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Conheça 10 razões para seu Instagram não bombar

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O Instagram cresce cada vez mais e usuários trabalham para construir sua presença na plataforma, mas, muitas vezes, descobrem que não é fácil expandir seus seguidores. Pode ser frustrante e demorado, pois com o público crescendo a uma taxa gradual, alguns até questionam se a plataforma vale a pena para seus negócios.

Importante   ferramentapara o marketing,divulgação de produtos, marcas e até mesmo pessoas, é essencial saber como usá-lo. Para ajudar os menos experientes,  Johannes Kanter, do Social Media Today, criou uma lista que mostra os erros mais comuns de usuários que procuram aumentar a visibilidade e, no final, perdem seguidores. Confira abaixo as lições do que não deve ser feito no Instagram:

1 – Não se envolver com o público

Responder aos comentários é essencial. Os seguidores param de interagir, caso notem uma indiferença. Por isso, afinal, ela é chamada de mídia ‘social’

2 – Não ser consistente

Postar com mais frequência geralmente resulta em mais engajamento e seguidores. Obviamente, leva mais tempo, mas vale a pena criar mais conteúdo e agendá-lo para ter consistência.

3 – Não interagir com outras contas

Para engajar é preciso entrar em contato com outras contas do Instagram em seu nicho. Isso pode facilitar as colaborações e permitir a criação de relacionamentos de negócios.

4 – Não usar Stories e notificações

Expandir o conteúdo para outros elementos tornará o perfil mais atraente e aumentará a exposição da marca de novas maneiras. Maximizar histórias, vídeos e outros recursos do Instagram, diminui as oportunidades.

5 – Não criar conteúdo atrativo

Quando o usuário se torna muito familiarizado com uma plataforma, tende a mantê-la segura, mas o problema é que isso não é interessante. Assumir riscos com conteúdo e mostrar mais personalidade é imprescindível.

6 – Não se aprofundar

Ser real e autêntico é importante em qualquer tipo de plataforma de mídia social, mas isso é especialmente verdadeiro no Instagram. As pessoas querem seguir pessoas reais, por isso que os influenciadores são tão populares na plataforma.

7 – Não promover de maneira atrativa

Por isso existem os bloqueadores de anúncios. Como consumidores, tendemos a bloquear ou ignorar o conteúdo de marketing.

8 – Não otimizar o perfil

Depois de concluir a configuração da conta, praticamente ignoramos e nos concentramos na postagem. Mas isso pode causar uma primeira impressão ruim para os visitantes que acessarem sua conta pela primeira vez.

9 -Não ter foco

Ter senso claro de identidade on-line é importante, pois o público quer saber com quem está lidando. Simplificando, as pessoas seguem porque têm interesse no conteúdo que aparece no feed. Por isso, é importante manter o foco e impulsionar a conexão.

10 – Não crescer de maneira orgânica

Contrariar os Termos de Serviço é pedir para afundar na plataforma. A compra se seguidores, obviamente não é recomendada. Aumentar números de seguidores pode aumentar seu engajamento, sim, mas crescimento e benefícios reais não vêm disso.

http://adnews.com.br/social-media/conheca-10-razoes-para-seu-instagram-nao-bombar.html

Conheça 7 formas de engajar o público com posts em mídias sociais

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A interação do público é de grande importância para a detecção da popularidade e da saúde de uma empresa. Porém, para apresentar números sólidos provenientes de uma base ativa de seguidores é necessário que diversas medidas sejam tomadas para que essa taxa de vitalidade nas mídias sociais se concretize.

Para facilitar os caminhos e apontar as estratégias mais aceitas nas redes para engajar, separamos sete dicas que podem alterar o alcance de fanpages em diversas plataformas; Confira a lista completa abaixo:

1- Procure postar coisas atuais e relevantes

No mundo de hoje, em que as informações chegam nos usuários de forma rápida, é importante buscar assuntos diferentes e que o público deseje ler. Feriados, não somente tradicionais como o Natal ou o Ano Novo, são boas pautas e atraem diferentes públicos

2- Tenha sua própria personalidade

As pessoas farão julgamentos a respeito do seu conteúdo baseadas na forma em que são publicados, por isso é importante ser autêntico e ter uma marca registrada. Pense como se sua empresa fosse uma pessoa física e como agiria nas redes sociais.

3- Incorpore as imagens corretas para seus posts

O Buzzsumo, ferramenta de monitoramento de mídias sociais, mostrou que adicionar imagens a um post no Facebook aumenta em 2,3% o engajamento do público. Já os tweets que possuem alguma imagem podem gerar 150% mais interação. Investir nas imagens corretas é uma forma de disseminar seu trabalho pelas redes.

4- Seja transparente

O público mais exigente sabe quando está sendo enganado. Portanto, deixar os valores da marca claros e ser honesto com o público é um grande diferencial.

5- Seja ativo e interaja: responda aos comentários

Hoje em dia, os internautas gostam de sentir que fazem a diferença, e, de fato, fazem. Quando se trata da interação entre empresa e público é muito importante que haja contato, portanto, procurar se comunicar com os clientes faz com que eles queiram voltar.

6- Peça por feedbacks e sugestões

Para buscar melhora é importante ouvir opiniões e sugestões que saiam da zona de conforto. Solicitar feedbacks e sugestões por meio das redes sociais são formas de agregar diferentes conteúdos e trazer outras pessoas para dentro da empresa.

7- Planeje conteúdo

Organização sempre será uma das chaves do negócio. Ter uma agenda de planejamento fará com que o conteúdo esteja atualizado e não correrá o risco dele se repetir nas redes.

http://adnews.com.br/social-media/conheca-7-formas-de-engajar-o-publico-com-posts-em-midias-sociais.html

AS MAIS EFICIENTES TÁTICAS DE MARKETING EM 2018

POR INNOVATION INSIDER | 24 ABRIL 2018

Como as marcas devem se relacionar nas redes sociais com a Geração Z?

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Os exemplares da geração Z, também conhecidos como “nativos digitais”, já nasceram de celular na mão e cresceram num mundo conectado.

Chegando às faculdades agora, eles serão o centro das atenções do futuro do e-commerce. Até 2026, os mais novos dessa geração já terão atingido a idade para ter renda própria e seu poder aquisitivo alcançará novos patamares.

E, é claro, marcas e e-commerces precisam iniciar um relacionamento com essa geração para aumentar suas chances de sucesso nos anos vindouros.

Características e poder de compra dos nativos digitais

A Geração Z, definida por quem nasceu de 1998 até 2010, é diferente das gerações passadas. Justamente por isso, entender suas características e preferências é essencial para capturar sua atenção – e, claro, seu dinheiro.

Eles cresceram acostumados a usar a Internet e é a primeira geração inteiramente digital. Isso é tão enraizado em sua cultura que eles só percebem que a internet existe quando o wi-fi não está disponível.

Antenados à tecnologia, são usuários assíduos das redes sociais, consomem diariamente vídeos on-demand, e tudo começa pelo celular. Obviamente, suas expectativas são mais altas que as das gerações passadas.

Potencial de compra ampliado

De acordo com relatório da BI Intelligence – que explorou os hábitos de compras da Geração Z – os chamados nativos digitais estão apenas começando a impactar o comércio, mas já são extremamente valiosos.

Segundo estudos da IBM – que considerou mais de 15 mil pessoas em 16 países – a Geração Z já possui $44 bilhões de dólares em poder de compra, número que irá decolar conforme ficarem mais velhos e conquistarem autonomia. Além disso, eles influenciam 93% do planejamento financeiro da família.

Apesar dessa geração ainda comprar em lojas físicas, isso se deve muito mais ao fato de ainda não terem cartão de crédito do que a uma preferência em si.

Até que o e-commerce se torne o principal canal de compras dessa geração – quando atingirem a maioridade – o comércio enfrentará o desafio de construir uma presença digital sólida usando, especialmente, os canais preferidos desse público: as redes sociais.

Comportamento de Consumo

Essa é a primeira geração a viver uma vida onde a Internet é onipresente através do mobile, e isso moldou seus hábitos de compras. Para os nativos dessa era, a distância de uma loja para a outra é zero e eles compram no mundo inteiro.

Seus hábitos de compra em e-commerces também começaram mais cedo que a geração passada. Justamente por isso, eles têm a habilidade de serem altamente sofisticados em suas decisões de compras.

Os nativos digirais querem se relacionar com marcas e empresas de forma integrada, não importando o canal. Isso significa ser atendido e poder comprar de uma mesma marca através do Instagram, Facebook ou e-commerce, com uma experiência fluída independente do canal.

Redes Sociais: o quintal da Geração Z

Quando o assunto é redes sociais, os nativos digitais dão um show. Eles cresceram vendo e usando esses canais: em casa, na rua, na escola e nos espaços públicos. E, claro, já são acostumados a procurar tudo pelas redes.

Muitos perguntam onde encontrar certos produtos e serviços nas redes sociais antes mesmo de procurar no Google. Usam a inteligência coletiva para suas escolhas e se baseiam em influência social.

Geração Z representará 40% dos consumidores do mundo até 2020

Esqueça os Millenials! A Geração Z chegou e está pronta para deixar suas pegadas no mercado. Ela está começando a sua vida financeira e é mais focada em ter dinheiro que as gerações passadas.

De acordo com a base de usuários do Facebook, considerando pessoas de 13 a 22 anos de idade no Brasil, já são 33 milhões de brasileiros ativos na rede social.

Os mais novos se encontram em peso no Instagram e Snapchat. Segundo dados do IBGE, eles representam cerca de 23% da população brasileira, e, de acordo com a Fast Company, até 2020 eles representarão 40% de todos os consumidores no mundo.

DETALHE: estamos apenas a 24 meses de 2020!

Dicas para se relacionar com a Geração Z e impulsionar vendas

Seja mobile-first

O mesmo estudo da Fast Company mostra também que para a Geração Z, da socialização ao entretenimento, do aprendizado até a compra, tudo se passa pelo mobile.

Una isso às suas altas expectativas de compra online e temos um cenário letal para sites lentos, não responsivos, apps pesados e/ou difíceis de navegar.

Para aproveitar a entrada da Geração Z e seu poder crescente de compra, sua marca deverá pensar, sempre, em alternativas para mobile e, só depois, para desktop.

Invista em SEO e Assistentes virtuais

E, quando a questão é a busca no Google, tenha em mente que o novo hábito dessa geração são os assistentes virtuais.

De acordo com a GlobalWebIndex, 1 a cada 3 pessoas da Geração Z está usando uma busca por voz em seu smartphone.

Para o e-commerce, isso impõe o desafio de implementar estratégias cada vez mais assertivas de otimização para mecanismos de busca.

Investir em SEO, criar snippets para o Google e aparecer na posição “0” deve estar entre os objetivos de quem quer ganhar destaque. Outra dica valiosa para se comunicar com os nativos digitais é implementar a busca por voz no seu próprio site e e-commerce.

Aposte nos creators: a ponte entre as marcas e a geração Z

Menos impactados pela mídia tradicional e suas técnicas old school – como usar uma celebridade global para endossar um produto – a Geração Z tem novos ídolos.

Eles são, em sua maioria, YouTubers ou Instagrammers que falam sua língua e entregam conteúdo de valor. Eles são o canal e o artista ao mesmo tempo.

E é por isso que sua empresa precisará marcar presença através desses criadores de conteúdo, comumente conhecidos no meio como “creators” – uma evolução de ser simplesmente um influenciador digital.

Seja on-life e entregue valor

Para sua marca ou e-commerce ter um engajamento relevante com a Geração Z, ela precisará ser on-life, ou seja, fazer parte da vida conectada deles.

Se a informação ou conteúdo que você oferece em seus canais for irrelevante (ou apenas propagandista), os nativos dessa geração irão simplesmente te bloquear. Mas, o contrário é igualmente verdadeiro.

Com a Geração Z, seu objetivo não poderá mais ser, simplesmente, vender, mas sim, se relacionar.

E falar com essa geração é fazer muito mais publicidade do que propaganda. É mais contar o que a marca tem para ensinar do que contar o que ela tem para vender. É sobre propósito e significado. É mais engajamento em torno da mensagem do que somente em torno de um produto ou serviço.

Tenha uma ferramenta de gerenciamento de redes sociais

Milissegundos. Esse é o tempo que você tem para fazer o dedo de um nativo digital parar de descer no feed e ganhar sua a atenção nas redes sociais. Estima-se que a atenção dessa geração é de apenas 8 segundos após a fixação dos olhos. Um desafio e tanto, certo?

Para vencer essa batalha, usar ferramentas analíticas como a mLabs é fundamental. Além de te ajudar a entender o que é relevante e engaja o seu público nas redes sociais, você poderá agendar posts, analisar os resultados, interagir em tempo real e otimizar sua estratégia.

Esse tipo de ferramenta te ajudará também a criar uma experiência integrada de compra em seus canais sociais e a responder rapidamente às suas necessidades via inbox e comentários.

Automatize o atendimento com Chatbots

Apesar de nova, a geração Z é um poderoso grupo de influência para compras. Justamente por isso, é importante se preparar agora para o futuro.

Tenha em mente que você terá que lidar com uma geração impaciente – em função da estimulação tecnológica que tiveram. É uma geração imediatista que não irá esperar horas para ter uma resposta nas redes sociais.

Eles preferem falar com um chatbot para resolver mais rápido suas questões do que esperar para falar com um humano.

De acordo com a PricewaterhouseCoopers, 66% dos consumidores voltariam para uma loja online se ela tivesse atendimento via chat.

Dados como esse provam que, cada vez mais, as marcas precisarão investir para oferecer uma experiência de compra integrada, eficiente e rápida nos diversos canais onde ela está.

Utilize data science e aposte na personalização

Todos nós sabemos o quão valioso é para um cliente sentir que a marca realmente o entende, certo?

E, com a abundância de dados e tecnologias disponíveis hoje, as possibilidades de personalização tendem a crescer e se aprofundar cada vez mais. Tendência que fortalecerá também o costume dos nativos digitais de receberem tudo conforme sua personalidade / estilo de vida.

E, aí, eu te pergunto: como a sua marca / e-commerce está se saindo nesse quesito?

A maioria das lojas está constantemente minerando os perfis das pessoas que compram em seus e-commerces, mas nem todas usam essas informações para obter vantagens. Com o volume de dados gerados, é possível personalizar muito mais.

Não se limite a construir buyer personas e segmentar clientes! Vá para o nível do indivíduo e gere mais vendas.

Pense em ter pessoas especializadas em Ciência de Dados em seu negócio. Recomendações personalizadas para o indivíduo tem potencial de conversão muito maior do que uma estratégia de personas.

A personalização nesse nível aumenta desde a taxa de abertura dos e-mails até as vendas. Fazer retargeting nas redes sociais também contribui para o aumento das conversões.

Cuide do seu conteúdo nas redes sociais

Para se relacionar com essa geração através das redes sociais é fundamental ter conteúdos relevantes e que geram engajamento.

Ao contrário das gerações passadas – que preferem olhar passivamente os posts nas redes sociais ao invés de interagir – para essa geração, quanto maior o engajamento, maior a conversão.

Portanto, certifique-se de ter uma boa estratégia de conteúdo no ar, mantenha o engajamento e o diálogo constantes e melhores a experiência desse público com a sua marca.

Rafael Kiso é Fundador e CMO da mLabs, plataforma de gerenciamento de mídias sociais. Com 20 anos de mercado, atuou sempre no setor de tecnologia e meios digitais de empresas como Banco Itaú, FIESP e Focusnetworks. Em 2017 foi premiado pela ABRADi-SP como Profissional Digital na categoria Planejamento, e hoje é responsável por gerenciar e tomar decisões na mLabs, empresa que visa a democratização de redes sociais e a educação e desenvolvimento digitais

http://adnews.com.br/adarticles/como-marcas-devem-se-relacionar-nas-redes-sociais-com-geracao-z.html

Kantar aponta as tendências de social media em 2018

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O que esperar das mídias sociais para este ano? De acordo com estudo global da Kantar Media, a maturidade digital e a consolidação de algumas tecnologias parecem ser tendências para os próximos meses.

Novos formatos de conteúdo, campanhas mais contextuais e personalizadas, a evolução da inteligência artificial, realidade alterada e fake news estão entre as previsões.

A instituição acompanha a evolução desse universo e apresenta o estudo “As Tendências das Mídias Sociais para 2018. Confira abaixo os principais insights do estudo:

Novas tecnologias oferecem diversas oportunidades para as marcas

Estamos entrando em uma grande revolução tecnológica, porém, as marcas costumam se esquecer de que essa revolução é estritamente ligada à evolução do conteúdo. Realidade aumentada (Augmented Reality, AR), realidade virtual (Virtual Reality, VR) e a internet das coisas (Internet of Things, IoT) não são nada mais que uma ponte, criada pela tecnologia, entre o real e o virtual.

Em outras palavras, o conteúdo será o elo entre objetos, pessoas e tecnologia – isso quando não se misturar à própria experiência (virtual). Entretanto, o conteúdo terá que superar novos desafios, dependendo dos canais. A IoT precisará ser convertida em benefícios reais para os consumidores. Por exemplo, um refrigerador conectado pode fazer sugestões de menu com base nos alimentos disponíveis. Para AR, VR ou tecnologias mistas, a ênfase será na experiência, em vez de em como a tecnologia pode ser aplicada aos produtos.

Assim, para uma marca de carros, será mais interessante aproveitar os acontecimentos de uma corrida cheia de emoção do que mostrar uma vista em 360° do interior do carro.

O crescimento da inteligência artificial

Até pouco tempo, podíamos apenas sonhar com máquinas dotadas de inteligência humana [IA]. Agora, a realidade está cada vez mais próxima da fantasia, o que criou uma batalha na indústria da tecnologia em torno da inteligência artificial. Os computadores já fazem cálculos com muito mais velocidade que os seres humanos, e sem erros.

Além disso, a memória dos computadores é altamente confiável e talvez ilimitada. Eles já conseguem até criar, na hora, a playlist perfeita para seu próximo churrasco. Toma essa, cérebro humano!

Apostando alto na realidade alterada

Realidade aumentada (AR), realidade virtual (VR) e até mesmo realidade mista (Mixed Reality, MR) são os assuntos do momento – mas ainda estão em nichos, e precisam de uma imagem mais amadurecida.

Sua adoção em massa exige um ponto de virada que ainda não foi alcançado, embora o sucesso do Pokémon GO, em 2016, tenha sido um belo aperitivo para o grande público. Mas as coisas estão indo no caminho certo, com diferentes iniciativas.

As redes sociais querem montar sua programação de conteúdo em vídeo

Falamos da importância do formato de vídeo e do motivo pelo qual ele é importante: ele gera interação, e interação promove engajamento. E ainda que se fale muito sobre vídeo ao vivo, ele não é o objetivo final, mas sim o resultado que essa ação irá gerar.

Players como Facebook, Twitter e Snapchat estão se adaptando a essa nova realidade e buscando desenvolver um novo modelo de programação em vídeo, algo que navegue entre o modelo de TV convencional, o streaming e serviços de vídeo on-demand, como Netflix.

Também fala-se muito na criação de um modelo que seja algo semelhante aos sites Danmaku, ou “metralhadora”, como Acfun e Bilibili, que são muito populares na China e incluem a exibição de comentários em tempo real na tela.

A publicidade em mídias sociais está inspirando novas experiências com anúncios

A publicidade digital (principalmente a social) esteve nas manchetes em 2017. Os principais pontos de controvérsia: segurança das marcas, ausência de padrões para a visibilidade de campanhas e falta de transparência na verificação de indicadores de desempenho por terceiros.

A publicidade móvel do Facebook tem novas possibilidades no futuro, principalmente agora que ficou mais difícil obter tráfego social orgânico. O objetivo do algoritmo do feed de notícias do Facebook é priorizar cada vez mais as publicações de amigos em relação às de outras fontes.

Portanto, se alguém curtir a página da sua marca, suas publicações não terão tantas visualizações orgânicas, a não ser que o usuário opte por ver as suas publicações no feed de notícias. Consequentemente, as empresas não terão alternativa que não seja publicar anúncios.

Dê um gás à sua marca com o marketing de influenciadores

A China foi pioneira nessa área, com o boom de líderes de opinião importantes (Key Opinion Leaders, KOLs) chineses, que podem ser extremamente influentes. As marcas ainda os usam, tentando aproveitar sua enorme popularidade on-line para aumentar sua visibilidade e gerar vendas.

Hoje em dia, as estrelas das mídias sociais chegam a criar suas próprias marcas de moda. Os fãs podem comprar os produtos diretamente on-line enquanto conversam com a personalidade nas mídias sociais.

Outros formatos interativos podem ganhar destaque em 2018

Vamos começar esta tendência falando de como o formato de vídeo (e suas variações, como o vídeo Live 360) é popular. Já se falou tanto disso que o assunto parece até um pouco batido, mas a questão interessante é por que ele é tão popular e o que está por trás disso – em outras palavras, uma visão global.

O modelo de receita de muitas redes sociais é baseado em anúncios. Para vender anúncios, você precisa trazer pessoas à plataforma e fazer com que elas fiquem na lá o máximo possível. E para fazer com que elas fiquem na plataforma, elas precisam estar envolvidas, se divertindo.

Home assistants digitais, como Amazon Echo e Google Home, juntamente com outras ofertas de IoT, como carros inteligentes, estão criando novas possibilidades de áudio para as marcas. Esses formatos de áudio permitem que os anunciantes cheguem ao público em locais onde a conectividade é um problema. Talvez por isso o Facebook tenha lançado o Facebook Live Audio.

Se você acreditava que as mídias sociais seriam o fim da vida privada, pense nisso: de todas as gerações, os indivíduos da Geração Z exprimem o maior desejo de proteger seus perfis de dados pessoais.

A geração z luta por privacidade

Muitos usam pseudônimos para evitar ser encontrados em pesquisas on-line e até mesmo criam contas “rinsta” (reais) e “finsta” (fake, ou só para conhecidos) no Instagram. Além disso, esses adolescentes tão reservados usam aplicativos como o Vaulty, que permite aos usuários ocultar fotos e vídeos.

Existem também as redes sociais “incógnitas”, como Sarahah, Anonyfish e Minds.com, com as quais os usuários podem se expressar anonimamente. Se ainda há dúvidas quanto à influência da Geração Z e sua busca por privacidade, considere isso: o aplicativo Sarahah chegou ao nº 1 da App Store em 30 países…

Fake news – o lado obscuro da web está sob ataque!

Fake news (ou notícias falsas) ainda é um assunto quente e as mídias sociais sofreram muito com essa tendência destrutiva. A pesquisa “Trust in News” (confiança nas notícias) da Kantar revelou que as mídias sociais são a fonte de notícias com menor confiança do público, com apenas 33% de aprovação.

Sendo assim, fazer com que o algoritmo do feed possa combater as notícias falsas se tornou uma grande prioridade das gigantes sociais para 2018.

Uma convergência de mídias sociais transforma a China em um império

A convergência de mídias sociais e experiência do usuário chegou à sua Era de Ouro. De acordo com o relatório “Chinese Social Media Landscape” (O panorama das mídias sociais na China), da Kantar Media, uma série de plataformas chinesas, como Weibo, WeChat e QQ estão aperfeiçoando a união entre comércio social, comércio móvel e “Pan-Entretenimento”.

Com mais de 800 milhões de usuários ativos por mês, o WeChat é um dos muitos bons exemplos da presença da internet móvel na China. Por isso, muitas marcas e varejistas estão se conectando com os clientes nos próprios ambientes de aplicativos sociais e deixando de lado os aplicativos móveis para vender diretamente aos consumidores.

http://adnews.com.br/social-media/kantar-media-aponta-tendencias-em-social-media-deste-ano.html

Como as (novas) mudanças no Youtube vão impactar os criadores de conteúdo?

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O YouTube está instituindo mudanças (de novo) na forma como ele adiciona membros ao Programa de Parceiros do YouTube e criadores que são elegíveis para receber receita publicitária pelos views e watch time do seu conteúdo.

A partir de agora, para ser elegível para o Programa, os criadores de conteúdo precisam superar 4.000 horas de watch time no último ano ou possuirem pelo menos 1.000 inscritos.

Em abril do ano passado, os canais precisavam ter 10.000 visualizações ao longo da vida. Mas as novas métricas vêm para mudar novamente os KPIs de quem cria conteúdo como negócio para a plataforma.

Os criadores de conteúdo que não atendem a esses novos padrões serão removidos do Programa a partir de 20 de fevereiro – para permitir um período de carência de 30 dias.

Mas como isso fica na prática?

Se a sua comunidade ainda está sendo construída e não chegou em 1000 inscritos, o watch time vai ser a base para fazer seu KPI financeiro.

O watch time dos meus vídeos (PASSAdos30) é de 6 minutos, vou usar esse número como base para vocês entenderem o que você precisa de conteúdo no seu canal, para começar a ser remunerado pelo Youtube em três cenários.

Você precisa ter em um ano:

1) 27 vídeos com média de 1.500 views

ou

2) 40 vídeos com média de 1.000 views

ou

3) 80 vídeos com média de 500 views

(ou hipoteticamente 1 vídeo com 40mil views)

Isso tudo sem ser remunerado pelo Youtube ainda.

Na prática você precisa ter: consistência, conteúdo relevante e formar comunidade (aquilo que a gente já fala desde sempre), que não acontece do dia para a noite e não depender financeiramente do Youtube no primeiro ano de conteúdo. Mais que tudo isso, você vai precisar de tempo e dedicação!

http://adnews.com.br/adinsights/ana-paula-passarelli/o-que-voce-precisa-saber-para-se-adaptar-novas-regras-do-youtube.html

GoPro expande atuação com foco em criação de conteúdo

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A GoPro acabou de lançar seu mais recente modelo, a Hero 6, que facilita a vida ao deixar o compartilhamento de experiências mais ágil. Segundo a empresa, a novidade expande os horizontes de atuação da marca e aproxima seus produtos e soluções do mercado de comunicação, já que foi pensada para facilitar a criação de conteúdo.

Dentro da estratégia de lançamento, a empresa convidou jornalistas e influenciadores para uma experiência diferenciada: passar quase um dia inteiro em Jaguariúna (SP), no parque aquático Naga Cable Park, testando o novo produto. Pelas águas dos lagos flutuavam aquelas boias de diversos tamanhos e dificuldades, tipo “Olimpíadas do Faustão”. Para os mais corajosos teve também Wake board. Tudo foi documentado pelo modelo que cada um dos comunicadores recebeu.

De diferente do modelo anterior a Hero6 oferece maior qualidade de imagem, mais alcance dinâmico e na performance com pouca luz, estabilização de vídeo, capacidade de zoom digital e outros itens lembrados por Nicholas Woodman, fundador e CEO da GoPro. “É três vezes mais rápida no QuikStories (ferramenta que transforma seus registros automaticamente em vídeos cinematográficos prontos para serem compartilhados, de forma ágil e simples), o que a torna uma extensão de storytelling poderosa de seu smartphone”, afirma.

Woodman finaliza: “Nunca foi tão fácil viver e depois compartilhar usando uma GoPro”.

Confira alguns dos materiais que foram criados por quem esteve por lá:

https://www.instagram.com/p/BccSJTNBaSN/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A0%2C%22os%22%3A14267.886120934632%7Dhttps://www.instagram.com/p/BcYJwiPnt1Y/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A1%2C%22os%22%3A14290.690986804267%7Dhttps://www.instagram.com/p/BcZ9IDnHXc1/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A2%2C%22os%22%3A14301.326046976319%7Dhttps://www.instagram.com/p/BcXw9xmDriq/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A3%2C%22os%22%3A15951.830780095202%7Dhttps://www.instagram.com/p/BcX9jHvgxZm/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A4%2C%22os%22%3A15984.191094765405%7D