Pet 2 Pet lança e-commerce com estratégias omnichannel para B2B

Para criação da plataforma, a empresa se juntou à desenvolvedora norte-americana de programas Adobe

A distribuidora de produtos Pet 2 Pet lançou sua plataforma online de e-commerce desenvolvido com estratégias omnichannel B2B. O objetivo com a ferramenta é, também, criar um ecossistema e apoiar o desenvolvimento de pequenos e médios empreendedores.

O projeto começou a ser idealizado em junho de 2020, e em agosto desse ano a plataforma foi lançada. De acordo com João Scarpa, CEO da Pet 2 Pet, apesar do lançamento recente, os resultados já são animadores, com aumento de ticket médio e do mix de produtos comprados pelos clientes.

“Conseguiremos estreitar o relacionamento com os lojistas e auxiliar o pequeno e médio varejista no desenvolvimento de seus próprios negócios com o lançamento de novos produtos e serviços, tecnologia de gestão e de digitalização da sua base, apoio em ações de marketing e vendas, treinamento para sua equipe, além de disponibilizar informações e tendências do mercado pet”, destaca Scarpa.

Para criação da plataforma B2B, a Pet 2 Pet se juntou à desenvolvedora norte-americana de programas Adobe. A parceria entre as duas companhias utilizou e apostou na ferramenta Adobe Commerce Cloud. A partir daí, as empresas buscaram desenvolver a experiência digital do cliente na plataforma.

“As funcionalidades nativas de criação de listas de recomendação, personalização da loja de acordo com o perfil do cliente, venda assistida para o time de vendas, administração das formas de pagamento, e as possibilidades de customização, nos permite proporcionar uma experiência omnichannel aos clientes”, complementa Scarpa.

Além disso, a plataforma também desenvolveu alguns serviços e recursos para dar suporte aos clientes na gestão de negócios. A Cred 2 Pet foi uma dessas iniciativas e funciona como uma linha de crédito adicional para a realização de compras pelos clientes. Outra é a Art 2 Pet, que disponibiliza templates e imagens de fácil edição para serem usados nas redes ou mailing dos clientes.

O desenvolvimento do projeto de transformação digital da Pet 2 Pet foi premiado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) na categoria de Varejo B2B.

“Desde o início do projeto, o time da Pet 2 Pet entendeu a importância do e-commerce e o tornou prioridade dentro da companhia, apostando na transformação digital por completo”, comenta Stella Guillaumon, gerente geral da Adobe Commerce Latam.

Redação – 22/10/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/10/22/pet-2-pet-lanca-ecommerce-b2b

Rede de supermercados Zona Sul passa a oferecer pagamento por reconhecimento facial

Tecnologia conecta o rosto de cada usuário com o seu cartão de crédito

A rede de supermercados Zona Sul, presente na capital do Rio de Janeiro, passa a oferecer em uma de suas lojas físicas a opção de identificação e pagamento por reconhecimento facial. A solução é uma parceria com a startup Payface, especializada em soluções digitais para reduzir filas e acelerar o processo de vendas do varejo.

A nova tecnologia conecta o rosto de cada usuário com o seu cartão de crédito. Usando apenas o rosto, o consumidor também poderá identificar-se no programa de fidelidade da rede e ter acesso a ofertas e benefícios. A tecnologia foi instalada em todos os checkouts do Zona Sul da avenida das Américas, na Barra da Tijuca. Localizada no condomínio Santa Mônica, a unidade é modelo na rede.

O usuário pode baixar gratuitamente o aplicativo da Payface no seu celular e cadastrar seu rosto e formas de pagamento. Na hora do pagamento, o consumidor deve ficar em frente a um dispositivo móvel instalado próximo ao caixa e fazer sua identificação com o rosto.

Experiência de compra

Fundada em 1959, a rede de supermercado Zona Sul conta hoje com 43 lojas espalhadas por diferentes bairros e regiões da cidade do Rio de Janeiro. Renata Leta, gerente de marketing da empresa, explica que a loja da Barra da Tijuca busca constante melhoria da experiência de compra dos clientes.

“Temos um espaço pensado para que os clientes não só possam fazer suas compras, como também ter diversas experiências, incluindo o ambiente digital. Imagina não precisar tirar a carteira do bolso ou nem se preocupar em levar o cartão para o supermercado. Isso proporciona mais praticidade e agilidade para o cliente na hora de finalizar a compra.”

Fundada em 2018, a Payface teve os primeiros pilotos implementados pela rede de supermercados Angeloni, de Florianópolis, pela rede Super Muffato, de Londrina, e pela Drogaria Iguatemi, em São Paulo (SP).

Eládio Isoppo, cofundador e CEO da startup, assegura que a solução de pagamento por reconhecimento facial beneficia a segurança das transações. “Com o uso de tecnologia liveness, nossa ferramenta consegue diferenciar rapidamente uma pessoa real de uma foto, vídeo ou até máscara do usuário. Por isso, nós conseguimos entregar uma solução extremamente segura sem afetar a experiência do usuário”

Redação – 24/09/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/09/24/rede-de-supermercados-zona-sul-reconhecimento-facial

Canal exclusivo da Zinzane vai unir vendas online com experiência na TV

Projeto será feito pela marca de roupas em parceria com a plataforma global gratuita Soul TV

De olho na expansão da marca, a empresa brasileira do segmento da moda Zinzane fechou parceria com a Soul TV, plataforma global gratuita de canais de TV. No acordo, ficou definido que a marca de roupas entrará com programação voltada para produtos e coleções.

Para a apresentação desses programas, foram escolhidos Ciro Bottini, Renata Pitanga e Mariana Richa. A participação de convidados para movimentar a audiência também é cogitada no projeto.

A parceria também adotará um tipo de conteúdo mais simples, com peças curtas de 30 segundos a um minuto, trazendo alguma dica de tendência ou informação de coleção. Já os quadros desenvolvidos especialmente para o canal terão duração mais longa e já estão em produção.

“A inovação faz parte do DNA da Zinzane. Somos a primeira marca de moda do Brasil a ter um programa exclusivo na televisão”, destacou Mariana Richa, diretora-executiva da Zinzane.

Expansão dos canais de venda

A Zinzane, que já possui uma operação no e-commerce, aplicativo próprio e mais de 140 lojas no Brasil, entrará de fato no marketing digital. O principal responsável por essa ideia é Carlos Targat, que foi diretor do canal Shoptime durante 21 anos, e agora comanda o projeto da marca.

A foco do projeto é conseguir oferecer aos seus clientes o recurso do T-Commerce, estratégia que une vendas online com a experiência da TV. Enquanto o telespectador assiste ao programa, ele poderá comprar facilmente os produtos que estão sendo expostos, sem que isso afete a experiência com o programa.

Outra ferramenta que será utilizada é a Social TV, que permite a interação dos usuários de smart TVs e celulares com o conteúdo. Eles poderão, por exemplo, mandar stickers personalizados para interagir com a transmissão.

“Nessa proposta usufruímos de todas as possibilidades do ambiente digital, multiplicando a presença da marca e agregando valor ao colocar, literalmente, uma loja na casa de cada usuário”, explica Ricardo Godoy, CEO e head de inovação e transformação digital da Soul TV.

O conteúdo da marca no total terá 6 horas de duração, espalhados pela grade de programação. A renovação desse conteúdo ocorrerá à medida que novos conteúdos estejam prontos e as peças em exposição esgotem.

Redação – 23/09/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/09/23/zinzane-vendas-online-tv

O franchising como resposta para o crescimento das empresas

Se tem algo que ficou claro nos últimos tempos é o quanto que as empresas precisam ser ágeis para se adaptarem e atenderem às necessidades altamente mutantes dos consumidores. Afinal, crescer num ambiente que muda tanto está intimamente relacionado à agilidade e, muitas vezes, também ao franchising. Vou te mostrar aqui cinco atributos que as empresas que continuam crescendo mesmo em cenários desafiadores têm e o quanto o franchising pode suportá-las em todos eles.

  • Buscar novas oportunidades dentro e fora do negócio:
    Cada vez mais as empresas precisam buscar novos modelos de negócio e novas oportunidades de desenvolvimento no mercado. De forma prática, perseguir novas áreas de desenvolvimento para garantir novas fontes de receita e uma visão mais abrangente do mercado e dos consumidores. Um movimento que temos visto no franchising e que tem sido uma oportunidade de diversificação de negócios são os casos de empresas de marcas complementares e sinérgicas para oferecem novas possibilidades para o mercado enquanto desenvolvem o negócio. Alguns casos são os de Arezzo e Reserva, Grupo Uni.Co e Lojas Americanas, Hering e Farm, Petz e ZeeDog, entre outros.
  • Escalar com parceiros:
    Estabelecer relações colaborativas com visão de futuro conjunta e que ampliam a atuação da companhia. No franchising, a possibilidade de ganho de escala são exponenciadas a cada novo franqueado que ingressa na rede. Ganhar mercado e fortalecer o posicionamento com presença local é uma das grandes vantagens do sistema. Para isso a empresa desenvolve alianças fora do seu ecossistema tradicional, por meio de uma nova atividade – ser franqueadora. Trata-se de um propósito distinto do inicial (de venda de produtos ou serviços) e que conta com parceiros estratégicos – franqueados – para alavancar os negócios.
  • Cliente no centro:
    Desenvolver produtos e serviços para suprir necessidades existentes e aquelas ainda incipientes do consumidor. No franchising, a contribuição dos franqueados da rede é valiosa. Com a percepção do mercado local, aceitação dos produtos e identificação de novas necessidades dos consumidores, a rede constrói uma inteligência coletiva, um ambiente de contribuição e de melhoria contínua no negócio, sempre com o olhar do cliente em foco.
  • Repensar da cultura:
    Um redesign completo da cultura pode ser o que vai levar a empresa para uma transformação bem-sucedida e a conquista da relevância no mercado. No franchising, uma rede que cuida da perpetuação da cultura e de jeito de ser da companhia para os franqueados consegue, a partir do olhar de dono em cada unidade, em cada novo mercado que está sendo explorado, fortalecer ainda mais seu posicionamento frente ao cliente.
  • Construção de engajamento:
    O relacionamento constante, a geração de novas experiências e estar realmente presente é fundamental. No franchising, a contribuição para o desenvolvimento do negócio vem de todos os lados. A capacidade do franqueador de inovar constantemente se amplia com o franchising. Além disso, as unidades podem servir de laboratório para novas iniciativas pivotando as ideias prototipadas, garantindo agilidade para os projetos de inovação e cada vez mais o engajamento com o negócio e com o crescimento da rede.

Lyana Bittencourt é CEO do Grupo Bittencourt – 10/09/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/09/10/o-franchising-como-resposta-para-o-crescimento-das-empresas

Natura &Co investe no figital para proporcionar experiência ao consumidor

Ações conjugadas trazem recorrência maior, segundo vice-presidente de Varejo da Natura &Co, Paula Andrade, em entrevisa exclusiva à Mercado&Consumo

Com 51% da receita do segundo trimestre de 2021 vinda das vendas digitais e por relações, o Grupo Natura – composto pelas marcas Natura, Avon, The Body Shop e Aesop – quer fazer cada vez mais ações conjugadas entre o físico e o digital para atender melhor e levar experiência ao consumidor. “Nosso cliente já é híbrido e isso traz uma recorrência muito maior do que olhando um canal individual”, afirma Paula Andrade, vice-presidente de Varejo da Natura &Co na América Latina, em entrevista exclusiva à Mercado&Consumo.

Paula será uma das palestrantes do Latam Retail Show, maior evento B2B de varejo e consumo no Brasil, que será realizado entre os dias 14 e 16 de forma 100% virtual e terá cobertura especial do portal.

Natura &Co investe no figital para proporcionar experiência ao consumidor

A executiva destaca as lojas flagship, que oferecem espaços de convivência e ferramentas digitais para melhor atender o consumidor. A Natura possui hoje 30 lojas nesse modelo. Como exemplo, Paula cita a loja inaugurada na rua Oscar Freire, um dos endereços mais charmosos da cidade de São Paulo.

O espaço conta com obras exclusivas dos irmãos Campana, que remetem aos ativos amazônicos, região na qual a Natura se relaciona com mais de sete mil famílias. Lá, o consumidor pode ver toda a cadeia de produção da marca por meio de um óculos virtual, fazer um caminho olfativo com a ferramenta perfum.Ar, que possibilita escolher qualquer fragrância da marca e senti-la digitalmente, ou testar os produtos de maquiagem em um espelho virtual.

“Já antes da pandemia a gente falava em espaços de convivência, de lojas que oferecessem mais do que só venda transacional e agora isso é mais do que necessário. Elas têm que ser convidativas e híbridas, que é o figital, como trazer o espaço entre o físico e o digital para melhor proporcionar a experiência para o consumidor”, diz Paula.

Segundo ela, o varejo tem um papel importante porque não só traz o cliente que normalmente não acessa a Natura pela venda direta, como também faz com ele amplie seu conhecimento sobre o reportório das marcas e produtos.

Ferramentas para as consultoras

Além da experiência e da conveniência dos consumidores, as ferramentas digitais também são um caminho para permitir que as revendedoras e as consultoras de loja façam um melhor atendimento. Englobando as quatro marcas, o grupo possui mais de 8 milhões de representantes e consultoras no mundo. Na América Latina, são 4,5 milhões concentradas entre Avon e Natura.

“Na pandemia, em 2020, nós aceleramos o processo de prover ferramentas e espaços digitais para que as consultoras consigam fazer seus negócios, além de aumentar a penetração de nosso e-commerce junto aos nossos clientes”, afirma. Outra aposta foi a digitalização das revistas, o que gerou um número expressivo de compartilhamento.

Segundo Paula, o social selling tem sido importante para alavancar as vendas pelos canais digitais. “O social selling proporciona um novo modelo de negócios de fazer a venda de produtos pelas consultoras, representantes e também pelas nossas consultoras de lojas. E o nosso papel é gerar ferramentas para que a consultora e a representante estejam cada vez mais antenadas com esse futuro, ampliando sua rede de relacionamento”, diz.

de Larissa Féria – 2 de setembro de 2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/09/02/natura-co-investe-no-figital-para-proporcionar-experiencia-ao-consumido

iFood Mercado vê número de parceiros crescer 1.329% em um ano

Serviço chegou a julho deste ano com mais de 33 mil parceiros, entre mercados, conveniências, pets e farmácias

O iFood Mercado chegou a julho deste ano com mais de 33 mil parceiros, entre mercados, conveniências, pets e farmácias. Em julho de 2020, a categoria era formada por 2,3 mil lojas. O crescimento, assim, foi de 1.329% neste período. Até o final de 2021, a empresa pretende chegar a 40 mil estabelecimentos parceiros disponíveis e dobrar a presença em cidades.

“Estamos otimistas com o avanço na categoria iFood Mercado, em especial na preferência dos consumidores. Evoluímos muito com novas soluções e possibilidades para o segmento. Conquistamos um extenso portfólio com parceiros que traz a ampliação da oferta para os usuários, acompanhando a forte mudança nos hábitos de consumo observada nos últimos anos”, afirma o diretor de iFood Mercado, Antonio Mello.

Ele diz que, como os consumidores estão cada vez mais conectados e buscando novas oportunidades para suas compras, querem seus estabelecimentos preferidos no aplicativo, tanto para realizar compras pequenas e emergenciais quanto para compras maiores e planejadas.

“Seguimos em busca das melhores soluções para os nossos clientes e para os milhares de estabelecimentos cadastrados na plataforma, com capilaridade, presença nacional e expertise na logística de entregas. É um importante passo estratégico na expansão prevista para os próximos meses”, destaca.

Em um ano de mudanças no comportamento de consumo e transformação digital, o iFood Mercado atingiu um crescimento de mais de 193% no número de pedidos entre julho de 2020 a julho de 2021 e em São Paulo alcançou a liderança da categoria de compras de mercado online e conquistou a preferência dos consumidores, empatado com o Pão de Açúcar, segundo a pesquisa Datafolha (abril 2021).

Diante da transformação que aconteceu no varejo de uma maneira geral, com as grandes redes e até mesmo a indústria se rendendo definitivamente ao comércio online, o iFood conquistou extenso portfólio oferecendo ao consumidor possibilidades de compras do mês à conveniência em um só lugar. Entre os parceiros na categoria hiper e supermercados do iFood, estão Pão de Açúcar, Extra, Carrefour, Dia, BIG, Quitanda, Muffato, Angeloni, Barbosa, Oba Hortifruti, Lopes, Hirota, Hortifruti, Natural da Terra, Eataly, entre outros.

O IFood Express passou da marca de 200 mil pedidos em julho, um crescimento superior a 230% em relação ao mês de junho de 2021. A meta da empresa é que nos próximos meses triplique a presença em cidades e acelere ainda mais o número de estabelecimentos que operam na modalidade.

Redação – 31/08/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/08/31/ifood-mercado-ve-numero-de-parceiros-crescer-1-329-em-um-ano

Natura é eleita melhor e-commerce do Brasil pela segunda vez

Empresa conquistou o Diamante Azul, mais alto reconhecimento do Prêmio Ebit/Nielsen

A Natura foi eleita o melhor e-commerce do Brasil pelo 18º Prêmio Ebit/Nielsen e conquistou o Diamante Azul, mais alto reconhecimento da premiação que, anualmente, destaca a performance do e-commerce brasileiro. Esta é a segunda vez que a marca conquista esse título.

“Receber novamente o prêmio Diamante Azul é um enorme reconhecimento a um modelo de negócios inovador, que engaja as Consultoras de Beleza e que buscar proporcionar a seus consumidores a melhor experiência em nossos canais”, afirma Agenor Leão, vice-presidente da Plataforma de Negócios de Natura &Co América Latina.

Ele complementa: “Para nós, não existe transformação digital sem as pessoas. Esta, portanto, é uma conquista de toda a nossa rede, composta por mais de 1,3 milhão de Consultoras que possuem espaços digitais e que, mesmo diante de tempos tão desafiadores, mostram o poder da interação humana quando potencializada por um ecossistema de ferramentas, serviços e produtos desenvolvidos de acordo com as suas necessidades.”

Como a escolha é feita

Além de Natura, as melhores colocadas na premiação foram Editora Juspodivm, Evino, GS Supplements e Nespresso. Para a seleção dos vencedores, a premiação elege os e-commerces que obtiveram a melhor pontuação nos critérios técnicos avaliados pela pesquisa e por votação dos consumidores. Entre os critérios analisados pela Ebit/Nielsen, estão a porcentagem de entregas realizadas no prazo, de clientes que voltariam a comprar nessa loja e o índice NPS (Net Promoter Score), que mensura o grau de satisfação e fidelidade dos consumidores.

Entre os entrevistados, 97% disseram que comprariam novamente no e-commerce ou aplicativo da Natura e 98% afirmaram que receberam a entrega dentro do prazo. A marca conquistou um NPS de 78%, pontuação que ocupa a chamada Zona de Excelência, a mais alta classificação da metodologia.

“Conquistar o Diamante Azul também reflete uma trajetória de longo prazo da Natura, iniciada há alguns anos com a aceleração da nossa jornada digital e cujo maior objetivo é ampliar o modelo de social selling. Queremos seguir empoderando digitalmente as nossas Consultoras para que, cada vez mais, possam atender seus clientes de maneira diferenciada e customizada, explorando todo o potencial das redes sociais para impulsionar seus negócios”, acrescenta.

Aceleração da jornada digital

A Natura encerrou o ano de 2020 com 242 milhões de acessos no canal de vendas online no Brasil, e o número de novos consumidores cresceu 58% em comparação a 2019. As vendas no e-commerce, incluindo os espaços digitais das Consultoras de Beleza, aumentaram 65%.

Desde 2012, a Natura vem acelerando a sua jornada digital, que culminou na criação da hoje chamada Plataforma de Negócios, um ecossistema digital composto por pessoas, serviços e produtos, e que liga os diversos elos de sua rede, de consumidores e Consultoras de Beleza a produtores de conteúdo e fornecedores de serviços logísticos. Desde 2019, a empresa conta com estruturas dedicadas à jornada da Consultora e à jornada do consumidor, operando para identificar oportunidades e desenvolver soluções que permitam que a rede prospere, potencialize seus negócios e tenha a melhor experiência possível.

Durante a pandemia de Covid-19, a empresa promoveu a modernização do modelo de operação e a implementação de novos produtos e serviços digitais, como a Revista Digital Interativa, disponível no Brasil e na América Latina, e a ferramenta Minha Divulgação, que possibilita que a  Consultora personalize anúncios digitais para suas redes sociais de acordo com o perfil e preferências de seus clientes.  Além disso, Natura &Co também passou a oferecer uma plataforma de serviços financeiros para as Consultoras, o &Co Pay, na qual podem realizar e receber pagamentos, fazer transferências, consultar saldo e extrato e gerenciar sua conta digital.

“Apostamos no go digital and be digital ao mesmo tempo. Por isso, costumamos dizer que, quando a pandemia chegou, a Natura já estava mais preparada do que imaginava. Isso porque a transformação digital foi uma construção de muitos anos que culminou em uma mudança cultural enorme e que deixou a companhia mais ágil e inovadora. Hoje, colhemos os frutos dessa jornada”, finaliza Agenor Leão.

Redação – 16/08/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/08/16/natura-e-eleita-melhor-e-commerce-do-brasil-pela-segunda-vez

Você sabe com quem está falando? Os shoppings, finalmente, começam a responder que sim

Em um dia qualquer, você chega de carro no shopping e encontra uma vaga. Estaciona o veículo, procura a entrada mais próxima para o mall, escolhe um restaurante e almoça ali com a família. Depois passeia pelos corredores, olha algumas vitrines e se interessa por um celular. Entra na loja, consulta o preço e decide pesquisar sobre aquele modelo mais tarde, na internet. Antes de voltar para o carro, usa o banheiro e em seguida paga o estacionamento em um caixa automático. Vai embora, sem fornecer para o shopping nenhuma informação sobre quem você é, onde e como gastou (ou deixou de gastar) seu dinheiro.

Já pensou nisso?

Algo parecido acontece todos os dias ao redor do planeta: milhões de pessoas visitam shopping centers e esse imenso manancial de dados se perde por falta de processos na captura e na gestão de tantas e valiosas informações. Esse cenário, no entanto, começa a mudar. No Brasil, uma das redes que mais tem avançado nesse sentido é a Multiplan e os primeiros resultados são bem promissores.

Quer um exemplo? Entre maio e junho desse ano a Multiplan enviou para seus clientes uma oferta, por meio do aplicativo Multi: quem fizesse uma reserva no Outback nas duas semanas seguintes receberia um cupom que dava direito uma entrada, de graça. Nada menos do que 14 mil pessoas decidiram fazer a reserva. O mais interessante são os sinais de que a ação pode ter de fato incrementado fluxo. No Shopping Anália Franco, em São Paulo, 58% dos que resgataram o brinde o fizeram nos dias seguintes ao recebimento do cupom digital.

Em outra boa iniciativa, a Multiplan ofereceu no começo do ano, para um grupo de clientes com participação destacada na promoção de Natal, o benefício de usar o estacionamento de seus shoppings gratuitamente por três meses. Além de mapear o lugar onde residem, a Multiplan também registrou o consumo dessas pessoas. Por exemplo, no JundiaíShopping, 60% das pessoas que usaram o estacionamento no período acabaram participando das promoções seguintes, no Dia das Mães e Namorados, gastando em média 27% mais do que os outros participantes dessas campanhas.

A ideia de capturar informações em cada interação dos clientes com o shopping é tão ambiciosa quanto necessária. No caso da Multiplan, a chave para isso é o app Multi, que serve não apenas para viabilizar vendas online para os clientes, mas também para dar acesso às tradicionais promoções dos shoppings, entre outras coisas. Ao todo a rede trabalha com impressionantes 380 pontos de captura de dados dos clientes, das cancelas do estacionamento ao wi-fi gratuito, passando por serviços, como fraldário e empréstimo de carrinhos de bebê.

Curiosamente os sorteios, que originalmente tinham como objetivo estimular vendas das lojas, ganharam uma nova e mais relevante função, que é alimentar com dados transacionais o OmniMIND, algoritmo desenvolvido pela Multiplan. Da mesma forma, a rede não cobra take rate dos lojistas pelas vendas online feitas por meio do Multi justamente para incentivar o uso, ciente de que o ouro está no conhecimento que pode adquirir sobre os hábitos de consumo dos usuários.

A ideia de monetizar a numerosa base de clientes que os shoppings possuem é relativamente nova mas, acredite, esse é um caminho sem volta. Dessa forma é possível entregar mais valor aos lojistas em troca do que pagam pela ocupação das lojas, elevar vendas gerando receitas adicionais por meio do aluguel variável, atrair investimentos promocionais de lojistas e anunciantes, pavimentando assim o caminho para a evolução do modelo de negócio dos shopping centers.

Os shoppings que ainda seguem a cartilha do real estate provavelmente continuarão concentrando recursos exclusivamente em estímulos para atrair boas marcas para o tenant mix. Os mais atentos aos novos tempos certamente distribuirão esses investimentos de forma mais equilibrada, de olho na construção de um sistema de captura e gestão de dados, capaz de alimentar todo o seu ecossistema de negócios.

Como dizia W. Edwards Deming, “em Deus confiamos, todos os outros devem trazer dados”. Em breve essa frase vai se tornar mantra também nas empresas de shopping centers. Aguarde.

Luiz Alberto Marinho é sócio-diretor da Gouvêa Malls. – 05/08/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/08/05/voce-sabe-com-quem-esta-falando-os-shoppings-finalmente-comecam-a-responder-que-sim

Marketing Digital e Douglas Souza: o que podemos aprender com esse ícone e utilizar em nossos negócios?

Douglas Souza representa a seleção brasileira masculina de vôlei nas Olimpíadas de Tóquio 2020 e é um fenômeno nas mídias sociais1Shares1

Douglas foi campeão pela mesma seleção em 2016, porém, só viralizou agora. O jogador é natural de Santa Bárbara d’Oeste (SP) e foi recentemente vice-campeão da Liga Mundial de Vôlei e o primeiro jogador da seleção masculina brasileira de vôlei a se declarar gay, em 2018.

instagram.com/douglasouza/ tem feito muito sucesso nas mídias sociais, onde em menos de uma semana, conquistou mais de dois milhões de seguidores só no Instagram, com postagens e vídeos bem-humorados, tornando-se o jogador de vôlei mais seguido do mundo e considerado a nova Juliette Freire (ex-BBB que conquistou o coração de todo Brasil).

Adoro seguir o Douglas no Instagram e fiquei refletindo: o que sua marca pode aprender com ele para bombar nas redes? Trouxe para vocês algumas estratégias bem-sucedidas desse jogador icônico, para você se inspirar e aplicar nas redes sociais de sua marca.

Autenticidade e vulnerabilidades

O que torna Douglas Souza um fenômeno é a sua personalidade única e não ter medo de mostrar que ele é “gente como a gente”. Os usuários do Instagram estão cansados de ver vidas perfeitas, pessoas intocáveis, e Douglas traz uma conversa gostosa e informal com sua audiência, principalmente em seus stories, trabalhando de maneira muito bem-humorada.

Ele mostra seus acertos, seus erros (por exemplo, no segundo jogo da seleção masculina de vôlei, disputado com a Argentina, Douglas erroneamente pediu para rever o lance, achando que o juiz tinha errado o ponto ao adversário e assumiu que ficou com muita vergonha disso).

Ele também compartilha as músicas que escuta no momento, de maneira leve e verdadeira, sem deixar de manter seu profissionalismo, afinal, Douglas é um dos melhores jogadores do Brasil na atualidade.

Trabalhe com humor

Humor é um sentimento universal positivo e mexe muito com o nosso inconsciente. Temos diversos jogadores de vôlei produzindo conteúdo, mas o que vai marcar e ficar na mente dos usuários são aqueles que sabem trabalhar com sentimentos universais (preferencialmente os positivos).

Ao mostrar o perrengue e as filas para pegar a roupa lavada na concentração (há dias ele tenta pegar suas roupas), pular na cama de papelão para mostrar a sua resistência, as brincadeiras com os jogadores mais sérios do vôlei, comparar sua bagunça com a do jogador Borges (que ele chama de Jorges), que divide o mesmo quarto que ele, “trolagens” com os jogadores e várias outras. Douglas é uma fábrica de meme.

Logo, sua marca precisa entender como trabalhar com sentimentos universais positivos com seu público, principalmente utilizando o humor.

Mostre bastidores

Douglas entende muito bem o que a sua audiência quer ver, vai lá e mostra. Foi o caso da cama feita de papelão: ele fez questão de pular na mesma, a qual fez um barulho que estava quebrando.

Ele também mostra os treinos da Seleção, seu casamento, o calor de Tóquio, os perrengues da lavanderia e dos bastidores da vida dos jogadores nas Olimpíadas.

Logo, empresa, é importante que você entenda o que sua audiência tem curiosidade em ver, de modo que sua marca se torne mais próxima do público.

Utilize todos os recursos no Instagram

Douglas Souza mescla sua publicação com stories (caixinha de perguntas e respostas, interação com público, bastidores e humor), reels (bastidores, humor e trechos de sua atuação na seleção e no time que joga), postagens no feed (parceria com as marcas e seu trabalho na seleção). Além do mais, Douglas também comunica no Instagram seus vídeos novos no YouTube e, ao mesmo tempo, conversa com sua audiência para entender suas necessidades.

De nada adianta montar uma personagem nas mídias e ser uma pessoa totalmente diferente longe das telas. Douglas mostra coerência entre a vida on-line e offline.

Trabalhe o pygital (físico e on-line)

Além disso, ele tem trabalhado a sua marca não apenas no Instagram, mas também fechou contrato com uma assessoria de imprensa, que o auxiliará a fazer pontes com outros profissionais e marcas que tenham sinergia com sua marca pessoal.

Douglas Souza nos mostra que é possível, sim, ser profissional e, ao mesmo tempo, não perder a sua essência: ser rápido, preciso e fundamental nos jogos da seleção de vôlei, sem deixar de arrancar boas risadas e gerar conteúdo e entretenimento para sua audiência.

Artigo por Mariana Munis, Heidy Orui – 27/07/21 – Marketing Digital e Douglas Souza: o que podemos aprender com esse ícone e utilizar em nossos negócios? (adnews.com.br)

O poder dos influenciadores digitais para o varejo

O marketing de influência pode ser usado para aumentar a presença digital, atingir maior número de pessoas e promover novas experiências aos usuários

Não é de hoje que as marcas do varejo usam os influenciadores digitais em suas estratégias de marketing. E esse movimento vem crescendo cada vez mais nos últimos tempos, já que o recente infográfico da GlobalWebIndex mostra que o repúdio à publicidade na internet leva a quase metade dos usuários a bloquearem anúncios, devido aos seguintes motivos: grande volume de anúncios; anúncios irritantes ou irrelevantes; anúncios invasivos demais; anúncios com vírus ou bugs; rejeição a anúncios personalizados.

Além disso, um estudo do instituto de pesquisa Nielsen mostra que 92% dos consumidores têm mais confiança em recomendações de outras pessoas do que nas indicações feitas pelas próprias marcas e que os influenciadores digitais brasileiros são capazes de entregar onze vezes mais retorno do que mídias tradicionais. Uma pesquisa da PwC também aponta que 77% dos consumidores brasileiros entrevistados disseram que informações obtidas nas redes sociais influenciaram suas compras. A empresa de pesquisa Qualibest também trouxe um dado importante que mostra o quanto os brasileiros se deixam influenciar pelos conteúdos nas redes. De acordo com o levantamento, 84% dos consumidores já descobriram produtos por meio de criadores de conteúdo. Outros 73% afirmaram que já compraram algo pela indicação do influenciador que segue. Enquanto 55% pesquisam opiniões dessas pessoas antes de fazer a compra.

Dessa maneira, muitos varejistas têm apostado no marketing de influência para aumentar a sua presença digital, alcançar o maior número de pessoas com seus conteúdos e proporcionar novas experiências aos usuários, os quais aceitam cada vez menos conteúdo sem autenticidade e sem aderência com seus valores. Com uma linguagem cada vez mais natural, espontânea e lúdica, esse tipo de publicidade ganha inserções na vida pessoal do influenciador, cria uma relação ainda maior de proximidade das marcas com os consumidores e transmite informações com credibilidade ao público alvo.

A escolha do influenciador certo

O primeiro passo para escolher um influenciador é selecionar os perfis e entender quais deles têm a maior conexão e que possuem conteúdos que representam a sua marca. Depois disso é necessário definir o perfil da audiência e os objetivos à sua campanha. Isso inclui avaliar a mídia que deseja impactar (Facebook, Instagram, TikTok, Youtube ou outros), o formato de conteúdo que prioriza (vídeos ou fotos), o budget para a campanha e quais resultados deseja atingir (aumento de vendas, brand awarness, institucional, lançamento de campanhas, produtos ou serviços, etc). Após de entender a relação do influenciador com a sua audiência, o próximo passo é definir o melhor perfil, o “tamanho” do influenciador digital: micro-influenciador, macro-influenciador, celebridade ou especialistas. É fundamental decifrar as métricas obtidas em sua ação. Ademais, dentro das mídias sociais, os principais resultados que temos são: alcance dos posts; impressões dos conteúdos gerados; curtidas da audiência; comentários do público-alvo; posts salvos pelas pessoas e compartilhamentos.

Exemplos de ações de marketing de influência no varejo

  • Unboxing: esse é o nome dado à ação que os influenciadores digitais fazem quando eles transmitem por vídeo a abertura de caixas que receberam de empresas. O varejista pode enviar também em parceria com seus alguns brindes, sampling ou produtos para criadores de conteúdo.
  • Criação de conteúdos especializados: fazer parcerias com influenciadores digitais para criação de conteúdos especializados pode ser uma maneira muito útil da sua marca ser reconhecida como autoridade em um determinado segmento. Por exemplo, um sommelier pode fazer lives ou até mesmo escrever e-books sobre vinhos para download nas suas redes sociais.
  • Divulgação de campanhas e eventos: enviar um press kit ( kit de imprensa) para os influenciadores contendo as principais informações sobre uma campanha ou evento é uma maneira eficiente de aumentar o alcance da disseminação da informação ao público-alvo.
  • Vouchers de desconto: é possível criar links personalizados que direcionem o seguidor diretamente para o seu site ou e-commerce ou, então, oferecer descontos especiais com o nome do influenciador.

 de Fernanda Dalben – 28 de julho de 2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/07/28/o-poder-dos-influenciadores-digitais-para-o-varejo