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O futuro da experiência no cenário pós-pandemia

Após isolamento, especialistas projetam eventos com mudança de propósito, muito mais ligados ao lado emocional do que ao contato social

Aentrada das marcas nos games e a tendência dos eventos híbridos foram os alguns do pontos de destaque do evento “The future of experiences: What’s next”, que aconteceu nesta quinta-feira, 15, promovido pela Momentum Worldwide. Buscando debater o futuro dos eventos com foco nas oportunidades para as marcas, o painel trouxe Elena Klaw, Global Chief of Strategy and analytics officer da empresa, e David Chamberlain que ocupa o mesmo cargo, mas no Estados Unidos.

Os especialistas começaram ressaltando que os eventos são uma oportunidade que as marcas tinham para aproximar os consumidores de suas paixões e oferecer algo além de seus próprios produtos, construindo uma relação. Segundo pesquisa realizada pelo Bureau of Economic Analysis, 57% das pessoas gastam mais dinheiro em experiências do que em produtos, e que em todo o mundo existe uma grande vontade de conhecer a vida através de experiências. Neste tópico o Brasil lidera com 91% das pessoas acreditando que as experiências os ajudam a encontrar novas possibilidades.

Porém, a partir de março de 2020 a pandemia do novo coronavírus forçou a indústria a descobrir novas formas de atuar. As lives foram mais imersivas e diferentes das que eram feitas há cinco anos. Os games também cresceram neste período: 82% dos consumidores globais jogaram algum jogo ou assistiram alguém jogando durante a pandemia. Com os esportes presenciais parados, os jogos virtuais e e-sports ficaram em evidência para os fãs. “Para os games, vimos uma conversão de diferentes formatos criando um interessante e misturado ambiente virtual que permitiu jogadores e fãs de música a viverem suas paixões de uma forma inovadora e interseccional. O show do Marshmello que aconteceu no Fortnite é um exemplo perfeito de conversão de duas diferentes abordagens que gerou um novo formato criativo”, diz Klaw.

Estádio criado pela Verizon no Fortnite teve 14 milhões de visitas (Crédito: Reprodução)

Outro destaque foi o caso da Verizon. Aproveitando o Super Bowl deste ano, a empresa criou, em parceria com o Fortnite, o primeiro estádio com tecnologia 5G, imitando todos os detalhes do local do evento com ajuda da NFL. Este foi o primeiro grande experimento criado dentro do jogo e 14 milhões de pessoas visitaram o estádio. “Percebemos que os games não vão permitir que as marcas entrem nos seus mundos a não ser que seja criando algo extremamente inovador. Se você fizer algo que nunca foi feito antes, eles não se importam de trabalhar com as marcas se realmente trouxerem um benefício para a comunidade. No caso da Verizon, essa foi provavelmente a ação mais bem sucedida que eles fizeram no Super Bowl”, conta Chamberlain.

Apesar dos eventos online proporcionarem maior acessibilidade para o público, maior interação e a possibilidade de ir mais a fundo no conteúdo, após mais de um ano, as pessoas estão saturadas. Os dados de dezembro de 2020 mostram que 29% das pessoas estão exaustas de aparecer em vídeos e verem seus rostos, 30% sentem uma socialização forçada e 32% se incomodam com o fato de só uma pessoa poder falar por vez. Além disso, com a vacina, a ansiedade da população para o retorno a normalidade aumenta. A pesquisa, realizada em março deste ano, mostrou que 84% dos entrevistados dizem não ver a hora de gastar dinheiro em experiências que os tirem de casa, 65% já estão planejando viagens e 48% dizem que voltarão para eventos presenciais em um mês ou até mesmo antes depois de serem vacinados.

Futuro dos eventos 

Após este longo período de isolamento, os especialistas dizem que os eventos sofrerão uma mudança de propósito: o que antes era visto como uma oportunidade de contato social, agora estará muito mais ligado ao lado emocional, experiências que proporcionem dopamina e façam as pessoas sentirem propósitos em suas vidas. Sobre o futuro, o evento destacou quatro pontos essenciais.

Em primeiro lugar, os especialistas pontuaram que as expectativas estarão mais altas em qualquer experiência, não existirá uma volta para o normal, mas sim uma “volta para algo melhor”. O segundo ponto confirma que os formatos híbridos chegaram para ficar, pois o virtual atende necessidades do presencial e, com isso, o importante não é mais a tecnologia, mas, sim, em como a sua ideia irá usá-la. A ideia precisará se preocupar com essa terceira camada que passa a existir entre o real e o virtual.

A terceira constatação é de que os games chegaram no público mainstream como escapismo da realidade e, com isso, os consumidores tendem a engajar com as marcas no universo virtual através de experiências imersivas de maneiras nunca antes pensadas, como nos casos do Fortnite. A quarta é que os dados proporcionam experiências mais personalizadas e dinâmicas e, com isso elas, precisarão ser hiperpersonalizadas individualmente e em tempo real.

Diante deste novo cenário, Klaw e Chamberlain concluíram dizendo que as empresas precisam se questionar três coisas: se estão se preocupando com a ideia ou com a tecnologia, se suprirão uma necessidade emocional ou de status e se possuem um time integrado de experts para desenhar experiências em um mundo

Carolina Huertas – 15 de abril de 2021 – https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/04/15/o-futuro-da-experiencia-no-cenario-pos-pandemia.html

Compras e entretenimento: como fazer do “shoppertainment” a sua estratégia digital

Num cenário em que a pandemia (e os efeitos causados por ela) ainda tendem a estar presentes no cotidiano das marcas, a reinvenção tornou-se fundamental.

E, apesar de tudo que tem sido feito, como vendas por WhatsApp e redes sociais, coleta por drive thru e lojas funcionando como mini centros de distribuição, ainda há muito mais que pode ser feito. Não apenas para que as vendas continuem acontecendo, mas para que a conexão com as marcas não se perca e o consumidor continue estreitando laços de novas e inusitadas formas.

Tornar as compras divertidas ainda é possível mesmo com lojas fechadas, e vou te contar como. Trata-se de um fenômeno que o mercado tem chamado de “shoppertainment” – um misto de “shopping” com “entertainment” ou seja, compras e entretenimento.

O que você acha de ingressar num universo paralelo, um mundo virtual que replica a realidade por meio de tecnologia usando artifícios como Realidade Virtual e Realidade Aumentada? É isso que algumas marcas têm feito – um mergulho no chamado “Metaverso”.

Um mundo completamente virtual, em que você pode usar roupas de marca e entrar em lojas que não existem na vida real, mas para comprar mercadoria física. Um misto de design, cultura, conteúdo desenvolvido por empresas de tecnologia para o ingresso das marcas em jogos e outras plataformas. Em 2020, a marca de moda de luxo Balenciaga revelou sua coleção outono/inverno 2021 dentro do jogo “Afterworld – A idade de amanhã” em parceria com a Epic Games’s e a empresa de software Unreal Engine. E não precisa ir longe: o McDonald’s, ou Méqui, replicou o seu restaurante número 1.000 dentro dos jogos “Minecraft” e “The Sims 4”. Nele, os jogadores poderão fazer os pedidos para o McDelivery.

E, se você precisa de uma dose extra de personalização e humanização, o live commerce tem se mostrado tanto uma ferramenta de engajamento quanto de resultados. Muitas marcas têm usado plataformas de live streaming para fazer tanto eventos abertos ao público quanto consultorias e atendimento 1to1. Por meio dessa tecnologia, a marca consegue, em meio à transmissão ao vivo, direcionar o cliente para comprar o produto no mesmo momento, na mesma plataforma. E como a construção de conteúdo é conjunta – marca e consumidor -, a conexão real é imediata. É a humanização do e-commerce. Algo tão desejado pelos varejistas nos últimos tempos.

Outra tendência que evidencia ainda mais a necessidade de presença digital e de forma que chame a atenção do consumidor é o “discovery shopping”, ou seja, um varejo de descobertas que acontece nas redes sociais. Durante a pandemia, ficou evidenciado que muitas marcas, antes desconhecidas, passaram a ganhar relevância justamente por uma presença digital mais massiva. O discovery shopping gira em torno de guiar a jornada e fazer com que a empresa vá aonde quer que os consumidores estejam procurando por descobertas e pesquisando por inspiração. Segundo dados da Euromonitor, 48% dos consumidores globais descobriram novas marcas usando a rede social – primeiro pelo Facebook e, em segundo lugar, pelo Instagram – uma prova de que consumidores cada vez mais digitais estão priorizando a mídia digital em detrimento da mídia tradicional como um meio de descoberta de produtos.

E, já que estamos falando de descobertas, cada vez mais a interação por voz com dispositivos inteligentes se faz presente e merece a atenção das marcas. A estratégia por voz é atrativa por simplesmente se utilizar de um comportamento que o consumidor já tem – é algo natural. É simplesmente uma conversa. Para os usuários iniciantes, pode ser um pouco disruptivo demais comprar produtos usando apenas a voz, mas a partir do momento que essa barreira inicial é quebrada, a conveniência fala mais alto. E, mais uma vez, a construção de uma relação pessoal altamente valiosa com o consumidor pode ser construída. O voice commerce não é apenas uma ferramenta para simplificar transações; ele passa a fazer parte da vida íntima do consumidor. A tecnologia ainda é recente e precisa ser aprimorada, mas isso tende a evoluir, e rápido.

Só nesse texto eu trouxe quatro exemplos de como tornar as compras mais divertidas e em todas elas a presença digital é que está no foco. Num momento de lojas fechadas e restrições de circulação, levar conexão e diversão para os consumidores pode ser a diferença entre a sobrevivência e a decadência de uma marca. Qual opção você vai escolher?

Lyana Bittencourt – 12 de março de 2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/03/12/compras-e-entretenimento-como-fazer-do-shoppertaiment-a-sua-estrategia-digital/

O Boticário estreia no mundo gamer com ações no Avakin Life

Em parceria com a AlmapBBDO e a BBL, a marca aposta na proximidade com o consumidor gamer, com diversas atividades e produtos em ambientes virtuais

Para marcar sua estreia no universo dos games, entre esta terça-feira, 16, e 22 de março, o Boticário promoverá uma série de ativações no jogo de realidade virtual Avakin Life, que permite que o jogador crie um avatar e uma segunda vida. Idealizada pela marca, em parceria com a AlmapBBDO e a BBL, grupo de entretenimento especializado em games e e-sports, a iniciativa é a primeira ativação de uma marca de cosméticos brasileira no jogo.

Loja do Boticário no game servirá como ponto de resgate de recompensas (crédito: divulgação/O Boticário)

Dentro do jogo, na praça Brasil, uma loja do Boticário será transformada em um hub in-game, onde os jogadores poderão resgatar as recompensas e atividades que participarem por meio de pontos (BotiCoins), além de adquirir itens do portfólio da marca, como perfumes, maquiagens, produtos para cabelo, entre outros. O Boticário também terá uma consultora virtual, Thaty, responsável por explicar sobre ativações no jogo.

Durante o período, o game apresentará algumas ativações e missões para engajar e proporcionar benefícios aos jogadores. No Beauty Quest, os participantes são convidados a cumprirem uma série de desafios sobre o universo da beleza, ao completarem as tarefas, eles são premiados com BotiCoins. Já no Fashion Contest, os jogadores participam de concursos de beleza com os produtos do Boticário, os melhores “looks” receberão pontos. As recompensas poderão ser utilizadas na loja da marca, dentro do jogo. Ao final da temporada, a marca promoverá uma Pool Party, festa na piscina personalizada aberta a todos os usuários do jogo – os ingressos serão disponibilizados na loja do Boticário do game.

Além disso, o menu especial com os itens da marca poderá ser acessado de qualquer cena do game e ficará disponível em Avakin Life até o fim do ano. A iniciativa terá a participação de influenciadores digitais, como Bruh Games, Jessy Sparkle e Briny, além dos talentos já conhecidos de Avakin, para contar as novidades do Boticário e convidar os jogadores a participarem dos desafios.

Em nota, Celio Guida, head de mídia do Grupo Boticário, explica que a iniciativa é parte da estratégia da marca de buscar sempre inovação e ampliar o diálogo com diferentes segmentos e públicos. “O universo dos games é o retrato de uma nova geração cada vez mais conectada e engajada. Estar presente no ambiente virtual, de forma relevante e aderente ao jogo, é uma excelente forma de estreitar nossa conexão com os consumidores”, reforça.

16 de fevereiro de 2021 – https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/02/16/o-boticario-estreia-no-mundo-gamer-com-acoes-no-avakin-life.html

Havaianas inaugura espaço interativo inédito na loja matriz da rede Pão de Açúcar

A Havaianas acaba de inaugurar um novo espaço na matriz do Pão de Açúcar, na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo. O Espaço Havaianas promove uma experiência de compra interativa, com divulgação de campanhas e análise de pontos de contato do consumidor com os produtos. O local tem um formato similar ao do Havaianas Lab, loja inaugurada em 2019 no Shopping Iguatemi, também na capital paulista. Esse é o primeiro Espaço Havaianas interativo dentro do canal B2B da marca.

No novo espaço, o consumidor poderá tirar dúvidas sobre produtos, além de interagir por meio de gamification em uma tela de LED e, a partir do resultado, ter o par ideal indicado de forma virtual. O questionário é parte da Campanha de Cores, “#PorDiasMaisColoridos”, que a partir das respostas seleciona a cor que mais combina com a personalidade e sugere um modelo de sandália, além de linkar o resultado final a uma playlist no Spotify. A intenção é seguir com campanhas exclusivas no local.

“Trabalhamos com um mix assertivo desenhado em conjunto com a rede, com estratégia de aumento do ticket médio e penetração da categoria na loja. Isso, alinhado à experiência de compra e à visibilidade de marca em um reforço ao conceito forte da loja, foram estratégias de negócio que possibilitaram o projeto sair do papel. Vimos que a criação de um espaço único de Havaianas era a melhor forma de conectar cada vez mais com o consumidor final e gerar uma memória afetiva por meio da personalização de cada indicação de produto”, explica Marília Ramos Ribeiro, diretora de Trade Marketing de Havaianas Brasil.

Além disso, Marília reforça que “as pessoas estão abertas às compras de presentes de final de ano e torna-se mais uma opção conveniente aos consumidores do Pão de Açúcar encontrarem, em um único local, o vinho, o panetone e também as Havaianas para o amigo secreto, por exemplo”.

Redação- 8 de dezembro de 2020 – Havaianas inaugura espaço interativo inédito na loja matriz da rede Pão de Açúcar | Mercado&Consumo (mercadoeconsumo.com.br)

C&A lança game digital que gera benefícios para o cliente

A C&A está lançando um game em seu aplicativo para estreitar os laços com os clientes. A plataforma interativa está disponível para clientes do programa de relacionamento da companhia, o C&A&VC e propõe que os consumidores cumpram missões em troca de recompensas, como descontos, experiências e vantagens para as próximas compras.

Os benefícios vão evoluindo de acordo com os &mojis acumulados, quanto mais pontos, maiores as recompensas, que incluem fila expressa nas lojas e bate-papo com estilistas da marca. “A C&A está sempre atenta às novas tendências de tecnologia e do próprio varejo para satisfazer os desejos e hábitos de consumo dos nossos clientes que buscam, cada vez mais, interação e novas experiências com suas marcas preferidas. Pensando nisso, lançamos este game que intensifica o relacionamento com a C&A, além de fortalecer a nossa conexão com os 4 milhões de clientes do nosso programa de relacionamento”, destacou Paulo Correa, presidente da C&A Brasil.

Os clientes do programa de fidelidade em todo o país recebem diversas missões, após habilitar o jogo no aplicativo. As atividades incluem interações digitais por meio do app e redes sociais até visitas presenciais nas lojas para incentivar a reciclagem de roupas e eletrônicos ou tirar uma selfie no provador.

As missões concluídas são transformadas em &mojis. Uma missão equivale a um &moji e assim por diante. A quantidade de lik&s define em qual nível do programa de relacionamento o cliente será classificado (curte, adora ou ama).

Gamification: Como funciona e onde se aplica nas empresas

gamification

Com a constante mudança no mercado, as empresas buscam novas estratégias para engajar o público. Um desses conceitos, pouco aplicado atualmente, é o gamification, que utiliza padrões de jogos para atrair e fidelizar clientes e consumidores.

O conceito de gamification consiste na utilização de estratégias e o design de games em contextos que não sejam necessariamente associadas aos jogos em si, por exemplo em “competições” corporativas como acontece hoje com os selos de supermercados que, ao completar a tabela, o consumidor ganha algum tipo de presente ou benefício do local. A ideia é trazer o jogo para a realidade e com isso impactar pontos como engajamento com o seu público alvo.

Entramos em contato com a Descola, escola de cursos online em inovação e empreendedorismo, que traz um estudo sobre essa área e como pode ser utilizada para criação de uma empresa, um produto, um serviço ou qualquer coisa que interaja com pessoas.

Confira abaixo a entrevista com André Tanesi, CEO da Descola e Ricardo Rodrigues, CEO da Social Miner:

Qual o conceito da estratégia?
André: O conceito do Gamification é usar todos os aprendizados com os jogos e aplicar nas diversas atividades de uma empresa. Se engana quem acha que colocar barras de progresso ou badges em um site é “Gamificar” a plataforma.
Toda a forma de se relacionar com seu consumidor pode usar a lógica dos jogos para que sua relação seja muito mais próximo e engajador.
Use o gamification para mudar a relação com seu usuário. Crie desafios, promova conquistas, permita que ele acesse áreas exclusivas, premie seu sucesso. É necessário entender o perfil de cada usuário para criar a mecânica que vai atendê-lo da melhor forma possível.


Como a ferramenta tem se disseminado pelo território brasileiro?
André: Preferimos chamar o Gamification de uma metodologia. Uma ferramenta dá a entender que há um manual claro para criar a gamificação, mas seu processo de implementação depende da empresa, das necessidades que se quer promover e principalmente do público.
Mas sim já podemos ver diversas empresas com iniciativas de tornar seus produtos ou experiências mais gamificadas. Um exemplo muito claro atual é o do aplicativo Cliente Mais do Pão de Açúcar. O app direciona promoções exclusivas para cada usuário, além de permitir que você agende um horário de forma exclusiva no caixa (um sentimento de personalização, típico do gamification), ele também te incentiva a aumentar o seu gasto oferecendo prêmios e barras de progresso (sentido de conquista). Oferece promoções que você pode gostar (sentimento de exploração do novo). É um belo case de uso do Gamification com todo seu potencial.


Qual a importância de tomar conhecimento da estratégia?
André: Jogos são a mídia mais engajadora que existe. Um jogador fica “preso” no jogo justamente por causa de seu profundo entendimento de motivações humanas, evidenciados pelas funcionalidades que ele possui. Então se você quer que a sua empresa crie conexão com os seus consumidores, você precisa olhar para o que o Gamification tem a nos ensinar.


Quais cursos disponíveis aplicam métodos do gamification?
André: O curso da Descola de Gamification foi o primeiro curso online no Brasil sobre o tema. Trazemos de forma prática e com muitos cases todas essas aplicações dos jogos para o mundo dos negócios. Nele abordamos os pontos dessa metodologia como: Sentido de conquista; storytelling; socialização; construção e propriedade; escassez; evitação e perda; criatividade e surpresa. Você pode conferir o curso aqui.

Quais são os principais pontos positivos do formato?
Ricardo: O gamification aplicado ao e-commerce vem para melhorar a experiência de compra. Acaba se tornando um fator importante na hora de criar mecanismos de concorrência que vão além de preço, produtos, etc.

Existe algum ponto negativo nesse formato?
Ricardo: É um conceito inovador, e é necessário unir alguns formatos de comunicação diferenciados para que a estrutura funcione, o que pode dificultar a implementação de campanhas de gamification.

Em sua opinião, porque o Brasil lesa o uso de tal estratégia?
Ricardo: No Brasil, ainda estamos um pouco atrasados quando falamos de e-commerce. Apesar de várias inovações e do mercado estar crescendo a cada ano, ainda focamos em estratégias baseadas em menor preço, quando na verdade, existe uma corrente muito forte (os famosos millennials) que levam a experiência como um dos fatores principais na hora de tomar uma decisão. O mercado brasileiro precisa se adaptar às novas tendências, e estar aberto a novas experiências, como o Gamification.

Sobre a fidelização do cliente: Qual o ponto principal entre o consumidor e o fornecedor? (tratando-se da estratégia)
Ricardo: A experiência de compra se torna mais divertida, e acaba engajando mais o consumidor. Se for uma ação pontual, como a do Extra, podemos aumentar as taxas de conversão e engajamento. Se for uma estratégia a longo prazo, como um programa de fidelização, ou um jogo para quem é cliente, isso pode melhorar a percepção que o cliente tem da marca, e o engajamento a longo prazo.

Poderia nos informar sobre o “antes” e “depois” do uso dessa ferramenta?
Ricardo: No case que comentamos na pergunta anterior, temos resultados bem relevantes ocasionados pelo uso da ferramenta da Social Miner somada a estratégia de Gamification. Foram registradas taxas de conversão de até 6,3% ( a média do mercado é 1,5%) e quando falamos em engajamento não foi diferente, registramos taxas de 24,1%.

http://adnews.com.br/negocios/gamification-como-funciona-e-onde-se-aplica-nas-empresas.html

Agência usa “Fortnite” para entrevistar candidatos

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O jogo Fortnite é de longe um dos Battle Royales mais conhecidos atualmente. Para aproveitar o sucesso da produção da Epic Games, a agencia Dare.Win resolveu inovar o processo de entrevista de empregos para oportunidades oferecidas em seu escritório.

A empresa atualmente oferece duas vagas de estágio e para “descontrair” na hora do processo seletivo, a agência francesa com sede em Paris e Berlim propõe uma dinâmica de grupo diferente. Ao invés do bate papo comum, as informações necessárias (tanto do candidato como do entrevistador) serão esclarecidas durante uma partida de Fornite.

Confira os detalhes no anúncio abaixo.

Os interessados pela vaga não necessariamente precisam ser bons jogadores para conseguir o emprego, o importante na verdade é ver como o aplicante vai disputar o jogo. “Nós não somos pro players” esclarece o publicitário da firma Thomas Brouchon. “A maneira como alguém joga diz muito sobre sua personalidade, especialmente sobre seu método de tomada de decisão e como ele se vira com problemas”. Já sobre a entrevista em si, Boris Lavergne, outro membro da Dare.Win, diz que as perguntas “serão na maioria relacionadas ao trabalho, mas haverão questões sobre entretenimento, hobbies pessoais, a vida deles no geral”.

Segundo a agência, o jogo escolhido foi “Fortnite” porque além de um game popular, é gratuito, ou seja, todo mundo conhece e pode se cadastrar na plataforma. Além disso, a estratégia também notabiliza a Playstation, marca que a Dare.Win recentemente começou a trabalhar e que a rede servirá de plataforma para a realização da entrevista.

http://adnews.com.br/tecnologia/agencia-francesa-usa-fortnite-para-entrevistar-candidatos.html

Gamificação: tire proveito das motivações do cliente

03 de Julho de 2017  

gamificação

A maioria das empresas brasileiras não sabe por que suas ações de marketing não geram engajamento, apesar de dizerem que já conhecem o perfil do seu cliente. Porém, a verdade é que as organizações sabem apenas o que seu cliente compra, mas não o conhecem de fato.

Para gerar engajamento, os negócios precisam ir além do histórico de compras, é preciso entender sua motivação, o que o inspira a comprar, assistir, ler ou inscrever-se em algo. É nesse ponto que entram as estratégias de gamificação para aumentar o retorno dos programas de engajamento.

A gamificação usa técnicas motivacionais geradas por dados, utilizadas há anos por desenvolvedores de games, aplicadas a contextos não relacionados a jogos, permitindo a criação de ferramentas poderosas para o negócio por meio de três elementos principais: motivação, dados e interação.

A motivação, neste caso, consiste no uso de pesquisas científicas sobre o que motiva o comportamento humano para entender o que realmente inspira os clientes. Por meio de dados de big data, as organizações coletam e analisam dados e obtêm insights do que motiva o consumidor. A parte da interação responde pelo uso de técnicas aprimoradas por desenvolvedores de games ao longo dos anos para criar tecnologias poderosas e inovadoras que engajem o cliente.

Independente de uma empresa atuar no mercado B2B ou B2C, apenas depois de entender seus clientes é que vai poder influenciar conversas online e moldar seu comportamento. Por meio da gamificação, as empresas podem entender esse  comportamento, recompensar ações que geram valor para o cliente e transformá-las em valor para a empresa.

Conheça os principais benefícios da gamificação para o negócio:

Diferencie a abordagem do cliente

Um dos maiores problemas dos programas de engajamento no Brasil é que eles oferecem sempre “mais do mesmo” justamente porque as empresas não conhecem seu cliente. Qualquer empresa que forneça os mesmos produtos e serviços com ações mais interessantes e personalizadas podem conquistar esse consumidor.

Por meio da gamificação, as empresas podem retribuir o cliente, recompensando seu engajamento, como testar um produto, compartilhar um post nas mídias sociais, fazer uma resenha de um serviço, entre outros.

Os jogos sempre recompensam seus jogadores, seja com mais pontos, com maiores colocações em um ranking ou com prêmios. A gamificação é a melhor maneira de mostrar empatia e demonstrar que a marca de fato se preocupa com a experiência do cliente, servindo de motivação para mantê-lo engajado.

Melhore o engajamento e aumente o ROI

Um consumidor bem engajado gasta entre 50% e 70% de seu orçamento mensal com uma única marca. Em uma era em que o cliente tem tantas opções, a gamificação é um importante diferencial, gerando clientes leais à marca por sentirem que estão recebendo experiências únicas e recompensadoras.

As empresas aumentam o ROI de suas ações de engajamento ao longo do tempo na medida em que os consumidores passam a recomendar a marca a amigos e familiares e a defendê-la nos mais diferentes canais, gerando uma espécie de campanha de marketing orgânica para a empresa.

Tire proveito de atividades sociais e reduza o passivo de pontos 

Algumas táticas de gamificação, como passagem de nível, ganho de pontos e bonificações, permitem às empresas gerar mais engajamento e vendas por meio de atividades sociais.

Em vez de oferecer descontos progressivos ou implementar um sistema de pontos capaz de gerar um passivo insustentável, as organizações podem focar em ações baseadas em estratégias de gamificação para oferecer ganhos ao usuário na medida em que ele avança, por exemplo, no compartilhamento de conteúdo da marca ou na compra de produtos.

A gamificação, muitas vezes, é um campo em que os negócios ficam hesitantes em explorar, no entanto, trata-se de um conceito que veio para ficar. As empresas precisam ir além da entrega de produtos e serviços de qualidade, e as organizações que investem em gamificação geram ganhos significativos para o negócio

http://adnews.com.br/internet/gamificacao-tire-proveito-das-motivacoes-do-cliente.html

Coca-Cola cria site com músicas personalizadas para cada nome

12 de Julho de 2017  

Coca

A Coca-Cola tem diversas fortalezas em sua construção de marca, mas duas ações se tornaram particularmente poderosas nos últimos anos. A primeira delas é a campanha que colocou o nome de diversas pessoas no rótulo dos refrigerantes. A outra, que é na verdade um posicionamento, é a conexão da empresa com o universo musical.

Esses dois fenômenos de comunicação agora se juntaram em um mesmo lugar, na nova fase da campanha “Share a Coke” nos Estados Unidos.

A marca resolveu gravar mais de mil músicas originais para cada um dos nomes que escolheu. Para ouvir sua canção, o consumidor deve digitar o seu nome nesta plataforma, que rapidamente retorna com uma melodia. Caso o seu nome não seja encontrado (como os brasileiros, por exemplo), o site responde com uma canção de desculpas.

Tudo que você precisa saber sobre Pokémon Go

 

14 de Julho de 2016 11h – 

pokemon

Se você não passou os últimos dias preso em uma caverna com certeza deve saber o que é (e o que está causando) o Pokémon Go. O jogo para smartphone lançado pela Nintendo a menos de um mês virou febre no mundo todo, colecionando recordes de usuários e histórias bizarras.

Como ainda não está disponível oficialmente por aqui, os brasileiros estão acompanhando as notícias de perto, alguns ansiosos pela chegada do game de geolocalização, outros ainda tentando entender porque exatamente Pokemón Go é o assunto do momento.

Para aqueles que fazem do segundo grupo, o site The Verge criou um vídeo de nove minutos para resumir tudo que você precisa saber sobre o game. São dicas, truques e algumas informações básicas sobre o Pokemón Go.

Assista: