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Facebook e Instagram anunciam novas formas para ajudar criadores a monetizar

As atualizações de hoje são parte dos esforços para apoiar criadores enquanto constroem suas carreiras nas plataformas do Facebook e Instagram. Eles estão fazendo um progresso incrível e teremos mais informações para compartilhar nos próximos meses.

Na sessão de abertura do Creator Week, Mark Zuckerberg compartilhou algumas atualizações e disse: “Nosso objetivo é ser a melhor plataforma para criadores de conteúdo como vocês ganharem dinheiro. E, se você tem uma ideia que deseja compartilhar com o mundo, você deve ser capaz de criá-la e divulgá-la com facilidade e simplicidade – no Facebook e no Instagram – e então ganhar dinheiro com seu trabalho”.

Como o Facebook e o Instagram ajudam você a ganhar dinheiro

No Facebook, eles ampliaram os produtos de apoio aos fãs (como Assinaturas de fãs e Estrelas), disponibilizando-os para ainda mais criadores de conteúdo. Como por exemplo:

Assinaturas de fãs: os fãs podem demonstrar apoio direto a você por meio de pagamentos recorrentes mensais. Agora, qualquer Página nestes mercados que atenda os critérios de qualificação poderá se inscrever aqui.

Estrelas: as Estrelas são ótimas para ajudar você a obter receita nos streams ao vivo. Seus fãs podem comprar Estrelas e enviá-las para você nos comentários. Além disso, agora é possível definir metas de Estrelas, adicionar cartões de agradecimento automáticos e outras ferramentas no Estúdio de Criação. Os criadores de conteúdo nestes mercados podem expressar interesse e começar aqui.

Os anúncios in-stream continuam evoluindo no Facebook, permitindo que você monetize mais tipos de vídeo com anúncios. Entenda mais abaixo:

Anúncios em vídeos curtos: use anúncios de imagem e post-roll para monetizar conteúdo de 60 a 180 segundos de duração com anúncios de imagem e post-roll. Estamos testando esses dois formatos de anúncio sem interrupção em vídeos curtos envolventes, além de investir em soluções de monetização para conteúdo de longa duração.

Anúncios para vídeos ao vivo: agora, os vídeos ao vivo podem ser usados para anúncios de uma maneira totalmente nova. Monetize vídeos transmitidos ao vivo e permita anúncios mid-roll no seu stream ao vivo enquanto o stream é exibido em uma janela menor.

Novas experiências de anúncio: estamos trabalhando para aumentar os pagamentos gerais dos criadores de conteúdo no Watch. Por exemplo, estamos testando uma opção que permite que as pessoas comecem a assistir aos vídeos no Feed de Notícias e continuem assistindo no Watch após visualizarem um anúncio curto.

Também eles estão ampliando o acesso para criadores de conteúdo do Facebook e Instagram para o Gerenciador de Colaboradores da Marca, que ajuda você a encontrar parceiros de marca em potencial e colaborar com eles.

Para criadores de conteúdo que organizam eventos online, eles começaram a convidar Páginas do Facebook para uma nova forma de monetização, chamada eventos online pagos.  Nela, há uma cobrança de uma taxa única de acesso quando os convidados se inscrevem para participar do evento. Em breve, teremos mais novidades para compartilhar.

Recentemente, também foi anunciado algumas atualizações interessantes sobre maneiras de ganhar dinheiro por meio do Instagram Live e IGTV. De início, ainda estão testando os selos no Instagram Live. Eles podem ser comprados pelos visualizadores que desejam demonstrar apoio aos seus criadores de conteúdo favoritos. Os fãs que comprarem selos no Live ficarão em destaque nos comentários e desbloquearão recursos adicionais, incluindo inclusão na lista de detentores de selos do criador de conteúdo e acesso a um coração especial.

Eles ainda introduziram anúncios no IGTV para dar apoio aos criadores de conteúdo, compartilhando a receita do anúncio. Os anúncios de vídeo serão desenvolvidos para dispositivos móveis, com até 15 segundos de duração. Ainda estão testando várias experiências nos anúncios do IGTV com um grupo pequeno de criadores de conteúdo e anunciantes nos EUA. E ampliaram o recurso aos poucos conforme aprimorarmos a experiência.

No começo deste mês, também foi apresentada ótimas novidades sobre as Lojas do Facebook além dos investimentos que temos feito em recursos como a loja do Instagram, compras ao vivo e muito mais, facilitando a compra e venda online. Os criadores de conteúdo e as marcas poderão marcar os produtos em suas Lojas ou no catálogo do Facebook antes de disponibilizá-los online. Esses produtos serão exibidos na parte inferior do vídeo para que as pessoas possam tocar facilmente neles para saber mais informações e comprar.

Melhorias no novo Estúdio de Criação

É provável que você já saiba gerenciar, publicar e monetizar vídeos em uma única localização centralizada usando o Estúdio de Criação. O Facebook acaba de compartilhar as melhorias feitas na experiência do Estúdio de Criação com o aplicativo de criação e agendamento de publicações no Estúdio de Criação, e a possibilidade de entrar no Estúdio de Criação usando as credenciais do Instagram, além de novas informações.

Agora, estão ampliando informações de vídeo com o Estúdio de Criação para ajudar você a controlar mais seu conteúdo. Você encontrará informações mais detalhadas no novo painel de detalhes de vídeo no Explorer, além de métricas por hora para seus vídeos.

Nicole Fanti Siniscalchi – 09/06/2021 – Como o Facebook e o Instagram ajudam você a ganhar dinheiro (adnews.com.br)

O papel do growth hacking no aumento da conversão mobile

O processo de growth hacking começa com uma reunião de equipe, para definir os objetivos de marketing da empresa e identificar onde se quer chegar e por quê. Após ter os objetivos definidos, o segundo passo é fazer uma chuva de ideias, um brainstorming, para definir como atingi-los. Depois disso, é necessário escolher qual é a ideia principal que fará com que o time alcance o seu intuito principal. Já com as prioridades estabelecidas, é chegada a hora de planejar e executar os testes que vão ser aplicados no marketing. Após, é feita a análise dos resultados, avaliando o crescimento gerado pela estratégia aplicada. E, o processo se repete, sendo melhorado a cada fase.

A técnica baseia-se em estratégias de crescimento do negócio, com base em melhores práticas determinadas a partir de hipóteses e experimentos. Fugir do marketing tradicional, buscar por times de formação heterogênea e realizar otimizações por conta de análises e dados são alguns dos pontos em comum entre marcas que se destacam em termos de rápida evolução. Segundo Diego Davila, instrutor de marketing digital da plataforma de ensino à distância Udemy, “é importante que startups foquem em growth hacking, já que o conjunto de estratégias é capaz de expandir, exponencialmente, os negócios, aumentar vendas e alcançar novos clientes”.

Escolher em quais métricas focar, fazer testes A/B e analisar os dados estão entre as tarefas de equipes de mobile growth hackers (crédito: RF._.studio/Pexels)

As mesmas técnicas e estratégias de growth hacking tradicional podem ser aplicadas no mobile, que é uma das áreas de maior crescimento no momento. A App Store iOS, por exemplo, foi lançada, em 2008, com 500 aplicativos. Hoje, possui mais de 1,85 milhões de apps diferentes. Os usuários do Android têm 2,56 milhões de aplicativos para escolher, na Google Play Store. “A competição é real. Isso significa que ter um aplicativo bonito e funcional não é mais suficiente para o sucesso. No movimentado ecossistema de aplicativos de hoje, os aplicativos móveis precisam investir em growth marketing, bem como em experiência do usuário”, diz Gabriel Oyarzabal, vice-presidente da Jampp, plataforma de otimização de campanhas de marketing para apps, para a América Latina.

O alcance do mobile
Entre as tarefas de equipes de mobile growth hackers, estão: escolher em quais métricas ou KPIs (Key Performance Indicators) focar; trazer novas ideias sobre como desenvolver esses KPIs; fazer testes A/B dessas ideias e estratégias; analisar os dados e o feedback dos usuários; trabalhar em conjunto com outros departamentos para aplicar estratégias de growth hacking nos processos em geral; analisar a performance do site mobile e dos aplicativos mobile; investigar e otimizar a taxa de conversão (CRO); escalonar e automatizar os processos de crescimento; e focar em estratégias virais.

Para implementar uma estratégia de mobile growth hacking, é preciso ter um conjunto de estratégias bem definido. “Começando pela definição dos objetivos principais e passando pela chuva de ideias, pela priorização, pelo planejamento, pela execução dos testes e pela análise dos resultados”, afirma Diego.

Aqui, entra, por exemplo, o desenvolvimento de uma estratégia de otimização da App Store (ASO), que visa melhorar a visibilidade do aplicativo da marca no Google Play e na App Store, por meio de otimização de título, descrição, capturas de tela e classificações. “Para desenvolver uma estratégia de otimização ASO bem-sucedida, comece definindo as palavras-chave com as quais deseja que seu aplicativo seja encontrado. Essas são as palavras e frases que as pessoas usam para pesquisar aplicativos na App Store e no Google Play”, explica Gabriel. É importante certificar que as frases estão presentes no conteúdo de toda a página da loja de aplicativos

Além disso, na implementação de uma estratégia de mobile growth hacking, o deep linking entra em cena. Esse elemento permite associar o anúncio certo ao usuário certo, no momento certo. “Os deep links removem etapas desnecessárias, tornando a jornada do usuário do anúncio à compra o mais simples possível”, diz o vice-presidente da Jampp.

É importante criar anúncios diferentes para atender as necessidades dos usuários e a familiaridade com o produto, em cada etapa da jornada do usuário. Com mercadorias mais novas, os anunciantes costumam lançar promoções e descontos. “Essa pode ser uma boa maneira de chamar a atenção, mas não é escalonável a longo prazo. É importante começar a testar diferentes estratégias de criativos, desde o início, e repetir. Teste diferentes tipos de imagens, cores, mensagens, formatos e continue testando, para envolver cada usuário com o conteúdo que achar mais relevante”, afirma Gabriel. O envio de mensagens de texto pode ser desgastante, porém, muitas plataformas e parceiros têm recursos de otimização de criativos dinâmicos, que tornam mais fácil criar e testar vários anúncios com ativos existentes.

Aplicar growth hacking no SEO do site mobile também pode ajudar a marca a crescer. “Cerca de 61% das pesquisas no Google são feitas por meio de dispositivos móveis. Por esse motivo, é fundamental ter o site e o SEO da empresa otimizados para o mobile. Além de criar uma versão mobile do site, é necessário ter a certeza de que as pessoas que visitarem o site pelo mobile terão a melhor experiência possível”, diz Diego. Para isso, é preciso testar a velocidade do site para dispositivos móveis.

No entanto, vale destacar que ninguém pode descrever o processo de conversão melhor do que o cliente, diz o profissional da Udemy: “Uma opção é fazer pesquisas com os clientes, validando ideias de growth hacking a serem implementada”. Por exemplo, se no processo de planejamento de testes há três ideias a serem testadas, é possível economizar tempo e ter um resultado melhor ao compartilhar previamente essas ideias com os clientes, dando a opção deles votarem na ideia que seria de mais valor. Além disso, complementa o vice-presidente da Jampp, para ter uma estratégia de growth hacking bem-sucedida, foque nas principais métricas.

Victória Navarro – 23 de abril de 2021 – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2021/04/23/o-papel-do-growth-hacking-no-aumento-da-conversao-mobile.html

Tecnologia QR Code pode trazer muitas facilidades ao segmento imobiliário

Saiba mais sobre a inovação tecnológica que pode transformar os serviços de compra e aluguel de imóveis em São Paulo.

De fato, para acompanhar as demandas de um cotidiano cada vez mais frenético, a inovação tecnológica é um fator essencial. Afinal, a tendência é que o consumo seja, a cada dia mais, digitalizado. No cenário imobiliário não é diferente, é preciso se manter atualizado para não se tornar obsoleto. Nesse contexto, um bom corretor, uma boa imobiliária ou, até mesmo, um bom vendedor particular precisam, não só conhecer, como também dominar as ferramentas disponíveis.

Um recurso inovador, que promete revolucionar as relações de compra e aluguel de imóveis é o QR Code. Essa tecnologia envolve a criação de um código de barras bidimensional impresso e identificado pelas câmeras de smartphone (que possuem essa função habilitada). Dessa forma, basta instalar um aplicativo específico para a leitura do código, dispor a câmera na frente do anúncio e acessar todos os dados e informações divulgados a respeito de uma propriedade.

Siga com a gente e confira abaixo onde o recurso pode ser aplicado para facilitar os trâmites e as negociações do setor imobiliário.

Cartão de visita

Devido ao seu formato compacto, um cartão de visita de um profissional do ramo imobiliário, muitas vezes, não apresenta todas as informações necessárias, por conta da limitação de espaço disponível. Nesses casos, inserir um QR Code, além de tornar o design mais clean e moderno, ainda é uma ótima forma de conceder novas fontes de contato como sites, redes sociais ou, até mesmo, uma página focada em um portfólio ou currículo profissional.

Placas Imobiliárias

Graças à praticidade e funcionalidade desse recurso, várias imobiliárias já adotaram o QR Code em placas imobiliárias para facilitar o acesso às informações dos interessados em comprar casas no Morumbi. Isso porque, ao inserir um QR Code na placa de um imóvel disponível para venda ou aluguel, você permite que o interessado scaneie o código e seja direcionado para página ou site do imóvel. Dessa forma, os possíveis compradores terão acesso à informações completas como imagens, descrição da área, valor, taxas condominiais, impostos como IPTU e muito mais. Assim, casa haja interesse, é possível contatar a imobiliária e agendar uma visita presencial de maneira fácil e muito prática.
Algumas empresas desenvolvem os códigos QR e inserem diretamente nos anúncios, mas, caso você não queira investir em placas personalizadas no momento, é possível imprimir o código em qualquer impressora e colar diretamente na sua placa. Para reduzir os danos causados pelas chuvas ou raios solares, vale à pena imprimir em um papel resistente e cobri-lo com contact.

Etiquetas

Para facilitar o acesso às informações dos imóveis, uma excelente alternativa é inserir os QR Codes nas etiquetas de uma casa ou apartamentos para vender na Vila Mariana.

É possível apresentar o código dentro do imóvel, na própria porta para sanar qualquer dúvida sobre os valores e condições da propriedade ou em arquivos como pastas e contratos para deixar de limitas as suas consultas de sistema apenas os seu computador.

Anúncios off-line


Por fim, vale lembrar que um dos principais motivos do surgimento e da popularização dos QR Code é, justamente, a necessidade de mensurar a eficácia dos anúncios. Por isso, caso pretenda anunciar uma propriedade em algum jornal, revista ou classificados impressos, vale à pena inserir o QR Code para direcionar os interessados para uma página que apresente mais informações do que as descritas nos anúncios off-line.

Enfim, curtiu descobrir o que é o QR e as vantagens do recurso para o mercado imobiliário? Se esse artigo foi interessante para você, compartilhe-o em suas redes sociais. Com certeza, essas informações podem ajudar muitas pessoas que desejam digitalizar e tornar as suas operações mais práticas.

Tecnologia QR Code pode trazer muitas facilidades ao segmento imobiliário – ADNEWS

QR Code e as possibilidades na publicidade

Criado na década de 1990, o Quick Response Code, mais conhecido pelo nome QR Code, baseia-a em um gráfico de duas dimensões (2D), capaz de, quando lido pela câmera de um celular, trazer à tona informações, como páginas da internet. As funções dessa tecnologia são múltiplas. Se na mídia impressa, por exemplo, pode revelar conteúdo extra, no mercado publicitário, é capaz de trazer, via embalagens, TV, pontos de venda e outdoors, as promoções e os detalhes de uma campanha. O QR Code, mais do que assumiu o papel de uma ferramenta de comunicação, passou a auxiliar na divulgação de marcas e no estreitamento da relação com os consumidores.

O QR Code permite a conexão entre o off-line e online (crédito: Pixabay/Pexels)

Segundo Edson Sueyoshi, vice-presidente de tecnologia e produção da R/GA, o QR Code ganhou, ainda mais, protagonismo no ano passado, com o início da pandemia do novo coronavírus e a ascensão das lives de entretenimento. Além disso, no Brasil, afirma João Vicente, head of growth strategy da Sapient AG2, a criação do mais novo meio de pagamento Pix, que promete realizar transferências em até dez segundos sem a interferência de intermediários, é mais uma das ações do mercado que tem ajudado a popularizar o QR Code. Por meio dessa opção de transação, é possível definir um valor fixo e usar o código em diversos pagamentos, como uma espécie de etiqueta do produto, e há a alternativa de inserção do valor pelo pagador. Mas, Edson destaca que “a familiaridade das pessoas ao uso da tecnologia já vinha num movimento crescente pré-pandemia, com carteiras digitais, ativadas nos pontos de venda”.

“Na publicidade, as possibilidades são infinitas, além das lives”, diz o head of growth strategy da Sapient AG2. Em 2028, quando a Nike abriu sua primeira loja Nike Live, em Los Angeles, por exemplo, foi concebido um armário inteligente com QR Code, responsável por dar vida a um sistema de reserva e retirada instantânea para membros do aplicativo NikePlus. Na TV, é possível encontrar campanhas de diversas marcas na grade. À exemplo, em 2020, durante o intervalo da novela Totalmente Demais, da Globo, a C&A entrou no ar com descontos oferecidos via QR Code, que conduzia o público à plataforma de e-commerce da marca.

Entre as vantagens de se aplicar a tecnologia na comunicação, está a conexão entre o ambiente off-line e online, capaz de levar o público de uma mídia tradicional para uma digital. Outro benefício é a criação de um identificador único, responsável permitir a construção de campanhas personalizadas. “Todo cliente que pode ser identificado pode ter um QR Code associado a ele em um sistema e leitores podem identificá-lo no mundo físico”, explica Edson. “Uma campanha estática de out-of-home tem pouco potencial de captação de dados, porém, quando direcionada para o celular através de um QR Code, abre a possibilidade de mensurarmos e capturar os dados relevantes dos mais diferentes targets impactados”, adiciona João.

Normalmente, diz João, o QR Code é utilizado para prover um conteúdo de apoio à comunicação principal. Além disso, pode ter outros objetivos, como informar, captar dados, surpreender, expandir conhecimento, ampliar outras frentes de contato com o cliente e fidelizar. “Se já levaremos uma pessoa a pegar o celular, abrir a câmera e apontar para a tecnologia, é preciso atender a expectativa de uma entrega de valor para o usuário. Se a mídia usada não é adequada para provocar essa ação e se o seu uso não tem um propósito claro, é inútil”, complementa o profissional da R/GA. É essencial definir claramente e mensurar para onde o QR Code vai direcionar o target.

As barreiras
As barreiras para introduzir o QR Code na publicidade estão, cada vez mais, menores, uma vez que a mídia massiva já normalizou a tecnologia. Na linha de pensamento do QR Code ser uma ponte de ativação do digital no mundo físico, seu princípio primordial é de facilitar o acesso a uma URL, que pode levar a um site ou a um identificador único, como no caso das carteiras digitais. “A barreira tecnológica que existia em um passado recente de problemas de conectividade, como número reduzido de smartphones ou a falta de conhecimento da tecnologia, já foram superadas nos grandes centros”, explica Edson.

Atualmente, a criação de QR Code é acessível para marcas e até mesmo pessoas físicas, uma vez que existem diversas aplicações na internet que criam código personalizado de forma gratuita. Mas, o profissional da Sapient AG2 aponta que é necessária a utilização de textos informativos e explicativos, que permitam aumentar o alcance e comunicar para um público mais amplo dentro de uma estratégia definida. Ademais, João destaca que os anunciantes precisam estar atentos a questões de privacidade de dados e compliance: “Por isso, a criação desses códigos com desenvolvedores parceiros é o recomendável, pois aí podemos ter total controle de todo e qualquer fluxo de dados gerado desde a concepção até as interações”.

Victória Navarro – 16 de fevereiro de 2021 – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2021/02/16/qr-code-e-as-possibilidades-na-publicidade.html

O que diferencia martechs e adtechs?

Seja por conta da evolução tecnológica, seja pela maior presença dos usuários no digital, os profissionais precisam estar atentos às novas tendências e práticas do mercado de comunicação, a fim de garantir presença de marca no dia a dia de consumidores. Atração, engajamento, vendas e fidelização de clientes, nos últimos anos, pautam a tecnologia aplicado ao marketing e à propaganda. Neste contexto, martechs e adtechs ganham, cada vez mais, espaço e, hoje, abraçam profissionais envolvidos na otimização e crescimento de empresas. 

Segundo dados de 2020, da associação americana ChiefMartec, no mundo, existem mais 8 mil soluções de martech, número 13,6% maior que o de 2019. Porém, estima-se que o total seja superior. O mapa da entidade, intitulado de Martech 5000, mostra 30 registros de martechs brasileiras, contra 529 monitoradas pelo repositório de startups Crunchbase e 475, registradas pelo ecossistema de inovação Distrito. De acordo com o Crunchbase, no Brasil, há 483 adtechs, enquanto, para o Distrito, 27,3% das martechs brasileiras encaixam-se na categoria de adtechs.

O conceito martech (marketing technology ou tecnologia de marketing) permeia startups ou soluções que relacionam tecnologia ao marketing. Segundo Felipe Collins, sócio e head de startups da ACE, o objetivo dessas empresas é “impactar, de maneira positiva, os indicadores de marketing, estejam conectados à receita, à satisfação do cliente ou, até mesmo, à produtividade da equipe”. Neste caso, adiciona Marcelo Alves, professor de marketing digital da ESPM Rio, entram entregas de gestão de relacionamento, prospecção de clientes e processos de construção de programas de fidelidade e de lead.

As soluções de martechs podem ser aplicadas via ferramentas de automação de marketing e vendas, CRM (customer relationship manager), e-mail marketing, web analytics, geomarketing, pesquisa de mercado, gestão de mídias sociais, eventos, mobile marketing, SEO (search engine optimization), trade marketing e outros. 

A adtech (advertising technology ou tecnologia de propaganda), por sua vez, abrange startups e serviços que usam tecnologia para servir conteúdo com mais inteligência. “São as empresas usadas, especificamente, para atividades que envolvem mídia, sendo mais representativas na gestão, análise, compra e venda de espaço publicitário tanto online quanto off-line, indo desde a veiculação das peças até mensuração e otimização das campanhas”, explica Felipe. O profissional clarifica que adtech é um nicho dentro de martech.

Para Marcelo, “quando a ideia é melhorar o serviço de mídia, sair de um cenário em que a mensagem é igual para todas as pessoas e tentar desenvolver inteligência e pensar em uma metodologia de análise de dados para anunciar da melhor forma, essa marca vai trabalhar adtech”.

Inovação adiante
O sócio e head de starups da Ace acredita que o mercado de martechs e adtechs tendem a continuar em franca expansão, nos próximos anos. “A digitalização tanto dos processos internos de uma área ou equipe de marketing quanto do comportamento do consumidor, bem como uma descentralização e desintermediação do mercado, abre espaço para a criação e crescimento de novas startups”, afirma.

Para o professor Marcelo, no Brasil e no mundo, a pandemia acelerou a transformação digital: “Não houve outro caminho para as empresas a não ser se adequar e utilizar as tecnologias para inovar e melhorar a automação de seus processos de marketing. Temos um momento agora de ruptura, de adesão quase que forçada das tecnologias”. 

Victória Navarro – 10 de novembro de 2020 – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2020/11/10/o-que-diferencia-martechs-e-adtechs.html

Startup norte-americana cria freezer que faz ofertas personalizadas

A startup americana Cooler Screens criou um freezer capaz de personalizar ofertas. O aparelho é interativo, possui sensores de movimento, câmeras e sistema de e rastreamento ocular. O item já está em funcionamento em seis unidades da rede de farmácias Walgreens.

A peça identifica as pessoas por gênero, idade e percebe quais produtos que os consumidores estão olhando, avaliando ainda o tempo que permanecem em pé e a reação emocional a algum item. Ele coleta os dados em tempo real, utiliza um algoritmo para determinar os anúncios mais adequados para aquele momento.

O freezer é fechado por uma tela que mostra o produto está atrás da porta. Ele pode sugerir, por exemplo, um refrigerante “zero” para um homem que está olhando para as bebidas. O sistema é capaz de identificar preferências, como a dos homens pelos refrigerantes zero açúcar.

O equipamento também avalia o horário da compra. Se a pessoa realiza as compras no final da tarde, por exemplo, receberá sugestões como pizzas congeladas. As câmeras identificam os produtos que já estão com o cliente, para tentar convencê-lo a comprar outro alimento.

De acordo com a startup, os dados coletados não são armazenados. Mas ela deseja que os consumidores ajudem a abastecer sua base. Isso poderia ser feito, por exemplo, por meio do aplicativo da Walgreens, onde é possível indicar as preferências. Se um cliente incluir itens sem lactose em suas preferências, irão ser indicadas para ele ofertas destes produtos.

Segundo um estudo realizado pela Cooler Screens, 75% dos consumidores escolhem refrigerantes por impulso. A startup tem contratos com a Nestlé, Coca-Cola, Pepsi e outras 13 companhias.

Omo se reinventa

A Unilever realiza mudança em sua maior marca, após 24 anos. Desde de 31 de março, a OMO evolui e inicia sua modernização, reformulando toda a sua linha de produtos com muitas novidades para atender aos novos hábitos do consumidor no cuidado com as roupas.

OMO Multiação evolui é agora é OMO Lavagem Perfeita. Essa é a primeira de uma série de inovações programadas ao longo do ano, com a reinvenção do maior produto da Unilever no mundo e renovação de 100% do seu portfólio. Para comunicar a maior campanha de marketing de OMO nos últimos tempos, a MullenLowe Brasil criou uma campanha integrada, com lançamento nacional no último domingo.

A comunicação apresenta o novo OMO Lavagem Perfeita, reforça a modernização da marca e os benefícios, dentre eles o novo pó ultrafino de rápida dissolução, que não deixa resíduos; capacidade de remoção das manchas em uma única lavagem; e o cuidado para que as cores possam durar mais. Além disso, o produto é mais sustentável, contém mais ativos biodegradáveis e exige menos água no processo de lavagem, o que o torna um aliado do meio ambiente.

Iniciando com veiculação nacional em breaks comerciais do programa “Domingão do Faustão”, a campanha apresenta a grande novidade com o lançamento do filme “Despedida” e usa a melodia da música “Hoje”, para marcar presença e apresentar todos os benefícios do produto. A assinatura reforça: “O que já era OMO ficou ainda melhor”. Além disso, Evaristo Costa participa também de três filmes especiais para a apresentação do novo OMO Lavagem Perfeita.

No ambiente digital, a campanha contará com várias ações diferenciadas, dentre elas um unboxing em realidade aumentada no site www.novoomo.com.br, em que o consumidor consegue usar essa tecnologia para visualizar, em tempo real, a transformação da antiga caixa do OMO Multiação na nova embalagem de OMO Lavagem Perfeita para conhecer seus benefícios e assistir ao filme da campanha. Influencers mostrarão em suas redes sociais o unboxing do novo OMO e um time de youtubers criará conteúdo para a marca durante o ano.

Em termos de processos, esse trabalho é o primeiro do modelo “agile” da MullenLowe Brasil, realizado por meio de uma integração feita a quatro mãos com¬¬ agência e clientes trabalhando juntos no dia a dia.

Confira o vídeo abaixo:

Tabloides do The New York Post esgotam após anúncio da Supreme na capa

Supreme de novo

A busca por monetização nos jornais cresce cada vez mais. E em empreitada, os tabloides do New York Post foram esgotados na última segunda-feira (13) após sua capa ter sido estampada com uma propaganda da grife Supreme.

A peça tornou-se item de colecionadores e segundo dados do Post, algumas foram vendidas por até U$100,00. Em alguns lugares os jornais esgotaram cerca de três horas antes do previsto devido à febre.

Foi a primeira vez em que o jornal dedicou uma capa apenas para anúncio publicitário e essa parceria foi estabelecida quando a marca solicitou a postagem de ideias inovadoras para a sua divulgação.

http://adnews.com.br/publicidade/tabloides-do-new-york-post-esgotam-apos-anuncio-da-supreme-na-capa.html

A Converse e o poder da conversação

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“Como manter as marcas icônicas relevantes em um mundo tão iconoclasta?”, pergunta Andres Kiger, vice-presidente de marketing da Converse para uma sala cheia na abertura do segundo do Engage Prague. Dessa maneira, o executivo começa sua apresentação e mostra para o público de diversos países como é possível que aquela marca de desejo há décadas continue atual e na mente do público.   

Para contextualizar, o profissional remonta ao início da publicidade e mostra como os padrões tradicionais não se conectam mais com os jovens. Corpos perfeitos, situações romantizadas e artistas sem ligação com a marca não serão mais aceitos. “Os jovens de hoje não aceitam passivamente a propaganda. Eles respondem na hora, conversam entre si e viralizam memes que têm mais popularidade que a campanha em si, como aconteceu com a Pepsi e a Kendall Jenner”, apontou o criativo.   

Na ocasião, a gigante do ramo alimentício convidou a celebridade para ser a segunda modelo na história da marca para protagonizar um filme. Diante de um papel que só havia sido de Cindy Crawford, a estrela da familia Kardishian atua em um vídeo em que ela sai de uma gravação de fotos, vai até uma manifestação, entrega uma lata de refrigerante para um policial e faz a massa de manifestantes vibrar com o desfecho.  

Apoiado em padrões de muitos anos atrás, o comercial ao invés de sucesso rendeu ruídos e uma resposta avassaladoramente ruim do público. Por isso, o executivo defende que as “marcas icônicas não servem mais para oferecer benefícios, recompensas ou inovações técnicas. Elas devem se integrar de maneira intrinsíca à cultura que estão relacionadas. A realidade é que o mundo mudou e os consumidores estão descontentes com as marcas”.   

Como criar conversas positivas  

Comunicar marcas em um tempo que tudo vira meme é uma tarefa difícil. Para isso, segundo Kiger, é necessário se alicerçar nos momentos marcantes que envolvem as empresas, as pessoas que realmente a usam e os influenciadores que autenticamente gostam do produto.  

Não há mais espaço para que os rostos de empresas sejam estampados por mascotes e uniformes. O ideal é que elas se cerquem da realidade das pessoas. Convidem grafiteiros, músicas de estilos específicos e incentivem eventos que determinado público adora. 

“Parece irreal acreditar que as marcas permeiam tantos momentos, mas vou contar para vocês que um dos eventos mais legais que participei foi a Copa do Mundo. Me diverti muito no Rio de Janeiro e em quase todas as fotos que tirei nas portas dos estádios aparece o logo da Coca-Cola. Na hora não percebi, mas ela ficou intrinsicamente ligada de maneira positiva em minha vida”, explica o americano.  

Da mesma maneira que as marcas ocupam os grandes eventos sociais, elas também estão nas histórias de muita gente. Para exemplificar, quem não se lembra do primeiro encontro com uma pessoa amada o tênis que ela vestia? Nisso se apoia o marketing proposto por Kiger.  

“Esse menino da foto utilizada nas redes da Conversa foi tirada quando eu andava pela rua e vi um menino tão feliz. Parecia que acabava de conhecer a primeira namorada. Pedi para tirar uma foto dele e para ele contar a sua história. Entendemos a importância de mostrar algo verdadeiro e no final do dia o que tentamos criar são comunidade de amigos que conversem de maneira orgânica sobre um ponto em comum: a marca” 

Usuários do WhatsApp querem conversar com as marcas

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A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel, patrocinada pela Infobip, constatou que os usuários brasileiros do WhatsApp querem conversar com as marcas, mas 38% deles podem abandonar o aplicativo se receber mensagens de spam das empresas. Esta ameaça deve ser levada a sério pelas companhias, se não quiserem ter problemas com os usuários da principal plataforma móvel de mensageria entre os brasileiros: o aplicativo está em 96% dos smartphones e quase a totalidade dos usuários (98%) declara que usa o app todo dia ou quase todo dia.

Mesmo com uma queda de 2 pontos percentuais em relação à pesquisa feita em janeiro do ano passado (de 98% para 96%), o WhatsApp se mantém na liderança entre os aplicativos de mensageria móvel no país, seguido pelo Facebook Messenger (76%), Telegram, com 15%.

Quando o assunto é o serviço de mensagens de texto, o SMS (fora do WhatsApp) ganha destaque entre as empresas na sua comunicação com usuários, sendo o recurso mais usado para o envio de mensagens pelas marcas e empresas, envolvendo o envio de notificações automáticas aos seus clientes, alerta de vencimento de contas, cobranças, entre outros assuntos. Mas, se usuários de smartphone usam pouco o SMS na troca de mensagens com amigos: 24% dos entrevistados, eles também reduziram bastante o uso do WhatsApp nas mensagens de voz: em janeiro do ano passado era 97%, agora 87%.

Popularidade do WhatsApp ameaçada?

O Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel aponta que, em determinadas circunstâncias, seu público está disposto a trocá-lo por outro aplicativo de mensageria. Por exemplo: 70% dos usuários ativos mensais (MAUs, na sigla em inglês) afirmam que parariam de usá-lo se o serviço se tornasse pago. E 38% o abandonaria se começassem a receber spam. O seu aspecto social também é importante: 38% largariam o WhatsApp se seus melhores amigos e familiares mudassem para outro app. Há, entretanto, 14% de fãs do WhatsApp que afirmam que não abandonariam o aplicativo por nenhuma dessas três razões.

Brasileiro participa de 5,3 grupos de WhatsApp, em média

Os grupos de WhatsApp são os fóruns de discussão dos brasileiros. Cria-se grupos para quase tudo: amigos de faculdade, pais e mães de alunos, colegas de trabalho, de negócios etc, e muito tempo é gasto para ler e responder mensagens nesses canais de comunicação coletiva.  Segundo pesquisa, que contou com o patrocínio da Infobip, cada usuário brasileiro de smartphone participa ativamente, em média, de 5,3 grupos de WhatsApp. Foi considerada como participação “ativa” na pesquisa a leitura ou o envio de mensagens pelo menos uma vez por semana dentro do grupo. O hábito é mais comum entre homens (5,6 grupos) do que entre mulheres (4,9 grupos). E é mais popular entre pessoas com maior renda, como aquelas das classes A e B (6,4 grupos), do que entre aquelas das classes C,D e E (4,9 grupos). A idade também faz diferença: usuários com 50 anos ou mais também participam, em média, de 4 grupos.

Maioria aprova comunicação com empresas. Ponto para WhatsApp Business

O WhatsApp Business foi lançado oficialmente em janeiro de 2018, para pequenas e médias empresas, com utilização inicialmente gratuita, enquanto são realizados testes para uma versão mais robusta, cujo lançamento é esperado para os próximos meses.

Diante deste movimento do WhatsApp, foram adicionadas nesta edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel algumas perguntas que ajudam a entender melhor as perspectivas para essa nova fase da operação do aplicativo de mensageria mais popular do Brasil.

A primeira descoberta é que o usuário brasileiro já está acostumado a se comunicar com empresas através do WhatsApp, mesmo antes da chegada do WhatsApp Business. Para ser preciso, 55% dos usuários ativos mensais (MAUs) do WhatsApp no Brasil declaram que utilizam o aplicativo para se comunicar com marcas e empresas. É uma proporção maior que aquela verificada no Facebook Messenger (51%) ou no Telegram (48%). E note-se que o Facebook Messenger foi aberto para empresas há dois anos e vem sendo experimentado por diversas grandes marcas de consumo de massa, como Coca-Cola, McDonald’s e várias outras.

Em geral, são profissionais liberais e pequenos estabelecimentos que vinham fazendo uso do WhatsApp, como padarias, pizzarias, salões de beleza, profissionais liberais etc. Agora, é esperado que a maioria migre para o WhatsApp Business, no qual podem se cadastrar com uma linha fixa em vez de móvel e com acesso a algumas ferramentas extras, como estatísticas de comunicação e envio de mensagens automáticas.

Nesta edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel foram entrevistados 2.007 brasileiros que acessam a Internet e possuem telefone celular, respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas on-line ao longo de janeiro de 2018. Esta pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%, é um trabalho independente produzida por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box, e conta com o patrocínio da Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel está disponível para download em http://panoramamobiletime.com.br/

http://adnews.com.br/internet/usuarios-do-whatsapp-querem-conversar-com-marcas.html