Arquivo da categoria: Vendas Diretas

O novo status do delivery em foodservice

Conveniência é a palavra de ordem. Por ser a máxima para o consumidor, o delivery assume papel fundamental na concretização dessa promessa no mercado de foodservice.

Segundo dados da pesquisa Crest, em 2017 o delivery representou 7% do faturamento dos negócios de alimentação fora do lar. Num mercado caracterizado pela pulverização, o gráfico abaixo destaca a performance dos quatro principais segmentos de entrega, reforçando a ampla concentração de 23% em Quick Service Restaurant, terminologia americana para o usual Fast Food.

Fonte: Pesquisa Crest, 2017 – Gráfico 1 – Concentração de pedidos delivery em foodservice

A combinação dos aplicativos para pedido e entrega segue em franco crescimento entre os consumidores brasileiros, porém, a equalização financeira para os operadores de foodservice nem sempre é verdadeira, uma vez que os grandes players do setor de aplicativos praticam taxas que, em algumas operações, não permitem a rentabilização do modelo.

Em resposta à necessidade de recomposição das margens dos operadores no delivery, surgem aplicativos web com uma nova proposta como, por exemplo, o Super Menu, que combina a função para pedido delivery e salão, ampliando a oportunidade de digitalização do relacionamento do estabelecimento com o consumidor, em um modelo de remuneração bastante palatável. No eixo de entregas, a Rappi é destaque como empresa unicórnio e Loggi se mostra em evolução nas soluções para delivery no foodservice.

No contexto de acesso e conveniência, há de se destacar ações como a da brMalls, que possui 39 bandeiras de Shoppings sob sua gestão e firmou parceria com a Delivery Center, que, além de entregar qualquer produto das lojas dos malls, atenderá ao delivery da praça de alimentação. Outro exemplo nessa linha é a parceria do Shopping Mueller de Curitiba com o James Delivery, outro aplicativo de entrega com operação de forma semelhante.

A construção de um modelo de delivery rentável em foodservice deve considerar 5 pontos:

  • Segmentação – ela dirige a escolha do consumidor segundo seus desejos e preferências.
  • Definição de mix – assertividade em produtos preferidos pelo cliente.
  • Embalagem – manutenção da integridade do produto em qualidade e segurança na não violação.
  • Precificação – combos e promoções.
  • Pontualidade na entrega – construção de relação de confiança.

O delivery é uma oportunidade para alavancar receita em operações instaladas e, cada vez mais, discute-se como modelo de negócios. O clássico case do China Box que por anos não teve loja mostra-se inteligente e atraente como oportunidade para redes e empreendedores do segmento.

Vale a reflexão para o seu negócio!

Walmart lança entrega direto na geladeira nos Estados Unidos

O Walmart lançou um serviço para entrega de pedidos diretamente na geladeira dos clientes. Para a realização do chamado serviço “InHome”, os funcionários do Walmart utilizarão câmeras portáteis e uma “tecnologia de entrada inteligente” que ainda não foi divulgada. A modalidade estará disponível em algumas cidades dos Estados Unidos a partir do segundo semestre.

Para garantir a segurança do serviço, será utilizado um dispositivo que permitirá apenas um único acesso ao funcionário, durante o tempo de entrega. O cliente escolherá a entrada que o entregador utilizará e poderá acompanhar o processo remotamente com vídeos em tempo real ou gravações. A empresa planeja utilizar o serviço para que os consumidores também realizem devoluções de produtos adquiridos online, eles poderão deixá-los em cima da mesa e os funcionários farão a retirada.

Os colaboradores que atuarão com o novo serviço de entrega irão receber um treinamento sobre o cuidado com as entregas e a organização das geladeiras. “Agora podemos atender os clientes não apenas em sua última milha, mas nos últimos passos”, afirmou Marc Lore, presidente do e-commerce do Walmart.

A modalidade será disponibilizada nas cidades de Kansas, Pittsburgh e Vero Beach. O preço e as tecnologias utilizadas ainda não foram informados.

Natura inaugura primeira loja omnichannel em São Paulo

 

A Natura inaugurou sua 47ª loja própria no país. Localizada no Bourbon Shopping, em São Paulo, a unidade apresenta o novo conceito da marca, com tecnologia a serviço da experiência do consumidor e maior interação com os produtos e a história da empresa.A marca está expandindo a atuação no varejo e essa é a sua 11ª loja na cidade de São Paulo. O novo modelo mostra a história e os conceitos da Natura, com ingredientes da biodiversidade brasileira utilizados nos produtos da marca. “O movimento reforça a estratégia multicanal da empresa, que busca atender todos os perfis de clientes em diferentes ocasiões de compra. Queremos levar a melhor experiência aos nossos consumidores”, afirmou Paula Andrade, diretora de Varejo da Natura.

“Em um ambiente que valoriza a jornada do consumidor, a tecnologia está a serviço do cliente”, completou Andrade. De acordo com a executiva, no novo conceito de loja há a oportunidade de vivenciar uma experiência virtual da linha Ekos, conectando-se às comunidades extrativistas da Natura com óculos de realidade virtual, experimentando vários looks em um espelho virtual para maquiagem e fazendo uma avaliação exclusiva de diagnóstico de pele para indicação da melhor solução de hidratação. Para facilitar a realização do pagamento, ele também pode ser feito por sistema mobile, trazendo uma experiência de compra mais dinâmica e fluida.

A loja está segmentada em duas ilhas principais, que permitem maior experimentação de produtos da marca e conhecimento dos ingredientes da biodiversidade. A primeira ilha, com produtos de cuidados pessoais, traz a linha Ekos, que é 100% vegana e conta com mais de 90% de ingredientes naturais da biodiversidade brasileira.

A Casa de Perfumaria do Brasil, que traz as fragrâncias exclusivas da Natura, com ingredientes da biodiversidade brasileira, álcool orgânico e vidro reciclado, ocupa a segunda ilha.

A loja também possui um ponto de logística reversa. Neste novo modelo de loja, o consumidor poderá retornar a embalagem de qualquer produto cosmético da marca já utilizado, que será transformado em novos frascos, reforçando o posicionamento da marca voltado para a sustentabilidade.

Além da presença na cidade por meio da loja própria, os consumidores podem adquirir produtos da marca por meio de suas consultoras ou nas franquias Aqui Tem Natura, modelo de negócios que busca estimular o empreendedorismo de sua rede de consultoras.

Varejistas norte-americanos apostam em unidades dentro de campus universitários

A rede norte-americana Target está tentando atrair estudantes universitários. Para alcançá-los, a oitava maior varejista nos EUA está apostando em mini-lojas, que tem cerca de um terço do tamanho de uma unidade típica. De acordo com Jacqueline DeBuse, porta-voz da empresa, o mix foi reduzido e feito com base em uma seleção cuidadosa de produtos, gerando forte alta nas vendas e impulsionando sua expansão.

Nos últimos anos, a Target abriu novas unidades em cerca de 100 campi. Ela planeja abrir aproximadamente 30 dessas lojas de pequeno formato em faculdades anualmente, nos próximos anos, assim como em cidades e outras áreas sem espaço para unidades de tamanho normal.

Como a Target estoca uma grande variedade de itens e sua cadeia de suprimentos permite que o varejista concilie prontamente produtos com base no interesse do consumidor, suas lojas menores são capazes de atender à demanda por itens específicos para seus clientes universitários, como alimentos no formato grab-and-go, eletrônicos e roupa de cama que se encaixa nos colchões do dormitório.

O varejista não está sozinho. Enquanto as faculdades há muito olham para as empresas externas para ajudá-las a incluir recursos como livrarias e restaurantes fast-food no campus, um novo impulso no varejo inclui lojas de departamentos, supermercados e até mesmo lojas de marcas populares de vestuário.

“Os bons varejistas estão sempre procurando uma saída”, disse Steve Niggeman, vice-presidente executivo da Metro Commercial, que faz negócios imobiliários entre faculdades e varejistas, incluindo a Target. Enquanto as faculdades variam em tamanho e cultura, seus alunos, funcionários e, até mesmo os pais visitantes, podem ser clientes “bastante cativos”, acrescentou.

No final do ano passado, a cadeia de supermercados Publix, com sede na Flórida, abriu sua primeira loja em campus, localizada em terras arrendadas da University of South Florida (USF – Universidade do Sul da Flórida), embora já tivesse uma loja a menos de dois quilômetros e meio do campus de Tampa. O local, cerca da metade do tamanho de seu supermercado típico, está localizado próximo à nova vila residencial da escola, que pode abrigar cerca de 2.000 estudantes.

Para Ana Hernandez, vice-presidente assistente de habitação e educação residencial na universidade, estas iniciativas tem sido um sucesso em vários níveis. Os estudantes estão à procura de mais comodidades, ela disse, enquanto a universidade está procurando maneiras de aprofundar as conexões dos alunos com a comunidade do campus. Antes do acordo, acrescentou, o governo estudantil da universidade aprovou uma resolução em favor da adição do supermercado e a Publix concordou em realizar pelo menos duas feiras de empregos a cada ano para oferecer aos estudantes empregos e estágios.

“Não há dúvida de que os varejistas estão tentando gerar lealdade”, disse Nick Egelanian, presidente e fundador da empresa de varejo SiteWorks. Embora haja um grande movimento de faculdades e universidades para construir mais moradias estudantis, os varejistas sabem que estar associado a um dormitório é uma experiência positiva para a marca, acrescentou.

Ainda assim, Niggeman adverte que nem toda escola pode suportar esse tipo de varejo. De fato, a USF tem 50.000 estudantes, incluindo cerca de 6.300 que moram no campus. Ele estima que as faculdades com pelo menos 20.000 estudantes poderiam apoiar o varejo adicional no campus. À medida que mais estudantes escolhem a faculdade com base no tipo de “experiência” que podem ter, as opções de varejo podem se tornar um fator da decisão, disse.

Dada a popularidade das roupas esportivas, por exemplo, Niggeman acredita que cadeias como a Lululemon teriam ótimos resultados em alguns campi. Na verdade, a Lululemon abriu lojas temporárias “sazonais” perto de várias instituições, incluindo uma perto da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia, no ano passado.

Egelanian pensa neste crescimento como uma nova variação de um tema antigo. “Sempre existiu varejo em faculdades”, ele disse, acrescentando que algumas, como a Universidade de Harvard, a Universidade de Georgetown e a Universidade da Califórnia, em Los Angeles, estão  em bairros bem estabelecidos, repletos de lojas de varejo.

Citando o crescimento da Target, Egelanian argumentou que as novas lojas são mais uma consequência de cadeias de varejo que se deslocam para áreas urbanas. Mas ele afirmou que a capacidade do varejista de se ajustar agilmente para atender à demanda dá uma vantagem a outros varejistas, como o Walmart, nesse tipo de mercado. Por sua vez, o Walmart recuou em uma iniciativa semelhante há alguns anos.

Um dos grandes varejistas das faculdades, a Barnes & Noble, percebeu mudanças nas tendências de varejo nos campi. A rede agora atualiza sua mercadoria de três a quatro vezes por ano, disse Kenneth Wincko, vice-presidente de marketing da Barnes & Noble College. Dentro de suas lojas em campus, a livraria está experimentando o varejo especializado, com curadoria de produtos de saúde e beleza, revistas, roupas esportivas e outros itens relacionados ao bem-estar.

A Barnes & Noble também tenta se integrar à vida no campus de outras maneiras, recebendo até 3.000 eventos por ano e abrindo lojas pop-up perto de estádios esportivos durante grandes torneios. A rede também está aberta ao feedback dos alunos. Por exemplo, quando a Barnes & Noble adicionou um café dentro de sua loja no campus da University of Central Florida (UCF – Universidade do Centro da Flórida), os estudantes pediram para comprar plantas – então a rede agora está testando a inclusão de floriculturas em suas lojas, afirmou Wincko.

A rede atualmente tem cerca de 770 unidades em campus e Wincko disse que há planos para adicionar dezenas a mais a cada ano.

Para ficar em contato com as necessidades dos alunos, a Barnes & Noble pesquisa anualmente 100.000 estudantes, usando endereços de e-mail coletados nas lojas do campus. Resultados recentes da pesquisa mostraram que metade dos alunos que responderam não tem todos os materiais necessários no primeiro dia de aula. Para resolver isso, a empresa está trabalhando com o corpo docente para identificar itens necessários, de livros a equipamentos de laboratório, para que a loja possa adequar seu estoque antes do início do semestre.

Os estudantes de hoje podem estar à vontade para fazer compras online (em alguns casos, mesmo durante as aulas), mas Wincko e outros executivos do setor acreditam que as lojas de tijolo e argamassa, aliadas ao comércio eletrônico, continuam sendo fundamentais.

A Target aumenta a capacidade de alunos, ou seus pais, comprarem itens online e buscá-los em uma loja próxima em uma hora, disse DeBuse. A varejista está apresentando um crescimento nas vendas de dois dígitos nesta modalidade, que é especialmente popular no início do ano acadêmico, acrescentou.

Os pontos de coleta da Amazon nos campi universitários ou próximos a eles têm um objetivo semelhante.

No entanto, o bônus para os varejistas que querem fazer negócios no campus, de acordo com DeBuse, é a capacidade de criar sentimentos positivos sobre a marca, assim como muitos alunos estão começando a tomar suas próprias decisões de compra.

Niggeman não tem certeza de onde essa tendência vai acabar. “Não vamos colocar 1 milhão de pés quadrados” de varejo no campus, afirmou. Mas as faculdades que estão aumentando o número de matrículas devem considerar como o varejo influencia esse crescimento. “À medida que você expande as matrículas, precisa de mais apoio”, disse.

Para Marcos Hirai, sócio-diretor da GS&BGH, esta movimentação dos varejistas norte-americanos é natural e representa a hiperconveniência: “O varejo precisa estar onde o consumidor está. Quanto mais perto dele (o consumidor), maiores as chances de conversão de vendas. Com o advento dos deliveries e do m-commerce, passa a ser uma maneira do varejo físico se fazer presente, trazendo lojas mais perto nos diferentes momentos do consumidor.”

Marca americana inicia venda de bonés em vending machines

A New Era, marca americana que faz sucesso entre os jovens, irá testar vending machines para comercializar seus produtos mais famosos, os bonés. A intenção da marca é ampliar sua participação no mercado brasileiro. O primeiro equipamento foi instalado no Shopping Light, na região central de São Paulo, em fevereiro. A máquina vende 12 modelos de bonés, com preços entre R$ 99,90 e R$ 179,90. O Brasil é o primeiro país a receber a iniciativa, que foi ideia do escritório local que sugeriu para a sede nos Estados Unidos.

Artur Regen, presidente da New Era no Brasil, afirmou em comunicado que “o país é um mercado importante para a marca e estamos aumentando a nossa presença por aqui, abrindo franquias e buscando novas formas de atender o nosso consumidor final”. Caso os resultados sejam positivos, a marca estuda usar as vending machines em eventos, como festas, feiras, shows, jogos esportivos, entre outros.

A New Era nasceu em Buffalo, Nova Iorque, em 1920. Foi criada pelo alemão Ehrhardt Koch e opera no Brasil desde 2010. A empresa é a fabricante oficial dos bonés da MLB (Major League of Baseball), a liga oficial de baseball dos Estados Unidos; da NFL (National Football League); e da NBA (National Basketball Association). Detém a licença para produção de vestuário dessas três ligas americanas no Brasil. Fornece o boné oficial de clubes brasileiros de futebol como Atlético Paranaense, Cruzeiro, Fortaleza, Fluminense e Botafogo, além de produzir modelos de bonés licenciados de outros times locais.

A New Era tem presença no varejo através de franquias desde 2015. Atualmente, são 21 operações, informa a marca ao GBLjeans. Com previsão de abrir outras 15 até o final de 2019, de modo a encerrar o ano com 36 lojas de varejo. A intenção é ganhar capilaridade abrindo franquias nas principais capitais e em cidades com mais de 200 mil habitantes.

* Imagem reprodução

Pinterest e Natura se juntam no mundo digital

natura

Para oferecer acesso a seus produtos e se aproximar do público jovem, a Natura fechou uma parceria com o Pinterest, rede social focada na descoberta e na coleção de imagens. Os usuários do aplicativo agora podem comprar itens das produções postadas no perfil Maquiagem Natura.

Para usar basta clicar nos pins, que são aquelas imagens salvas no perfil da rede social, “Shop The Look”, pontinhos brancos marcam os itens de maquiagem usados na produção. Ao clicar nos pontos brancos, o usuário consegue ver quais produtos foram usados e é levado para compra diretamente na loja virtual da Natura.

Outra funcionalidade oferecida pela Natura em parceria com o Pinterest é o Pincode, um código personalizado que, quando escaneado através do aplicativo da rede social no celular, leva o usuário para um conteúdo exclusivo no perfil Maquiagem Natura.

“O consumidor busca cada vez mais ter uma experiência completa de compra, unindo a sensorialidade do mundo físico com a facilidade das compras online. O Pinterest já é fonte de inspiração para nossas clientes e temos uma presença relevante nessa rede social, que será fortalecida com essa parceria. Buscamos soluções criativas para atender aos consumidores, sempre com foco no relacionamento, que é a essência da Natura”, explica Murillo Boccia, diretor de negócios digitais da empresa.

http://adnews.com.br/social-media/pinterest-e-natura-se-juntam-no-mundo-digital.html

Instagram libera recurso para compras no Brasil

Instagram

A partir de agora as páginas de negócios no Brasil, seja qual for o tamanho do empreendimento, terão acesso ao novo recurso de compras no Instagram. A novidade permite aos perfis comerciais marcarem produtos em suas publicações orgânicas. A ferramenta, que estava sendo testada desde o ano passado nos Estados Unidos, agora está disponível por aqui e em mais sete países: Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido.

A ideia, de acordo com o Instagram, é permitir que as pessoas possam explorar, conhecer e comprar produtos das empresas que elas seguem por meio do novo botão no aplicativo. A Nama, que produz peças de decoração feitas em impressora 3D e a loja online de moda feminina Amaro foram as primeiras a testar a ferramenta no Brasil.

“A Nama nasceu no Instagram. A plataforma sempre foi a nossa vitrine, pois conseguimos mostrar aos nossos clientes os produtos de uma forma menos tradicional, com fotos mais espontâneas e menos produzidas. A ferramenta para compras veio para completar nossa vitrine, disponibilizando preços e fechamento da compra sem precisar sair da plataforma, o que facilita muito o processo de compra para o cliente”, afirma Joanna Cariello, fundadora da Nama.

“A proposta da Amaro é oferecer as últimas tendências de moda com preços acessíveis e muita conveniência. Por ser mobile-first, o novo recurso do Instagram nos ajuda justamente na conveniência, já que permite uma experiência de compra fluida e integrada. Estamos muito empolgados em ser uma das primeiras marcas a estrear esta ferramenta e por proporcionar uma nova experiência de descoberta para as clientes Amaro”, explica André Martins, Head de Performance Marketing na Amaro.

http://adnews.com.br/social-media/instagram-libera-recurso-para-compras-no-brasil.html