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Google AdWords ou Facebook Ads: em qual opção devo investir?  

14 de Junho de 2017  

Marketing

Não há dúvidas de que investir em mídia online é uma excelente estratégia para acelerar os resultados de marketing digital. Hoje, a internet é o meio mais eficiente para pesquisar tendências e divulgar novidades em tempo real, fazendo do marketing online a primeira opção para quem deseja obter resultados rapidamente.

Por este motivo, muitos empreendedores buscam cada vez mais os anúncios digitais para potencializar os seus ganhos em um curto espaço de tempo. Atualmente, existem muitas opções disponíveis no mercado e a dúvida mais frequente é: qual escolher, Google AdWords ou Facebook Ads?

As duas plataformas apresentam vários recursos para conquistar resultados positivos nas campanhas. No entanto, essas opções de publicidade possuem características bem distintas entre si. É preciso que a empresa avalie cada uma das alternativas para descobrir em qual delas investir.

O AdWords é uma solução de publicidade disponibilizada pelo Google em que é possível anunciar nos links patrocinados, ou seja, fazer com que o site tenha destaque na primeira página do Google e acima dos resultados orgânicos.

A cobrança da exibição dos anúncios só acontece quando um consumidor clica na publicidade. É o chamado CPC (custo por clique). Para definir se o anúncio será exibido e em qual posição, o Google realiza uma espécie de leilão. Entretanto, nem sempre a empresa que possui o maior lance ganha. Além do valor disponível para investir, a qualidade do anúncio é um dos fatores mais relevantes para a plataforma. Por isso, é fundamental investir em anúncios relevantes que contenham a palavra-chave buscada pelo público. A relevância do texto do anúncio deve ser coerente com a pesquisa do público.

Um dos principais benefícios de investir no AdWords é que a maioria das pessoas que busca por um produto ou serviço no Google já possui a intenção de analisar as opções disponíveis para tomar a decisão de compra. Dessa forma, a empresa amplia consideravelmente as suas possibilidades de gerar negócios, pois atingirá leads que estão no momento certo de compra.

Além disso, a plataforma traz a garantia de impactar pessoas que de fato têm interesse pelos produtos e serviços oferecidos, pois o anúncio será exibido somente quando uma pessoa buscar por uma palavra-chave correspondente, o que traz grande efetividade para a campanha.

A verba não é um fator determinante para o sucesso no AdWords, assim, pequenas empresas podem competir de igual para igual com grandes marcas nesta plataforma.

Uma das desvantagens do AdWors, é o alto nível de concorrência. Diariamente, milhões de pessoas utilizam o Google como fonte de pesquisa sobre informações diversas. Por esta razão, cada vez mais empresas desejam estar nas primeiras páginas do mecanismo para alcançar o seu público. Consequentemente, a concorrência aumenta de forma extraordinária e para se destacar é necessário ter uma estratégia poderosa. Além disso, a ferramenta não permite a segmentação para todas as fases do funil.  Para alcançar diretamente os usuários que ainda não conhecem a marca, ou estão em busca de mais informações sobre o seu negócio, é preciso ser multicanal — e isso implica não centralizar todo o investimento apenas no Google AdWords.

Ao planejar suas ações de marketing digital, portanto, não deixe de considerar outras soluções de adwords — como a rede de display e o YouTube Ads, por exemplo —, que permitem atuar de forma estratégica nos vários pontos de contato que o consumidor está, alcançando usuários em diferentes fases.

E o Facebook Ads? O volume de conteúdo é cada vez mais intenso dentro do Facebook e, para melhorar a experiência do usuário, a rede criou um algoritmo. Esse robô chamado edgerank é capaz de filtrar as publicações que devem ser exibidas em nosso feed de notícias com base nas nossas interações com amigos e marcas.

Desta forma, o alcance orgânico das empresas sofreu uma grande queda. Ou seja, não é mais possível alcançar pessoas com as publicações de forma gratuita. É preciso investir na plataforma de publicidade: o Facebook Ads.

Uma das vantagens de se anunciar no Facebook Ads é a segmentação criteriosa. Lá existem muitos recursos avançados que podem ser utilizados para aumentar o ROI (retorno de investimento) das campanhas. Há a possibilidade de subir com uma lista de e-mails, por exemplo, para que o Facebook encontre essas pessoas e exiba o anúncio apenas para elas. Além disso, também é possível criar anúncios para as pessoas que visitaram o site recentemente ou até mesmo para os consumidores que fazem aniversário nos próximos dias. São muitas oportunidades de filtrar o público e ter mais assertividade nas ações.

Diferentemente do que acontece com o marketing tradicional, no ambiente online o custo das ações pode ser bem mais acessível. No caso do Facebook, é possível criar anúncios investindo somente R$ 5,00 por dia. Também é possível alcançar os consumidores que ainda não estão na fase da decisão de compra. Outra vantagem em investir nesta plataforma é a oportunidade que a empresa tem de gerar leads dentro do Facebook. Com o formato “geração de cadastro” é possível disponibilizar um material rico (e-book, infográfico etc.) para as pessoas baixarem e enviarem os seus contatos com apenas alguns cliques, sem a necessidade de sair da rede e ir para uma página de captura preencher um formulário enorme.

Um dos principais erros de quem investe muito no Facebook Ads é focar apenas na rede social e abandonar os canais da marca. O site é um exemplo de um ativo importante que precisa ser cuidado e monitorado com frequência. Mais importante do que ter audiência no Facebook é direcioná-la para a “casa própria”. Portanto, o recomendável é escolher formatos de anúncios que gerem tráfego para o site e não somente curtidas para a página.

Também é necessário levar em questão que a intensidade da concorrência entre as marcas dentro da rede é cada vez maior. Além disso, no Facebook Ads não é possível exibir os anúncios de acordo com as palavras-chave digitadas pelo usuário, o que impede de identificar o interesse do público.

Assim, para captar a atenção do público é preciso ter ainda mais relevância e uma segmentação minuciosa.

O fato é que ambas as possibilidades, Google AdWords e Facebook Ads, são muito eficientes, mas atuam em estágios diferentes da jornada de compra. Por fim, o recomendado é unir as duas estratégias para garantir que o público seja alcançado em qualquer fase que ele estiver antes da compra.

Ao planejar suas ações de marketing digital, portanto, não deixe de considerar outras soluções de adwords — como a rede de display e o YouTube Ads, por exemplo —, que permitem atuar de forma estratégica nos vários pontos de contato que o consumidor está, alcançando usuários em diferentes fases.

*Thiago Santos é VP de operações global & produtos da ReachLocal no Brasil.

http://adnews.com.br/adarticles/google-adwords-ou-facebook-ads-em-qual-opcao-devo-investir.html

Millward Brown anuncia previsões para mercado de digital e mídia em 2016

A Millward Brown realizou um estudo e divulgou suas previsões para as áreas de mídia e digital em 2016. A importância do contexto, o marketing de conteúdo e as novas plataformas de vídeo para mobile e a TV conectada são algumas das tendências abordadas no estudo.

Confira abaixo o que a empresa considera como sendo sete tendências para este ano:

1 – Muito além do online e do mobile, nasce o marketing de contexto:  em 2016 os profissionais de marketing planejarão a mídia online e mobile de forma mais sofisticada, buscando incrementar as sinergias do mídia mix. Eles reconhecem os diferentes contextos nos quais os seus conteúdos são consumidos e esse ano irão diferenciar o consumo de mídia pela forma que os usuários interagem com o conteúdo e não por plataforma.

2 – Marcas inteligentes repensarão como criar anúncios eficazes para o mobile: o segmento continuará sendo atraente para marcas e consumidores, à medida que a conexão de internet se torna mais rápida e as telas dos smartphones ficam maiores e melhores. Se as marcas quiserem causar um impacto significativo em 2016, será essencial que considerem o mobile logo no início do planejamento e do processo criativo, principalmente em formato de vídeo. O desafio estará em superar a baixa receptividade dos consumidores e entender como chegar ao público de uma maneira que seja relevante para a marca e com maior aceitação do target.

3 – O Header Bidding impulsionará mudanças na compra programática: a eficiência da ferramenta vai gerar uma onda gigante de mudança por todo o cenário do marketing digital. Em 2015, as principais empresas de publicidade digital adotaram o CPM visualizável (vCPM), o que significa que os anunciantes pagariam apenas por impressões visualizáveis, ao invés de pagar por todas as impressões distribuídas. O header bidding ou o pre-bid é a mais recente tendência em compra programática. E os CPMs visualizáveis precisam encontrar seu lugar nesse contexto.  À medida que a adoção de impressões visualizáveis migrar para publishers e plataformas menores, a indústria será pressionada a entrar em um acordo sobre ter uma definição mais específica de viewability.

4 – A TV Conectada não eliminará a publicidade em TV tradicional em 2016: apesar da profunda mudança nos hábitos de consumo de conteúdo audiovisual, não acreditamos na fuga dos investimentos em propaganda ainda esse ano. A publicidade segmentada na TV otimizará o investimento ao entregar o anúncio apenas para os domicílios mais relevantes. E também oferecerá às pequenas marcas locais a oportunidade de usar a TV para anunciarem. No entanto, o ano de 2016 será um ponto decisivo em visualizações de conteúdo em vídeo que representarão implicações reais para o futuro da publicidade na TV.

5 – Marcas desperdiçam bilhões quando não adaptam as criatividades de seus vídeos para diferentes formatos: muitos profissionais de marketing ainda não sabem lidar com a nova matriz de formatos de publicidade em vídeo (TV tradicional, TV conectada, mobile e desktop), causando desperdício de boa parte do orçamento de mídia. A publicidade online será o formato com crescimento mais rápido em 2016, porém, hoje em dia muitos vídeos online ainda são comerciais de TV readaptados que não necessariamente foram testados para o online. Dentro do espaço online, a necessidade de ser interessante, evitar resistência e gerar impacto da marca nos primeiros 2, 5 ou 10 segundos também apresenta três desafios criativos estruturais muito diferentes.

6 – O marketing de conteúdo na pauta do alto escalão: cada vez mais, as marcas têm se tornado criadoras de conteúdo e por isso a plataforma será destaque na agenda corporativa em 2016. É importante lembrar que para ter sucesso com o marketing de conteúdo é preciso oferecer algo de relevante. Marcas que contarem histórias cativantes atrairão audiência, desde que o conteúdo seja apropriado para elas. Para conseguir ser autêntico e convincente em uma plataforma de um publisher, por exemplo, a marca anunciante precisará encaixar-se no mesmo contexto do veículo.

7 – O marketing focado na jornada de compra do consumidor unificará as vendas e o planejamento de mídia: em um mercado cada vez mais dinâmico e digital, os profissionais de ambas as áreas trabalharão juntos para alcançar objetivos de vendas e de construção de marca. Diferentes tecnologias e plataformas digitais transformaram tanto o comportamento do consumidor quanto a forma de fazer negócios, de forma que já não podemos tratar um separadamente do outro. Em 2016, os profissionais de marketing terão que alinhar os pontos de contato entre mídia e vendas.

O conteúdo completo das Previsões 2016 para Mídia e Digital da Millward Brown pode ser baixado no site da empresa (clique aqui).

Redação Adnews – 28 de janeiro de 2016 · Atualizado às 13h30

http://www.adnews.com.br/midia/millward-brown-anuncia-previsoes-para-mercado-de-digital-e-midia-em-2016

7 estratégias de Marketing que se consolidaram em 2014

Na Era da internet, tudo muda muito rapidamente: o comportamento e as prioridades dos consumidores e, consequentemente, os desafios que surgem diante das empresas. Algumas estratégias tornaram-se peças chave para marcas inovarem na forma como lidam com seus clientes ao longo de 2014.  As ferramentas não são novas, mas se consolidaram, alcançando um número maior de companhias neste ano.

Os food trucks e drones rapidamente se espalharam por diversas cidades, dando mobilidade ao serviço de restaurantes e à entrega de produtos. Já a Copa do Mundo favoreceu os investimentos em Marketing esportivo. Durante o evento, as ações de Real Time Marketing, que comentavam os acontecimentos e os resultados dos jogos nas redes sociais, também ganharam força. Conheça mais dessas e de outras estratégias que ganharam corpo ao longo do ano, descritas em ordem aleatória.

Design Thinking
Nenhuma marca mais tem dúvida do poder que está nas mãos de consumidores, que não hesitam em ir ao Reclame Aqui e às redes sociais contar experiências ruins com produtos e serviços. Eles também já não estão mais satisfeitos em aceitar as ofertas de modo passivo, querem ter voz e poder de influência naquilo que compram. Muitas companhias perceberam na metodologia do Design Thinking um modo de tirar suas próprias verdades e demandas do centro para colocar o cliente nessa posição privilegiada.

Esse novo modelo mental de solução de problemas busca desconstruir todas as respostas que o mercado já dá aos desafios diários, vai a campo vivenciar o que realmente falta à experiência das pessoas e escolhe alternativas, que são prototipadas e testadas a todo o momento, para minimizar riscos. Todas as fases favorecem que o pensamento criativo aflore entre aqueles que foram escolhidos para desenvolverem o projeto, equipes essas que costumam e devem ser multidisciplinares. Positivo, Natura e Coca-Cola são algumas das empresas que já adotaram a metodologia em seus projetos.

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Marketing esportivo
O país do futebol sempre deixou muito a desejar quando o assunto é Marketing esportivo. Os investimentos ainda ficavam restritos à visibilidade da marca na camisa dos atletas e nas arenas esportivas. Mesmo com o pessimismo gerado pelo movimento do “não vai ter copa” surgido durante as manifestações de 2013, a realização do mundial no Brasil serviu de aprendizado para as empresas, tanto com ações que deram certo, quanto com outras que não se saíram tão bem assim.

No ranking das marcas mais associadas ao campeonato, organizado pela Hello Research, a Coca-Cola ocupou a liderança, seguida pela Nike, que não é patrocinadora do evento, mas da Seleção Brasileira. A marca de refrigerantes montou um ambiente com experiência sensorial a poucos metros de um dos portões do Maracanã, estádio do Rio de Janeiro, com imagens, essências e sons que remetiam ao torneio de futebol. A criação do espaço é da Plusmedia.

A Nike também investiu em um ambiente voltado para os amantes do futebol, a Casa Fenomenal. Os visitantes tinham a oportunidade de vivenciar experiências como calçar as recém-lançadas chuteiras de cano médio Magista e Mercurial Superfly, sendo desafiados por um painel digital a completar exercícios. Para demonstrar seu apoio à equipe, os visitantes tinham à disposição um estúdio fotográfico e a camisa canarinho, para que cada um pudesse tirar sua foto. O registro era enviado ao time de Felipão como forma de motivação.

Um ponto fraco das marcas em geral foi a lenta resposta, nas redes sociais, à derrota da Seleção para a Alemanha, por sete a um. Os aprendizados devem ser aplicados em 2016, quando as companhias voltarão a aproveitar o momento esportivo durante as Olimpíadas. Segundo especialistas, as patrocinadoras já deveriam ter iniciado as ações ainda este ano, logo após o fim da Copa, mas pouco ainda é visto no mercado.

Real Time Marketing
A Copa do Mundo favoreceu também os investimentos em Real Time Marketing. A Coca-Cola e o Itaú foram dois dos patrocinadores que montaram estruturas voltadas para as respostas rápidas e conversas nas redes sociais. Essas equipes precisaram lançar mão do improviso e da criatividade para aproveitar o timing dos comentários e o hábito multitela dos espectadores dos jogos.

A bola fora do jogador uruguaio Luís Suarez, que mordeu o zagueiro italiano Giorgio Chiellini durante o mundial, foi um prato cheio para marcas ao redor do mundo explorarem ações em tempo real, mesmo as que não tinham qualquer relação com o evento. A Negresco enviou uma caixa com várias unidades do biscoito para o jogador. O propósito era dar ao atleta outra opção mais gostosa para que ele pudesse morder nos quatro meses em que ficaria suspenso. Um vídeo elaborado pela Publicis Brasil mostrou o preparo de envio. Assista:

Drones
As pequenas aeronaves não tripuladas também se tornaram ferramentas de Marketing, sob controle de empresas, durante o ano de 2014. O termo drone, usualmente mencionado em discursos militares, foi parar no vocabulário corporativo. A Skol aproveitou a tecnologia para mostrar ao público imagens do carnaval registradas de um novo ângulo. A empresa utilizou o aviãozinho para captar momentos dos seis dias de folia em diversas cidades brasileiras.

Já a Tecnisa incluiu o uso de drones em suas obras para registrar o andamento das construções e oferecer aos clientes a possibilidade de acompanhar os trabalhos por meio de fotos e vídeos aéreos. A franquia de padaria drive-thru Pão To Go começou a testá-los no seu serviço de entrega. O pão francês e outros produtos chegaram à casa dos clientes por meio de aviões não tripulados comandados por controle remoto.

A camisaria Colombo, por sua vez, levou manequins para as alturas para divulgar as promoções da Black Friday. A marca promoveu um verdadeiro desfile de moda aéreo na Vila Olímpia, em São Paulo. Tanta adesão acabou chamando a atenção da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que é responsável por controlar o espaço aéreo. Ainda são poucos os drones que têm licença para voar e falta regulamentação para o uso das aeronaves. Assista ao resultado da ação da Colombo.

Food Truck
Já os food trucks receberam liberação para rodarem em São Paulo este ano e já tomaram a cidade com pratos gourmet. A nova legislação abriu caminho para as marcas apostarem nos restaurantes sobre rodas. Eles se assemelham à tradicional comida de rua apenas em sua localização. O cardápio reúne ingredientes premium e refeições reconhecidas da gastronomia de diversos países, indo do tradicional ceviche peruano, aos hambúrgueres gourmet, paellas e sanduíches espanhóis com ramón (presunto).

No Rio de Janeiro, ainda sem regulamentação específica, permanecem restritos a eventos especializados, localizados em áreas privadas, como o Planetário e estacionamentos de supermercados. Para impactar o público e atrair para a experimentação ainda no primeiro contato, os empreendedores adotam identidades visuais chamativas, inusitadas e alinhadas com os produtos vendidos. A ideia é que o carro, principal ativo da empresa, já sirva de divulgação por si só.

Inbound
Os investimentos em inbound Marketing também se consolidaram ao longo de 2014. A estratégia utiliza conteúdos explicativos e várias vezes didáticos para qualificar futuros clientes e identificar a melhor maneira de atingir cada público relacionado à empresa. Essa personalização da informação começa a substituir a abordagem conhecida como outbound Marketing, que foca em comunicação massiva.

Especialmente as pequenas e médias empresas, mas não só elas, enfrentam dificuldades na hora de prospectar clientes, buscando primordialmente as pessoas conhecidas – o que pode não ser suficiente para assegurar um projeto de expansão sólido. Há formas, entretanto, de atrair interessados nos produtos e serviços ofertados por meio da geração de conteúdo estratégico.

A Samba Tech, plataforma de gestão profissional de vídeos, reformulou seu processo de vendas no início deste ano e alcançou um crescimento de 80% na base de clientes e 40% na receita no primeiro semestre, se comparado ao mesmo período de 2013. A empresa trabalha agora para atrair leads qualificados e aumentar as conversões finais.

Mídia programática
Ao colocar relevância e performance em posição de destaque, a mídia programática deslanchou, ao longo de 2014, ao fazer com que peças apareçam no momento certo para o consumidor certo. O leilão de espaços publicitários virtuais já é conhecido tanto por anunciantes quanto agências e mostra-se atrativa na busca incessante por retorno sobre investimento (ROI).

A compra pautada em métricas permite às marcas alcançar os perfis mais suscetíveis às ofertas. Com a prática, surgiram novas siglas no vocabulário da área, como RTB, DSP e DMP. O primeiro, real-time bidding, ou compra em tempo real, denomina essa forma de adquirir os espaços nos leilões. Já demand-size platform (DSP) nomeia a plataforma que permite as compras por perfil e comportamento de usuário. E o data management platform (DMP) é responsável por reunir os dados de páginas e de audiências.
Essa venda programática ajudou a simplificar o operacional do digital, que sempre foi muito complexo. Numa única plataforma, passou a ser possível comprar e vender. Segundo previsão da empresa de pesquisa eMarketer, a adesão deve movimentar US$ 70 milhões até 2017.

Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 22/12/2014

http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/planejamento-estrategico/32497/7-estrategias-de-marketing-que-se-consolidaram-em-2014.html