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O papel do growth hacking no aumento da conversão mobile

O processo de growth hacking começa com uma reunião de equipe, para definir os objetivos de marketing da empresa e identificar onde se quer chegar e por quê. Após ter os objetivos definidos, o segundo passo é fazer uma chuva de ideias, um brainstorming, para definir como atingi-los. Depois disso, é necessário escolher qual é a ideia principal que fará com que o time alcance o seu intuito principal. Já com as prioridades estabelecidas, é chegada a hora de planejar e executar os testes que vão ser aplicados no marketing. Após, é feita a análise dos resultados, avaliando o crescimento gerado pela estratégia aplicada. E, o processo se repete, sendo melhorado a cada fase.

A técnica baseia-se em estratégias de crescimento do negócio, com base em melhores práticas determinadas a partir de hipóteses e experimentos. Fugir do marketing tradicional, buscar por times de formação heterogênea e realizar otimizações por conta de análises e dados são alguns dos pontos em comum entre marcas que se destacam em termos de rápida evolução. Segundo Diego Davila, instrutor de marketing digital da plataforma de ensino à distância Udemy, “é importante que startups foquem em growth hacking, já que o conjunto de estratégias é capaz de expandir, exponencialmente, os negócios, aumentar vendas e alcançar novos clientes”.

Escolher em quais métricas focar, fazer testes A/B e analisar os dados estão entre as tarefas de equipes de mobile growth hackers (crédito: RF._.studio/Pexels)

As mesmas técnicas e estratégias de growth hacking tradicional podem ser aplicadas no mobile, que é uma das áreas de maior crescimento no momento. A App Store iOS, por exemplo, foi lançada, em 2008, com 500 aplicativos. Hoje, possui mais de 1,85 milhões de apps diferentes. Os usuários do Android têm 2,56 milhões de aplicativos para escolher, na Google Play Store. “A competição é real. Isso significa que ter um aplicativo bonito e funcional não é mais suficiente para o sucesso. No movimentado ecossistema de aplicativos de hoje, os aplicativos móveis precisam investir em growth marketing, bem como em experiência do usuário”, diz Gabriel Oyarzabal, vice-presidente da Jampp, plataforma de otimização de campanhas de marketing para apps, para a América Latina.

O alcance do mobile
Entre as tarefas de equipes de mobile growth hackers, estão: escolher em quais métricas ou KPIs (Key Performance Indicators) focar; trazer novas ideias sobre como desenvolver esses KPIs; fazer testes A/B dessas ideias e estratégias; analisar os dados e o feedback dos usuários; trabalhar em conjunto com outros departamentos para aplicar estratégias de growth hacking nos processos em geral; analisar a performance do site mobile e dos aplicativos mobile; investigar e otimizar a taxa de conversão (CRO); escalonar e automatizar os processos de crescimento; e focar em estratégias virais.

Para implementar uma estratégia de mobile growth hacking, é preciso ter um conjunto de estratégias bem definido. “Começando pela definição dos objetivos principais e passando pela chuva de ideias, pela priorização, pelo planejamento, pela execução dos testes e pela análise dos resultados”, afirma Diego.

Aqui, entra, por exemplo, o desenvolvimento de uma estratégia de otimização da App Store (ASO), que visa melhorar a visibilidade do aplicativo da marca no Google Play e na App Store, por meio de otimização de título, descrição, capturas de tela e classificações. “Para desenvolver uma estratégia de otimização ASO bem-sucedida, comece definindo as palavras-chave com as quais deseja que seu aplicativo seja encontrado. Essas são as palavras e frases que as pessoas usam para pesquisar aplicativos na App Store e no Google Play”, explica Gabriel. É importante certificar que as frases estão presentes no conteúdo de toda a página da loja de aplicativos

Além disso, na implementação de uma estratégia de mobile growth hacking, o deep linking entra em cena. Esse elemento permite associar o anúncio certo ao usuário certo, no momento certo. “Os deep links removem etapas desnecessárias, tornando a jornada do usuário do anúncio à compra o mais simples possível”, diz o vice-presidente da Jampp.

É importante criar anúncios diferentes para atender as necessidades dos usuários e a familiaridade com o produto, em cada etapa da jornada do usuário. Com mercadorias mais novas, os anunciantes costumam lançar promoções e descontos. “Essa pode ser uma boa maneira de chamar a atenção, mas não é escalonável a longo prazo. É importante começar a testar diferentes estratégias de criativos, desde o início, e repetir. Teste diferentes tipos de imagens, cores, mensagens, formatos e continue testando, para envolver cada usuário com o conteúdo que achar mais relevante”, afirma Gabriel. O envio de mensagens de texto pode ser desgastante, porém, muitas plataformas e parceiros têm recursos de otimização de criativos dinâmicos, que tornam mais fácil criar e testar vários anúncios com ativos existentes.

Aplicar growth hacking no SEO do site mobile também pode ajudar a marca a crescer. “Cerca de 61% das pesquisas no Google são feitas por meio de dispositivos móveis. Por esse motivo, é fundamental ter o site e o SEO da empresa otimizados para o mobile. Além de criar uma versão mobile do site, é necessário ter a certeza de que as pessoas que visitarem o site pelo mobile terão a melhor experiência possível”, diz Diego. Para isso, é preciso testar a velocidade do site para dispositivos móveis.

No entanto, vale destacar que ninguém pode descrever o processo de conversão melhor do que o cliente, diz o profissional da Udemy: “Uma opção é fazer pesquisas com os clientes, validando ideias de growth hacking a serem implementada”. Por exemplo, se no processo de planejamento de testes há três ideias a serem testadas, é possível economizar tempo e ter um resultado melhor ao compartilhar previamente essas ideias com os clientes, dando a opção deles votarem na ideia que seria de mais valor. Além disso, complementa o vice-presidente da Jampp, para ter uma estratégia de growth hacking bem-sucedida, foque nas principais métricas.

Victória Navarro – 23 de abril de 2021 – https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2021/04/23/o-papel-do-growth-hacking-no-aumento-da-conversao-mobile.html

Marketplace é responsável por 78% do faturamento do e-commerce brasileiro

de Imprensa Mercado & Consumo 31 de agosto de 2020

A 42ª edição do Webshoppers, o mais amplo relatório sobre e-commerce do país elaborado semestralmente pela Ebit|Nielsen – em parceria com a Elo, mostra que o e-commerce brasileiro ainda é bastante dependente dos marketplaces. De acordo com a pesquisa, os varejistas destas plataformas têm participação de 78% no faturamento total do mercado. O crescimento do setor com a pandemia é perceptível nos números: R$ 30 bilhões do faturamento dos seis primeiros meses de 2020 são de lojas que praticam marketplaces, uma expansão de 56% sobre o mesmo período de 2019.

É curioso que a pesquisa mostra que apesar do grande faturamento dos marketplaces, 32% dos consumidores ainda não sabem o que significa a palavra marketplace.

Houve ainda um crescimento de 61% no faturamento das operações dos Bricks and Clicks (modelo de negócio que atua tanto em loja online quanto em loja física) nos primeiros seis meses deste ano, com 73,1% de importância no total das vendas online no país. Nas operações deste tipo de loja, foram 57 milhões de pedidos (+54% frente 2019) e ticket médio de R$ 495 (+4%).

Já os chamado Pure Players (modelo de negócio exclusivamente online) cresceram 26% em vendas, com R$ 9 bilhões de faturamento. Foram 26 milhões de compras por esse meio, com desembolso médio de R$ 335, alta de 15% e 9%, respectivamente. O montante de vendas dos Fabricantes.com (loja virtual do fabricante) apresentou recuo de 8%, com total de R$ 1,4 bilhão, apesar do número de pedidos ter aumentado 42% (6 milhões de pedidos no total). O valor médio nas compras feitas nessa frente foi de R$ 213, queda de 35% na comparação com 2019.

Brick And Clicks - Werbshoppers

Com informações do portal Ecommerce Brasil. https://mercadoeconsumo.com.br/2020/08/31/marketplace-e-responsavel-por-78-do-faturamento-do-e-commerce-brasileiro

Carrefour usa o Pinterest para integrar lojas físicas com o mundo online

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O Carrefour será um dos primeiros varejistas no Brasil e América Latina a oferecer interação com o Pinterest via Pincode, novo serviço da ferramenta lançado em novembro. A partir deste mês, quatro hipermercados do Carrefour em São Paulo (SP) passam a contar com comunicação no ponto de venda para que o cliente possa interagir com o conteúdo da rede disponível em sua página no Pinterest. Ao todo, são mais de 160 Pincodes espalhados pelas gôndolas, possibilitando acessar diversas receitas da plataforma Chef Carrefour disponíveis no perfil da rede.

O Pincode nada mais é do que um QR Code customizado que o usuário escaneia com o aplicativo da ferramenta de busca de ideias, permitindo descobrir e interagir com novos conteúdos inspirados pelos lugares por onde passa. O funcionamento é muito simples: basta apontar a câmera do celular, dentro do aplicativo do Pinterest, na direção do Pincode, fazendo com que o conteúdo extra seja acessado sem necessidade de tirar a foto, apenas pela leitura da imagem.

A cada mês, mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo usam Pinterest para descobrir as coisas que amam e, de acordo com a comScore, são mais de 19 milhões de visitantes únicos mensais somente no Brasil.

Instagram libera Stories Highlights e Arquivo de histórias

instagram

O Instagram liberou duas ferramentas que permitem salvar momentos favoritos do Instagram Stories. O Stories Highlights é uma nova parte, disponibilizada no próprio perfil na qual é possível mostrar melhor quem você é por meio das histórias que compartilhar. A outra novidade é que os videos curtos ficam salvas automaticamente e de forma privada no Arquivo de história, que pode ser acessado e compartilhado a todo momento.

Até o momento não era fácil salvar histórias por mais de 24 horas. Com a novidade o que a plataforma promete é poder “expressar integralmente sua identidade exclusiva agrupando as histórias que compartilhou em destaques e exibindo-as no seu perfil”.

Stories Highlights

O recurso foi disponibilizado em uma nova seção no seu perfil, abaixo da biografia. Para criar um destaque, basta tocar no círculo “Novo” à esquerda. Lá, você poderá escolher histórias do seu arquivo, selecionar  uma capa para o destaque e nomeá-lo. Depois de terminar, seu destaque aparecerá como um círculo no seu perfil que funcionará como uma história independente quando alguém tocar nela.

Os destaques permanecerão no seu perfil até que você decida removê-los, e é possível ter quantos destaques quiser. Para editar ou remover um destaque, basta tocar e segurar o destaque no seu perfil.

Arquivo de histórias

A partir de agora, as histórias serão salvas automaticamente no seu arquivo quando expirarem. Assim, será mais fácil rever seus momentos favoritos depois ou dar vida a eles novamente com um destaque.

Para acessar as histórias em um arquivo, toque no ícone Arquivo no seu perfil. Nessa área, você poderá facilmente alternar entre o arquivo de publicações e o novo arquivo de histórias. Suas histórias aparecerão em uma grade com os arquivos mais recentes na parte inferior. Sua primeira história de cada dia exibirá um indicador de data para ajudar você a navegar pelo arquivo conforme a tela é deslizada.

Somente você pode ver suas histórias arquivadas, e é possível desativar o arquivamento automático a qualquer momento nas configurações do seu perfil.

As atualizações de hoje estão disponíveis como parte da versão 25 do Instagram para iOS e Android.

http://adnews.com.br/social-media/instagram-libera-stories-highlights-e-arquivo-de-historias.html

Facebook testa aluguéis de casas

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Fonte: sad

Cada vez mais o Facebook do mundo quer aumentar as possibilidades de lucro dentro de seu próprio ambiente. Depois da plataforma iniciar uma seção dedicada exclusivamente a veículos em seu Marketplace, é a vez da rede social abrir uma abra exclusiva para o aluguel de casas.

“A partir de 9 de novembro, as pessoas que usam o Marketplace nos EUA poderão navegar e pesquisar centenas de milhares de propriedades através de parcerias com Apartment List e Zumper”, disse o comunicado da rede de Mark Zuckerberg.

Na nova opção “Rentals” é possível refinar a pesquisa, ver imagens e entrar em contato direto com o proprietário. Confira abaixo uma foto do novo layout da interface:

Instagram traz métricas para o Stories

11 de Janeiro de 2017 14h – Atualizado às 14:34

stories

Em apenas cinco meses após o seu lançamento, o Instagram Stories já conta com mais de 150 milhões de usuários diariamente. De acordo com a rede social, o formato de conteúdo oferece mais uma opção às empresas, já que 70% dos instagrammers seguem contas de negócios, serviços ou marcas.

Pensando em monetizar tudo isso e incrementar sua oferta para os anunciantes, a plataforma acaba de apresentar novas ferramentas capazes de mensurar a interação entre pessoas e histórias – métricas do Stories para perfis de negócios, além de anúncios de tela cheia.

Agora, empresas que possuem um perfil comercial poderão ver o alcance, impressões, respostas e saídas de cada uma de suas histórias. Ao visualizar essas informações, elas poderão tomar decisões com base nos dados e criar conteúdo ainda mais relevante para sua audiência.

Além de métricas, o Instagram também trouxe opções de anúncios imersivos em tela cheia. A publicidade nas histórias permite usar recursos de segmentação, alcance e mensuração capazes de tornar os anúncios ainda mais relevantes para um público específico.

Os formatos serão testados primeiramente com cerca de 30 clientes em todo o mundo, incluindo: Skol, Netflix, Coca-Cola, Capital One, General Motors, Buick, Nike, Yoox e Qantas.

http://adnews.com.br/social-media/instagram-traz-metricas-para-o-stories.html

Snapchat mostrará anúncios entre histórias de seus amigos

14 de Junho de 2016 11h –  

snap

As últimas atualizações do Snapchat demonstram um claro posicionamento de aproximação com anunciantes. O botão Discover mudou, os Lives mudaram, e agora, o que mudará é o principal recurso da plataforma: o modo História.

Os anúncios verticais que já apareciam nos outros dois canais irão ser exibidos agora também nos vídeos de pessoas que o usuário tenha como amigo.  O que era um app pode estar se tornando um TV.

A empresa se negou a dizer quantas vezes os anúncios serão exibidos. Um porta-voz reconfortou um pouco os 150 milhões de usuários diários, afirmando que os anúncios serão “puláveis” e só aparecerão entre a passagem de uma história para outra e não no meio da postagem de uma mesma pessoa.

A companhia se demonstra cautelosa e sinaliza buscar a melhor maneira de monetizar sua base de usuários sem desrespeitá-los ou gerar migrações. “Fazer isso da maneira certa, com foco na criatividade, nos permite ser extremamente conservadores”, afirma o head de revenue, Peter Sellis.

A Hollister, P&G, Verizon, Warner Brothers, entre outras vão começar a anunciar dentro das histórias em breve.

http://adnews.com.br/social-media/snapchat-mostrara-anuncios-entre-historias-de-seus-amigos.html

Adsmovil aponta seis tendências do mobile para 2016

Se 2015 já foi o ano para o mobile, 2016 promete revolucionar ainda mais a forma de consumir informações e utilidades. Dois exemplos disso são os Wearables e a Internet das Coisas, que vêm ganhando cada vez mais força no mercado e caindo no gosto do consumidor. O Brasil não fica atrás de países como os Estados Unidos no que diz repeito a inovações tecnológicas. Aliás, o número de smartphones tem crescido a cada ano, e tende a superar a marca de 68 milhões alcançada em 2015 (Nielsen).

Diante deste cenário, a Adsmovil aponta quais serão os “temas da vez” de 2016, no segmento mobile, como a mídia programática. Este formato, por exemplo, já representa 8% do faturamento da Adsmovil na América Latina, que passou a oferecer o serviço em julho de 2015, e a expectativa é que este valor seja de 15% em 2016, por conta de países como Brasil e México, que foram os primeiros a adotar a solução.

“Cada vez mais as marcas estão percebendo a força que o mobile tem e continuará tendo no mercado tecnológico. Todas as tendências para 2016 mostram que o avanço está apenas começando e que o hábito dos consumidores está em constante mudança. Terá sucesso quem acompanhar estas mudanças”, ressalta Alberto Pardo, CEO da Adsmovil.

Confira abaixo as cinco tendências do seguimento para 2016:

1. Mídia Programática: encontrar a pessoa correta, no momento e local certos, em larga escala e de forma automática, além da transparência nos dados da audiência envolvidas no processo marcou 2015 e crescerá em 2016. De acordo com a previsão da consultoria eMarketer, os investimentos nesse formato de mídia devem saltar de US$ 600 mil, em 2014, para US$ 4,2 milhões este ano. Outro estudo da RBC Capital Markets e da Adversting Age aponta o mobile como a número 1 em termos de oportunidade para o crescimento de mídia programática, de acordo com 33% dos profissionais de marketing entrevistados.

2. Internet das Coisas: o conceito criado traduz a revolução tecnológica que levou utensílios do dia a dia a se conectarem a uma rede. Hoje, por exemplo, podemos nos conectar em qualquer lugar do mundo por meio de um aparelho móvel, sem que precisemos de um desktop. A comunicação se tornou mais instantânea e prática. Com o avanço constante da tecnologia, a tendência é que tenhamos cada vez mais alternativas para nos comunicarmos, isto é, variedades de aparelhos que podemos levar para qualquer lugar, e até mesmo vestir, como é o caso dos wearables.

3. Wearables: os famosos “vestíveis” estão ganhando cada vez mais espaço no dia a dia da população. Um bom exemplo disso são relógios como o Apple Watch, que possui todas as funções que o próprio smartphone da marca. Além dele, relógios de outras marcas foram lançados para facilitar ainda mais a maneira com que o consumidor se comunica e interage com o resto do mundo. Outro exemplo de wearables, são os óculos lançados com o objetivo de oferecer ao usuário uma experiência de inteligência artificial. Em 2016, vestíveis como esses citados, tendem a ganhar mais espaço no mercado.

4. Mobile advertising como fonte de vendas: aos poucos as marcas passam a enxergar a publicidade mobile como um recurso valioso em gerar vendas. Um bom exemplo é a campanha da marca Amopé, criada pela Adsmovil em conjunto com a Havas e que representou a primeira vez que a Reckitt Benckiser lançou uma marca no Brasil tendo como principal estratégia a publicidade mobile. O click-through-rate deste case foi quatro vezes maior do que a da campanha realizada em web e 26% dos produtos vendidos foram realizados via dispositivos móveis graças às inúmeras e precisas possibilidades de segmentação em mobile.

5. Centennials: para quem pensava que a geração Y seria a revolucionária de todos os tempos, não sabe o que está por vir. Os chamados Centennials, também conhecidos como geração Z, virão com tudo para alavancar o mercado mobile e mudar consideravelmente os comportamentos culturais. A geração Z ainda é jovem, de fato, mas as empresas têm aí uma oportunidade para atender esse novo mercado. A partir de 2016, a geração que não sabe o que é viver sem internet e smartphones, ajudará o mercado a se reinventar no que diz respeito à tecnologia mobile.

6. Foco no usuário:

• Mobile terá um crescimento significativo este ano, os esforços serão mais baixos na área de desktop, e pela primeira vez o mobile liderará as estratégias digitais das marcas.

• Geolocalização, formatos de Rich Midia e “Retargeting” serão essenciais para atingir o público em ferramentas de dispositivos móveis.

• O uso adequado dos dados dos usuários e seus hábitos de consumo será essencial para criar uma publicidade móvel altamente personalizado, 100% focado nos usuários e suas necessidades.

Redação Adnews – 21/01/2016

http://www.adnews.com.br/internet/adsmovil-aponta-seis-tendencias-do-mobile-para-2016

40,5 milhões de usuários brasileiros são impactados por ações no Twitter

No cenário de expansão das ações de marcas no segmento digital no Brasil, o Twitter teve um crescimento da receita de 139% no terceiro trimestre – dados mais recentes divulgados pela empresa – em comparação com o resultado do mesmo período de 2014. A companhia declarou que espera manter uma taxa de expansão na casa de três dígitos em 2016.

Segundo o Twitter, a estratégia de crescimento está baseada em três pilares principais: vídeos digitais, integrações com programas de TV e parcerias comerciais com empresas aproveitando grandes eventos do ano que vem, principalmente as Olimpíadas.

Uma pesquisa da eMarketer de março deste ano confirma a tendência, do mobile mostrando um aumento médio anual de 114% da participação da visualização dos vídeos digitais em dispositivos móveis (celulares e tablets) no mundo entre o início de 2012 e o fim de 2014.

“O Twitter tem uma vantagem natural nesse contexto, uma vez que é uma plataforma de acesso basicamente mobile”, diz Guilherme Ribenboim, vice-presidente do Twitter para a América Latina. “Conseguimos garantir aos anunciantes acesso ao consumidor, via dispositivos móveis, ao longo de todo o seu dia, inclusive no deslocamento de táxi ou ônibus, por exemplo, e não apenas enquanto ele está em casa ou no trabalho, conectado a um computador”, acrescenta.

Considerando todo o ecossistema no Brasil – a plataforma em si e os aplicativos parceiros comercializados pelo Twitter – as ações de marca feitas por empresas no Twitter hoje atingem 40,7 milhões de internautas. Isso significa que mais de 80% dos usuários brasileiros de celulares e tablets são impactados por essas ações.

O Twitter também declarou que trabalha para expandir as integrações que realiza com programas de TV no país em diversas áreas, como com reality shows, telejornais, programas esportivos e novelas. Os formatos tradicionais como a televisão vêm mostrando seu potencial na plataforma. Prova disso é o enorme sucesso que Masterchef, exibido pela Band, teve na rede social.

“Por ser uma plataforma aberta, sem filtro e de conversa em tempo real, o Twitter tem o potencial de viralizar um conteúdo rapidamente, o que é muito importante para o contato entre as marcas e o público. E os programas de TV têm percebido cada vez mais que a interação com o público tem efeitos extremamente positivos sobre a audiência”, diz Ribenboim.

O terceiro pilar de crescimento do Twitter Brasil em 2016 são os grandes eventos previstos para o ano que vem, como Carnaval, eleições e, principalmente, as Olimpíadas.

Estudo feito pela ComScore mostra que o engajamento do público no Twitter em conversas relacionadas a grandes eventos é muito maior que em outras plataformas. No Oscar 2015, por exemplo, o Twitter registrou um aumento de 62% dos minutos gastos por internautas em relação a um dia normal, enquanto as 10 outras principais plataformas registraram alta média de 18%. Já durante o VMA (Video Music Award), que mobiliza mais o público jovem, o aumento no Twitter foi de 32%, enquanto os demais tiveram queda média de 20% dos minutos gastos.

Redação Adnews  – 11/11/15

http://www.adnews.com.br/internet/mais-de-40-milhoes-de-usuarios-brasileiros-sao-impactados-por-acoes-no-twitter

Twitter substitui ‘favoritar’ por ‘curtir’

Ao que tudo indica dificilmente você vai dizer novamente que “favoritou” o tweet de algum amigo ou perfil que você segue na rede social de 140 caracteres.  Tudo isso por que a estrelinha do “favoritar” foi deixada de lado pela plataforma e substituída pela ação “curtir”, acompanhada de um coraçãozinho como ícone. A novidade, que já estava em fase de testes, agora foi oficializada.

O argumento que a rede social utilizou, em seu próprio blog, é a necessidade de facilitar a interação do usuário. Segundo o Twitter, a estrela pode confundir os usuários mais novos da plataforma. Além disso, o microblog ainda diz que “é possível gostar de um monte de coisas, mas nem tudo pode ser seu favorito”.

Seguindo esse raciocínio da própria plataforma parece que a ideia, além de facilitar a interação, já que o “curtir” e o “coração” valem como moedas na web,é aumentar o engajamento, o que automaticamente interessa (e muito) para as marcas.

Redação Adnews 03/11/2015

http://www.adnews.com.br/internet/twitter-substitui-favoritar-por-curtir