Arquivo da tag: YouTube

YouTube lança seu primeiro streaming de música

dst

Depois de algum tempo de dúvidas, o Google anunciou nesta terça-feira, (25), seu novo streaming de música: o YouTube Music e o plano YouTube Premium.

O serviço Music traz quase todos os mesmos  recursos do Google Play Música, diferindo-se no fato de que também há uma conexão com a rede de vídeos do YouTube.  É, também, dividido em três abas, com recomendações personalizadas na primeira, clips em alta qualidade na segunda e na terceira uma biblioteca de faixas e artistas salvos.

Já o Premium garante acesso à todos os recursos do YouTube Music pago, mas também possui conteúdos exclusivos como por exemplos: séries. As assinaturas saem, respectivamente R$16,90 e R$20,90.

http://adnews.com.br/midia/youtube-lanca-seu-primeiro-streaming-de-musica.html

IGTV x YouTube: todos querem os influenciadores

play

O Instagram acabou de lançar em um evento mundial a sua nova ferramenta de vídeos, o IGTV. Dias depois, em resposta, o YouTube anunciou novas ferramentas para os criadores de conteúdo. Duas falas, nesses anúncios, chamam muito a atenção para um elemento estratégico tanto para o crescimento dessas redes sociais, quanto para que elas consigam manter cada dia mais usuários em suas plataformas: o criador de conteúdo, mais conhecido como influenciador digital.

Atualmente, muitos influenciadores do Instagram criam um canal no YouTube para divulgar vídeos mais longos e direcionam sua comunidade do Instagram para o YouTube, com link na bio e link nos stories, para aqueles que tem mais de 10K e conta comercial. “Em todos os meus cursos e mentorias, ou seja, na profissionalização dos influenciadores, essa é sempre a minha recomendação: fazer o que chamamos de cross mídia”, comenta Dani Almeida, jornalista, consultora de imagem e criadora do curso Influenciadora de Sucesso.

Segundo o próprio Instagram, como todos os seguidores dos influenciadores na rede social já automaticamente seguirão as mesmas pessoas no IGTV, essa base pode ser gigante. “Esse é o público, esses criadores, a @lelepons tem 25 milhões de seguidores. Ela vê o Instagram como sua casa. São esses influenciadores que a gente vê com sucesso no primeiro dia e nos primeiros meses”, afirmou Mike Krieger, brasileiro cofundador do Instagram.

Poucos dias depois, o YouTube anunciou o alcance de 1,9 bilhão de usuários por mês e revelou, ainda, que o número de produtores de conteúdo que ganham cinco dígitos por ano aumentou em 35% e o número de criadores que alcançaram seis dígitos aumentou 40%.

“Para aumentar a possibilidade de rentabilização dos criadores, o YouTube anunciou várias novas ferramentas, entre elas a possibilidade de influenciadores venderem mebership (taxa mensal recorrente), produtos de marca própria (mais de 10 mil inscritos) e a função Premiere, que permite avisar os inscritos sobre a chegada de um novo vídeo (mais de 100 mil inscritos). Mas o que chamou mais atenção nisso tudo, foi o anúncio do YouTube”, comenta Dani

“Os criadores do YouTube são o coração da nossa plataforma. É por isso que estamos comprometidos em criar produtos que capacitem e apoiem a comunidade de criadores”, disse Neal Mohan, Chief Product Officer do YouTube. “Por criadores, leia-se influenciadores digitais”, explica Dani.

Quais vantagens o influenciador leva?

O maior atrativo do YouTube para os influenciadores é o fato de que, além do conteúdo patrocinado, que representa hoje os maiores faturamentos entre esse público, o próprio YouTube remunera a geração de conteúdo.

Segundo o Instagram, eles estão estudando junto aos influenciadores, se haverá formas de rentabilização do IGTV. Segundo Krieger, isso será conversado nos próximos meses com os criadores para definir o que é melhor para a plataforma. O mesmo vale para anúncios – a princípio não existirão, mas a longo prazo eles podem aparecer.

“É difícil prever os desdobramentos dessa batalha ainda. Faz parte cada empresa querer puxar para si os influenciadores, já que eles representam sempre o potencial de crescimento viral”, comenta Dani.

O que fazer? Quem ‘escolher’?

Minha recomendação aos alunos dos meus cursos e à comunidade de 42 mil influenciadores que segue meu conteúdo no IG @influenciadoradesucesso, listas de email e WhatsApp permanece a mesma: não fique refém de apenas uma plataforma.

Ainda mais para influenciadores que amam trabalhar o Instagram e têm dificuldade em trabalhar o YouTube, a tentação e grande. Mas fica meu aviso… e se alguma coisa, qualquer coisa acontecer e você perder sua conta, o que você fará?

Além disso, o YouTube continua sendo a maior fonte de rentabilização para quem realmente quer atuar de maneira profissional, ganhando como profissional.

Enquanto isso e, por enquanto, as maiores lições que podemos tomar com o lançamento da IGTV são as seguintes:

  1. Esqueçam as origens do Instagram. O Instagram, definitivamente, deixou seu passado de aplicativo de fotos. Ele se tornou um microblog, agora, com vídeos.
    2. Quem estourou nessa rede, vai precisar se reinventar. Fotos inspiradoras não serão mais suficiente para engajar sua comunidade.
  2. O engajamento na sua timeline (suas fotos), que já vinha caindo, vai despencar devido à grande quantidade de conteúdo para ser consumida. O engajamento nos stories já começaram a cair também.
  3. Prepare-se para ser boa não apenas em fotos e conteúdo escrito, mas também em vídeos. O consumo de vídeo na internet cresce vertiginosamente e a IGTV é mais uma prova disso.

http://adnews.com.br/midia/igtv-x-youtube-todos-querem-os-influenciadores.html

Como as (novas) mudanças no Youtube vão impactar os criadores de conteúdo?

video

O YouTube está instituindo mudanças (de novo) na forma como ele adiciona membros ao Programa de Parceiros do YouTube e criadores que são elegíveis para receber receita publicitária pelos views e watch time do seu conteúdo.

A partir de agora, para ser elegível para o Programa, os criadores de conteúdo precisam superar 4.000 horas de watch time no último ano ou possuirem pelo menos 1.000 inscritos.

Em abril do ano passado, os canais precisavam ter 10.000 visualizações ao longo da vida. Mas as novas métricas vêm para mudar novamente os KPIs de quem cria conteúdo como negócio para a plataforma.

Os criadores de conteúdo que não atendem a esses novos padrões serão removidos do Programa a partir de 20 de fevereiro – para permitir um período de carência de 30 dias.

Mas como isso fica na prática?

Se a sua comunidade ainda está sendo construída e não chegou em 1000 inscritos, o watch time vai ser a base para fazer seu KPI financeiro.

O watch time dos meus vídeos (PASSAdos30) é de 6 minutos, vou usar esse número como base para vocês entenderem o que você precisa de conteúdo no seu canal, para começar a ser remunerado pelo Youtube em três cenários.

Você precisa ter em um ano:

1) 27 vídeos com média de 1.500 views

ou

2) 40 vídeos com média de 1.000 views

ou

3) 80 vídeos com média de 500 views

(ou hipoteticamente 1 vídeo com 40mil views)

Isso tudo sem ser remunerado pelo Youtube ainda.

Na prática você precisa ter: consistência, conteúdo relevante e formar comunidade (aquilo que a gente já fala desde sempre), que não acontece do dia para a noite e não depender financeiramente do Youtube no primeiro ano de conteúdo. Mais que tudo isso, você vai precisar de tempo e dedicação!

http://adnews.com.br/adinsights/ana-paula-passarelli/o-que-voce-precisa-saber-para-se-adaptar-novas-regras-do-youtube.html

Leroy Merlin comemora sua aposta em conteúdo no Youtube

canal

Os hábitos de consumo e a forma como as pessoas se comunicam e se relacionam com marcas vêm sofrendo profundas mudanças em tempos de redes sociais. No varejo, a inovação deixa de ser apenas um diferencial competitivo e passa a ser ingrediente fundamental para a expansão dos negócios. Nesse cenário, a Leroy Merlin celebra a superação da marca de 60 mil inscritos, em apenas nove meses, no Casa de Verdade, canal da marca no YouTube, desenvolvido pela divisão de brand publishing da Webedia, com produção nos estúdios da Massiv, em São Paulo, por uma equipe exclusiva de dez profissionais.

Luther Peczan, CEO da produtora digital Massiv, conta que desde o lançamento do canal, em março, o número de inscritos foi conquistado apenas com crescimento orgânico. Na análise do engajamento dos 127 vídeos produzidos e postados na plataforma, Peczan destaca a fidelidade do público e o fato de que 75% das visualizações virem de pessoas que acessam diretamente na página do canal. “A própria plataforma também considera o conteúdo muito relevante já que os 25% restante vêm das recomendações do próprio Youtube”, afirma o CEO de Massiv. Os vídeos tiveram taxa de retenção média acima de 60% e aprovação de 98% nos likes. Os dados mostram ainda que 63% do público é feminino; e que 64% têm entre 25 e 44 anos.

O projeto é uma extensão da comunicação de varejo da rede com a participação dos influenciadores Karla Amadori (canal DIYCore), Paloma Cipriano, o comediante Lucas Salles e Paulo Biacchi, com o enfoque nos temas decoração, reforma e construção. A finalidade é aumentar a relevância digital da marca Leroy Merlin e torná-la dominante nesse território. “A marca já é bem reconhecida e associada aos temas-alvo no Brasil, onde as lojas são vistas como modernas e inovadoras. Ainda há, porém, o desafio de aproximar a marca do público mais jovem, algo que os novos canais digitais fazem por excelência nos tempos atuais”, explica o Paulo José, executivo da Leroy Merlin.

Participações especiais de convidados, como os atores do Parafernalha, que participaram em cinco vídeos, também ajudaram a ampliar o público do canal. “O novo posicionamento, que dá nome ao canal, nos associa a um ambiente agradável, acolhedor e inspirador para todos que desejam fazer da sua casa um ponto de grandes experiências e momentos inesquecíveis”, complementa Cirlene Gonçalves, gerente de Planejamento e Estratégia em Social Media da Leroy Merlin.

O CEO de Massiv explica que a metodologia desenvolvida pela Massiv é baseada em crescimento 100% orgânico e direcionada por uma estratégia de conteúdo com pilares claros e relevantes para a audiência almejada. “Escolhemos apresentadores que comunicam bem com o target da Leroy e aplicamos todo o nosso conhecimento técnico sobre o algoritmo e sobre o comportamento do público que consome conteúdo na plataforma”, diz Peczan.

O executivo da Webedia esclarece que a função da Massiv, desde seu lançamento em julho, tem sido a de fazer com que marcas se tornem publishers, criando conteúdo de qualidade para impactar seu público de forma direta e relevante, aumentando o brand love. “Trabalhar com uma marca como a Leroy Merlin, que entende o valor de criar conteúdo relevante para engajar com seu público de forma orgânica, é um grande privilégio. Acreditamos que aproximar o público através de conteúdo original que traga os pilares da marca, como nesse trabalho feito a quatro mãos, é o futuro para as marcas”, conclui Peczan.

Youtube se rende ao stories com o “Reels”

youtube
Créditos: Youtube

O sucesso do Instagram Stories levou até o gigante dos vídeos Youtube a criar a sua própria ferramenta de compartilhamentos instantâneos. Batizada de Reels e com características próprias como a duração de 30 segundos (as postagens podem ficar disponíveis de acordo com a vontade do criador que pode ser até mesmo para sempre), a ferramenta, em fase de testes será liberada para criadores que tiverem no mínimo 10.000 inscritos em seu canal.

Diferentemente de como são mostrados os Stories no Instagram, no Reels os conteúdos não ficarão disponíveis logo no topo da tela, mas ganharão uma aba própria para isso. Ou seja: será acessível apenas para quem procurar pela página de um canal específico.

Além disso, links para vídeos do próprio YouTube também podem ser criados na ferramenta, que também conta com stickers animados e outros recursos para que mais conteúdo possa ser adicionado às imagens, como trilha sonora, clipes adicionais e filtros.

O objetivo na disponibilização da ferramenta é aproximar ainda mais criadores e usuários a partir da possibilidade de criar mais conteúdo, de forma rápida e fácil informou a plataforma ao site Tech Crunch.

A novidade já passa por testes para um grupo selecionado de criadores e usuários para ajustes e, apesar de não ter divulgado datas, relatou que a disponibilizará para o público de forma geral em breve.

http://adnews.com.br/internet/youtube-se-rende-ao-stories-com-o-reels.html

Microinfluenciadores são responsáveis por 66% do conteúdo das redes

sda
Lorrayne Mavromatis, youtuber que deixou região caribenha após a devastação do furacão Irma, viu suas redes crescerem 1.473% em poucos dias

Uma vez que redes sociais se tornaram referência na busca de conteúdos e informações, grandes empresas passaram a se associar com influenciadores digitais, mas compreender qual a melhor estratégia para isso se tornou um desafio constante. Pensando nisso, a Airstrip Group, empresa de tecnologia e mineração de dados provenientes das redes sociais, realizou um estudo a partir de sua base de mais de 1.1 milhão de perfis monitorados, que explica como posts contribuem para o marketing de influência.

Nos últimos 90 dias, essa mesma base gerou 560 milhões de post, o quais foram analisados pela empresa, sob três pilares: mudanças no comportamento das redes sociais, estratégia com micro influenciadores e o impacto de posts patrocinados.

Para sócio, Luis Otávio Cambraia, entender exatamente quem são os micros e macroinfluenciadores e como eles são relevantes na estratégia de comunicação das empresas é o diferencial para o sucesso das marcas. “O primeiro passo é fazer uma seleção de perfis de acordo com a relevância do influenciador dentro das categorias desejadas. Ele deve ter ao menos 30% de relação com o tema desejado. Em seguida, filtramos aqueles de acordo com a qualidade de engajamento a partir da pontuação na nossa ferramenta e, para finalizar, fazemos a distribuição de perfis entre os diferentes tamanhos de base”, explica.

O levantamento mostra que perfis com base de seguidores de até 20k são os que mais geram conteúdo, sendo responsáveis 66% dos mesmos. Outros 24% estão nas mãos de quem tem entre 20k e 100k seguidores. Ou seja, 86% do conteúdo analisado foi gerado por perfis com base de audiência menor de 100k. Influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores geram apenas 2% dos posts.

Além de analisar o volume de posts, o estudo identificou queda de interesse do público em postagens pagas. No Instagram, por exemplo, perfis com mais de um milhão de seguidores tiveram uma queda de 47,3% de engajamento em publicações identificadas como patrocinadas por marcas através do uso de hashtags como #ad, #publi #publipost, entre outras. Já nos perfis entre 20k e 100k, os posts tiveram 24,7% a menos de comentários e curtidas. No Facebook, essa queda se deu em 35,8% e 21,6% para os mesmos grupos.

Para explicar esses números, uma vez que nota-se que os influenciadores estão gerando conteúdos relevantes para as marcas, Luís Cambraia ressalta que “os seguidores são sensíveis aos conteúdos patrocinados. Além de um olhar criterioso para o perfil do influenciador versus o contexto onde a marca está inserida, há ainda a necessidade de autenticidade na criação do conteúdo, uma vez que ele determina a taxa de engajamento e garante maior ROI para as marcas”.

A Airstrip analisou ainda o crescimento das redes sociais e os assuntos mais comentados em cada rede. No último ano, o Youtube foi a rede social que mais gerou alcance para seus usuários, totalizando 108,2% de crescimento das bases. Em seguida, vêm o Instagram com 63,3%, o Facebook com 44,8% e, por último, o Twitter com crescimento de apenas 30,5%. Dos assuntos mais comentados, futebol e política saem à frente no Facebook, já no Instagram, o assunto preferido dos usuários varia entre moda e fitness.

Dentro dessa análise de comportamento das plataformas, alguns perfis foram destacados, mostrando que as redes sociais estão conectadas ao offline, como um termômetro realtime ou agente de disseminação espontânea:

Entre 100k e 300k:

  1. @paratudoo cresceu %762%
  2. @crispimicheli cresceu 302%
  3. @mandycandyreal cresceu 102%

Entre 300k e 1M:

  1. @lorraynemavromatis cresceu 1.473%
  2. @negblack cresceu 268%
  3. @silveropereira cresceu 127%

Acima de 1M

  1. @pabllovittar cresceu 92%
  2. @paulinhop8 cresceu 46%
  3. @rafaeluccman cresceu 36%

Michele Crispim, ganhadora do Masterchef, viu suas redes crescerem 302% nos últimos 90 dias

Facebook lança plataforma para assistir canais na rede social

10 de Agosto de 2017 14h – Atualizado às 14:27

as

Assistir a vídeos no Facebook conecta pessoas, inicia conversas e cria comunidades. Nesta quarta-feira (09) a empresa apresentou o Watch, uma nova plataforma para programas em vídeo na rede social.

O Watch estará disponível em dispositivos móveis, desktop e laptop, assim como nos aplicativos de TV do Facebook. Os programas trazem episódios – ao vivo ou gravados – e seguem um tema ou enredo. O Watch será personalizado para ajudar na descoberta de novos programas, organizados com base no que seus amigos e comunidades estão assistindo. A plataforma também traz uma Watchlist para que o usuário nunca perca os últimos episódios.

“Isso tem tudo para ser um canal muito promissor para atrair produtores de conteúdos originais a publicarem seus vídeos, não apenas no YouTube ou em outras plataformas, mas também nessa ferramenta  do Facebook, que pode oferecer a divisão de monetização que fica com 55% com o produtor de conteúdo e 45% com o Facebook”, explicou Fábio Prado Lima, diretor da AdResults e professor do Face Ads Descomplicado.

Inicialmente o Watch estará disponível a um grupo limitado de pessoas nos EUA e a companhia de Mark Zuckerberg pretende levar a experiência a mais pessoas em breve.

http://adnews.com.br/social-media/facebook-lanca-plataforma-para-assistir-canais-na-rede-social.html