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Rumo a expansão vertiginosa da video-advertsing

O setor de video-advertising vai mudar mais nos próximos 3 anos do que mudou nos últimos 60. A previsão não é minha, é do Dave Morgan, colaborador editorial do Media Insider

Mas vamos entender vídeo, primeiro.

Video considera-se hoje tudo aquilo que se veicula em formato de imagens em movimento nas mais diversas plataformas. Toda a programação e os comerciais de TV são vídeo, assim como tudo no YouTube, obviamente, também é. Não concordo muito com essa definição, mas é assim que analistas e profissionais de marketing e comunicação definem vídeo hoje, notadamente no que se refere a publicidade. Deixa o que eu acho pra lá.

Video, nesse conceito, nasceu junto com o primeiro avanço digital da TV, quando se criaram as primeiras máquinas de video tape, que registravam em fitas imagens em movimento para serem exibidas não mais em tempo real, mas on demand e quando se desejasse. Foi lá pelos anos 1960. 

Hoje, a video-advertising ganhou força adicional na internet, como todos sabemos. Não mais só no YouTube, que foi pioneiro em perceber a força desse formato, mas agora em tudo que é lugar online. Faz alguns anos que o uso incremental da video-advertising começou a se expandir mais e mais na web e que marcas e anunciantes passaram a aportar verbas mais volumosas nessa alternativa, muitas vezes redirecionando investimentos de mídia antes classicamente investidos em TV para a internet.

A tendência que se registra aqui, e para a qual o nosso amigo Dave nos chama a atenção, é que nos anos próximos à frente, em ambos os meios, TV e web, vamos ver se acelerar mais e mais o aporte de verbas nesse formato. Estávamos a 150KM. Vamos acelerar para 300KM.

No balanço entre as duas plataformas, veremos a migração das verbas da TV para a internet crescer e isso se dá por vários motivos. Um deles é que o inventário da TV é finito e o da Internet, é, em tese, se considerarmos o todo, infinito. Mas também porque se pode veicular comunicação comercial nela, em vídeo, quando e de que forma e duração quisermos. Não tem a camisa de força da grade de programação televisiva, nem dos 30 segundos. E, para matar a questão, vídeos na internet podem ser interativos e servir para a captura de dados dos usuários e consumidores. E isso muda tudo a favor do vídeo-advertising digital e online.

Só que nem tudo isso junto consegue bater o protagonismo da TV, que como meio, entrega cobertura em massa, concentrada em poucos canais, o que facilita a gestão logística e amplifica o controle assertivo dos targets a serem atingidos em clusters. A internet pode atingir uma pessoa por vez, de forma personalizada, algo que a TV, embora evoluindo nesse sentido, não faz tão bem. Mas a web é toda pulverizada. Mais difícil de programar. Daí que é ainda a TV que segue recebendo, historicamente, as maiores verbas de investimento publicitário em vídeo-advertsing até hoje.

Olhando o cenário macro e juntando tudo num balaio de gatos só, o video-advertising vai se expandir por conta das hoje inúmeras possibilidades de canais, como os celulares, lap e desktops, TVs conectadas e todo o mundo OTT e do streaming. 

O instituto eMarketer estima que,  nos EUA, as CTVs, ou tvs conectadas, receberão mais verbas este ano e nos que virão do que sempre e que poderão vir a representar quase 30% de tudo o que se refere a vídeos programáticos e 15% do crescimento nos investimentos totais em mídia programática.

Plataformas e softwares de automação na distribuição de videos, agora de forma segmentada e altamente precisas, fundamentadas em dados, otimizarão mais e mais a assertividade da video-advertising, na internet e, cada vez mais, na própria TV. Isso significa que agências e anunciantes podem agora acompanhar seus consumidores durante toda a jornada e o funil de consumo, como nunca antes. E que ambas as plataformas utilizadas concomitantemente asseguram hoje uma acurácia única, além de cobertura, abrangência e frequência como também nunca se viu antes.

Como tudo hoje acontece de forma bem mais acelerada do que acontecia antes, numa velocidade que não conhecíamos, a tendência é mesmo que a video-advertising protagonize mais mudanças nos poucos anos adiante do que em todos os anos anteriores somados.

Estamos diante da maior força de comunicação para o marketing. Que vai só crescer, se aprofundar e se expandir de forma inédita até hoje, desde aqueles hoje longínquos anos 1960.

4 de fevereiro de 2021 – Pyr Marcondes – Senior Partner at Pipeline Consulting – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/blog-do-pyr/2021/02/04/rumo-a-expansao-vertiginosa-da-video-advertsing.html

YouTube lança seu primeiro streaming de música

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Depois de algum tempo de dúvidas, o Google anunciou nesta terça-feira, (25), seu novo streaming de música: o YouTube Music e o plano YouTube Premium.

O serviço Music traz quase todos os mesmos  recursos do Google Play Música, diferindo-se no fato de que também há uma conexão com a rede de vídeos do YouTube.  É, também, dividido em três abas, com recomendações personalizadas na primeira, clips em alta qualidade na segunda e na terceira uma biblioteca de faixas e artistas salvos.

Já o Premium garante acesso à todos os recursos do YouTube Music pago, mas também possui conteúdos exclusivos como por exemplos: séries. As assinaturas saem, respectivamente R$16,90 e R$20,90.

http://adnews.com.br/midia/youtube-lanca-seu-primeiro-streaming-de-musica.html

IGTV x YouTube: todos querem os influenciadores

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O Instagram acabou de lançar em um evento mundial a sua nova ferramenta de vídeos, o IGTV. Dias depois, em resposta, o YouTube anunciou novas ferramentas para os criadores de conteúdo. Duas falas, nesses anúncios, chamam muito a atenção para um elemento estratégico tanto para o crescimento dessas redes sociais, quanto para que elas consigam manter cada dia mais usuários em suas plataformas: o criador de conteúdo, mais conhecido como influenciador digital.

Atualmente, muitos influenciadores do Instagram criam um canal no YouTube para divulgar vídeos mais longos e direcionam sua comunidade do Instagram para o YouTube, com link na bio e link nos stories, para aqueles que tem mais de 10K e conta comercial. “Em todos os meus cursos e mentorias, ou seja, na profissionalização dos influenciadores, essa é sempre a minha recomendação: fazer o que chamamos de cross mídia”, comenta Dani Almeida, jornalista, consultora de imagem e criadora do curso Influenciadora de Sucesso.

Segundo o próprio Instagram, como todos os seguidores dos influenciadores na rede social já automaticamente seguirão as mesmas pessoas no IGTV, essa base pode ser gigante. “Esse é o público, esses criadores, a @lelepons tem 25 milhões de seguidores. Ela vê o Instagram como sua casa. São esses influenciadores que a gente vê com sucesso no primeiro dia e nos primeiros meses”, afirmou Mike Krieger, brasileiro cofundador do Instagram.

Poucos dias depois, o YouTube anunciou o alcance de 1,9 bilhão de usuários por mês e revelou, ainda, que o número de produtores de conteúdo que ganham cinco dígitos por ano aumentou em 35% e o número de criadores que alcançaram seis dígitos aumentou 40%.

“Para aumentar a possibilidade de rentabilização dos criadores, o YouTube anunciou várias novas ferramentas, entre elas a possibilidade de influenciadores venderem mebership (taxa mensal recorrente), produtos de marca própria (mais de 10 mil inscritos) e a função Premiere, que permite avisar os inscritos sobre a chegada de um novo vídeo (mais de 100 mil inscritos). Mas o que chamou mais atenção nisso tudo, foi o anúncio do YouTube”, comenta Dani

“Os criadores do YouTube são o coração da nossa plataforma. É por isso que estamos comprometidos em criar produtos que capacitem e apoiem a comunidade de criadores”, disse Neal Mohan, Chief Product Officer do YouTube. “Por criadores, leia-se influenciadores digitais”, explica Dani.

Quais vantagens o influenciador leva?

O maior atrativo do YouTube para os influenciadores é o fato de que, além do conteúdo patrocinado, que representa hoje os maiores faturamentos entre esse público, o próprio YouTube remunera a geração de conteúdo.

Segundo o Instagram, eles estão estudando junto aos influenciadores, se haverá formas de rentabilização do IGTV. Segundo Krieger, isso será conversado nos próximos meses com os criadores para definir o que é melhor para a plataforma. O mesmo vale para anúncios – a princípio não existirão, mas a longo prazo eles podem aparecer.

“É difícil prever os desdobramentos dessa batalha ainda. Faz parte cada empresa querer puxar para si os influenciadores, já que eles representam sempre o potencial de crescimento viral”, comenta Dani.

O que fazer? Quem ‘escolher’?

Minha recomendação aos alunos dos meus cursos e à comunidade de 42 mil influenciadores que segue meu conteúdo no IG @influenciadoradesucesso, listas de email e WhatsApp permanece a mesma: não fique refém de apenas uma plataforma.

Ainda mais para influenciadores que amam trabalhar o Instagram e têm dificuldade em trabalhar o YouTube, a tentação e grande. Mas fica meu aviso… e se alguma coisa, qualquer coisa acontecer e você perder sua conta, o que você fará?

Além disso, o YouTube continua sendo a maior fonte de rentabilização para quem realmente quer atuar de maneira profissional, ganhando como profissional.

Enquanto isso e, por enquanto, as maiores lições que podemos tomar com o lançamento da IGTV são as seguintes:

  1. Esqueçam as origens do Instagram. O Instagram, definitivamente, deixou seu passado de aplicativo de fotos. Ele se tornou um microblog, agora, com vídeos.
    2. Quem estourou nessa rede, vai precisar se reinventar. Fotos inspiradoras não serão mais suficiente para engajar sua comunidade.
  2. O engajamento na sua timeline (suas fotos), que já vinha caindo, vai despencar devido à grande quantidade de conteúdo para ser consumida. O engajamento nos stories já começaram a cair também.
  3. Prepare-se para ser boa não apenas em fotos e conteúdo escrito, mas também em vídeos. O consumo de vídeo na internet cresce vertiginosamente e a IGTV é mais uma prova disso.

http://adnews.com.br/midia/igtv-x-youtube-todos-querem-os-influenciadores.html

Como as (novas) mudanças no Youtube vão impactar os criadores de conteúdo?

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O YouTube está instituindo mudanças (de novo) na forma como ele adiciona membros ao Programa de Parceiros do YouTube e criadores que são elegíveis para receber receita publicitária pelos views e watch time do seu conteúdo.

A partir de agora, para ser elegível para o Programa, os criadores de conteúdo precisam superar 4.000 horas de watch time no último ano ou possuirem pelo menos 1.000 inscritos.

Em abril do ano passado, os canais precisavam ter 10.000 visualizações ao longo da vida. Mas as novas métricas vêm para mudar novamente os KPIs de quem cria conteúdo como negócio para a plataforma.

Os criadores de conteúdo que não atendem a esses novos padrões serão removidos do Programa a partir de 20 de fevereiro – para permitir um período de carência de 30 dias.

Mas como isso fica na prática?

Se a sua comunidade ainda está sendo construída e não chegou em 1000 inscritos, o watch time vai ser a base para fazer seu KPI financeiro.

O watch time dos meus vídeos (PASSAdos30) é de 6 minutos, vou usar esse número como base para vocês entenderem o que você precisa de conteúdo no seu canal, para começar a ser remunerado pelo Youtube em três cenários.

Você precisa ter em um ano:

1) 27 vídeos com média de 1.500 views

ou

2) 40 vídeos com média de 1.000 views

ou

3) 80 vídeos com média de 500 views

(ou hipoteticamente 1 vídeo com 40mil views)

Isso tudo sem ser remunerado pelo Youtube ainda.

Na prática você precisa ter: consistência, conteúdo relevante e formar comunidade (aquilo que a gente já fala desde sempre), que não acontece do dia para a noite e não depender financeiramente do Youtube no primeiro ano de conteúdo. Mais que tudo isso, você vai precisar de tempo e dedicação!

http://adnews.com.br/adinsights/ana-paula-passarelli/o-que-voce-precisa-saber-para-se-adaptar-novas-regras-do-youtube.html

Leroy Merlin comemora sua aposta em conteúdo no Youtube

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Os hábitos de consumo e a forma como as pessoas se comunicam e se relacionam com marcas vêm sofrendo profundas mudanças em tempos de redes sociais. No varejo, a inovação deixa de ser apenas um diferencial competitivo e passa a ser ingrediente fundamental para a expansão dos negócios. Nesse cenário, a Leroy Merlin celebra a superação da marca de 60 mil inscritos, em apenas nove meses, no Casa de Verdade, canal da marca no YouTube, desenvolvido pela divisão de brand publishing da Webedia, com produção nos estúdios da Massiv, em São Paulo, por uma equipe exclusiva de dez profissionais.

Luther Peczan, CEO da produtora digital Massiv, conta que desde o lançamento do canal, em março, o número de inscritos foi conquistado apenas com crescimento orgânico. Na análise do engajamento dos 127 vídeos produzidos e postados na plataforma, Peczan destaca a fidelidade do público e o fato de que 75% das visualizações virem de pessoas que acessam diretamente na página do canal. “A própria plataforma também considera o conteúdo muito relevante já que os 25% restante vêm das recomendações do próprio Youtube”, afirma o CEO de Massiv. Os vídeos tiveram taxa de retenção média acima de 60% e aprovação de 98% nos likes. Os dados mostram ainda que 63% do público é feminino; e que 64% têm entre 25 e 44 anos.

O projeto é uma extensão da comunicação de varejo da rede com a participação dos influenciadores Karla Amadori (canal DIYCore), Paloma Cipriano, o comediante Lucas Salles e Paulo Biacchi, com o enfoque nos temas decoração, reforma e construção. A finalidade é aumentar a relevância digital da marca Leroy Merlin e torná-la dominante nesse território. “A marca já é bem reconhecida e associada aos temas-alvo no Brasil, onde as lojas são vistas como modernas e inovadoras. Ainda há, porém, o desafio de aproximar a marca do público mais jovem, algo que os novos canais digitais fazem por excelência nos tempos atuais”, explica o Paulo José, executivo da Leroy Merlin.

Participações especiais de convidados, como os atores do Parafernalha, que participaram em cinco vídeos, também ajudaram a ampliar o público do canal. “O novo posicionamento, que dá nome ao canal, nos associa a um ambiente agradável, acolhedor e inspirador para todos que desejam fazer da sua casa um ponto de grandes experiências e momentos inesquecíveis”, complementa Cirlene Gonçalves, gerente de Planejamento e Estratégia em Social Media da Leroy Merlin.

O CEO de Massiv explica que a metodologia desenvolvida pela Massiv é baseada em crescimento 100% orgânico e direcionada por uma estratégia de conteúdo com pilares claros e relevantes para a audiência almejada. “Escolhemos apresentadores que comunicam bem com o target da Leroy e aplicamos todo o nosso conhecimento técnico sobre o algoritmo e sobre o comportamento do público que consome conteúdo na plataforma”, diz Peczan.

O executivo da Webedia esclarece que a função da Massiv, desde seu lançamento em julho, tem sido a de fazer com que marcas se tornem publishers, criando conteúdo de qualidade para impactar seu público de forma direta e relevante, aumentando o brand love. “Trabalhar com uma marca como a Leroy Merlin, que entende o valor de criar conteúdo relevante para engajar com seu público de forma orgânica, é um grande privilégio. Acreditamos que aproximar o público através de conteúdo original que traga os pilares da marca, como nesse trabalho feito a quatro mãos, é o futuro para as marcas”, conclui Peczan.

Youtube se rende ao stories com o “Reels”

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Créditos: Youtube

O sucesso do Instagram Stories levou até o gigante dos vídeos Youtube a criar a sua própria ferramenta de compartilhamentos instantâneos. Batizada de Reels e com características próprias como a duração de 30 segundos (as postagens podem ficar disponíveis de acordo com a vontade do criador que pode ser até mesmo para sempre), a ferramenta, em fase de testes será liberada para criadores que tiverem no mínimo 10.000 inscritos em seu canal.

Diferentemente de como são mostrados os Stories no Instagram, no Reels os conteúdos não ficarão disponíveis logo no topo da tela, mas ganharão uma aba própria para isso. Ou seja: será acessível apenas para quem procurar pela página de um canal específico.

Além disso, links para vídeos do próprio YouTube também podem ser criados na ferramenta, que também conta com stickers animados e outros recursos para que mais conteúdo possa ser adicionado às imagens, como trilha sonora, clipes adicionais e filtros.

O objetivo na disponibilização da ferramenta é aproximar ainda mais criadores e usuários a partir da possibilidade de criar mais conteúdo, de forma rápida e fácil informou a plataforma ao site Tech Crunch.

A novidade já passa por testes para um grupo selecionado de criadores e usuários para ajustes e, apesar de não ter divulgado datas, relatou que a disponibilizará para o público de forma geral em breve.

http://adnews.com.br/internet/youtube-se-rende-ao-stories-com-o-reels.html

Microinfluenciadores são responsáveis por 66% do conteúdo das redes

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Lorrayne Mavromatis, youtuber que deixou região caribenha após a devastação do furacão Irma, viu suas redes crescerem 1.473% em poucos dias

Uma vez que redes sociais se tornaram referência na busca de conteúdos e informações, grandes empresas passaram a se associar com influenciadores digitais, mas compreender qual a melhor estratégia para isso se tornou um desafio constante. Pensando nisso, a Airstrip Group, empresa de tecnologia e mineração de dados provenientes das redes sociais, realizou um estudo a partir de sua base de mais de 1.1 milhão de perfis monitorados, que explica como posts contribuem para o marketing de influência.

Nos últimos 90 dias, essa mesma base gerou 560 milhões de post, o quais foram analisados pela empresa, sob três pilares: mudanças no comportamento das redes sociais, estratégia com micro influenciadores e o impacto de posts patrocinados.

Para sócio, Luis Otávio Cambraia, entender exatamente quem são os micros e macroinfluenciadores e como eles são relevantes na estratégia de comunicação das empresas é o diferencial para o sucesso das marcas. “O primeiro passo é fazer uma seleção de perfis de acordo com a relevância do influenciador dentro das categorias desejadas. Ele deve ter ao menos 30% de relação com o tema desejado. Em seguida, filtramos aqueles de acordo com a qualidade de engajamento a partir da pontuação na nossa ferramenta e, para finalizar, fazemos a distribuição de perfis entre os diferentes tamanhos de base”, explica.

O levantamento mostra que perfis com base de seguidores de até 20k são os que mais geram conteúdo, sendo responsáveis 66% dos mesmos. Outros 24% estão nas mãos de quem tem entre 20k e 100k seguidores. Ou seja, 86% do conteúdo analisado foi gerado por perfis com base de audiência menor de 100k. Influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores geram apenas 2% dos posts.

Além de analisar o volume de posts, o estudo identificou queda de interesse do público em postagens pagas. No Instagram, por exemplo, perfis com mais de um milhão de seguidores tiveram uma queda de 47,3% de engajamento em publicações identificadas como patrocinadas por marcas através do uso de hashtags como #ad, #publi #publipost, entre outras. Já nos perfis entre 20k e 100k, os posts tiveram 24,7% a menos de comentários e curtidas. No Facebook, essa queda se deu em 35,8% e 21,6% para os mesmos grupos.

Para explicar esses números, uma vez que nota-se que os influenciadores estão gerando conteúdos relevantes para as marcas, Luís Cambraia ressalta que “os seguidores são sensíveis aos conteúdos patrocinados. Além de um olhar criterioso para o perfil do influenciador versus o contexto onde a marca está inserida, há ainda a necessidade de autenticidade na criação do conteúdo, uma vez que ele determina a taxa de engajamento e garante maior ROI para as marcas”.

A Airstrip analisou ainda o crescimento das redes sociais e os assuntos mais comentados em cada rede. No último ano, o Youtube foi a rede social que mais gerou alcance para seus usuários, totalizando 108,2% de crescimento das bases. Em seguida, vêm o Instagram com 63,3%, o Facebook com 44,8% e, por último, o Twitter com crescimento de apenas 30,5%. Dos assuntos mais comentados, futebol e política saem à frente no Facebook, já no Instagram, o assunto preferido dos usuários varia entre moda e fitness.

Dentro dessa análise de comportamento das plataformas, alguns perfis foram destacados, mostrando que as redes sociais estão conectadas ao offline, como um termômetro realtime ou agente de disseminação espontânea:

Entre 100k e 300k:

  1. @paratudoo cresceu %762%
  2. @crispimicheli cresceu 302%
  3. @mandycandyreal cresceu 102%

Entre 300k e 1M:

  1. @lorraynemavromatis cresceu 1.473%
  2. @negblack cresceu 268%
  3. @silveropereira cresceu 127%

Acima de 1M

  1. @pabllovittar cresceu 92%
  2. @paulinhop8 cresceu 46%
  3. @rafaeluccman cresceu 36%

Michele Crispim, ganhadora do Masterchef, viu suas redes crescerem 302% nos últimos 90 dias

Facebook lança plataforma para assistir canais na rede social

10 de Agosto de 2017 14h – Atualizado às 14:27

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Assistir a vídeos no Facebook conecta pessoas, inicia conversas e cria comunidades. Nesta quarta-feira (09) a empresa apresentou o Watch, uma nova plataforma para programas em vídeo na rede social.

O Watch estará disponível em dispositivos móveis, desktop e laptop, assim como nos aplicativos de TV do Facebook. Os programas trazem episódios – ao vivo ou gravados – e seguem um tema ou enredo. O Watch será personalizado para ajudar na descoberta de novos programas, organizados com base no que seus amigos e comunidades estão assistindo. A plataforma também traz uma Watchlist para que o usuário nunca perca os últimos episódios.

“Isso tem tudo para ser um canal muito promissor para atrair produtores de conteúdos originais a publicarem seus vídeos, não apenas no YouTube ou em outras plataformas, mas também nessa ferramenta  do Facebook, que pode oferecer a divisão de monetização que fica com 55% com o produtor de conteúdo e 45% com o Facebook”, explicou Fábio Prado Lima, diretor da AdResults e professor do Face Ads Descomplicado.

Inicialmente o Watch estará disponível a um grupo limitado de pessoas nos EUA e a companhia de Mark Zuckerberg pretende levar a experiência a mais pessoas em breve.

http://adnews.com.br/social-media/facebook-lanca-plataforma-para-assistir-canais-na-rede-social.html

Anúncios entre vídeos no Facebook podem prejudicar sua marca

27 de Junho de 2017  

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Há alguns dias, um amigo meu no Facebook fez um post dizendo que iria parar de curtir determinada marca. O motivo? Um comercial dela interrompeu o vídeo que ele estava assistindo.

O novo formato vem sendo testado desde janeiro e é uma saída para tirar os grandes produtores do YouTube. Neste caso, a verba deste anúncio é dividida entre produtor (55%) e, claro, o Facebook (45%).

No entanto, o formato acaba sendo um retrocesso. Não para o Facebook, mas sim para as marcas. E isso pode se tornar um grande vilão no Brasil.

O atraso do mercado digital no Brasil é culpa de todos: agências, que preferem ganhar 20% das grandes mídias, e dos clientes que ainda menosprezam as novas mídias. E este será um passo falso rumo ao entendimento do mercado digital. É apenas um Ad Break, adaptação dos comerciais de TV para o mundo online.

O público está fugindo dos anúncios

As redes sociais nasceram para conectar pessoas, as marcas são secundárias e devem trazer entretenimento para o canal. Se as pessoas estão fugindo de comerciais, parece não ser inteligente investir neste novo formato. Vídeos mais longos, por exemplo, podem receber até três Ad Breaks de 20 segundos, são pausas maiores do que um filme da sessão da tarde.

Se você ainda não está confiante, saiba que até mesmo as interações de imagens bonitinhas são praticamente nulas:

A página do Toddynho possui 1.3 milhões de fãs. No entanto, posts como esse recebem apenas 34 interações, algo como 0,002%. O motivo? Elas interrompem a navegação durante a linha do tempo, assim como os vídeos.

E não para por ai

Os anúncios de vídeo vão começar a aparecer agora entre as transmissões ao vivo também, o que pode até mesmo desmotivar a continuidade do telespectador.

O futuro no presente

O digital traz mais resultados com conteúdo próprio. Marcas como Coca-Cola, Netflix e Heineken possui até mesmo o departamento de Real Time Marketing, monitorando o que está acontecendo em tempo real na internet e se aproveitar disso para criar conteúdos. Desta maneira, ao invés de utilizar a autoridade de outros canais, você constrói a sua própria imagem com investimento similar.

E agora, você ainda está a fim de dar um passo para trás?

http://adnews.com.br/adarticles/anuncios-entre-videos-no-facebook-pode-prejudicar-sua-marca.html

Novidade na web: O Boticário lança plataforma com dicas e tendências de make

11 de Julho de 2017  

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O Boticário está com um novo projeto. Desejos de Make é uma plataforma criada para atender às necessidades da mulher brasileira por conteúdo sobre maquiagem. A iniciativa da marca vem ao encontro de uma tendência nacional de aumento nas buscas na internet por maquiagem, que cresceu mais de 26% em 2016. Para que o canal tenha uma produção antenada com os desejos femininos, os conteúdos são criados tendo como referência os interesses que são mais buscados sobre o universo de maquiagem no Google e no YouTube, ou seja, em sintonia com a intenção real das consumidoras.

O canal apresenta dicas e informações para que as consumidoras tirem dúvidas e estejam cada vez mais familiarizadas com produtos e técnicas para diferentes tipos de make, do dia a dia ao look de festa. Já nos primeiros vídeos, a plataforma traz conteúdos exclusivos, feitos em parceria com blogueiras e maquiadoras como Rayza Nicácio, Lorelay Fox, Mari Maria, Joyce Kitamura, Sadi Consati e Suelen Johann.

De acordo com Cristiane Irigon, diretora de comunicação e marca do Boticário, a empresa está comprometida em levar informação sobre o universo da maquiagem ao público e oferecer segredinhos e truques práticos para facilitar a rotina de beleza da mulher. “Já somos um dos 20 maiores players globais do segmento de beleza e acreditamos que sentir-se bonito é algo pessoal, intangível, um estado de espírito que se reflete externamente de forma positiva, independentemente de qualquer aspecto físico. Esta visão é o que guia o nosso jeito de fazer beleza’’, afirma a executiva.

Segundo José Porto, head do Google BrandLab, mais do que uma campanha, O Boticário desenvolveu uma plataforma que mostra o quanto a marca entende a consumidora e a dinâmica do digital e traz algo inovador e relevante que vai ser fundamental para dar continuidade a história de sucesso da marca. Desejo de Make já é um case global de BrandLab e uma referência de parceria de sucesso entre Google e marcas que pensam diferente e conseguem realizar”, afirma com orgulho.

Toda semana a marca vai disponibilizar novos vídeos, com truques e dicas para deixar a consumidora sempre por dentro das tendências e dicas de maquiagem.

As consumidoras interessadas em conferir os vídeos e saber mais sobre o universo de pincéis, sombras e afins poderão acessar o canal pelo link no YouTube.

http://adnews.com.br/internet/novidade-na-web-o-boticario-lanca-plataforma-com-dicas-e-tendencias-de-make.html