Conheça 10 razões para seu Instagram não bombar

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O Instagram cresce cada vez mais e usuários trabalham para construir sua presença na plataforma, mas, muitas vezes, descobrem que não é fácil expandir seus seguidores. Pode ser frustrante e demorado, pois com o público crescendo a uma taxa gradual, alguns até questionam se a plataforma vale a pena para seus negócios.

Importante   ferramentapara o marketing,divulgação de produtos, marcas e até mesmo pessoas, é essencial saber como usá-lo. Para ajudar os menos experientes,  Johannes Kanter, do Social Media Today, criou uma lista que mostra os erros mais comuns de usuários que procuram aumentar a visibilidade e, no final, perdem seguidores. Confira abaixo as lições do que não deve ser feito no Instagram:

1 – Não se envolver com o público

Responder aos comentários é essencial. Os seguidores param de interagir, caso notem uma indiferença. Por isso, afinal, ela é chamada de mídia ‘social’

2 – Não ser consistente

Postar com mais frequência geralmente resulta em mais engajamento e seguidores. Obviamente, leva mais tempo, mas vale a pena criar mais conteúdo e agendá-lo para ter consistência.

3 – Não interagir com outras contas

Para engajar é preciso entrar em contato com outras contas do Instagram em seu nicho. Isso pode facilitar as colaborações e permitir a criação de relacionamentos de negócios.

4 – Não usar Stories e notificações

Expandir o conteúdo para outros elementos tornará o perfil mais atraente e aumentará a exposição da marca de novas maneiras. Maximizar histórias, vídeos e outros recursos do Instagram, diminui as oportunidades.

5 – Não criar conteúdo atrativo

Quando o usuário se torna muito familiarizado com uma plataforma, tende a mantê-la segura, mas o problema é que isso não é interessante. Assumir riscos com conteúdo e mostrar mais personalidade é imprescindível.

6 – Não se aprofundar

Ser real e autêntico é importante em qualquer tipo de plataforma de mídia social, mas isso é especialmente verdadeiro no Instagram. As pessoas querem seguir pessoas reais, por isso que os influenciadores são tão populares na plataforma.

7 – Não promover de maneira atrativa

Por isso existem os bloqueadores de anúncios. Como consumidores, tendemos a bloquear ou ignorar o conteúdo de marketing.

8 – Não otimizar o perfil

Depois de concluir a configuração da conta, praticamente ignoramos e nos concentramos na postagem. Mas isso pode causar uma primeira impressão ruim para os visitantes que acessarem sua conta pela primeira vez.

9 -Não ter foco

Ter senso claro de identidade on-line é importante, pois o público quer saber com quem está lidando. Simplificando, as pessoas seguem porque têm interesse no conteúdo que aparece no feed. Por isso, é importante manter o foco e impulsionar a conexão.

10 – Não crescer de maneira orgânica

Contrariar os Termos de Serviço é pedir para afundar na plataforma. A compra se seguidores, obviamente não é recomendada. Aumentar números de seguidores pode aumentar seu engajamento, sim, mas crescimento e benefícios reais não vêm disso.

http://adnews.com.br/social-media/conheca-10-razoes-para-seu-instagram-nao-bombar.html

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Gamification: Como funciona e onde se aplica nas empresas

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Com a constante mudança no mercado, as empresas buscam novas estratégias para engajar o público. Um desses conceitos, pouco aplicado atualmente, é o gamification, que utiliza padrões de jogos para atrair e fidelizar clientes e consumidores.

O conceito de gamification consiste na utilização de estratégias e o design de games em contextos que não sejam necessariamente associadas aos jogos em si, por exemplo em “competições” corporativas como acontece hoje com os selos de supermercados que, ao completar a tabela, o consumidor ganha algum tipo de presente ou benefício do local. A ideia é trazer o jogo para a realidade e com isso impactar pontos como engajamento com o seu público alvo.

Entramos em contato com a Descola, escola de cursos online em inovação e empreendedorismo, que traz um estudo sobre essa área e como pode ser utilizada para criação de uma empresa, um produto, um serviço ou qualquer coisa que interaja com pessoas.

Confira abaixo a entrevista com André Tanesi, CEO da Descola e Ricardo Rodrigues, CEO da Social Miner:

Qual o conceito da estratégia?
André: O conceito do Gamification é usar todos os aprendizados com os jogos e aplicar nas diversas atividades de uma empresa. Se engana quem acha que colocar barras de progresso ou badges em um site é “Gamificar” a plataforma.
Toda a forma de se relacionar com seu consumidor pode usar a lógica dos jogos para que sua relação seja muito mais próximo e engajador.
Use o gamification para mudar a relação com seu usuário. Crie desafios, promova conquistas, permita que ele acesse áreas exclusivas, premie seu sucesso. É necessário entender o perfil de cada usuário para criar a mecânica que vai atendê-lo da melhor forma possível.


Como a ferramenta tem se disseminado pelo território brasileiro?
André: Preferimos chamar o Gamification de uma metodologia. Uma ferramenta dá a entender que há um manual claro para criar a gamificação, mas seu processo de implementação depende da empresa, das necessidades que se quer promover e principalmente do público.
Mas sim já podemos ver diversas empresas com iniciativas de tornar seus produtos ou experiências mais gamificadas. Um exemplo muito claro atual é o do aplicativo Cliente Mais do Pão de Açúcar. O app direciona promoções exclusivas para cada usuário, além de permitir que você agende um horário de forma exclusiva no caixa (um sentimento de personalização, típico do gamification), ele também te incentiva a aumentar o seu gasto oferecendo prêmios e barras de progresso (sentido de conquista). Oferece promoções que você pode gostar (sentimento de exploração do novo). É um belo case de uso do Gamification com todo seu potencial.


Qual a importância de tomar conhecimento da estratégia?
André: Jogos são a mídia mais engajadora que existe. Um jogador fica “preso” no jogo justamente por causa de seu profundo entendimento de motivações humanas, evidenciados pelas funcionalidades que ele possui. Então se você quer que a sua empresa crie conexão com os seus consumidores, você precisa olhar para o que o Gamification tem a nos ensinar.


Quais cursos disponíveis aplicam métodos do gamification?
André: O curso da Descola de Gamification foi o primeiro curso online no Brasil sobre o tema. Trazemos de forma prática e com muitos cases todas essas aplicações dos jogos para o mundo dos negócios. Nele abordamos os pontos dessa metodologia como: Sentido de conquista; storytelling; socialização; construção e propriedade; escassez; evitação e perda; criatividade e surpresa. Você pode conferir o curso aqui.

Quais são os principais pontos positivos do formato?
Ricardo: O gamification aplicado ao e-commerce vem para melhorar a experiência de compra. Acaba se tornando um fator importante na hora de criar mecanismos de concorrência que vão além de preço, produtos, etc.

Existe algum ponto negativo nesse formato?
Ricardo: É um conceito inovador, e é necessário unir alguns formatos de comunicação diferenciados para que a estrutura funcione, o que pode dificultar a implementação de campanhas de gamification.

Em sua opinião, porque o Brasil lesa o uso de tal estratégia?
Ricardo: No Brasil, ainda estamos um pouco atrasados quando falamos de e-commerce. Apesar de várias inovações e do mercado estar crescendo a cada ano, ainda focamos em estratégias baseadas em menor preço, quando na verdade, existe uma corrente muito forte (os famosos millennials) que levam a experiência como um dos fatores principais na hora de tomar uma decisão. O mercado brasileiro precisa se adaptar às novas tendências, e estar aberto a novas experiências, como o Gamification.

Sobre a fidelização do cliente: Qual o ponto principal entre o consumidor e o fornecedor? (tratando-se da estratégia)
Ricardo: A experiência de compra se torna mais divertida, e acaba engajando mais o consumidor. Se for uma ação pontual, como a do Extra, podemos aumentar as taxas de conversão e engajamento. Se for uma estratégia a longo prazo, como um programa de fidelização, ou um jogo para quem é cliente, isso pode melhorar a percepção que o cliente tem da marca, e o engajamento a longo prazo.

Poderia nos informar sobre o “antes” e “depois” do uso dessa ferramenta?
Ricardo: No case que comentamos na pergunta anterior, temos resultados bem relevantes ocasionados pelo uso da ferramenta da Social Miner somada a estratégia de Gamification. Foram registradas taxas de conversão de até 6,3% ( a média do mercado é 1,5%) e quando falamos em engajamento não foi diferente, registramos taxas de 24,1%.

http://adnews.com.br/negocios/gamification-como-funciona-e-onde-se-aplica-nas-empresas.html

Tabloides do The New York Post esgotam após anúncio da Supreme na capa

Supreme de novo

A busca por monetização nos jornais cresce cada vez mais. E em empreitada, os tabloides do New York Post foram esgotados na última segunda-feira (13) após sua capa ter sido estampada com uma propaganda da grife Supreme.

A peça tornou-se item de colecionadores e segundo dados do Post, algumas foram vendidas por até U$100,00. Em alguns lugares os jornais esgotaram cerca de três horas antes do previsto devido à febre.

Foi a primeira vez em que o jornal dedicou uma capa apenas para anúncio publicitário e essa parceria foi estabelecida quando a marca solicitou a postagem de ideias inovadoras para a sua divulgação.

http://adnews.com.br/publicidade/tabloides-do-new-york-post-esgotam-apos-anuncio-da-supreme-na-capa.html

Waze Carpool começa a funcionar no Brasil

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O Google já havia anunciado um aplicativo chamado Waze Carpool em 2017. Porém, o mesmo não estava disponível até então. Agora a empresa anuncia oficialmente que a ferramenta começará a funcionar em terras brasileiras. Nesta terça-feira (21), a companhia divulgou que o Waze Carpool já pode ser baixado pelos usuários de Android e iOS.

O custo será de R$ 4 a R$ 25 por carona, com pagamento apenas via cartão de crédito, e o Google afirma que, de cinco a 40 quilômetros, a corrida custará R$ 10 e passando disso há um valor por quilômetro ainda não revelado.

Os valores representam uma ajuda de custo para o combustível e a manutenção do veículo, mas o ponto chave é que a ideia do app não é ganhar dinheiro com o serviço ou fazer dele um trabalho, mas compartilhar o assento do carro com alguém que está indo para um lugar próximo.

Para usufruir do serviço, o passageiro deve inserir o destino no aplicativo e o sistema escolhe um motorista com trajeto parecido. Os motoristas, por sua vez, utilizam o Waze tradicional, bastando ativar a opção para dar caronas. Os passageiros podem também definir filtros de com quem pegar a carona: pessoas do mesmo sexo ou que trabalham na mesma empresa, por exemplo.

http://adnews.com.br/tecnologia/waze-carpool-comeca-funcionar-no-brasil.html

Twitter celebra o dia da hashtag com emoji comemorativo

Hashtag

Todo ano, o dia 23 de agosto é uma data especial para o Twitter pois é o momento de comemorar o aniversário da primeira hashtag (#barcamp), Tweetada pelo designer americano Chris Messina (@chrismessina) em 2007.

Ao longo dos últimos 11 anos, o símbolo evoluiu de um mecanismo para simplesmente marcar ou categorizar Tweets para uma forma fácil, divertida e poderosa de agregar conversas e movimentos globais.

Para celebrar a data, o Twitter criou um emoji especial que ficará disponível durante todo o dia em diversos países. Para ativá-lo, basta Tweetar com a hashtag #DiaDaHashtag.

Desde sua criação, a hashtag ganhou importância e se tornou parte das conversas na plataforma no mundo todo. De acordo com dados da rede social, cerca de 125 milhões de hashtags são mencionadas por dia no Twitter, destacando o que está acontecendo no mundo e possibilitando às pessoas explorarem o que está sendo falado no momento sobre os mais diversos interesses.

http://adnews.com.br/publicidade/twitter-celebra-o-dia-da-hashtag-com-emoji-comemorativo.html

Correios tem projeto de app “Uber das entregas”

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Em cenário da revolução tecnológica onde o imediatismo toma conta de diversos âmbitos, o comércio também passa a sofrer mudanças. Os Correios, então, decidiram lançar um aplicativo como se fosse um “Uber das entregas”, que conecta entregadores autônomos e clientes.

Aparentemente a ideia já sai do papel e a parceria com uma empresa de tecnologia para o desenvolvimento do app já está sendo feita. Sucesso internacional, a companhia pretende estabelecer o modelo “crowdshipping”, em que cidadãos comuns poderão exercer os serviços.

No Brasil, já existem formatos similares como o Eu Entrego, Rappi e Glovo. Ainda são escassas as informações dos Correios e não se sabe ao certo como e quais serviços serão feitos, mas a novidade deve entrar em circulação até o final deste ano.

http://adnews.com.br/negocios/correios-tem-projeto-de-app-uber-das-entregas.html

Agência usa “Fortnite” para entrevistar candidatos

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O jogo Fortnite é de longe um dos Battle Royales mais conhecidos atualmente. Para aproveitar o sucesso da produção da Epic Games, a agencia Dare.Win resolveu inovar o processo de entrevista de empregos para oportunidades oferecidas em seu escritório.

A empresa atualmente oferece duas vagas de estágio e para “descontrair” na hora do processo seletivo, a agência francesa com sede em Paris e Berlim propõe uma dinâmica de grupo diferente. Ao invés do bate papo comum, as informações necessárias (tanto do candidato como do entrevistador) serão esclarecidas durante uma partida de Fornite.

Confira os detalhes no anúncio abaixo.

Os interessados pela vaga não necessariamente precisam ser bons jogadores para conseguir o emprego, o importante na verdade é ver como o aplicante vai disputar o jogo. “Nós não somos pro players” esclarece o publicitário da firma Thomas Brouchon. “A maneira como alguém joga diz muito sobre sua personalidade, especialmente sobre seu método de tomada de decisão e como ele se vira com problemas”. Já sobre a entrevista em si, Boris Lavergne, outro membro da Dare.Win, diz que as perguntas “serão na maioria relacionadas ao trabalho, mas haverão questões sobre entretenimento, hobbies pessoais, a vida deles no geral”.

Segundo a agência, o jogo escolhido foi “Fortnite” porque além de um game popular, é gratuito, ou seja, todo mundo conhece e pode se cadastrar na plataforma. Além disso, a estratégia também notabiliza a Playstation, marca que a Dare.Win recentemente começou a trabalhar e que a rede servirá de plataforma para a realização da entrevista.

http://adnews.com.br/tecnologia/agencia-francesa-usa-fortnite-para-entrevistar-candidatos.html