Como os varejistas usam preços personalizados

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Klaus Meinhardt/Getty Images

Have you ever looked up flights or hotels on an app on your phone, only to open your laptop and see different prices?

That’s exactly what happened to me recently. I was using Orbitz’s iPhone app to research a vacation package to New York City. Settling on a hotel, I accessed Orbitz’s website on my laptop to book the package. That’s odd, I thought, realizing that the package on my laptop — identical flights, hotel, room type — was $117 more (6.5% more) than the price on Orbitz’s app. A quick scan found that prices of identical vacation packages often differ between Orbitz’s app and website.

I then did a side-by-side app test of the same package with a friend who was sitting next to me. Her Orbitz app price was $50 (2.8%) more than my app price. Amazingly, Orbitz knew something that I regularly give my friend good-natured grief about: She overpays for almost everything.

When I shared my results with Expedia (the parent company of Orbitz), its spokeswoman explained that the pricing differences I found between the app and website can be due to the fact that its suppliers allow different prices to be offered to mobile customers as well as members (no fee to join) who are logged in.

With regard to the side-by-side app comparisons, Orbitz attributed the price differences to the A/B tests that it employs or other anomalies that occur when setting millions of prices that regularly change due to dynamic pricing. Orbitz told me that it does not offer different prices based on device, browser type, or number or type of searches.

The bottom line, though, is that based on a few characteristics (app or web, signed in as a member or not), a rudimentary type of personalized pricing is occurring: Some customers are receiving different prices than others.

The reason why retailers try to offer a personalized price goes back to the downward sloping demand curve highlighted in Economics 101. This fundamental concept illustrates that, for most products, some customers are willing to pay more than others. To exploit that, pricing managers employ techniques that try to discern — and charge — the exact price that each customer is willing to pay. Outsize profits can be extracted from “top of the demand curve” customers, who value the product highly. Meanwhile, if discounts can be discreetly offered to customers with a lower willingness to pay, additional sales (and profit) are reaped. The result is a more profitable customer base, with some shoppers paying more than others.

Personalized pricing can be found at most auto dealerships. The goal of salespeople is to determine how much each customer is willing to pay for a car through individualized negotiation. Prices are tailored by noting each customer’s characteristics and observing their actions. How shoppers dress, the car they currently drive, and answers to seemingly innocuous questions (Where do you live? What do you do for a living?) provide clues. Salespeople also observe actions, such as the other cars people are looking at and how they behave in negotiations (passive or aggressive). Evaluating each shopper’s characteristics and actions creates a pricing profile. Think of a profile as a polygraph test that suggests the highest amount each shopper will pay.

Web retailers can similarly profile their shoppers. Just as someone’s clothing can provide pricing clues, so can the manner in which a customer accesses an online store. Is a shopper using a laptop, app, desktop, or internet on their smartphone? What operating system are they using? Where are they located? A customer’s actions also provide pricing clues: What other products are they looking at? How many times have they visited the site? Much like car salespeople, web retailers can electronically evaluate the characteristics and actions of each shopper to create a profile that generates a personalized price.

A key question is whether personalized pricing, on the web or in-store, is ethical. Efforts to tailor prices may inadvertently lead to unfair results. A study by ProPublica found that the Princeton Review’s strategy of levying different prices based on zip code resulted in Asians being twice as likely to be charged a higher price. In a similar vein, a classic economics study on car negotiation found that the markup on final prices for black women was triple the prices offered to white men.

Whether personalized pricing catches on with web retailers is now up to consumers. Will shoppers be comfortable knowing that the prices they are offered may be higher than those presented to others? Will buyers relish “electronically bargaining” to outwit sellers? Retailers first “negotiate” with each customer by personalizing prices based on their profile. In response, savvy shoppers will “bargain” by checking prices on different devices, clearing caches, using the app, conducting multiple searches, asking friends in different cities to see what price they’re quoted, and so on. Or will they become fed up and steer clear of web retailers that price profile? Amazon is on the record as stating that all of its customers see the same prices — will other retailers be so clear-cut?

As the fate of electronic price profiling shakes out, one issue is clear: It is truly a caveat emptor environment for shoppers who use the web.

https://hbr.org/2017/10/how-retailers-use-personalized-prices-to-test-what-youre-willing-to-pay?utm_campaign=hbr&utm_source=facebook&utm_medium=social

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Facebook testa aluguéis de casas

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Fonte: sad

Cada vez mais o Facebook do mundo quer aumentar as possibilidades de lucro dentro de seu próprio ambiente. Depois da plataforma iniciar uma seção dedicada exclusivamente a veículos em seu Marketplace, é a vez da rede social abrir uma abra exclusiva para o aluguel de casas.

“A partir de 9 de novembro, as pessoas que usam o Marketplace nos EUA poderão navegar e pesquisar centenas de milhares de propriedades através de parcerias com Apartment List e Zumper”, disse o comunicado da rede de Mark Zuckerberg.

Na nova opção “Rentals” é possível refinar a pesquisa, ver imagens e entrar em contato direto com o proprietário. Confira abaixo uma foto do novo layout da interface:

Atualização no Instagram permitirá seguir hashtags

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Há algum tempo que o Instagram deixou de ser uma rede de fotos. Com o Stories, por exemplo, diversas personalidades, conhecidas por lá como “digital influencers”, ganharam atenção, seguidores (fãs) e fizeram o meio de campo entre marcas e seus consumidores. Esse espaço abriu possibilidade para uma interação de fato, o que aproxima e cria laços entre os dois lados. Criar conteúdo é uma moeda valiosíssima neste ambiente e o Instagram está ligado nisso.

Tudo indica que a plataforma está testando a capacidade de permitir que você siga hashtags em vez de usuários ou marcas. Os rumores indicam que a TL ficará dividida entre postagens principais e postagens recentes, o que fará com que a exibição destes conteúdos seja mais equilibrada.

O recurso só apareceu brevemente para um dos membros da equipe da The Next Web, que procurou a plataforma para mais informações, mas não obteve. Aparentemente a novidade está em fase de teste para alguns usuários que utilizam o dispositivo iOS.

Como as características experimentais muitas vezes acabam se expandindo amplamente, para esta ser mais uma talvez seja só uma questão de tempo

http://adnews.com.br/midia/atualizacao-no-instagram-permitira-seguir-hashtags.html

É oficial: agora o Twitter permite 280 caracteres por Tweet

Patão

Após um teste realizado com um número restrito de usuários para expandir o limite de 240 caracteres por Tweet (veja aqui), , o Twitter anuncia nesta semana (7) que a nova quantidade máxima de 280 caracteres passa a ser válida para todos mundialmente à exceção dos que postam em japonês, coreano e chinês, devido à maior facilidade de se expressar em menos espaço nesses idiomas.

O objetivo do teste, lançado em setembro, foi permitir que usuários se manifestassem de maneira mais simples em um Tweet, mantendo a velocidade e a brevidade para se atualizar sobre o que está acontecendo no mundo. A decisão de ampliar o limite para 280 caracteres para todos os usuários foi tomada a partir da avaliação dos resultados do teste.

O Twitter é sobre brevidade, o que faz da plataforma um dos melhores lugares para se atualizar sobre os acontecimentos globais. Os Tweets vão direto ao ponto, com as informações que mais interessam. Esse é o DNA da plataforma e, segundo ela, nunca vai mudar. O Twitter seguirá estudando dados e ouvindo seus usuários para entender como pode melhorar.

http://adnews.com.br/social-media/e-oficial-agora-o-twitter-permite-280-caracteres-por-tweet.html

Coca-cola comemora que mulheres da Arábia Saudita vão dirigir

coca-cola

Agora as mulheres na Arábia Saudita poderão dirigir. A permissão, finalmente “dada” pelo Rei Salman em setembro (após muita luta), foi comemorara pela Coca-Cola. A campanha “Change Has A Taste”, “A Mudança Tem um Sabor” em tradução livre se relaciona com o atual slogan global da marca “Tente o sentimento”. O filme de um minuto se inicia com um pai e sua filha mudando de assento para que ela vá para o banco do motorista. O pai, então, entrega as chaves e a aula começa. Entre arrancadas e freiadas bruscas, ele tem uma ideia de como ajudar sua filha a dirigir de forma mais suave. 

Nas redes sociais, alguns consumidores parabenizaram a marca por se posicionar, enquanto outros disseram que se trata de “exploração financeira sobre os direitos das mulheres” para obter ganhos comerciais.

Omar Bennis, diretor de assuntos públicos da marca falou sobre a campanha: “A Coca-Cola continua seu legado de celebrar mudanças sociais e culturais positivas em suas campanhas publicitárias, lançando um anúncio atual e atualizado no Oriente Médio”, e adicionou:”A campanha aborda os valores da marca em torno da diversidade e da inclusão e alinha-se ao compromisso da Coca-Cola para permitir o empoderamento econômico das mulheres”.

http://adnews.com.br/publicidade/coca-cola-comemora-que-mulheres-da-arabia-saudita-vao-dirigir.html

Selfie de Romero é uma ação da Alcatel?

Corinthians

O jogo do último domingo (5) entre Corinthians e Palmeiras foi histórico. Desde 2005, o futebol da Globo não atingia índices de audiência tão altos. Segundo o Ibope foram 41 pontos de média e picos de 46. Com cada ponto equivalente a 70,5 mil domicílios só na Grande São Paulo, é fácil calcular a proporção da partida. Com público recorde de 46.493 pagantes na Arena Corinthians, não é exagero dizer que o dérbi foi um dos jogos de maior mobilização nos últimos tempos.

Com milhões de olhos voltados para o clássico, é natural que qualquer atitude feita em campo fosse replicada largamente pela mídia e redes sociais. E foi isso que aconteceu com a comemoração do gol impedido do atacante corinthiano Romero depois do jogador sacar um celular e tirar uma selfie. Nela, o time estampa a felicidade por abrir o placar em um confronto que definiria o campeonato.

https://www.instagram.com/p/BbITGl8gdqe/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A0%2C%22os%22%3A13362.958524337855%7D

https://www.instagram.com/p/BbITm7TH2TN/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A1%2C%22os%22%3A13382.173648224838%7D

Repostada nas páginas oficiais do clube, no perfil do atleta paraguaio e estampada em manchetes por todo o Brasil, a atitude do esportista rompeu as quatro linhas e tornou-se símbolo da vitória alvinegra e de uma possível bem pensada ação de marketing de um dos principais patrocinadores do Corinthians, a Alcatel.

Procurada sobre a autoria da ação, a marca ainda não se pronunciou. Entretanto, hashtags com o nome da empresa no Instagram escritas oficialmente pelo clube e sua cota como a única parceira de smartphones do time indicam a companhia como possível responsável pelo clique do atacante. Ainda que não a ação não tenha sido de fato orquestrada pela marca, a iniciativa mostrou uma boa chance de utilizar o futebol para fugir dos padrões e fazer com que uma marca e sua cultura sejam compartilhadam por milhões de pessoas.

http://adnews.com.br/publicidade/selfie-de-romero-e-uma-acao-da-alcatel.html

Samsung satiriza os 10 anos de iPhone em novo filme

samsung

Quem acompanha atentamente grande parte do que é feito globalmente em termos de marketing pelas marcas sabe que há guerras históricas na propaganda. Uma delas, Samsung X Apple, acaba de ganhar um novo capítulo. Pegando carona no lançamento do iPhone X, que a empresa da maça está anunciando com um grande viés de renovação, a Samsung fez um filme satirizando os aparelhos criados pela Apple nos últimos dez anos.

O comercial “Growthing Up” ou na tradução livre “Crescendo” faz questão de mostrar que os smartphones da empresa fundada por Steve Jobs sempre estiveram atrasados comparados com a concorrência. A narrativa mostra a complicada jornada de um “applemaníaco” e suas dificuldades com capacidade de armazenamento do aparelho, a falta da caneta, o fato do telefone não ser a prova d’água, a questão do carregamento e claro, as enormes filas nas lojas da Apple em datas de lançamento dos produtos.

A criação é da Wieden + Kennedy Portland. Confira:

http://adnews.com.br/tecnologia/samsung-satiriza-os-10-anos-de-iphone-em-novo-filme.html