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Como as marcas devem se relacionar nas redes sociais com a Geração Z?

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Os exemplares da geração Z, também conhecidos como “nativos digitais”, já nasceram de celular na mão e cresceram num mundo conectado.

Chegando às faculdades agora, eles serão o centro das atenções do futuro do e-commerce. Até 2026, os mais novos dessa geração já terão atingido a idade para ter renda própria e seu poder aquisitivo alcançará novos patamares.

E, é claro, marcas e e-commerces precisam iniciar um relacionamento com essa geração para aumentar suas chances de sucesso nos anos vindouros.

Características e poder de compra dos nativos digitais

A Geração Z, definida por quem nasceu de 1998 até 2010, é diferente das gerações passadas. Justamente por isso, entender suas características e preferências é essencial para capturar sua atenção – e, claro, seu dinheiro.

Eles cresceram acostumados a usar a Internet e é a primeira geração inteiramente digital. Isso é tão enraizado em sua cultura que eles só percebem que a internet existe quando o wi-fi não está disponível.

Antenados à tecnologia, são usuários assíduos das redes sociais, consomem diariamente vídeos on-demand, e tudo começa pelo celular. Obviamente, suas expectativas são mais altas que as das gerações passadas.

Potencial de compra ampliado

De acordo com relatório da BI Intelligence – que explorou os hábitos de compras da Geração Z – os chamados nativos digitais estão apenas começando a impactar o comércio, mas já são extremamente valiosos.

Segundo estudos da IBM – que considerou mais de 15 mil pessoas em 16 países – a Geração Z já possui $44 bilhões de dólares em poder de compra, número que irá decolar conforme ficarem mais velhos e conquistarem autonomia. Além disso, eles influenciam 93% do planejamento financeiro da família.

Apesar dessa geração ainda comprar em lojas físicas, isso se deve muito mais ao fato de ainda não terem cartão de crédito do que a uma preferência em si.

Até que o e-commerce se torne o principal canal de compras dessa geração – quando atingirem a maioridade – o comércio enfrentará o desafio de construir uma presença digital sólida usando, especialmente, os canais preferidos desse público: as redes sociais.

Comportamento de Consumo

Essa é a primeira geração a viver uma vida onde a Internet é onipresente através do mobile, e isso moldou seus hábitos de compras. Para os nativos dessa era, a distância de uma loja para a outra é zero e eles compram no mundo inteiro.

Seus hábitos de compra em e-commerces também começaram mais cedo que a geração passada. Justamente por isso, eles têm a habilidade de serem altamente sofisticados em suas decisões de compras.

Os nativos digirais querem se relacionar com marcas e empresas de forma integrada, não importando o canal. Isso significa ser atendido e poder comprar de uma mesma marca através do Instagram, Facebook ou e-commerce, com uma experiência fluída independente do canal.

Redes Sociais: o quintal da Geração Z

Quando o assunto é redes sociais, os nativos digitais dão um show. Eles cresceram vendo e usando esses canais: em casa, na rua, na escola e nos espaços públicos. E, claro, já são acostumados a procurar tudo pelas redes.

Muitos perguntam onde encontrar certos produtos e serviços nas redes sociais antes mesmo de procurar no Google. Usam a inteligência coletiva para suas escolhas e se baseiam em influência social.

Geração Z representará 40% dos consumidores do mundo até 2020

Esqueça os Millenials! A Geração Z chegou e está pronta para deixar suas pegadas no mercado. Ela está começando a sua vida financeira e é mais focada em ter dinheiro que as gerações passadas.

De acordo com a base de usuários do Facebook, considerando pessoas de 13 a 22 anos de idade no Brasil, já são 33 milhões de brasileiros ativos na rede social.

Os mais novos se encontram em peso no Instagram e Snapchat. Segundo dados do IBGE, eles representam cerca de 23% da população brasileira, e, de acordo com a Fast Company, até 2020 eles representarão 40% de todos os consumidores no mundo.

DETALHE: estamos apenas a 24 meses de 2020!

Dicas para se relacionar com a Geração Z e impulsionar vendas

Seja mobile-first

O mesmo estudo da Fast Company mostra também que para a Geração Z, da socialização ao entretenimento, do aprendizado até a compra, tudo se passa pelo mobile.

Una isso às suas altas expectativas de compra online e temos um cenário letal para sites lentos, não responsivos, apps pesados e/ou difíceis de navegar.

Para aproveitar a entrada da Geração Z e seu poder crescente de compra, sua marca deverá pensar, sempre, em alternativas para mobile e, só depois, para desktop.

Invista em SEO e Assistentes virtuais

E, quando a questão é a busca no Google, tenha em mente que o novo hábito dessa geração são os assistentes virtuais.

De acordo com a GlobalWebIndex, 1 a cada 3 pessoas da Geração Z está usando uma busca por voz em seu smartphone.

Para o e-commerce, isso impõe o desafio de implementar estratégias cada vez mais assertivas de otimização para mecanismos de busca.

Investir em SEO, criar snippets para o Google e aparecer na posição “0” deve estar entre os objetivos de quem quer ganhar destaque. Outra dica valiosa para se comunicar com os nativos digitais é implementar a busca por voz no seu próprio site e e-commerce.

Aposte nos creators: a ponte entre as marcas e a geração Z

Menos impactados pela mídia tradicional e suas técnicas old school – como usar uma celebridade global para endossar um produto – a Geração Z tem novos ídolos.

Eles são, em sua maioria, YouTubers ou Instagrammers que falam sua língua e entregam conteúdo de valor. Eles são o canal e o artista ao mesmo tempo.

E é por isso que sua empresa precisará marcar presença através desses criadores de conteúdo, comumente conhecidos no meio como “creators” – uma evolução de ser simplesmente um influenciador digital.

Seja on-life e entregue valor

Para sua marca ou e-commerce ter um engajamento relevante com a Geração Z, ela precisará ser on-life, ou seja, fazer parte da vida conectada deles.

Se a informação ou conteúdo que você oferece em seus canais for irrelevante (ou apenas propagandista), os nativos dessa geração irão simplesmente te bloquear. Mas, o contrário é igualmente verdadeiro.

Com a Geração Z, seu objetivo não poderá mais ser, simplesmente, vender, mas sim, se relacionar.

E falar com essa geração é fazer muito mais publicidade do que propaganda. É mais contar o que a marca tem para ensinar do que contar o que ela tem para vender. É sobre propósito e significado. É mais engajamento em torno da mensagem do que somente em torno de um produto ou serviço.

Tenha uma ferramenta de gerenciamento de redes sociais

Milissegundos. Esse é o tempo que você tem para fazer o dedo de um nativo digital parar de descer no feed e ganhar sua a atenção nas redes sociais. Estima-se que a atenção dessa geração é de apenas 8 segundos após a fixação dos olhos. Um desafio e tanto, certo?

Para vencer essa batalha, usar ferramentas analíticas como a mLabs é fundamental. Além de te ajudar a entender o que é relevante e engaja o seu público nas redes sociais, você poderá agendar posts, analisar os resultados, interagir em tempo real e otimizar sua estratégia.

Esse tipo de ferramenta te ajudará também a criar uma experiência integrada de compra em seus canais sociais e a responder rapidamente às suas necessidades via inbox e comentários.

Automatize o atendimento com Chatbots

Apesar de nova, a geração Z é um poderoso grupo de influência para compras. Justamente por isso, é importante se preparar agora para o futuro.

Tenha em mente que você terá que lidar com uma geração impaciente – em função da estimulação tecnológica que tiveram. É uma geração imediatista que não irá esperar horas para ter uma resposta nas redes sociais.

Eles preferem falar com um chatbot para resolver mais rápido suas questões do que esperar para falar com um humano.

De acordo com a PricewaterhouseCoopers, 66% dos consumidores voltariam para uma loja online se ela tivesse atendimento via chat.

Dados como esse provam que, cada vez mais, as marcas precisarão investir para oferecer uma experiência de compra integrada, eficiente e rápida nos diversos canais onde ela está.

Utilize data science e aposte na personalização

Todos nós sabemos o quão valioso é para um cliente sentir que a marca realmente o entende, certo?

E, com a abundância de dados e tecnologias disponíveis hoje, as possibilidades de personalização tendem a crescer e se aprofundar cada vez mais. Tendência que fortalecerá também o costume dos nativos digitais de receberem tudo conforme sua personalidade / estilo de vida.

E, aí, eu te pergunto: como a sua marca / e-commerce está se saindo nesse quesito?

A maioria das lojas está constantemente minerando os perfis das pessoas que compram em seus e-commerces, mas nem todas usam essas informações para obter vantagens. Com o volume de dados gerados, é possível personalizar muito mais.

Não se limite a construir buyer personas e segmentar clientes! Vá para o nível do indivíduo e gere mais vendas.

Pense em ter pessoas especializadas em Ciência de Dados em seu negócio. Recomendações personalizadas para o indivíduo tem potencial de conversão muito maior do que uma estratégia de personas.

A personalização nesse nível aumenta desde a taxa de abertura dos e-mails até as vendas. Fazer retargeting nas redes sociais também contribui para o aumento das conversões.

Cuide do seu conteúdo nas redes sociais

Para se relacionar com essa geração através das redes sociais é fundamental ter conteúdos relevantes e que geram engajamento.

Ao contrário das gerações passadas – que preferem olhar passivamente os posts nas redes sociais ao invés de interagir – para essa geração, quanto maior o engajamento, maior a conversão.

Portanto, certifique-se de ter uma boa estratégia de conteúdo no ar, mantenha o engajamento e o diálogo constantes e melhores a experiência desse público com a sua marca.

Rafael Kiso é Fundador e CMO da mLabs, plataforma de gerenciamento de mídias sociais. Com 20 anos de mercado, atuou sempre no setor de tecnologia e meios digitais de empresas como Banco Itaú, FIESP e Focusnetworks. Em 2017 foi premiado pela ABRADi-SP como Profissional Digital na categoria Planejamento, e hoje é responsável por gerenciar e tomar decisões na mLabs, empresa que visa a democratização de redes sociais e a educação e desenvolvimento digitais

http://adnews.com.br/adarticles/como-marcas-devem-se-relacionar-nas-redes-sociais-com-geracao-z.html

Facebook anuncia novidades para vídeos

 

16 de Fevereiro de 2017  

Facebook Vídeo

O Facebook anunciou algumas novidades muito bem-vindas para usuários e, também, para as marcas. Dentre elas, está a possibilidade de assistir vídeos minimizados no Feed de Notícias e até mesmo fora do app da rede social, em mobile.

Vídeos com som ativado no Feed

Caso o celular do usuário esteja com o som ativado, os vídeos do Feed rodarão com o áudio habilitado, a menos que isso seja desativado nas configurações.

A novidade já foi testada em alguns países e os resultados divulgados pelo Facebook mostraram que 70% dos vídeos – incluindo anúncios – foram assistidos com o áudio ativado. Também, de acordo com o relatório, isso elevou o tempo médio que conteúdos foram assistidos e seus compartilhamentos.

Vídeo vertical

O formato, que estava sendo testado desde o ano passado, começou a ser liberado para todos, no iOS e Android.

Possibilidade de assistir vídeos minimizados

Assim como já acontece no YouTube: ao minimizar um vídeo, será possível posicionar o conteúdo ao lado e continuar assistindo-o. E, caso o usuário saia do app, também poderá visualizar o vídeo, mas apenas se estiver usando Android.

App do Facebook para TVs

Além da possibilidade de reproduzir vídeos na TV, via Chromecast, agora também será possível assistir com o app nativo do Facebook para TVs, incluindo Apple TV, Amazon Fire e Samsung Smart TV. Em breve, mais plataformas estarão disponíveis.

Fábio Prado Lima é diretor da AdResults, parceira estratégica com foco na gestão de mídia em redes sociais.

http://adnews.com.br/adarticles/facebook-anuncia-novidades-para-videos.html

Google anuncia novidades na I/O 2016

19 de Maio de 2016 13h –  

DuoGOOGLE

Aconteceu ontem (18) a edição 2016 da Google I/O, conferência da gigante voltada para programadores e desenvolvedores que acontece em Montain View, nos Estados Unidos. Como já é costume, a empresa aproveitou o momento para anunciar novidades e falar sobre planos futuros em investimentos tecnológicos.

O evento teve início com o CEO da companhia, Sundar Pichai, apresentando o Google Assistant e o Google Home, novos assistentes inteligentes da empresa. O segundo pode ser comparado com o Echo, sistema domiciliar conectado da Amazon, enquanto o Assistant foi definido como uma “evolução natural do Now”. O assistente pessoal conta com recursos de voz mais sofisticados e será disponibilizado para Android e Chromecast.

Durante a conferência também foram apresentados detalhes sobre o Android N, sétima versão de sistema operacional do Google. Uma das principais funções que surgem no novo Android é a possibilidade de gerenciamento de aplicativos, que vai apresentar apenas os utilizados mais recentemente.

Outra aposta do Google para o novo Android é a redução no consumo de bateria em memória. Notificações simplificadas e emojis atualizados, incluindo 72 novos ícones. A empresa fez uma chamada para dar nome à nova versão, pedindo aos usuários para nomear o N através de um site.

Destaque para duas novidades: o Instant Apps, um recurso que promete permitir a execução de aplicativos do Android instantaneamente, sem a necessidade de instalação, e os apps Allo e Duo. Basicamente, o Allo é o novo aplicativo de conversação da gigante, que promete fazer frente aos concorrentes como WhatsApp e Messenger do Facebook. O Duo, por sua vez, pode ser encarado como o “FaceTime do Android”, onde os usuários podem estabelecer vídeochamadas.

Uma nova plataforma para realidade virtual também foi anunciada. “Daydream”, como foi chamada, deve ser lançada no último trimestre deste ano. A ideia, segundo a empresa, é criar um controlador de realidade virtual “confortável e intuitivo”. A plataforma também vai agregar outros apps já conhecidos, como o Street View e o YouTube.

O Google divulgou também o Android Wear 2.0, novo modelo do relógio conectado da gigante que promete trazer melhor desempenho e total autonomia com relação ao smartphone.

Uma novidade que pode agradar os anunciantes de aplicativos é a expansa da Firebase que além de ajudar os desenvolvedores a criarem os apps de forma mais dinâminca, vai permitir rodar campanhas de anúncios através de AdWords, avaliar o engajamento dos clientes que fizeram o download do app e testar novas versões.

Detalhes sobre as novidades estão disponíveis no blog oficial do Google (acesse aqui).

http://adnews.com.br/tecnologia/google-anuncia-novidades-na-io-2016.html

Vídeos Nativos: o que são e por que apostar neles?

 

O ano de 2015 foi o da publicidade em vídeo: o formato caiu no gosto dos consumidores, das agências de publicidade e trouxe resultados muito bons para os anunciantes. Visto a rapidez com que a tecnologia evolui hoje em dia, quem não investiu em vídeos digitais em 2015 já ficou para trás.

Mas calma, a tendência é que em 2016 a publicidade em vídeo se torne ainda mais popular, fazendo com que mais marcas adotem este formato de mídia. Segundo a BI Intelligence a receita de anúncios em vídeo digital atingirá cerca de US$ 5 bilhões em 2016, mais dos que os US$ 2,8 bilhões em 2013.

O desafio da popularização dos vídeos digitais na publicidade é a competitividade pela atenção do consumidor, são muitos anunciantes em uma única timeline. Grande parte (65%) das visualizações dos vídeos do Facebook acontece em dispositivos mobile, onde usuários passam pelas postagens distraidamente, parando por alguns momentos somente quando encontram algo que gostam.

Embora todo mundo esteja cansado de saber, vale lembrar que o mobile é a estrela da vez, simplesmente porque estamos o tempo todo com o celular na mão, ou seja, o anunciante que opta pelo mobile acompanha o seu público onde quer que ele esteja.

Pensando no ambiente mobile, as agências e os anunciantes estão adaptando os conteúdos de vídeos para a plataforma. Vídeos curtos de até 30 segundos geralmente apresentam uma performance melhor visto que captam a atenção dos consumidores de forma rápida.

É importante explorar diversos veículos em uma mesma plataforma, para que o vídeo do anunciante não se torne mais um na timeline do consumidor. Além das redes sociais, existem outros canais que entregam vídeos digitais de forma bastante eficaz e devem ser considerados no mix de mídia mobile, como os aplicativos de entretenimento, notícias e jogos.

A publicidade em jogos mobile faz parte de um segmento em crescimento no Brasil. A veiculação de vídeos em games tem se provado ser uma solução inovadora para conquistar a atenção dos usuários de forma imersiva e apresenta resultados excelentes quando considerados alcance e engajamento dos vídeos.

Um estudo feito pela IAB dos Estados Unidos aponta que, neste país, 22% das compras dos mobile gamers do sexo masculino são influenciadas por anúncios de vídeos dentro dos jogos. Porém, para acertar a estratégia de vídeo na plataforma mobile é preciso ter alguns cuidados. Segundo um estudo realizado pela Millward Brown, ter controle é o principal driver da receptividade à propaganda, ou seja, os mobilers querem ter o controle sobre o que escolhem dar atenção.

Entenda as vantagens da publicidade de vídeos em mobile games:

è Os jogos mobile foram pensados para que fossem acessados várias vezes por dia. Como não é possível prever quanto tempo cada usuário irá jogar em uma determinada sessão do jogo, os games foram desenvolvidos em torno de sessões curtas, ou seja, o usuário pode jogar durante três minutos em uma fila de banco ou durante uma hora sentado no sofá de casa. Um jogador faz em média cinco sessões diárias totalizando trinta e nove minutos por dia imerso no game. Ou seja, as marcas conseguem se conectar com seus consumidores várias vezes ao dia.

è Quando os jogadores estão imersos no game o mindset deles é positivo. No momento de diversão o cérebro está ativo produzindo dopamina e se a marca conversa com o consumidor neste momento a probabilidade da mensagem ser absorvida de forma assertiva é bem maior, aumentando assim o engajamento e criando uma impressão boa na mente do consumidor.

è Uma marca pode presentear os consumidores com algum benefício in-game que irá ajudar no avanço no jogo. Este formato é conhecido como vídeo nativo onde o próprio usuário toma a decisão de ver o vídeo e escolhe o momento mais adequado para isso, o que faz com que o anúncio não seja invasivo. O consumidor interage com a publicidade no intervalo entre uma fase e outra e normalmente, assiste ao vídeo até o final, visto que um benefício lhe será entregue.

Segundo um estudo da MMA sobre o comportamento mobile no Brasil, o que mais motiva um jovem a prestar atenção em uma propaganda é a possibilidade de ganhar algo em troca. Por exemplo, a Gameloft, um dos players neste segmento de publicidade mobile tem uma média de 82% de completed views nos vídeos nativos, ou seja, 82% dos usuários assistem ao vídeo até o final, pois querem/precisam da recompensa.

Não é por acaso que os vídeos nativos estão se tornando os queridinhos da publicidade online, afinal, eles geram uma reação positiva no consumidor, agregam valor à marca e o engajamento é bem maior. Se o objetivo é ter o conteúdo visto e visto em sua totalidade, esta é uma oferta que os anunciantes não podem deixar passar.

Artigo de Felipe Sartori, Country Manager da Gameloft Brasil

20/04/2016

http://www.adnews.com.br/artigos/videos-nativos-o-que-sao-e-porque-apostar-neles

 

 

Millward Brown anuncia previsões para mercado de digital e mídia em 2016

A Millward Brown realizou um estudo e divulgou suas previsões para as áreas de mídia e digital em 2016. A importância do contexto, o marketing de conteúdo e as novas plataformas de vídeo para mobile e a TV conectada são algumas das tendências abordadas no estudo.

Confira abaixo o que a empresa considera como sendo sete tendências para este ano:

1 – Muito além do online e do mobile, nasce o marketing de contexto:  em 2016 os profissionais de marketing planejarão a mídia online e mobile de forma mais sofisticada, buscando incrementar as sinergias do mídia mix. Eles reconhecem os diferentes contextos nos quais os seus conteúdos são consumidos e esse ano irão diferenciar o consumo de mídia pela forma que os usuários interagem com o conteúdo e não por plataforma.

2 – Marcas inteligentes repensarão como criar anúncios eficazes para o mobile: o segmento continuará sendo atraente para marcas e consumidores, à medida que a conexão de internet se torna mais rápida e as telas dos smartphones ficam maiores e melhores. Se as marcas quiserem causar um impacto significativo em 2016, será essencial que considerem o mobile logo no início do planejamento e do processo criativo, principalmente em formato de vídeo. O desafio estará em superar a baixa receptividade dos consumidores e entender como chegar ao público de uma maneira que seja relevante para a marca e com maior aceitação do target.

3 – O Header Bidding impulsionará mudanças na compra programática: a eficiência da ferramenta vai gerar uma onda gigante de mudança por todo o cenário do marketing digital. Em 2015, as principais empresas de publicidade digital adotaram o CPM visualizável (vCPM), o que significa que os anunciantes pagariam apenas por impressões visualizáveis, ao invés de pagar por todas as impressões distribuídas. O header bidding ou o pre-bid é a mais recente tendência em compra programática. E os CPMs visualizáveis precisam encontrar seu lugar nesse contexto.  À medida que a adoção de impressões visualizáveis migrar para publishers e plataformas menores, a indústria será pressionada a entrar em um acordo sobre ter uma definição mais específica de viewability.

4 – A TV Conectada não eliminará a publicidade em TV tradicional em 2016: apesar da profunda mudança nos hábitos de consumo de conteúdo audiovisual, não acreditamos na fuga dos investimentos em propaganda ainda esse ano. A publicidade segmentada na TV otimizará o investimento ao entregar o anúncio apenas para os domicílios mais relevantes. E também oferecerá às pequenas marcas locais a oportunidade de usar a TV para anunciarem. No entanto, o ano de 2016 será um ponto decisivo em visualizações de conteúdo em vídeo que representarão implicações reais para o futuro da publicidade na TV.

5 – Marcas desperdiçam bilhões quando não adaptam as criatividades de seus vídeos para diferentes formatos: muitos profissionais de marketing ainda não sabem lidar com a nova matriz de formatos de publicidade em vídeo (TV tradicional, TV conectada, mobile e desktop), causando desperdício de boa parte do orçamento de mídia. A publicidade online será o formato com crescimento mais rápido em 2016, porém, hoje em dia muitos vídeos online ainda são comerciais de TV readaptados que não necessariamente foram testados para o online. Dentro do espaço online, a necessidade de ser interessante, evitar resistência e gerar impacto da marca nos primeiros 2, 5 ou 10 segundos também apresenta três desafios criativos estruturais muito diferentes.

6 – O marketing de conteúdo na pauta do alto escalão: cada vez mais, as marcas têm se tornado criadoras de conteúdo e por isso a plataforma será destaque na agenda corporativa em 2016. É importante lembrar que para ter sucesso com o marketing de conteúdo é preciso oferecer algo de relevante. Marcas que contarem histórias cativantes atrairão audiência, desde que o conteúdo seja apropriado para elas. Para conseguir ser autêntico e convincente em uma plataforma de um publisher, por exemplo, a marca anunciante precisará encaixar-se no mesmo contexto do veículo.

7 – O marketing focado na jornada de compra do consumidor unificará as vendas e o planejamento de mídia: em um mercado cada vez mais dinâmico e digital, os profissionais de ambas as áreas trabalharão juntos para alcançar objetivos de vendas e de construção de marca. Diferentes tecnologias e plataformas digitais transformaram tanto o comportamento do consumidor quanto a forma de fazer negócios, de forma que já não podemos tratar um separadamente do outro. Em 2016, os profissionais de marketing terão que alinhar os pontos de contato entre mídia e vendas.

O conteúdo completo das Previsões 2016 para Mídia e Digital da Millward Brown pode ser baixado no site da empresa (clique aqui).

Redação Adnews – 28 de janeiro de 2016 · Atualizado às 13h30

http://www.adnews.com.br/midia/millward-brown-anuncia-previsoes-para-mercado-de-digital-e-midia-em-2016

40,5 milhões de usuários brasileiros são impactados por ações no Twitter

No cenário de expansão das ações de marcas no segmento digital no Brasil, o Twitter teve um crescimento da receita de 139% no terceiro trimestre – dados mais recentes divulgados pela empresa – em comparação com o resultado do mesmo período de 2014. A companhia declarou que espera manter uma taxa de expansão na casa de três dígitos em 2016.

Segundo o Twitter, a estratégia de crescimento está baseada em três pilares principais: vídeos digitais, integrações com programas de TV e parcerias comerciais com empresas aproveitando grandes eventos do ano que vem, principalmente as Olimpíadas.

Uma pesquisa da eMarketer de março deste ano confirma a tendência, do mobile mostrando um aumento médio anual de 114% da participação da visualização dos vídeos digitais em dispositivos móveis (celulares e tablets) no mundo entre o início de 2012 e o fim de 2014.

“O Twitter tem uma vantagem natural nesse contexto, uma vez que é uma plataforma de acesso basicamente mobile”, diz Guilherme Ribenboim, vice-presidente do Twitter para a América Latina. “Conseguimos garantir aos anunciantes acesso ao consumidor, via dispositivos móveis, ao longo de todo o seu dia, inclusive no deslocamento de táxi ou ônibus, por exemplo, e não apenas enquanto ele está em casa ou no trabalho, conectado a um computador”, acrescenta.

Considerando todo o ecossistema no Brasil – a plataforma em si e os aplicativos parceiros comercializados pelo Twitter – as ações de marca feitas por empresas no Twitter hoje atingem 40,7 milhões de internautas. Isso significa que mais de 80% dos usuários brasileiros de celulares e tablets são impactados por essas ações.

O Twitter também declarou que trabalha para expandir as integrações que realiza com programas de TV no país em diversas áreas, como com reality shows, telejornais, programas esportivos e novelas. Os formatos tradicionais como a televisão vêm mostrando seu potencial na plataforma. Prova disso é o enorme sucesso que Masterchef, exibido pela Band, teve na rede social.

“Por ser uma plataforma aberta, sem filtro e de conversa em tempo real, o Twitter tem o potencial de viralizar um conteúdo rapidamente, o que é muito importante para o contato entre as marcas e o público. E os programas de TV têm percebido cada vez mais que a interação com o público tem efeitos extremamente positivos sobre a audiência”, diz Ribenboim.

O terceiro pilar de crescimento do Twitter Brasil em 2016 são os grandes eventos previstos para o ano que vem, como Carnaval, eleições e, principalmente, as Olimpíadas.

Estudo feito pela ComScore mostra que o engajamento do público no Twitter em conversas relacionadas a grandes eventos é muito maior que em outras plataformas. No Oscar 2015, por exemplo, o Twitter registrou um aumento de 62% dos minutos gastos por internautas em relação a um dia normal, enquanto as 10 outras principais plataformas registraram alta média de 18%. Já durante o VMA (Video Music Award), que mobiliza mais o público jovem, o aumento no Twitter foi de 32%, enquanto os demais tiveram queda média de 20% dos minutos gastos.

Redação Adnews  – 11/11/15

http://www.adnews.com.br/internet/mais-de-40-milhoes-de-usuarios-brasileiros-sao-impactados-por-acoes-no-twitter

5 tendências tecnológicas móveis

O mundo hoje gira mais rápido do que nunca. Além das transformações em nível acelerado, as pessoas e as informações estão em constante movimento. E as empresas que querem acompanhá-las não podem mais adiar os investimentos em tecnologias móveis, que promovam uma experiência positiva do consumidor ou mesmo do cliente, em caso de companhias com atuação B2B.

Na era da transformação digital, os dispositivos móveis e as aplicações inovadoras, que promovam uma experiência positiva do consumidor, serão essenciais para o sucesso do negócio. A Capgemini listou cinco tendências no campo da mobilidade que devem guiar o mercado nos próximos anos:

1. Transformação móvel nas lojas
Será um passo importante para os varejistas e expositores. A formação de clientela, promoções personalizadas, check-out assistido, pontos de venda móveis e gestão de inventário desempenharão papel fundamental. A localização e as aplicações com base em big data – análise inteligente de dados – também ganharão mais destaque.

2. Aumento da adoção de pagamentos móveis
Por enquanto a tecnologia Near Field Communication (NFC), que permite a troca de informações sem fio e de forma segura entre dispositivos compatíveis que estejam próximos um do outro, não se mostra ainda atraente o suficiente. Com o lançamento da Apple Pay e a integração NFC,  no entanto, os pagamentos móveis terão uma tração significativa. Veremos uma enorme quantidade de novos meios de pagamento sendo lançados. Haverá um aumento na adoção de plataformas concorrentes, como o Google Wallet e o PayPal.

3. Mobilidade vs. Desktop
A “lacuna de aplicações” encolherá, já que, com uma força de trabalho mais móvel, surgiu uma diferença notável entre desktop e dispositivo móvel. Haverá um crescimento dos novos tipos de aplicações eficientes para a empresa – especialmente utilizado para a priorização inteligente de tarefas, que as localiza com agilidade e elege as mais importantes. Isso inclui inteligência embarcada, que analisa e prevê o comportamento do usuário e suas preferências, a fim de personalizar a experiência única do profissional.

4. Segurança
A segurança móvel pós-Snowden continuará a ganhar força devido ao aumento da mobilização empresarial. O amadurecimento das ofertas de Enterprise Mobility Management (EMM) também será impulsionado, à medida que mais empresas migrem de formatos pilotos para a implantação em larga escala.

5. Mobilidade e Convergência da Internet das Coisas
Elas decolarão como os sistemas preferenciais para os executivos de gestão de inventário e de vendas. A procura por soluções móveis baseadas em dispositivos vestíveis, tais como Google Glass e Apple Watch, começará a ser mais intensa no próximo ano. Os aplicativos vestíveis de cuidados com a saúde terão maior aceitação. Os carros conectados e a automação predial também terá uma adoção mais ampla

Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 21/07/2015

http://www.mundodomarketing.com.br

O consumidor está no centro das nossas estratégias mobile?

O mercado de publicidade móvel já começa a ocupar espaço de destaque e a receber cifras relevantes, mas ainda engatinha quando se leva em consideração o seu potencial

26/06/2015 15:22

O consumidor está no centro das nossas estratégias mobile?

(*) Por Andrea Orsolon
Como profissional do segmento mobile, publicidade e tecnologia tenho participado de muitos debates e eventos sobre tendências e uma frase utilizada por Andres Stella, da Brandtone marcou, durante o encontro MMA Ballroom. O executivo pontuou que “as marcas não podem mais ir para a janela e gritar para todos”. A analogia faz referência a estratégia tradicional de muitos anunciantes e suas agências em optar por altos investimentos em propagandas televisivas, que atingem a massa com uma mensagem padrão.
O cenário publicitário cada vez mais digital se tornou complexo com diferentes formatos, maneiras de comprar mídia, possibilidades de segmentação de audiência e, principalmente comprovação dos resultados. Chega a ser curioso que os valores aplicados no formato televisivo tenham aumentado visto que a audiência está em declínio. É bom que se deixe claro que não há uma postura contra a publicidade em TV e esta opção é mais do que reconhecida como forma de ampliar conhecimento de marca. A realidade é que mobile não é mais um canal concorrendo com outros, mas sim uma camada em que as pessoas estão conectadas a todo momento para acessar conteúdos, redes sociais e está sempre a um toque quando estão à frente da TV ou ouvindo rádio.
O primeiro aspecto em pauta é que este novo comportamento das pessoas precisa ser melhor compreendido pelas marcas, principalmente em função das oportunidades de inovação e interações possíveis. James Galpin, da Millward Brown, trouxe diversos casos de que uma estratégia combinada de diferentes mídias com mobile possuem alta sinergia e gera melhores resultados de engajamentos do que as ações isoladas. Um exemplo é a série logout com cenas que complementam, via smartphone, aquilo que é passado na imagem televisa. A integração também vale quando se pensa em e-commerce e loja física. Ninguém melhor do que Romero Rodrigues, do Buscapé, para garantir que eles se complementam, citando o case em que os clientes que visitassem a Best Buy e escaneassem o preço dos produtos, ganhariam descontos na Amazon.
Outro ponto fundamental desta discussão é o retorno que cada mídia oferece para a marca versus o investimento. E novamente o mobile desponta como a a bola da vez, pela capacidade de segmentação, ou seja, de encontrar a audiência exata que faz sentido para determinada ação ou campanha, possibilidade de mensuração do impacto e pelo custo vantajoso ao se levar em conta as mídias tradicionais. Mais do que o custo, o que está em jogo é o valor e a oportunidade de criar uma comunicação direta com o seu público target, em oposição ao grito na janela. O mobile permite diálogos mais assertivos com os consumidores. Menos é mais.
Dentro deste contexto é necessário um alerta sobre a necessidade de encontrar, saber conversar e estabelecer uma comunicação direta e específica com uma determinada pessoa. Hoje a tecnologia e o acesso por dispositivos móveis permitem esta precisão, otimizando os investimentos e conversão. O desafio passa pela forma como os dados são coletados, arquivados, a privacidade e proteção dessas informações, os possíveis cruzamentos e, principalmente, a capacidade de gerar relatórios inteligentes com insights que tornem a comunicação mais efetiva e aumente o ROI.
Conhecer o consumidor com o qual se deseja criar um vínculo duradouro e ser útil para ele é palavra de ordem. Um exemplo claro é o desejo que todas as marcas têm de pedir para a sua agência criar um App. Vivemos um boom de novos Apps de marcas, mas nenhum deles consegue entrar na lista dos mais baixados ou competir, pois em algo básico: efetivamente facilitar a vida minimizando dificuldades.
O mercado de publicidade móvel já começa a ocupar espaço de destaque e a receber cifras relevantes, mas ainda engatinha quando se leva em consideração o seu potencial, principalmente pela capacidade de gerar resultados mensuráveis para as marcas, atingindo a audiência específica com a mensagem adequada. As oportunidades de interação e sinergia entre canais também devem ser melhor exploradas. É fundamental que as marcas se adaptem ao que o consumidor necessita, e não àquilo que elas querem eles se adequem. De meros manipulados pelas marcas, os consumidores passam a ditar o futuro delas. Aquele grito na janela, nem sempre é o que a multidão quer ouvir. E insistir nesta estratégia custará caro.
*Andrea Orsolon é Country Manager da Adsmovil no Brasil

http://www.proxxima.com.br/home/conectados/2015/06/26/O-consumidor-est–no-centro-das-nossas-estrat-gias-mobile-.html

O varejo e as mídias sociais

Quero começar meu artigo de hoje com a análise de uma matéria publicada em 14 de maio último, no mobile commerce. O destaque do clipping é para uma campanha que a Forever 21 está fazendo nos Estados Unidos, unindo mídias sociais, a solução mobile da empresa e o cliente final.

A ideia é a seguinte: O cliente tira uma foto com seu “look”, coloca no Facebook, Instagram ou Twitter, com a hashtag #F21xMe ou #F21SummerCool e “tagueia” a @forever21. A partir dai, a foto fica na galeria da empresa onde os consumidores podem comprar os produtos diretamente.

A campanha coloca o consumidor no papel de curador dos produtos e dá um certo glamour para quem publica suas fotos, uma vez que o volume de “likes” proporciona bastante popularidade para os modelos virtuais!
Essa estratégia aproxima o consumidor da realização da compra, reduzindo o prazo entre a pesquisa e a conversão.

Enquanto selfies e campanhas nas mídias sociais são comuns, a criação de uma galeria de fotos com produtos que podem ser acessíveis imediatamente não é.

As inovações que estamos acompanhando nos aplicativos para mobile têm o objetivo de transformar os smartphones em verdadeiros PDVs. Os desdobramentos dessa nova tendência são diversos, mas todos com uma semelhança: acontecerão de forma muito rápida.
No último quadrimestre de 2014, segundo Criteo, as vendas realizadas pelo aparelho celular chegaram perto de 10,1% do movimento total do e-commerce. No primeiro quadrimestre de 2015, 12,2%. A tendência é finalizar o último quadrimestre de 2015 com algo perto de 20%!
Agora, imagine a velocidade com que as empresas terão que se adaptar para atender essa demanda. Imagine a ruptura de modelo organizacional que precisaremos atingir nos modelos atuais das empresas.
Primeiro, as empresas deverão incorporar de vez o entendimento que o cliente será o centro das decisões (customer centricity), organizando suas estruturas de suporte com foco no cliente e não mais no canal ou no segmento. No exemplo da Forever, imagine que o Marketing tem que garantir que as demandas dos clientes geradas por essa campanha possam ser atendidas por qualquer ponto de contato que ele queira: nas lojas ou no digital. O consumidor vê o produto na galeria de fotos e pode comprar pelo mobile, ou não. O consumidor pode chegar na loja e querer o mesmo produto que viu no mobile. Saberá o vendedor da loja atender esse consumidor? Terá ele informação suficiente sobre a performance de vendas destes produtos e oferecer alternativas?

Plataformas de tecnologia deverão ser totalmente integradas: o cliente clica em “comprar” e todas as respostas colocadas a seguir devem ser respondidas em questão de segundos. Como garantir disponibilidade do produto? De onde reservo essa mercadoria? Como otimizar o custos de entrega?

As equipes de desenvolvimento de produto deverão ter à sua disposição ferramentas de gestão (algoritmos e PLM – product lifecycle management, por exmeplo) que permitam acompanhar a performance dos produtos de forma estruturada, para todos os canais e que direcionem o mix de produtos. Assim, mesmo que um determinado produto acabe, outros similares estejam em desenvolvimento para ser prontamente colocados nas lojas.

Posso listar por vários parágrafos todas as mudanças que antevejo nessa tendência sem retorno. Na verdade, minha sugestão é que a empresa se antecipe a esse cenário e, se organize de uma forma simples e rápida. Não perca tempo, inove sua relação com seus cliente e veja no mobile uma forma de aumentar as vendas!

Ana Paula Tozzi (ana.tozzi@agrconsultores.com.br) é sócia da GS&AGR Consultores.

19 Mai 2015

http://www.gsmd.com.br/pt/eventos/implantacao-de-projetos/o-varejo-e-as-midias-sociais

Interações sociais, música e mobile. Por Diana Leiko

O celular foi fundamental para as ações que ocorreram na última edição do Lollapalooza

Interações sociais, música e mobile. Por Diana Leiko

POR DIANA LEIKO, gerente de comunicação digital da Santafé Ideias
O mobile marketing veio para ficar e as plataformas móveis são a confirmação daquilo que o sociólogo canadense Marshall McLuhan prenunciou há mais de 50 anos: “o meio é a mensagem”. Segundo ele, é mais importante o veículo através do qual a mensagem é transmitida, isto é, o meio, do que o conteúdo em si da mensagem.

Durante o festival Lollapalooza, uma infinidade de ações digitais rolaram nos dois dias do evento. E o nosso querido celular foi fundamental para potencializar os resultados das ações de marketing. Isso não foi à toa, afinal, as plataformas mobile provocaram profundas mudanças nos hábitos de consumo e no comportamento dos consumidores.

Dados recentes divulgados em pesquisa realizada pelo Interactive Advertising Bureau (IAB) informam que o principal destaque do estudo de 2014 foi o crescimento no uso de dispositivos móveis em todas as esferas. Para se ter uma ideia, smartphones se tornaram o principal dispositivo eletrônico pessoal dos brasileiros em 2014, de acordo com a pesquisa Brasil Conectado – Hábitos de Consumo de Mídia.

O estudo aponta ainda que o uso crescente da internet está ligado ao aumento de importância que smartphones e tablets ganharam em várias situações do dia a dia. Por exemplo, 3/4 dos consumidores brasileiros usam seus smartphones para atividades relacionadas a interações sociais e cerca de metade utiliza para busca de músicas e notícias.

Para quem está ligado no constante desafio de se comunicar em uma era de convergências como a atual, as estratégias visando o mercado mobile não podem ficar de fora. E foi nisso que as grandes empresas do festival apostaram: tivemos a Skol, cerveja oficial do Lollapalooza, que criou um espaço inspirado em antigos parques de diversão, com direito a shows e arquibancada com vista privilegiada para o Palco Skol. Criou ainda a cerveja Skol Stage, especialmente para o festival. De quebra, levou uma fábrica de vinil que permitia aos visitantes do espaço gravar os hits das bandas que já tocaram no Lollapalooza e dos artistas do selo Skol Music. Resultado? Fila para entrar. E um tanto de posts nas redes sociais, claro. Graças a quem? Ao celular.

Espaço Chevrolet Onix levou uma montanha-russa. Não no mesmo nível dos parques da Disney, mas o suficiente para formar fila de uma hora de espera, no primeiro dia do evento. A marca investiu ainda em live painting do grafiteiro Elvis Mourão e teste de chave (se o carro ligasse, a pessoa poderia assistir ao show da sua banda preferida com a cara no palco). Para as meninas, maquiagem e tatuagem de graça. No espaço – em frente ao palco Onix (batizado com o nome do carro da Chevrolet exposto no festival) – era possível ainda carregar o celular e usar a internet de graça. E mais selfies e uma infinidade de posts e comentários nas redes sociais. Graças a quem? Ao celular.

Já a Axe transformou o público em pôster do festival. Criou o Frontman Giant Poster, um espaço gigante próximo ao palco Axe, que permitia a pessoa sentar em cima de um letreiro com as principais atrações do Lollapalooza e virar um pôster da edição 2015 do evento. Fila também. Ainda investiu em embalagens gigantes da Axe, localizadas em frente ao palco de mesmo nome da marca, que permitiam fotos selfie com uma visão privilegiada do show. Mais fila. E um tanto de postagens nas redes. Quem permitiu isso? O celular.

Um parênteses aqui. Ao procurar as bandas do festival no YouTube, me deparei com vídeo da campanha da Axe no Lollapalooza. Sem opção de pular após alguns segundos.

Sempre Livre montou estúdio de make-up no Sempre Livre Lolla Lounge (espaço vip). No “backdrop mosh”, a pessoa podia fazer fotos como se estivesse se jogando no público do festival. E postar nas redes. Olha o celular aqui de novo! Outra ação digital bastante efetiva foi convidar blogueiras para filmar e comentar os shows em seus sites. O conteúdo também foi para a página da Sempre Livre no Facebook.

Ray-Ban Expression permitiu estampar sua frase favorita em uma camiseta exclusiva. Você podia também criar gif animados usand Ray-Ban pra compartilhar nas redes. Por meio de qual dispositivo? Do celular. Na área vip, promotores circularam com produtos para experimentação e para estimular que o público fizesse selfies com filtros especiais. Quem aparece aqui de novo? Nosso amigo celular.

Lá em cima, num ponto não muito privilegiado, estava a C&A com seu Fashion Truck. Ainda assim, quando cheguei perto, estava cheio. Visitantes podiam fazer um penteado e make no “estilo” festival, além de aplicar uma golden tattoo. De quebra, as roupas podiam ser customizadas. Quem conseguisse entrar no caminhão, também podia montar sua banda e criar a capa de seu primeiro disco ao participar do Lollapalook. Celular para registrar tudo aqui.

A Pepsi trouxe o Pepsi Live Sound. Uma lata gigante com iluminação em LED impossível de não ser percebida. Dentro, um palco para quem quisesse soltar a voz e experimentar a vida de rockstar. Vídeos e fotos produzidos por celulares comeram solto!

Saindo das ações que estavam acontecendo dento do autódromo de Interlagos, existe hoje o fenômeno da segunda tela. Enquanto as pessoas acompanhavam de casa a transmissão dos shows, tuitavam ou postavam comentários no Facebook. Aproximadamente 3/4 dos usuários de internet no Brasil, ainda segundo a pesquisa realizada pela IAB, usam pelo menos um dispositivo – notebook, smartphone e tablet – enquanto assistem TV.

Se antes McLuhan dizia que os meios eram extensões do homem, hoje podemos afirmar, se tratando do celular, que ele o é. Basta sair de casa sem o aparelho para termos a certeza disso. Virou extensão do nosso corpo, nossa ligação com o mundo real e físico e mudou tanto o comportamento individual e em grupo, que há quem diga que já não sabemos distinguir o que é real e virtual. Em tempos em que o acesso à internet se dá mais por dispositivos móveis do que por desktops, o Lollapalooza deu um verdadeiro show, não nos palcos, mas em suas ações digitais. E que venha 2016!

27/04/2015

http://www.proxxima.com.br/home/conectados/2015/04/27/Interacoes-sociais-musica-e-mobile-Por-Diana-Leiko.html