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Microsoft inaugura flagship no centro de Londres

A Microsoft abriu sua primeira loja na Europa, em Londres. Localizada nos três andares de um edifício histórico de 1912 na esquina da Regent Street com a Oxford Street, área comercial central na capital britânica, o novo espaço será vizinho da principal loja da Apple. A unidade de 2.043 metros quadrados ocupa o endereço ocupado desde 1996 pela Benetton, principal marca de roupa do Reino Unido.

“À medida que construímos nosso próprio hardware com o Surface e expandimos nossas ofertas corporativas, estamos descobrindo que um local físico é realmente valioso”, disse Chris Chief, diretor de marketing da Microsoft. “Temos uma equipe trabalhando nisso há vários anos.”

O impulso dos gigantes da tecnologia para abrir lojas chamativas para exibir seus dispositivos e softwares provou ser um dos poucos pontos brilhantes para a indústria de varejo em dificuldades do Reino Unido, que tem sido assolada por falências, fechamento de lojas e cortes de aluguel. A pressão de varejistas online, como a Amazon, e um aumento nos custos, decorrente da queda da Libra causada pelo Brexit estão prejudicando as cadeias de lojas em particular.

As lojas da Apple estão agora entre os maiores impulsionadores do tráfego de pedestres nos shoppings, substituindo as lojas de departamentos como as mais procuradas para serem as novos âncoras. A Samsung Electronics Co. alugou uma loja âncora para ser o showroom de seus aparelhos no sofisticado shopping center que foi aberto no ano passado em Kings Cross, em Londres, projetado por Thomas Heatherwick.

Capossela disse que os anos de planejamento para expandir para a Europa não foram afetados pelas observações das ruas da Grã-Bretanha, mas pelo que ele aprendeu operando lojas nos EUA nos últimos 10 anos.

“Não estamos fazendo uma loja de varejo físico porque outra pessoa não abrindo”, disse ele. “É realmente apenas uma oportunidade para servirmos a um grupo de clientes que querem saber o que está acontecendo em nossa empresa”.

A nova loja combina paredes brancas com piso de madeira e móveis, adicionando painéis de vídeo do chão ao teto, estações de gravação a laser para personalização de produtos e uma variedade de salas de conferência para sessões de treinamento e educação.

Os clientes podem experimentar o headset de realidade aumentada Hololens, da Microsoft, ou comprar um novo laptop ou um cabo de carregamento. Mas os jogadores de videogame e os fãs da plataforma Xbox da empresa têm uma grande área dedicada apenas para eles. Uma sala cheia de consoles Xbox One também tem webcams e fones de ouvido para sediar torneios de e-sports na loja, e telas de 98 polegadas pontilham a maioria das paredes para atrair jogadores populares para mostrar sua presença no local.

“Nenhuma outra loja da Microsoft tem o salão de jogos que essa loja tem”, disse Capossela. “Há experiências de jogo aqui que são completamente exclusivas de Londres.”

O prédio fica em uma das áreas mais sofisticadas da capital inglesa, a Oxford Circus – a mais movimentada faixa de pedestres da Europa, de acordo com o Conselho da Cidade de Westminster. Foi projetado por John Nash, o arquiteto por trás do Palácio de Buckingham, que fica a uma curta caminhada da nova loja da Microsoft.

O CMO não comenta se a empresa planejava abrir outras lojas no Reino Unido ou na Europa, ou por quanto tempo a loja ficará em funcionamento.

Por Imprensa Mercado & Consumo – 

O que os logotipos coloridos da Apple sugerem sobre os próximos lançamentos

apple

A Apple enviou convites para seu próximo evento a ser realizado na Brooklyn Academy of Music, em Nova York, no dia 30 de outubro.

Até agora, surgiram 377 variações de seu logotipo para o convite, que apresenta o slogan “Há mais coisas para fazer”.

Para os curiosos sobre o que está reservado, o evento deve girar principalmente em torno dos novos modelos para iPad e Mac.

A Apple pretende estrear os designs do iPad Pro 2018, que devem vir com molduras mais finas e Face ID, sem o botão Home.

Os vários designs de logotipos também deixaram outras pessoas especulando sobre o software e as atualizações do Apple Pencil.

A Apple também pode lançar um novo Apple Pencil para o iPad. Um usuário do Twitter escreveu: “Ok, minha teoria para a Apple convida a arte: eles foram produzidos por 50 artistas e designers famosos usando o novo Apple Pencil e iPad Pro”. Confira abaixo:

Confira mais especulações:

McDonald’s estreia unidade inspirada em lojas da Apple

mc doni

Como uma forma de inovar, uma das unidades do McDonald’s em Chicago, foi reformada há algum tempo para parecer um restaurante futurista.

O novo projeto contempla janelas de vidro, paredes de aço, quiosques de autoatendimento, serviços de mesa e pedidos por smartphone. Assim, o restaurante pode até mesmo se assemelhar à uma Apple Store devido à quantidade de novos serviços e decoração.

Sendo este o ponto de partida do projeto, a maior parte das filiais nos Estados Unidos já estão com os mesmos projetos de reforma. Segundo comunicado oficial da empresa, a novidade tem o objetivo de proporcionar uma experiência com mais conveniência, personalização e escolha.

http://adnews.com.br/negocios/mcdonalds-estreia-unidade-inspirada-em-lojas-da-apple.html

7 Logos que você não fazia ideia do que significam

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Se os nomes representam quem as pessoas são, no mundo publicitário com a possibilidade de letras, desenho e símbolos, a abrangência em comunicar o que uma marca é se expande de modo incalculável.

Famosas mundialmente, muitas empresas como a Amazon, BMW e a Coca-Cola são conhecidas por todo o globo, mas nem todo mundo sabe o real significado de suas assinaturas. Para explicar o sentido de algumas logamarcas, listamos sete companhias que milhões de pessoas conhencem, mas poucas sabem o que significam.

Confira abaixo a lista e veja em qual grupo você se encaixa:

Amazon

Conhecido universalmente, o logo da Amazon pode indicar lembrar o sorriso no rosto quando o cliente recebe seus pedidos, contudo, ele foi feito para indicar que a Amazon tem produtos de A a Z.

adidas

Quando Adolf Dassler, criador da marca, pensou em como comunicar sua companhia ele pôs apenas três linhas dispostas de maneira vertical. Com o passar do tempo, elas se inclinaram para simbolizar os obstáculos que os atletas passam para subir uma montanha.

Apple

Muita gente pode lembrar da história de que Rob Janoff, designer da marca, comprou uma porção de maçãs e a usou para criar o logo, mas poucas pessoas sabem que a fruta mordida é um simples trocadilho com “bite”, que significa tanto o verbo morder em inglês quanto a unidade tecnológica byte.

Toyota

Uma parcela do público sabe que o símbolo é o cruzamento das letras da empresa, mas o que chama a atenção, é que além disso ele tenta representar o buraco de uma agulha preenchido por linhas. Toda essa inspiração têxtil serve para mostrar que a empresa de carros começou como uma fabricante de teares.

Toblerone

Além da marca esconder delícias dentro de suas embalagens, ela também oculta dentro das montanhas de sua representação gráfica um urso. Tudo isso porque a empresa surgiu em Berna, cidade suíça conhecida como a Terra dos Ursos.

BMW

Polêmico, esse símbolo sempre foi conhecido por representar um cêu azul cortado por hélices, ainda mais que antes a BMW produzia aviões. No entanto, ele também representa as cores do Estado Livre da Baviera e as cores do local de nascença da companhia só foram postas em ordem contrária para não representar um crime ao copiar um símbolo nacional.

Coca-Cola

Um dos símbolos mais famosos é o da Coca. Com diversas interpretações, desde sobre suas letras até o satanismo oculto, este logo desperta muita curiosidade. Contudo, os criativos dinamarqueses foram além e conseguiram encontrar a bandeira de seu país dentro das letras da companhia. Confira abaixo a ação que eles fizeram sobre a revelação:

Samsung satiriza os 10 anos de iPhone em novo filme

samsung

Quem acompanha atentamente grande parte do que é feito globalmente em termos de marketing pelas marcas sabe que há guerras históricas na propaganda. Uma delas, Samsung X Apple, acaba de ganhar um novo capítulo. Pegando carona no lançamento do iPhone X, que a empresa da maça está anunciando com um grande viés de renovação, a Samsung fez um filme satirizando os aparelhos criados pela Apple nos últimos dez anos.

O comercial “Growthing Up” ou na tradução livre “Crescendo” faz questão de mostrar que os smartphones da empresa fundada por Steve Jobs sempre estiveram atrasados comparados com a concorrência. A narrativa mostra a complicada jornada de um “applemaníaco” e suas dificuldades com capacidade de armazenamento do aparelho, a falta da caneta, o fato do telefone não ser a prova d’água, a questão do carregamento e claro, as enormes filas nas lojas da Apple em datas de lançamento dos produtos.

A criação é da Wieden + Kennedy Portland. Confira:

http://adnews.com.br/tecnologia/samsung-satiriza-os-10-anos-de-iphone-em-novo-filme.html

5 das 10 marcas mais valiosas do mundo em 2016 são de tecnoologia

 

08 de Junho de 2016 11h –

google

Inovação contínua, aumento da receita de publicidade e o crescimento do negócios em nuvem ajudou ao Google recuperar da Apple a primeira posição no ranking BrandZTM Top 100 marcas globais mais valiosas 2016. A lista foi divulgada hoje pela WPP e a Millward Brown.

O valor da marca cresceu 32% e atingiu US$ 229 bilhões, enquanto a Apple, vencedora no ano passado, caiu para a 2ª posição, com uma queda de 8% e US$ 228 bilhões. A Microsoft permanece como número 3, com um crescimento de 5% e atingiu US$ 122 bilhões de dólares.

Duas marcas ícones, Marlboro e Coca Cola, deixaram o Top 10 pela primeira vez desde 2006, desbancadas por duas marcas digitais, o Facebook (5º lugar, + 44%) e Amazon (7º lugar, + 59%) que integram o Top 10 pela primeira vez. Desde sua entrada no ranking, em 2011, o Facebook aumentou seu valor de marca em 246%, enquanto a Amazon tem mantido um crescimento constante, como resultado de uma transformação global e a experiência multicanal.

Confira o TOP 10:

Ranking 201                      Valor da Marca 2016 ($M)               Ranking 2015

1          Google                      229,198                                        2

2          Apple                        228,460                                        1

3          Microsoft                   121,824                                        3

4          AT&T                        107,387                                        6

5          Facebook                  102,551                                        12

6          Visa                         100,800                                        5

7          Amazon                     98,988                                       14

8          Verizon                      93,220                                        7

9          McDonald’s                 88,654                                        9

10       IBM                            86,206                                         4

 

Dentre as principais conclusões do estudo BrandZ ™ Top 100 2016, podemos constatar:

  • A tecnologia está avançando sobre a importância na vida das pessoas. Um terço do valor das marcas dentro do Top 100 vem de marcas de tecnologia. Se somarmos ao setor de Telecomunicações, chegamos a quase metade do valor do ranking (cerca de 5 vezes o seu valor em relação a 2006).
  • Sete novas marcas entraram no Top 100. Lowe (76°), CVS (88°), Moutai (93°), Heineken (97°), AIA (98°), JD (99°) e Adobe (100°).
  • China e Estados Unidos são os países dominantes. Quinze das 23 marcas da Ásia são da China e 49 das 51 marcas da América do Norte são dos Estados Unidos. Campeão com o maior número de marcas no ranking, os EUA estão presentes em todo o Top 10 e em 12 das 17 marcas de tecnologia .
  • Cerveja foi a categoria que mais cresceu (taxa de crescimento de 44,3% comparado com 2015). Seguida das categorias de seguradoras (32,5%), varejo (17,9%), entretenimento (14%) e fast food (14%).
  • Vestuário é a categoria que mais cresce, subindo 14% para US$ 114bn. Há uma ênfase no alto desempenho, com marcas como a Nike (+ 26%) lançando linhas Premium especializadas, incorporando tecnologias como monitores cardíacos em suas roupas e integrando vestuário esportivo com aplicativos gratuitos para fornecer uma experiência total ao consumidor.
  • Disrupção se estende para o ranking em si. Quase metade das marcas (46) no Top 100 2016 entraram no ranking após a primeira edição, em 2006; 54 delas estão nele desde o começo. Isso mostra como uma marca forte pode sustentar o seu valor ao longo do tempo, mas também ilustra o potencial que existe para marcas novas agitarem de maneira bem sucedida o status geral.
  • Fortes ligações emocionais estão impulsionando marcas locais. Com uma compreensão mais clara das necessidades dos seus consumidores, marcas locais estão ganhando market share e, com melhores operações e estratégias de marketing, também estão ganhando participação em novas regiões. A Huawei da China (50º, + 22%), por exemplo, globalizou-se rapidamente e conquistou market share de Apple e Samsung.

Para Eduardo Tomiya, diretor-geral da Kantar Vermeer, “a importância de marcas de tecnologia é evidente, uma vez que novamente elas estão entre as mais valiosas em 2016, mas o sucesso futuro dependerá de sua capacidade de se encaixar no cotidiano dos consumidores. O desafio é oferecer uma experiência real para seus clientes, seja através da construção de proximidade, onipresença e customização ou adquirindo um papel ativo nas categorias tradicionais”.

O relatório também apresenta insights de marcas chaves para diferentes regiões no mundo. Você pode conferir o material completo aqui.

http://adnews.com.br/negocios/o-poder-do-digital-5-das-10-marcas-mais-valiosas-do-mundo-em-2016-sao-de-tencologia.html

Geolocalização no marketing: os melhores usos de marca

A geolocalização cada vez mais faz parte de ações de marketing de empresas que buscam relevância na mensagem com base na localização exata do seu consumidor.

Confira a seguir alguns exemplos do uso dessa tecnologia aliado a uma boa dose de criatividade.

1 – A corretora de imóveis Realtor.com tem um app que reúne as informações do GPS dos consumidores para personalizar sua experiência de busca de imóveis, com opções como “para vender por perto”. Isso significa que os usuários não precisam preencher dados de localização e podem simplesmente usar o botão do aplicativo que exibe todas as casas a venda em torno da sua localização. O case é relatado por Ray Pun, Head of Strategic Marketing for Mobile Solutions da Adobe, em “What Marketers Need To Know About Geolocation Targeting”, publicado no CMO.com.

2 – A Nordstrom utilizou a tecnologia chamada Euclid Analytics para rastrear os movimentos dos seus consumidores no interior das lojas por meio de antenas WiFi. A experiência foi realizada por oito meses, entre 2012 e 2013, e, com a análise dos dados coletados, a rede conseguiu monitorar a visita dos clientes a cada departamento e o tempo que eles passavam em cada um.

Com isso, pôde, por exemplo, saber se era preciso adequar o número de atendentes a determinados horários de rush ou mudar o layout de uma ou outra seção. A rede afirmava que os dados eram anônimos e que, por isso, os consumidores não precisam se preocupar, mas ainda assim a prática gerou muita discussão em torno da privacidade dos consumidores e do direito de coletar dados de aparelhos móveis. Segundo o New York Times, a Nordstrom foi apenas uma das cerca de cem clientes da Euclid, que já havia rastreado em torno de 50 milhões de aparelhos em 4 mil localidades.

3 – A tecnologia utilizada pela Nordstrom é semelhante a dos beacons, com a diferença de que estes utilizam o Bluetooth no lugar do WiFi. Consumidores que não queiram ser rastreados podem simplesmente desativar a conexão de seus celulares. Já os que estiverem “visíveis” em uma loja Apple, por exemplo, que utiliza seus próprios iBeacons, podem receber comunicações personalizadas e, muitas vezes, relevantes sobre acessórios em promoção, por exemplo.

A Apple, inclusive, já trabalhou em parceria com a Major League Baseball (MLB) para colocar iBeacons nos estádios durante a temporada de beisebol. Para alguém que fosse assistir ao jogo do San Francisco Giants com o aplicativo da MLB no celular, o código de barras do bilhete poderia ser automaticamente exibido quando o usuário se aproximasse do portão. Para completar, o app exibiria também um mapa da localização do assento. E tem mais. Se o usuário se deslocasse, o app pode direcioná-lo para o fornecedor de hotdog mais próximo com um cupom de desconto. Redes como Lord & Taylor e Hudson’s Bay também já usam beacons em suas lojas.

4 – A Home Depot, rede de construção e decoração, é dona de uma das melhores práticas de geolocalização segundo Ray Pun, Head of Strategic Marketing for Mobile Solutions da Adobe. Ele conta que os clientes da rede ficam felizes em informar sua localização por dois motivos basicamente. Primeiro porque muitas vezes eles se perdem nas suas lojas gigantescas. Segudno porque a rede oferece algo que é realmente útil. Quando um cliente chega, o app Home Depot usa o GPS para fornecer um menu específico que ajuda o visitante a encontrar os itens que procura dentro da loja com mapas detalhados.

5 – A Quirky e a GE também usaram geolocalização para segmentar consumidores de Boston e Nova York e promover uma campanha de ar-condicionado controlado por dispositivos móveis. Segundo a ProXXIma, para isso as empresas utilizaram o serviço Poncho, que enviou mensagens de texto e e-mails com informações sobre o clima nas duas regiões. Depois de receber o alerta que indicava uma temperatura muito elevada, o consumidor impactado visualizava o link para comprar o ar condicionado pelo site.

Por Innovation Insights | 29 julho 2015

http://innovationinsider.com.br/geolocalizacao-no-marketing-os-melhores-usos-de-marca/

6 diferentes formas de vender para o novo shopper

A falta de tempo nas rotinas, a construção de novos modelos familiares e a melhoria do poder aquisitivo são alguns pontos que têm afetado as formas de consumo. A adoção de diversas ferramentas de tecnologia por pessoas e empresas leva o modo de comprar a níveis cada vez mais personalizados. Além disso, o grau de exigência do comprador em relação ao produto e serviço almejado está cada vez maior. Para manter o resultado das vendas em alta, as lojas passaram a adotar novas estratégias, a fim de transformar o momento de adquirir algo – seja na unidade física ou onde quer que o cliente esteja – em algo inesquecível.

De acordo com o relatório de 2014 da Deloitte, 85% dos gestores de varejo acreditam que, em cinco anos, os locais de venda serão vistos como locais de experiência. Em função disto, seus vendedores deverão exercer a função de embaixadores das marcas. O comércio passa também a contar com a ajuda de aplicativos que orientam o cliente a otimizar o tempo, tanto permitindo a compra a qualquer hora do dia, como sugerindo itens para o consumidor, antes mesmo que ele sinta a necessidade de tê-los.

1 – Ofertas personalizadas
Em um mundo cada vez mais globalizado, as pessoas entram em contato com diversos indivíduos e querem se autoafirmar com itens diferenciados e feitos para si. Neste ponto, a customização de massa passa a ser uma das estratégias que as empresas podem adotar para cativar o consumidor. Outra possibilidade é levar ofertas para cada cliente, com base no histórico de compras e gostos que ele tem.

O supermercado LoBlaws, do Canadá, lançou um sistema que dispara e-mails diferentes para cada cliente cadastrado em sua base de dados, além de alertá-lo de descontos em produtos que ele já costuma comprar. “As pessoas querem saber o que aquilo pode acrescentar na vida delas e uma mala direta com itens pertinentes tende a ser mais aceita”, conta Gilberto Strunck, Sócio-Diretor da DIA Comunicação, em apresentação no V Fórum de Trade e Varejo da ABA Rio, na ESPM Rio.

A rede varejista canadense também implantou um cartão fidelidade, em que os pontos podem ser trocados por produtos personalizados (como sacolas e camisetas), ou qualquer outro item que esteja disponível em uma loja exclusiva para quem participa desse clube. Quem desejar, pode doar os pontos em forma de dinheiro para a caridade.

2 – iBeacons
O aplicativo criado pela Apple trouxe uma nova possibilidade às lojas de enviarem ofertas diretamente para o celular de cada pessoa que entre em suas unidades. Por um dispositivo de geolocalização que funciona via Bluetooth, a empresa identifica se o clientes está por perto e envia um aviso do que existe de novo na unidade e o que pode ser do interesse dele. Com a própria ferramenta, o usuário pode receber cupons de desconto e efetuar pagamentos.

No Brasil, a adesão do gadget ainda é baixa, mas a tendência é que a procura pelo artigo cresça, como já vem acontecendo no exterior. “Esse pequeno objeto permite uma infinidade de ações que as marcas podem fazer para aumentar a taxa de conversão. Ele permite a disponibilização de um mapa da seção de roupas em que o cliente mais costuma ir ou alertas de quantas pessoas curtiram aquela peça, até cortesias exclusivas para quem utilizar as ferramentas, uma vez que ainda ajuda a evitar filas”, conta Gilberto Strunck.

Entenda como funciona o iBeacons:

3- Amazon Dash
No início de 2014, a Amazon lançou um gadget capaz de armazenar todas as informações de produtos consumidos por cada família. O Amazon Dash funciona como um leitor de código de barras, que, ao identificar um item, o coloca em um arquivo de compras futuras. Caso o comprador não tenha algo em casa para utilizar de referência, pode usar um comando de voz que captura o que foi dito e adiciona à lista de desejos. A ferramenta se conecta por meio de aplicativo, que pode ser acessado por qualquer smartphone, tablet ou computador.

Após o pagamento, a própria Amazon se encarrega de levar os produtos para a casa do cliente, em até 24 horas, permitindo que o consumidor se ocupe de outras tarefas que não ir a um supermercado. “Oferecer mais qualidade de vida a seu público é algo que muitas empresas vêm buscando. A correria do dia a dia já impede, por si só, que as pessoas façam coisas prazerosas. Ao surgir uma varejista que oferece essa possibilidade, certamente ele será lembrado. Esse é um produto que modificará as formas de consumo e as marcas já podem pensar em como fazer para levar essa praticidade ao público-alvo”, conta Strunck.

Assista à apresentação do Amazon Dash:

4- Economia compartilhada
Com os constantes lançamentos de produtos, muitos consumidores passaram a se preocupar com os custos de se ter algo que usarão por um tempo determinado. Problemas com a economia e meio ambiente acabam afetando a produção e venda de alguns itens, o que fez com que alguns empreendedores criassem soluções práticas de compartilhamento de artigos e serviços. Além de bicicletas, já existem sistemas voltados para roupas, acessórios, veículos particulares, barcos, cortadores de grama e pet-sitter.

Tal modelo vem ganhando força em países como Estados Unidos e Inglaterra. No Brasil, a novidade conquista a confiança das pessoas aos poucos, uma vez que há uma incerteza quanto à devolução e pagamento dos produtos. Mesmo assim, empresas como Uber e Airbnb já fazem sucesso por aqui.

5- Venda Preditiva
Observar os hábitos de consumo dos clientes e oferecer a eles produtos, antes mesmo que peçam, é uma oportunidade que as empresas têm de se aproximar de seus consumidores mais fiéis. O modelo da venda preditiva oferece um risco alto, mas que pode gerar a satisfação e uma experiência memorável. Quem adotou a estratégia foi a Netshoes durante a Copa do Mundo de 2014.

A loja virtual fez um filtro em seu banco de dados a fim de identificar quem seriam as melhores pessoas para receberem camisas personalizadas com os nomes deles e pagarem apenas após o recebimento surpresa. “Observamos o interesse na compra de camisas da Seleção e, há mais de dois anos, começamos com postos de personalização de produtos. Com isso, temos uma base de conhecimento de quem é o nosso cliente, qual é o número que ele gosta e como gosta de ser chamado. Cercamo-nos de todos os insumos para sermos assertivos no produto, na pessoa e na hora”, conta Juliano Tubino, CMO da Netshoes, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Ter a certeza de que o item irá agradar e contar com a honestidade de pagamento após a entrega são alguns dos desafios encontrados pela empresa. A ação pontual serviu como lição para futuras iniciativas semelhantes. “A pessoa que vem comprando um produto com recorrência dá sinais de que continuará adquirindo, mas o brasileiro tem a desconfiança em sua cultura. Tivemos um número de acertos alto e um aprendizado de como extrair listas”, conta Juliano Tubino.

6 – Relacionamento 360
Independente do ponto de atuação da marca, estar em todos os locais onde o cliente for será, em breve, um fator determinante de sucesso. Ao chegar em um comércio, a pessoa pode ter degustações do que irá adquirir para ter a certeza de que é o que ela realmente busca. Materiais de comunicação, samplings, eventos na loja física e programas de relacionamentos são alguns outros artifícios usados pelas varejistas para fazer com que a recorrência nas vendas seja garantida. Isso, entretanto, não basta.

Ao sair da unidade, o cliente pode precisar de outras informações ou descobrir novas necessidades. “Neste momento, as vending machines ganham destaque, porque estão disponíveis 24 horas por dia. Comumente, elas são encontradas em pontos onde um varejo tradicional não está, como aeroportos e outros terminais de passageiros”, conta Simone Terra, Diretora de Estratégia da DIA Comunicação, em apresentação no V Fórum de Trade e Varejo da Aba Rio, na ESPM Rio.

Enquanto o consumidor estiver em casa, todas as plataformas digitais e de mídias tradicionais são canais para que tenha contato com a marca. Além disso, as vendas diretas e o Marketing interativo online fazem com que ele esteja sempre em contato com a empresa. “É fora da loja que os shoppers têm iniciado o processo de compra. Por este motivo, é importante que, no percurso até o momento da venda, ele seja capturado e engajado. Surpreender e persuadi-lo com experiência de consumo faz com que, quando ele estiver na loja, a negociação seja feita de forma natural”, conta Simone Terra

Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 01/12/2014

http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/mercado/32309/6-diferentes-formas-de-vender-para-o-novo-shopper.html?

Apple passa Coca e é marca mais valiosa do mundo

Confira as 100 marcas de maior valor em 2013, segundo ranking Best Global Brands, da consultoria Interbrand

São Paulo – A Apple conquistou pela primeira vez o topo do ranking anual Best Global Brands, da consultoria Interbrand.

A Coca-Cola, marca que se manteve em primeiro lugar por 13 anos consecutivos, ocupa a terceira posição na edição de 2013. O Google ocupa o segundo lugar.

Com 72 milhões de Macs em uso e recorde de vendas de iPhones e iPads, a conquista da Apple não surpreende. “De vez em quando, uma marca muda a nossa vida, não apenas com os seus produtos, mas com a sua essência”, afirmou em nota Jez Frampton, CEO Global da Interbrand.

Para avaliar as concorrentes, três aspectos são considerados: desempenho financeiro, influência na escolha do consumidor e poder de comandar preços premium ou gerar lealdade.

Este ano, o valor total de das cem marcas globais mais valiosas é de 1,5 trilhão de dólares. Nenhuma marca brasileira foi classificada entre a primeira centena. Confira o ranking completo:

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/apple-ultrapassa-coca-cola-como-marca-mais-valiosa-do-mundo?page=3

, de

Posição em 2013 Posição em 2012 Marca Setor 2013 Valor de Marca (US$ bilhões) Variação do Valor de Marca em %
1 2 Apple Tecnologia 98.316 28%
2 4 Google Tecnologia 93.291 34%
3 1 Coca-Cola Bebidas 79.213 2%
4 3 IBM Serviços de Negócios 78.808 4%
5 5 Microsoft Tecnologia 59.546 3%
6 6 GE Diversificado 46.947 7%
7 7 McDonald’s Restaurantes 41.992 5%
8 9 Samsung Tecnologia 39.610 20%
9 8 Intel Tecnologia 37.257 -5%
10 10 Toyota Automotivo 35.346 17%
11 11 Mercedes-Benz Automotivo 31.904 6%
12 12 BMW Automotivo 31.839 10%
13 14 Cisco Tecnologia 29.053 7%
14 13 Disney Mídia 28.147 3%
15 15 HP Tecnologia 25.843 -1%
16 16 Gillette Bens de Consumo 25.105 1%
17 17 Louis Vuitton Luxo 24.893 6%
18 18 Oracle Tecnologia 24.088 9%
19 20 Amazon Varejo 23.620 27%
20 21 Honda Automotivo 18.490 7%

Coca-Cola, Apple e IBM são as marcas mais valiosas do mundo

Dados são do 13º Relatório Anual de Melhores Marcas Globais da Interbrand e aponta tendência de aumento no número de marcas que expandiram o espaço de cuidado com a saúde

Por Leticia Muniz, do Mundo do Marketing | 02/10/2012

A Coca-Cola, a Apple e a IBM são as marcas globais mais valiosas. Os dados são do 13º relatório anual de Melhores Marcas Globais da Interband, que mensura o valor intangível das marcas. O Facebook aparece no estudo junto com o Google, que apresentou um aumento de 26% no valor da sua marca no ano passado, ultrapassando a rival Microsorft.
Entre as marcas que figuram no ranking pela primeira vez nesse ano estão a Pampers (34º lugar), Facebook (69º), Prada (84º), Kia (87º), Ralph Lauren (91º) e MasterCard (94º). As que apresentaram o maior índice de crescimento foram Apple (+129), Amazon (+46%), Samsung (+40%), Nissan (+30%) e Oracle (+28%).
Aparecem no relatório diversas marcas automotivas como a Audi, Ford, BMW e Hyundai. Entre as de luxo surgem como marcas de maior valor a Louis Vuitton, Gucci, Hermès, Cartier, Tiffany & Co., Burberry  e Prada. Já com relação aos bens de consumo, entre as mais valorizadas estão Kellogg’s, L’Oréal, Heinz, Colgate, Danone, Nestlé, e Johnson & Johnson. Uma tendência de crescimento observada este ano foi o aumento no número de marcas que se expandiram para o espaço de cuidado com a saúde.
As marcas que perderam valor foram Microsoft (-2%), Disney (-2%), HP (-8%), Nokia (-16%), Honda (-11%), Budweiser (-3%), JP Morgan (-8%), HSBC (-4%), Nescafé (-8%), Sony (-8%), Thomson Routers (-11%), Goldman Sachs (-16%), Dell (-9%), Citi (-12%), Siemens (-5%), Nintendo (-8%), MTV (-12%), Avon (-4%), Santander (-6%), Kleenex (-7%), BlackBerry (-39%), Credit Suisse (-5%), Yahoo (-13%), Moët & Chandon (-13%) e Gap (-8%).

http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/25528/coca-cola-apple-e-ibm-sao-as-marcas-mais-valiosas-do-mundo.html