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Saiba por que apenas um tweet fez o Snapchat perder R$ 4 bilhões

snap

Em tempos onde se discute a volatilidade das bolsas de valores ou mesmo dos sistemas de bitcoin, um único tweet nesta semana foi capaz de fazer a empresa que controla o Snapchat perder nada mais e nada menos que US$ 1,3 bilhão (ou cerca de R$ 4 bilhões) em valor de mercado na quinta-feira (22).

Em seu perfil no Twitter, que conta com 24,5 milhões de seguidores, a personalidade de televisão e empreendedora Kylie Jenner escreveu a seguinte mensagem: “Então mais alguém parou de abrir o Snapchat? Ou sou apenas eu… isto é tão triste”.

Algum tempo depois ela ainda tentou amenizar o impacto do que havia dito com a mensagem: “Ainda amo o snap… Meu primeiro amor”. Não foi o suficiente para frear a queda das ações da Snap, que caíram 6%.

Está muito claro que o Snapchat tem perdido espaço para o Instagram nos últimos tempos, sobretudo com o sucesso avassalador da ferramenta Stories. Entretanto, tal caso serve para refletir o quão grande é o desafio das marcas no sentido de aprender a lidar com possíveis mensagens de pessoas influentes, fora e dentro das redes sociais.

http://adnews.com.br/social-media/saiba-por-que-apenas-um-tweet-fez-o-snapchat-perder-r-4-bilhoes.html

Google é a marca mais influente entre os brasileiros, aponta pesquisa do Ipsos

 

06 de Abril de 2017  

google

De acordo com o levantamento Ipsos “The Most Influential Brands”, novamente as grandes empresas de tecnologia são as marcas mais influentes entre os brasileiros. O estudo, que está em sua quinta edição no Brasil, mostra um resultado parecido com o da edição anterior, tendo o Google como líder do ranking. Na sequência está o YouTube, seguido por Facebook, Microsoft e Samsung, respectivamente.

Outras companhias que aparecem na lista entre as 10 mais influentes são Nestlé, Netflix, Colgate, e as brasileiras Havaianas e Caixa.

“A influência é realmente importante. É difícil de se conquistar, fácil de se perder”, afirma Steve Levy, Chief Operating Officer da Ipsos Canadá e idealizador do estudo.

A pesquisa, realizada em 19 países, avalia as marcas e seu poder de influência no cotidiano e no comportamento dos consumidores. No Brasil, o levantamento foi feito via painéis online com 2.016 pessoas.

O estudo analisa como o público classifica cada marca dentro de 57 atributos, que medem, por exemplo, se a empresa faz parte do cotidiano dos entrevistados, se entende realmente as necessidades dos consumidores, inspira confiança, etc. Além de listar as marcas por sua influência, a pesquisa ajuda a entender como outras cinco grandes dimensões – Liderança/ Inovação, Confiança, Presença, Responsabilidade Social e Engajamento –  estão correlacionadas com esta influência.

Em 2016, no Brasil, os drivers que tiveram o maior peso na influência foram Liderança / Inovação (37%), Responsabilidade Social (23%) e Confiança (21%). Mesmo com um peso menor, Presença (11%) e Engajamento (8%) também contribuíram na construção de influência.

“A pesquisa aponta que as gigantes da tecnologia lideram o ranking por se destacarem principalmente no driver de Liderança e Inovação, já que para Google e YouTube, que são os primeiros colocados, o peso da dimensão Liderança e Inovação representou 44% da influência. Isto demonstra que, na atual conjuntura, os participantes elegeram marcas de referência que estabelecem um vínculo de confiança e que transformam a vida dos brasileiros através da tecnologia e de novos formatos de entretenimento. É interessante ver o quanto a dimensão Responsabilidade Social é valorizada no cenário de crise moral e política pela qual passa o Brasil”, afirma Leda Kayano, Managing Director da Ipsos Marketing.

http://adnews.com.br/tecnologia/google-e-marca-mais-influente-entre-os-brasileiros-aponta-pesquisa-ipsos.html

Investimento publicitário fica estável

Os dados da pesquisa de monitoramento dos investimentos publicitários recebidos pelos principais meios de comunicação do Brasil mostram que o mercado permaneceu estável no primeiro semestre do ano. Segundo o Ibope Media, mesmo sem o apelo comercial de uma Copa do mundo, os anunciantes mantiveram o ritmo.

Nos primeiros seis meses de 2015, foram investidos R$ 60,1 bilhões em mídia, valor 0,8% superior em relação ao mesmo período do ano anterior. “Historicamente, os investimentos em mídia no primeiro semestre são mais moderados em comparação com a última metade do ano, porém esperamos um segundo semestre mais aquecido para o mercado publicitário”, diz Rita Romero, diretora executiva do Ibope Media.

Apesar da estabilidade, houve uma inversão entre os anunciantes que ocupam as primeiras posições no ranking. Pela primeira vez, uma empresa do segmento de varejo ou de bens de consumo não aparece na liderança. Durante o 1º semestre de 2015, o laboratório Genomma (segmento de Higiene Pessoal, Beleza e Farmacêutica) foi o maior anunciante do país, acumulando R$ 2,13 bilhões de investimentos em mídia, um crescimento de 34% em relação ao ano anterior. Em 2014, neste mesmo período, o anunciante ocupou a terceira posição.

A Via Varejo (Casas Bahia e Ponto Frio), segundo maior anunciante nos primeiros seis meses do mês, acumulou R$ 2,11 bilhões, um acréscimo de 4% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A Unilever, que ocupava a primeira posição em 2014, totalizou R$ 1,93 bilhões de investimento em mídia, uma queda de 21% em relação ao 1º semestre de 2014.

Ranking de maiores anunciantes

Publicado Segunda-Feira, 27 de Julho de 2015 16:27

http://propmark.com.br/mercado/54690:investimento-publicitario-permanece-estável

10 marcas mais influentes do Brasil

A Ipsos realizou um estudo para entender o poder das empresas no mercado e a relevância delas na vida dos consumidores. A partir dele, pôde elaborar um ranking das 10 marcas mais influentes no Brasil em 2014. A Samsung liderou a lista, seguida de Nestlé, Google, Havaianas e Microsoft. Cinco das marcas do ranking top 10 foram patrocinadoras da Seleção ou da Copa do Mundo 2014 – Samsung, Nestlé, Sadia, Johnson & Johnson e Gillette.

Entre os atributos que definem como as marcas podem influenciar a vida das pessoas estão relevância (31%), confiança (23%), liderança (16%), presença (14%), buzz online (10%) e cidadania corporativa (6%). A pesquisa da Ipsos contou com uma amostra online de 1.000 entrevistas com respondentes de todas as regiões do país, das classes A, B e C, entre 18 e 55 anos.
As 10 marcas mais influentes do Brasil em 2014, segundo a Ipsos são:

1° – Samsung
2° – Nestlé
3° – Google
4° – Havaianas
5° – Microsoft
6° – O Boticário
7° – Natura
8° – Sadia
9° – Johnson & Johnson
10° – Gillette

Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 09/04/2015

http://www.mundodomarketing.com.br

Reviver o Nescafé vira prioridade da Nestlé

A Nestlé quer revigorar o interesse em uma de suas marcas mais antigas, o café instantâneo Nescafé.

O crescimento nas vendas da respeitada marca desacelerou, à medida que mais consumidores compram máquinas de café em cápsula — incluindo a linha Nespresso, da própria Nestlé — que faz café expresso com conveniência semelhante ao preparo do café solúvel. Em muitas regiões, uma nova geração de bebedores de café que se acostumou com a bebida preparada por redes de cafeterias, como a Starbucks Corp., SBUX -0.08% considera o café instantâneo sem gosto.

Animar as vendas do Nescafé é uma prioridade para a Nestlé, que não cumpriu uma meta importante de receita no último ano fiscal. A marca é a maior da Nestlé e serve de âncora para a categoria de bebidas líquidas e em pó da gigante suíça, que produziu uma receita de US$ 22,8 bilhões em 2013. Analistas estimam que o Nescafé é responsável por cerca de US$ 13,5 bilhões, ou 59%, do faturamento da categoria e cerca de 20% do lucro operacional da empresa, de US$ 15,61 bilhões.

“Ele é uma pedra angular para a companhia”, diz Patrice Bula, responsável pelo marketing da Nestlé. “É um dos produtos fundadores de nossa empresa e um símbolo para a Nestlé.”

A Nestlé, que é sediada na cidade suíça de Vevey, criou o mercado de café instantâneo em 1938, quando lançou seu primeiro produto da linha Nescafé. Depois da Segunda Guerra Mundial, o consumo de Nescafé se espalhou para a França, Inglaterra e outras partes da Europa. Soldados dos Estados Unidos que serviram no exterior introduziram o produto aos americanos quando voltaram para casa. Atualmente, o Nescafé é vendido em 180 países.

A ascensão de uma cultura de café na Europa e nos EUA, no entanto, criou uma geração de consumidores mais exigentes em relação ao seu sabor e preparação. Muitos veem o café instantâneo — comum nas prateleiras da cozinha nas décadas de 60 e 70 — como coisa do passado.

Nos mercados em desenvolvimento, particularmente na Ásia, o café instantâneo ainda é visto como um produto de luxo e as vendas crescem mais rápido que na Europa e nos EUA.

“A percepção do café instantâneo ao redor do mundo é bem diferente”, diz Dana LaMendola, analista da firma de pesquisa de mercado Euromonitor International. “Na Europa Ocidental e nos EUA, ele é visto mais como uma commodity de baixa qualidade e substituto de outros tipos de café.”

A mudança no gosto dos consumidores tem afetado o Nescafé. A marca também sido desafiada por café solúvel de marcas rivais, como os vendidos pela gigante de alimentos Mondelez International MDLZ +1.79% Inc.. Outras empresas, como a Starbucks e a Food Empire Holdings Ltd., F03.SG 0.00% de Cingapura, também surgiram do nada para conquistar parte desse mercado.

A própria Nestlé compete com o Nescafé, vendendo suas máquinas Nespresso e cápsulas de café para o consumidor final através de uma rede de lojas próprias. O produto, que tem o galã de Hollywood George Clooney como garoto-propaganda fora dos EUA, é especialmente popular na Europa, onde os apreciadores de café preferem o expresso ao café coado preferido pelos americanos.

A marca Nespresso é responsável por uma receita de cerca de US$ 5 bilhões, estimam analistas, e tem crescido rapidamente nos últimos dez anos. Cápsulas como as do Nespresso estão começando a reduzir a popularidade do café instantâneo, dizem analistas.

A competição deve ficar mais acirrada. No mês passado, a Mondelez, a segunda maior produtora de café instantâneo do mundo, informou que está unindo sua operação de café com a DE Master Blenders 1753 BV, a terceira colocada.

No ano passado, a participação do Nescafé no mercado mundial de café instantâneo caiu para 44,3% ante um pico de 47% em 2004, de acordo com o Euromonitor.

A marca Nescafé também tem sido atingida. Desde 2009, ela já caiu 12 posições para o 37º lugar entre as marcas mais importantes do mundo, segundo a consultoria de mercado Interbrand. A marca Nescafé vale bem menos que a Coca-ColaKO +0.17% ou Pepsi, segundo a Interbrand, mas está acima da Starbucks. A Nestlé espera que essa queda possa ser contida.

A empresa planeja lançar uma campanha de marketing para revitalizar a marca de 76 anos de idade para atrair consumidores jovens, na adolescência, que estão começando a beber café. A sede suíça da Nestlé vai liderar a campanha para criar uma identidade global única para a marca, quebrando uma prática tradicional que permitia que as unidades locais cuidassem de sua própria publicidade.

A campanha, cujo slogan pode ser traduzido como “Tudo começa com um Nescafé”, contará com modelos jovens que aparecem bebendo Nescafé enquanto aprendem a tocar violão ou antes de sair para fazer exercícios.

Em uma aposta para atrair gente jovem, a campanha tem muitos componentes digitais em plataformas como o Facebook, FB -0.46% onde a empresa irá exibir um logotipo reformulado para o Nescafé utilizando um acento vermelho vivo na letra final para simbolizar inspiração e criatividade.

A Nestlé também espera atrair jovens clientes com produtos como o Shakissimo, um café com leite gelado pronto para beber que será lançado na Europa antes de outros mercados. E aproveitando a experiência do Nespresso, a empresa também lançará uma máquina para preparar Nescafé, chamada Nescafé Red Cup, na Ásia, como parte de um esforço para reforçar a presença da marca em um de seus melhores mercados.

“É uma marca que introduziu o café em muitos mercados”, diz Bula. “O Nescafé se tornou ‘o primeiro café’ de muitas pessoas e nós temos que fazer dele o ‘primeiro café’ das próximas gerações.”

 

(Fonte: The Wall Street Journal) – Mercado & Consumo – 26 Jun 2014

http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/mercado-consumo/reviver-o-nescafe-vira-prioridade-da-nestle

Apple passa Coca e é marca mais valiosa do mundo

Confira as 100 marcas de maior valor em 2013, segundo ranking Best Global Brands, da consultoria Interbrand

São Paulo – A Apple conquistou pela primeira vez o topo do ranking anual Best Global Brands, da consultoria Interbrand.

A Coca-Cola, marca que se manteve em primeiro lugar por 13 anos consecutivos, ocupa a terceira posição na edição de 2013. O Google ocupa o segundo lugar.

Com 72 milhões de Macs em uso e recorde de vendas de iPhones e iPads, a conquista da Apple não surpreende. “De vez em quando, uma marca muda a nossa vida, não apenas com os seus produtos, mas com a sua essência”, afirmou em nota Jez Frampton, CEO Global da Interbrand.

Para avaliar as concorrentes, três aspectos são considerados: desempenho financeiro, influência na escolha do consumidor e poder de comandar preços premium ou gerar lealdade.

Este ano, o valor total de das cem marcas globais mais valiosas é de 1,5 trilhão de dólares. Nenhuma marca brasileira foi classificada entre a primeira centena. Confira o ranking completo:

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/apple-ultrapassa-coca-cola-como-marca-mais-valiosa-do-mundo?page=3

, de

Posição em 2013 Posição em 2012 Marca Setor 2013 Valor de Marca (US$ bilhões) Variação do Valor de Marca em %
1 2 Apple Tecnologia 98.316 28%
2 4 Google Tecnologia 93.291 34%
3 1 Coca-Cola Bebidas 79.213 2%
4 3 IBM Serviços de Negócios 78.808 4%
5 5 Microsoft Tecnologia 59.546 3%
6 6 GE Diversificado 46.947 7%
7 7 McDonald’s Restaurantes 41.992 5%
8 9 Samsung Tecnologia 39.610 20%
9 8 Intel Tecnologia 37.257 -5%
10 10 Toyota Automotivo 35.346 17%
11 11 Mercedes-Benz Automotivo 31.904 6%
12 12 BMW Automotivo 31.839 10%
13 14 Cisco Tecnologia 29.053 7%
14 13 Disney Mídia 28.147 3%
15 15 HP Tecnologia 25.843 -1%
16 16 Gillette Bens de Consumo 25.105 1%
17 17 Louis Vuitton Luxo 24.893 6%
18 18 Oracle Tecnologia 24.088 9%
19 20 Amazon Varejo 23.620 27%
20 21 Honda Automotivo 18.490 7%

Coca-Cola, Apple e IBM são as marcas mais valiosas do mundo

Dados são do 13º Relatório Anual de Melhores Marcas Globais da Interbrand e aponta tendência de aumento no número de marcas que expandiram o espaço de cuidado com a saúde

Por Leticia Muniz, do Mundo do Marketing | 02/10/2012

A Coca-Cola, a Apple e a IBM são as marcas globais mais valiosas. Os dados são do 13º relatório anual de Melhores Marcas Globais da Interband, que mensura o valor intangível das marcas. O Facebook aparece no estudo junto com o Google, que apresentou um aumento de 26% no valor da sua marca no ano passado, ultrapassando a rival Microsorft.
Entre as marcas que figuram no ranking pela primeira vez nesse ano estão a Pampers (34º lugar), Facebook (69º), Prada (84º), Kia (87º), Ralph Lauren (91º) e MasterCard (94º). As que apresentaram o maior índice de crescimento foram Apple (+129), Amazon (+46%), Samsung (+40%), Nissan (+30%) e Oracle (+28%).
Aparecem no relatório diversas marcas automotivas como a Audi, Ford, BMW e Hyundai. Entre as de luxo surgem como marcas de maior valor a Louis Vuitton, Gucci, Hermès, Cartier, Tiffany & Co., Burberry  e Prada. Já com relação aos bens de consumo, entre as mais valorizadas estão Kellogg’s, L’Oréal, Heinz, Colgate, Danone, Nestlé, e Johnson & Johnson. Uma tendência de crescimento observada este ano foi o aumento no número de marcas que se expandiram para o espaço de cuidado com a saúde.
As marcas que perderam valor foram Microsoft (-2%), Disney (-2%), HP (-8%), Nokia (-16%), Honda (-11%), Budweiser (-3%), JP Morgan (-8%), HSBC (-4%), Nescafé (-8%), Sony (-8%), Thomson Routers (-11%), Goldman Sachs (-16%), Dell (-9%), Citi (-12%), Siemens (-5%), Nintendo (-8%), MTV (-12%), Avon (-4%), Santander (-6%), Kleenex (-7%), BlackBerry (-39%), Credit Suisse (-5%), Yahoo (-13%), Moët & Chandon (-13%) e Gap (-8%).

http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/25528/coca-cola-apple-e-ibm-sao-as-marcas-mais-valiosas-do-mundo.html