Arquivo da categoria: Marketing Digital

Rede de supermercados Zona Sul passa a oferecer pagamento por reconhecimento facial

Tecnologia conecta o rosto de cada usuário com o seu cartão de crédito

A rede de supermercados Zona Sul, presente na capital do Rio de Janeiro, passa a oferecer em uma de suas lojas físicas a opção de identificação e pagamento por reconhecimento facial. A solução é uma parceria com a startup Payface, especializada em soluções digitais para reduzir filas e acelerar o processo de vendas do varejo.

A nova tecnologia conecta o rosto de cada usuário com o seu cartão de crédito. Usando apenas o rosto, o consumidor também poderá identificar-se no programa de fidelidade da rede e ter acesso a ofertas e benefícios. A tecnologia foi instalada em todos os checkouts do Zona Sul da avenida das Américas, na Barra da Tijuca. Localizada no condomínio Santa Mônica, a unidade é modelo na rede.

O usuário pode baixar gratuitamente o aplicativo da Payface no seu celular e cadastrar seu rosto e formas de pagamento. Na hora do pagamento, o consumidor deve ficar em frente a um dispositivo móvel instalado próximo ao caixa e fazer sua identificação com o rosto.

Experiência de compra

Fundada em 1959, a rede de supermercado Zona Sul conta hoje com 43 lojas espalhadas por diferentes bairros e regiões da cidade do Rio de Janeiro. Renata Leta, gerente de marketing da empresa, explica que a loja da Barra da Tijuca busca constante melhoria da experiência de compra dos clientes.

“Temos um espaço pensado para que os clientes não só possam fazer suas compras, como também ter diversas experiências, incluindo o ambiente digital. Imagina não precisar tirar a carteira do bolso ou nem se preocupar em levar o cartão para o supermercado. Isso proporciona mais praticidade e agilidade para o cliente na hora de finalizar a compra.”

Fundada em 2018, a Payface teve os primeiros pilotos implementados pela rede de supermercados Angeloni, de Florianópolis, pela rede Super Muffato, de Londrina, e pela Drogaria Iguatemi, em São Paulo (SP).

Eládio Isoppo, cofundador e CEO da startup, assegura que a solução de pagamento por reconhecimento facial beneficia a segurança das transações. “Com o uso de tecnologia liveness, nossa ferramenta consegue diferenciar rapidamente uma pessoa real de uma foto, vídeo ou até máscara do usuário. Por isso, nós conseguimos entregar uma solução extremamente segura sem afetar a experiência do usuário”

Redação – 24/09/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/09/24/rede-de-supermercados-zona-sul-reconhecimento-facial

Natura &Co investe no figital para proporcionar experiência ao consumidor

Ações conjugadas trazem recorrência maior, segundo vice-presidente de Varejo da Natura &Co, Paula Andrade, em entrevisa exclusiva à Mercado&Consumo

Com 51% da receita do segundo trimestre de 2021 vinda das vendas digitais e por relações, o Grupo Natura – composto pelas marcas Natura, Avon, The Body Shop e Aesop – quer fazer cada vez mais ações conjugadas entre o físico e o digital para atender melhor e levar experiência ao consumidor. “Nosso cliente já é híbrido e isso traz uma recorrência muito maior do que olhando um canal individual”, afirma Paula Andrade, vice-presidente de Varejo da Natura &Co na América Latina, em entrevista exclusiva à Mercado&Consumo.

Paula será uma das palestrantes do Latam Retail Show, maior evento B2B de varejo e consumo no Brasil, que será realizado entre os dias 14 e 16 de forma 100% virtual e terá cobertura especial do portal.

Natura &Co investe no figital para proporcionar experiência ao consumidor

A executiva destaca as lojas flagship, que oferecem espaços de convivência e ferramentas digitais para melhor atender o consumidor. A Natura possui hoje 30 lojas nesse modelo. Como exemplo, Paula cita a loja inaugurada na rua Oscar Freire, um dos endereços mais charmosos da cidade de São Paulo.

O espaço conta com obras exclusivas dos irmãos Campana, que remetem aos ativos amazônicos, região na qual a Natura se relaciona com mais de sete mil famílias. Lá, o consumidor pode ver toda a cadeia de produção da marca por meio de um óculos virtual, fazer um caminho olfativo com a ferramenta perfum.Ar, que possibilita escolher qualquer fragrância da marca e senti-la digitalmente, ou testar os produtos de maquiagem em um espelho virtual.

“Já antes da pandemia a gente falava em espaços de convivência, de lojas que oferecessem mais do que só venda transacional e agora isso é mais do que necessário. Elas têm que ser convidativas e híbridas, que é o figital, como trazer o espaço entre o físico e o digital para melhor proporcionar a experiência para o consumidor”, diz Paula.

Segundo ela, o varejo tem um papel importante porque não só traz o cliente que normalmente não acessa a Natura pela venda direta, como também faz com ele amplie seu conhecimento sobre o reportório das marcas e produtos.

Ferramentas para as consultoras

Além da experiência e da conveniência dos consumidores, as ferramentas digitais também são um caminho para permitir que as revendedoras e as consultoras de loja façam um melhor atendimento. Englobando as quatro marcas, o grupo possui mais de 8 milhões de representantes e consultoras no mundo. Na América Latina, são 4,5 milhões concentradas entre Avon e Natura.

“Na pandemia, em 2020, nós aceleramos o processo de prover ferramentas e espaços digitais para que as consultoras consigam fazer seus negócios, além de aumentar a penetração de nosso e-commerce junto aos nossos clientes”, afirma. Outra aposta foi a digitalização das revistas, o que gerou um número expressivo de compartilhamento.

Segundo Paula, o social selling tem sido importante para alavancar as vendas pelos canais digitais. “O social selling proporciona um novo modelo de negócios de fazer a venda de produtos pelas consultoras, representantes e também pelas nossas consultoras de lojas. E o nosso papel é gerar ferramentas para que a consultora e a representante estejam cada vez mais antenadas com esse futuro, ampliando sua rede de relacionamento”, diz.

de Larissa Féria – 2 de setembro de 2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/09/02/natura-co-investe-no-figital-para-proporcionar-experiencia-ao-consumido

Você sabe com quem está falando? Os shoppings, finalmente, começam a responder que sim

Em um dia qualquer, você chega de carro no shopping e encontra uma vaga. Estaciona o veículo, procura a entrada mais próxima para o mall, escolhe um restaurante e almoça ali com a família. Depois passeia pelos corredores, olha algumas vitrines e se interessa por um celular. Entra na loja, consulta o preço e decide pesquisar sobre aquele modelo mais tarde, na internet. Antes de voltar para o carro, usa o banheiro e em seguida paga o estacionamento em um caixa automático. Vai embora, sem fornecer para o shopping nenhuma informação sobre quem você é, onde e como gastou (ou deixou de gastar) seu dinheiro.

Já pensou nisso?

Algo parecido acontece todos os dias ao redor do planeta: milhões de pessoas visitam shopping centers e esse imenso manancial de dados se perde por falta de processos na captura e na gestão de tantas e valiosas informações. Esse cenário, no entanto, começa a mudar. No Brasil, uma das redes que mais tem avançado nesse sentido é a Multiplan e os primeiros resultados são bem promissores.

Quer um exemplo? Entre maio e junho desse ano a Multiplan enviou para seus clientes uma oferta, por meio do aplicativo Multi: quem fizesse uma reserva no Outback nas duas semanas seguintes receberia um cupom que dava direito uma entrada, de graça. Nada menos do que 14 mil pessoas decidiram fazer a reserva. O mais interessante são os sinais de que a ação pode ter de fato incrementado fluxo. No Shopping Anália Franco, em São Paulo, 58% dos que resgataram o brinde o fizeram nos dias seguintes ao recebimento do cupom digital.

Em outra boa iniciativa, a Multiplan ofereceu no começo do ano, para um grupo de clientes com participação destacada na promoção de Natal, o benefício de usar o estacionamento de seus shoppings gratuitamente por três meses. Além de mapear o lugar onde residem, a Multiplan também registrou o consumo dessas pessoas. Por exemplo, no JundiaíShopping, 60% das pessoas que usaram o estacionamento no período acabaram participando das promoções seguintes, no Dia das Mães e Namorados, gastando em média 27% mais do que os outros participantes dessas campanhas.

A ideia de capturar informações em cada interação dos clientes com o shopping é tão ambiciosa quanto necessária. No caso da Multiplan, a chave para isso é o app Multi, que serve não apenas para viabilizar vendas online para os clientes, mas também para dar acesso às tradicionais promoções dos shoppings, entre outras coisas. Ao todo a rede trabalha com impressionantes 380 pontos de captura de dados dos clientes, das cancelas do estacionamento ao wi-fi gratuito, passando por serviços, como fraldário e empréstimo de carrinhos de bebê.

Curiosamente os sorteios, que originalmente tinham como objetivo estimular vendas das lojas, ganharam uma nova e mais relevante função, que é alimentar com dados transacionais o OmniMIND, algoritmo desenvolvido pela Multiplan. Da mesma forma, a rede não cobra take rate dos lojistas pelas vendas online feitas por meio do Multi justamente para incentivar o uso, ciente de que o ouro está no conhecimento que pode adquirir sobre os hábitos de consumo dos usuários.

A ideia de monetizar a numerosa base de clientes que os shoppings possuem é relativamente nova mas, acredite, esse é um caminho sem volta. Dessa forma é possível entregar mais valor aos lojistas em troca do que pagam pela ocupação das lojas, elevar vendas gerando receitas adicionais por meio do aluguel variável, atrair investimentos promocionais de lojistas e anunciantes, pavimentando assim o caminho para a evolução do modelo de negócio dos shopping centers.

Os shoppings que ainda seguem a cartilha do real estate provavelmente continuarão concentrando recursos exclusivamente em estímulos para atrair boas marcas para o tenant mix. Os mais atentos aos novos tempos certamente distribuirão esses investimentos de forma mais equilibrada, de olho na construção de um sistema de captura e gestão de dados, capaz de alimentar todo o seu ecossistema de negócios.

Como dizia W. Edwards Deming, “em Deus confiamos, todos os outros devem trazer dados”. Em breve essa frase vai se tornar mantra também nas empresas de shopping centers. Aguarde.

Luiz Alberto Marinho é sócio-diretor da Gouvêa Malls. – 05/08/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/08/05/voce-sabe-com-quem-esta-falando-os-shoppings-finalmente-comecam-a-responder-que-sim

Marketing Digital e Douglas Souza: o que podemos aprender com esse ícone e utilizar em nossos negócios?

Douglas Souza representa a seleção brasileira masculina de vôlei nas Olimpíadas de Tóquio 2020 e é um fenômeno nas mídias sociais1Shares1

Douglas foi campeão pela mesma seleção em 2016, porém, só viralizou agora. O jogador é natural de Santa Bárbara d’Oeste (SP) e foi recentemente vice-campeão da Liga Mundial de Vôlei e o primeiro jogador da seleção masculina brasileira de vôlei a se declarar gay, em 2018.

instagram.com/douglasouza/ tem feito muito sucesso nas mídias sociais, onde em menos de uma semana, conquistou mais de dois milhões de seguidores só no Instagram, com postagens e vídeos bem-humorados, tornando-se o jogador de vôlei mais seguido do mundo e considerado a nova Juliette Freire (ex-BBB que conquistou o coração de todo Brasil).

Adoro seguir o Douglas no Instagram e fiquei refletindo: o que sua marca pode aprender com ele para bombar nas redes? Trouxe para vocês algumas estratégias bem-sucedidas desse jogador icônico, para você se inspirar e aplicar nas redes sociais de sua marca.

Autenticidade e vulnerabilidades

O que torna Douglas Souza um fenômeno é a sua personalidade única e não ter medo de mostrar que ele é “gente como a gente”. Os usuários do Instagram estão cansados de ver vidas perfeitas, pessoas intocáveis, e Douglas traz uma conversa gostosa e informal com sua audiência, principalmente em seus stories, trabalhando de maneira muito bem-humorada.

Ele mostra seus acertos, seus erros (por exemplo, no segundo jogo da seleção masculina de vôlei, disputado com a Argentina, Douglas erroneamente pediu para rever o lance, achando que o juiz tinha errado o ponto ao adversário e assumiu que ficou com muita vergonha disso).

Ele também compartilha as músicas que escuta no momento, de maneira leve e verdadeira, sem deixar de manter seu profissionalismo, afinal, Douglas é um dos melhores jogadores do Brasil na atualidade.

Trabalhe com humor

Humor é um sentimento universal positivo e mexe muito com o nosso inconsciente. Temos diversos jogadores de vôlei produzindo conteúdo, mas o que vai marcar e ficar na mente dos usuários são aqueles que sabem trabalhar com sentimentos universais (preferencialmente os positivos).

Ao mostrar o perrengue e as filas para pegar a roupa lavada na concentração (há dias ele tenta pegar suas roupas), pular na cama de papelão para mostrar a sua resistência, as brincadeiras com os jogadores mais sérios do vôlei, comparar sua bagunça com a do jogador Borges (que ele chama de Jorges), que divide o mesmo quarto que ele, “trolagens” com os jogadores e várias outras. Douglas é uma fábrica de meme.

Logo, sua marca precisa entender como trabalhar com sentimentos universais positivos com seu público, principalmente utilizando o humor.

Mostre bastidores

Douglas entende muito bem o que a sua audiência quer ver, vai lá e mostra. Foi o caso da cama feita de papelão: ele fez questão de pular na mesma, a qual fez um barulho que estava quebrando.

Ele também mostra os treinos da Seleção, seu casamento, o calor de Tóquio, os perrengues da lavanderia e dos bastidores da vida dos jogadores nas Olimpíadas.

Logo, empresa, é importante que você entenda o que sua audiência tem curiosidade em ver, de modo que sua marca se torne mais próxima do público.

Utilize todos os recursos no Instagram

Douglas Souza mescla sua publicação com stories (caixinha de perguntas e respostas, interação com público, bastidores e humor), reels (bastidores, humor e trechos de sua atuação na seleção e no time que joga), postagens no feed (parceria com as marcas e seu trabalho na seleção). Além do mais, Douglas também comunica no Instagram seus vídeos novos no YouTube e, ao mesmo tempo, conversa com sua audiência para entender suas necessidades.

De nada adianta montar uma personagem nas mídias e ser uma pessoa totalmente diferente longe das telas. Douglas mostra coerência entre a vida on-line e offline.

Trabalhe o pygital (físico e on-line)

Além disso, ele tem trabalhado a sua marca não apenas no Instagram, mas também fechou contrato com uma assessoria de imprensa, que o auxiliará a fazer pontes com outros profissionais e marcas que tenham sinergia com sua marca pessoal.

Douglas Souza nos mostra que é possível, sim, ser profissional e, ao mesmo tempo, não perder a sua essência: ser rápido, preciso e fundamental nos jogos da seleção de vôlei, sem deixar de arrancar boas risadas e gerar conteúdo e entretenimento para sua audiência.

Artigo por Mariana Munis, Heidy Orui – 27/07/21 – Marketing Digital e Douglas Souza: o que podemos aprender com esse ícone e utilizar em nossos negócios? (adnews.com.br)

Por que devemos dominar os 5Cs do E-commerce?

Segundo a 7ª edição do relatório Neotrust, foram realizadas 78,5 milhões de compras online nos três primeiros meses de 2021, um crescimento de 57,4% puxado principalmente, em decorrência da pandemia. Em um mercado em constante evolução e com os seus principais players já consolidados, a grande pergunta é: Como fazer para que a minha marca seja encontrada no e-commerce e lembrada pelo meu público-alvo nos momentos em que este decide fazer uma compra nos meios digitais?

Uma forma para garantir que isso ocorra, é através dos 5Cs do e-commerce: Customer Journey, Channels, Customer Acquisition, Conversion Rate Optimization e Content.

Customer Journey, A Jornada do Usuário

Um dos principais temas do ano de 2021, a compreensão das etapas do processo para que um usuário efetue uma compra se tornou primordial para que o seu e-commerce tenha sucesso. Quando falamos sobre este tópico especificamente, lembro de uma palestra do Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, dizendo que a jornada de compra dos usuários, não é mais linear e o nosso principal objetivo é reduzir a fricção em todos os nossos pontos de contato, pois essa fricção, gera a perda de usuários ao longo do caminho.

Mas claro, a jornada precisa de uma etapa anterior que é o conhecimento do nosso público-alvo, seja através de pesquisa ou definição de personas.

Channels, os nossos canais de aquisição

CRM, SEO, os mais diversos canais de mídiaredes sociais, afiliados ou outros canais, aqui o desafio é compreender o objetivo e resultado de cada uma dessas frentes, seja para gerar mais tráfego, conhecimento de marca, movimentar o usuário dentro do funil de vendas, conversões, compra e recompra. Importante pensar que todas as estratégias são necessárias para fazer com que o e-commerce seja sustentável, pois eles quando trabalhados de uma forma integrada tendem a apoiar os usuários.

Aqui as grandes perguntas são: Qual canal gera mais tráfego? Qual canal possui o maior ROI? Qual canal gera o maior número de novos usuários?

E no caso dos canais de aquisição trabalhar com modelos de atribuição, como o DDA do Google Analytics é o grande ponto de atenção.

Customer Acquisition

A compreensão do esforço necessário para adquirir novos clientes também requer uma atenção especial e se possível, um profissional dedicado no time para trabalhar este ponto, pode ser o grande diferencial para gerar um projeto com maior retorno financeiro. Aqui o cálculo de CAC (custo de aquisição de cliente) geral do site e também segmentado por canal, deve sempre estar na ponta da língua. Mas tão importante quanto compreender o CAC é também compreender o CLV (Customer Lifetime Value), também conhecido como CLTV ou LTV, para prever o quanto este novo cliente deve consumir conosco ao longo de um período de tempo.

Um exemplo é pensar em queimar a margem de um produto de entrada, pensando que este produto, pode gerar novos clientes que ao longo do tempo, devem comprar X a mais para compensar este investimento.

CRO, Conversion Rate Optimization

Os mantras do CRO são: Objetivos, Hipóteses, ferramentas, colaboração, paciência e humildade. Sem esses elementos é impossível fazer com que o seu projeto de CRO seja bem-sucedido. Lembre-se sempre, as hipóteses devem ser testadas e somente através de um processo de mensuração confiável, ele passa a ser estatisticamente válido.

Fazer CRO, não é sobre estar certo, mas sim, como reduzir os pontos de fricção dentro do nosso site e fazer com que este atinja o seu objetivo com mais facilidade.

Aqui, método é extremamente importante, seja através de uma metodologia própria, como é o caso da Cadastra ou squads trabalhando em metodologia ágil com um time de Growth, o importante é definir etapas e segui-las sem se sabotar.

Content

O conteúdo é rei! A primeira vez que li essa frase foi em 2004, no Livro “Não me faça pensar” de Steve Krug, na época disruptivo, hoje, tão necessário quanto a água, os conteúdos, seja textual, por vídeo, imagem ou áudio (podcast) são a grande “cola” para que os demais Cs se conectem e façam com que o nosso Cliente (Customer) compre conosco e não com os nossos concorrentes. O nosso conteúdo é a nossa visão sobre aquele determinado produto ou serviço e dentre os 5Cs é sim o de maior valor, pois este quando é único e adequado ao nosso cliente, ele não só irá comprar conosco, mas também, recomprar e indicar o nosso site.

“One C to rule them all”

Os 5Cs são bastante importantes e quando falamos sobre a Experiência do usuário ou Experiência do cliente, devem ser a fundação para um e-commerce de sucesso. Alguns especialistas defendem que a pandemia gerou o chamado “Fim do começo da era das compras virtuais” e com isso o campo para inovação é maior do que nunca, mas independente do caminho que o e-commerce deve percorrer, o foco no cliente ainda será o ponto central por muito tempo e garantir sua experiência e satisfação a base de sua operação.

*Victor Magalhães é Digital Operations Director na Cadastra, empresa pioneira em serviços digitais em comunicação, tecnologia e dados no Brasil – 14/07/21 – Por que devemos dominar os 5Cs do E-commerce? – ADNEWS

Sam’s Club aposta em tecnologia que permite que clientes escaneiem e despachem produtos

Tecnologia calcula os itens que cabem no porta-malas do carro do consumidor e processa o envio das mercadorias maiores

Clube de compras do Walmart, o Sam’s Club está testando nos Estados Unidos uma nova ferramenta digital batizada de Scan & Ship. A ideia é melhorar a experiência de compra, facilitando todo o processo de pagamento e transporte dos produtos até a casa dos consumidores.

Ao permitir que os produtos sejam escaneados com um smartphone, a tecnologia calcula numa única operação os itens que cabem no porta-malas do carro do consumidor e processa o envio das mercadorias maiores diretamente para o local de entrega.

“Queremos ter produtos ótimos a preços disruptivos. E queremos ter certeza de que estamos provendo conveniência a nossos membros”, disse Kath McLay, CEO do Sam’s Club, à CNBC. “O que de fato aprendemos na pandemia é que precisamos nos manter fiéis a essa estratégia.”

Take away na pandemia

Durante a crise sanitária, o Sam’s Club implementou sistemas de take away em todas as suas lojas nos EUA. Com o serviço Scan & Ship, é ideia é contar com opções digitais para se destacar dos concorrentes. O novo serviço se tornará um recurso do Scan & Go, que permite aos clientes registrar as compras com um smartphone à medida que adicionam itens aos carrinhos de compras.

A empresa também projetou e lançou para os funcionários ferramentas baseadas em aplicativos, incluindo um serviço habilitado para voz chamado Ask Sam, que ajuda a localizar itens e responder às perguntas dos clientes.

Ao testar e lançar novas maneiras de os consumidores fazerem compras, o Sam’s Club impulsionou seu próprio crescimento e se tornou uma incubadora de tecnologia para sua empresa-mãe.

As vendas online e em lojas abertas há pelo menos 12 meses cresceram mais rápido no Sam’s Club do que no Walmart no ano passado. No primeiro trimestre, o crescimento em lojas físicas e no e-commerce do Sam’s Club nos EUA foi de 7,2% e 47%, contra 6% e 37% no Walmart.

 de Redação – 14 de julho de 2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/07/14/sams-club-aposta-em-tecnologia-que-permite-que-clientes-escaneiem-e-despachem-produto

A importância do SEO na estratégia de marketing digital

Atualmente usamos os sites de buscas como o Google para perguntar sobre tudo. Como fazer transferência de dinheiro para o exterior? O que é Data Driven Marketing? O que é SEO? Como se preparar para o fim dos cookies? Qual é a previsão do tempo em Ubatuba no final de semana? O que é a LGPD? O que é Cringe? Enfim… sempre que precisamos de alguma informação, esta é forma mais utilizada pelos usuários na internet para conseguir as respostas para suas dúvidas. Sendo assim, qual é a importância do SEO na estratégia de marketing digital do meu negócio?

O que é SEO? Qual é o significado da sigla SEO?
SEO (Search Engine Optimization) é o conjunto de práticas e atividades que são capazes de melhorar o posicionamento do meu site no ranking orgânico do Google e de outros sites de busca como o Bing e o Yahoo!.

O que é SEM? Qual é o significado da sigla SEM?
SEM (Search Engine Marketing) é a estratégia de Marketing Digital que usa da visibilidade dos sites de buscas (Google, Bing e Yahoo!) para divulgar um site, negócio, serviço ou produto. Esta iniciativa envolve o investimento em mídia paga para ter seu anúncio exibido para usuários de acordo com sua estratégia de segmentação. Por exemplo: quero exibir o meu anúncio sobre Mídia Performance para todos usuários que pesquisarem pelo termo “Consultoria de Marketing Digital”, sendo que eu quero atingir apenas usuários de 30 a 60 anos que estão nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Em quais canais eu posso aplicar as técnicas e melhores práticas de SEO?
Sites (incluindo os principais CMS), Mídias Sociais, APPs, Blog, Press Releases, Campanhas.

SEO – Principais Ganhos:

  • A consultoria de SEO Performance melhora o posicionamento dos canais digitais da empresa no ranking orgânico dentro dos principais buscadores da internet (Google, Bing e Yahoo);
  • O trabalho de SEO resulta no aumento do tráfego de usuários no site da empresa (aumento de 20 a 40% no número de visitantes após aproximadamente 7 meses de trabalho);
  • Geração de novos negócios: com o aumento do tráfego orgânico de usuários provenientes do Google e outros sites de buscas, naturalmente você vai observar um aumento nas conversões realizadas pelo site.


“Na maioria dos casos, o trabalho de SEO precisa de quatro meses a um ano para implementar melhorias e, em seguida, ver benefícios potenciais.”

Google Developers Experts Program 

SEO em números: confira a importância do SEO na estratégia de marketing digital.

  • As taxas de conversão são em média 10 vezes maiores na pesquisa orgânica do que em redes sociais;
  • A primeira posição nos resultados de pesquisa orgânica do Google tem uma taxa de cliques de 34,36%;
  • As duas principais atividades online dos usuários são pesquisa em mecanismos de busca e checagem de email;
  • A estratégia de SEO é adotada por 69,3% das empresas brasileiras;
  • 28% das buscas por algo localizado nas proximidades resultam em uma compra;
  • Os e-commerces brasileiros que investem em SEO conseguem conquistar 13,2 vezes mais visitantes e 5,7 vezes mais clientes;
  • 93% de todo o tráfego vem de um mecanismo de busca;
  • Mais de 63% de todas as pesquisas são realizadas usando o Google;
  • 75% dos usuários nunca cliquem em resultados após a primeira página dos resultados de pesquisa;
  • No Google, 18% dos cliques orgânicos vão para o primeiro resultado da busca, 10% vão para o segundo e 7% vão para o terceiro.

Quais os serviços envolvidos no trabalho de SEO Performance?

Consultoria de SEO Performance contempla uma estratégia completa de otimização, passando por pontos como:

  • Pesquisa de keywords, incluindo o estudo de palavras-chave de mercado e relacionadas aos produtos e serviços oferecidos pelo cliente;
  • Estudos de ranking, benchmark de concorrentes e análise de autoridade do domínio nos principais sites de buscas, sendo que o levantamento deve considerar as keywords pesquisadas e definidas para a estratégia de conteúdo e SEO;
  • Estudo de Conteúdo e Fluxo de Site / LP e Redes Sociais do cliente;
  • Revisão On-Page Completa;
  • Análises Técnicas;
  • Criação e Adaptação de Conteúdos;
  • Relatórios de Acompanhamento;
  • Análise e proposição de soluções técnicas para otimização e performance orgânica;
  • Mapeamento de arquitetura cliente + ajustes ou desenvolvimento estrutural;
  • Otimização de Estruturas de URL e Metadados;
  • Avaliação técnica das tags de SEO;
  • Auditoria de rastreamento, carregamento e usabilidade.

Métricas & Performance: como posso analisar a importância do SEO na estratégia de marketing digital?

Para um trabalho de SEO Performance, é importante traçar metas. Veja abaixo alguns exemplos e modelos de avaliação de desempenho:

  • Posição no Ranking: como exemplo para a aunica, o objetivo pode ser melhorar a posição do meu site no ranking de buscas pelos termos relacionados ao meu negócio como: “Data Driven Marketing”, “Marketing Digital”, “SEO Performance”, entre outros. Analisamos a posição atual no ranking orgânico do Google e definimos uma posição que buscamos atingir e o prazo que esperamos obter o resultado almejado. Por exemplo: para a busca pelo termo “Data Driven Marketing”, hoje meu site está em 7º lugar e eu quero estar no Top 3 daqui 6 meses.
  • Tráfego Orgânico no Site: hoje tenho um tráfego (unique users) de 130 mil usuários por mês e queremos aumentar em até 40% o tráfego no período de 1 ano.
  • Conversões via Tráfego Orgânico no Site: hoje tenho uma média de 2.600 transações no meu site e quero aumentar para 4.000 em 1 ano.

Principais Indicadores de Performance:

  • Volume de visitas (tráfego orgânico);
  • Taxa de conversão (tráfego orgânico);
  • Ranking de Keywords (evolução + comparativo com concorrentes).

Quais as melhores ferramentas para desenvolver um projeto de SEO profissional?
A atividade de SEO Performance realizada de forma avançada e profissional requer o uso de ferramentas e plataformas. Veja a seguir algumas das principais:

  • AppBot
  • Ahrefs
  • SEMRush
  • SensorTower
  • Sitechecker
  • Screaming Frog
  • Uptime Robot

Cursos de Marketing Digital e SEO Grátis

30/06/21 – Alexandre Azevedo – A importância do SEO na estratégia de marketing digital – ADNEWS

NÃO SE FAZ MAIS SEO COMO ANTIGAMENTE

O Marketing de Busca é importante e usado há anos por profissionais de marketing digital, mas desde o nascimento dos buscadores, sejam eles o Architext (1993) ou o Google (1997), que as formas de trabalho mudaram bastante. Os fatores de ranqueamento mudaram, uns caíram e outras perderam peso, mas a cada dia o Google que se tornou uma marca de valor, vem desenvolvendo seus algoritmos para oferecer cada vez mais uma melhor experiência com o usuário.

Se em 2007 o importante para quem trabalhava com SEO era otimizar um site que fosse amigo do robô, ou seja, um site que atendesse a critérios técnicos de otimização para posicioná-los nas primeiras páginas dos buscadores, agora o jogo virou.

SEO nos dias de hoje está muito mais atrelado a User Experience (UX) do que a otimizações em PHP ou em plataformas de E-commerce. Não é que o título deixou de ser importante, mas não vai adiantar ter um site com os títulos otimizados se, ao mesmo tempo, o usuário não conseguir comprar o produto por demorar muito a carregar ou por não ser um site seguro (sem HTTPs, SSL etc).

O Google possui vários algoritmos e cada um deles se preocupa com o ranqueamento como um todo. Ao longo dos anos, várias mudanças são feitas nesses algoritmos.

Minha percepção diz que o povo só ficou mais atento às mudanças nos algoritmos do Google, quando duas mudanças grandes foram implementadas e são elas: o Panda e o Penguin entre 2011 e 2012. Várias mudanças em diversos algoritmos tiveram a sua importância, mas estas duas foram mudanças drásticas em seus lançamentos e chamaram a atenção dos profissionais de SEO para terem um olhar mais atento aos impactos que os algoritmos do Google podem causar.

Quando eu falo em Google, eu estou apenas preocupado com a maior fatia de mercado, não que os outros buscadores não sejam importantes, mas o Google hoje possui mais de 90% do share de buscas (mundo), então, vamos focar nele e nos seus sistemas de ranqueamento.

O Panda está em constante atualização desde 2011 e seu principal foco é punir conteúdo ruim. Como em 2011 e 2012, as pessoas produziam conteúdo imaginando que um robô fosse ler e fosse só buscar as keywords, o que ocorreu é que a inteligência do algoritmo panda era mais sábia do que o que se imaginava e na época, vários sites perderam ranqueamento por terem conteúdo ruim.

O Penguin está na ativa, desde 2012 e foca em avaliar as estratégias de link building dos sites e como em 2012, muitas empresas faziam traquinagens para conseguir links e tentar melhorar a autoridade, muitos sites foram punidos em 2012 também.

Existem ainda algoritmos como o Mobile Friendly, o Possum, criado em 2016 e focado em buscas locais e Google Maps, o Hummingbirdque está na ativa desde 2013 e tem uma preocupação mais semântica do conteúdo.

Ao invés de povoar o conteúdo com palavras-chave repetidas, fazendo o keywordstuffing (blackhatseo), o ideal é distribuir estas palavras de forma mais estratégicas no decorrer do texto e nos headingtitles (H1, H2, H3, H4 … até H6), ou seja, você pode estruturar seu site em até seis níveis trabalhando as palavras nestes subtítulos.

Em março de 2018, veio o Mobile First, que passou a priorizar a versão para dispositivos móveis dos sites. Já o Mobile Speed é uma versão lançada em Julho de 2018 e valoriza quem melhorar a experiência de carregamento do site nos dispositivos móveis.

Em Agosto de 2018, foi lançado o Medic Core, que impactou sites na área de saúde e sites de monetização. O objetivo é evitar que informações duvidosas como, por exemplo, um post sobre “10 dicas milagrosas para perder 10 quilos em dois dias” ou “5 dicas para chegar ao primeiro milhão em 1 mês” ocupassem as primeiras posições do Google.

Em Outubro de 2019, o Google lançou o Google BERT, que consegue interpretar cada consulta quase como um cérebro humano faz. As falhas são poucas e ele consegue fazer isso em português BR também. O BERT consegue identificar quando você está falando de uma manga saborosa (fruta) e quando está falando de uma manga curta (roupa).

Depois veio o core update em 2020 e basta clicar para saber mais sobre ele.

Agora, está previsto para maio de 2021 o lançamento do Google Page Experience que de acordo com o que já foi divulgado, vai priorizar o tempo de carregamento do site e outras variáveis que impactam em uma boa experiência com o usuário, ou seja, para fazer SEO hoje em dia, não adianta ficar preso com um racional focado em fatores técnicos, pois a maioria das plataformas já estão otimizadas ou possuem templates otimizados para esses fatores técnicos como URL amigável, árvore de categoria fácil de organizar, título do produto como <h1>, espaço para uma boa quantidade de conteúdo na descrição do produto, entre outros.

SEO agora, é sinônimo de boa experiência com o usuário.

Qual o papel do Especialista ou Gestor de SEO?

Um gestor de SEO deve se preocupar em ter um olhar atento às mudanças frequentes que ocorrem nos algoritmos e ter em sua equipe um bom desenvolvedor para implementar mudanças que melhorem experiência com o usuário como tempo de carregamento, redução do tamanho dos arquivos de imagens e otimização de CSS e Java Script. São apenas alguns exemplos, mas SEO não é só isso.

Além disso, precisa ter um bom profissional de UX e CRO para pensar as estratégias e desenvolver testes que melhorem a experiência de compra nas lojas virtuais e deve também possuir um bom profissional de conteúdo que saiba escrever bem para o público-alvo da empresa.

Não se trata de qualquer texto, sobre qualquer coisa relacionada ao produto. Falo na verdade de conteúdos diferenciados! Um home brew ou sommelier de cervejas para produzir conteúdo para um clube de assinatura de cervejas ou loja de cervejas artesanais. Um médico para produzir conteúdo sobre medicina e um engenheiro ou arquiteto para escrever sobre construção civil, por exemplo: O estilista fala de moda e o professor ou pedagogo fala de educação.

O conteúdo está sendo sempre avaliado e por algoritmos diferentes, então, pensar na produção de um conteúdo que realente entregue valor ao cliente, é hoje em dia um grande diferencial.

Se o gestor ou especialista for um profissional de UX, ou um DEV ou um bom redator ou conteudista, ele até pode abrir mão de ter esse papel / recurso em seu time, mas SEO hoje, não é só um especialista de SEO e um desenvolvedor. Ter um profissional de conteúdo e um profissional de UX, no time, é fundamental.

Pense nisso tudo antes de contratar a sua consultoria de SEO.

26 de março de 2021 – Por Gustavo Loureiro | Digital Marketing CubeNÃO SE FAZ MAIS SEO COMO ANTIGAMENTE – Abradi

Social Commerce: 74% dos brasileiros usam redes sociais para comprar

O consumo online, que já vinha crescendo significativamente antes da pandemia, hoje se tornou um hábito para 86% dos brasileiros. E como boa parte das pessoas está nas redes sociais — são 4,2 bilhões de usuários no mundo, segundo a We Are Social —, o avanço do Social Commerce, que engloba o relacionamento mais próximo com os compradores e a prática de compra e venda via redes sociais, ocorre a passos largos.

De acordo com pesquisa Social Commerce, realizada pela All iN | Social Miner, em parceria com a Etus e a Opinion Box, 37% dos usuários fazem uma visitinha às lojas digitais pelo menos uma vez por mês em busca de ofertas, e 23% acessam a rede semanalmente para fazer compras. Para pesquisar itens de desejo, 76% dos consumidores já recorrem às redes sociais — 56% deles para ter acesso a avaliação de outros clientes, e 54% para comparar preços.

Segundo o levantamento, os clientes das classes A e B são os que mais se interessam pela experiência de compra de outras pessoas (75%), enquanto entre o público de classe C, D e E, a porcentagem fica em 65%.

Para André Patrocínio, CEO da Etus, isso indica que os consumidores acreditam que as redes sociais têm possibilitado o acesso a uma avaliação real sobre o produto e a loja. “Quem está pesquisando quer saber a opinião de quem já comprou para ter certeza se o produto é de boa qualidade, se o tempo de entrega, preço e atendimento valem à pena, bem como se a compra é segura. Os comentários ficam visíveis, e isso pode ser bastante positivo à marca — ou não. Por isso, é fundamental garantir um bom atendimento nas redes sociais, e também no site e aplicativo”, explica Patrocínio.

O Instagram é o preferido por quem usa as redes para buscar produtos (62%), seguido pelo Facebook (61%), Google Shopping (61%) e WhatsApp (37%):

Na hora da compra, qual canal é o escolhido pelos clientes?

Dos 86% que têm o costume de consumir online, 74% o fazem pelos sites e aplicativos, 18% nas lojas físicas, e 8% pelas redes sociais. Falando especificamente dos que usam as redes sociais para consumir, a maioria recorre ao Google Shopping (53%) e ao Instagram (50%):

Entre as razões pelas quais as pessoas escolhem comprar nas redes sociais, há uma gama de opiniões diferentes que vão desde preço, rapidez, e acesso a mais informações sobre os produtos, à facilidade e praticidade ao pesquisar e à possibilidade de encontrar lojas menores, de pequenos e médios produtores:

Segundo a pesquisa, além dos preços (54%) e praticidade (49%), há pessoas que se sentem mais seguras ao comprar em sites e apps (44%), e outras que querem ter acesso a mais opções de produtos (44%).

A importância das avaliações no Social Commerce

O levantamento ainda revela que 75% dos consumidores têm o hábito de avaliar lojas e marcas das quais compram, 62% fazem isso nos sites das lojas/marcas, 35% em sites como o Reclame Aqui, e 34% nas redes sociais da marca, ou nas suas próprias redes sociais (que é a opção de 26% dos respondentes).

Os dados mostram também que 56% aderiram às redes sociais para pesquisar sobre produtos com o intuito de ter acesso às avaliações de outros compradores, e 67% vão direto aos comentários de outros clientes para saber como foi a experiência deles com a marca.

Para André Patrocínio, é fundamental que as empresas — incluindo pequenos produtores — percebam que Instagram, Facebook, Whatsapp, conhecidas redes de relacionamento entre amigos e familiares, se abriram e ganharam força quando o assunto é comércio, e se atentem mais a estratégias que incluam esses canais, até porque, proporcionar uma jornada omnichannel aos consumidores hoje é algo essencial, visto que 60% já consomem de forma híbrida no país.

“As redes sociais têm se mostrado uma importante vitrine — tanto para o lado positivo quanto para o negativo — e uma grande ferramenta de fidelização, tanto às grandes marcas, que conseguem dividir com os potenciais compradores a rotina de produção dos itens e serviços oferecidos, convidando-os a interagir e fazer parte desse dia a dia, quanto aos pequenos produtores e comércios locais, que conseguem divulgar seus negócios de maneira orgânica. Cabe aos varejistas investir em uma boa comunicação e uma boa experiência aos usuários para que suas qualidades sejam amplificadas por meio das redes”, afirma o CEO da Etus.

22/06/21 – Redação – https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/social-commerce-brasileiros-redes-sociais-comprar/

Eficiência no Digital: User Experience (UX) tem papel decisivo para marcas

No mundo contemporâneo, UX tornou-se indispensável na comunicação e nos negócios; área vem crescendo em agências. Saiba mais

O surgimento das tecnologias digitais trouxe impactos significativos sobre as formas de apresentar produtos e, num cenário supercompetitivo e difuso, nunca foi tão difícil atrair e manter a atenção do cliente diante da imensidão de marcas e itens disponíveis a apenas um clique. Além disso, se antes, os consumidores decidiam suas compras baseando-se no produto em si e numa quantidade limitada de informações, hoje os hábitos de consumo são muito mais complexos. Cada vez mais as novas gerações avaliam toda a experiência que têm com as marcas, estabelecendo com elas uma relação muito mais íntima e criteriosa. Nesse contexto, uma área tem ganhado um crescente destaque: o User Experience (UX).

User Experience (UX), que significa, literalmente, “a experiência do usuário”, um campo muito mais amplo do que apenas o relacionado a interfaces digitais, como explica Guilherme Andrade, Head de UX na agência Gotcha!.

“O User Experience vai muito além de desenvolver sites e funcionalidades, ele abrange toda uma pesquisa minuciosa, captando o máximo de dados possível, traçando todos os pontos de contato que o cliente tem com o produto e a marca, para realizar, assim, um diagnóstico completo dos problemas e apontamento das possíveis soluções”, explica Andrade.

Ou seja, o profissional de UX é responsável por analisar todas as interações que o usuário tem com o produto ou serviço, levantando todas as suas dificuldades e propondo ajustes e mudanças a fim de tornar a experiência do cliente tão prazerosa e satisfatória a ponto dele esquecer até o nome dos concorrentes. “Com um mapeamento preciso é possível entregar uma análise tão detalhada que, muitas vezes, o cliente muda até a percepção de seu modelo de negócio, pois recebe uma consultoria muito aprofundada. Hoje, o User Experience tem um papel estratégico e indispensável para qualquer empresa que deseja ter destaque e relevância no mercado”, aponta o UX designer.

Vivendo o dia a dia da empresa

Para desempenhar esse papel estratégico, Guilherme Andrade explica que na fase de mapeamento, muitas vezes, a equipe passa semanas imersa na empresa que está analisando, acompanhando o dia a dia de todas as operações e identificando todas as necessidades do usuário. Somente após esse período de análises, conhecido como Product Discovery, é que são propostas as melhores soluções para o negócio.

“Muitas vezes, pequenos ajustes além de gerar impactos positivos na experiência do usuário também resultam em redução de gastos desnecessários na empresa”, ressalta Andrade.

No entanto, como o Head de UX aponta, para obter esses resultados, é preciso uma grande sinergia entre diversas áreas, como Criação, Relações Públicas, entre outras. “Na Gotcha! temos o diferencial de conseguir entregar todos os pontos relacionados à UX dentro de um só escopo e orçamento, pois temos essa visão 360º, integrando todos os departamentos, o que proporciona um resultado muito mais alinhado aos objetivos de crescimento de uma empresa ou marca”, conclui.

Adnews – 14/06/21 – Eficiência no Digital: UX tem papel decisivo para marcas (adnews.com.br)