Nespresso inaugura em São Paulo a primeira loja com novo conceito global

Por Imprensa Mercado & Consumo - 

A Nespresso inaugurou esta semana, em São Paulo, a primeira boutique com um novo conceito de operação que será replicado mundialmente pela marca. “A loja pretende por o cliente no centro do serviço oferecido a ele”, explicou Claudia Leite, gerente de cafés e sustentabilidade da Nespresso no Brasil. A nova unidade está localizada na Rua Oscar Freire, um dos endereços mais nobres da capital paulista.

Entre as transformações do modelo de loja da companhia está o uso de tecnologia. “Teremos uma mudança de caráter arquitetônico que facilitará a movimentação. Serão retirados os balcões e o atendente poderá acompanhar o cliente com um tablete apresentando os produtos”, disse Claudia.

O design da boutique foi feito pelo arquiteto português Gonçalo Silva. Na decoração procura-se destacar a preocupação com sustentabilidade da companhia. Os tampos das mesas, por exemplo, são produzidos com uma mistura de borra de café e resina. Ao fundo, há um bar para degustação dos produtos. Nesse espaço, o cliente terá oportunidade para aprofundar seus conhecimentos. Praticamente, teremos ações gratuitas de hora em hora. São masterclasses, atividades conduzidas por um especialista”, disse Claudia.

A loja também manterá o aprendizado sobre os cafés da empresa como um dos objetivos da operação, como era feito anteriormente na unidade Nespresso Expertise Center, que ficava localizada na Rua Padre João Manuel, também no Jardim Paulista, mas que foi fechada em julho de 2018.

Na unidade, os consumidores poderão conhecer a origem dos grãos utilizados nas cápsulas e saber algumas curiosidades sobre a produção dos itens da marca. É possível também saber mais sobre o programa de reciclagem da Nespresso.

O espaço receberá quatro tipos de workshops com duração máxima de 20 minutos. Nas palestras serão apresentados diferentes temas relacionados ao universo do café, como origens, intensidades, aulas de degustação e preparação de diferentes bebidas que usam o café como base.

O piso superior da loja contém um ateliê para a realização de oficinas, onde os consumidores poderão, por exemplo, abrir as cápsulas para conhecer o pó do café e saber as alterações pelas quais ele passa em contato com o ar. “Falaremos de maneira mais profunda, mas não somos uma escola e não daremos certificados. É para conhecer com mais detalhes a bebida que tomamos”, explicou Claudia. Em um primeiro momento, este espaço funcionará apenas para convidados.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2019/01/11/nespresso-inaugura-em-sao-paulo-a-primeira-loja-com-novo-conceito-global

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Facebook inaugura pop-up stores em lojas da Macy’s

Por Imprensa Mercado & Consumo  – 7 de novembro de 2018

O Facebook anunciou a abertura de pop-up stores em nove lojas diferentes da Macy’s. Nelas estarão disponíveis produtos de 100 marcas, algumas delas selecionadas por serem as “mais amadas” no Instagram e no Facebook. Entre elas estão a Love Your Melon, de moda, que trabalha com a conscientização e luta contra o câncer pediátrico e a Two Blind Brothers, que é uma empresa de roupas sem fins lucrativos, doando todos os recursos das vendas para pesquisas sobre cegueira.

As pop-up stores estão localizadas em unidades da Macy’s em Atlanta, San Antonio, Los Angeles, Las Vegas, Nova York, São Francisco, Seattle, Fort Lauderdale e Pittsburgh e irão funcionar até fevereiro de 2019.

A ação do Facebook pode ser um indicativo dos próximos passos da empresa no varejo de hardware. A companhia lançou o Oculus Rift, de Realidade Virtual e o Portal, um dispositivo para a realização de chamadas de vídeo.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/11/07/facebook-inaugura-pop-up-stores-em-lojas-da-macys/

Via Varejo lança lockers em postos de combustível no Rio de Janeiro

Por Imprensa Mercado & Consumo

A Via Varejo lançou lockers no Rio de Janeiro, localizados em postos de combustível. Os armários são operados em parceria com a InPost e a rede Ipiranga, e estão nos bairros de São Cristóvão, Jacarepaguá, Jardim Botânico, Botafogo e em dois locais na Barra da Tijuca.

Os clientes das redes Pontofrio, Casas Bahia e Extra podem comprar online e escolher a opção de retirar as compras nos lockers, em um modelo que já havia sido lançado pela Via Varejo em São Paulo, em janeiro deste ano.

Os seis pontos de retirada funcionam 24 horas e contemplam a retirada de produtos de pequeno porte ou eletroportáteis. Para abrir o locker, é necessário informar um código no terminal de autoatendimento. “Queremos estar onde nosso cliente está, ser relevante e trazer conveniência e agilidade para ele, além disso, o serviço é uma solução aos consumidores que possuem restrições de entrega”, afirmou Marcos Perim, diretor de omnicanalidade da Via Varejo.

A opção ‘Retira Rápido’ vem crescendo e representou 31,3% das vendas online nas principais categorias das bandeiras Casas Bahia e Pontofrio no 3º trimestre de 2018. A retirada dos produtos também pode ser feita nas agências dos Correios. Concomitante à chegada dos Lockers no Rio de Janeiro, atingimos 100% dos Estados brasileiros e 92% dos municípios, num total de mais de 7.000 pontos de retirada de produtos para facilitar ainda mais a vida de todos os nossos clientes, do jeito que eles gostam, querem e precisam”, explicou Perim.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/11/05/via-varejo-lanca-lockers-em-postos-de-combustivel-no-rio-de-janeiro

Calçados Bibi instala vending machine em maternidade de Porto Alegre

Por Imprensa Mercado & Consumo – 

A Calçados Bibi criou uma vending machine de calçados infantis como parte dos projetos focados em inovação da companhia. O modelo é o primeiro do gênero no Brasil. A novidade foi implantada no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e visa aproximar a marca dos consumidores, disponibilizando uma opção de presente aos bebês que nascem na maternidade do hospital.

A ideia faz parte do projeto Ninho de Inovação, que reconhece e premia as melhores ideias submetidas e enviadas ao comitê de inovação da empresa por colaboradores, franqueados e fornecedores. O projeto da máquina de venda automática levou um ano para ser desenvolvida e disponibilizará seis opções de calçados da linha Afeto, para recém-nascidos.

“Cada máquina tem a capacidade de armazenar 240 pares de calçados. Efetuar a compra é muito fácil. O usuário seleciona um dos produtos em uma tela interativa e efetua o pagamento via cartão de crédito. Em seguida, o produto sai da prateleira e é entregue ao consumidor, que recebe um calçado especial e não tóxico para presentear um dos recém-nascidos do hospital”, explicou Camila Kohlrausch, diretora de Marketing e Produto.

O intuito da vending machine é ajudar a empresa a ir de encontro aos consumidores e levar os produtos da marca a locais estratégicos onde eles normalmente não são encontrados. A companhia estuda implantar o sistema em outros tipos de estabelecimentos no futuro.

A Calçados Bibi é especializada no mercado de calçados infantis. Tem fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), que produzem cerca de 2,6 milhões de pares ao ano. Hoje, os itens da marca são vendidos em mais de 70 países nos cinco continentes e, no Brasil, comercializa em mais de 3.500 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 100 lojas.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/10/30/calcados-bibi-instala-vending-machine-em-maternidade-de-porto-alegre

Por que os shopping centers precisam investir em vendas online?

Por Luiz Alberto Marinho – 31 de outubro de 2018

O Grupo Iguatemi anunciou, na semana passada, o lançamento da sua plataforma de vendas online, chamada 365 Iguatemi. O nome já entrega a estratégia: estar disponível para o cliente 24 horas por dia, 365 dias por semana. Antes dele, CCP e JHSF já haviam feito movimento semelhante e outras importantes administradoras de shopping centers estão na fila.

Afinal de contas, por que tantos shoppings estão surfando nessa onda?

A resposta é muito simples – porque não podem estar ausentes, correndo o risco de se distanciarem dos seus clientes, cada dia mais conectados e acostumados a ver seus desejos atendidos prontamente, a qualquer hora e lugar.

É preciso entender que, para muita gente, físico e digital são duas faces da mesma moeda, não dá para pensar em uma coisa separada da outra. E isso vale para consumo de conteúdo, contratação de serviços e, claro, compras. Sabendo disso, os principais varejistas nacionais estão acelerando providências para oferecer aos seus clientes experiências que integrem o online e o offline. Esta semana mesmo, a Riachuelo divulgou novas iniciativas para ampliar a digitalização de suas lojas físicas, incluindo vendas pela internet e ponto para retirada de produtos comprados virtualmente.

Para não ficar para trás, mesmo sabendo das dificuldades relacionadas à logística e o baixo retorno financeiro, grandes grupos de shopping centers decidiram apostar em marketplaces virtuais, que funcionariam como plataforma de vendas, mas também como instrumento de marketing.

Enfrentar de frente a concorrência do e-commerce também é um objetivo, claro.

Vale lembrar que cerca de 27 milhões de brasileiros fizeram alguma compra online nos primeiros seis meses deste ano e o crescimento no faturamento do varejo virtual por aqui foi de 23,6% no semestre, segundo dados do Ebit. Para efeito de comparação, as vendas no varejo tradicional, medidas pelo IBGE, cresceram 4,1% no mesmo período. Ainda de acordo com o Ebit, dentre as principais categorias, em volume de pedidos, estão itens de saúde, cosméticos e perfumaria, moda e acessórios, casa e decoração, eletrodomésticos, telefonia e celulares, artigos esportivos e de lazer. Todos bem representativos no mix dos shoppings brasileiros.

Entrar de cabeça no universo das vendas online, no entanto, exige investimentos relevantes, que nem todos os grupos de shopping centers podem ou querem assumir neste momento. Por isso, outras iniciativas, em especial relacionadas à delivery e retirada de produtos comprados online, pipocam aqui e ali. O Shopping Mueller, em Curitiba, por exemplo, fez uma parceria com o James, empresa de delivery, para entrega em domicílio ou escritórios de produtos de suas lojas. E o Shopping Itajaí, do Grupo Tacla, fechou aliança com o Pegaki para retirada no shopping de produtos comprados na web.

Explorar o imenso potencial do seu espaço físico para oferecer experiências incríveis para os clientes é a maior vocação dos shopping centers. Alguns de seus varejistas deverão usar as lojas como centros de distribuição de produtos comprados pela web, onde os consumidores também poderão comprar itens adicionais (‘shoppable distribution centers’). Outros preferirão utilizar a loja como um espaço agradável, projetado para vender o conceito da marca, com funcionários mais preocupados em orientar o cliente em suas escolhas do que em bater metas de vendas (‘shoppable billboards’). Haverá ainda aqueles que combinarão os dois caminhos. Uma coisa, no entanto, é certa: as vendas online farão parte da realidade dos shopping centers em todo o mundo.’

As maiores empresas nacionais do setor já entenderam isso e estão dispostas a fazer o necessário para não serem meras coadjuvantes nesse processo.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/10/31/por-que-os-shopping-centers-precisam-investir-em-vendas-online

Loja Pontofrio oferece experiência ao cliente em parceria com TRES Corações e LG

Por Imprensa Mercado & Consumo

A loja digital do Pontofrio, localizada no Shopping Vila Olímpia, firmou parceria com a TRES Corações e a LG. O local irá oferecer ativações especiais no Espaço Experience, nas quais os clientes poderão degustar produtos e também comprar itens da cafeteria utilizando o marketplace que já está catalogado na unidade, além do CineBeamTV, com projetor da marca sul-coreana.

As duas ações reafirmam o conceito da loja digital do Pontofrio, que, além da tecnologia embarcada, também oferece aos clientes degustações e experiências reais dos produtos, fazendo com que a jornada de compra seja mais completa e disruptiva.

A ação com a marca de cafés acontece até 30 de novembro e contará com a presença de promotores em três dias da semana (terça, quarta e quinta-feira). Por meio deles, os clientes que passarem pela loja poderão tomar drinks não alcóolicos, como expressos, filtrados, chás e bebidas com leite, além de poder adicionar chantili e creme de avelã.

A ativação também vai oferecer harmonização com bolo de frutas, assim como a presença de um barista nos dias 10 e 24 de novembro, que preparará bebidas com sorvete (afoggato italiano) e paçoquinha com doce de leite. Os clientes interessados nos produtos da TRES Corações poderão comprar com os vendedores da loja, por meio do marketplace do Pontofrio.

O CineBeamTV da LG irá reproduzir a real sensação do produto aos clientes, com projeção de imagens de 100 polegadas em full HD, à 38cm da parede. A atração estará ativa até 31 de dezembro.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/11/01/loja-pontofrio-oferece-experiencia-ao-cliente-em-parceria-com-tres-coracoes-e-lg

Artigo: A importância da inteligência competitiva no contexto digital

dsa

Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas, é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade, e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva e isso não tem preço.

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia para variar é a melhor aliada.

O marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

http://adnews.com.br/adarticles/artigo-importancia-da-inteligencia-competitiva-no-contexto-digital.html