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Tecnologia QR Code pode trazer muitas facilidades ao segmento imobiliário

Saiba mais sobre a inovação tecnológica que pode transformar os serviços de compra e aluguel de imóveis em São Paulo.

De fato, para acompanhar as demandas de um cotidiano cada vez mais frenético, a inovação tecnológica é um fator essencial. Afinal, a tendência é que o consumo seja, a cada dia mais, digitalizado. No cenário imobiliário não é diferente, é preciso se manter atualizado para não se tornar obsoleto. Nesse contexto, um bom corretor, uma boa imobiliária ou, até mesmo, um bom vendedor particular precisam, não só conhecer, como também dominar as ferramentas disponíveis.

Um recurso inovador, que promete revolucionar as relações de compra e aluguel de imóveis é o QR Code. Essa tecnologia envolve a criação de um código de barras bidimensional impresso e identificado pelas câmeras de smartphone (que possuem essa função habilitada). Dessa forma, basta instalar um aplicativo específico para a leitura do código, dispor a câmera na frente do anúncio e acessar todos os dados e informações divulgados a respeito de uma propriedade.

Siga com a gente e confira abaixo onde o recurso pode ser aplicado para facilitar os trâmites e as negociações do setor imobiliário.

Cartão de visita

Devido ao seu formato compacto, um cartão de visita de um profissional do ramo imobiliário, muitas vezes, não apresenta todas as informações necessárias, por conta da limitação de espaço disponível. Nesses casos, inserir um QR Code, além de tornar o design mais clean e moderno, ainda é uma ótima forma de conceder novas fontes de contato como sites, redes sociais ou, até mesmo, uma página focada em um portfólio ou currículo profissional.

Placas Imobiliárias

Graças à praticidade e funcionalidade desse recurso, várias imobiliárias já adotaram o QR Code em placas imobiliárias para facilitar o acesso às informações dos interessados em comprar casas no Morumbi. Isso porque, ao inserir um QR Code na placa de um imóvel disponível para venda ou aluguel, você permite que o interessado scaneie o código e seja direcionado para página ou site do imóvel. Dessa forma, os possíveis compradores terão acesso à informações completas como imagens, descrição da área, valor, taxas condominiais, impostos como IPTU e muito mais. Assim, casa haja interesse, é possível contatar a imobiliária e agendar uma visita presencial de maneira fácil e muito prática.
Algumas empresas desenvolvem os códigos QR e inserem diretamente nos anúncios, mas, caso você não queira investir em placas personalizadas no momento, é possível imprimir o código em qualquer impressora e colar diretamente na sua placa. Para reduzir os danos causados pelas chuvas ou raios solares, vale à pena imprimir em um papel resistente e cobri-lo com contact.

Etiquetas

Para facilitar o acesso às informações dos imóveis, uma excelente alternativa é inserir os QR Codes nas etiquetas de uma casa ou apartamentos para vender na Vila Mariana.

É possível apresentar o código dentro do imóvel, na própria porta para sanar qualquer dúvida sobre os valores e condições da propriedade ou em arquivos como pastas e contratos para deixar de limitas as suas consultas de sistema apenas os seu computador.

Anúncios off-line


Por fim, vale lembrar que um dos principais motivos do surgimento e da popularização dos QR Code é, justamente, a necessidade de mensurar a eficácia dos anúncios. Por isso, caso pretenda anunciar uma propriedade em algum jornal, revista ou classificados impressos, vale à pena inserir o QR Code para direcionar os interessados para uma página que apresente mais informações do que as descritas nos anúncios off-line.

Enfim, curtiu descobrir o que é o QR e as vantagens do recurso para o mercado imobiliário? Se esse artigo foi interessante para você, compartilhe-o em suas redes sociais. Com certeza, essas informações podem ajudar muitas pessoas que desejam digitalizar e tornar as suas operações mais práticas.

Tecnologia QR Code pode trazer muitas facilidades ao segmento imobiliário – ADNEWS

QR Code e as possibilidades na publicidade

Criado na década de 1990, o Quick Response Code, mais conhecido pelo nome QR Code, baseia-a em um gráfico de duas dimensões (2D), capaz de, quando lido pela câmera de um celular, trazer à tona informações, como páginas da internet. As funções dessa tecnologia são múltiplas. Se na mídia impressa, por exemplo, pode revelar conteúdo extra, no mercado publicitário, é capaz de trazer, via embalagens, TV, pontos de venda e outdoors, as promoções e os detalhes de uma campanha. O QR Code, mais do que assumiu o papel de uma ferramenta de comunicação, passou a auxiliar na divulgação de marcas e no estreitamento da relação com os consumidores.

O QR Code permite a conexão entre o off-line e online (crédito: Pixabay/Pexels)

Segundo Edson Sueyoshi, vice-presidente de tecnologia e produção da R/GA, o QR Code ganhou, ainda mais, protagonismo no ano passado, com o início da pandemia do novo coronavírus e a ascensão das lives de entretenimento. Além disso, no Brasil, afirma João Vicente, head of growth strategy da Sapient AG2, a criação do mais novo meio de pagamento Pix, que promete realizar transferências em até dez segundos sem a interferência de intermediários, é mais uma das ações do mercado que tem ajudado a popularizar o QR Code. Por meio dessa opção de transação, é possível definir um valor fixo e usar o código em diversos pagamentos, como uma espécie de etiqueta do produto, e há a alternativa de inserção do valor pelo pagador. Mas, Edson destaca que “a familiaridade das pessoas ao uso da tecnologia já vinha num movimento crescente pré-pandemia, com carteiras digitais, ativadas nos pontos de venda”.

“Na publicidade, as possibilidades são infinitas, além das lives”, diz o head of growth strategy da Sapient AG2. Em 2028, quando a Nike abriu sua primeira loja Nike Live, em Los Angeles, por exemplo, foi concebido um armário inteligente com QR Code, responsável por dar vida a um sistema de reserva e retirada instantânea para membros do aplicativo NikePlus. Na TV, é possível encontrar campanhas de diversas marcas na grade. À exemplo, em 2020, durante o intervalo da novela Totalmente Demais, da Globo, a C&A entrou no ar com descontos oferecidos via QR Code, que conduzia o público à plataforma de e-commerce da marca.

Entre as vantagens de se aplicar a tecnologia na comunicação, está a conexão entre o ambiente off-line e online, capaz de levar o público de uma mídia tradicional para uma digital. Outro benefício é a criação de um identificador único, responsável permitir a construção de campanhas personalizadas. “Todo cliente que pode ser identificado pode ter um QR Code associado a ele em um sistema e leitores podem identificá-lo no mundo físico”, explica Edson. “Uma campanha estática de out-of-home tem pouco potencial de captação de dados, porém, quando direcionada para o celular através de um QR Code, abre a possibilidade de mensurarmos e capturar os dados relevantes dos mais diferentes targets impactados”, adiciona João.

Normalmente, diz João, o QR Code é utilizado para prover um conteúdo de apoio à comunicação principal. Além disso, pode ter outros objetivos, como informar, captar dados, surpreender, expandir conhecimento, ampliar outras frentes de contato com o cliente e fidelizar. “Se já levaremos uma pessoa a pegar o celular, abrir a câmera e apontar para a tecnologia, é preciso atender a expectativa de uma entrega de valor para o usuário. Se a mídia usada não é adequada para provocar essa ação e se o seu uso não tem um propósito claro, é inútil”, complementa o profissional da R/GA. É essencial definir claramente e mensurar para onde o QR Code vai direcionar o target.

As barreiras
As barreiras para introduzir o QR Code na publicidade estão, cada vez mais, menores, uma vez que a mídia massiva já normalizou a tecnologia. Na linha de pensamento do QR Code ser uma ponte de ativação do digital no mundo físico, seu princípio primordial é de facilitar o acesso a uma URL, que pode levar a um site ou a um identificador único, como no caso das carteiras digitais. “A barreira tecnológica que existia em um passado recente de problemas de conectividade, como número reduzido de smartphones ou a falta de conhecimento da tecnologia, já foram superadas nos grandes centros”, explica Edson.

Atualmente, a criação de QR Code é acessível para marcas e até mesmo pessoas físicas, uma vez que existem diversas aplicações na internet que criam código personalizado de forma gratuita. Mas, o profissional da Sapient AG2 aponta que é necessária a utilização de textos informativos e explicativos, que permitam aumentar o alcance e comunicar para um público mais amplo dentro de uma estratégia definida. Ademais, João destaca que os anunciantes precisam estar atentos a questões de privacidade de dados e compliance: “Por isso, a criação desses códigos com desenvolvedores parceiros é o recomendável, pois aí podemos ter total controle de todo e qualquer fluxo de dados gerado desde a concepção até as interações”.

Victória Navarro – 16 de fevereiro de 2021 – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2021/02/16/qr-code-e-as-possibilidades-na-publicidade.html

O que diferencia martechs e adtechs?

Seja por conta da evolução tecnológica, seja pela maior presença dos usuários no digital, os profissionais precisam estar atentos às novas tendências e práticas do mercado de comunicação, a fim de garantir presença de marca no dia a dia de consumidores. Atração, engajamento, vendas e fidelização de clientes, nos últimos anos, pautam a tecnologia aplicado ao marketing e à propaganda. Neste contexto, martechs e adtechs ganham, cada vez mais, espaço e, hoje, abraçam profissionais envolvidos na otimização e crescimento de empresas. 

Segundo dados de 2020, da associação americana ChiefMartec, no mundo, existem mais 8 mil soluções de martech, número 13,6% maior que o de 2019. Porém, estima-se que o total seja superior. O mapa da entidade, intitulado de Martech 5000, mostra 30 registros de martechs brasileiras, contra 529 monitoradas pelo repositório de startups Crunchbase e 475, registradas pelo ecossistema de inovação Distrito. De acordo com o Crunchbase, no Brasil, há 483 adtechs, enquanto, para o Distrito, 27,3% das martechs brasileiras encaixam-se na categoria de adtechs.

O conceito martech (marketing technology ou tecnologia de marketing) permeia startups ou soluções que relacionam tecnologia ao marketing. Segundo Felipe Collins, sócio e head de startups da ACE, o objetivo dessas empresas é “impactar, de maneira positiva, os indicadores de marketing, estejam conectados à receita, à satisfação do cliente ou, até mesmo, à produtividade da equipe”. Neste caso, adiciona Marcelo Alves, professor de marketing digital da ESPM Rio, entram entregas de gestão de relacionamento, prospecção de clientes e processos de construção de programas de fidelidade e de lead.

As soluções de martechs podem ser aplicadas via ferramentas de automação de marketing e vendas, CRM (customer relationship manager), e-mail marketing, web analytics, geomarketing, pesquisa de mercado, gestão de mídias sociais, eventos, mobile marketing, SEO (search engine optimization), trade marketing e outros. 

A adtech (advertising technology ou tecnologia de propaganda), por sua vez, abrange startups e serviços que usam tecnologia para servir conteúdo com mais inteligência. “São as empresas usadas, especificamente, para atividades que envolvem mídia, sendo mais representativas na gestão, análise, compra e venda de espaço publicitário tanto online quanto off-line, indo desde a veiculação das peças até mensuração e otimização das campanhas”, explica Felipe. O profissional clarifica que adtech é um nicho dentro de martech.

Para Marcelo, “quando a ideia é melhorar o serviço de mídia, sair de um cenário em que a mensagem é igual para todas as pessoas e tentar desenvolver inteligência e pensar em uma metodologia de análise de dados para anunciar da melhor forma, essa marca vai trabalhar adtech”.

Inovação adiante
O sócio e head de starups da Ace acredita que o mercado de martechs e adtechs tendem a continuar em franca expansão, nos próximos anos. “A digitalização tanto dos processos internos de uma área ou equipe de marketing quanto do comportamento do consumidor, bem como uma descentralização e desintermediação do mercado, abre espaço para a criação e crescimento de novas startups”, afirma.

Para o professor Marcelo, no Brasil e no mundo, a pandemia acelerou a transformação digital: “Não houve outro caminho para as empresas a não ser se adequar e utilizar as tecnologias para inovar e melhorar a automação de seus processos de marketing. Temos um momento agora de ruptura, de adesão quase que forçada das tecnologias”. 

Victória Navarro – 10 de novembro de 2020 – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2020/11/10/o-que-diferencia-martechs-e-adtechs.html

Startup norte-americana cria freezer que faz ofertas personalizadas

A startup americana Cooler Screens criou um freezer capaz de personalizar ofertas. O aparelho é interativo, possui sensores de movimento, câmeras e sistema de e rastreamento ocular. O item já está em funcionamento em seis unidades da rede de farmácias Walgreens.

A peça identifica as pessoas por gênero, idade e percebe quais produtos que os consumidores estão olhando, avaliando ainda o tempo que permanecem em pé e a reação emocional a algum item. Ele coleta os dados em tempo real, utiliza um algoritmo para determinar os anúncios mais adequados para aquele momento.

O freezer é fechado por uma tela que mostra o produto está atrás da porta. Ele pode sugerir, por exemplo, um refrigerante “zero” para um homem que está olhando para as bebidas. O sistema é capaz de identificar preferências, como a dos homens pelos refrigerantes zero açúcar.

O equipamento também avalia o horário da compra. Se a pessoa realiza as compras no final da tarde, por exemplo, receberá sugestões como pizzas congeladas. As câmeras identificam os produtos que já estão com o cliente, para tentar convencê-lo a comprar outro alimento.

De acordo com a startup, os dados coletados não são armazenados. Mas ela deseja que os consumidores ajudem a abastecer sua base. Isso poderia ser feito, por exemplo, por meio do aplicativo da Walgreens, onde é possível indicar as preferências. Se um cliente incluir itens sem lactose em suas preferências, irão ser indicadas para ele ofertas destes produtos.

Segundo um estudo realizado pela Cooler Screens, 75% dos consumidores escolhem refrigerantes por impulso. A startup tem contratos com a Nestlé, Coca-Cola, Pepsi e outras 13 companhias.

Omo se reinventa

A Unilever realiza mudança em sua maior marca, após 24 anos. Desde de 31 de março, a OMO evolui e inicia sua modernização, reformulando toda a sua linha de produtos com muitas novidades para atender aos novos hábitos do consumidor no cuidado com as roupas.

OMO Multiação evolui é agora é OMO Lavagem Perfeita. Essa é a primeira de uma série de inovações programadas ao longo do ano, com a reinvenção do maior produto da Unilever no mundo e renovação de 100% do seu portfólio. Para comunicar a maior campanha de marketing de OMO nos últimos tempos, a MullenLowe Brasil criou uma campanha integrada, com lançamento nacional no último domingo.

A comunicação apresenta o novo OMO Lavagem Perfeita, reforça a modernização da marca e os benefícios, dentre eles o novo pó ultrafino de rápida dissolução, que não deixa resíduos; capacidade de remoção das manchas em uma única lavagem; e o cuidado para que as cores possam durar mais. Além disso, o produto é mais sustentável, contém mais ativos biodegradáveis e exige menos água no processo de lavagem, o que o torna um aliado do meio ambiente.

Iniciando com veiculação nacional em breaks comerciais do programa “Domingão do Faustão”, a campanha apresenta a grande novidade com o lançamento do filme “Despedida” e usa a melodia da música “Hoje”, para marcar presença e apresentar todos os benefícios do produto. A assinatura reforça: “O que já era OMO ficou ainda melhor”. Além disso, Evaristo Costa participa também de três filmes especiais para a apresentação do novo OMO Lavagem Perfeita.

No ambiente digital, a campanha contará com várias ações diferenciadas, dentre elas um unboxing em realidade aumentada no site www.novoomo.com.br, em que o consumidor consegue usar essa tecnologia para visualizar, em tempo real, a transformação da antiga caixa do OMO Multiação na nova embalagem de OMO Lavagem Perfeita para conhecer seus benefícios e assistir ao filme da campanha. Influencers mostrarão em suas redes sociais o unboxing do novo OMO e um time de youtubers criará conteúdo para a marca durante o ano.

Em termos de processos, esse trabalho é o primeiro do modelo “agile” da MullenLowe Brasil, realizado por meio de uma integração feita a quatro mãos com¬¬ agência e clientes trabalhando juntos no dia a dia.

Confira o vídeo abaixo:

Tabloides do The New York Post esgotam após anúncio da Supreme na capa

Supreme de novo

A busca por monetização nos jornais cresce cada vez mais. E em empreitada, os tabloides do New York Post foram esgotados na última segunda-feira (13) após sua capa ter sido estampada com uma propaganda da grife Supreme.

A peça tornou-se item de colecionadores e segundo dados do Post, algumas foram vendidas por até U$100,00. Em alguns lugares os jornais esgotaram cerca de três horas antes do previsto devido à febre.

Foi a primeira vez em que o jornal dedicou uma capa apenas para anúncio publicitário e essa parceria foi estabelecida quando a marca solicitou a postagem de ideias inovadoras para a sua divulgação.

http://adnews.com.br/publicidade/tabloides-do-new-york-post-esgotam-apos-anuncio-da-supreme-na-capa.html

A Converse e o poder da conversação

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“Como manter as marcas icônicas relevantes em um mundo tão iconoclasta?”, pergunta Andres Kiger, vice-presidente de marketing da Converse para uma sala cheia na abertura do segundo do Engage Prague. Dessa maneira, o executivo começa sua apresentação e mostra para o público de diversos países como é possível que aquela marca de desejo há décadas continue atual e na mente do público.   

Para contextualizar, o profissional remonta ao início da publicidade e mostra como os padrões tradicionais não se conectam mais com os jovens. Corpos perfeitos, situações romantizadas e artistas sem ligação com a marca não serão mais aceitos. “Os jovens de hoje não aceitam passivamente a propaganda. Eles respondem na hora, conversam entre si e viralizam memes que têm mais popularidade que a campanha em si, como aconteceu com a Pepsi e a Kendall Jenner”, apontou o criativo.   

Na ocasião, a gigante do ramo alimentício convidou a celebridade para ser a segunda modelo na história da marca para protagonizar um filme. Diante de um papel que só havia sido de Cindy Crawford, a estrela da familia Kardishian atua em um vídeo em que ela sai de uma gravação de fotos, vai até uma manifestação, entrega uma lata de refrigerante para um policial e faz a massa de manifestantes vibrar com o desfecho.  

Apoiado em padrões de muitos anos atrás, o comercial ao invés de sucesso rendeu ruídos e uma resposta avassaladoramente ruim do público. Por isso, o executivo defende que as “marcas icônicas não servem mais para oferecer benefícios, recompensas ou inovações técnicas. Elas devem se integrar de maneira intrinsíca à cultura que estão relacionadas. A realidade é que o mundo mudou e os consumidores estão descontentes com as marcas”.   

Como criar conversas positivas  

Comunicar marcas em um tempo que tudo vira meme é uma tarefa difícil. Para isso, segundo Kiger, é necessário se alicerçar nos momentos marcantes que envolvem as empresas, as pessoas que realmente a usam e os influenciadores que autenticamente gostam do produto.  

Não há mais espaço para que os rostos de empresas sejam estampados por mascotes e uniformes. O ideal é que elas se cerquem da realidade das pessoas. Convidem grafiteiros, músicas de estilos específicos e incentivem eventos que determinado público adora. 

“Parece irreal acreditar que as marcas permeiam tantos momentos, mas vou contar para vocês que um dos eventos mais legais que participei foi a Copa do Mundo. Me diverti muito no Rio de Janeiro e em quase todas as fotos que tirei nas portas dos estádios aparece o logo da Coca-Cola. Na hora não percebi, mas ela ficou intrinsicamente ligada de maneira positiva em minha vida”, explica o americano.  

Da mesma maneira que as marcas ocupam os grandes eventos sociais, elas também estão nas histórias de muita gente. Para exemplificar, quem não se lembra do primeiro encontro com uma pessoa amada o tênis que ela vestia? Nisso se apoia o marketing proposto por Kiger.  

“Esse menino da foto utilizada nas redes da Conversa foi tirada quando eu andava pela rua e vi um menino tão feliz. Parecia que acabava de conhecer a primeira namorada. Pedi para tirar uma foto dele e para ele contar a sua história. Entendemos a importância de mostrar algo verdadeiro e no final do dia o que tentamos criar são comunidade de amigos que conversem de maneira orgânica sobre um ponto em comum: a marca” 

Usuários do WhatsApp querem conversar com as marcas

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A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel, patrocinada pela Infobip, constatou que os usuários brasileiros do WhatsApp querem conversar com as marcas, mas 38% deles podem abandonar o aplicativo se receber mensagens de spam das empresas. Esta ameaça deve ser levada a sério pelas companhias, se não quiserem ter problemas com os usuários da principal plataforma móvel de mensageria entre os brasileiros: o aplicativo está em 96% dos smartphones e quase a totalidade dos usuários (98%) declara que usa o app todo dia ou quase todo dia.

Mesmo com uma queda de 2 pontos percentuais em relação à pesquisa feita em janeiro do ano passado (de 98% para 96%), o WhatsApp se mantém na liderança entre os aplicativos de mensageria móvel no país, seguido pelo Facebook Messenger (76%), Telegram, com 15%.

Quando o assunto é o serviço de mensagens de texto, o SMS (fora do WhatsApp) ganha destaque entre as empresas na sua comunicação com usuários, sendo o recurso mais usado para o envio de mensagens pelas marcas e empresas, envolvendo o envio de notificações automáticas aos seus clientes, alerta de vencimento de contas, cobranças, entre outros assuntos. Mas, se usuários de smartphone usam pouco o SMS na troca de mensagens com amigos: 24% dos entrevistados, eles também reduziram bastante o uso do WhatsApp nas mensagens de voz: em janeiro do ano passado era 97%, agora 87%.

Popularidade do WhatsApp ameaçada?

O Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel aponta que, em determinadas circunstâncias, seu público está disposto a trocá-lo por outro aplicativo de mensageria. Por exemplo: 70% dos usuários ativos mensais (MAUs, na sigla em inglês) afirmam que parariam de usá-lo se o serviço se tornasse pago. E 38% o abandonaria se começassem a receber spam. O seu aspecto social também é importante: 38% largariam o WhatsApp se seus melhores amigos e familiares mudassem para outro app. Há, entretanto, 14% de fãs do WhatsApp que afirmam que não abandonariam o aplicativo por nenhuma dessas três razões.

Brasileiro participa de 5,3 grupos de WhatsApp, em média

Os grupos de WhatsApp são os fóruns de discussão dos brasileiros. Cria-se grupos para quase tudo: amigos de faculdade, pais e mães de alunos, colegas de trabalho, de negócios etc, e muito tempo é gasto para ler e responder mensagens nesses canais de comunicação coletiva.  Segundo pesquisa, que contou com o patrocínio da Infobip, cada usuário brasileiro de smartphone participa ativamente, em média, de 5,3 grupos de WhatsApp. Foi considerada como participação “ativa” na pesquisa a leitura ou o envio de mensagens pelo menos uma vez por semana dentro do grupo. O hábito é mais comum entre homens (5,6 grupos) do que entre mulheres (4,9 grupos). E é mais popular entre pessoas com maior renda, como aquelas das classes A e B (6,4 grupos), do que entre aquelas das classes C,D e E (4,9 grupos). A idade também faz diferença: usuários com 50 anos ou mais também participam, em média, de 4 grupos.

Maioria aprova comunicação com empresas. Ponto para WhatsApp Business

O WhatsApp Business foi lançado oficialmente em janeiro de 2018, para pequenas e médias empresas, com utilização inicialmente gratuita, enquanto são realizados testes para uma versão mais robusta, cujo lançamento é esperado para os próximos meses.

Diante deste movimento do WhatsApp, foram adicionadas nesta edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel algumas perguntas que ajudam a entender melhor as perspectivas para essa nova fase da operação do aplicativo de mensageria mais popular do Brasil.

A primeira descoberta é que o usuário brasileiro já está acostumado a se comunicar com empresas através do WhatsApp, mesmo antes da chegada do WhatsApp Business. Para ser preciso, 55% dos usuários ativos mensais (MAUs) do WhatsApp no Brasil declaram que utilizam o aplicativo para se comunicar com marcas e empresas. É uma proporção maior que aquela verificada no Facebook Messenger (51%) ou no Telegram (48%). E note-se que o Facebook Messenger foi aberto para empresas há dois anos e vem sendo experimentado por diversas grandes marcas de consumo de massa, como Coca-Cola, McDonald’s e várias outras.

Em geral, são profissionais liberais e pequenos estabelecimentos que vinham fazendo uso do WhatsApp, como padarias, pizzarias, salões de beleza, profissionais liberais etc. Agora, é esperado que a maioria migre para o WhatsApp Business, no qual podem se cadastrar com uma linha fixa em vez de móvel e com acesso a algumas ferramentas extras, como estatísticas de comunicação e envio de mensagens automáticas.

Nesta edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel foram entrevistados 2.007 brasileiros que acessam a Internet e possuem telefone celular, respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas on-line ao longo de janeiro de 2018. Esta pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%, é um trabalho independente produzida por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box, e conta com o patrocínio da Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel está disponível para download em http://panoramamobiletime.com.br/

http://adnews.com.br/internet/usuarios-do-whatsapp-querem-conversar-com-marcas.html

Instagram permitirá 3 anúncios sequenciais no Stories

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Uma das grandes discussões atualmente é como combinar conteúdo pertinente com anúncios atrativos. Para trabalhar novos formatos publicitários e testar o quanto de propaganda o usuário aceita ver, o Instagram anuncia hoje (01) um novo formato de anúncios no Stories que permitirá a publicação de até três peças sequenciais de propaganda. Até hoje era possível publicar apenas uma.

Inicialmente, o mecanismo estará disponível para algumas marcas ao redor do mundo. A Renault será a primeira marca a testar a novidade no Brasil. Outros participantes do lançamento incluem Coca-Cola no México, Gap, Netflix e Paramount.

Possibilidades

Com a mudança, a empresa de Mark Zuckerberg aposta que os anunciantes poderão explorar as tendências que já são populares no Stories, incluindo:

1 – Storytelling sequencial: produzindo capítulos com pedacinhos de conteúdo que são mais fáceis de consumir

2 -Stories multimídia: produzindo um mix de fotos e vídeos para adicionar camadas e profundidade

3 – Agrupamento temático: mostrar conteúdos da mesma categoria em uma mesma história

Exemplo de uso

Até o momento, uma das primeiras marcas a usar o novo modelo foi a Coca do México. Confira abaixo seu anúncio de 30 segundos veiculado no aplicativo e voltado para o mercado latino:

Ao disponibilizar até três peças de mídia nos anúncios do Stories, estamos ampliando a flexibilidade criativa na produção de conteúdo para os mais de dois milhões de anunciantes no Instagram e permitindo que aproveitem melhor os hábitos que já fazem parte da nossa comunidade.

Com esse conteúdo adicional surgem diversas possibilidades, como um estúdio de produção criando suspense em torno de um anúncio para seu próximo filme ou um varejista apresentando três looks diferentes com o mesmo casaco de inverno. Estamos ansiosos para ver de quais maneiras criativas nossos anunciantes nos surpreenderão usando esse formato de anúncio no Stories.”, afirmou Susan Rose, diretora de marketing de produto para o Instagram.

http://adnews.com.br/social-media/instagram-permitira-3-anuncios-sequenciais-no-stories.html

Facebook faz lista com insights para quem anunciará produtos na Páscoa

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De acordo com dados do Facebook, 46% das conversas sobre a Páscoa acontecem na semana do evento e a procura por ovos aumentou 16% no último ano. Quem atua neste mercado sabe como é importante se planejar e traçar um plano de marketing. Estar preparado pode garantir melhores resultados nas redes e, consequentemente, mais dinheiro no bolso.

Aqueles que produzem ovos e outras lembranças no período conseguem ampliar o alcance dos seus produtos e incrementar suas vendas com investimentos baixos, à partir de 1 dólar. Para começar a fazer campanhas na plataforma, basta ter uma página.

A seguir, o Facebook reuniu algumas dicas importantes que podem ajudar marcas e anunciantes a se prepararem para a Páscoa:

  1. Descoberta: faça com que as pessoas descubram sua marca e seus produtos antes da Páscoa;
  • Entenda quais são os assuntos de interesse do seu o público, adotando uma mensagem mais assertiva no Facebook e Instagram. Desta maneira, o resultado da campanha pode trazer mais reconhecimento para sua marca;
  • Explore os diferentes recursos e ferramentas disponíveis nas plataformas. Cada tipo de formato de anúncio utilizado pode resultar em uma chance maior de prender a atenção do público;
  1. Consideração: durante o período até a Páscoa, incite o desejo de compra do consumidor ao impulsionar ações que alinhem seus anseios com os objetivos de negócio da marca;
  • Escolha formatos de anúncios que conquistem a atenção do consumidor e aumentem a chance de gerar interações entre as pessoas e a marca;
  • Dicas do Facebook para criar anúncios usando apenas o celular podem ser encontrados no Mobile Studio.
  1. Compra: para aumentar suas vendas na semana da Páscoa, destaque os produtos e as ofertas que estejam dentro dos objetivos traçados na etapa anterior;
  • Mantenha o relacionamento construído com o público anteriormente, podendo assim impactar novamente as pessoas que demonstraram interesse na marca;
  • Não limite a criatividade e traga uma variedade de anúncios e produtos, seja nas descrições ou nas fotos. Conteúdos criativos tendem a aumentar a chance de conversão.

http://adnews.com.br/negocios/facebook-faz-lista-com-insights-para-quem-anunciara-produtos-na-pascoa.html