A relevância do ESG no fortalecimento do engajamento e consumo

 sociedade atual, principalmente a parcela mais jovem, tem uma forte questão sobre o impacto que o consumo causa no planeta, seja no ambiente, seja no comportamental das pessoas. Essas mudanças na visão do consumidor vieram para ficar e pressionam os negócios a se reinventarem. Cresce a pressão para que empresas adotem uma posição clara a respeito desses temas.

Nesse contexto, as métricas do critério ESG, que abrangem as melhores práticas de empresas nos componentes Ambiental, Social e de Governança (Environmental, Social and Governance, em inglês) passam a ser um assunto fortemente relevante.

Empresas com posicionamentos coesos e transparentes em ESG alavancam sua reputação, pois suprem necessidades requeridas pela sociedade, consumidores, funcionários e gestores acerca do impacto positivo. São métricas críticas para o sucesso atual e futuro, pois a tendência é de crescimento para essas demandas.

Além disso, o olhar de investidores também se torna mais atrativo. Negócios com boas práticas nesses campos tendem a ser investimentos mais seguros, com possibilidade de retorno mais duradouros, uma vez que estão alinhados com compromissos relevantes de tendências sociais e de consumo, contribuindo para uma avaliação financeira, de risco e de perenidade mais positivas.

Contudo, apesar de vários movimentos assertivos de muitas empresas em ESG, ainda estamos no início da transformação e distantes do desejado pela sociedade.

Frequentemente acompanhamos em estudos de mercado realizados para diversas categorias um ponto de dor recorrente dos consumidores: a crítica sobre ausência ou baixa relevância de ações sociais e ambientais realizadas pelas marcas com as quais convivem.

Pautam que muitas marcas “comunicam”, mas na prática não fazem nada; ou fazem ações que ninguém fica sabendo ou que não importantes; ou que apenas realizam ações pontuais, esporádicas, sendo que a demanda é por algo verdadeiramente transformador, de impacto positivo real.

Os consumidores querem interagir e apoiar empresas alinhadas aos seus valores, que transmitam orgulho de fazer parte. Portanto, é fundamental que empresas transmitam:

  • Objetividade: deixem claro o que aspiram frente aos componentes de ESG;
  • Transparência: demostrem como operam esses temas no dia a dia e qual o impacto esperado e gerado. Dados, métricas e desempenho sobre o que está sendo feito são fundamentais;
  • Conexão: impactem, transformem, engajem o maior número de indivíduos possível.

Qual o papel do varejo no contexto ESG?

O canal de consumo, seja ele físico, seja digital, pode ter uma função forte no elo marca-consumidor para tangibilizar o posicionamento da empresa nos critérios ESG, trazendo evidências claras de como e por que a empresa se importa com esses componentes.

Componente E: Environmental/Ambiental

  • Menor impacto ambiental na logística (distância, pegada de carbono);
  • Uso de materiais sustentáveis (embalagem e materiais do ambiente da loja);
  • Redução de desperdícios (materiais, energia, etc.);
  • Incentivo a princípios da economia circular (reduzir, reutilizar, reformar, reparar e reciclar);
  • Integração com espaços verdes e abertos;
  • Ajudar e educar o consumidor a fazer escolhas mais conscientes.

Componente S: Social

  • Respeito a diversidade da sociedade e consumidores;
  • Acesso a educação e formação;
  • Segurança no ambiente de trabalho;
  • Ambientes e apoio a descompressão;
  • Desenvolvimento de comércio local.

Componente G: Governance/Governança

  • Inclusão e diversidade entre funcionários, atendentes, vendedores;
  • Transparência: comunicar em mídia, produto, rótulo ou ponto de venda o posicionamento da empresa nos componentes ESG;
  • Demostrar resultados da agenda proposta com relação a ESG.

O que priorizar em ESG?

Um aspecto relevante nesse cenário é que, para serem efetivas em ESG, as empresas não precisam focar em todos os critérios. É melhor ter pontos distintos, autênticos e verdadeiramente transformadores em alguns componentes do que ter um pouco de tudo de não transformar verdadeiramente.

Para auxiliar na priorização das ações em ESG, trouxemos cinco reflexões para os negócios:

Tendências: A relevância do ESG no fortalecimento do engajamento e consumo

ESG pautará por um longo tempo as decisões de consumo e investimento e em movimento crescente, portanto realizar ações de negócio nos componentes ESG é fundamental para contribuir com o sucesso competitivo futuro.

Karen Cavalcanti é sócia-diretora da Mosaiclab23/07/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/07/23/tendencias-a-relevancia-do-esg-no-fortalecimento-do-engajamento-e-consumo/

Por que devemos dominar os 5Cs do E-commerce?

Segundo a 7ª edição do relatório Neotrust, foram realizadas 78,5 milhões de compras online nos três primeiros meses de 2021, um crescimento de 57,4% puxado principalmente, em decorrência da pandemia. Em um mercado em constante evolução e com os seus principais players já consolidados, a grande pergunta é: Como fazer para que a minha marca seja encontrada no e-commerce e lembrada pelo meu público-alvo nos momentos em que este decide fazer uma compra nos meios digitais?

Uma forma para garantir que isso ocorra, é através dos 5Cs do e-commerce: Customer Journey, Channels, Customer Acquisition, Conversion Rate Optimization e Content.

Customer Journey, A Jornada do Usuário

Um dos principais temas do ano de 2021, a compreensão das etapas do processo para que um usuário efetue uma compra se tornou primordial para que o seu e-commerce tenha sucesso. Quando falamos sobre este tópico especificamente, lembro de uma palestra do Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, dizendo que a jornada de compra dos usuários, não é mais linear e o nosso principal objetivo é reduzir a fricção em todos os nossos pontos de contato, pois essa fricção, gera a perda de usuários ao longo do caminho.

Mas claro, a jornada precisa de uma etapa anterior que é o conhecimento do nosso público-alvo, seja através de pesquisa ou definição de personas.

Channels, os nossos canais de aquisição

CRM, SEO, os mais diversos canais de mídiaredes sociais, afiliados ou outros canais, aqui o desafio é compreender o objetivo e resultado de cada uma dessas frentes, seja para gerar mais tráfego, conhecimento de marca, movimentar o usuário dentro do funil de vendas, conversões, compra e recompra. Importante pensar que todas as estratégias são necessárias para fazer com que o e-commerce seja sustentável, pois eles quando trabalhados de uma forma integrada tendem a apoiar os usuários.

Aqui as grandes perguntas são: Qual canal gera mais tráfego? Qual canal possui o maior ROI? Qual canal gera o maior número de novos usuários?

E no caso dos canais de aquisição trabalhar com modelos de atribuição, como o DDA do Google Analytics é o grande ponto de atenção.

Customer Acquisition

A compreensão do esforço necessário para adquirir novos clientes também requer uma atenção especial e se possível, um profissional dedicado no time para trabalhar este ponto, pode ser o grande diferencial para gerar um projeto com maior retorno financeiro. Aqui o cálculo de CAC (custo de aquisição de cliente) geral do site e também segmentado por canal, deve sempre estar na ponta da língua. Mas tão importante quanto compreender o CAC é também compreender o CLV (Customer Lifetime Value), também conhecido como CLTV ou LTV, para prever o quanto este novo cliente deve consumir conosco ao longo de um período de tempo.

Um exemplo é pensar em queimar a margem de um produto de entrada, pensando que este produto, pode gerar novos clientes que ao longo do tempo, devem comprar X a mais para compensar este investimento.

CRO, Conversion Rate Optimization

Os mantras do CRO são: Objetivos, Hipóteses, ferramentas, colaboração, paciência e humildade. Sem esses elementos é impossível fazer com que o seu projeto de CRO seja bem-sucedido. Lembre-se sempre, as hipóteses devem ser testadas e somente através de um processo de mensuração confiável, ele passa a ser estatisticamente válido.

Fazer CRO, não é sobre estar certo, mas sim, como reduzir os pontos de fricção dentro do nosso site e fazer com que este atinja o seu objetivo com mais facilidade.

Aqui, método é extremamente importante, seja através de uma metodologia própria, como é o caso da Cadastra ou squads trabalhando em metodologia ágil com um time de Growth, o importante é definir etapas e segui-las sem se sabotar.

Content

O conteúdo é rei! A primeira vez que li essa frase foi em 2004, no Livro “Não me faça pensar” de Steve Krug, na época disruptivo, hoje, tão necessário quanto a água, os conteúdos, seja textual, por vídeo, imagem ou áudio (podcast) são a grande “cola” para que os demais Cs se conectem e façam com que o nosso Cliente (Customer) compre conosco e não com os nossos concorrentes. O nosso conteúdo é a nossa visão sobre aquele determinado produto ou serviço e dentre os 5Cs é sim o de maior valor, pois este quando é único e adequado ao nosso cliente, ele não só irá comprar conosco, mas também, recomprar e indicar o nosso site.

“One C to rule them all”

Os 5Cs são bastante importantes e quando falamos sobre a Experiência do usuário ou Experiência do cliente, devem ser a fundação para um e-commerce de sucesso. Alguns especialistas defendem que a pandemia gerou o chamado “Fim do começo da era das compras virtuais” e com isso o campo para inovação é maior do que nunca, mas independente do caminho que o e-commerce deve percorrer, o foco no cliente ainda será o ponto central por muito tempo e garantir sua experiência e satisfação a base de sua operação.

*Victor Magalhães é Digital Operations Director na Cadastra, empresa pioneira em serviços digitais em comunicação, tecnologia e dados no Brasil – 14/07/21 – Por que devemos dominar os 5Cs do E-commerce? – ADNEWS

Sam’s Club aposta em tecnologia que permite que clientes escaneiem e despachem produtos

Tecnologia calcula os itens que cabem no porta-malas do carro do consumidor e processa o envio das mercadorias maiores

Clube de compras do Walmart, o Sam’s Club está testando nos Estados Unidos uma nova ferramenta digital batizada de Scan & Ship. A ideia é melhorar a experiência de compra, facilitando todo o processo de pagamento e transporte dos produtos até a casa dos consumidores.

Ao permitir que os produtos sejam escaneados com um smartphone, a tecnologia calcula numa única operação os itens que cabem no porta-malas do carro do consumidor e processa o envio das mercadorias maiores diretamente para o local de entrega.

“Queremos ter produtos ótimos a preços disruptivos. E queremos ter certeza de que estamos provendo conveniência a nossos membros”, disse Kath McLay, CEO do Sam’s Club, à CNBC. “O que de fato aprendemos na pandemia é que precisamos nos manter fiéis a essa estratégia.”

Take away na pandemia

Durante a crise sanitária, o Sam’s Club implementou sistemas de take away em todas as suas lojas nos EUA. Com o serviço Scan & Ship, é ideia é contar com opções digitais para se destacar dos concorrentes. O novo serviço se tornará um recurso do Scan & Go, que permite aos clientes registrar as compras com um smartphone à medida que adicionam itens aos carrinhos de compras.

A empresa também projetou e lançou para os funcionários ferramentas baseadas em aplicativos, incluindo um serviço habilitado para voz chamado Ask Sam, que ajuda a localizar itens e responder às perguntas dos clientes.

Ao testar e lançar novas maneiras de os consumidores fazerem compras, o Sam’s Club impulsionou seu próprio crescimento e se tornou uma incubadora de tecnologia para sua empresa-mãe.

As vendas online e em lojas abertas há pelo menos 12 meses cresceram mais rápido no Sam’s Club do que no Walmart no ano passado. No primeiro trimestre, o crescimento em lojas físicas e no e-commerce do Sam’s Club nos EUA foi de 7,2% e 47%, contra 6% e 37% no Walmart.

 de Redação – 14 de julho de 2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/07/14/sams-club-aposta-em-tecnologia-que-permite-que-clientes-escaneiem-e-despachem-produto

A importância do SEO na estratégia de marketing digital

Atualmente usamos os sites de buscas como o Google para perguntar sobre tudo. Como fazer transferência de dinheiro para o exterior? O que é Data Driven Marketing? O que é SEO? Como se preparar para o fim dos cookies? Qual é a previsão do tempo em Ubatuba no final de semana? O que é a LGPD? O que é Cringe? Enfim… sempre que precisamos de alguma informação, esta é forma mais utilizada pelos usuários na internet para conseguir as respostas para suas dúvidas. Sendo assim, qual é a importância do SEO na estratégia de marketing digital do meu negócio?

O que é SEO? Qual é o significado da sigla SEO?
SEO (Search Engine Optimization) é o conjunto de práticas e atividades que são capazes de melhorar o posicionamento do meu site no ranking orgânico do Google e de outros sites de busca como o Bing e o Yahoo!.

O que é SEM? Qual é o significado da sigla SEM?
SEM (Search Engine Marketing) é a estratégia de Marketing Digital que usa da visibilidade dos sites de buscas (Google, Bing e Yahoo!) para divulgar um site, negócio, serviço ou produto. Esta iniciativa envolve o investimento em mídia paga para ter seu anúncio exibido para usuários de acordo com sua estratégia de segmentação. Por exemplo: quero exibir o meu anúncio sobre Mídia Performance para todos usuários que pesquisarem pelo termo “Consultoria de Marketing Digital”, sendo que eu quero atingir apenas usuários de 30 a 60 anos que estão nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Em quais canais eu posso aplicar as técnicas e melhores práticas de SEO?
Sites (incluindo os principais CMS), Mídias Sociais, APPs, Blog, Press Releases, Campanhas.

SEO – Principais Ganhos:

  • A consultoria de SEO Performance melhora o posicionamento dos canais digitais da empresa no ranking orgânico dentro dos principais buscadores da internet (Google, Bing e Yahoo);
  • O trabalho de SEO resulta no aumento do tráfego de usuários no site da empresa (aumento de 20 a 40% no número de visitantes após aproximadamente 7 meses de trabalho);
  • Geração de novos negócios: com o aumento do tráfego orgânico de usuários provenientes do Google e outros sites de buscas, naturalmente você vai observar um aumento nas conversões realizadas pelo site.


“Na maioria dos casos, o trabalho de SEO precisa de quatro meses a um ano para implementar melhorias e, em seguida, ver benefícios potenciais.”

Google Developers Experts Program 

SEO em números: confira a importância do SEO na estratégia de marketing digital.

  • As taxas de conversão são em média 10 vezes maiores na pesquisa orgânica do que em redes sociais;
  • A primeira posição nos resultados de pesquisa orgânica do Google tem uma taxa de cliques de 34,36%;
  • As duas principais atividades online dos usuários são pesquisa em mecanismos de busca e checagem de email;
  • A estratégia de SEO é adotada por 69,3% das empresas brasileiras;
  • 28% das buscas por algo localizado nas proximidades resultam em uma compra;
  • Os e-commerces brasileiros que investem em SEO conseguem conquistar 13,2 vezes mais visitantes e 5,7 vezes mais clientes;
  • 93% de todo o tráfego vem de um mecanismo de busca;
  • Mais de 63% de todas as pesquisas são realizadas usando o Google;
  • 75% dos usuários nunca cliquem em resultados após a primeira página dos resultados de pesquisa;
  • No Google, 18% dos cliques orgânicos vão para o primeiro resultado da busca, 10% vão para o segundo e 7% vão para o terceiro.

Quais os serviços envolvidos no trabalho de SEO Performance?

Consultoria de SEO Performance contempla uma estratégia completa de otimização, passando por pontos como:

  • Pesquisa de keywords, incluindo o estudo de palavras-chave de mercado e relacionadas aos produtos e serviços oferecidos pelo cliente;
  • Estudos de ranking, benchmark de concorrentes e análise de autoridade do domínio nos principais sites de buscas, sendo que o levantamento deve considerar as keywords pesquisadas e definidas para a estratégia de conteúdo e SEO;
  • Estudo de Conteúdo e Fluxo de Site / LP e Redes Sociais do cliente;
  • Revisão On-Page Completa;
  • Análises Técnicas;
  • Criação e Adaptação de Conteúdos;
  • Relatórios de Acompanhamento;
  • Análise e proposição de soluções técnicas para otimização e performance orgânica;
  • Mapeamento de arquitetura cliente + ajustes ou desenvolvimento estrutural;
  • Otimização de Estruturas de URL e Metadados;
  • Avaliação técnica das tags de SEO;
  • Auditoria de rastreamento, carregamento e usabilidade.

Métricas & Performance: como posso analisar a importância do SEO na estratégia de marketing digital?

Para um trabalho de SEO Performance, é importante traçar metas. Veja abaixo alguns exemplos e modelos de avaliação de desempenho:

  • Posição no Ranking: como exemplo para a aunica, o objetivo pode ser melhorar a posição do meu site no ranking de buscas pelos termos relacionados ao meu negócio como: “Data Driven Marketing”, “Marketing Digital”, “SEO Performance”, entre outros. Analisamos a posição atual no ranking orgânico do Google e definimos uma posição que buscamos atingir e o prazo que esperamos obter o resultado almejado. Por exemplo: para a busca pelo termo “Data Driven Marketing”, hoje meu site está em 7º lugar e eu quero estar no Top 3 daqui 6 meses.
  • Tráfego Orgânico no Site: hoje tenho um tráfego (unique users) de 130 mil usuários por mês e queremos aumentar em até 40% o tráfego no período de 1 ano.
  • Conversões via Tráfego Orgânico no Site: hoje tenho uma média de 2.600 transações no meu site e quero aumentar para 4.000 em 1 ano.

Principais Indicadores de Performance:

  • Volume de visitas (tráfego orgânico);
  • Taxa de conversão (tráfego orgânico);
  • Ranking de Keywords (evolução + comparativo com concorrentes).

Quais as melhores ferramentas para desenvolver um projeto de SEO profissional?
A atividade de SEO Performance realizada de forma avançada e profissional requer o uso de ferramentas e plataformas. Veja a seguir algumas das principais:

  • AppBot
  • Ahrefs
  • SEMRush
  • SensorTower
  • Sitechecker
  • Screaming Frog
  • Uptime Robot

Cursos de Marketing Digital e SEO Grátis

30/06/21 – Alexandre Azevedo – A importância do SEO na estratégia de marketing digital – ADNEWS

NÃO SE FAZ MAIS SEO COMO ANTIGAMENTE

O Marketing de Busca é importante e usado há anos por profissionais de marketing digital, mas desde o nascimento dos buscadores, sejam eles o Architext (1993) ou o Google (1997), que as formas de trabalho mudaram bastante. Os fatores de ranqueamento mudaram, uns caíram e outras perderam peso, mas a cada dia o Google que se tornou uma marca de valor, vem desenvolvendo seus algoritmos para oferecer cada vez mais uma melhor experiência com o usuário.

Se em 2007 o importante para quem trabalhava com SEO era otimizar um site que fosse amigo do robô, ou seja, um site que atendesse a critérios técnicos de otimização para posicioná-los nas primeiras páginas dos buscadores, agora o jogo virou.

SEO nos dias de hoje está muito mais atrelado a User Experience (UX) do que a otimizações em PHP ou em plataformas de E-commerce. Não é que o título deixou de ser importante, mas não vai adiantar ter um site com os títulos otimizados se, ao mesmo tempo, o usuário não conseguir comprar o produto por demorar muito a carregar ou por não ser um site seguro (sem HTTPs, SSL etc).

O Google possui vários algoritmos e cada um deles se preocupa com o ranqueamento como um todo. Ao longo dos anos, várias mudanças são feitas nesses algoritmos.

Minha percepção diz que o povo só ficou mais atento às mudanças nos algoritmos do Google, quando duas mudanças grandes foram implementadas e são elas: o Panda e o Penguin entre 2011 e 2012. Várias mudanças em diversos algoritmos tiveram a sua importância, mas estas duas foram mudanças drásticas em seus lançamentos e chamaram a atenção dos profissionais de SEO para terem um olhar mais atento aos impactos que os algoritmos do Google podem causar.

Quando eu falo em Google, eu estou apenas preocupado com a maior fatia de mercado, não que os outros buscadores não sejam importantes, mas o Google hoje possui mais de 90% do share de buscas (mundo), então, vamos focar nele e nos seus sistemas de ranqueamento.

O Panda está em constante atualização desde 2011 e seu principal foco é punir conteúdo ruim. Como em 2011 e 2012, as pessoas produziam conteúdo imaginando que um robô fosse ler e fosse só buscar as keywords, o que ocorreu é que a inteligência do algoritmo panda era mais sábia do que o que se imaginava e na época, vários sites perderam ranqueamento por terem conteúdo ruim.

O Penguin está na ativa, desde 2012 e foca em avaliar as estratégias de link building dos sites e como em 2012, muitas empresas faziam traquinagens para conseguir links e tentar melhorar a autoridade, muitos sites foram punidos em 2012 também.

Existem ainda algoritmos como o Mobile Friendly, o Possum, criado em 2016 e focado em buscas locais e Google Maps, o Hummingbirdque está na ativa desde 2013 e tem uma preocupação mais semântica do conteúdo.

Ao invés de povoar o conteúdo com palavras-chave repetidas, fazendo o keywordstuffing (blackhatseo), o ideal é distribuir estas palavras de forma mais estratégicas no decorrer do texto e nos headingtitles (H1, H2, H3, H4 … até H6), ou seja, você pode estruturar seu site em até seis níveis trabalhando as palavras nestes subtítulos.

Em março de 2018, veio o Mobile First, que passou a priorizar a versão para dispositivos móveis dos sites. Já o Mobile Speed é uma versão lançada em Julho de 2018 e valoriza quem melhorar a experiência de carregamento do site nos dispositivos móveis.

Em Agosto de 2018, foi lançado o Medic Core, que impactou sites na área de saúde e sites de monetização. O objetivo é evitar que informações duvidosas como, por exemplo, um post sobre “10 dicas milagrosas para perder 10 quilos em dois dias” ou “5 dicas para chegar ao primeiro milhão em 1 mês” ocupassem as primeiras posições do Google.

Em Outubro de 2019, o Google lançou o Google BERT, que consegue interpretar cada consulta quase como um cérebro humano faz. As falhas são poucas e ele consegue fazer isso em português BR também. O BERT consegue identificar quando você está falando de uma manga saborosa (fruta) e quando está falando de uma manga curta (roupa).

Depois veio o core update em 2020 e basta clicar para saber mais sobre ele.

Agora, está previsto para maio de 2021 o lançamento do Google Page Experience que de acordo com o que já foi divulgado, vai priorizar o tempo de carregamento do site e outras variáveis que impactam em uma boa experiência com o usuário, ou seja, para fazer SEO hoje em dia, não adianta ficar preso com um racional focado em fatores técnicos, pois a maioria das plataformas já estão otimizadas ou possuem templates otimizados para esses fatores técnicos como URL amigável, árvore de categoria fácil de organizar, título do produto como <h1>, espaço para uma boa quantidade de conteúdo na descrição do produto, entre outros.

SEO agora, é sinônimo de boa experiência com o usuário.

Qual o papel do Especialista ou Gestor de SEO?

Um gestor de SEO deve se preocupar em ter um olhar atento às mudanças frequentes que ocorrem nos algoritmos e ter em sua equipe um bom desenvolvedor para implementar mudanças que melhorem experiência com o usuário como tempo de carregamento, redução do tamanho dos arquivos de imagens e otimização de CSS e Java Script. São apenas alguns exemplos, mas SEO não é só isso.

Além disso, precisa ter um bom profissional de UX e CRO para pensar as estratégias e desenvolver testes que melhorem a experiência de compra nas lojas virtuais e deve também possuir um bom profissional de conteúdo que saiba escrever bem para o público-alvo da empresa.

Não se trata de qualquer texto, sobre qualquer coisa relacionada ao produto. Falo na verdade de conteúdos diferenciados! Um home brew ou sommelier de cervejas para produzir conteúdo para um clube de assinatura de cervejas ou loja de cervejas artesanais. Um médico para produzir conteúdo sobre medicina e um engenheiro ou arquiteto para escrever sobre construção civil, por exemplo: O estilista fala de moda e o professor ou pedagogo fala de educação.

O conteúdo está sendo sempre avaliado e por algoritmos diferentes, então, pensar na produção de um conteúdo que realente entregue valor ao cliente, é hoje em dia um grande diferencial.

Se o gestor ou especialista for um profissional de UX, ou um DEV ou um bom redator ou conteudista, ele até pode abrir mão de ter esse papel / recurso em seu time, mas SEO hoje, não é só um especialista de SEO e um desenvolvedor. Ter um profissional de conteúdo e um profissional de UX, no time, é fundamental.

Pense nisso tudo antes de contratar a sua consultoria de SEO.

26 de março de 2021 – Por Gustavo Loureiro | Digital Marketing CubeNÃO SE FAZ MAIS SEO COMO ANTIGAMENTE – Abradi

Social Commerce: 74% dos brasileiros usam redes sociais para comprar

O consumo online, que já vinha crescendo significativamente antes da pandemia, hoje se tornou um hábito para 86% dos brasileiros. E como boa parte das pessoas está nas redes sociais — são 4,2 bilhões de usuários no mundo, segundo a We Are Social —, o avanço do Social Commerce, que engloba o relacionamento mais próximo com os compradores e a prática de compra e venda via redes sociais, ocorre a passos largos.

De acordo com pesquisa Social Commerce, realizada pela All iN | Social Miner, em parceria com a Etus e a Opinion Box, 37% dos usuários fazem uma visitinha às lojas digitais pelo menos uma vez por mês em busca de ofertas, e 23% acessam a rede semanalmente para fazer compras. Para pesquisar itens de desejo, 76% dos consumidores já recorrem às redes sociais — 56% deles para ter acesso a avaliação de outros clientes, e 54% para comparar preços.

Segundo o levantamento, os clientes das classes A e B são os que mais se interessam pela experiência de compra de outras pessoas (75%), enquanto entre o público de classe C, D e E, a porcentagem fica em 65%.

Para André Patrocínio, CEO da Etus, isso indica que os consumidores acreditam que as redes sociais têm possibilitado o acesso a uma avaliação real sobre o produto e a loja. “Quem está pesquisando quer saber a opinião de quem já comprou para ter certeza se o produto é de boa qualidade, se o tempo de entrega, preço e atendimento valem à pena, bem como se a compra é segura. Os comentários ficam visíveis, e isso pode ser bastante positivo à marca — ou não. Por isso, é fundamental garantir um bom atendimento nas redes sociais, e também no site e aplicativo”, explica Patrocínio.

O Instagram é o preferido por quem usa as redes para buscar produtos (62%), seguido pelo Facebook (61%), Google Shopping (61%) e WhatsApp (37%):

Na hora da compra, qual canal é o escolhido pelos clientes?

Dos 86% que têm o costume de consumir online, 74% o fazem pelos sites e aplicativos, 18% nas lojas físicas, e 8% pelas redes sociais. Falando especificamente dos que usam as redes sociais para consumir, a maioria recorre ao Google Shopping (53%) e ao Instagram (50%):

Entre as razões pelas quais as pessoas escolhem comprar nas redes sociais, há uma gama de opiniões diferentes que vão desde preço, rapidez, e acesso a mais informações sobre os produtos, à facilidade e praticidade ao pesquisar e à possibilidade de encontrar lojas menores, de pequenos e médios produtores:

Segundo a pesquisa, além dos preços (54%) e praticidade (49%), há pessoas que se sentem mais seguras ao comprar em sites e apps (44%), e outras que querem ter acesso a mais opções de produtos (44%).

A importância das avaliações no Social Commerce

O levantamento ainda revela que 75% dos consumidores têm o hábito de avaliar lojas e marcas das quais compram, 62% fazem isso nos sites das lojas/marcas, 35% em sites como o Reclame Aqui, e 34% nas redes sociais da marca, ou nas suas próprias redes sociais (que é a opção de 26% dos respondentes).

Os dados mostram também que 56% aderiram às redes sociais para pesquisar sobre produtos com o intuito de ter acesso às avaliações de outros compradores, e 67% vão direto aos comentários de outros clientes para saber como foi a experiência deles com a marca.

Para André Patrocínio, é fundamental que as empresas — incluindo pequenos produtores — percebam que Instagram, Facebook, Whatsapp, conhecidas redes de relacionamento entre amigos e familiares, se abriram e ganharam força quando o assunto é comércio, e se atentem mais a estratégias que incluam esses canais, até porque, proporcionar uma jornada omnichannel aos consumidores hoje é algo essencial, visto que 60% já consomem de forma híbrida no país.

“As redes sociais têm se mostrado uma importante vitrine — tanto para o lado positivo quanto para o negativo — e uma grande ferramenta de fidelização, tanto às grandes marcas, que conseguem dividir com os potenciais compradores a rotina de produção dos itens e serviços oferecidos, convidando-os a interagir e fazer parte desse dia a dia, quanto aos pequenos produtores e comércios locais, que conseguem divulgar seus negócios de maneira orgânica. Cabe aos varejistas investir em uma boa comunicação e uma boa experiência aos usuários para que suas qualidades sejam amplificadas por meio das redes”, afirma o CEO da Etus.

22/06/21 – Redação – https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/social-commerce-brasileiros-redes-sociais-comprar/

Storyselling: como e por que fazer?

O storyselling pode aumentar suas vendas de forma significativa – e não tem nada de difícil nisso

Algum tempo atrás, as empresas estavam preocupadas com que seus clientes soubessem o preço e os diferenciais dos produtos que eles potencialmente comprariam.

Com o tempo, essa percepção mudou. Não por isso, novos conceitos dentro do universo do marketing digital surgiram, como o próprio marketing de conteúdo e mesmo o storytelling. Agora, no entanto, se há um conceito em alta, ele se chama storyselling.

A troca da letra “t” pelo “s” diz muito mais do que imaginamos: enquanto no storytelling as empresas estavam preocupadas com a conexão do possível cliente com a marca, no storyselling elas precisam estar focadas também na tentativa de estimular uma compra.

No storyselling – um estilo de técnica e escrita – é preciso atrair o cliente de forma orgânica e natural, apresentando as melhores qualidades de seu produto, bem como seus benefícios. Você não divulgará apenas as vantagens, mas criará um conteúdo cativo para demonstrar estas vantagens, sem ser “chato” e, mais, sem “incomodar” seu possível cliente em um mundo cheio de concorrência.

Mas, e aí, por que você deveria fazer?

A primeira razão é a humanização da marca. Quanto mais bem construída a história, mais chances você tem de prospectar seu cliente e fazer com que ele pare para entender e conhecer seus produtos. Sendo assim, terá mais chance de fazer com que a história esteja próxima à realidade do leitor.

Ao passo que humaniza, você também consegue despertar emoções outras do seu cliente. Quando pensamos em um conteúdo exclusivamente técnico e prático, sabemos que as emoções não serão captadas e que, muito provavelmente, a comunicação não será satisfatória – ainda que eficiente no sanar as dúvidas, por exemplo.

Mais do que tudo dito, o storyselling também pode servir como uma alternativa de ouro, visto que não necessita de grandes investimentos. É simples e prática; te diferencia da concorrência e ainda ajuda a impactar positivamente seus clientes e te faz relevante no mundo digital.

Erick Custódio é CEO e fundador da Agência Somma – 16/06/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/06/16/storyselling

ESG na prática

O ESG é a sigla para “environmental, social and governance“, ou ASG em português (“ambiental, social e governança”). Significa o quanto a empresa possui na sua operação práticas corporativas que se relacionam com sustentabilidade corporativa, responsabilidade social, práticas sustentáveis, ética e transparência nos negócios.

Essa sigla não é uma buzzword do mundo de negócios. A Global Sustainable Investment Alliance (colaboração de organizações associadas com foco em investimentos sustentáveis) divulgou recentemente que cerca de US$ 30 trilhões de ativos globais sob gestão estão investidos hoje em estratégias associadas ao ESG.

E não é de agora. A denominação ESG surgiu em uma conferência internacional realizada em 2005, “Who Care Wins”, que reuniu investidores, gestores de ativos, analistas e consultores globais, além de órgãos governamentais e demais instituições, trazendo à tona a relevância das iniciativas e práticas ambientais, sociais e de governança das empresas para a sustentação dos investimentos a longo prazo.

E que faz todo o sentido! Uma empresa saudável e sustentável vai além da performance financeira. Ela precisa ter uma governança corporativa representada pelo conselho administrativo que pauta as discussões relevantes para a empresa com métricas claras e específicas para orientá-la para o futuro com ética e transparência, bem como práticas sociais que garantem minimamente a qualidade de vida dos seus colaboradores. Também precisa representar a sociedade em termos de diversidade para poder conhecer o contexto de seus consumidores e as práticas que impactam o meio ambiente e que podem por em risco a credibilidade da empresa.

Na perspectiva de investidores, as empresas que são bem avaliadas no ESG se tornam ainda mais importantes para alocação dos investimentos. Segundo a XP investimentos, o primeiro filtro dos investidores é feito pelo ESG e depois o seu valuation e custo do ativo.

Com o consumidor mais informado e mais consciente nas suas escolhas em um mercado altamente competitivo, as práticas sociais e ambientais se tornam fatores de escolha especialmente no pós-pandemia. E, por fim, para que a empresa seja sustentável ao longo do tempo, é também essencial ganhar na competição da atração e retenção de talentos, reduzindo seu turnover.

Em suma, as práticas de ESG se tornam uma vantagem competitiva, reduzindo riscos a longo prazo e tendo um alto retorno sobre quaisquer necessidades de investimentos.

Para começar a praticar o ESG, nada melhor do que realizar um diagnóstico inicial para desenvolver um planejamento estratégico tomando como base as áreas de oportunidades levantadas. Se a empresa for de capital aberto, pode seguir o ISE (Indice de Sustentabilidade Empresarial) da B3 ou mesmo realizar algumas perguntas de base, como:

Questões ambientais:

  • Qual é o impacto ambiental que minha empresa exerce?
  • Quais são as tecnologias existentes que podem contribuir para reduzir o impacto ambiental da minha empresa?

Questões sociais:

  • Como está o turnover da minha empresa?
  • Qual qualidade de vida que está sendo oferecida para meus colaboradores?
  • A minha empresa representa a sociedade que vivemos em termos de diversidade?
  • Quais são as iniciativas da empresa que permitem uma melhor condição de vida para a comunidade?

Questões de governança:

  • Temos metas estratégicas conectadas com ESG?
  • A minha empresa incentiva as práticas sociais e ambientais na minha empresa em todas as áreas?
  • Quais foram as últimas iniciativas implantadas?
  • Meus executivos possuem indicadores de performance de ESG conectados com sua remuneração?

Importante mencionar que não é somente a alta gestão que precisa estar atenta e direcionar práticas de ESG. As iniciativas ESG precisam estar embutidas na cultura da empresa. Todas as áreas devem pensar e praticar iniciativas relacionadas a ela.

Renata Martins é gerente sênior da Gouvêa Consulting. – 15/06/21 –

https://mercadoeconsumo.com.br/2021/06/15/esg-na-pratica
Imagem: Envato/Arte/Mercado&Consumo

Eficiência no Digital: User Experience (UX) tem papel decisivo para marcas

No mundo contemporâneo, UX tornou-se indispensável na comunicação e nos negócios; área vem crescendo em agências. Saiba mais

O surgimento das tecnologias digitais trouxe impactos significativos sobre as formas de apresentar produtos e, num cenário supercompetitivo e difuso, nunca foi tão difícil atrair e manter a atenção do cliente diante da imensidão de marcas e itens disponíveis a apenas um clique. Além disso, se antes, os consumidores decidiam suas compras baseando-se no produto em si e numa quantidade limitada de informações, hoje os hábitos de consumo são muito mais complexos. Cada vez mais as novas gerações avaliam toda a experiência que têm com as marcas, estabelecendo com elas uma relação muito mais íntima e criteriosa. Nesse contexto, uma área tem ganhado um crescente destaque: o User Experience (UX).

User Experience (UX), que significa, literalmente, “a experiência do usuário”, um campo muito mais amplo do que apenas o relacionado a interfaces digitais, como explica Guilherme Andrade, Head de UX na agência Gotcha!.

“O User Experience vai muito além de desenvolver sites e funcionalidades, ele abrange toda uma pesquisa minuciosa, captando o máximo de dados possível, traçando todos os pontos de contato que o cliente tem com o produto e a marca, para realizar, assim, um diagnóstico completo dos problemas e apontamento das possíveis soluções”, explica Andrade.

Ou seja, o profissional de UX é responsável por analisar todas as interações que o usuário tem com o produto ou serviço, levantando todas as suas dificuldades e propondo ajustes e mudanças a fim de tornar a experiência do cliente tão prazerosa e satisfatória a ponto dele esquecer até o nome dos concorrentes. “Com um mapeamento preciso é possível entregar uma análise tão detalhada que, muitas vezes, o cliente muda até a percepção de seu modelo de negócio, pois recebe uma consultoria muito aprofundada. Hoje, o User Experience tem um papel estratégico e indispensável para qualquer empresa que deseja ter destaque e relevância no mercado”, aponta o UX designer.

Vivendo o dia a dia da empresa

Para desempenhar esse papel estratégico, Guilherme Andrade explica que na fase de mapeamento, muitas vezes, a equipe passa semanas imersa na empresa que está analisando, acompanhando o dia a dia de todas as operações e identificando todas as necessidades do usuário. Somente após esse período de análises, conhecido como Product Discovery, é que são propostas as melhores soluções para o negócio.

“Muitas vezes, pequenos ajustes além de gerar impactos positivos na experiência do usuário também resultam em redução de gastos desnecessários na empresa”, ressalta Andrade.

No entanto, como o Head de UX aponta, para obter esses resultados, é preciso uma grande sinergia entre diversas áreas, como Criação, Relações Públicas, entre outras. “Na Gotcha! temos o diferencial de conseguir entregar todos os pontos relacionados à UX dentro de um só escopo e orçamento, pois temos essa visão 360º, integrando todos os departamentos, o que proporciona um resultado muito mais alinhado aos objetivos de crescimento de uma empresa ou marca”, conclui.

Adnews – 14/06/21 – Eficiência no Digital: UX tem papel decisivo para marcas (adnews.com.br)

Facebook e Instagram anunciam novas formas para ajudar criadores a monetizar

As atualizações de hoje são parte dos esforços para apoiar criadores enquanto constroem suas carreiras nas plataformas do Facebook e Instagram. Eles estão fazendo um progresso incrível e teremos mais informações para compartilhar nos próximos meses.

Na sessão de abertura do Creator Week, Mark Zuckerberg compartilhou algumas atualizações e disse: “Nosso objetivo é ser a melhor plataforma para criadores de conteúdo como vocês ganharem dinheiro. E, se você tem uma ideia que deseja compartilhar com o mundo, você deve ser capaz de criá-la e divulgá-la com facilidade e simplicidade – no Facebook e no Instagram – e então ganhar dinheiro com seu trabalho”.

Como o Facebook e o Instagram ajudam você a ganhar dinheiro

No Facebook, eles ampliaram os produtos de apoio aos fãs (como Assinaturas de fãs e Estrelas), disponibilizando-os para ainda mais criadores de conteúdo. Como por exemplo:

Assinaturas de fãs: os fãs podem demonstrar apoio direto a você por meio de pagamentos recorrentes mensais. Agora, qualquer Página nestes mercados que atenda os critérios de qualificação poderá se inscrever aqui.

Estrelas: as Estrelas são ótimas para ajudar você a obter receita nos streams ao vivo. Seus fãs podem comprar Estrelas e enviá-las para você nos comentários. Além disso, agora é possível definir metas de Estrelas, adicionar cartões de agradecimento automáticos e outras ferramentas no Estúdio de Criação. Os criadores de conteúdo nestes mercados podem expressar interesse e começar aqui.

Os anúncios in-stream continuam evoluindo no Facebook, permitindo que você monetize mais tipos de vídeo com anúncios. Entenda mais abaixo:

Anúncios em vídeos curtos: use anúncios de imagem e post-roll para monetizar conteúdo de 60 a 180 segundos de duração com anúncios de imagem e post-roll. Estamos testando esses dois formatos de anúncio sem interrupção em vídeos curtos envolventes, além de investir em soluções de monetização para conteúdo de longa duração.

Anúncios para vídeos ao vivo: agora, os vídeos ao vivo podem ser usados para anúncios de uma maneira totalmente nova. Monetize vídeos transmitidos ao vivo e permita anúncios mid-roll no seu stream ao vivo enquanto o stream é exibido em uma janela menor.

Novas experiências de anúncio: estamos trabalhando para aumentar os pagamentos gerais dos criadores de conteúdo no Watch. Por exemplo, estamos testando uma opção que permite que as pessoas comecem a assistir aos vídeos no Feed de Notícias e continuem assistindo no Watch após visualizarem um anúncio curto.

Também eles estão ampliando o acesso para criadores de conteúdo do Facebook e Instagram para o Gerenciador de Colaboradores da Marca, que ajuda você a encontrar parceiros de marca em potencial e colaborar com eles.

Para criadores de conteúdo que organizam eventos online, eles começaram a convidar Páginas do Facebook para uma nova forma de monetização, chamada eventos online pagos.  Nela, há uma cobrança de uma taxa única de acesso quando os convidados se inscrevem para participar do evento. Em breve, teremos mais novidades para compartilhar.

Recentemente, também foi anunciado algumas atualizações interessantes sobre maneiras de ganhar dinheiro por meio do Instagram Live e IGTV. De início, ainda estão testando os selos no Instagram Live. Eles podem ser comprados pelos visualizadores que desejam demonstrar apoio aos seus criadores de conteúdo favoritos. Os fãs que comprarem selos no Live ficarão em destaque nos comentários e desbloquearão recursos adicionais, incluindo inclusão na lista de detentores de selos do criador de conteúdo e acesso a um coração especial.

Eles ainda introduziram anúncios no IGTV para dar apoio aos criadores de conteúdo, compartilhando a receita do anúncio. Os anúncios de vídeo serão desenvolvidos para dispositivos móveis, com até 15 segundos de duração. Ainda estão testando várias experiências nos anúncios do IGTV com um grupo pequeno de criadores de conteúdo e anunciantes nos EUA. E ampliaram o recurso aos poucos conforme aprimorarmos a experiência.

No começo deste mês, também foi apresentada ótimas novidades sobre as Lojas do Facebook além dos investimentos que temos feito em recursos como a loja do Instagram, compras ao vivo e muito mais, facilitando a compra e venda online. Os criadores de conteúdo e as marcas poderão marcar os produtos em suas Lojas ou no catálogo do Facebook antes de disponibilizá-los online. Esses produtos serão exibidos na parte inferior do vídeo para que as pessoas possam tocar facilmente neles para saber mais informações e comprar.

Melhorias no novo Estúdio de Criação

É provável que você já saiba gerenciar, publicar e monetizar vídeos em uma única localização centralizada usando o Estúdio de Criação. O Facebook acaba de compartilhar as melhorias feitas na experiência do Estúdio de Criação com o aplicativo de criação e agendamento de publicações no Estúdio de Criação, e a possibilidade de entrar no Estúdio de Criação usando as credenciais do Instagram, além de novas informações.

Agora, estão ampliando informações de vídeo com o Estúdio de Criação para ajudar você a controlar mais seu conteúdo. Você encontrará informações mais detalhadas no novo painel de detalhes de vídeo no Explorer, além de métricas por hora para seus vídeos.

Nicole Fanti Siniscalchi – 09/06/2021 – Como o Facebook e o Instagram ajudam você a ganhar dinheiro (adnews.com.br)