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As tendências de marketing digital para 2021

Entre os próximos passos de desenvolvimento do setor, estão, shopstreamings, brand avatars, microcomunidades e dark social

Impulsionamento de vendas, ajuda na tomada de decisões, conhecimento de mercado, identificação de concorrentes, definição de público-alvo, criação de persona e investimento em mídias adequadas são alguns dos benefícios oferecidos pelo marketing digital às marcas. Em conversa com Eric Messa, coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital e da graduação em Publicidade e Propaganda da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), e Diego Carmona, chief visionary officer da Leadlovers, o ProXXIma reuniu algumas tendências de marketing digital para 2021.

O marketing digital auxilia marcas a atingirem seu público-alvo da melhor maneira possível (crédito: reprodução)

Shopstreamings
O intuito de unir vendas à tecnologia de transmissão ao vivo, presente até então exclusivamente na TV, chegou à internet brasileira. A solução shopstreaming, que ficou conhecida neste 2020 por misturar a oferta de produtos e serviços em tempo real no ambiente digital com influenciadores, vai ser, ainda mais, utilizada por grandes marcas. “A tendência é que, em 2021, esse novo formato se desenvolva e ganhe mais corpo e aspecto de entretenimento”, diz Eric.

Social commerce
A integração de lojas virtuais à mídias sociais define o social commerce. A associação permite que o usuário interaja com o conteúdo oferecido pela marca, bem como classifique a qualidade de produtos e atendimento, deixando disponível comentários, compartilhamentos e outros recursos de redes sociais. O social commerce é ideal para quem deseja saber mais sobre um produto novo, por exemplo. Segundo levantamento da Salesforce, 72% dos consumidores costumam compartilhar experiências boas que tiveram em uma compra e 62%, experiências ruins. Para Diego, as vendas diretas sempre foram um grande canal de distribuição. “Mas, com os atuais problemas de emprego e renda, grande parte das pessoas vão descobrir o potencial do social commerce”. Em 2020, empresas, como Magazine Luiza e Ponto Frio, dedicaram-se a criar e melhorar estruturas de apoio às suas redes.

Aplicativos para desenvolvimento pessoal
Deve crescer o interesse por serviços que ofereçam alguma oportunidade de desenvolvimento pessoal, diz Eric. “O consumo desenfreado por pura ostentação já não atrai mais. Agora, a tendência é consumir aquilo que, de alguma forma, pode favorecer seu desenvolvimento ou cuidado pessoal”, explica. Uma empresa que vende equipamentos de ginástica, por exemplo, poderá oferecer para quem compra seus produtos um plano gratuito em aplicativo para aulas e treinos de atividade física. Quem comprar um apartamento pode ganhar uma assinatura de aplicativo de culinária, que oferece aulas assistidas por um sistema de inteligência artificial para ensinar aos novos moradores como tirar melhor proveito da sua varanda gourmet.

Brand avatars
Influenciadores digitais vieram para ficar e as marcas já se aproximaram deles. “Agora, é a vez das próprias marcas criarem seus influenciadores digitais”, afirma o coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital e da graduação em Publicidade e Propaganda da FAAP. Inspirado em influenciadoras artificiais como Lil Miquela, o Magazine Luiza remodelou a proposta da sua personagem Lu, que deixou de ser apenas uma garota propaganda e ganhou ares de influenciadora digital. Nessa mesma linha seguem Casas Bahia e Natura e, em 2021, mais marcas devem adotar a tendência.

Segmentação e automação
As empresas que se preocupam com segmentação e personalização saem na frente na corrida pela atenção do consumidor. “Por mais que o seu negócio atraia um público com interesses em particular, as pessoas são únicas e diferentes. Mas, a mensagem transmitida, muitas vezes, passa a ser a mesma, porque não há um trabalho para saber o nível de experiência e consciência de cada seguidor”, explica o profissional da Leadloves. Para mudar esse cenário, é preciso compreender a jornada de compra do cliente. “Aí, entra a importância da segmentação para uma comunicação assertiva. A automação de marketing possibilita isso, para quem usa da maneira certa”, diz. Conexão, mesmo à distância, será, cada vez mais, a chave para crescer no mundo digital, em 2021 e nos próximos anos.

E-mail marketing
Há tempos, as redes sociais e outras plataformas de comunicação entraram em cena. Com isso, muita gente pensou que o e-mail fosse morrer. Porém, ficou claro, afirma Diego, que os usuários sentiriam resistência em falarem com marcas via opções mais privadas, como WhasApp, Messenger e Telegram. “As empresas perceberam que o e-mail continua sendo a melhor forma de comunicação, no digital. Grande parte disso se dá por ser uma forma de não construir uma casa em terreno alugado, propiciando independência no digital”, afirma o chief visionary officer da Leadlovers. Em 2019, de acordo com a Statista, havia 3,9 bilhões de usuários de e-mails, número superior a uma das maiores redes social do mundo, o Facebook. “Além disso, com a chegada da Lei de Proteção de Dados (LGPD), o número de spams e envios não solicitados nos e-mails irão diminuir drasticamente. Isso é ótimo, pois abre espaço para que empresas sérias, com listas autorizadas e preocupadas em construir relacionamento com seu público”, adiciona.

Compras via celular
Por conta da pandemia e da menor presença da população nas ruas, o consumo no ambiente digital aumentou. “Mas mais do que isso, vários outros hábitos mudaram. Isso tudo aliado à chegada de maneiras mais fáceis de compra, como a autorização pelo smartphone e o novo Pix”, diz Diego. Em apenas seis meses, a proporção de pessoas, no Brasil, que realizaram compras ou pagamentos via smartphone aumentou de 85% para 91%, entre aqueles que acessam a internet pelo aparelho. Os dados são da pesquisa sobre m-Commerce e m-Payment, feita pela Panorama Mobile Time/Opinion Box, entre 10 e 21 de agosto deste 2020, com pouco mais de 2 mil brasileiros. “As pessoas tendem a comprar, cada vez mais, de forma mais impulsiva, já que não existe mais toda aquela burocracia antiga para a fechar a compra. Para quem tem cartão e aplicativos de bancos, nunca foi tão fácil abrir e tirar dinheiro da carteira”, afirma o profissional.

Curadoria e microcomunidades
O descontentamento crescente com os efeitos negativos do uso das redes sociais, como a polarização, a desinformação e os problemas de saúde mental, farão as pessoas adotarem um olhar ainda mais crítico. Os consumidores irão preferir envolverem-se em comunidades de nicho e mais restritas, capazes de oferecem a impressão de segurança, afirma Eric. “Nesse contexto, serão valorizados todos os movimentos de curadoria, em que as pessoas buscarão o apoio de influenciadores, especialista ou marcas para lhes ajudarem a separar o joio do trigo no mundo das redes”, diz.

Chatbots
Os chatbots, sistemas de inteligência artificial que interagem com usuários por meio de mensagens de texto ou fala, estão sendo, cada vez mais, usados por empresas de diversos setores. A tecnologia permite que marcas respondem às perguntas de clientes, forneçam suporte técnico e, até mesmo, realizem vendas. De acordo com pesquisa publicada na Chatbots Magazine, 69% dos consumidores preferem interagir com chatbots, por conta de sua habilidade de respostas rápidas para perguntas e problemas simples. “Basta ver o sucesso da Siri e da Alexa, por exemplo, para constatar esse fato. Concomitantemente, as empresas buscam acelerar seus processos de atendimento, relacionamento e vendas. O nosso tempo nunca foi tão valioso. As pessoas têm pressa”, avalia Diego. Por isso, diz, em 2021, mais marcas irão migrar para a inteligência de canais de comunicação automatizados.

Dark social
Dark social é toda comunicação, feita em plataformas sociais, e é privada, ou seja, que não pode ser monitorada pelas marcas e agências. As mensagens que circulam via WhatsApp e as direct messages do Instagram são exemplos para esse termo. “2021 é o ano em que marcas deixarão de usar esse espaço só como um canal de atendimento ao cliente”, afirma Eric. O dark social fará parte das campanhas de comunicação, com estratégias especificamente criadas para estimular a propagação da mensagem da marca dentro de canais privados

Victória Navarro – 4 de janeiro de 2021 – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2021/01/04/as-tendencias-de-marketing-digital-para-2021.html

Os 7 sinais de engajamento no e-mail marketing

O e-mail marketing é uma das ferramentas mais utilizadas no marketing digital, porém, destacar-se diante da concorrência, não é uma tarefa considerávelmente fácil. As empresas buscam cada vez mais estratégias inovadoras para melhorarem suas campanhas de marketing e se diferenciarem no mercado.
As empresas têm sido obrigadas a adotarem métodos voltados aos seus consumidores e a importância do engajamento do usuário para as campanhas de e-mail marketing vem ganhando cada vez mais notoriedade.
Em fevereiro desde ano, aconteceu um grande evento de e-mail marketing, o Email Evolucion Conference. Poderia ter sido mais um grande evento no meio de muitos, mas exclusivamento o EEC15,  teve um encerramento excepcionalmente esclarecedor. Quatro dos maiores ISPs do mundo, Paul Rock (AOL), Matthew Moleski (Comcast), Sri Somanchi (Gmail), e John Scarrow (Outlook.com), responderam às perguntas feitas por Dennis Dayman (ReturnPath), Ryan Phelan (Impact Digital Acxiom), entre outros da plateia.
O que significa o Engajamento? Qual a sua importância?
No e-mail marketing, o termo engajamento significa interação, relacionamento com a marca, envolvimento com os clientes. Por exemplo, sua empresa tem uma reputação exemplar, mas ainda sim, uma mensagem específica acaba indo para caixa de spam ao invés da entrada particular. Porque isso acontece? Para Microsoft, Gmail e AOL, o engajamento de uma pessoa não tem efeito sobre a reputação de forma global. Segundo o representante do Gmail, o engajamento de uma pessoa em particular somente terá efeito na reputação global for positiva.
Quais são os 7 sinais de engajamento?
  • Abertura: mesmo se eles pensam que abertura se tornou menos relevante eles continuam rastreando. Considerado positivo.
  • Responder: se uma pessoa responde direitamente para o seu email usando a função “responder”, sera um sinal extremamente forte de engajamento. Considerado positivo.
  • Mover para pasta de SPAM: forte sinal negativo de engajamanto. Considerado negativo.
  • Não é SPAM: clicar no botão “não é spam” é um sinal forte de engajamanto, pois significa que este email não deveria ser considerado como spam. Considerado positivo.
  • Apagar sem ler: um rápido olhar e não gostar. Considerado negativo.
  • Mover de pasta: significa que você esta demonstrando interesse nesta mensagem. Considerado positivo.
  • Adicionar remetente na lista autorizada: Considerado positivo.
Segundo o representante do Outlook.com, somente o item três afeta a reputação de forma global e negativa. Para os outros ISPs todos os pontos podem ter influência na reputação de forma global.
Cliques não afetam reputação 
Uma solucão simples para provar que o consumidor viu o anúncio de sua empresa é o clique, porém nem sempre essa atitude significa a intenção de compra. Segundo os ISP, eles não utilizam a estratégia de rastrear cliques, pois veem isso como uma violação de privacidade, portanto, acreditam não tem efeito sobre engajamento e não afetam a reputação.
Como eles decidem o que vai para caixa de SPAM ?
Não existe uma real definição, segundo os quatro dos maiores ISP. É tudo questão de monitoramento constante de vários sinais que determinam se a mensagem é realmente relevante ou não para um determinado usuário. Claro que existem sinais obvios como reputaçao de IP, blacklist e outros…
Emails Inativos: O que devo fazer? Guardar ou descartar?
John Scarrow do Outlook.com diz, não, não se livre deles. Segundo ele, os emails inativos não afetam direitamente a reputação do seu remetente. A única maneira de influenciarem sua reputação, seria se declarassem seu email como spam, no entanto, não significa que você entregará na caixa de entrada dos inativos que não o declararem como spam. Os profisionais precisam separar o conceito de reputação de remetente e a preferência pessoal da caixa de entrada (neste caso preferência faz referencia a entregabilidade, decisão se vai ou não em spam, da sua propria caixa). Sua reputação pode ser exelente, mas se a pessoa não é engajada ela não receberá na caixa de entrada.
Os outros ISPs não concordam com essa argumentação da Outlook.com. Segundo o representante da Gmail, da mesma forma que você precisa subir gradualmente o volume (ramp up) quando você começa seu programa de email marketing (ou quando você troca de ESP) você tem que introduzir uma diminução gradativa do número de email enviados para esses inativos (ramp down). Abaixo estão algumas dicas:
  • Mudar uma vez por semana se você estiver enviando diariamente.
  • Troca por uma ou duas vezes por mês se você envia semanamente.
  • Após três a seis meses é importante você questionar o usuário se ele gostaria realmente de receber aqueles emails. Se ainda não tiver interação, está na hora de deixar eles irem, segundo o repesentante da Gmail.
Entregabilidade é uma coisa pessoal
Quando a quantidade de assinantes aumenta, naturalmente cresce a demanda de vendas geradas com o envio de e-mails. Portanto, é importante criar um relacionamento e saber se os seus clientes estão gostando de suas mensagens e interagindo com o conteúdo. O engajamento faz diferença dentro das empresas, pois ao considerarmos os interesses e expectativas do público alvo que se deseja engajar, mais será vendido o seu produto. A partir deste pensamento que surgem os métodos com foco no consumidor e, com efeito, o marketing de engajamento, enquanto métrica e ferramenta de marketing, se faz interessante.
Durante o evento Email Evolucion Conference, muitas coisas sobre a misteriosa caixa de entrada e o que acontece quando apertamos o famoso ENVIAR, foram esclarecidas de forma precisa e objetiva. O que vai na minha caixa de entrada pode cair em spam pra você. O que considero irrelevante pode não ser desimportante para você. O que considero SPAM e excluo, você pode declarar como não spam e mover na caixa de entrada. Pois é, a entregabilidade mudou, agora é uma questão pessoal.
Artigo de Sergio Palmeirão, diretor de suporte e serviço da Alglete
02/05/2016 – https://adnews.com.br/adarticles/os-7-sinais-de-engajamento-no-e-mail-marketing/

AS MAIS EFICIENTES TÁTICAS DE MARKETING EM 2018

POR INNOVATION INSIDER | 24 ABRIL 2018

Marketing de Experiência cresce em meio a ações virtuais

Ações de Marketing de Experiência ajudam empresas a se diferenciarem em meio a ações digitais

Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 04/01/2010
A tecnologia avança na vida dos consumidores e é cada vez mais comum a criação de ações virtuais para envolvê-los com a marca. Redes sociais, e-mail marketing, aplicativos com serviços e games são algumas das ferramentas mais usadas por empresas na hora de chamar a atenção do consumidor. Mas e a experiência real? E o contato direto com a marca?

Com o crescimento e certa padronização das ações virtuais como “acesse, cadastre-se e concorra”, a diferenciação está sendo feita na prática, literalmente. Basta perceber que ações de experiência de marca ganham espaço nas estratégias de grandes empresas como Alcatel-Lucent, D-Link, além de Itaú, Gerdau e IBMEC. Nelas, o objetivo principal é ressaltar a importância dos sentimentos e emoções para que uma empresa seja lembrada e admirada.

Especializada em Experience Marketing, a agência O Melhor Da Vida fechou parceria com empresas para oferecer experiência como recompensa. Mas não só para clientes. A agência elabora ações de incentivo para colaboradores a fim de promover o encantamento com a marca, que é mais propenso a acontecer quando ela passa a fazer parte da memória destas pessoas.

Experiência X bens materiais
A D-Link criou o Gourmet Experience há cerca de um ano com o objetivo de premiar os distribuidores com experiências relevantes. A partir de uma experiência diferente de uma premiação com bens materiais, a marca é fixada na mente do consumidor de forma emocional. “Ao dar uma TV, a pessoa sabe o valor. Uma experiência fora do padrão fica marcada na mente”, diz André Teixeira, Gerente de Marketing de volume da D-Link, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A empresa de produção de equipamentos de networking, conectividade e comunicações de dados realizou ações de experiência para seus fornecedores como o Gourmet Experience. A ação levou convidados para uma aula de culinária com um renomado Chef de cozinha promovendo assim um melhor relacionamento com fornecedores, além de posicionar a marca de forma saudável e inovadora.

Mas não basta fazer uma ação pontual de experiência. É necessário dar continuidade ao trabalho de emocionar e encantar, oferecendo sempre novas e diferentes opções de experiência. “Promovemos a manutenção com experiências diferentes para cada distribuidor. Depois de ações de incentivo e de confraternização daremos uma diária em um Hotel Fazenda”, adianta Teixeira.

Estratégia para conhecer o consumidor
Eventos de grande porte já não são mais tão eficazes para estreitar o relacionamento com os consumidores segundo Lucila Frias, Gerente de Marketing da Alcatel. Após realizar uma pesquisa para saber o que agrada o público executivo, a Alcatel-Lucent decidiu criar o Gourmet Show, em que o consumidor pode escolher entre as opções de peça de teatro com direito a jantar no restaurante DOM, camarote no GP Brasil, ou ser piloto por um dia na Fórmula 1. “Temos clientes com perfis diferentes. Por isso fizemos algo que pudesse agradar a todos”, explica Lucila ao site.

De acordo com a executiva, o Marketing de experiência é uma oportunidade de conhecer e saber o que os clientes da empresa precisam e quais são os seus objetivos. “Nossos produtos não são de venda imediata e esta é uma oportunidade única para gerar a proximidade e a facilidade de contato”, conta Deise Palma, Analista de Marketing.

Na contramão vem a D-Link. A empresa desenvolveu uma ação de experiência para o consumidor final, mesmo sem ser esse o público-alvo da companhia. “Fizemos algumas ações voltadas para os usuários finais oferecendo viagem com tudo pago. Desta forma conseguimos motivar, premiar e incentivar o usuário final a procurar o nosso produto”, afirma Teixeira.

Virtual X real
Segundo Jorge Nahas, CEO da agência O Melhor Da Vida, a experiência ajuda a proporcionar qualidade de vida para funcionários e clientes, oferecendo emoções. “A experiência envolve sentimento, emoções, e isso gera uma ligação a mais com a marca. Ativando esses sentidos, a marca passa a ter lembrança perene”, acredita Nahas.

Apesar de novo no Brasil, este conceito cresce principalmente devido ao seu caráter de diferenciação. “Cada vez mais as empresas e os produtos são iguais e o mercado depende de pessoas para fazerem a diferença. Não adianta mais premiar em dinheiro ou com bens materiais porque vivemos um paradigma onde o grande diferencial são emoções transmitidas para toda a cadeia de valor de um negócio”, ensina o CEO de O Melhor Da Vida.

Segundo ele, o mercado de Marketing de experiência cresceu 45% em 2009, mas no exterior foram gastos € 75 bilhões somente este ano. Estes números devem continuar crescendo principalmente por conta das novas tecnologias que surgem a todo o instante. Mas não em prol da ações de experiência. “Quanto mais tecnologia, maior a distância do mundo real. A partir disso, o consumidor valoriza mais as experiências que envolvem emoções e mexem com seus sentidos”, completa Jorge Nahas.

http://www.mundodomarketing.com.br/12,12564,marketing-de-experiencia-cresce-em-meio-a-acoes-virtuais.htm

 

Versão mobile para o e-mail marketing

Ignorar esta plataforma pode deixar suas mensagens fora do círculo de informações dos consumidores, que estão cada vez mais móveis com o uso dos smartphones

Atualmente as pessoas buscam por notícias, atualizações, quase que em tempo real. Os aparelhos celulares estão aí para acompanhar essa tendência, com telas maiores e novas tecnologias. O número de usuários mobile cresce a cada instante, mas… e seu e-mail marketing, já foi adequado para versão mobile?
Não podemos esquecer que, um e-mail para ser visualizado pelo celular, deve conter menos texto e mais informação relevante. O destinatário nem sempre está com toda a atenção voltada para a mensagem, por isso você deve trabalhar seu texto de forma atrativa e bem objetiva.
Ignorar a versão mobile pode trazer consequências. Se os seus assinantes são móveis e seu e-mail não está otimizado para estes ambientes, você corre o risco de você corre o risco de ficar fora da comunicação.
Se você não consegue chegar aos destinatários da maneira que eles preferem, seus emails não serão lidos. Faça uma análise da sua base e fique atento ao número de usuários que visualizam sua mensagem através de um dispositivo mobile. Outra coisa importante é inserir em seu site a opção para o recebimento da mensagem na hora que um novo usuário se cadastrar em sua base, ofereça as opções “web” e “mobile” para o futuro destinatário escolher qual versão atende melhor às necessidades dele.

http://mundodomarketing.com.br/blogs/marketing-digital/22870/a-importancia-de-criar-uma-versao-mobile-para-o-e-mail-marketing.html

10 maneiras de fazer um marketing eficiente por e-mail

Com uma comunicação dirigida e total possibilidade de personalização, um e-mail marketing benfeito oferece alta taxa de retorno e ágeis mecanismos para mensurar as investidas. “A ferramenta é valiosa para empreendedores, uma vez que os coloca em pé de igualdade com as grandes empresas”, diz Rodrigo Almeida, sócio da empresa especializada em comunicação digital Dinamize. Mas é preciso atentar para a qualidade das ações. Listamos a seguir dez dicas, incluindo, por exemplo, a relevância das mensagens. Marcelo Miyashita, consultor e professor de marketing, tem experiência em e-mail marketing. Ele montou a Rede do Bem, uma comunidade cooperativa para indicação de vagas de empregos, usada também para a divulgação de seus cursos e de ações sociais. Quinzenalmente ele dispara e-mails para 4.300 alunos. “Como divulgo vagas de emprego, a rede é relevante para os cadastrados, que fazem questão de manter seus e-mails atualizados.”

1 INVISTA EM SUA BASE DE E-MAILS
De nada vale ter uma listagem enorme e irrelevante para o negócio. “Já tivemos mailing de 25 mil e-mails e não sabía¬-mos nem o nome das pessoas”, diz Maurício Renner, editor do site de tecnologia da informação Baguete. “Depois de constatar que muitas mensagens não eram sequer abertas, fizemos uma campanha de recadastramento e temos hoje uma base consistente de 8.700 assinantes.”

2 ABRA UM CANAL PARA OPT-OUT
Em todos os e-mails que enviar, disponibilize um link para descadastramento — caso contrário, a sua empresa corre o risco de ficar associada ao desrespeito e à prática de spam.

3 ACERTE NA FREQUÊNCIA
A não ser que tenha autorização do cadastrado para envios mais frequentes, atenha-se aos e-mails quinzenais ou no máximo semanais. O excesso de e-mails pode gerar uma imagem negativa.

4 SEJA RELEVANTE
Analise os links clicados pelos destinatários para identificar grupos de interesse. Se houver tribos bem distintas, segmente sua base de contatos, de modo a criar e-mails efetivamente relevantes para quem recebe.

5 POSSIBILITE A TROCA
Não se restrinja a enviar mensagens. Apresente para o destinatário um canal de aprofundamento e interação, seja por e-mail, fone, site ou blog. Em sites e blogs, disponibilize formulários de cadastro e apresente a possibilidade de indicar amigos.

6 DOSE O TAMANHO DOS ARQUIVOS
Não carregue os e-mails com imagens ou anexos pesados. Caso queira disponibilizar arquivos grandes para o destinatário, gere um link que conduza a eles.

7 SEJA OBJETIVO
Tenha títulos e mensagens objetivas. Seu e-mail concorre com várias outras mensagens — você tem poucos segundos para atrair quem lê.

8 DRIBLE O ANTI-SPAM
Antes de liberadas pelos provedores, as mensagens passam por filtros anti-spam. Existem palavras ranqueadas em mecanismos específicos — se uma delas atinge certa pontuação, é interpretada como lixo. “Sexo”, “Viagra” e links para o Orkut, por exemplo, alcançam muitos pontos. Em períodos de programa Big Brother Brasil, “BBB” é um termo que também assusta. Antes de disparar várias mensagens eletrônicas convém testar o envio para endereços de provedores distintos. Uma vez aprovadas, tudo OK para o restante do grupo.

9 INVISTA NO ENVIO
Há empresas especializadas em envio de e-mail marketing. Elas têm pacotes econômicos para envios reduzidos, como mil mensagens mensais. O disparo “doméstico” costuma ser barrado pelos provedores.

10 MENSURE OS RETORNOS
O e-mail marketing não é mero instrumento para divulgação. Trata-se de um modo de conhecer melhor o cliente e identificar suas preferências. Tome as mensurações feitas por empresas de e-mail marketing como formas para incrementar seu negócio. Você pode inclusive fazer testes, enviando diferentes mensagens para dois grupos e comparando os retornos obtidos.

 

09/02/2010 – Por Marina Vidigal

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI114018-17156,00-MANEIRAS%20DE%20FAZER%20UM%20MARKETING%20EFICIENTE%20POR%20EMAIL.html