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Qual é a contribuição do marketing digital nas operações O2O?

O ano 2020 mudou o comportamento de consumo das pessoas e acelerou as soluções digitais e o crescimento do e-commerce, afirma Leonardo Rocha, diretor de marketing da B2W Digital. A empresa de comércio eletrônico, à frente de marcas como Americanas, Submarino e Shoptime, vem focando, cada vez mais, sua atuação em operações O2O (online to off-line), e firmou, ao longo do ano passado, parcerias que permitem que os clientes tenham acesso aos produtos que estavam acostumados a adquirir em lojas físicas sem sair de casa. “Como muitas marcas passaram a oferecer vendas online, foi preciso investir em ações assertivas de marketing, que gerassem um tráfego qualificado. A estratégia vencedora nesse cenário do marketing digital é a inteligência de geolocalização, que parceiros como Google e Facebook nos oferecem”, afirma. Para o ProXXIma, o profissional conta o que vem motivando o aumento de soluções de martechs no mercado de marketplaces.

Meio & Mensagem – Qual é a importância de acelerar as operações O2O?
Leonardo Rocha – O ano 2020 trouxe importantes mudanças no comportamento de consumo das pessoas, acelerando as soluções digitais e o crescimento do e-commerce. Estávamos preparados para atender a essa demanda, com a melhor combinação dos mundos físico e digital, estabelecendo um importante serviço que permite a nossos clientes comprar em qualquer plataforma e receber ou pegar o produto onde preferir. Durante 2020, aceleramos iniciativas integradas de O2O, garantindo menor prazo de entrega e valores de frete mais competitivos. A integração da B2W com as lojas físicas da Americanas, por exemplo, permitiu realizar 6,9 milhões de entregas em até 3 horas, em 2020. Em 2021, a entrega em horas será uma das nossas prioridades. Outra importante iniciativa foi a expansão, em 2020, dos nossos lockers, terminais de autoatendimento para a retirada de compras online, instalados em postos de gasolina, estações de metrô no Rio de Janeiro e em São Paulo. Temos ainda iniciativas como Pegue na Loja Hoje, que já está disponível em 100% das lojas físicas da Americanas, e o Ship from Store, que é a compra online dos produtos da loja mais próxima. As empresas entendem, cada vez mais, a importância de adotar a solução O2O para melhor atender o cliente.

M&M – Como o marketing digital pode auxiliar as operações O2O?
Leonardo – Com a pandemia, todo mundo precisou se adaptar. Os clientes passaram a comprar mais por meios digitais e muitos que ainda eram resistentes puderam desmistificar a compra online. As marcas tiveram que se reinventar para atender os clientes no momento de maior necessidade. Como muitas delas passaram a oferecer vendas online, foi preciso investir em ações assertivas de marketing, que gerassem um tráfego qualificado. A estratégia vencedora nesse cenário do marketing digital é a inteligência de geolocalização, que parceiros como Google e Facebook nos oferecem. Hoje, conseguimos construir campanhas usando formatos como Google Shopping, por exemplo, focadas em usuários que estão próximos de determinada loja física e têm alta probabilidade de conversão no anúncio.

M&M – As martechs tornaram-se mais recorrentes, dentro do mercado de marketplaces?
Leonardo – Sim. A evolução do mercado de marketplace acompanha a evolução da digitalização do consumidor. Nesse cenário, dois movimentos acontecem. O primeiro envolve os clientes, que utilizam, cada vez mais, os canais digitais, como aplicativos, redes sociais e plataformas de vídeos online. O segundo movimento vem dos sellers, que querem estar presentes nas jornadas digitais dos consumidores, disponibilizando todo o tipo de sortimento e muito conteúdo. Marketplaces potencializam essas mudanças. Pesquisas mostram que, no Brasil, as operações de marketplace já se tornaram o principal canal para pesquisa e descoberta de novos produtos pelos clientes. Dessa forma, o marketing precisa estar, cada vez mais, conectado a essa nova realidade e usar novas tecnologias. As martechs automatizam e otimizam o marketing digital, permitindo encontrar o consumidor certo, com a oferta certa, em tempo real. Dentro da nossa plataforma, também temos investido no uso de machine learning e inteligência artificial com essa finalidade. Também desenvolvemos nossa plataforma proprietária e completa de publicidade, com foco em alavancar a venda de parceiros como sellers e fornecedores, chamada B2W Ads. A receita dessa frente cresceu 219%, no quarto trimestre de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019.

28/04/21 – Victória Navarro – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2021/04/28/qual-e-a-contribuicao-do-marketing-digital-nas-operacoes-o2o.html

O que diferencia martechs e adtechs?

Seja por conta da evolução tecnológica, seja pela maior presença dos usuários no digital, os profissionais precisam estar atentos às novas tendências e práticas do mercado de comunicação, a fim de garantir presença de marca no dia a dia de consumidores. Atração, engajamento, vendas e fidelização de clientes, nos últimos anos, pautam a tecnologia aplicado ao marketing e à propaganda. Neste contexto, martechs e adtechs ganham, cada vez mais, espaço e, hoje, abraçam profissionais envolvidos na otimização e crescimento de empresas. 

Segundo dados de 2020, da associação americana ChiefMartec, no mundo, existem mais 8 mil soluções de martech, número 13,6% maior que o de 2019. Porém, estima-se que o total seja superior. O mapa da entidade, intitulado de Martech 5000, mostra 30 registros de martechs brasileiras, contra 529 monitoradas pelo repositório de startups Crunchbase e 475, registradas pelo ecossistema de inovação Distrito. De acordo com o Crunchbase, no Brasil, há 483 adtechs, enquanto, para o Distrito, 27,3% das martechs brasileiras encaixam-se na categoria de adtechs.

O conceito martech (marketing technology ou tecnologia de marketing) permeia startups ou soluções que relacionam tecnologia ao marketing. Segundo Felipe Collins, sócio e head de startups da ACE, o objetivo dessas empresas é “impactar, de maneira positiva, os indicadores de marketing, estejam conectados à receita, à satisfação do cliente ou, até mesmo, à produtividade da equipe”. Neste caso, adiciona Marcelo Alves, professor de marketing digital da ESPM Rio, entram entregas de gestão de relacionamento, prospecção de clientes e processos de construção de programas de fidelidade e de lead.

As soluções de martechs podem ser aplicadas via ferramentas de automação de marketing e vendas, CRM (customer relationship manager), e-mail marketing, web analytics, geomarketing, pesquisa de mercado, gestão de mídias sociais, eventos, mobile marketing, SEO (search engine optimization), trade marketing e outros. 

A adtech (advertising technology ou tecnologia de propaganda), por sua vez, abrange startups e serviços que usam tecnologia para servir conteúdo com mais inteligência. “São as empresas usadas, especificamente, para atividades que envolvem mídia, sendo mais representativas na gestão, análise, compra e venda de espaço publicitário tanto online quanto off-line, indo desde a veiculação das peças até mensuração e otimização das campanhas”, explica Felipe. O profissional clarifica que adtech é um nicho dentro de martech.

Para Marcelo, “quando a ideia é melhorar o serviço de mídia, sair de um cenário em que a mensagem é igual para todas as pessoas e tentar desenvolver inteligência e pensar em uma metodologia de análise de dados para anunciar da melhor forma, essa marca vai trabalhar adtech”.

Inovação adiante
O sócio e head de starups da Ace acredita que o mercado de martechs e adtechs tendem a continuar em franca expansão, nos próximos anos. “A digitalização tanto dos processos internos de uma área ou equipe de marketing quanto do comportamento do consumidor, bem como uma descentralização e desintermediação do mercado, abre espaço para a criação e crescimento de novas startups”, afirma.

Para o professor Marcelo, no Brasil e no mundo, a pandemia acelerou a transformação digital: “Não houve outro caminho para as empresas a não ser se adequar e utilizar as tecnologias para inovar e melhorar a automação de seus processos de marketing. Temos um momento agora de ruptura, de adesão quase que forçada das tecnologias”. 

Victória Navarro – 10 de novembro de 2020 – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2020/11/10/o-que-diferencia-martechs-e-adtechs.html

Waze Carpool começa a funcionar no Brasil

waze

O Google já havia anunciado um aplicativo chamado Waze Carpool em 2017. Porém, o mesmo não estava disponível até então. Agora a empresa anuncia oficialmente que a ferramenta começará a funcionar em terras brasileiras. Nesta terça-feira (21), a companhia divulgou que o Waze Carpool já pode ser baixado pelos usuários de Android e iOS.

O custo será de R$ 4 a R$ 25 por carona, com pagamento apenas via cartão de crédito, e o Google afirma que, de cinco a 40 quilômetros, a corrida custará R$ 10 e passando disso há um valor por quilômetro ainda não revelado.

Os valores representam uma ajuda de custo para o combustível e a manutenção do veículo, mas o ponto chave é que a ideia do app não é ganhar dinheiro com o serviço ou fazer dele um trabalho, mas compartilhar o assento do carro com alguém que está indo para um lugar próximo.

Para usufruir do serviço, o passageiro deve inserir o destino no aplicativo e o sistema escolhe um motorista com trajeto parecido. Os motoristas, por sua vez, utilizam o Waze tradicional, bastando ativar a opção para dar caronas. Os passageiros podem também definir filtros de com quem pegar a carona: pessoas do mesmo sexo ou que trabalham na mesma empresa, por exemplo.

http://adnews.com.br/tecnologia/waze-carpool-comeca-funcionar-no-brasil.html

Conheça a ferramenta de geolocalização que garante análises para publicidade das marcas

DynAdmic

A DynAdmic, private marketplacede vídeo online, passa a utilizar nova ferramenta de geolocalização: a Geofencing. O serviço reforça o DNA da companhia, que tem como diferencial a atuação baseada na publicidade contextualizada. A ideia é oferecer às marcas uma segmentação mais minuciosa e precisa do seu target, com informações detalhadas de localização de cada indivíduo em tempo real, lugares que visita, frequência, horários e datas.

No Brasil, o primeiro anunciante a utilizar a nova ferramenta é o Carrefour, que está divulgando uma promoção para seus próprios clientes. Sua tecnologia possibilita ter acesso à latitude e longitude em que se encontra um usuário e verificar a proximidade de um estabelecimento específico. Dessa forma, pode-se anunciar para quem está frequentando a loja de um concorrente e também escolher o público de acordo com a localização em hora e dia específicos, visando impactar consumidores de um evento pré-determinado.

Segundo Marcio Figueira, countrymanagerda DynAdmic no Brasil, por meio da Geofencing é possível definir perfis de pessoas com disposição para consumir alguns produtos e serviços e, dessa forma, desenvolver uma comunicação mais assertiva e focada.

“Por meio do hábito diário de cada indivíduo, conseguimos definir também seu perfil de consumo. Por exemplo, se uma pessoa vai até uma escola por um curto tempo, cinco vezes por semana, é grande a chance de ter filhos. Se é constante sua presença em aeroportos, pode ser um business traveller. E assim por diante”, confirma o executivo.

http://adnews.com.br/tecnologia/conheca-ferramenta-de-geolocalizacao-que-garante-analises-para-publicidade-das-marcas.html

Como o geomarketing ajudou a Brasil Kirin a recuperar market share

Com tecnologia e inteligência geográfica, a empresa reverteu um quadro de queda nas vendas e na participação de mercado de uma de suas marcas de cerveja, na cidade de Porto Alegre

Por Publicidade | 01/12/2016

De cerveja muito brasileiro gosta, isso é fato. Agora, imagine como as indústrias de bebidas fazem para que cada latinha ou vasilhame chegue às mãos do consumidor final, em cada canto do País. No caso da Brasil Kirin são mais de 600 mil pontos de venda com presença de uma de suas principais marcas.

Na hora de vender e compreender quais são os PDVs ideais para abordagem, ou seja, aqueles frequentados pelo público-alvo da cerveja, a Brasil Kirin utiliza a ferramenta de geomarketing OnMaps. Por meio de informações mapeadas sobre renda, hábitos de consumo e estilo de vida da população, a companhia entende, ponto a ponto, o entorno dos estabelecimentos (bares, padarias, minimercados etc) e onde realmente vale o investimento comercial.

Analisando o cenário nacional, a cidade de Porto Alegre mostrava quedas expressivas para a Brasil Kirin. À época do estudo, a sua marca de cerveja em questão apresentava declínio de 42% no volume de vendas. Detalhe: o mercado de cerveja como um todo crescia 5% ao ano na capital gaúcha. Ou seja, algo estava dando errado, mas técnicas de geomarketing facilitaram a retomada do market share da companhia.

Identificação de prospects com inteligência geográfica
Ao mapear todos os PDVs de Porto Alegre no OnMaps, a Brasil Kirin identificou sua embalagem 600ml em apenas 25% desses locais. Já para 473ml – o popular latão – a marca estava em somente 29% dos pontos da cidade. Para ter acesso a esses números, a empresa importou sua base de clientes na ferramenta de geomarketing.

Avaliando todo o estado do Rio Grande do Sul, a companhia deixava de atender mais de 2 mil PDVs que já comercializavam cerveja, e grande parte desse número estava na capital. A estratégia foi entrar com ativação nesses locais ainda sem cobertura, uma vez que já compravam esse tipo de produto, o que facilitaria a entrada da marca.

Para isso, a Brasil Kirin adotou uma estratégia de sinergia de distribuição: estabelecimentos já com a participação de seus produtos passaram a receber também a marca de cerveja.

Outra preocupação era aumentar o trabalho dos distribuidores em locais que compravam da concorrência. “No segmento de bares, identificamos mais de 10 mil pontos funcionando em Porto Alegre. Desses, a nossa cerveja estava presente em apenas 2%, enquanto o concorrente atuava em 34%”, explica Maurício Callado, executivo da área de Inteligência de Mercado da companhia.

Esta foi uma ótima oportunidade para ativar os produtos também nesses locais com presença de concorrentes, já que o público consumidor é similar. “No total, tivemos oportunidades em mais de 3 mil lojas que correspondem a 49% do faturamento da categoria”, completa Callado.

Pontos de venda frequentados pelo público-alvo
Em uma parceria com a Serasa Experian, o OnMaps possui um módulo chamado Mosaic. Ele segmenta e georreferencia milhões de brasileiros em 11 grupos e 40 segmentos. Assim, compreende-se o estilo de vida e o comportamento de compra da população, para identificar quais produtos e serviços ofertar em cada região do País – de cidades inteiras até um quarteirão específico.

E foi exatamente este o “pulo do gato” para que a Brasil Kirin positivasse PDVs de forma certeira. O público da cerveja deste caso de sucesso pertence à classe C. Então, foi feito o cruzamento de clientes potenciais (PDVs) com as regiões de Porto Alegre que tinham predominância da população com esse perfil no entorno.

“Chegamos à conclusão que a nossa persona está correlacionada aos segmentos do Mosaic intitulados Jovens da Periferia, Juventude Trabalhadora Urbana e Massa Trabalhadora Urbana. Dessa forma, visualizamos esses grupos no OnMaps e mapeamos 426 novas lojas com total de aderência ao nosso produto”, relata o profissional de Inteligência de Mercado.

Após três meses de testes e ações específicas na região, mais de 80% das oportunidades mapeadas foram ativadas. A Brasil Kirin aumentou consideravelmente o volume de vendas, o market share e, consequentemente, elevou seu faturamento na capital gaúcha

https://www.mundodomarketing.com.br/

Judith? Fábio Porchat empresta voz para o Waze

02 de Junho de 2016 10h – Atualizado ás 10:46

JUDITHHHHH

Silvio Luiz, C-3PO e Arnold Schwarzenegger, o que os três têm em comum? Todos emprestaram a voz para o Waze. As coordenadas de caminho indicados pelo aplicativo de trânsito são conhecidas exatamente por receberem a voz de alguma personalidade ou personagem do mundo.

No Brasil, a última novidade é o comediante Fábio Porchat. O ator e um dos fundadores do “Porta dos Fundos” agora está disponível como voz de navegação do Waze.

Com um toque de humor, Porchat vai orientar os usuários para qualquer destino de sua escolha. Os condutores irão se surpreender com algumas das frases mais famosas do ator, como “Estamos prontos, Judith! Judith? Judith…”. Para ativar a voz do humorista em português, basta acessar o Menu, ir à aba Configurações e, na seção Som, escolher o Idioma da voz.

Confira o vídeo do making-of:

Adsmovil aponta seis tendências do mobile para 2016

Se 2015 já foi o ano para o mobile, 2016 promete revolucionar ainda mais a forma de consumir informações e utilidades. Dois exemplos disso são os Wearables e a Internet das Coisas, que vêm ganhando cada vez mais força no mercado e caindo no gosto do consumidor. O Brasil não fica atrás de países como os Estados Unidos no que diz repeito a inovações tecnológicas. Aliás, o número de smartphones tem crescido a cada ano, e tende a superar a marca de 68 milhões alcançada em 2015 (Nielsen).

Diante deste cenário, a Adsmovil aponta quais serão os “temas da vez” de 2016, no segmento mobile, como a mídia programática. Este formato, por exemplo, já representa 8% do faturamento da Adsmovil na América Latina, que passou a oferecer o serviço em julho de 2015, e a expectativa é que este valor seja de 15% em 2016, por conta de países como Brasil e México, que foram os primeiros a adotar a solução.

“Cada vez mais as marcas estão percebendo a força que o mobile tem e continuará tendo no mercado tecnológico. Todas as tendências para 2016 mostram que o avanço está apenas começando e que o hábito dos consumidores está em constante mudança. Terá sucesso quem acompanhar estas mudanças”, ressalta Alberto Pardo, CEO da Adsmovil.

Confira abaixo as cinco tendências do seguimento para 2016:

1. Mídia Programática: encontrar a pessoa correta, no momento e local certos, em larga escala e de forma automática, além da transparência nos dados da audiência envolvidas no processo marcou 2015 e crescerá em 2016. De acordo com a previsão da consultoria eMarketer, os investimentos nesse formato de mídia devem saltar de US$ 600 mil, em 2014, para US$ 4,2 milhões este ano. Outro estudo da RBC Capital Markets e da Adversting Age aponta o mobile como a número 1 em termos de oportunidade para o crescimento de mídia programática, de acordo com 33% dos profissionais de marketing entrevistados.

2. Internet das Coisas: o conceito criado traduz a revolução tecnológica que levou utensílios do dia a dia a se conectarem a uma rede. Hoje, por exemplo, podemos nos conectar em qualquer lugar do mundo por meio de um aparelho móvel, sem que precisemos de um desktop. A comunicação se tornou mais instantânea e prática. Com o avanço constante da tecnologia, a tendência é que tenhamos cada vez mais alternativas para nos comunicarmos, isto é, variedades de aparelhos que podemos levar para qualquer lugar, e até mesmo vestir, como é o caso dos wearables.

3. Wearables: os famosos “vestíveis” estão ganhando cada vez mais espaço no dia a dia da população. Um bom exemplo disso são relógios como o Apple Watch, que possui todas as funções que o próprio smartphone da marca. Além dele, relógios de outras marcas foram lançados para facilitar ainda mais a maneira com que o consumidor se comunica e interage com o resto do mundo. Outro exemplo de wearables, são os óculos lançados com o objetivo de oferecer ao usuário uma experiência de inteligência artificial. Em 2016, vestíveis como esses citados, tendem a ganhar mais espaço no mercado.

4. Mobile advertising como fonte de vendas: aos poucos as marcas passam a enxergar a publicidade mobile como um recurso valioso em gerar vendas. Um bom exemplo é a campanha da marca Amopé, criada pela Adsmovil em conjunto com a Havas e que representou a primeira vez que a Reckitt Benckiser lançou uma marca no Brasil tendo como principal estratégia a publicidade mobile. O click-through-rate deste case foi quatro vezes maior do que a da campanha realizada em web e 26% dos produtos vendidos foram realizados via dispositivos móveis graças às inúmeras e precisas possibilidades de segmentação em mobile.

5. Centennials: para quem pensava que a geração Y seria a revolucionária de todos os tempos, não sabe o que está por vir. Os chamados Centennials, também conhecidos como geração Z, virão com tudo para alavancar o mercado mobile e mudar consideravelmente os comportamentos culturais. A geração Z ainda é jovem, de fato, mas as empresas têm aí uma oportunidade para atender esse novo mercado. A partir de 2016, a geração que não sabe o que é viver sem internet e smartphones, ajudará o mercado a se reinventar no que diz respeito à tecnologia mobile.

6. Foco no usuário:

• Mobile terá um crescimento significativo este ano, os esforços serão mais baixos na área de desktop, e pela primeira vez o mobile liderará as estratégias digitais das marcas.

• Geolocalização, formatos de Rich Midia e “Retargeting” serão essenciais para atingir o público em ferramentas de dispositivos móveis.

• O uso adequado dos dados dos usuários e seus hábitos de consumo será essencial para criar uma publicidade móvel altamente personalizado, 100% focado nos usuários e suas necessidades.

Redação Adnews – 21/01/2016

http://www.adnews.com.br/internet/adsmovil-aponta-seis-tendencias-do-mobile-para-2016

Milka permite que usuários enviem mensagens para outdoor

Com a unificação do online e offline, abrimos um leque de possibilidades para a propaganda. Foi o que a Milka fez ao unir a praticidade da internet com a magia do out of home em sua nova campanha.

Consciente de como a rotina atrapalha os relacionamentos humanos, a marca de chocolates criou uma plataforma para que ucranianos pudessem mandar mensagens de amor e carinho a pessoas especiais. Ao criar o recado, o usuário poderia escolher em qual mídia gostaria que ela fosse veiculada, TV, redes sociais ou out of home.

Em parceria com 15 canais locais e instalação de mídia externa em 25 cidades, milhares de mensagens foram distribuídas pelas ruas, casas, e computadores dos ucranianos.

Redação Adnews – 30/11/2015

http://www.adnews.com.br/out-of-home/milka-permite-que-usuarios-enviem-mensagens-para-outdoor

Coletiva lança Projeto Verão de mídia aeroportuária

A Coletiva, que atua no segmento de mídia aeroportuária out of home, acaba de lançar o Projeto Verão 2015. O objetivo é oferecer oportunidades especiais para que agências e anunciantes veiculem ações publicitárias durante o período mais movimentado dos aeroportos do Brasil.

Vale lembrar que a especialidade da empresa é mesclar captação de resíduos e ativação publicitária, estratégia que já impactou mais de 75 milhões de pessoas nos 10 principais aeroportos do País durante o seu primeiro ano de atividades, além de promover a reciclagem de mais de 260 mil quilos de resíduos sólidos.

O Projeto Verão da Coletiva consiste na elaboração de planos nacionais de mídia para publicidade de marcas ou produtos nos aeroportos de Congonhas, Santos Dumont, Internacional de Salvador, Internacional de Porto Alegre, Internacional de Recife, Internacional de Curitiba e Internacional de Fortaleza. São mil pontos verticais, horizontais e fixos de exposição de publicidade de marcas ou produtos no Circuito Praias.

De acordo com a Coletiva, uma das vantagens do Projeto Verão é a possibilidade da customização da publicidade de acordo com o ambiente do aeroporto em que ela será veiculada.

Os painéis da Coletiva já contaram com anúncios de mais de 30 marcas de diversos segmentos, entre elas, Gol Linhas Aéreas, Hyundai, Netshoes, SporTV, Pepsi, Bradesco, P&G, Citibank, Cinemark, CNA, Multishow, GNT, Telecine, Correios, Ultrafarma, Discovery, Fogo de Chão, Renner, TOTVS e Heineken.

Redação Adnews – 19/11/2015

http://www.adnews.com.br/publicidade/coletiva-lanca-projeto-verao-de-midia-aeroportuaria

Depois das POP UP, estão chegando as lojas UP POP

O conceito de lojas POP UP é conhecido e envolve operações que são lançadas para operar por período limitado de tempo, não mais que seis meses, em localizações tradicionais ou, ideal, em espaços icônicos, museus, centros de entretenimento, arenas esportivas ou outros, que possam conciliar a oferta por tempo limitado, gerando uma motivação adicional de visita, com o “buzz” de um local diferenciado e chamativo.

Nas principais cidades do mundo, lojas POP UP têm aparecido e, especialmente nos Estados Unidos, têm crescido o número de operações que desenvolvem essas propostas para dar uma oxigenada na imagem e, ao mesmo tempo, gerar um adicional de vendas.

A Target americana tem explorado bastante essas oportunidades, como quando montou uma grande casa de bonecas dentro da Grand Central Station em NY para mostrar sua nova linha de artigos para o lar ou, recentemente, quando montou no Bryant Park, no coração de Manhattan, também em NY, uma área especial para mostrar produtos da sua exclusiva coleção Lilly Pulitzer.

Ainda em abril a Amazon, numa variante do mesmo tema, montou o Amazon Pop Up Loft no Soho, em NY, oferecendo acesso Wifi, snacks e outras atrações para envolver clientes.

No Brasil, algumas iniciativas interessantes nessa linha, como a loja pop up da Dafiti, aberta no primeiro trimestre deste ano, na rua Oscar Freire, ou mesmo a apropriação do conceito pela loja POP UP aberta no Shopping JK, como proposta definitiva.

Mas o conceito que estamos batizando de UP POP, que seria o inverso da lojas POP UP, é aquele em que a loja permanece, com sua proposta de design, serviços, operação e tecnologia, porém sem compromisso com os produtos ofertados que são periodicamente trocados, por conta da sazonalidade ou oportunidade, porém sempre de forma consistente com sua localização e proposta.

São ainda poucos exemplos no mundo, mas parecem sinalizar uma nova tendência.

A Q&A na Holanda, empresa de pesquisa e serviços, abriu há um ano sua Store of the Future, com proposta que se aproximava desse conceito. A Loja Ao Vivo.TV, na rua Harmonia, na Vila Madalena em São Paulo, que já operou uma extensão do conceito no Shopping Higienópolis como Pop Up, e voltará a fazê-lo neste final de ano, no mesmo local, também poderia ser enquadrada no mesmo conceito.

Nos dois casos, o design, os conceitos, os espaços, a tecnologia embarcada, o atendimento, a comunicação visual, a fachada e a opção e-commerce permanecem praticamente os mesmos e apenas varia de tempos em tempos a oferta de produtos e marcas.

Na essência da proposta está um compromisso com o segmento-alvo do público da proposta em oferecer curadoria para buscar atender necessidades, desejos e mesmo a oportunidade de trazer conceitos que façam sentido para esses clientes.

Algo que a rede Muji, de origem japonesa, de alguma forma tangencia em sua proposta.
A Muji é, atualmente, uma rede global de lojas de produtos focados em design e minimalistas em sua concepção original com o conceito “No Brand”,  oferecendo um sortimento bastante amplo que vai de vestuário a artigos para escritório, viagens, objetos para o lar e uso pessoal, com preços um pouco abaixo da média de mercado e com qualidade, que se propõe a atender segmentos de clientes que tem essa filosofia de vida.

A proposta filosófica e ideológica de seus clientes determina sua oferta de produtos e serviços, que já chegou inclusive a oferecer um carro desenvolvido em conjunto com a Nissan. Coincidentemente, nesta semana, a Muji estará inaugurando sua nova loja flagship na rua 41, entre as avenidas 7 e 8 em NY.

Talvez pudéssemos considerar o conceito Muji e seu foco na proposta de servir clientes de um target específico com uma linha ampla e mutável, como o embrião do conceito das lojas UP POP.

Mas, de fato, o que determina a maior convergência com a proposta é toda a estrutura, processos, design, serviços, atendimento, tecnologia, comunicação e localização da loja sendo fixos, ou com alguma flexibilidade para se adaptar à oferta do momento e à troca da oferta dessas linhas, categorias e produtos, de tempos em tempos, para oxigenar a proposta, o interesse e a visitação. E, muito importante, sempre integrado com conceitos Omni, ou seja, com oferta de múltiplas plataformas de vendas e relacionamento.

O varejo global é cada vez mais criativo na geração de novos conceitos e alternativas para atender um consumidor que se transforma contínua e constantemente, especialmente na Omniera, e as lojas UP POP fazem parte dessa permanente renovação de conceitos e propostas.

Marcos Gouvêa de Souza – é diretor-geral da GS&MD – Gouvêa de Souza. MOMENTUM – 12 Out 2015

http://www.gsmd.com.br/pt/eventos/momentum/depois-das-pop-up-estao-chegando-as-lojas-up-pop