, a uma campanha de marketing, a videos ilustrativos ou tutoriais, a games interativos que tenham a ver com a marca, etc.

Product Simulation – em um ambiente online, podemos simular a cor de um vestido, de uma maquiagem, de um carro novo, você já viu isso também. Remotamente, podemos fazer a visita a um apartamento em 360 graus, a um hotel no Tahiti ou até fazer um test drive em uma Ferrari.

Digital Displays – os tradicionais displays das lojas físicas se transformam em uma experiência visual digital única, em que você vê como lhe cai um terno ou uma camiseta, exibidas em telas 3D.

Essas são apenas algumas das manifestações do Visual Commerce, que deverão passar por uma transformação ainda mais profunda quado tivermos a nosso alcance o 5G e a Internet das Coisas, em que cada coisa conectada poderá conter algum tipo de experiência visual embedada.

Novos tempos. Novo comércio. Cada vez mais interativo e cada vez mais visual. Isso é Visual Commerce.

12 de agosto de 2020 – Pyr Marcondes – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/blog-do-pyr/2020/08/12/a-revolucao-do-visual-commerce-chegou.html

Alibaba investe em sustentabilidade neste Single’s Day

O Alibaba atendeu 1,3 bilhão de pedidos de entrega na edição deste ano do Single’s Day, também chamado Global Shopping Festival. Todo este volume de entregas gera uma enorme quantidade de caixas e, portanto, de lixo. Diante deste panorama, o Alibaba se comprometeu a fazer do maior evento de vendas do mundo uma data relacionada não apenas a consumo, mas também a sustentabilidade.

“Nos últimos dez anos, continuamos a estabelecer novos recordes da GMV e com isso nossa responsabilidade aumentou”, disse Jiang Fan, presidente da Taobao e Tmall. “O 11.11 deste ano não será apenas sobre nossos volumes GMV, mas também sobre desenvolvimento sustentável”.

Para esse fim, ele disse que o Alibaba montou estações de reciclagem de caixas e sacolas indesejadas – 40 mil delas – em toda a China, por meio da Cainiao Smart Logistics Network, enquanto seus parceiros de correio expresso estão hospedando outras 35 mil estações.

Esses 75 mil locais continuarão a funcionar como estações de reciclagem permanentes após o evento de vendas, ajudando a reciclar mais de 100 milhões de caixas anualmente, de acordo com as estimativas do Alibaba. A companhia também estabelecerá o dia 20 de novembro como o “Dia Nacional de Reciclagem de Caixas de Papelão” na China, implantando estações de reciclagem rápida em 180 bairros de Xangai, Pequim, Guangzhou, Shenzhen e Hangzhou naquele dia.

Para cada caixa reciclada nas estações de reciclagem de Cainiao, os consumidores podem escanear um código QR nos aplicativos Taobao, Cainiao ou Alipay para receber pontos de “energia verde” no mini-programa do Alipay Ant Forest. Seus pontos podem ser trocados pelo plantio de árvores nas áreas mais áridas da China, como as regiões desérticas da Mongólia Interior, Gansu, Qinghai e Shanxi.

O Alibaba também estima que mais de 50 milhões de pessoas tenham participado dos esforços de logística verde durante o festival de compras. Os consumidores podem se envolver online e offline, fazendo desde compras ecológicas até a reciclagem de embalagens.

Antes do evento, os consumidores puderam fazer parte do esforço de reciclagem por meio do aplicativo Mobile Taobao e receber “Meow Coins”, uma moeda de jogo interativa que se converte em descontos nas compras do 11.11. Mais de 20 milhões de pessoas utilizaram o aplicativo em 11 de novembro.

O Alibaba também está incentivando os consumidores a reciclar seus produtos indesejados, em vez de jogá-los fora. De 1 a 11 de novembro, a empresa organizou um programa de troca de aparelhos e eletrônicos nos aplicativos Taobao, Idle Fish e Alipay.

Os consumidores puderam doar dispositivos usados ​​de 80 categorias, de telefones e laptops a aparelhos de ar condicionado e máquinas de lavar, e receber compensação pelos itens reciclados, além de descontos especiais para comprar novos. Por exemplo, os consumidores poderiam receber até RMB 4.112 (US$ 587) pela reciclagem de um iPhone X, além de pacotes vermelhos no valor de RMB 411 para comprar um novo modelo.

O Tmall, o mercado de comércio eletrônico B2C do Alibaba, também realizou o descarte ecológico de produtos, como o recrutamento de mais de uma centena de produtores reais para fazer transmissões ao vivo promovendo o arroz de água salgada, uma alternativa mais sustentável à cultura de arroz, que faz uso intensivo de água do mar diluída em vez de água fresca.

A plataforma vendeu 358 mil kg de arroz de água salgada em apenas dez dias nas pré-vendas do 11.11. Isso representa o equivalente a 716.000 metros quadrados de terra que foram transformados de “terras residuais” afetadas pelo sal em terras aráveis.

Quase 40 marcas da Tmall, como L’Oréal e Giorgio Armani Beauty, optaram por usar materiais de embalagem ecológicos, como caixas que não precisam de fita adesiva. Eles enviaram 150 milhões de caixas livres de plástico no ano passado, ajudando a economizar mais de 200 milhões de metros de fita plástica.

A Cainiao também fez parceria com o Tmall Supermarket e Lingshoutong para promover a reutilização de caixas nas operações diárias. Hoje, mais de 70% de suas entregas são enviadas em caixas de papelão reutilizadas, em vez de novas embalagens.

Quando os consumidores fazem suas compras no supermercado Freshippo, no Alibaba, eles recebem pontos de energia verde do programa Ant Forest ao optar por sacolas plásticas. Os compradores do Freshippo contribuíram com quase 1 bilhão de pontos até outubro, o equivalente ao plantio de 560 mil árvores.

A rede também procurou ampliar seus esforços de redução dos resíduos de plástico, projetando embalagens mais eficientes, o que ajudou a economizar cerca de 70 toneladas de plástico.

Isso ocorre quando os consumidores chineses se tornam cada vez mais conscientes do meio ambiente. No início deste mês, o braço de pesquisa do Alibaba Group, AliResearch, disse que mais de 380 milhões de consumidores compraram produtos ecológicos em Taobao e Tmall no ano passado, a maioria dos quais é jovem: cerca de 41,8% desses consumidores nasceram após 1990 e 32,9% nasceram depois de 1980. Nas plataformas, as pesquisas por palavras-chave como “biodegradável” aumentaram 284%, enquanto por “coleta de lixo” aumentou 2 mil vezes.

Essas medidas seguem a campanha verde mais abrangente da Cainiao até o momento: a Alibaba Green Logistics 2020. A campanha apresenta esforços conjuntos de toda a empresa para melhorar a reciclagem de materiais, embalagens, planejamento de rotas e métodos de entrega para reduzir o desperdício e promover a sustentabilidade.

A Cainiao disse que seu algoritmo de desenvolvimento de embalagens inteligentes, que avalia itens comprados por categoria, volume, peso e área e, em seguida, combina os produtos com a forma de embalagem com maior eficiência de espaço, ajuda a melhorar o uso de embalagens de cerca de 290 milhões de encomendas por ano e reduz a quantidade de materiais desperdiçados devido à sobre-embalagem em 15%.

Para economizar papel, a Cainiao também expandiu o uso de etiquetas de envio eletrônico para substituir os adesivos de papel tradicionais. A empresa aplicou etiquetas de remessa eletrônica em cerca de 100 bilhões de encomendas nos últimos cinco anos, ajudando a compensar 1 bilhão de quilogramas de emissões de carbono.

“A logística verde é uma parte essencial do nosso modelo de negócios”, disse Niu Zhijing, que lidera a Campanha Go Green da Cainiao. “Acreditamos que a sustentabilidade só pode ser incentivada através de esforços conjuntos em toda a cadeia de valor, desde fornecedores de embalagens, plataformas e marcas de comércio eletrônico até empresas de entrega expressa, consumidores e formuladores de políticas. Todas as partes interessadas precisam agir em conjunto.”

“Também queremos inspirar os consumidores a agir, facilitando a participação por meio de pequenas ações”, disse Niu.

AliExpress abre loja física no Brasil com compras feitas digitalmente

O AliExpress, pertencente ao Alibaba, abiu uma loja física no Shopping Mueller, em Curitiba. No local será possível fazer compras online e receber os produtos em casa, da mesma que seria feito por via mobile. A unidade será uma loja pop-up, com previsão de funcionamento por 30 dias como teste. O projeto foi feito em parceria com a empresa de pagamentos Ebanx.

A loja contará com uma vitrine digital em um painel de 30 metros, de forma semelhante às unidades da companhia na China, mas também contará com produtos físicos. Para fazer a compra, bastará que o cliente escaneie um QR Code e efetua a compra pelo smartphone.

“O shopping dá uma sensação de segurança ao consumidor. Colocar um e-commerce chinês nesse local ajuda a mudar a percepção de que os produtos de lá não têm qualidade. Há muito produto bom e vamos permitir que o consumidor tenha essas garantias”, explicou André Boaventura, sócio da Ebanx, destacando que a iniciativa tem como objetivo fornecer mais segurança aos consumidores brasileiros, já que muitos se sentem inseguros ao fazer compras no site chinês, temendo que os produtos não cheguem.

5àsec lança modelo de franquia baseado em lockers

A 5àsec lançou um modelo de franquias baseado em lockers. Os armários digitais podem ser instalados pelos franqueados que já compõem a rede em condomínios residenciais, comerciais e até academias. A estratégia da marca é oferecer uma experiência diferenciada, além de comodidade aos clientes, que podem deixar suas roupas para serem limpas pela lavanderia, sem precisar sair de casa. Até o final do ano são esperados, ao menos, 50 lockers em diferentes estados brasileiros.

A empresa já utiliza há alguns anos o sistema de delivery no Brasil, que foi uma estratégia encontrada para facilitar o dia a dia do cliente. Com a evolução da tecnologia, a mudança de hábitos dos consumidores e a falta de tempo, o delivery passou a não ser suficiente, pois as pessoas começaram a sair muito cedo e voltar muito tarde para casa. Para resolver de uma vez por todas estas questões, a marca decidiu apostar nos lockers, armários digitais que podem ser implantados em locais estratégicos.

A ideia surgiu graças a uma demanda dos próprios franqueados, que buscavam a abertura de pontos de coletas dentro de condomínios para atendimento em horários alternativos. Além disso, o modelo de negócio se torna mais eficiente porque dispensa o uso de um colaborador, além de funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana, de acordo com a necessidade dos consumidores e no horário de sua preferência.

A novidade é voltada para condomínios residenciais e comerciais, além de centros comerciais e academias. Para utilizar o serviço, o cliente entra no app da 5àsec, disponível em Android e iOS, para informar que está colocando as peças no armário e, em seguida, informa o número da porta. A loja responsável por aquele condomínio recebe a informação e providencia a coleta das peças no armário. O serviço de limpeza e a devolução ocorre em até 48 horas.

Vale ressaltar que o custo é o mesmo praticado nas lojas físicas, sem acréscimos ou taxas adicionas e sem cobrança do serviço de delivery. Também não há restrição com relação ao tipo de peças e todos os serviços e pacotes podem ser contratados por meio dos lockers. O pagamento é feito online, por meio do app, após cadastro e o destravamento da porta é realizado por meio de QR Code.

“As empresas que instalam armários para qualquer tipo de serviço em condomínios geralmente cobram do empreendimento um valor mensal de aluguel ou até mesmo o custo total, que varia de R$ 7 mil a R$ 12 mil. No caso da 5àsec, não será cobrado nada dos condomínios, já que o investimento é por conta do franqueado que colocará, sem custo de implantação ou cobrança mensal, os lockers para que os moradores ou trabalhadores do local possam usar os serviços da lavanderia. Teremos lockers com 10, 20 ou 30 portas, de acordo com a estrutura do empreendimento”, ressaltou o diretor Comercial da rede, Alex Quezada.

Segundo o Sindilav (Sindicato Intermunicipal de Lavanderias no Estado de São Paulo) mais de 20% da população economicamente ativa é considerada cliente em potencial. Atualmente, as pessoas estão cada vez mais inclinadas a utilizarem os serviços de lavanderias, seja por falta de tempo ou até mesmo falta de espaço para estender a roupas, fato que tem impulsionado, cada vez mais, o aumento de serviços de lavagem.

Dessa forma, a rede de franquias espera que os armários digitais aproximem ainda mais os clientes em potencial, já que se trata de um serviço totalmente acessível, prático e vantajoso. Os primeiros lockers serão implantados em condomínios localizados nos bairros Cidade Monções e Jardim São Luís, ambos na capital paulista, em São Paulo.

Por Imprensa Mercado & Consumo – 10 de julho de 2019

5àsec lança modelo de franquia baseado em lockers

Adeus, Niketown. Olá, House of Innovation

Quando a Niketown abriu as portas em Nova Iorque, em novembro de 1996, prometia antecipar o futuro do varejo. Logo na entrada, o visitante recebia o impacto visual de um enorme átrio que se estendia pelos cinco andares da loja. De meia em meia hora, as luzes da loja baixavam e uma tela gigante descia por aquele espaço, para receber a projeção de um vídeo sobre a marca e seus produtos.

A loja era cenográfica e cada seção falava de um tema diferente, com ajuda de expositores incríveis, painéis fotográficos e elementos como sacos de boxe, que podiam ser usados pelos clientes. O atendimento não era feito por simples vendedores, mas por pessoas capazes de orientar as escolhas dos consumidores. ‘Atletas servindo atletas’, era o lema da Nike.

Também havia muita tecnologia. Depois que os clientes provavam os produtos, os funcionários acionavam o estoque, por meio de uma tela de computador, de onde os itens eram enviados, por meio de um intrincado sistema de 26 tubos pneumáticos, até o vendedor. Impressionante? Claro que sim. Não foi à toa que a Niketown ganhou o apelido de Willy Wonka dos tênis, uma referência ao filme ‘A fantástica fábrica de chocolates’, tornando-se ponto de visita obrigatória para quem queria entender os rumos do varejo.

A Niketown a cada ano ganhava novidades, como a área de customização de tênis, espaços dedicados a novos produtos, como o Nike+, e muitas experiências. Parecia eterna em sua capacidade de renovar-se. No entanto, no começo de 2018, a imensa loja da Rua 57 fechou as portas, para sempre.

Seria mais uma vítima do Apocalipse do Varejo?

Não, longe disso. A Nike simplesmente seguiu adiante. Em 2016 já havia inaugurado, também em Nova Iorque, mais precisamente no Soho, um novo modelo de loja onde melhorou experiências e agregou novas tecnologias. Parece que estava apenas testando ideias para enfim lançar, esse ano, uma proposta de loja realmente disruptiva, sugestivamente batizada de Nike House of Innovation.

A nova flagship ocupa cerca de 7 mil m2, distribuídos por seis pisos, em um prédio da 5ª Avenida, próximo à Rua 52. Ela incorpora os mais recentes avanços digitais da Nike e conta com o maior estoque de tênis da marca do mundo. A House of Innovation tem ainda a ‘Speedshop’, uma espécie de loja dentro da loja, para compras rápidas de itens populares. Praticamente uma loja de conveniência Nike.

Todo o espaço é modular e as paredes podem ser movidas, fazendo com que as áreas possam ser modificadas inteiramente, de um dia para o outro, para receber um grande evento, por exemplo. Outra novidade é um andar inteiro dedicado aos membros do Nike+, que podem usufruir de vantagens como horários exclusivos para compras, consultas com especialistas e customização de produtos. Mas os simples mortais não precisam se preocupar – há também um amplo laboratório de customização de produtos logo na entrada da loja, disponível para todos.

A House of Innovation promove ainda maior integração de funcionalidades do app da Nike dentro da sua loja física. Isso significa a possibilidade de pagamento via celular e de obter informações sobre os produtos por meio de escaneamento de QR Code presente em cada manequim. Esse código também permite que o cliente peça que determinada peça seja enviada ao provador, onde um vendedor irá atende-lo.

Comparar a Niketown, fechada no início do ano passado, com a House of Inovation, aberta no final do mesmo ano, é como fazer uma viagem no tempo e perceber como o varejo evolui e para onde se direciona. As experiências são mais customizadas, a tecnologia torna a compra mais conveniente, a marca torna-se mais pessoal. É também perceber com mais clareza, porque determinadas marcas, com menor percepção das novas demandas dos consumidores, vão ficando pelo caminho.

Isso para mim não é apocalipse. É evolução.

A desumanização do varejo

Será que no futuro as lojas físicas terão apenas atendentes robôs? Como na indústria, estes seres cibernéticos substituirão os humanos também no varejo? Creio que robôs não são muito a cara do varejo. Mas sistemas de automação poderão substituir atendentes sim. Desde as vending machines, que já invadiram o mundo e se incorporaram ao nosso dia-a-dia, vendendo praticamente de tudo; passando por poltronas de massagem shiatsu operadas por cédulas, instaladas nos principais shoppings em todo o Brasil. Essas máquinas totalmente autônomas são um grande sucesso.

Recentemente, a drogaria Onofre/CVS inaugurou uma loja conceito na Avenida Paulista, em São Paulo, que conta com um inédito robô que automatiza todo o armazenamento, distribuição, manipulação e separação de medicamentos. Assim, ajuda a evitar desperdícios, monitorando a dosagem e a data de validade das medicações. O equipamento foi desenvolvido pela empresa alemã BD, especialista em tecnologia médica. A máquina precisa de apenas 30 segundos para coletar o medicamento e disponibilizar ao farmacêutico ou atendente. Além disso, ele produz um relatório que mostra o volume de saída de cada produto do estoque, além de possuir um refrigerador para armazenar as medicações que necessitam de temperaturas controladas.

Mas foi em Seattle, nos Estados Unidos, que o conceito de loja autônoma ganhou relevância. Em janeiro deste ano, foi inaugurado o primeiro supermercado sem atendentes e sem caixas: a Amazon Go. Na loja, basta retirar o produto da prateleira e ter o aplicativo da Amazon instalado. Ela identifica, por meio de um sistema de (muitas) câmeras e QR Codes, quando um produto é retirado da gôndola. Automaticamente, o item é adicionado à lista de compras. Ao passar por sensores, na saída, a conta é cobrada no cartão de crédito. Os resultados estão bastante animadores, tanto é que a companhia anunciou ontem que avalia abrir mais de 3 mil novas lojas, até 2021, informou a Bloomberg.

Aqui no Brasil, estamos desenvolvendo um projeto de loja autônoma denominado OmniBox. Serão lojas de 18m2, em estruturas metálicas denominadas boxes, que contarão com a parceria de diversas redes de varejo. Com forte afinidade com produtos ligados à conveniência, serão instaladas em diversas cidades brasileiras, em regime de funcionamento 24 horas, sem atendentes, com toda a operação comandada por um aplicativo. Em breve, esta experiência estará disponível e funcionando nas ruas. Será uma boa maneira de conhecer o futuro chegando ao dia-a-dia do consumidor brasileiro.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/09/20/a-desumanizacao-do-varejo/

Um novo jeito de carregar sua música preferida: tatuar um QR code

LP, cassete, mp3, streaming. Muita coisa mudou e ainda vai mudar na forma de ouvir e distribuir música, o que pode ser um desafio para quem trabalha no segmento e quer impactar o público de forma inusitada.

Nesse sentido, a Paim Comunicação resolveu apostar em uma “mídia” pouco convencional para divulgar as produções de um estúdio. Em um mix de criatividade e tecnologia, a agência utilizou o QR Code para literalmente marcar a música na pele das pessoas. A ideia foi criar códigos para músicas, singles, EPs e até álbuns gravados no Estúdio Gorila e tatuá-los nos amantes de música. Basicamente, a proposta é transformar as pessoas em HDs externos ambulantes que carregam consigo suas produções favoritas.

A ação foi lançada com a banda New Age Travellers, em parceria com o estúdio de tatuagem Heráclito Tatoo e a produtora Bandits. Quem fez a tatuagem foi o vocalista Rafael de La Rocha. Todo o artista que gravar no estúdio tem a opção de eternizar sua música na própria pele e distrbuí-la por aí desta forma pouco convencional.

Confira o vídeo case da ação:

Ficha técnica:

Agência: Paim Comunicação
Redator: Ignacio Navarrete, Márcio Blank
Diretor de Arte: Rodolfo Heck, Rodrigo Neves
Diretor de Criação: Rodrigo Pinto
Gerente de Projetos: Diogo Cemin
Programador: Heitor Glockner
Produtora: BanditsFilms
Direção: Waldomiro Aita
Dir. produção: Dyogo Amorim
Edição: Bruno Meira
Finalização: Lenon Veronese
Banda: New Age Travellers
Estúdio de Tatoo: Heráclito Tatoo
Tatuador: Heráclito Mizerski
Administração: Sócrates Mizerski
Cliente: Estúdio Gorila
Áudio: Estúdio Gorila
Direção Artística e Produção Musical: Edo Portugal
Coordenação de Produção: Beto Gonzalez
Relações Artísticas: Gabriel Boizinho
Assistência de Produção: Pedro Lipatin
Aprovação: Edo Portugal, Gabriel Boizinho e Beto Gonzalez

 

Redação Adnews – 06/04/2016

http://www.adnews.com.br/publicidade/um-novo-jeito-de-carregar-sua-musica-preferida-tatuar-um-qr-code