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Dia Mundial do Café em casa | Nespresso incentiva experiências completas no digital

Para comemorar o Dia Mundial do Café,  a Nespresso impulsionou ações personalizadas para coffee lovers no ambiente virtual. A bebida faz parte do DNA do brasileiro e vem despertando curiosidade dos clientes mais exigentes quanto à qualidade dos grãos, formas de criar receitas ou harmonizações com alimentos e, até mesmo, questões relacionadas à sustentabilidade e uma cadeia do café mais positiva.

Confira abaixo algumas das ações elaboradas pela marca com o objetivo de proporcionar uma experiência completa em cafés, mesmo no conforto de casa: O lançamento celebra o aniversário de debutante da Nespresso no país, são 15 anos de operação no Brasil, que é o segundo maior bebedor de café do mundo e o maior fornecedor de cafés verdes para a marca.

Vertuo como um dos grandes lançamentos em cafés do ano para o mercado nacional: Boutique em Casa. Esse serviço de streaming ao vivo da Nespresso nasceu no ano passado no Brasil e tem como objetivo promover Masterclasses e tirar dúvidas de consumidores sobre variados assuntos. De segunda a sábado, das 10h às 18h, Coffee Experts ficam online, em vídeo, interagindo com consumidores e apreciadores de cafés por meio de chat.

Essa foi uma alternativa desenvolvida pela marca para trazer o espaço e o atendimento personalizado das Boutiques para a casa de forma 100% gratuita e segura. Basta acessar o link http://www.nespresso.com/br/pt/boutique-em-casa e conferir as programações ou tirar suas dúvidas sobre o universo dos cafés. Hoje, acontecem aulas especiais em celebração ao Dia Mundial do Café. Playlist Especial no YouTube Com base em todo o conhecimento de Coffee Experts da marca, a Nespresso produziu pequenas séries informativas sobre todos os aspectos da cadeia de cafés em seu Youtube. Nas playlists é possível entender mais sobre tipos de torra ou mesmo conhecer o caminho do café até a xícara, passando por aspectos como sustentabilidade e a qualidade dos grãos.

É possível acessar todos esses conteúdos, confira:https://www.youtube.com/embed/i7dgch4v4fU?feature=oembed

Tour Virtual Centro de Reciclagem

Um dos grandes compromissos da Nespresso está na reciclagem de cápsulas de café. A marca desenvolveu o seu próprio maquinário de separação do pó de café do alumínio que não envolve água, visando um menor impacto ambiental. Nesse momento, as visitações ao espaço estão interrompidas, porém é possível conhecer essa ponta da cadeia por meio de um Tour Virtual.

Confira: http://www.nespresso.com/br/pt/sustentabilidade/reciclagem/tour-virtual

Aproveite a data para repaginar o seu cantinho do café com a nova Nespresso Next Vertuo, a mais recente e exclusiva tecnologia da marca que permite a extração de estilos diferentes de cafés em tamanhos maiores e um crema extremamente generoso. O novo sistema Vertuo e seus cafés estão disponíveis a partir de 26 de abril nos canais oficiais da marca – nas Boutiques, no site, no aplicativo ou pelo telefone 0800 7777 737.

Nicole Fanti Siniscalchi – 20/04 – https://adnews.com.br/dia-mundial-do-cafe-em-casa-nespresso-incentiva-experiencias-completas-no-digital/

Compras e entretenimento: como fazer do “shoppertainment” a sua estratégia digital

Num cenário em que a pandemia (e os efeitos causados por ela) ainda tendem a estar presentes no cotidiano das marcas, a reinvenção tornou-se fundamental.

E, apesar de tudo que tem sido feito, como vendas por WhatsApp e redes sociais, coleta por drive thru e lojas funcionando como mini centros de distribuição, ainda há muito mais que pode ser feito. Não apenas para que as vendas continuem acontecendo, mas para que a conexão com as marcas não se perca e o consumidor continue estreitando laços de novas e inusitadas formas.

Tornar as compras divertidas ainda é possível mesmo com lojas fechadas, e vou te contar como. Trata-se de um fenômeno que o mercado tem chamado de “shoppertainment” – um misto de “shopping” com “entertainment” ou seja, compras e entretenimento.

O que você acha de ingressar num universo paralelo, um mundo virtual que replica a realidade por meio de tecnologia usando artifícios como Realidade Virtual e Realidade Aumentada? É isso que algumas marcas têm feito – um mergulho no chamado “Metaverso”.

Um mundo completamente virtual, em que você pode usar roupas de marca e entrar em lojas que não existem na vida real, mas para comprar mercadoria física. Um misto de design, cultura, conteúdo desenvolvido por empresas de tecnologia para o ingresso das marcas em jogos e outras plataformas. Em 2020, a marca de moda de luxo Balenciaga revelou sua coleção outono/inverno 2021 dentro do jogo “Afterworld – A idade de amanhã” em parceria com a Epic Games’s e a empresa de software Unreal Engine. E não precisa ir longe: o McDonald’s, ou Méqui, replicou o seu restaurante número 1.000 dentro dos jogos “Minecraft” e “The Sims 4”. Nele, os jogadores poderão fazer os pedidos para o McDelivery.

E, se você precisa de uma dose extra de personalização e humanização, o live commerce tem se mostrado tanto uma ferramenta de engajamento quanto de resultados. Muitas marcas têm usado plataformas de live streaming para fazer tanto eventos abertos ao público quanto consultorias e atendimento 1to1. Por meio dessa tecnologia, a marca consegue, em meio à transmissão ao vivo, direcionar o cliente para comprar o produto no mesmo momento, na mesma plataforma. E como a construção de conteúdo é conjunta – marca e consumidor -, a conexão real é imediata. É a humanização do e-commerce. Algo tão desejado pelos varejistas nos últimos tempos.

Outra tendência que evidencia ainda mais a necessidade de presença digital e de forma que chame a atenção do consumidor é o “discovery shopping”, ou seja, um varejo de descobertas que acontece nas redes sociais. Durante a pandemia, ficou evidenciado que muitas marcas, antes desconhecidas, passaram a ganhar relevância justamente por uma presença digital mais massiva. O discovery shopping gira em torno de guiar a jornada e fazer com que a empresa vá aonde quer que os consumidores estejam procurando por descobertas e pesquisando por inspiração. Segundo dados da Euromonitor, 48% dos consumidores globais descobriram novas marcas usando a rede social – primeiro pelo Facebook e, em segundo lugar, pelo Instagram – uma prova de que consumidores cada vez mais digitais estão priorizando a mídia digital em detrimento da mídia tradicional como um meio de descoberta de produtos.

E, já que estamos falando de descobertas, cada vez mais a interação por voz com dispositivos inteligentes se faz presente e merece a atenção das marcas. A estratégia por voz é atrativa por simplesmente se utilizar de um comportamento que o consumidor já tem – é algo natural. É simplesmente uma conversa. Para os usuários iniciantes, pode ser um pouco disruptivo demais comprar produtos usando apenas a voz, mas a partir do momento que essa barreira inicial é quebrada, a conveniência fala mais alto. E, mais uma vez, a construção de uma relação pessoal altamente valiosa com o consumidor pode ser construída. O voice commerce não é apenas uma ferramenta para simplificar transações; ele passa a fazer parte da vida íntima do consumidor. A tecnologia ainda é recente e precisa ser aprimorada, mas isso tende a evoluir, e rápido.

Só nesse texto eu trouxe quatro exemplos de como tornar as compras mais divertidas e em todas elas a presença digital é que está no foco. Num momento de lojas fechadas e restrições de circulação, levar conexão e diversão para os consumidores pode ser a diferença entre a sobrevivência e a decadência de uma marca. Qual opção você vai escolher?

Lyana Bittencourt – 12 de março de 2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/03/12/compras-e-entretenimento-como-fazer-do-shoppertaiment-a-sua-estrategia-digital/

Tecnologia QR Code pode trazer muitas facilidades ao segmento imobiliário

Saiba mais sobre a inovação tecnológica que pode transformar os serviços de compra e aluguel de imóveis em São Paulo.

De fato, para acompanhar as demandas de um cotidiano cada vez mais frenético, a inovação tecnológica é um fator essencial. Afinal, a tendência é que o consumo seja, a cada dia mais, digitalizado. No cenário imobiliário não é diferente, é preciso se manter atualizado para não se tornar obsoleto. Nesse contexto, um bom corretor, uma boa imobiliária ou, até mesmo, um bom vendedor particular precisam, não só conhecer, como também dominar as ferramentas disponíveis.

Um recurso inovador, que promete revolucionar as relações de compra e aluguel de imóveis é o QR Code. Essa tecnologia envolve a criação de um código de barras bidimensional impresso e identificado pelas câmeras de smartphone (que possuem essa função habilitada). Dessa forma, basta instalar um aplicativo específico para a leitura do código, dispor a câmera na frente do anúncio e acessar todos os dados e informações divulgados a respeito de uma propriedade.

Siga com a gente e confira abaixo onde o recurso pode ser aplicado para facilitar os trâmites e as negociações do setor imobiliário.

Cartão de visita

Devido ao seu formato compacto, um cartão de visita de um profissional do ramo imobiliário, muitas vezes, não apresenta todas as informações necessárias, por conta da limitação de espaço disponível. Nesses casos, inserir um QR Code, além de tornar o design mais clean e moderno, ainda é uma ótima forma de conceder novas fontes de contato como sites, redes sociais ou, até mesmo, uma página focada em um portfólio ou currículo profissional.

Placas Imobiliárias

Graças à praticidade e funcionalidade desse recurso, várias imobiliárias já adotaram o QR Code em placas imobiliárias para facilitar o acesso às informações dos interessados em comprar casas no Morumbi. Isso porque, ao inserir um QR Code na placa de um imóvel disponível para venda ou aluguel, você permite que o interessado scaneie o código e seja direcionado para página ou site do imóvel. Dessa forma, os possíveis compradores terão acesso à informações completas como imagens, descrição da área, valor, taxas condominiais, impostos como IPTU e muito mais. Assim, casa haja interesse, é possível contatar a imobiliária e agendar uma visita presencial de maneira fácil e muito prática.
Algumas empresas desenvolvem os códigos QR e inserem diretamente nos anúncios, mas, caso você não queira investir em placas personalizadas no momento, é possível imprimir o código em qualquer impressora e colar diretamente na sua placa. Para reduzir os danos causados pelas chuvas ou raios solares, vale à pena imprimir em um papel resistente e cobri-lo com contact.

Etiquetas

Para facilitar o acesso às informações dos imóveis, uma excelente alternativa é inserir os QR Codes nas etiquetas de uma casa ou apartamentos para vender na Vila Mariana.

É possível apresentar o código dentro do imóvel, na própria porta para sanar qualquer dúvida sobre os valores e condições da propriedade ou em arquivos como pastas e contratos para deixar de limitas as suas consultas de sistema apenas os seu computador.

Anúncios off-line


Por fim, vale lembrar que um dos principais motivos do surgimento e da popularização dos QR Code é, justamente, a necessidade de mensurar a eficácia dos anúncios. Por isso, caso pretenda anunciar uma propriedade em algum jornal, revista ou classificados impressos, vale à pena inserir o QR Code para direcionar os interessados para uma página que apresente mais informações do que as descritas nos anúncios off-line.

Enfim, curtiu descobrir o que é o QR e as vantagens do recurso para o mercado imobiliário? Se esse artigo foi interessante para você, compartilhe-o em suas redes sociais. Com certeza, essas informações podem ajudar muitas pessoas que desejam digitalizar e tornar as suas operações mais práticas.

Tecnologia QR Code pode trazer muitas facilidades ao segmento imobiliário – ADNEWS

E se colocar a loja dentro do vídeo?

Um movimento nem tão novo que você não possa ter ouvido falar nem tão consolidado que você não possa ter dúvidas sobre ele. Mas o fato é que o live commerce vai ocupar algumas das suas pautas de estratégia para os próximos anos.

E ele é importante não apenas pelo efeito novidade, mas pelos números que tem alcançado no mundo. O mercado de live commerce movimentou mais de US$ 140 bilhões no mundo e, no ano passado, mais de 500 milhões de pessoas fizeram compras por plataformas de live streaming só na Ásia – esses números são bem fresquinhos, foram divulgados esse mês na NRF.

Para você que está ainda sob o efeito da novidade e precisa saber mais do que se trata, basta imaginar uma live como as centenas que você viu durante a quarentena, associada ao e-commerce, com interação ao vivo dos consumidores com o hostess, além do adicional de se ter resultados instantâneos para a marca promotora. É uma verdadeira experiência de compra virtual interativa que no final das contas, além de trazer resultado, acaba por ao mesmo tempo ser divertida e engajadora para o consumidor. Tudo numa mesma experiência.

Tenho acompanhado esse movimento e para mim está muito claro: esse é o futuro de como as pessoas farão compras. Isso porque resolve um problema que o varejo ainda não tinha conseguido equacionar. Como trazer a humanização da experiência do mundo físico para o digital? Por meio da estratégia de streaming, o consumidor interage ao vivo, tira suas dúvidas, efetiva a compra em tom de conversa, de bate papo, extremamente pessoal, emocional, convincente.

Outro aspecto importante que dá força para o live commerce é que a pessoalidade da conversa faz com que quem assiste se sinta realmente presente e participante de tudo que está acontecendo. Enquanto a transmissão ao vivo de vídeo fornece o elemento de estar presente no momento, o bate-papo cria a conexão entre o host e o espectador, mas também o envolvimento entre outros espectadores. Ao compartilhar as percepções e opiniões a construção acaba sendo conjunta – consumidor e marca – de todo o processo.

E tanto engajamento só pode resultar em uma coisa: vendas.

É isso que tem chamado a atenção das marcas ao redor do mundo. E os modelos de aplicação também têm se multiplicado. Como é o caso da Esteé Lauder, marca de cosméticos premium que utiliza o live streaming tanto para uma venda mais constitutiva one to one quanto para a venda via eventos live. Até marcas como a Hering, no Brasil, têm utilizado o formato para engajar seus franqueados no lançamento de novas coleções. O formato pode ser adaptado para os diversos tipos de indústrias, portes de clientes e canais de vendas e é com certeza algo que veio para ficar pela flexibilidade e adaptabilidade.

Então, se você ainda não ouviu falar ou já ouviu, mas quer saber mais sobre isso, te convido a conhecer a StreamShop, plataforma de live commerce que o Grupo BITTENCOURT acaba de se unir. É um universo novo de oportunidades que se abre para varejo, franchising e indústrias, e ao qual tenho muito orgulho de estar dando visibilidade. Acesse: https://streamshop.com.br/.

Lyana Bittencourt é CEO do Grupo BITTENCOURT – 29/01/2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/01/29/e-se-colocar-a-loja-dentro-do-video/

“Varejo físico vai se tornar sistema de suporte para o e-commerce”, diz especialista

O futuro do varejo está tomando forma neste exato momento. A pandemia global acelerou sua chegada e tecnologias como drones e 5G estão tornando novas realidades possíveis, o que vai culminar em cidades mais inteligentes. É o que afirma Kate Ancketill, CEO da consultoria estratégica GDR Creative Intelligence, com sede em Londres, no Reino Unido.

“A calamidade que estamos vivendo apenas acelerou todas as coisas que sabíamos que precisavam acontecer no varejo”, afirma ela, para quem as mudanças rápidas pelas quais o setor passou desde o ano passado configuram uma “reinicialização total” do varejo. “Às vezes, são necessários eventos drásticos para nos obrigar a fazer o que sabíamos que deveríamos ter feito o tempo todo.”

Para ela, as vendas no varejo físico continuarão diminuindo em favor das compras online. Citando dados da KPMG, Kate diz que metade das vendas no varejo no Reino Unido será online em 2025 e que, até 2023, o país terá perdido 25% do varejo físico.

“Acho que temos de começar a aceitar que o varejo físico se tornará o sistema de suporte para o e-commerce. Isso não quer dizer que vai desaparecer, de jeito nenhum. Eu sou uma grande fã do varejo pelo tipo de experiências profundas que só ele pode oferecer. Acho que se trata de integrar o comércio e melhorar o atendimento.”

Kate Ancketill foi uma das palestrantes da NRF 2021: Retail’s Big Show, maior evento de varejo do mundo, que tradicionalmente é realizado em janeiro em Nova York, nos Estados Unidos. Neste ano, por causa da pandemia, a NRF foi dividida em dois capítulos, ambos com palestras virtuais. O primeiro terminou na semana passada e o segundo será em junho.

Varejista online busca criar experiência física

A especialista destaca que, ao mesmo tempo em que o varejo, uma indústria principalmente presencial que oferece experiências palpáveis se transforma num negócio online, players que atuavam exclusivamente online agora estão buscando espaços físicos “para preencher lacunas de experiência”.

No ano passado, a marca de cosméticos Avon, mais conhecida por sua estratégia de venda de produtos por meio de representantes independentes em comunidades ao redor do mundo, abriu um “playground de beleza” de dois andares em Los Angeles chamado de Studio 1886, uma referência a ano de fundação da empresa.

“Por que eles acham que precisam de uma loja física? Um dos motivos é que eles a desejam como um espaço comunitário para seus representantes e clientes”, afirma Kate.

Outros exemplos incluem marcas online que abrem pequenas lojas, às vezes sem funcionários, em shoppings centers. A ideia é mostrar produtos – ocasionalmente em vitrines ou displays – que os consumidores comprariam online.

Quais inovações vieram para ficar?

Ao mesmo tempo, os varejistas tradicionais estão buscando alavancar a internet para estender a experiência na loja. Uma das formas de se fazer isso é por meio do live streaming, uma transmissão ao vivo feita em vídeo em que os compradores podem receber atenção individual dos profissionais do varejo.

Em 2019, a Amazon lançou o Explore para apoiar pequenos varejistas e outras empresas interessadas em oferecer aos clientes experiências transmitidas ao vivo. “Pode ser um personal shopper, um guia turístico ou um especialista em alguma habilidade específica”, explica a CEO da GDR Creative Intelligence.  Atualmente, por US$ 10, por exemplo, os fãs de calçados podem ter acesso a um personal shopper da Thursday Boot, cuja única loja física fica na cidade de Nova York.

“A questão é: quais dessas inovações que chegaram rapidamente ao mercado durante a pandemia permanecerão conosco por muito tempo?”, questiona a consultora. E ela mesmo responde. “Qualquer coisa que esteja respondendo aos ‘três P’s’ [profit, planet and people, ou lucro, Planeta e pessoas]. Se todas essas três modalidades estiverem sendo atendidas, é provável que tenha longevidade.”

A explicação está no fato de que as inovações voltadas para as pessoas melhoram o atendimento de pedidos e trazem conveniência aos consumidores. De outro lado, com mais compradores tornando a sustentabilidade um fator em suas decisões de compra, as marcas que oferecem inovações voltadas para o Planeta são beneficiadas com credibilidade. E, é claro, eles têm que manter seus lucros enquanto avaliam seus passos.

25/01/2021 –  Erica Valério – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/01/25/varejo-fisico-vai-se-tornar-sistema-de-suporte-para-o-e-commerce-diz-especialista/

Setor de venda direta cresce 9% no ano de 2020

Desempenho foi impulsionado pela digitalização e o processo de social selling, no qual as marcas desenvolvem relacionamentos colaborativo com os consumidores

Osegmento de vendas diretas ao consumidor saiu fortalecido do ano de 2020. De acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), até outubro, o setor registrou um crescimento de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já o número de empreendedores independentes saltou 11%, na comparação com 2019.

Social selling é impulsionado pelo contato nas redes sociais (Crédito: Filadendron/istock)

Para a ABEVD, o resultado positivo é reflexo do movimento conhecido como “social selling”, no qual é desenvolvido um relacionamento colaborativo entre marca e consumidor, como parte do processo de vendas. Geralmente, isso acontece por meio de redes sociais, como Instagram e Facebook, e foi intensificado pela digitalização imposta pela pandemia da Covid-19.

Nesse sentido, a organização aponta 2020 como um divisor de águas para o setor e acredita que o processo irá se intensificar ainda mais neste ano.

Em março do ano passado, a ABEVD traçou um perfil dos empreendedores independentes de venda direta. Segundo o estudo, 68,2% dos empreendedores revendem produtos do mercado de cosméticos e cuidados pessoais e 20,6% do mercado de saúde e nutrição. A renda proveniente da venda direta é, em média, 33% do orçamento familiar desse público e 66% alegam que a atividade é uma fonte complementar de renda.

21 de janeiro de 2021 – https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/01/21/setor-de-venda-direta-cresce-9-em-2020.html

Primeiro quiosque do Magalu é montado no Central Plaza Shopping, em SP

Três novas operações passaram a integrar o mix de quiosques do Central Plaza Shopping, localizado na zona leste de São Paulo. Dentre as novidades, está o Magazine Luiza, maior ecossistema pra compra e venda do Brasil, que montou o primeiro quiosque independente da marca, focado na venda de celulares e localizado próximo ao corredor da Praça de Alimentação.

Além do quiosque, o shopping já tem uma loja-âncora do Magalu, que oferece mix completo de produtos aos consumidores. A unidade está localizada no acesso 10, próximo à entrada da linha Tamanduateí do metrô.

Há ainda as novas operações da Chilli Beans e da Aq Concept. Localizado no corredor central, o quiosque da Chilli Beans oferece variedades de produtos em óculos de sol, armações para óculos de grau, relógios, entre outros acessórios. Já a unidade da Aq Concept está no corredor em frente ao cinema e apresenta uma variedade de marcas e modelos no segmento de acessórios para celulares, como capinhas, películas e suportes diversos, entre outros.

Redação – 04/01/2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/01/04/primeiro-quiosque-do-magalu-e-montado-no-central-plaza-shopping-em-sp/

Natura inaugura loja com novo conceito arquitetônico

A Natura lançou, em julho, um novo modelo de loja. A novidade busca oferecer uma experiência de compra que equilibra o atendimento de consultoras de beleza com autonomia e liberdade para o cliente conhecer os produtos. Kits de presentes e perfumaria estão entre os destaques do lugar, assim como uma ampla oferta de produtos em variadas faixas de preço para atender a diferentes necessidades.

Natura

Localizada no Shopping Taboão, no município de Taboão da Serra (SP), a nova loja tem 88m² e segue todos os protocolos recomendados de saúde e higiene – incluindo máscaras para atendentes, álcool em gel, distanciamento social e ausência de testers. Para evitar aglomerações, também não houve evento de inauguração. O lançamento da loja estava previsto para o primeiro semestre, mas foi adiado devido à pandemia.

A grande oferta de opções de presentes, com extensões das linhas de perfumaria, é um destaque do novo modelo, que também contará com produtos para o corpo, maquiagens, itens faciais e para cuidados com os cabelos.

O novo formato de loja chega ao mercado quatro anos após a entrada da marca no varejo. Desde então, a Natura reuniu aprendizados e experiências pela implantação e gestão de quase 500 lojas, entre próprias e franquias. Paula Andrade, vice-presidente de varejo da marca, explica que o novo modelo de loja foi inspirado no mesmo look & feel das já conhecidas lojas de shoppings, mas com soluções modulares que tornam o espaço mais flexível e escalável.

“O novo modelo de loja tem perfil versátil que permite mudanças conforme os lançamentos do portfólio e datas comemorativas. O design e a tecnologia estão à serviço da experiência do consumidor. Da mesma forma, o conceito facilita a implementação em diversas regiões do país”, explica a executiva. O novo conceito é assinado pela Kube Arquitetura, escritório especializado em projetos arquitetônicos para o varejo.

Redação – 25/12/2020 – Natura inaugura loja com novo conceito arquitetônico | Mercado&Consumo (mercadoeconsumo.com.br)

As lojas HUB – Como o Ship From Store (SFS) torna as lojas físicas aliadas do online

As lojas físicas, quem diria, são cada vez mais aliadas das vendas pelo e-commerce. Isto porque estão se consolidando como postos avançados de estoques das vendas digitais, tornando as entregas mais rápidas e baratas. Estas lojas hubs espalhadas fisicamente são conhecidos pelo termo em inglês Ship from Store (SFS) e, logicamente, se aplicam para redes de varejo que possuem capilaridade de unidades físicas.

Numa grande operação de e-commerce, geralmente os produtos são armazenados em galpões logísticos e, a partir daí, as entregas são realizadas em todo o Brasil via transportadoras. No cerne do problema há o fato de o Brasil ser um país de dimensões continentais, com imensas desigualdades econômicas e consequentemente de infraestrutura, com forte concentração no uso de transporte rodoviário, que depende de uma malha de rodovias e estradas muitas vezes deterioradas e com más condições de conservação.

Um exemplo hipotético de um cliente comprando pela internet na cidade de Palmas, no Tocantins. O produto sai da central localizada em Porto Alegre e faz um verdadeiro périplo até chegar ao destino. Dependendo do tipo de produto e da modalidade do frete, o prazo de entrega pode variar de 3 a 18 dias. Segundo um estudo do Baymard Institute, em muitos casos, o custo da entrega pode chegar a ser maior do que o preço do próprio produto. Por isso, o valor do frete para e-commerce sempre é fonte de preocupação, tanto para o cliente quanto para a empresa. Quando o cliente se depara com um custo alto de frete e um tempo demasiado para receber o produto, acaba não avançando nas etapas de compra e acaba desistindo, afetando, entre outras, a escalabilidade.

Mas e quando a loja de e-commerce tem uma filial em Palmas com disponibilidade de estoque do produto vendido? Faz sentido desprezar isso e fazer este produto percorrer os 3 mil km de distância que separam as duas cidades, a um custo de frete caro e prazo de entrega longo? Se este mesmo cliente tiver disponibilidade de recebimento da encomenda em apenas 24 horas, com custo de frete equivalente muito menor, imaginem: pelo que ele optaria? Bingo! Certamente, o custo logístico será muito menor a partir da menor distância.

Segundo dados de executivos da Via Varejo, hoje 50% dos produtos vendidos online são entregues a partir de uma loja física da rede. Na Petz, esse percentual sobe para 76% e, na Raia Drogasil, este número sobe para incríveis 82%.

Utilizar o estoque de uma loja física para atender aos pedidos realizados em algum canal virtual não é mais uma opção, e sim uma medida necessária para atingir o maior número de clientes numa condição mercadológica competitiva. A prática do SFS está bastante relacionada ao conceito omnichannel e busca oferecer respostas às expectativas dos consumidores em relação à agilidade no recebimento de seus pedidos online e à possibilidade de frete grátis.

Nesse modelo, os estoques das lojas são transformados em verdadeiros centros de distribuição, e as vantagens vão bem além da satisfação dos clientes. Como um processo essencialmente omnichannel, os pedidos podem vir de qualquer canal – por exemplo, WhatsApp, aplicativo ou telefone. Dessa maneira, o cumprimento dos pedidos transforma a loja em um hub de distribuição virtual.

Há, porém, desafios ao optar pelo SFS. Talvez o principal deles é a falta de estrutura que a loja física tem ao assumir este novo papel. Afinal, na maioria dos casos, trabalham com equipes enxutas e muitas vezes sobrecarregadas nas suas tarefas e funções originais. Assumir adicionalmente uma operação que envolve o picking dos produtos, a embalagem e o gerenciamento dos pedidos e das entregas exige tempo, dedicação e qualificação desta mão-de-obra. E a loja pode não estar preparada para isto.

Dependendo do volume de vendas, são necessárias estruturas apartadas para que uma não interfira no funcionamento da outra. E precisam conviver em harmonia, já que as equipes trabalham fisicamente próximas e muitas vezes utilizando o mesmo estoque, sempre obedecendo compromissos de eficiência de prazos e uma padronização do serviço. Mas existem muitos exemplos bem sucedidos aqui e mundo afora mostrando que os esforços compensam, afinal, neste momento desafiador para todos os varejistas, o grande objetivo é de aumentar as vendas com o maior número de clientes satisfeitos, não é mesmo?

Marcos Hirai  – 18 de novembro de 2020 – As lojas HUB – Como o Ship From Store (SFS) torna as lojas físicas aliadas do online

As 10 lições que Madame C.J. Walker nos ensina sobre Marketing

Madame CJ Walker é considerada a primeira mulher negra que enriqueceu por conta própria nos Estados Unidos. De uma simples lavadeira de roupas, ela se tornou milionária desenvolvendo e criando produtos para cabelo

Se você trabalha com marketing e ainda não viu Self Made, precisa imediatamente parar tudo e assistir à série. Em termos de aprendizado sobre marketing, é um material bastante colaborativo e que traz muitos ensinamentos que podem ser aplicados pelos profissionais da área. Os resultados, sem dúvida nenhuma, serão ainda mais assertivos se algumas práticas forem seguidas. Vale lembrar, que ela se passa entre 1890 e 1915, quando o termo marketing nem sonhava em existir, mas Madame CJ Walker já usava técnicas, que depois, ficariam conhecidas como Storytelling, por exemplo.

Aproveito, neste artigo, para compartilhar alguns pontos que a meu ver foram marcantes e acredito que serão de grande valia para suas futuras ações de marketing:

O seriado

SELF MADE é uma séria baseada na história de Sarah Breedlove (foto) que estreou no NETFLIX em Março de 2020. Sarah Breedlove (1867-1919), nome de batismo da futura “Madam C..J. Wlaker”, nasceu 2 anos depois que a escravidão havia sido abolida no Estados Unidos, sendo a primeira dos 5 irmãos, a nascer depois da abolição. Sarah conheceu e se casou com Charles Joseph Walker, publicitário e desenhista. Foi das que surgiu seu nome: C.J.Walker.

Madame veio depois, graças a uma briga com sua rival, Addie. que é quem cuida de Sarah e ensina sobre o medicamento para cabelos.

Sarah tem mais sucesso que Addie, que por ciúmes tenta acabar com a rival. Nessa briga, Addie, tenta menosprezar Sarah a chamando de madame, mas Sarah, já como CJ Wlaker, decide adotar o madame.

Madame CJ Walker é considerada a primeira mulher negra que enriqueceu por contra própria nos Estados Unidos. De uma simples lavadeira de roupas, ela se tornou milionária desenvolvendo e criando produtos para cabelo da mulher negra. Octavia Spencer é a atriz que dá vida a C.J.Walker na série. Aliás, que show que a atriz dá!

Empreendedorismo na veia

Dizem que todo o empreendedor cria uma empresa para resolver um problema, que muitas vezes, é o seu problema ou algo que identificou no mercado. No caso da Sarah, ela enfrentava muitos problemas com o seu próprio cabelo e entendeu que, muitas mulheres negras poderiam passar pelo mesmo problema.

Como a escravidão nos EUA havia acabado a poucos anos, os negros tinham pouco tempo de liberdade e só conseguiam empregos que pagavam muito pouco, logo, vender produtos para negros não será tão promissor, além, claro, do alto preconceito que existia com os negros naquela época.

Quando Sarah se conectou as pessoas então?

Enquanto a Sarah gritava os apelos básicos, nenhuma mulher parava perto de sua pequena barraca. Era gritos aos ventos, porém, depois algum tempo, uma jovem pararam, dizendo já ter ouvido falar daquele produto e queria saber mais. Quando essa jovem para em frente a Sarah, outras instintivamente se viraram para saber o que estava acontecendo, mas ainda sem muito interesse, porém a atenção havia sido chamada.

Lição 01: Sarah um dia, resolveu arriscar. 

Você jamais saberá se é bom em alguma coisa, se não testar. Sem Addie saber, Sarah testou seu poder de vendas. Testou apelos para chamar a atenção, até que achou o que tocava o coração das pessoas. Lição: Empreendedorismo.

Lição 02: Histórias vendem mais do que anúncios aleatórios.

Quando chegou a feira, Sarah começa a gritar apelos que não se conectam com as clientes. Coisas como “você tem caspa”? Ou “quer ter um cabelo bonito” apelos que não dizem nada.  Quando ela começa a contar a sua história, o jogo muda. Lição: Storytelling.

Lição 03: Sarah empodera a cliente

Ela não diz que aquele elixir, seu medicamento, é um milagre, mas que o que ele fará na autoestima da mulher. Ela conquista o coração da cliente e não o seu bolso. Hoje, muito se fala em não vender produto, mas sonhos. Ela fez isso em 1890! Lição: Emponderar.

Lição 04: Co-criação

Sarah traz a sua filha como teste e ouve o que a filha quer no produto para ter o cabelo bonito e poder se divertir dançando com seu namorado. Sarah entende que seu produto traz felicidade, além de empoderamento, para as mulheres. Lição: Co-criação.

Lição 05: Sarah entende que as mulheres não querem ser como Addie

As mulheres querem ser o que elas quiserem ser! A mulher negra não quer ser uma branca linda, ela quer ser uma negra linda. O erro de Addie era achar que a mulher negra queria ser como ela, que era uma mulher branca, Madame CJ Wlaker entendeu e trabalhou isso. Lição: Pesquisa de comportamentos.

Lição 06: Posicionamento de marca

Sarah entende o perfil da sua consumidora, e então ela posiciona a sua marca em um mercado que não havia sido explorado, mas com enorme potencial, de empoderar as negras, esse era o diferencial da sua marca. Não era vender produto, era vender a oportunidade. Lição: posicionamento de marca.

Lição 07: Promessa clara de marca

C.J.Walker, constrói uma empresa baseada no que a marca poderia oferecer pelas mulheres, uma promessa clara e direta. Não era ter um cabelo bonito, mas sim, ter uma melhor auto estima, por ter um cabelo bem tratado e com isso conquistar seus sonhos. Lição: Promessa.

Lição 08: Propósito de marca vale mais que o produto.

Graças a esse propósito, Madam treina um verdadeiro exército de mulheres, que distribuídas pelos Estados Unidos começam a oferecer o seu produto. Já começava pelo exemplo: mulheres que vendiam o produto, já eram mulheres que tinham a sua independência financeira e poderiam realizar seus sonhos. Lição: Propósito claro e aplicado.

Lição 09: Missão da empresa é clara e executada

Quando houve um pequeno conflito na convenção de vendas da marca, na casa da Madame CJ Wlaker, ela aplica o propósito quando essas reivindicam algo que poderia prejudicar a vida de cada uma delas. A missão de ajudar as mulheres se mantém durante uma crise. Lição: Missão clara da empresa.

Lição 10: História do fundador

Ela era, até então, a sua própria marca, que anos depois, virou C.J.Walker.  Isso faz sentido para a empresa quando a marca é o reflexo do seu, ou sua, fundador(a). Lição: Verdade.

Aprendeu?

• Marketing não é só mídia.

• Marketing não é só Redes Sociais, Inbound, Google e influenciador.

• Marketing é saber como construir uma marca com pilares sólidos e claros.

• Marketing é entender o que as pessoas querem e como a empresa pode resolver seu problema.

• Marketing é inovar, é testar, é pesquisa.

• Storytelling é uma excelente ideia para a sua marca

Felipe Morais – 26/10/2020 – https://www.mundodomarketing.com.br/artigos/felipe-morais/38921/as-10-licoes-que-madame-cj-walker-nos-ensina-sobre-marketing.html