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Carrefour lança programa de acesso a informações sobre alimentação saudável

Em outubro de 2018, o Grupo Carrefour lançou o movimento global Act For Food, para ajudar seus clientes em uma transição alimentar. Na nova etapa do projeto, a companhia passa a oferecer serviços para que o consumidor consiga colocar os novos hábitos à mesa de forma descomplicada, onde e quando ele quiser, rompendo as barreiras da falta de informação e acesso aos ingredientes e respeitando as regionalidades. A empresa deseja que as pessoas consumam alimentos de maior qualidade, seguros, produzidos com responsabilidade socioambiental e a preços acessíveis.

Seguindo com o objetivo de facilitar o acesso à informação e a introdução da alimentação saudável como hábito natural para o público, a rede anunciou uma nova versão do CyberCook, que recebeu novos serviços que combinam machine learning e inteligência artificial para oferecer recursos voltados à nutrição, busca direcionada conforme o perfil do usuário e até mesmo uma estimativa de custo da porção e da receita completa. As novas funcionalidades ajudam o consumidor a economizar dinheiro, evitar desperdícios e se adequam ao perfil individual do usuário, considerando restrições alimentares, por exemplo.

“O alcance que temos em decorrência de nosso ecossistema, seja pela presença geográfica ou pela gama de serviços omnicanais, nos fortalecerá neste desafio de liderar a transição alimentar para o maior número possível de consumidores, entendendo e respeitando o estilo de vida e perfil de consumo de cada um deles. Nosso objetivo é ampliar a oferta de produtos e práticas mais saudáveis e sustentáveis para cada um de nós e para o planeta, oferecendo serviços e soluções e sendo parceiro do consumidor brasileiro no processo de tornar a alimentação saudável e de qualidade acessível a todos”, destacou Noël Prioux, CEO do Grupo Carrefour Brasil.

Como parte do programa, a empresa lançará a campanha “Todos Merecem o Melhor”, da qual faz parte o programa “Saudável Pra Todos”, em que Raul Lemos apresentará uma receita saudável que custa até R$ 10 por porção nas redes sociais do Carrefour. A intenção é ensinar como colocar as informações sobre alimentação saudável, de forma prática e com receitas acessíveis, no cotidiano das pessoas e adaptando aos hábitos locais e ingredientes regionais.

O Carrefour já implementou outras mudanças. Os Espaços Saudáveis, por exemplo, já foram implantados em 59 hipermercados e estarão presentes em 100% das lojas até o final deste ano. No segmento de Marca Própria, a empresa investe na aplicação de seu sortimento com 780 novos produtos entre 2018 e 2019, além de relançar a marca Sabor & Qualidade, focada em produtos com sabor, qualidade, autenticidade, preço justo e sustentabilidade. A nova marca conta com 380 itens de 17 cadeias de alimentos, como frutas, carnes bovinas e suínas, presunto serrano, aves, peixes e camarão.

Com a meta de se tornar o varejista mais acessível para orgânicos, o Carrefour ampliou seu sortimento em 90% em 2018, sustentando sua meta de ampliar as vendas de orgânicos para R$ 500 milhões até 2022, comparada a menos de R$ 50 milhões em 2018. Esta meta poderá ser atingida com a promoção de aproximação com os produtores locais e ofertas direcionadas pelo programa Meu Carrefour, que já conta com mais de 14 milhões de clientes cadastrados.

Em relação à sustentabilidade, o Grupo Carrefour Brasil realiza o programa Desmatamento Zero, com investimentos no desenvolvimento de 450 pequenos produtores de pecuária sustentável no Mato Grosso, alinhados com a linha Sabor & Qualidade, e que integra a plataforma de rastreabilidade para monitoramento da cadeia produtiva.

Em parceria com a Seafood Watch, a empresa realiza o monitoramento e apoio à pesca sustentável. Até 2022, a meta é que 50% dos peixes sejam provenientes deste tipo de prática. A partir do seu compromisso anunciado em 2018, a rede atua em parceria com a cadeia de produtores para que 100% dos ovos sejam provenientes de galinhas criadas livres de gaiolas. Para os produtos de Marca Própria, a meta é 2015, e para os demais fornecedores o objetivo é 2028.

Pague Menos inaugura flagship com oferta de serviços

A rede Pague Menos inaugurou sua milésima unidade na cidade de Fortaleza (CE), onde a companhia surgiu. A loja possui três andares e mais de 2 mil metros² de área construída, sendo considerada a maior farmácia das Américas. A flagship farmacêutica oferece serviços, como gôndolas interativas, cafeteria, salão de beleza, consultórios farmacêuticos com serviço de exames rápidos, vacinação, entre outros.

O objetivo da unidade é proporcionar para os clientes uma melhor experiência de compra, alinhada à das principais drugstores norte-americanas, trazendo um novo modelo de farmácia para o Ceará.

A nova loja oferece um salão “Sempre Bem” exclusivo para os consumidores da loja, onde é possível realizar serviços de beleza como hidratação capilar, escova, esmaltação e maquiagem. Para ter acesso aos serviços gratuitos é necessário adquirir produtos Procter & Gamble, Risqué e itens de maquiagem, entre outros. Os profissionais do salão utilizam os mesmos produtos que foram adquiridos, mostrando o método ideal de utilização, de acordo com as necessidades de cada cliente.

Há ainda um móvel interativo Beauty Care, da Johnson & Johnson, que indica os produtos mais adequados para cada tipo de pele. Na hora da escolha é possível realizar um quizz em tempo real, que apresenta as melhores sugestões para cada perfil. O móvel com tecnologia “Lift and Learn” é composto por uma TV de LED e uma bancada expositora com um produto de cada marca. O sistema permite que, ao levantar um dos produtos, o consumidor receba informações sobre sua composição, benefícios e modos de uso. Um cronograma de cuidados faciais personalizado é sugerido, identificando as necessidades especificas de cada cliente e consultoras de diferentes marcas ficam no espaço, para dar atendimento e apoio ao público. O foco é minimizar as dúvidas dos consumidores no momento da compra.

Na área de produtos infantis a Johnson & Johnson implementou uma gôndola intuitiva, de acordo com as rotinas das famílias com crianças, dedicada às áreas de higiene (banho e pós-banho), troca, nutrição, acessórios e outros.

A loja possui uma cabine da Omron, empresa japonesa de dispositivos e equipamentos de cuidados para a saúde. O equipamento realiza monitoramento da pressão arterial e controle de indicadores corporais. O móvel é uma espécie de cápsula com poltrona e tela touch, onde os clientes encontram dicas sobre cuidados com a saúde, como realizar corretamente o monitoramento residencial da pressão arterial e o controle de indicadores corporais. É possível utilizar ainda um monitor de pressão disponível para realizar a auto medida.

A farmácia tem o Clinic Farma com 2 salas de atendimento, onde é possível fazer o acompanhamento do tratamento prescrito pelos médicos e de autocuidado, revisão da medicação, acompanhamento de diabetes, hipertensão, risco cardiovascular, asma e participar de programas para deixar de fumar e perda peso, entre outros. O farmacêutico realiza testes de verificação de pressão arterial, glicemia e bioimpedância.

No local é a possível realizar exames laboratoriais rápidos, como Beta HCG (gravidez) e perfil lipídico (colesterol TSH e BHCG), cujos resultados saem em até 14 minutos. A rede utiliza a plataforma de testes laboratoriais Hilab, que combina internet das coisas e inteligência artificial para acelerar o diagnóstico. O equipamento precisa apenas de algumas gotas de sangue do dedo do cliente, tornando o exame menos invasivo.

Há ainda a farmácia, um laboratório de manipulação e uma unidade da Azul Cargo Express, onde é possível fazer envios para todo o território nacional. No 2º andar, há um ambiente da cafeteria Santa Clara – Reserva da Família, onde está disponível uma seção saudável com opções funcionais de alimentação.

Artigo: A importância da inteligência competitiva no contexto digital

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Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas, é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade, e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva e isso não tem preço.

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia para variar é a melhor aliada.

O marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

http://adnews.com.br/adarticles/artigo-importancia-da-inteligencia-competitiva-no-contexto-digital.html

Voice First + Data Strategy: A mudança do consumidor

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A necessidade de se comunicar é uma constante no comportamento do ser humano e não apenas entre usuários de internet. Com o advento das novas tecnologias nas duas últimas décadas, a comunicação passou por fases transformadoras. Do clique para o touch, caminhamos agora em direção à era da voz. Porém, o objetivo continua o mesmo: uma resposta rápida e assertiva. O tempo dos voice assistants está apenas começando e a pergunta que fica é: por que temos altas expectativas sobre um produto que ainda não caiu no gosto popular?

Por enquanto, o voice first não alcançou as massas, mas tem crescido e conseguido resultados impressionantes. Segundo dados do eMarketer (2018), 34% da população digital do Brasil fará uso da ferramenta até o final de 2018, enquanto nos EUA essa estimativa é de 37%, o que deve disparar o radar das empresas. O que estamos presenciando não é apenas o crescimento de uma nova tecnologia no mercado digital, mas uma movimentação que trará a necessidade da resolução de dois problemas constantes em muitas organizações: a personificação da marca e a personalização das mensagens.

As interações mediadas por voice assistants estão mudando o comportamento do consumidor. Ter um site estruturado e que disponibiliza a ferramenta de busca por comando de voz, por exemplo, exigirá que as marcas se preocupem em como funcionará essa interação e se ela abordará toda a estrutura do site, permitindo até um ciclo de compra completo. Sem contar o trabalho importante em cima das brand personasQuestões como tom de voz, gênero, comportamento e todos os quesitos que envolvem essa estratégia têm que representar os valores da marca e podem se tornar um grande diferencial na aquisição de novos consumidores, nos serviços de atendimento ao cliente e na resolução de crises. Atualmente, a Amazon e o Google já permitem compras feitas com o uso da Alexa e do Google Home nos Estados Unidos.

O consumidor está cada vez mais consciente e preocupado com os dados que compartilha e com os tipos de mensagens que o impactam. Esse é o momento das marcas se preocuparem em tratar seus clientes como indivíduos e não apenas como cookies. Elas precisam entender o que o consumidor quer, o que ele acredita e o que faz a diferença para ele. O diferencial na relação entre marca e consumidor será a proximidade, e ganharão as empresas que realmente conseguirem criar um laço com o usuário.

Essa evolução de comportamento afetará a relação do usuário com a internet, que não hesitará em questionar tópicos que acredita serem importantes. Será necessário rever todo o processo de estratégia de marketing, utilizando a mensagem, o canal e o momento certo. Estudar e entender qual a melhor forma de falar com o consumidor ajuda a evitar que ele se frustre com empresas e publicidade. Logo, tanto as brand personas quanto as brand stories terão de estar, obrigatoriamente, atreladas a uma boa estratégia de data.

A palavra-chave é evolução. Prova disso é o que disse o diretor comercial da Coca-Cola EUA, Michael Connor, durante o festival SXSW deste ano. Ele abordou o que chama de data cartel – definição usada para executivos de empresas detentoras de dados que, por motivos de excesso de cautela, não os utilizam em suas estratégias – e insiste que o mercado deve se despir do medo e usar dados a favor do negócio. Com um data strategy inteligente, responsável e transparente com o consumidor, criar essa ponte entre marca e usuário é sair na frente de muitos players, independente do seu segmento.

 

Vitor Botelho, coordenador de mídia na NewBlue

http://adnews.com.br/tecnologia/voice-first-data-strategy-mudanca-do-consumidor.html

Kantar aponta as tendências de social media em 2018

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O que esperar das mídias sociais para este ano? De acordo com estudo global da Kantar Media, a maturidade digital e a consolidação de algumas tecnologias parecem ser tendências para os próximos meses.

Novos formatos de conteúdo, campanhas mais contextuais e personalizadas, a evolução da inteligência artificial, realidade alterada e fake news estão entre as previsões.

A instituição acompanha a evolução desse universo e apresenta o estudo “As Tendências das Mídias Sociais para 2018. Confira abaixo os principais insights do estudo:

Novas tecnologias oferecem diversas oportunidades para as marcas

Estamos entrando em uma grande revolução tecnológica, porém, as marcas costumam se esquecer de que essa revolução é estritamente ligada à evolução do conteúdo. Realidade aumentada (Augmented Reality, AR), realidade virtual (Virtual Reality, VR) e a internet das coisas (Internet of Things, IoT) não são nada mais que uma ponte, criada pela tecnologia, entre o real e o virtual.

Em outras palavras, o conteúdo será o elo entre objetos, pessoas e tecnologia – isso quando não se misturar à própria experiência (virtual). Entretanto, o conteúdo terá que superar novos desafios, dependendo dos canais. A IoT precisará ser convertida em benefícios reais para os consumidores. Por exemplo, um refrigerador conectado pode fazer sugestões de menu com base nos alimentos disponíveis. Para AR, VR ou tecnologias mistas, a ênfase será na experiência, em vez de em como a tecnologia pode ser aplicada aos produtos.

Assim, para uma marca de carros, será mais interessante aproveitar os acontecimentos de uma corrida cheia de emoção do que mostrar uma vista em 360° do interior do carro.

O crescimento da inteligência artificial

Até pouco tempo, podíamos apenas sonhar com máquinas dotadas de inteligência humana [IA]. Agora, a realidade está cada vez mais próxima da fantasia, o que criou uma batalha na indústria da tecnologia em torno da inteligência artificial. Os computadores já fazem cálculos com muito mais velocidade que os seres humanos, e sem erros.

Além disso, a memória dos computadores é altamente confiável e talvez ilimitada. Eles já conseguem até criar, na hora, a playlist perfeita para seu próximo churrasco. Toma essa, cérebro humano!

Apostando alto na realidade alterada

Realidade aumentada (AR), realidade virtual (VR) e até mesmo realidade mista (Mixed Reality, MR) são os assuntos do momento – mas ainda estão em nichos, e precisam de uma imagem mais amadurecida.

Sua adoção em massa exige um ponto de virada que ainda não foi alcançado, embora o sucesso do Pokémon GO, em 2016, tenha sido um belo aperitivo para o grande público. Mas as coisas estão indo no caminho certo, com diferentes iniciativas.

As redes sociais querem montar sua programação de conteúdo em vídeo

Falamos da importância do formato de vídeo e do motivo pelo qual ele é importante: ele gera interação, e interação promove engajamento. E ainda que se fale muito sobre vídeo ao vivo, ele não é o objetivo final, mas sim o resultado que essa ação irá gerar.

Players como Facebook, Twitter e Snapchat estão se adaptando a essa nova realidade e buscando desenvolver um novo modelo de programação em vídeo, algo que navegue entre o modelo de TV convencional, o streaming e serviços de vídeo on-demand, como Netflix.

Também fala-se muito na criação de um modelo que seja algo semelhante aos sites Danmaku, ou “metralhadora”, como Acfun e Bilibili, que são muito populares na China e incluem a exibição de comentários em tempo real na tela.

A publicidade em mídias sociais está inspirando novas experiências com anúncios

A publicidade digital (principalmente a social) esteve nas manchetes em 2017. Os principais pontos de controvérsia: segurança das marcas, ausência de padrões para a visibilidade de campanhas e falta de transparência na verificação de indicadores de desempenho por terceiros.

A publicidade móvel do Facebook tem novas possibilidades no futuro, principalmente agora que ficou mais difícil obter tráfego social orgânico. O objetivo do algoritmo do feed de notícias do Facebook é priorizar cada vez mais as publicações de amigos em relação às de outras fontes.

Portanto, se alguém curtir a página da sua marca, suas publicações não terão tantas visualizações orgânicas, a não ser que o usuário opte por ver as suas publicações no feed de notícias. Consequentemente, as empresas não terão alternativa que não seja publicar anúncios.

Dê um gás à sua marca com o marketing de influenciadores

A China foi pioneira nessa área, com o boom de líderes de opinião importantes (Key Opinion Leaders, KOLs) chineses, que podem ser extremamente influentes. As marcas ainda os usam, tentando aproveitar sua enorme popularidade on-line para aumentar sua visibilidade e gerar vendas.

Hoje em dia, as estrelas das mídias sociais chegam a criar suas próprias marcas de moda. Os fãs podem comprar os produtos diretamente on-line enquanto conversam com a personalidade nas mídias sociais.

Outros formatos interativos podem ganhar destaque em 2018

Vamos começar esta tendência falando de como o formato de vídeo (e suas variações, como o vídeo Live 360) é popular. Já se falou tanto disso que o assunto parece até um pouco batido, mas a questão interessante é por que ele é tão popular e o que está por trás disso – em outras palavras, uma visão global.

O modelo de receita de muitas redes sociais é baseado em anúncios. Para vender anúncios, você precisa trazer pessoas à plataforma e fazer com que elas fiquem na lá o máximo possível. E para fazer com que elas fiquem na plataforma, elas precisam estar envolvidas, se divertindo.

Home assistants digitais, como Amazon Echo e Google Home, juntamente com outras ofertas de IoT, como carros inteligentes, estão criando novas possibilidades de áudio para as marcas. Esses formatos de áudio permitem que os anunciantes cheguem ao público em locais onde a conectividade é um problema. Talvez por isso o Facebook tenha lançado o Facebook Live Audio.

Se você acreditava que as mídias sociais seriam o fim da vida privada, pense nisso: de todas as gerações, os indivíduos da Geração Z exprimem o maior desejo de proteger seus perfis de dados pessoais.

A geração z luta por privacidade

Muitos usam pseudônimos para evitar ser encontrados em pesquisas on-line e até mesmo criam contas “rinsta” (reais) e “finsta” (fake, ou só para conhecidos) no Instagram. Além disso, esses adolescentes tão reservados usam aplicativos como o Vaulty, que permite aos usuários ocultar fotos e vídeos.

Existem também as redes sociais “incógnitas”, como Sarahah, Anonyfish e Minds.com, com as quais os usuários podem se expressar anonimamente. Se ainda há dúvidas quanto à influência da Geração Z e sua busca por privacidade, considere isso: o aplicativo Sarahah chegou ao nº 1 da App Store em 30 países…

Fake news – o lado obscuro da web está sob ataque!

Fake news (ou notícias falsas) ainda é um assunto quente e as mídias sociais sofreram muito com essa tendência destrutiva. A pesquisa “Trust in News” (confiança nas notícias) da Kantar revelou que as mídias sociais são a fonte de notícias com menor confiança do público, com apenas 33% de aprovação.

Sendo assim, fazer com que o algoritmo do feed possa combater as notícias falsas se tornou uma grande prioridade das gigantes sociais para 2018.

Uma convergência de mídias sociais transforma a China em um império

A convergência de mídias sociais e experiência do usuário chegou à sua Era de Ouro. De acordo com o relatório “Chinese Social Media Landscape” (O panorama das mídias sociais na China), da Kantar Media, uma série de plataformas chinesas, como Weibo, WeChat e QQ estão aperfeiçoando a união entre comércio social, comércio móvel e “Pan-Entretenimento”.

Com mais de 800 milhões de usuários ativos por mês, o WeChat é um dos muitos bons exemplos da presença da internet móvel na China. Por isso, muitas marcas e varejistas estão se conectando com os clientes nos próprios ambientes de aplicativos sociais e deixando de lado os aplicativos móveis para vender diretamente aos consumidores.

http://adnews.com.br/social-media/kantar-media-aponta-tendencias-em-social-media-deste-ano.html

Samsung disponibiliza atendimento via robô no Twitter

samsung bot

Neste mês, a Samsung passou a oferecer atendimento ao consumidor no Twitter por DMs com uso de automação e inteligência artificial. A empresa é pioneira no segmento de tecnologia na América Latina a utilizar Twitter Business Solutions (TBS) – plataforma desenvolvida pelo Twitter para facilitar a comunicação entre marcas e consumidores. Além disso, é a primeira solução de Bot focada em serviços de pós-venda para o consumidor no Twitter utilizada pela empresa no mundo.

No início da conversa, o consumidor pode optar pelo atendimento automatizado ou falar direto com o especialista. Aquele que optar pelo atendimento via TBS pode, por exemplo, esclarecer dúvidas sobre diversos produtos – de TVs a celulares, tablets, monitores, notebooks e eletrodomésticos, entre outros – no ambiente privado das DMs, de modo rápido e assertivo. Dentre as opções de conteúdo, é possível visualizar vídeos, tutoriais, tirar dúvidas, encontrar centros de serviços e também entrar em contato com especialistas e a central de atendimento.

Para Andréa Mello, diretora de marketing corporativo e de consumer electronics da Samsung Brasil, a ferramenta é mais um espaço para ajudar na comunicação com os consumidores: “Nosso objetivo é oferecer aos nossos consumidores mais um canal de comunicação com a marca para que seja possível ajudá-los em dúvidas, buscas e esclarecimentos dentro do nosso programa Samsung Care. O Twitter é uma das principais redes sociais do mundo e é importante para a Samsung estar presente nesta plataforma de maneira ainda mais assertiva, reforçando nosso objetivo de oferecer suporte e proporcionar experiências inovadoras aos clientes”.

Agustin Pesciallo, gerente regional de desenvolvimento de negócios do Twitter para a América Latina, destaca que a plataforma Twitter Business Solutions foi criada para aprimorar o atendimento ao consumidor de forma inteligente, automatizada, priorizando a experiência de usuário e diminuindo o custo por interação. “Com a parceria, a Samsung do Brasil inova aproveitando a TBS para oferecer aos consumidores um novo canal de atendimento, automatizado, com um menor custo e inteligência artificial, onde vão encontrar informações sobre os produtos da empresa e estreitar seu relacionamento com ela”, afirma Pesciallo.

http://adnews.com.br/internet/samsung-e-1-empresa-de-tecnologia-na-america-latina-disponibilizar-atendimento-robo-no-twitter.html