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C&A lança game digital que gera benefícios para o cliente

A C&A está lançando um game em seu aplicativo para estreitar os laços com os clientes. A plataforma interativa está disponível para clientes do programa de relacionamento da companhia, o C&A&VC e propõe que os consumidores cumpram missões em troca de recompensas, como descontos, experiências e vantagens para as próximas compras.

Os benefícios vão evoluindo de acordo com os &mojis acumulados, quanto mais pontos, maiores as recompensas, que incluem fila expressa nas lojas e bate-papo com estilistas da marca. “A C&A está sempre atenta às novas tendências de tecnologia e do próprio varejo para satisfazer os desejos e hábitos de consumo dos nossos clientes que buscam, cada vez mais, interação e novas experiências com suas marcas preferidas. Pensando nisso, lançamos este game que intensifica o relacionamento com a C&A, além de fortalecer a nossa conexão com os 4 milhões de clientes do nosso programa de relacionamento”, destacou Paulo Correa, presidente da C&A Brasil.

Os clientes do programa de fidelidade em todo o país recebem diversas missões, após habilitar o jogo no aplicativo. As atividades incluem interações digitais por meio do app e redes sociais até visitas presenciais nas lojas para incentivar a reciclagem de roupas e eletrônicos ou tirar uma selfie no provador.

As missões concluídas são transformadas em &mojis. Uma missão equivale a um &moji e assim por diante. A quantidade de lik&s define em qual nível do programa de relacionamento o cliente será classificado (curte, adora ou ama).

Gamification: Como funciona e onde se aplica nas empresas

gamification

Com a constante mudança no mercado, as empresas buscam novas estratégias para engajar o público. Um desses conceitos, pouco aplicado atualmente, é o gamification, que utiliza padrões de jogos para atrair e fidelizar clientes e consumidores.

O conceito de gamification consiste na utilização de estratégias e o design de games em contextos que não sejam necessariamente associadas aos jogos em si, por exemplo em “competições” corporativas como acontece hoje com os selos de supermercados que, ao completar a tabela, o consumidor ganha algum tipo de presente ou benefício do local. A ideia é trazer o jogo para a realidade e com isso impactar pontos como engajamento com o seu público alvo.

Entramos em contato com a Descola, escola de cursos online em inovação e empreendedorismo, que traz um estudo sobre essa área e como pode ser utilizada para criação de uma empresa, um produto, um serviço ou qualquer coisa que interaja com pessoas.

Confira abaixo a entrevista com André Tanesi, CEO da Descola e Ricardo Rodrigues, CEO da Social Miner:

Qual o conceito da estratégia?
André: O conceito do Gamification é usar todos os aprendizados com os jogos e aplicar nas diversas atividades de uma empresa. Se engana quem acha que colocar barras de progresso ou badges em um site é “Gamificar” a plataforma.
Toda a forma de se relacionar com seu consumidor pode usar a lógica dos jogos para que sua relação seja muito mais próximo e engajador.
Use o gamification para mudar a relação com seu usuário. Crie desafios, promova conquistas, permita que ele acesse áreas exclusivas, premie seu sucesso. É necessário entender o perfil de cada usuário para criar a mecânica que vai atendê-lo da melhor forma possível.


Como a ferramenta tem se disseminado pelo território brasileiro?
André: Preferimos chamar o Gamification de uma metodologia. Uma ferramenta dá a entender que há um manual claro para criar a gamificação, mas seu processo de implementação depende da empresa, das necessidades que se quer promover e principalmente do público.
Mas sim já podemos ver diversas empresas com iniciativas de tornar seus produtos ou experiências mais gamificadas. Um exemplo muito claro atual é o do aplicativo Cliente Mais do Pão de Açúcar. O app direciona promoções exclusivas para cada usuário, além de permitir que você agende um horário de forma exclusiva no caixa (um sentimento de personalização, típico do gamification), ele também te incentiva a aumentar o seu gasto oferecendo prêmios e barras de progresso (sentido de conquista). Oferece promoções que você pode gostar (sentimento de exploração do novo). É um belo case de uso do Gamification com todo seu potencial.


Qual a importância de tomar conhecimento da estratégia?
André: Jogos são a mídia mais engajadora que existe. Um jogador fica “preso” no jogo justamente por causa de seu profundo entendimento de motivações humanas, evidenciados pelas funcionalidades que ele possui. Então se você quer que a sua empresa crie conexão com os seus consumidores, você precisa olhar para o que o Gamification tem a nos ensinar.


Quais cursos disponíveis aplicam métodos do gamification?
André: O curso da Descola de Gamification foi o primeiro curso online no Brasil sobre o tema. Trazemos de forma prática e com muitos cases todas essas aplicações dos jogos para o mundo dos negócios. Nele abordamos os pontos dessa metodologia como: Sentido de conquista; storytelling; socialização; construção e propriedade; escassez; evitação e perda; criatividade e surpresa. Você pode conferir o curso aqui.

Quais são os principais pontos positivos do formato?
Ricardo: O gamification aplicado ao e-commerce vem para melhorar a experiência de compra. Acaba se tornando um fator importante na hora de criar mecanismos de concorrência que vão além de preço, produtos, etc.

Existe algum ponto negativo nesse formato?
Ricardo: É um conceito inovador, e é necessário unir alguns formatos de comunicação diferenciados para que a estrutura funcione, o que pode dificultar a implementação de campanhas de gamification.

Em sua opinião, porque o Brasil lesa o uso de tal estratégia?
Ricardo: No Brasil, ainda estamos um pouco atrasados quando falamos de e-commerce. Apesar de várias inovações e do mercado estar crescendo a cada ano, ainda focamos em estratégias baseadas em menor preço, quando na verdade, existe uma corrente muito forte (os famosos millennials) que levam a experiência como um dos fatores principais na hora de tomar uma decisão. O mercado brasileiro precisa se adaptar às novas tendências, e estar aberto a novas experiências, como o Gamification.

Sobre a fidelização do cliente: Qual o ponto principal entre o consumidor e o fornecedor? (tratando-se da estratégia)
Ricardo: A experiência de compra se torna mais divertida, e acaba engajando mais o consumidor. Se for uma ação pontual, como a do Extra, podemos aumentar as taxas de conversão e engajamento. Se for uma estratégia a longo prazo, como um programa de fidelização, ou um jogo para quem é cliente, isso pode melhorar a percepção que o cliente tem da marca, e o engajamento a longo prazo.

Poderia nos informar sobre o “antes” e “depois” do uso dessa ferramenta?
Ricardo: No case que comentamos na pergunta anterior, temos resultados bem relevantes ocasionados pelo uso da ferramenta da Social Miner somada a estratégia de Gamification. Foram registradas taxas de conversão de até 6,3% ( a média do mercado é 1,5%) e quando falamos em engajamento não foi diferente, registramos taxas de 24,1%.

http://adnews.com.br/negocios/gamification-como-funciona-e-onde-se-aplica-nas-empresas.html

Agência usa “Fortnite” para entrevistar candidatos

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O jogo Fortnite é de longe um dos Battle Royales mais conhecidos atualmente. Para aproveitar o sucesso da produção da Epic Games, a agencia Dare.Win resolveu inovar o processo de entrevista de empregos para oportunidades oferecidas em seu escritório.

A empresa atualmente oferece duas vagas de estágio e para “descontrair” na hora do processo seletivo, a agência francesa com sede em Paris e Berlim propõe uma dinâmica de grupo diferente. Ao invés do bate papo comum, as informações necessárias (tanto do candidato como do entrevistador) serão esclarecidas durante uma partida de Fornite.

Confira os detalhes no anúncio abaixo.

Os interessados pela vaga não necessariamente precisam ser bons jogadores para conseguir o emprego, o importante na verdade é ver como o aplicante vai disputar o jogo. “Nós não somos pro players” esclarece o publicitário da firma Thomas Brouchon. “A maneira como alguém joga diz muito sobre sua personalidade, especialmente sobre seu método de tomada de decisão e como ele se vira com problemas”. Já sobre a entrevista em si, Boris Lavergne, outro membro da Dare.Win, diz que as perguntas “serão na maioria relacionadas ao trabalho, mas haverão questões sobre entretenimento, hobbies pessoais, a vida deles no geral”.

Segundo a agência, o jogo escolhido foi “Fortnite” porque além de um game popular, é gratuito, ou seja, todo mundo conhece e pode se cadastrar na plataforma. Além disso, a estratégia também notabiliza a Playstation, marca que a Dare.Win recentemente começou a trabalhar e que a rede servirá de plataforma para a realização da entrevista.

http://adnews.com.br/tecnologia/agencia-francesa-usa-fortnite-para-entrevistar-candidatos.html

Gamificação: tire proveito das motivações do cliente

03 de Julho de 2017  

gamificação

A maioria das empresas brasileiras não sabe por que suas ações de marketing não geram engajamento, apesar de dizerem que já conhecem o perfil do seu cliente. Porém, a verdade é que as organizações sabem apenas o que seu cliente compra, mas não o conhecem de fato.

Para gerar engajamento, os negócios precisam ir além do histórico de compras, é preciso entender sua motivação, o que o inspira a comprar, assistir, ler ou inscrever-se em algo. É nesse ponto que entram as estratégias de gamificação para aumentar o retorno dos programas de engajamento.

A gamificação usa técnicas motivacionais geradas por dados, utilizadas há anos por desenvolvedores de games, aplicadas a contextos não relacionados a jogos, permitindo a criação de ferramentas poderosas para o negócio por meio de três elementos principais: motivação, dados e interação.

A motivação, neste caso, consiste no uso de pesquisas científicas sobre o que motiva o comportamento humano para entender o que realmente inspira os clientes. Por meio de dados de big data, as organizações coletam e analisam dados e obtêm insights do que motiva o consumidor. A parte da interação responde pelo uso de técnicas aprimoradas por desenvolvedores de games ao longo dos anos para criar tecnologias poderosas e inovadoras que engajem o cliente.

Independente de uma empresa atuar no mercado B2B ou B2C, apenas depois de entender seus clientes é que vai poder influenciar conversas online e moldar seu comportamento. Por meio da gamificação, as empresas podem entender esse  comportamento, recompensar ações que geram valor para o cliente e transformá-las em valor para a empresa.

Conheça os principais benefícios da gamificação para o negócio:

Diferencie a abordagem do cliente

Um dos maiores problemas dos programas de engajamento no Brasil é que eles oferecem sempre “mais do mesmo” justamente porque as empresas não conhecem seu cliente. Qualquer empresa que forneça os mesmos produtos e serviços com ações mais interessantes e personalizadas podem conquistar esse consumidor.

Por meio da gamificação, as empresas podem retribuir o cliente, recompensando seu engajamento, como testar um produto, compartilhar um post nas mídias sociais, fazer uma resenha de um serviço, entre outros.

Os jogos sempre recompensam seus jogadores, seja com mais pontos, com maiores colocações em um ranking ou com prêmios. A gamificação é a melhor maneira de mostrar empatia e demonstrar que a marca de fato se preocupa com a experiência do cliente, servindo de motivação para mantê-lo engajado.

Melhore o engajamento e aumente o ROI

Um consumidor bem engajado gasta entre 50% e 70% de seu orçamento mensal com uma única marca. Em uma era em que o cliente tem tantas opções, a gamificação é um importante diferencial, gerando clientes leais à marca por sentirem que estão recebendo experiências únicas e recompensadoras.

As empresas aumentam o ROI de suas ações de engajamento ao longo do tempo na medida em que os consumidores passam a recomendar a marca a amigos e familiares e a defendê-la nos mais diferentes canais, gerando uma espécie de campanha de marketing orgânica para a empresa.

Tire proveito de atividades sociais e reduza o passivo de pontos 

Algumas táticas de gamificação, como passagem de nível, ganho de pontos e bonificações, permitem às empresas gerar mais engajamento e vendas por meio de atividades sociais.

Em vez de oferecer descontos progressivos ou implementar um sistema de pontos capaz de gerar um passivo insustentável, as organizações podem focar em ações baseadas em estratégias de gamificação para oferecer ganhos ao usuário na medida em que ele avança, por exemplo, no compartilhamento de conteúdo da marca ou na compra de produtos.

A gamificação, muitas vezes, é um campo em que os negócios ficam hesitantes em explorar, no entanto, trata-se de um conceito que veio para ficar. As empresas precisam ir além da entrega de produtos e serviços de qualidade, e as organizações que investem em gamificação geram ganhos significativos para o negócio

http://adnews.com.br/internet/gamificacao-tire-proveito-das-motivacoes-do-cliente.html

Coca-Cola cria site com músicas personalizadas para cada nome

12 de Julho de 2017  

Coca

A Coca-Cola tem diversas fortalezas em sua construção de marca, mas duas ações se tornaram particularmente poderosas nos últimos anos. A primeira delas é a campanha que colocou o nome de diversas pessoas no rótulo dos refrigerantes. A outra, que é na verdade um posicionamento, é a conexão da empresa com o universo musical.

Esses dois fenômenos de comunicação agora se juntaram em um mesmo lugar, na nova fase da campanha “Share a Coke” nos Estados Unidos.

A marca resolveu gravar mais de mil músicas originais para cada um dos nomes que escolheu. Para ouvir sua canção, o consumidor deve digitar o seu nome nesta plataforma, que rapidamente retorna com uma melodia. Caso o seu nome não seja encontrado (como os brasileiros, por exemplo), o site responde com uma canção de desculpas.

Tudo que você precisa saber sobre Pokémon Go

 

14 de Julho de 2016 11h – 

pokemon

Se você não passou os últimos dias preso em uma caverna com certeza deve saber o que é (e o que está causando) o Pokémon Go. O jogo para smartphone lançado pela Nintendo a menos de um mês virou febre no mundo todo, colecionando recordes de usuários e histórias bizarras.

Como ainda não está disponível oficialmente por aqui, os brasileiros estão acompanhando as notícias de perto, alguns ansiosos pela chegada do game de geolocalização, outros ainda tentando entender porque exatamente Pokemón Go é o assunto do momento.

Para aqueles que fazem do segundo grupo, o site The Verge criou um vídeo de nove minutos para resumir tudo que você precisa saber sobre o game. São dicas, truques e algumas informações básicas sobre o Pokemón Go.

Assista:

Vídeos Nativos: o que são e por que apostar neles?

 

O ano de 2015 foi o da publicidade em vídeo: o formato caiu no gosto dos consumidores, das agências de publicidade e trouxe resultados muito bons para os anunciantes. Visto a rapidez com que a tecnologia evolui hoje em dia, quem não investiu em vídeos digitais em 2015 já ficou para trás.

Mas calma, a tendência é que em 2016 a publicidade em vídeo se torne ainda mais popular, fazendo com que mais marcas adotem este formato de mídia. Segundo a BI Intelligence a receita de anúncios em vídeo digital atingirá cerca de US$ 5 bilhões em 2016, mais dos que os US$ 2,8 bilhões em 2013.

O desafio da popularização dos vídeos digitais na publicidade é a competitividade pela atenção do consumidor, são muitos anunciantes em uma única timeline. Grande parte (65%) das visualizações dos vídeos do Facebook acontece em dispositivos mobile, onde usuários passam pelas postagens distraidamente, parando por alguns momentos somente quando encontram algo que gostam.

Embora todo mundo esteja cansado de saber, vale lembrar que o mobile é a estrela da vez, simplesmente porque estamos o tempo todo com o celular na mão, ou seja, o anunciante que opta pelo mobile acompanha o seu público onde quer que ele esteja.

Pensando no ambiente mobile, as agências e os anunciantes estão adaptando os conteúdos de vídeos para a plataforma. Vídeos curtos de até 30 segundos geralmente apresentam uma performance melhor visto que captam a atenção dos consumidores de forma rápida.

É importante explorar diversos veículos em uma mesma plataforma, para que o vídeo do anunciante não se torne mais um na timeline do consumidor. Além das redes sociais, existem outros canais que entregam vídeos digitais de forma bastante eficaz e devem ser considerados no mix de mídia mobile, como os aplicativos de entretenimento, notícias e jogos.

A publicidade em jogos mobile faz parte de um segmento em crescimento no Brasil. A veiculação de vídeos em games tem se provado ser uma solução inovadora para conquistar a atenção dos usuários de forma imersiva e apresenta resultados excelentes quando considerados alcance e engajamento dos vídeos.

Um estudo feito pela IAB dos Estados Unidos aponta que, neste país, 22% das compras dos mobile gamers do sexo masculino são influenciadas por anúncios de vídeos dentro dos jogos. Porém, para acertar a estratégia de vídeo na plataforma mobile é preciso ter alguns cuidados. Segundo um estudo realizado pela Millward Brown, ter controle é o principal driver da receptividade à propaganda, ou seja, os mobilers querem ter o controle sobre o que escolhem dar atenção.

Entenda as vantagens da publicidade de vídeos em mobile games:

è Os jogos mobile foram pensados para que fossem acessados várias vezes por dia. Como não é possível prever quanto tempo cada usuário irá jogar em uma determinada sessão do jogo, os games foram desenvolvidos em torno de sessões curtas, ou seja, o usuário pode jogar durante três minutos em uma fila de banco ou durante uma hora sentado no sofá de casa. Um jogador faz em média cinco sessões diárias totalizando trinta e nove minutos por dia imerso no game. Ou seja, as marcas conseguem se conectar com seus consumidores várias vezes ao dia.

è Quando os jogadores estão imersos no game o mindset deles é positivo. No momento de diversão o cérebro está ativo produzindo dopamina e se a marca conversa com o consumidor neste momento a probabilidade da mensagem ser absorvida de forma assertiva é bem maior, aumentando assim o engajamento e criando uma impressão boa na mente do consumidor.

è Uma marca pode presentear os consumidores com algum benefício in-game que irá ajudar no avanço no jogo. Este formato é conhecido como vídeo nativo onde o próprio usuário toma a decisão de ver o vídeo e escolhe o momento mais adequado para isso, o que faz com que o anúncio não seja invasivo. O consumidor interage com a publicidade no intervalo entre uma fase e outra e normalmente, assiste ao vídeo até o final, visto que um benefício lhe será entregue.

Segundo um estudo da MMA sobre o comportamento mobile no Brasil, o que mais motiva um jovem a prestar atenção em uma propaganda é a possibilidade de ganhar algo em troca. Por exemplo, a Gameloft, um dos players neste segmento de publicidade mobile tem uma média de 82% de completed views nos vídeos nativos, ou seja, 82% dos usuários assistem ao vídeo até o final, pois querem/precisam da recompensa.

Não é por acaso que os vídeos nativos estão se tornando os queridinhos da publicidade online, afinal, eles geram uma reação positiva no consumidor, agregam valor à marca e o engajamento é bem maior. Se o objetivo é ter o conteúdo visto e visto em sua totalidade, esta é uma oferta que os anunciantes não podem deixar passar.

Artigo de Felipe Sartori, Country Manager da Gameloft Brasil

20/04/2016

http://www.adnews.com.br/artigos/videos-nativos-o-que-sao-e-porque-apostar-neles