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Jornada de compra omnichannel e a importância das estratégias focadas nos múltiplos canais

É importante notar que a jornada, apesar de cruzar vários canais diferentes – o que chamamos de cross-channel -, é uma só. O cliente vê o produto, seja nas redes sociais, no site ou presencialmente, e muitas vezes não fecha logo de cara.

Nos últimos meses, com a impossibilidade de acesso dos consumidores às lojas físicas devido ao isolamento social adotado por causa da pandemia, as vendas nos e-commerces dispararam. Dados da Ebit mostram que o faturamento no varejo virtual somou R$22,9 bilhões no início deste ano. Isso acabou levando a uma aceleração da digitalização por parte das empresas, que viram a necessidade de oferecer seus produtos e serviços através de diferentes canais, online e offline – atendendo assim a jornada omnichannel dos consumidores.

Claramente surgiu um novo comportamento de consumo e, com ele, um questionamento: Esse novo cenário vai permanecer? 

Minha resposta é: Sim! Tudo que se mostrar prático e vantajoso, virá pra ficar, assim como toda experiência positiva será levada em conta pelo consumidor.

Dados do estudo “Guia de tendências pós-covid-19”, feito pela Social Miner em parceria com o Opinion Box, apontam que 64% pretendem continuar comprando tanto no online quanto no offline, e 31% esperam poder comprar online e retirar em lojas físicas. Esses são pontos cruciais a serem analisados pelas empresas, e reforçam ainda mais a importância do omnichannel.

Mas você deve estar se perguntando, por onde eu começo? Vamos aos pontos:

  • Cadastrar seus clientes – respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), claro -, pode ser um primeiro passo. O diálogo costuma ser mais fácil com pessoas que já conhecem seus produtos e serviços. Não à toa, 22% disseram ter comprado online em lojas nas quais já tinham consumido antes, e 22% também alegam que encontraram as lojas online através de comunicados das próprias lojas.
    Uma vez cadastrado, os consumidores podem ser reengajados através de canais como SMS, e-mail e Whatsapp – auxiliando também em comunicados de lojas físicas, que nesse período sofrem com as alterações de horário e formas de atendimento.
  • Se comunicar com consumidores através da omnicanalidade também é outro passo essencial no pós-pandemia. 46% dos entrevistados disseram ter chegado às plataformas de compras via Google ou outros sites de busca, 31% via Instagram, 27% pelo Facebook, canais que são mais populares entre as estratégias online. Porém outras origens vem ganhando força, como por exemplo o QR code em lives de artistas ou campanhas, que teve 5,2% de representatividade nas origens, além disso o consumidor também está atento a ações sociais e indicações de amigos.
  • Mas preciso te alertar, você pode estar perdendo tempo se estiver agindo sem planejar suas estratégias levando em conta que seu cliente faz uma jornada de compra omnichannel. Não sabe que jornada é essa? Explico!

Imagine que o cliente está em busca de um produto X. Ele usa o celular, que é um dispositivo móvel, para pesquisar. Do celular, ele acessa um site de buscas para encontrar um e-commerce que venda o que procura. Navega pela plataforma da empresa, mas não compra, resolve ir até a loja física para ver se há como negociar um preço melhor e também analisar o produto. Depois de muito pesquisar, aí sim ele efetua a compra – seja na própria loja física ou no online.

É importante notar que a jornada, apesar de cruzar vários canais diferentes – o que chamamos de cross-channel -, é uma só. O cliente vê o produto, seja nas redes sociais, no site ou presencialmente, e muitas vezes não fecha logo de cara. Ele faz um longo caminho e, cada vez mais, tem optado por entrar em contato com a loja/vendedor para esclarecer as dúvidas de forma única e mais pessoal.

  • Daí entra a forte tendência de personalização das experiências18% dos consumidores esperam atendimento personalizado14% são a favor de menos propaganda e mais indicações personalizadas. Assim, as avaliações positivas dos seus clientes falarão pela sua marca. E nada de apagar comentários negativos. Trate-os com ainda mais atenção, trabalhando de forma transparente, para resolvê-los o mais rápido possível.

E falando em transparência, aqui cabe falar também da usabilidade aliada à experiência do consumidor. 39% esperam que o atendimento seja fácil e rápido26% contam com boa usabilidade dos sites – com páginas que carreguem rápido, tenham boas imagens dos produtos, recursos para que encontrar os itens com facilidade -, e 25% querem mais detalhes dos produtos – como materiais usados e guias de tamanho.

  • Encerrando com uma reflexão: Que causas sua marca apoia?

O público está mais sensível e atento a empresas que apoiam ações sociais e se preocupam com a comunidade. Para você ter uma ideia de como isso é representativo, várias empresas – como o instagram, por exemplo – se uniram para promover negócios locais. E como resultado, 33% dos consumidores preferiram comprar de pequenas lojas e produtores locais10% encontraram as lojas online por ações de incentivo a pequenos negócios, e 6,5% chegaram à lojas online por ações sociais. E no futuro, 24% disseram que pretendem comprar de pequenas lojas e produtores rurais. 

Desperte a empatia do público e se coloque à disposição dele através de todos os canais que puder. O mercado segue se transformando rápido, e ninguém sabe exatamente o que vai acontecer, pois existem muitas variáveis econômicas, culturais e políticas. Quem estiver onde o consumidor está, pensando como ele pensa, se adaptará mais rápido e alcançará um melhor engajamento.

ProXXIma – 21 de julho de 2020 – Por Ricardo Rodrigues – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/how-to/2020/07/21/jornada-de-compra-omnichannel-e-a-importancia-das-estrategias-focadas-nos-multiplos-canais.html

Um novo mindset na moda: menos tendências e mais propósito

Quando falamos em moda, todos nós já aguardamos novidades, referências, uma visão de futuro. A moda é para todos, democrática, futurista, inovadora e lançadora de tendências.

Mas essa percepção vem mudando bem rápido entre as novas gerações. A Geração Z, dos jovens de 18-20 anos, que são reais, espontâneos, engajados, buscam o “ikigai” ou propósito, a verdade deles, dos outros e das marcas que consomem acima de tudo. Eles têm como tendência a não definição, pois, para eles, sempre há um ponto de conexão, ponderação, receptividade e a identidade fluída.

Valores e causas reais que realmente importam para esse novo consumidor geram um checklist para marcas e empresas. E as perguntas que este público faz são: é livre de crueldade? Não usa plástico? Usa material reciclado? Realiza ações sociais junto à comunidade local?

Nesse contexto, vemos a ascensão de novos modelos de negócios como o de consignação. Nos Estados Unidos, a “Rent the Runway” proporciona as suas clientes um sistema de assinatura mensal de roupas em consignação. Você entra na loja com uma roupa e sai com outra. Qual mulher não gostaria de ter um guarda roupa novinho toda semana e que, além de tudo, é sustentável, compartilhado e atual?

Também se fala muito em upcycling. Totalmente diferente da reciclagem, os produtos são feitos a partir do reuso de materiais como peças de roupas usadas ou acessórios existentes. No Brasil, temos um exemplo que é a “Insecta Shoes”, marca de sapatos ecológicos veganos super transados. Os calçados são fabricados com garrafas pet, utilizam borracha reaproveitada e os tecidos e acessórios são de reuso. Reúnem em um só produto os conceitos de reciclagem e upcycling.

Nos Estados Unidos e Europa, grandes marcas como “ASOS” e “Urban Outfitters” possuem linhas vintage e de produtos que foram refeitos a partir de sobras de coleções. E, parece que o sucesso foi tão grande que as marcas estão investindo pesado nessa variável do negócio.

Para quem não está familiarizado ou antenado com essa demanda, fica a dica de sempre pensar se o negócio traz algum benefício para a comunidade local ou meio ambiente, se é sustentável e tem uma comunicação transparente com os clientes

Como o franchising pode impulsionar o capitalismo consciente no Brasil

Movimentos com o objetivo de rediscutir o papel e o espaço dos negócios e do dinheiro em nossas vidas estão avançando também no Brasil, o do Capitalismo Consciente e Empresas B, são movimentos que já utilizam as ferramentas da livre-iniciativa para injetar propósito nas atividades produtivas e elevar o impacto socioambiental positivo das empresas.

Todos os movimentos visam elevar o nível de conscientização das empresas para um objetivo maior, além-lucro, no sentido de combinar lucro e justiça social, produtividade e criatividade, eficiência e bem-estar, competição e espiritualidade, resultado e felicidade, temas estes que vem também sendo discutidos por vários autores, o principal deles, John Mackey, cofundador da Whole Foods, no seu livro o Capitalismo Consciente, que escreveu em parceria com o professor de negócios indiano Rajendra Sisoda. O autor prega a ideia de que negócios podem ser veículos para o aprendizado e crescimento pessoal e organizacional.

Mackey traz no seu livro uma definição abrangente de Empresas Conscientes: “São negócios galvanizados por propósitos maiores, que servem e alinham os interesses de todos os seus principais stakeholders; negócios com líderes conscientes que existem a serviço do propósito da companhia, das pessoas que ela toca e do planeta; e negócios com culturas resilientes de cuidado, que fazem com que trabalhar neles seja uma fonte de grande alegria e realização”.

O Capitalismo Consciente está pautado em quatro princípios básicos: propósito maior, também denominado de propósito transformador massivo, integração de stakeholders, liderança consciente e administração consciente.

Como especialista em desenvolvimento de redes de franquias e negócios, ao analisar todos esses movimentos, percebo o quanto as empresas franqueadoras e as gestoras de grandes redes de negócios podem impactar positivamente e numa velocidade muito maior, as empresas que fazem parte da rede da marca, seus parceiros franqueados ou licenciados para atuarem de forma consciente em suas empresas e perante seu mercado de atuação.

Grandes players do franchising, com redes com mais de 3000 unidades, 1000, 500, 100, já atuam em diferentes mercados e interagem com uma diversidade grande de clientes e empresas, contam com a força da rede para obterem benefícios para todos os integrantes da rede, por exemplo, as negociações em escala, as trocas de experiências e as boas práticas que são facilmente disseminada para toda a rede, fazendo com que os franqueados ou parceiros sejam mais eficientes e seus negócios mais rentáveis. Por que não usar todo esse poder e também influenciar positivamente todas essas empresas e pessoas para atuarem de forma consciente e melhorarem ainda mais os seus negócios e proporcionar também felicidade para as pessoas?

A resposta é clara, o exemplo e a ação devem vir dos líderes da franqueadora e de suas equipes que para atuarem dessa forma precisam ter incorporado os quatros princípios do capitalismo consciente, o que é um processo complexo e que vai exigir um envolvimento muito grande do executivo principal da empresa, via de regra as empresas buscam ajuda externa, uma consultoria especializada, por exemplo, para orientá-los nessa jornada.

Tudo começa pelo primeiro princípio, o propósito maior, que vai além da mera geração de lucro, segundo Mackey e Sisodia, “empresas ricas em propósito são normalmente aquelas que sempre se fazem perguntas como estas: Por que o nosso negócio existe? Por que ele precisa existir? Que valores centrais animam este empreendimento e são capazes de unir todos nossos stakeholders?” Para responder estas questões, cujas respostas devem estar impregnadas em toda a empresa, vai exigir uma grande reflexão dos sócios e executivos quanto à forma de agir e pensar o negócio, o que vai envolver mudança de cultura e de estrutura organizacional, mudança na forma de fazer marketing e em como se relacionar com o mercado e com os fornecedores, com seus colaboradores e em especial o cliente.

O segundo princípio do capitalismo consciente é a geração de valor compartilhado entre todos os stakeholders. Por incrível que parece ainda se lê em algumas declarações de missão de empresas, geralmente em grandes corporações, declarações como esta: “gerar valor para os acionistas”, uma visão totalmente voltada pra dentro da empresa.

E o cliente?  Aquele que faz gerar resultados para a empresa e a condição de pagar os dividendos para os acionistas? É ele, o cliente, que faz a marca/empresa aumentar o seu valor no mercado e torná-la mais competitiva. Segundo Hugo Bethlem, um dos representantes do capitalismo consciente no Brasil, “o acionista não pode ter privilégios em relação aos fornecedores, clientes e colaboradores, ao governo, meio ambiente e à sociedade em geral. As empresas conscientes reconhecem que cada um dos seus stakeholders é importante, que eles são conectados e interdependentes e que o seu dever é criar valor para todos eles.”.

O terceiro e quarto princípio tem a ver com a liderança e a cultura da empresa, assas coisas todas só vão funcionar e ter continuidade se as empresas tiverem lideres conscientes preocupados com a forma como são tratadas as pessoas que fazem parte do negócio e determinados a entender e defender o propósito da companhia, por uma liderança que sabe lidar com a diversidade e que busca muito mais influenciar do que punir, que não abrem mão de algum poder e riqueza, mas entendem que é possível conquista-los pela realização de um propósito.

As empresas conscientes devem usar uma abordagem de administração que seja consistente com a sua cultura e baseada em descentralização, empoderamento e colaboração. Segundo Bethlem, “muitas vezes, é a ganância, a concorrência desleal e a burocracia que acabam transformando tais empreendimentos em negócios menos conscientes”.

Finalizando, reforço o quanto o franchising pode ser o caminho mais curto para fomentar e impulsionar o capitalismo consciente no Brasil. O principal elemento as empresas que atuam no franchising já tem: atuam em rede. Portanto, faço o convite aos franqueadores, franqueados e todos os fornecedores do sistema: vamos fazer diferença no mundo!

21 De Janeiro De 2019 – CLAUDIA BITTENCOURT

O FRANCHISING E O CAPITALISMO CONSCIENTE

Pão de Açúcar anuncia novo formato de loja

A loja de número 1 do Pão de Açúcar, inaugurada em 1959  na região do Jardim Paulista, na cidade de São Paulo, será também a primeira unidade a receber a evolução do formato de lojas que a rede apresenta a partir deste mês como parte do aprimoramento da experiência de consumo da marca.

O projeto é resultado direto dos encontros geracionais de cocriação com clientes realizados nos últimos dez meses e também reflete os aprendizados obtidos com as unidades laboratórios do Pão de Açúcar, onde a rede implementou e testou diversas iniciativas sob o conceito “Test and Learn” durante o mesmo período.

O conceito representa, ainda, uma evolução em relação à sétima geração (G7) de lojas do Pão de Açúcar, lançada em 2017, e que apresenta um crescimento de duplo dígito em vendas em na comparação com as unidades que ainda não foram revitalizadas.

“Queremos proporcionar uma experiência de compras cada vez mais satisfatória, fluída e prazerosa. Por isso, construímos com os nossos clientes e colaboradores este novo modelo que evolui e expande a sétima geração de lojas do Pão de Açúcar. São novos olhares de quem está todos os dias consumindo em nossas lojas e, por isso, são absolutamente importantes para a cocriação deste e de nossos próximos projetos”, explica o diretor executivo do Pão de Açúcar, Laurent Maurice Cadillat.

O novo modelo de loja está baseado em quatro pilares que redesenham completamente a experiência de consumo: experimental, exclusivo, social e fluído. Os conceitos trazem um layout que revitaliza o fluxo, reforça a integração de transformação digital ao processo de compra, valoriza espaços verdes e as seções de produtos sustentáveis, além de ampliar o sortimento de produtos premium e trazer a criação de espaços de convivência com produtos prontos para o consumo.

A reinauguração da unidade Jardim Paulista inicia, também, um plano de revitalização, que inclui cerca de 20 lojas dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, além do Distrito Federal, e deve ser concluído até o fim deste ano.

Dentro do pilar Experimental, estarão abarcadas todas as iniciativas executadas sob o conceito “Test and Learn”, mantendo viva a característica de unidade laboratório que permeou o projeto até aqui e com a continuidade de lançamentos de novos produtos, serviços e conceitos inovadores para avaliação de viabilidade comercial e operacional.

Com o vértice Exclusivo, o Pão de Açúcar reforça o seu pioneirismo em produtos que são vendidos somente nas lojas da rede e continua trazendo tendências mundiais de consumo, seja por meio de grandes marcas nacionais e internacionais, ou foodtechs que desenvolvam produtos diferenciados e inovadores.

O pilar também reforçará os produtos de Marcas Exclusivas, como Taeq, Qualitá, Casino e Club des Sommeliers, trazendo cada vez mais novidades e agregando qualidade a preço competitivo.

Já o conceito Social está diretamente ligado a novas experiências de convivência para o momento de compras, como a completa reformulação do Espaço Café, que agora conta com espaços internos e externos e um cardápio completamente reformulado repleto de soluções prontas para o consumo imediato ou para viagem.

Por fim, o pilar Fluído agrupa todas as tecnologias que permitem otimizar a experiência de compras, a exemplo do Scan&Go, modelo de pagamento sem filas, que permite ao consumidor realizar compras sem passar pelos caixas e Self Checkout (ou “autoatendimento”), entre outras modalidades avaliadas sob o conceito de Test and Learn nos últimos meses.

“A inovação está totalmente conectada à história do Pão de Açúcar. Há mais de 20 anos, fomos a primeira rede a atuar com e-commerce, quando a internet ainda engatinhava no Brasil, e a ofertar produtos orgânicos em nossas lojas – hoje uma tendência crescente de consumo. Nos últimos meses, temos apertado o passo para entender como podemos evoluir a experiência de compra de nossos clientes com ainda mais foco dentro do conceito de omnicanalidade, para que ele possa consumir da maneira como, onde e quando quiser”, analisa Cadillat.

“A reinauguração de nossa primeira loja simboliza esta evolução para um novo formato das lojas do Pão de Açúcar, onde os pilares da tecnologia, produtos premium, saudáveis e praticidade estão alinhados para proporcionar uma experiência completamente nova aos nossos consumidores”, complementa o executivo.

Com a reinauguração, a loja 01 do Pão de Açúcar passa a ser o modelo referencial para as próximas unidades da rede, com o rollout de suas inovações para todas as próximas reformas. “A nossa primeira loja, a partir de agora, cria um novo modelo às próximas aberturas e mantém viva a característica de inovação que acompanha a história do Pão de Açúcar, recebendo continuamente novidades para que possamos continuar testando novos formatos e soluções diariamente”, detalhe Cadillat.

The Body Shop conquista selo b corp

A The Body Shop, rede inglesa de cosméticos naturais, anuncia a certificação B Corp junto a um seleto grupo de empresas unidas com a missão de promover mudanças na sociedade por meio de atividades empresariais éticas e sustentáveis. A marca se une a outras companhias, que também possuem certificação B Corp, convocando empresas de todo o mundo a se comprometerem a fazer negócios de uma maneira que seja benéfica para as pessoas e para o planeta. Ao obter a certificação, a The Body Shop associa-se à sua matriz, Natura, que foi a primeira B Corp de capital aberto no mundo.

A certificação é concedida a empresas que atendem aos mais altos padrões comprovados de desempenho social e ambiental, transparência pública e responsabilidade jurídica para equilibrar lucro e propósito. É o único selo que mede todo o desempenho social e ambiental de uma empresa, indo muito além da certificação padrão de produto ou nível de serviço. Juntas, essas empresas formam uma comunidade global de 3.000 empresas que usam lucro e crescimento como um meio para alcançar um fim maior, construindo uma economia mais inclusiva e sustentável para todos. O certificado vem do B Lab, uma organização sem fins lucrativos que atende a um movimento global de pessoas que usam os negócios como uma força para o bem.

Há tempos, a The Body Shop lidera o âmbito de negócios éticos e, agora, une-se a um número crescente de empresas B Corp em todo o mundo que atuam para reduzir a desigualdade, diminuir os índices de pobreza, conquistar um ambiente mais saudável, promover comunidades mais fortes e criar mais empregos qualificados com dignidade e propósito.

Como parte da certificação, a The Body Shop mudou o Estatuto Social para que a empresa seja obrigada a entregar um compromisso com o tripé de sustentabilidade, que beneficia as pessoas e o planeta, não apenas os acionistas. “A The Body Shop se une ao movimento B Corp em um momento extremamente empolgante; o planeta e a sociedade precisam de empresas responsáveis inteiramente comprometidas. Não basta apenas se preocupar em obter lucros a curto prazo. Consumidores, funcionários e até acionistas reconhecem essa mudança e também estão mudando seu comportamento para recompensar as empresas e marcas que, na visão deles, apoiam um futuro sustentável. Mudanças reais podem acontecer com o trabalho conjunto e, como agora o mundo enfrenta emergências climáticas e a desigualdade social aumenta, essa é a hora de agir”, declara David Boynton, CEO da The Body Shop.

Segundo Christopher Davis, Diretor Internacional de Sustentabilidade da The Body Shop, a marca sempre admirou movimento B Corp e o que ele representa. “Há tempos temos a ambição de conquistar a certificação e isso nos deixou orgulhosos. Estamos prontos para nos expressar sempre que nos pronunciarmos e falar sobre a revolução na prática comercial que está incorporada a filosofia do movimento B Corp”, conta.

O presidente da Natura, João Paulo Ferreira, comemorou a conquista da The Body Shop. “A chegada da The Body Shop ao grupo de Empresas B reforça o compromisso do grupo com a sustentabilidade e amplia o movimento global de empresas e pessoas que põem os negócios a serviço da geração de impacto positivo no planeta. Acreditamos que podemos fazer parte da construção de um mundo melhor, em que a ambição legítima de crescer e gerar lucro se concilia com a virtude de promover riqueza para a sociedade como um todo”, afirma o executivo. A Natura se tornou uma B Corp em 2014.

“Estamos empolgados com o fato de a The Body Shop ter se juntado ao movimento B Corp neste momento crucial de nossa economia global. Ela se associa a uma comunidade de líderes que estão construindo uma nova economia que funciona para todos – inclusiva, sustentável e que promove o equilíbrio entre propósito e lucro. O mundo precisa de mais marcas como a The Body Shop, que geram valor verdadeiro e de longo prazo para seus clientes, comunidades, funcionários, fornecedores e meio ambiente, ao lado de seus acionistas”, afirma Anthea Kelsick, Diretora de Marketing da B Lab.

 

Selo B Corp

A trajetória da The Body Shop na B Corp começou em novembro de 2017, quando a marca mundial de beleza concluiu um processo de três etapas, composto de triagem, avaliação e verificação, que resultou na certificação.

Para receber a certificação B Corp, analisa-se o desempenho em cinco áreas principais: governança, funcionários, comunidade, meio ambiente e clientes. A campanha “Para Sempre Contra Testes em Animais” contribuiu para essa conquista. A empresa apresentou oito milhões de assinaturas para as ONU (Organização das Nações Unidas), em um esforço para banir para sempre os testes de cosméticos em animais. A campanha e o Programa de Comércio com Comunidades de mais de 30 anos, no qual a The Body Shop adquire ingredientes e acessórios naturais de comunidades economicamente vulneráveis ao redor do mundo, foram contribuições fundamentais para a certificação.

Com base nessa conquista significativa, o próximo passo para a The Body Shop é o desenvolvimento de uma nova estratégia de sustentabilidade abrangente e ambiciosa, a ser anunciada no início de 2021. O objetivo da marca é ser um negócio regenerativo para as pessoas, a sociedade, a natureza e o planeta, eliminando todos os prejuízos e garantindo um impacto positivo.

23/09/2019 – Adnews – https://adnews.com.br/adnegocios/the-body-shop-conquista-selo-b-corp/

Aplicativo de entrega de bebidas incentiva consumidores a utilizar embalagens retornáveis

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Entre os dias 15 e 21 de outubro, o Zé Delivery, startup de entrega rápida de bebidas com preços ultra baixos  e a cerveja Skol se unem para estimular o uso de embalagens  retornáveis nas grandes São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Ao longo da semana, o aplicativo incentiva o uso de embalagens retornáveis com descontos de 70%.

O objetivo da ação conjunta é despertar nos consumidores atitudes mais conscientes em relação ao conceito de embalagem circular. As marcas assumem, assim, um compromisso social de incentivar o consumo de cerveja em garrafas de vidro retornáveis, que podem ser reutilizadas cerca de 20 vezes no mercado. Atualmente, uma em cada três garrafas vendidas pelo Zé Delivery é retornável (contra 1 em cada 4 em supermercados) e estes produtos já estão presentes em mais de 20% dos pedidos totais. Com o esforço de conscientização e incentivo de preço da startup, único aplicativo de entrega que trabalha com esse tipo de embalagem, os produtos mais vendidos nos últimos meses já são retornáveis.

Para se unir ao movimento, basta o novo consumidor acessar o site, inserir o e-mail para receber o desconto e realizar seu pedido. Para clientes antigos, a startup trabalhará mecânica semelhante por meio de seus canais próprios. Depois de consumir, o cliente pode guardar as embalagens em casa para uma compra futura, pagando apenas pelo líquido.

“Nosso objetivo com a ação é possibilitar que qualquer pessoa possa curtir, pagando muito pouco por isso, mas de forma consciente. Sabemos que criar uma cultura de responsabilidade exige esforço, portanto, aproveitamos o dia do consumo consciente, combinado ao fato de sermos o único app de venda de bebidas em embalagem retornável no Brasil, para convidar nossos clientes a repensar seus hábitos de consumo”, explica Cláudio Azevedo, Head de Marketing e Growth da startup

http://adnews.com.br/publicidade/aplicativo-de-entrega-de-bebidas-incentiva-consumidores-utilizar-embalagens-retornaveis.html

Marisa valoriza a autoestima na batalha contra o câncer de mama

sutia bonito

A Marisa abraça a causa Outubro Rosa e lança uma campanha inédita. Assinada pela agência Africa, ela sinaliza a importância da autoestima na batalha contra o câncer de mama, e tem como foco as mulheres que já passaram por uma mastectomia. O ponto de destaque é o filme, produzido pela Bossa Nova Films e intitulado como “Sutiã do Recomeço”que tem como fio condutor a história verídica de Elizabeth Tremmel, uma cliente Marisa.

Tudo começa com uma carta que ela escreve à Marisa, contando sobre sua batalha contra o câncer de mama e quanto um sutiã antigo, adquirido em uma das lojas da marca, a havia feito se sentir feminina como nenhum outro. Ela, que passou por uma mastectomia e que aguarda a cirurgia de reconstrução da mama, reencontrou ali naquela peça a sua autoestima, o seu recomeço. A Marisa, então, decidiu criar um sutiã que fizesse a Elizabeth e outras tantas mulheres se sentirem seguras e confortáveis com o próprio corpo. Além de todas as funcionalidades e especificações que um sutiã pós-mastectomia exige, o sutiã criado pela Marisa, com apoio da Rosset Têxtil e validado pela Sociedade Brasileira de Mastologia.

No filme, as cenas mostram algumas mulheres que também passaram pela cirurgia e pela luta contra a doença, mas que agora representam uma história de luta, superação e autoestima. “O projeto Outubro Rosa da Marisa reforça o significado da nossa assinatura. Ele valoriza o papel da mulher na sociedade, que fala por si mesma, que se inspira e se apoia em outras mulheres. A Marisa é onde essa troca pode e deve acontecer”, acredita Andrea Sanches, diretora de marketing da Marisa.

A campanha ainda inclui ações no universo digital, com filmes gravados por mulheres que passaram pela doença onde elas respondem as principais dúvidas das internautas sobre o tratamento. Estes e outros conteúdos relacionados ao projeto já estão disponíveis em uma página construída especialmente para o tema. Confira abaixo:

BK parará de usar canudos e tampas plásticas em todo o Brasil

czc

Preocupado com as causas ambientes e o consumo excessivo de plástico, o Burger King aacaba de anunciar que vai deixar de entregar proativamente canudos e tampas de plástico aos clientes a partir do mês de agosto. O movimento será feito em todas as 700 lojas do país.

A rede comunica também que a partir de setembro terá a substituição dos canudos de plástico pelos biodegradáveis de papel. Os novos itens serão entregues somente aos clientes que solicitarem. Ainda, para alguns produtos do portfólio, como os shakes, que são mais sólidos, a marca está desenvolvendo um canudo próprio, de papel, para se adequar nessa mudança sustentável. A previsão é que em novembro os itens já estejam disponíveis para todos os consumidores.

“Essas mudanças permitirão que mais de 31 milhões de canudos deixem de ser usados anualmente. O compromisso com o meio ambiente também faz parte da nossa responsabilidade, como marca. Acredito que temos um papel fundamental em orientar e incentivar a população a pensar cada vez mais na importância da sustentabilidade em prol de um mundo cada vez melhor para essa e as próximas gerações”, ressalta o CEO da marca, Iuri Miranda.

http://adnews.com.br/negocios/bk-parara-de-usar-canudos-e-tampas-plasticas-em-todo-o-brasil.html

Lego lança linha feita de cana-de-açúcar plantada no Brasil

lego

A Lego há muito procura inovar em seus produtos. Depois do investimento em peças para educar deficientes visuais (veja aqui), a novidade é uma linha dos famosos blocos em forma de árvores, mas o mais curioso é que eles são feitos de cana-de-açúcar plantadas no Brasil.

A marca de brinquedos anunciou que a gama de blocos ecológicos, batizada de “Plants by Plants”, virá em diferentes formas, incluindo folhas, arbustos e árvores. O produto reprojetado atende às diretrizes listadas pelo World Wildlife Fund (WWF) e, embora, não sejam biodegradáveis, eles podem ser reciclados.

O vice-presidente, Tim Brooks, comentou sobre a coleção, dizendo que a companhia procura gerar um impacto positivo no mundo ao planejar brinquedos feitos de materiais sustentáveis. A companhia também lançou uma propaganda em vídeo para ilustrar o projeto, confira abaixo:

BK promove “Dia sem Whopper” em apoio ao McDia Feliz

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Uma das características mais marcantes do trabalho de marketing do Burger King nos últimos anos é a maneira como utiliza suas campanhas para “trollar” a concorrência. No começo deste mês, na Argentina, entretanto, a marca foi exatamente na contramão deste comportamento.

O que a rede de fast-food fez? Não serviu seu lanche principal, o Whopper, por um dia. O motivo? No último 10 de novembro foi o “McHappy”, também conhecido por aqui como o McDia Feliz, quando o concorrente McDonald´s doam todas as vendas dos Big Macs para ajudar crianças com câncer.

No total, 107 restaurantes argentinos se recusaram a vender a oferta, além de encorajarem as pessoas a irem a uma franquia rival. A ação foi criada pela agência David. Confira: