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Varejistas norte-americanos apostam em unidades dentro de campus universitários

A rede norte-americana Target está tentando atrair estudantes universitários. Para alcançá-los, a oitava maior varejista nos EUA está apostando em mini-lojas, que tem cerca de um terço do tamanho de uma unidade típica. De acordo com Jacqueline DeBuse, porta-voz da empresa, o mix foi reduzido e feito com base em uma seleção cuidadosa de produtos, gerando forte alta nas vendas e impulsionando sua expansão.

Nos últimos anos, a Target abriu novas unidades em cerca de 100 campi. Ela planeja abrir aproximadamente 30 dessas lojas de pequeno formato em faculdades anualmente, nos próximos anos, assim como em cidades e outras áreas sem espaço para unidades de tamanho normal.

Como a Target estoca uma grande variedade de itens e sua cadeia de suprimentos permite que o varejista concilie prontamente produtos com base no interesse do consumidor, suas lojas menores são capazes de atender à demanda por itens específicos para seus clientes universitários, como alimentos no formato grab-and-go, eletrônicos e roupa de cama que se encaixa nos colchões do dormitório.

O varejista não está sozinho. Enquanto as faculdades há muito olham para as empresas externas para ajudá-las a incluir recursos como livrarias e restaurantes fast-food no campus, um novo impulso no varejo inclui lojas de departamentos, supermercados e até mesmo lojas de marcas populares de vestuário.

“Os bons varejistas estão sempre procurando uma saída”, disse Steve Niggeman, vice-presidente executivo da Metro Commercial, que faz negócios imobiliários entre faculdades e varejistas, incluindo a Target. Enquanto as faculdades variam em tamanho e cultura, seus alunos, funcionários e, até mesmo os pais visitantes, podem ser clientes “bastante cativos”, acrescentou.

No final do ano passado, a cadeia de supermercados Publix, com sede na Flórida, abriu sua primeira loja em campus, localizada em terras arrendadas da University of South Florida (USF – Universidade do Sul da Flórida), embora já tivesse uma loja a menos de dois quilômetros e meio do campus de Tampa. O local, cerca da metade do tamanho de seu supermercado típico, está localizado próximo à nova vila residencial da escola, que pode abrigar cerca de 2.000 estudantes.

Para Ana Hernandez, vice-presidente assistente de habitação e educação residencial na universidade, estas iniciativas tem sido um sucesso em vários níveis. Os estudantes estão à procura de mais comodidades, ela disse, enquanto a universidade está procurando maneiras de aprofundar as conexões dos alunos com a comunidade do campus. Antes do acordo, acrescentou, o governo estudantil da universidade aprovou uma resolução em favor da adição do supermercado e a Publix concordou em realizar pelo menos duas feiras de empregos a cada ano para oferecer aos estudantes empregos e estágios.

“Não há dúvida de que os varejistas estão tentando gerar lealdade”, disse Nick Egelanian, presidente e fundador da empresa de varejo SiteWorks. Embora haja um grande movimento de faculdades e universidades para construir mais moradias estudantis, os varejistas sabem que estar associado a um dormitório é uma experiência positiva para a marca, acrescentou.

Ainda assim, Niggeman adverte que nem toda escola pode suportar esse tipo de varejo. De fato, a USF tem 50.000 estudantes, incluindo cerca de 6.300 que moram no campus. Ele estima que as faculdades com pelo menos 20.000 estudantes poderiam apoiar o varejo adicional no campus. À medida que mais estudantes escolhem a faculdade com base no tipo de “experiência” que podem ter, as opções de varejo podem se tornar um fator da decisão, disse.

Dada a popularidade das roupas esportivas, por exemplo, Niggeman acredita que cadeias como a Lululemon teriam ótimos resultados em alguns campi. Na verdade, a Lululemon abriu lojas temporárias “sazonais” perto de várias instituições, incluindo uma perto da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia, no ano passado.

Egelanian pensa neste crescimento como uma nova variação de um tema antigo. “Sempre existiu varejo em faculdades”, ele disse, acrescentando que algumas, como a Universidade de Harvard, a Universidade de Georgetown e a Universidade da Califórnia, em Los Angeles, estão  em bairros bem estabelecidos, repletos de lojas de varejo.

Citando o crescimento da Target, Egelanian argumentou que as novas lojas são mais uma consequência de cadeias de varejo que se deslocam para áreas urbanas. Mas ele afirmou que a capacidade do varejista de se ajustar agilmente para atender à demanda dá uma vantagem a outros varejistas, como o Walmart, nesse tipo de mercado. Por sua vez, o Walmart recuou em uma iniciativa semelhante há alguns anos.

Um dos grandes varejistas das faculdades, a Barnes & Noble, percebeu mudanças nas tendências de varejo nos campi. A rede agora atualiza sua mercadoria de três a quatro vezes por ano, disse Kenneth Wincko, vice-presidente de marketing da Barnes & Noble College. Dentro de suas lojas em campus, a livraria está experimentando o varejo especializado, com curadoria de produtos de saúde e beleza, revistas, roupas esportivas e outros itens relacionados ao bem-estar.

A Barnes & Noble também tenta se integrar à vida no campus de outras maneiras, recebendo até 3.000 eventos por ano e abrindo lojas pop-up perto de estádios esportivos durante grandes torneios. A rede também está aberta ao feedback dos alunos. Por exemplo, quando a Barnes & Noble adicionou um café dentro de sua loja no campus da University of Central Florida (UCF – Universidade do Centro da Flórida), os estudantes pediram para comprar plantas – então a rede agora está testando a inclusão de floriculturas em suas lojas, afirmou Wincko.

A rede atualmente tem cerca de 770 unidades em campus e Wincko disse que há planos para adicionar dezenas a mais a cada ano.

Para ficar em contato com as necessidades dos alunos, a Barnes & Noble pesquisa anualmente 100.000 estudantes, usando endereços de e-mail coletados nas lojas do campus. Resultados recentes da pesquisa mostraram que metade dos alunos que responderam não tem todos os materiais necessários no primeiro dia de aula. Para resolver isso, a empresa está trabalhando com o corpo docente para identificar itens necessários, de livros a equipamentos de laboratório, para que a loja possa adequar seu estoque antes do início do semestre.

Os estudantes de hoje podem estar à vontade para fazer compras online (em alguns casos, mesmo durante as aulas), mas Wincko e outros executivos do setor acreditam que as lojas de tijolo e argamassa, aliadas ao comércio eletrônico, continuam sendo fundamentais.

A Target aumenta a capacidade de alunos, ou seus pais, comprarem itens online e buscá-los em uma loja próxima em uma hora, disse DeBuse. A varejista está apresentando um crescimento nas vendas de dois dígitos nesta modalidade, que é especialmente popular no início do ano acadêmico, acrescentou.

Os pontos de coleta da Amazon nos campi universitários ou próximos a eles têm um objetivo semelhante.

No entanto, o bônus para os varejistas que querem fazer negócios no campus, de acordo com DeBuse, é a capacidade de criar sentimentos positivos sobre a marca, assim como muitos alunos estão começando a tomar suas próprias decisões de compra.

Niggeman não tem certeza de onde essa tendência vai acabar. “Não vamos colocar 1 milhão de pés quadrados” de varejo no campus, afirmou. Mas as faculdades que estão aumentando o número de matrículas devem considerar como o varejo influencia esse crescimento. “À medida que você expande as matrículas, precisa de mais apoio”, disse.

Para Marcos Hirai, sócio-diretor da GS&BGH, esta movimentação dos varejistas norte-americanos é natural e representa a hiperconveniência: “O varejo precisa estar onde o consumidor está. Quanto mais perto dele (o consumidor), maiores as chances de conversão de vendas. Com o advento dos deliveries e do m-commerce, passa a ser uma maneira do varejo físico se fazer presente, trazendo lojas mais perto nos diferentes momentos do consumidor.”

Walmart inaugura loja tecnológica

[tempo para leitura: 1 minuto]A rede de supermercados norte-americana Walmart mostrou sua visão para o futuro do varejo. Isso foi feito por meio do lançamento de sua primeira inteligente – uma resposta, é claro, aos esforços da Amazon com sua loja automatizada e sem caixas registradoras, a Amazon Go.

O espaço da Walmart tem 50 mil metros quadrados e aplica diversos tipos de tecnologia, como inteligência artificial e câmeras de rastreio. O projeto foi batizado de Intelligent Retail Lab (IRL).

O “laboratório”, que conta com mais de 30 mil itens, fica em Levittown, no estado de Nova York. Apesar de seguir o mesmo interesse pelo futuro do varejo físico que a Amazon Go, o IRL tem algumas diferenças. Enquanto na loja da Amazon o cliente pode entrar, pegar o que quiser e sair andando – como relatamos neste texto -, a unidade do Walmart ainda mantém caixas tradicionais.

Na unidade da rede de hipermercados, seu aparato tecnológico tem outras funções, como notificar produtos em falta nas prateleiras, avisar aos clientes sobre caixas disponíveis, monitorar a quantidade de carrinhos na loja e até avaliar se alimentos in natura estão estragados – tudo isso com a tecnologia das câmeras com inteligência artificial.

As informações geradas serão encaminhadas para os 100 funcionários da unidade, que terão a missão de garantir que bifes e verduras sempre estejam frescos para os clientes na geladeira. Isso também marca uma diferença crucial em relação às lojas Amazon Go, que tenta usar o menor número de funcionários possível.

De acordo com a empresa, toda essa tecnologia deverá produzir a modesta quantia de 1,6 terabyte de dados por segundo. Por conta disso, a loja teve que instalar em seu espaço seu próprio data center, o que pode dar ares de ficção científica ao novo mercado.

Fonte: Época Negócios

A desumanização do varejo

Será que no futuro as lojas físicas terão apenas atendentes robôs? Como na indústria, estes seres cibernéticos substituirão os humanos também no varejo? Creio que robôs não são muito a cara do varejo. Mas sistemas de automação poderão substituir atendentes sim. Desde as vending machines, que já invadiram o mundo e se incorporaram ao nosso dia-a-dia, vendendo praticamente de tudo; passando por poltronas de massagem shiatsu operadas por cédulas, instaladas nos principais shoppings em todo o Brasil. Essas máquinas totalmente autônomas são um grande sucesso.

Recentemente, a drogaria Onofre/CVS inaugurou uma loja conceito na Avenida Paulista, em São Paulo, que conta com um inédito robô que automatiza todo o armazenamento, distribuição, manipulação e separação de medicamentos. Assim, ajuda a evitar desperdícios, monitorando a dosagem e a data de validade das medicações. O equipamento foi desenvolvido pela empresa alemã BD, especialista em tecnologia médica. A máquina precisa de apenas 30 segundos para coletar o medicamento e disponibilizar ao farmacêutico ou atendente. Além disso, ele produz um relatório que mostra o volume de saída de cada produto do estoque, além de possuir um refrigerador para armazenar as medicações que necessitam de temperaturas controladas.

Mas foi em Seattle, nos Estados Unidos, que o conceito de loja autônoma ganhou relevância. Em janeiro deste ano, foi inaugurado o primeiro supermercado sem atendentes e sem caixas: a Amazon Go. Na loja, basta retirar o produto da prateleira e ter o aplicativo da Amazon instalado. Ela identifica, por meio de um sistema de (muitas) câmeras e QR Codes, quando um produto é retirado da gôndola. Automaticamente, o item é adicionado à lista de compras. Ao passar por sensores, na saída, a conta é cobrada no cartão de crédito. Os resultados estão bastante animadores, tanto é que a companhia anunciou ontem que avalia abrir mais de 3 mil novas lojas, até 2021, informou a Bloomberg.

Aqui no Brasil, estamos desenvolvendo um projeto de loja autônoma denominado OmniBox. Serão lojas de 18m2, em estruturas metálicas denominadas boxes, que contarão com a parceria de diversas redes de varejo. Com forte afinidade com produtos ligados à conveniência, serão instaladas em diversas cidades brasileiras, em regime de funcionamento 24 horas, sem atendentes, com toda a operação comandada por um aplicativo. Em breve, esta experiência estará disponível e funcionando nas ruas. Será uma boa maneira de conhecer o futuro chegando ao dia-a-dia do consumidor brasileiro.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/09/20/a-desumanizacao-do-varejo/

Experiência, experiência, experiência!

10 Corso Como, em Seaport, Nova York

No passado eram localização, localização e localização as três coisas mais importantes no varejo. Eram.

No varejo moderno, se for digital, a localização é quase irrelevante.

Na realidade atual e futura, pressionada pela comoditização acelerada, que pressiona a rentabilidade de todos os negócios do setor, o fator potencial de equilíbrio é a experiência agregada no processo de compra física ou digital. Ela, a experiência, pode re-equilibrar a componente racional do processo de decisão de compra, permitindo colocar mais emoção e, com isso, melhorar o resultado.

Nos processos de compra digital essa experiência está associada às possibilidades de mais informação, interação, navegabilidade e resenhas, além de comparação de produtos e serviços. E, nesse quesito, a Amazon é o benchmarking global e fonte maior de referências inovadoras, parte delas também usadas nas lojas.

Nos novos formatos, esse processo envolve aspectos físicos, visuais e sensoriais, além de relacionamento e interação, que transformam a loja em um ponto multiconfigurado, incorporando novas funções e propostas.

A loja tradicional, mais ambiciosa em sua proposta, evolui para ser uma instalação que pode incorporar arte, decoração, alimentação, produtos, serviços, interação e, acima de tudo, experiências.

Como exemplo, a 10 Corso Como, recém-inaugurada no Seaport em NY ou a RH – Restauration Hardware, do Meatpacking, ambas descritas em nosso artigo anterior, são um exemplo perfeito e completo. Assim como o novo formato do Eataly, aberto já algum tempo no WTC, também em NY, tanto como a reconfiguração das lojas da Ralph Lauren na Madison, em NY, ou as novas unidades da Whole Foods, incorporando muito mais opções de alimentação na própria loja ou “ready to go”.

Até mesmo na Macy’s, em sua luta por renovar o tradicional formato de lojas de departamentos, sempre em constante desafio de reinvenção, tem incorporado, ao seu modo, mais experiência, especialmente visual e relacional, na sua loja da rua 34, também em NY,  em particular nos serviços de alimentação do sub solo.

Tanto quanto a Amazon, com sua re-invenção das livrarias integradas com as experiência aprendidas no processo digital, como a do Columbus Circus e outras.

Mas, não precisamos ir longe. A novíssima loja da Cacau Show, no Shopping Morumbi, em São Paulo, incorporando loja, espaços de interação, área lab e serviços de alimentação, está exatamente na mesma linha.

Tanto quanto, em outro extremo, a recém-inaugurada Onofre CVS, na Avenida Paulista, que inova em muitas frentes, inclusive com área de serviços e o robot que recepciona, armazena, seleciona, entrega e controla produtos farmacêuticos.

Na sua guerra particular com a conveniência, facilidade e atemporalidade das opções digitais, as lojas, de todos os posicionamentos, buscam opções para melhorar de forma contínua, surpreendente e em constante renovação, a experiência do consumidor.

As dimensões geradoras de experiência

Interessante notar que no mercado norte-americano e em todos aqueles onde o custo de mão-de-obra é o item mais sensível da estrutura de custos do negócio, a visão da experiência é profundamente baseada na incorporação de tecnologia que facilite, torne mais conveniente, rápido e fácil os processos de avaliação, envolvimento, decisão e compra de um produto ou serviço, buscando aproximar o processo one click do digital de uma proposta similar no ambiente físico.

Em outras realidades, e em particular no Brasil, a experiência pede, de forma marcante, que haja interação humana, apoiada ou complementada, pelas alternativas tecnológicas que podem maximizar a satisfação do omniconsumidor.

Nesse aspecto, podemos afirmar que, provavelmente, o Brasil está entre aqueles mercados onde se apresenta um padrão médio de atendimento e serviços no varejo, que pode diferenciar pelo envolvimento humano, já que esta é uma demanda emergente do nosso consumidor, especialmente aqueles das camadas média e alta da população.

Na nossa realidade, definitivamente não basta a opção apoiada em tecnologia que ofereça o “no stress” como proposta. É muito pouco e não diferencia.

A importância de incorporar o envolvimento humano, apoiado em tecnologia que facilite e agilize processos, é o elemento da experiência de varejo talvez mais relevante na atual cenário e aquele que faz, definitivamente, a diferença.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/09/17/experiencia-experiencia-experiencia/

7 Logos que você não fazia ideia do que significam

dsa

Se os nomes representam quem as pessoas são, no mundo publicitário com a possibilidade de letras, desenho e símbolos, a abrangência em comunicar o que uma marca é se expande de modo incalculável.

Famosas mundialmente, muitas empresas como a Amazon, BMW e a Coca-Cola são conhecidas por todo o globo, mas nem todo mundo sabe o real significado de suas assinaturas. Para explicar o sentido de algumas logamarcas, listamos sete companhias que milhões de pessoas conhencem, mas poucas sabem o que significam.

Confira abaixo a lista e veja em qual grupo você se encaixa:

Amazon

Conhecido universalmente, o logo da Amazon pode indicar lembrar o sorriso no rosto quando o cliente recebe seus pedidos, contudo, ele foi feito para indicar que a Amazon tem produtos de A a Z.

adidas

Quando Adolf Dassler, criador da marca, pensou em como comunicar sua companhia ele pôs apenas três linhas dispostas de maneira vertical. Com o passar do tempo, elas se inclinaram para simbolizar os obstáculos que os atletas passam para subir uma montanha.

Apple

Muita gente pode lembrar da história de que Rob Janoff, designer da marca, comprou uma porção de maçãs e a usou para criar o logo, mas poucas pessoas sabem que a fruta mordida é um simples trocadilho com “bite”, que significa tanto o verbo morder em inglês quanto a unidade tecnológica byte.

Toyota

Uma parcela do público sabe que o símbolo é o cruzamento das letras da empresa, mas o que chama a atenção, é que além disso ele tenta representar o buraco de uma agulha preenchido por linhas. Toda essa inspiração têxtil serve para mostrar que a empresa de carros começou como uma fabricante de teares.

Toblerone

Além da marca esconder delícias dentro de suas embalagens, ela também oculta dentro das montanhas de sua representação gráfica um urso. Tudo isso porque a empresa surgiu em Berna, cidade suíça conhecida como a Terra dos Ursos.

BMW

Polêmico, esse símbolo sempre foi conhecido por representar um cêu azul cortado por hélices, ainda mais que antes a BMW produzia aviões. No entanto, ele também representa as cores do Estado Livre da Baviera e as cores do local de nascença da companhia só foram postas em ordem contrária para não representar um crime ao copiar um símbolo nacional.

Coca-Cola

Um dos símbolos mais famosos é o da Coca. Com diversas interpretações, desde sobre suas letras até o satanismo oculto, este logo desperta muita curiosidade. Contudo, os criativos dinamarqueses foram além e conseguiram encontrar a bandeira de seu país dentro das letras da companhia. Confira abaixo a ação que eles fizeram sobre a revelação:

Amazon instala o maior outdoor da história da Times Square

19 de Junho de 2017 

Amazon

Nos últimos dias, a badalada Times Square ganhou mais uma instalação gigante. Mas não se trata de um novo escritório ou um novo empreendimento residencial. Acontece que a Amazon simplesmente decidiu quebrar todos os recordes com a maior peça de publicidade já colocada no local.

O enorme painel de 79 pés de altura (equivalente a um prédio de sete andares) promove a plataforma streaming de música da empresa. De acordo com o Adweek, a instalação quebra a marca que era da Pepsi e foi definido ainda na década de 1940, com o maior outdoor da Times Square até então.

A magnitude da publicidade parece tão grande quanto os planos de expansão da Amazon para o seu produto musical, de acordo Josh Fein chefe global da marca. “Para realçar uma das nossas características únicas e inovadoras de comandos de voz Alexa, e sua funcionalidade para pesquisar canções, escolhemos letras icônicas que promoveram positividade e união através do poder da música”, afirmou.

Confira o videocase:

Com informações do Adweek

http://adnews.com.br/publicidade/amazon-instala-o-maior-outdoor-da-historia-da-times-square.html

Doritos cria embalagem que toca fitas cassete

 

26 de Abril de 2017  

Doritos

Quem viu o primeiro Guardiões das Galáxias da Marvel sabe a importância que a Awesome Mixtape I desempenha na trama e o quanto os espectadores se envolveram com a trilha sonora. Sabendo disso, a Doritos criou uma impressionante embalagem que possibilita ouvir as músicas selecionadas para o segundo filme da série em um tocador de fitas cassete.

Segundo informações, o inovador pacote só precisará de um fone de ouvido para que o consumidor curta a música – e os salgadinhos. Para os ansiosos fãs, a venda limitada só ocorrerá a partir de 28 de agosto nas lojas da Amazon.

Em entrevista dada ao Creativity Online, a Doritos disse que a parceria ocorre, pois ela é “uma marca que tem tudo a ver com entretenimento epicamente ousado”. Para quem se espanta com a criação, já não é primeira vez que a empresa inova em suas embalagens. No início deste ano, ela criou uma edição especial para o Super Bowl que avisa se você bebeu mais do que devia e ainda chama um Uber com desconto.

http://adnews.com.br/tecnologia/doritos-cria-embalagem-que-toca-fitas-cassete.html

5 das 10 marcas mais valiosas do mundo em 2016 são de tecnoologia

 

08 de Junho de 2016 11h –

google

Inovação contínua, aumento da receita de publicidade e o crescimento do negócios em nuvem ajudou ao Google recuperar da Apple a primeira posição no ranking BrandZTM Top 100 marcas globais mais valiosas 2016. A lista foi divulgada hoje pela WPP e a Millward Brown.

O valor da marca cresceu 32% e atingiu US$ 229 bilhões, enquanto a Apple, vencedora no ano passado, caiu para a 2ª posição, com uma queda de 8% e US$ 228 bilhões. A Microsoft permanece como número 3, com um crescimento de 5% e atingiu US$ 122 bilhões de dólares.

Duas marcas ícones, Marlboro e Coca Cola, deixaram o Top 10 pela primeira vez desde 2006, desbancadas por duas marcas digitais, o Facebook (5º lugar, + 44%) e Amazon (7º lugar, + 59%) que integram o Top 10 pela primeira vez. Desde sua entrada no ranking, em 2011, o Facebook aumentou seu valor de marca em 246%, enquanto a Amazon tem mantido um crescimento constante, como resultado de uma transformação global e a experiência multicanal.

Confira o TOP 10:

Ranking 201                      Valor da Marca 2016 ($M)               Ranking 2015

1          Google                      229,198                                        2

2          Apple                        228,460                                        1

3          Microsoft                   121,824                                        3

4          AT&T                        107,387                                        6

5          Facebook                  102,551                                        12

6          Visa                         100,800                                        5

7          Amazon                     98,988                                       14

8          Verizon                      93,220                                        7

9          McDonald’s                 88,654                                        9

10       IBM                            86,206                                         4

 

Dentre as principais conclusões do estudo BrandZ ™ Top 100 2016, podemos constatar:

  • A tecnologia está avançando sobre a importância na vida das pessoas. Um terço do valor das marcas dentro do Top 100 vem de marcas de tecnologia. Se somarmos ao setor de Telecomunicações, chegamos a quase metade do valor do ranking (cerca de 5 vezes o seu valor em relação a 2006).
  • Sete novas marcas entraram no Top 100. Lowe (76°), CVS (88°), Moutai (93°), Heineken (97°), AIA (98°), JD (99°) e Adobe (100°).
  • China e Estados Unidos são os países dominantes. Quinze das 23 marcas da Ásia são da China e 49 das 51 marcas da América do Norte são dos Estados Unidos. Campeão com o maior número de marcas no ranking, os EUA estão presentes em todo o Top 10 e em 12 das 17 marcas de tecnologia .
  • Cerveja foi a categoria que mais cresceu (taxa de crescimento de 44,3% comparado com 2015). Seguida das categorias de seguradoras (32,5%), varejo (17,9%), entretenimento (14%) e fast food (14%).
  • Vestuário é a categoria que mais cresce, subindo 14% para US$ 114bn. Há uma ênfase no alto desempenho, com marcas como a Nike (+ 26%) lançando linhas Premium especializadas, incorporando tecnologias como monitores cardíacos em suas roupas e integrando vestuário esportivo com aplicativos gratuitos para fornecer uma experiência total ao consumidor.
  • Disrupção se estende para o ranking em si. Quase metade das marcas (46) no Top 100 2016 entraram no ranking após a primeira edição, em 2006; 54 delas estão nele desde o começo. Isso mostra como uma marca forte pode sustentar o seu valor ao longo do tempo, mas também ilustra o potencial que existe para marcas novas agitarem de maneira bem sucedida o status geral.
  • Fortes ligações emocionais estão impulsionando marcas locais. Com uma compreensão mais clara das necessidades dos seus consumidores, marcas locais estão ganhando market share e, com melhores operações e estratégias de marketing, também estão ganhando participação em novas regiões. A Huawei da China (50º, + 22%), por exemplo, globalizou-se rapidamente e conquistou market share de Apple e Samsung.

Para Eduardo Tomiya, diretor-geral da Kantar Vermeer, “a importância de marcas de tecnologia é evidente, uma vez que novamente elas estão entre as mais valiosas em 2016, mas o sucesso futuro dependerá de sua capacidade de se encaixar no cotidiano dos consumidores. O desafio é oferecer uma experiência real para seus clientes, seja através da construção de proximidade, onipresença e customização ou adquirindo um papel ativo nas categorias tradicionais”.

O relatório também apresenta insights de marcas chaves para diferentes regiões no mundo. Você pode conferir o material completo aqui.

http://adnews.com.br/negocios/o-poder-do-digital-5-das-10-marcas-mais-valiosas-do-mundo-em-2016-sao-de-tencologia.html

2015: o ano dos marketplaces virtuais no Brasil

A aquisição de computadores e dispositivos móveis pela população brasileira tem impulsionado as vendas do comércio eletrônico ano após ano, mesmo sem o setor criar grandes inovações nos últimos tempos. Em 2015, no entanto, o e-commerce começará a consolidar pequenas transformações que já vinham sendo testadas por algumas empresas, como os marketplaces virtuais, tornando-as fundamentais para alavancar as receitas.

O índice de saturação é baixo no setor. Segundo relatório da Mintel, a previsão é de que, entre 2013 e 2018, o crescimento, no Brasil, seja de 130%, levando o valor movimentado a ultrapassar a barreira dos R$ 100 bilhões em 2017 e chegar a R$ 115 bilhões daqui a três anos. O valor do e-commerce nacional saltou de R$ 14,8 bilhões em 2008 para R$ 51 bilhões em 2013, um aumento de quase 250% em cinco anos. A alta no faturamento, em 2014, foi de 24% segundo cálculos da E-bit.

Com uma situação tão promissora, algumas áreas começam a despontar e tendem a ganhar destaque ao longo dos próximos 12 meses. Entre elas, a categoria de serviços. “Os ramos alimentício, com restaurantes, e de ingressos ganharão mais força no online, assim como moda, beleza e saúde, que aos poucos vêm registrando números mais expressivos. A presença deles será impulsionada pelos acessos mobile”, afirma Maurício Salvador, Presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), em entrevista ao Mundo do Marketing.

Tudo em um só lugar
As lojas virtuais começam a apostar na tendência de vender até mesmo o que não é da alçada do negócio, para não perder o cliente. Isso porque a concorrência no ambiente digital está cada vez mais acirrada e não ter o que o internauta quer é correr risco de outra empresa conseguir captar sua fidelidade. Algumas grandes marcas já começaram a adotar esse modelo de shopping, como a Ricardo Eletro que, em 2014, passou a ofertar produtos para pet, vinhos e lingeries, por meio de parceria com outras marcas.

Os pequenos varejistas também encontram nos marketplaces uma forma de consolidarem suas vendas e levarem maior confiança a quem compra. “Esse formato veio dos micro e pequenos empresários, pois era a tática deles para vender. Agora, muitos fazem parcerias com grandes marcas, por possuírem expertise no setor no qual estão presentes. Quem antes levava seus produtos para quatro ou mais centros, passará a focar apenas em um e investir na comunicação”, conta Maurício Salvador.

Essa concentração dos esforços em um só site evita dividir a audiência e gera mais tráfego ao portal escolhido. “O grande desafio dos empresários do ramo digital é gerar demanda. Essa é a dificuldade tanto para grandes quanto para pequenas empresas, por isso eles estão se unindo. Gerar visitas é algo muito caro. Os shoppings online serão o próximo fenômeno da internet. Sites da B2W e Walmart já estão abrindo as portas para vender produtos de terceiros. Essa será a fronteira de 2015”, aponta Vinicius Pessin, Fundador da E-Smart, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Investimentos certos
Ao atuar com uma gama ampliada de itens, o volume de acessos aumenta. Os grandes sites de vendas já possuem tráfego similar a portais de notícias. “As lojas virtuais serão como a Amazon. O que quer que uma pessoa queira, ela conseguirá por lá. A vantagem disso é que o cliente terá tudo de forma mais fácil, e o vendedor, mais chances para alcançar maiores públicos. Por outro lado, a empresa pode ficar dependente disso e, sem investimento, não vender”, afirma Pessin.

Encontrar uma estratégia de Marketing online 100% certeira é uma das grandes buscas de quem atua no segmento. O comércio eletrônico vive um período de questionamentos. Especialmente o médio e pequeno varejista investiga, a todo tempo, em quais áreas vale mais a pena investir. Apesar do alto custo das campanhas digitais, o setor é um dos que mais cresce e exige decisões rápidas dos gestores.

As novas tecnologias – como iBeacon e sistemas de GPS em aplicativos de lojas – passarão a ser adotadas com mais frequência, o que motiva um número maior de empresas a estudar ações estratégicas segmentadas. Estas precisam estar em consonância com os desejos do cliente, que é ter comodidade, praticidade e conveniência. “Teremos crescimento de 12% em 2015, quando serão vendidos mais de 50 milhões de smartphones, gerando um novo fluxo de compradores. As lojas precisam trabalhar o oneclick, para reduzir as etapas de compra”, conta Pedro Guasti, VP de Relações Institucionais e Diretor-Executivo da E-Bit, em entrevista à TV Mundo do Marketing.

A presença no mobile é considerada obrigatória, com funções que vão além de site responsivo ou aplicativos de pagamento. Em 2015, os grandes esforços do e-commerce estarão concentrados em inovações para smartphones e tablets. “Cerca de 11% das compras são feitas por dispositivos móveis, o que significa um crescimento muito grande, ao passo que em 2013 era de 4%. A mobilidade não é mais diferencial, é pré-requisito. Principalmente com a integração de lojas virtuais e físicas”, conta Vinícius Pessin.

Quebra de barreiras
Ainda que alguns varejistas já tenham iniciado o processo de multicanalidade, será em 2015 que o mercado verá a consolidação do modelo. “As pessoas não aceitam mais a falta de associação entre online e loja física. O cliente quer interagir com a empresa, realizar a compra em um totem e receber em casa. Isso precisa estar no topo dos desafios do comércio eletrônico, ou seja, é fundamental preparar a retaguarda para poder dar experiência integrada. O vendedor tem que enxergar o cliente pelas múltiplas plataformas, saber o que ele comprou e onde”, afirma Pessin.

A Passarela é uma das marcas que já enxergaram essa mudança de comportamento e vêm se preparando para alcançar o consumidor omnichannel. A empresa tem, entre seus objetivos, não perder a venda, independente do canal de compra. Se o cliente estiver na loja física e não encontrar o que deseja, os vendedores buscam pelo produto no site. Quando há urgência em receber o item, a equipe entrega em até quatro horas na casa dele – se for em São Paulo.

Para isso, a varejista precisou investir em logística. “Uma das barreiras do virtual é a falta de informação e experiência. Queremos mudar isso. Na primeira vez que o cliente tem contato com a marca, buscamos entender e conhecer o perfil dele, estudar o que deseja e mantê-lo fiel a nós”, conta Yasmini Ferrara, Gerente de Marketing da Passarela, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 14/01/2015

http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/mercado/32596/2015-o-ano-dos-marketplaces-virtuais-no-brasil.html?

Logotipo: Amazon

Apesar de ser um logo bem literal, com o nome completo da empresa, o símbolo da Amazon tem espaço para esconder uma mensagem. Você já havia percebido a seta que liga a letra “A” até a letra “Z”? A ideia é reforçar que a empresa vende todos os tipos de produtos, de “A a Z”. Alguns interpretam ainda a seta como um sorriso.

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