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Plataforma de vídeos do Facebook é lançada globalmente

Vídeos Facebook

Facebook Watch foi disponibilizado nesta quarta-feira (29) em todos os lugares, com objetivo de oferecer às pessoas uma nova maneira de descobrir vídeos e interagir com amigos, criadores de conteúdo e outros fãs.

Primeiramente lançado nos Estados Unidos em agosto de 2017, a função serve para oferecer no Facebook um lugar para encontrar programas e criadores de vídeos e para iniciar conversas com amigos, outros fãs e até mesmo com os próprios criadores. Durante o último ano, a experiência tomou um viés mais social ao criar programas que trazem a participação da audiência e com a abertura do Watch para vídeos de páginas. Essas atualizações ajudaram as pessoas a descobrir e engajar mais profundamente com os vídeos que gostam

Como agora o programa foi disponibilizado para o mundo todo, veja o que ele oferece:

  • Um lugar para descobrir vídeos: encontre os vídeos mais recentes sobre entretenimento, esportes, notícias e muito mais, tudo em seu Feed personalizado do Watch.
  • Uma maneira de acompanhar os publishers e criadores de conteúdo que você adora: Na parte superior do seu Feed do Watch, você verá sua Lista para Assistir, que traz vídeos recentes das Páginas que você segue. Personalize esta seção seguindo ou removendo Páginas da sua lista no Watch.
  • Uma home para seus vídeos salvos: Se você encontrar um vídeo no seu Feed de Notícias, mas não conseguir assistí-lo naquele momento, você pode salvá-lo para ver depois no Watch.
  • Vídeos que você pode participar: Estamos desenvolvendo novas experiências de vídeo que colocam as pessoas no centro, dando a elas a possibilidade de moldar a direção do conteúdo. Com o tempo, você poderá encontrar novas experiências de vídeo no seu Feed do Watch, como as Watch Parties, Premieres e vídeos focados na participação da audiência – como o novo game show de perguntas e respostas, Confetti. E facilitaremos a forma de encontrar vídeos ao vivo para que você possa discutir os grandes momentos enquanto eles estão acontecendo.

Disponibilizar o Watch globalmente também significa novas oportunidades para publishers e criadores de vídeo. Portanto o serviço de Ad Breaks será expandido para que mais parceiros gerem receitas com suas criações e ofereçam novos insights, ferramentas e práticas recomendadas para páginas por meio do Creator Studio.

http://adnews.com.br/negocios/plataforma-de-videos-do-facebook-e-lancado-globalmente.html

Instagram disponibiliza chamada simultânea para até quatro pessoas

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Malu Lutfi

Existem alguns programas que possibilitam chamadas de vídeo. Querendo atender a todos os públicos e ganhar uma parcela deste mercado, o Instagram anunciou nesta terça-feira (26) uma ferramenta, disponível para iOS e Android, que permite videoconferências.

A funcionalidade ficará no Direct, área do aplicativo onde há um chat para conversar com outros usuários. Lá, aparecerá um ícone de vídeo e basta tocar para iniciar a chamada. As ligações poderão ser feitas entre até quatro pessoas.

Junto com o anúncio, a empresa revelou uma aba de exploração mais organizada. Ao tocar no ícone da lupa, o usuário poderá ver os posts personalizados e divisões, como arte, esportes, viagem e animais. O programa também possui o botão de “Mute” para bloquear conteúdo indesejado.

Outra novidade do app é que a função Stories ganhará novas mascaras personalizadas. Para pessoas que seguem o perfil da NBA, por exemplo, ao clicar no ícone de rosto no lado inferior, automaticamente haverá um efeito de “enterrada” num garrafão da liga de basquete norte-americana. Os filtros serão ativados para quem segue o perfil do Buzzfeed e da cantora Ariana Grande, por exemplo.

IGTV x YouTube: todos querem os influenciadores

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O Instagram acabou de lançar em um evento mundial a sua nova ferramenta de vídeos, o IGTV. Dias depois, em resposta, o YouTube anunciou novas ferramentas para os criadores de conteúdo. Duas falas, nesses anúncios, chamam muito a atenção para um elemento estratégico tanto para o crescimento dessas redes sociais, quanto para que elas consigam manter cada dia mais usuários em suas plataformas: o criador de conteúdo, mais conhecido como influenciador digital.

Atualmente, muitos influenciadores do Instagram criam um canal no YouTube para divulgar vídeos mais longos e direcionam sua comunidade do Instagram para o YouTube, com link na bio e link nos stories, para aqueles que tem mais de 10K e conta comercial. “Em todos os meus cursos e mentorias, ou seja, na profissionalização dos influenciadores, essa é sempre a minha recomendação: fazer o que chamamos de cross mídia”, comenta Dani Almeida, jornalista, consultora de imagem e criadora do curso Influenciadora de Sucesso.

Segundo o próprio Instagram, como todos os seguidores dos influenciadores na rede social já automaticamente seguirão as mesmas pessoas no IGTV, essa base pode ser gigante. “Esse é o público, esses criadores, a @lelepons tem 25 milhões de seguidores. Ela vê o Instagram como sua casa. São esses influenciadores que a gente vê com sucesso no primeiro dia e nos primeiros meses”, afirmou Mike Krieger, brasileiro cofundador do Instagram.

Poucos dias depois, o YouTube anunciou o alcance de 1,9 bilhão de usuários por mês e revelou, ainda, que o número de produtores de conteúdo que ganham cinco dígitos por ano aumentou em 35% e o número de criadores que alcançaram seis dígitos aumentou 40%.

“Para aumentar a possibilidade de rentabilização dos criadores, o YouTube anunciou várias novas ferramentas, entre elas a possibilidade de influenciadores venderem mebership (taxa mensal recorrente), produtos de marca própria (mais de 10 mil inscritos) e a função Premiere, que permite avisar os inscritos sobre a chegada de um novo vídeo (mais de 100 mil inscritos). Mas o que chamou mais atenção nisso tudo, foi o anúncio do YouTube”, comenta Dani

“Os criadores do YouTube são o coração da nossa plataforma. É por isso que estamos comprometidos em criar produtos que capacitem e apoiem a comunidade de criadores”, disse Neal Mohan, Chief Product Officer do YouTube. “Por criadores, leia-se influenciadores digitais”, explica Dani.

Quais vantagens o influenciador leva?

O maior atrativo do YouTube para os influenciadores é o fato de que, além do conteúdo patrocinado, que representa hoje os maiores faturamentos entre esse público, o próprio YouTube remunera a geração de conteúdo.

Segundo o Instagram, eles estão estudando junto aos influenciadores, se haverá formas de rentabilização do IGTV. Segundo Krieger, isso será conversado nos próximos meses com os criadores para definir o que é melhor para a plataforma. O mesmo vale para anúncios – a princípio não existirão, mas a longo prazo eles podem aparecer.

“É difícil prever os desdobramentos dessa batalha ainda. Faz parte cada empresa querer puxar para si os influenciadores, já que eles representam sempre o potencial de crescimento viral”, comenta Dani.

O que fazer? Quem ‘escolher’?

Minha recomendação aos alunos dos meus cursos e à comunidade de 42 mil influenciadores que segue meu conteúdo no IG @influenciadoradesucesso, listas de email e WhatsApp permanece a mesma: não fique refém de apenas uma plataforma.

Ainda mais para influenciadores que amam trabalhar o Instagram e têm dificuldade em trabalhar o YouTube, a tentação e grande. Mas fica meu aviso… e se alguma coisa, qualquer coisa acontecer e você perder sua conta, o que você fará?

Além disso, o YouTube continua sendo a maior fonte de rentabilização para quem realmente quer atuar de maneira profissional, ganhando como profissional.

Enquanto isso e, por enquanto, as maiores lições que podemos tomar com o lançamento da IGTV são as seguintes:

  1. Esqueçam as origens do Instagram. O Instagram, definitivamente, deixou seu passado de aplicativo de fotos. Ele se tornou um microblog, agora, com vídeos.
    2. Quem estourou nessa rede, vai precisar se reinventar. Fotos inspiradoras não serão mais suficiente para engajar sua comunidade.
  2. O engajamento na sua timeline (suas fotos), que já vinha caindo, vai despencar devido à grande quantidade de conteúdo para ser consumida. O engajamento nos stories já começaram a cair também.
  3. Prepare-se para ser boa não apenas em fotos e conteúdo escrito, mas também em vídeos. O consumo de vídeo na internet cresce vertiginosamente e a IGTV é mais uma prova disso.

http://adnews.com.br/midia/igtv-x-youtube-todos-querem-os-influenciadores.html

Instagram faz história ao ultrapassar 1 bilhão de usuários e lançar o IGTV

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Pode parecer que sempre existiu, mas o Instagram nasceu há apenas oito anos. Criado para o compartilhamento de fotos, o aplicativo, que só era disponibilizado para iOS, caiu no gosto do público e em pouco tempo atinge níveis absurdo de crescimento. Com 600 milhões de usuários em setembro de 2016, o app chegou a 800 milhões um ano depois e, agora, alguns meses após a antiga marca, ele ultrapassa a faixa do 1 bilhão de usuários ativos.

Adquirido pelo Facebook em 2012, a startup que na época da fusão tinha apenas 200 milhões em sua comunidade, anuncia nesta quarta-feira (20) o novo índice bilionário. Divulgada a partir de um evento interno realizado em São Francisco e transmitido pela internet, o CEO Kevin Systrom conta que “É incrível, e é algo que Mike e eu nunca pensamos que aconteceria”

Lançamento do IGTV

Para continuar apresentando ferramentas as pessoas que se acostumaram com as mil possibilidades de produzir conteúdo em vídeo na rede, os criadores do Instagram vão além e lançam dois novos formatos de conteúdo na plataforma.

Preocupados com a concorrência do Youtube, os engenheiros da companhia expandiram a duração dos vídeos postados na timeline. Se até pouco tempo, a duração máxima dos clipes era de 60 segundos, a empresa mudou isso e hoje apresentou a possibilidade de estender postagens audiovisuais para até 1 hora.

Além disso, o Instagram deu mais um passo em direção ao concorrente Google e criou o IGTV. De acordo com o seu cofundador, a plataforma estará disponível dentro do próprio Instagram ou como um aplicativo separado. Disponível para iOS e Adroid, ela é voltada para descobrir novos vídeos feitos por produtores de conteúdo amadores.

“Isso que vamos lançar é completamente mobile first. É simples e de alta qualidade”. Sobre o direcionamento da récem-anunciado dispositivo, o CEO defende que “as crianças continuam assistindo menos TV, mas, ultimamente, eles veem cada mais creators online e nós vamos de encontro a essa necessidade

http://adnews.com.br/social-media/instagram-faz-historia-ao-ultrapassar-1-bilhao-de-usuarios-e-lanca-o-igtv.html

Twitter lança anúncio em Vídeo In-Stream no Brasil

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Chega ao mercado brasileiro o anúncio em Vídeo In-Stream. Disponibilizado pelo Twitter, o formato de publicidade em vídeo, permite aos anunciantes associarem suas marcas a um conteúdo premium de maneira segura e em escala. Além disso, a ferramenta também atua levando em consideração o público-alvo da campanha e os assuntos de interesse do consumidor a ser impactado.

 
Os anúncios da marca são veiculados em vídeos criados por parceiros produtores (que não necessariamente são digital influencers, mas perfis que já falem, de forma embasada, sobre o recorte em questão) de conteúdo nos segmentos de entretenimento, esportes e notícia, divididos em 15 categorias. Os anúncios são exibidos antes do início dos vídeos dos parceiros (pre-roll) selecionados de acordo com o perfil indicado pelo anunciante.
 
Com o aparato, as marcas têm a oportunidade de participar das conversas em tempo real na plataforma a partir dos diferentes conteúdos em vídeo assistidos pela sua audiência. Além disso, o fato de os vídeos disponíveis para receber anúncios serem produzidos por parceiros do Twitter garante que a marca esteja atrelada a um conteúdo de qualidade e seguro.
 
Renata Altemari, gerente de soluções de vídeo do Twitter para a América Latina explica a ferramenta: “O anúncio em Vídeo In-Stream é a única solução disponível do mercado no formato pre-roll no feed de notícias do usuário. Ele alia conteúdo premium a um ambiente em tempo real permitindo que as marcas alcancem uma audiência altamente qualificada e segmentada. Dessa forma, os anunciantes têm a segurança de que os vídeos aos quais estarão associados são relevantes para o seu público-alvo sem riscos”. “Além disso, o investimento do anunciante é dividido entre Twitter e o parceiro, que tem uma nova maneira de monetizar o seu conteúdo.”
 
O produto, lançado nos Estados Unidos em 2017 e já disponível em alguns mercados, passou por uma fase de testes no Brasil, com anúncios de P&G (@PG_Brasil) e Mastercard (@MastercardBR) — com as agências iProspect e WMcCann, respectivamente.
 
Já para Bárbara Régis, gerente de mídia da P&G, ter mais uma possibilidade de fazer campanhas para uma audiência influente, receptiva, atenta e ainda de forma atrelada entre suas marcas próprias e conteúdos de qualidade e brand-safe com anúncios em escala, é um “ganho para nós e para o mercado”. Régis cita a campanha criada por Old Spice (@Lobo_OldSpice) com o anúncio em Vídeo In-Stream que teve métricas positivas. O material alcançou 3,2 milhões de visualizações com 100% viewability aferido por parceiro de mensuração”, garante.
 
O Twitter já conta com parceiros no país cujos vídeos podem vir acompanhados dos anúncios e trabalha constantemente para atrair mais produtores de conteúdo premium a este seleto grupo. Entre os publishers que já fazem parte do rol de parceiros selecionados está, por exemplo, o Corinthians.
 
“O Twitter é um dos nossos grandes parceiros de conteúdo. A relação entre o clube e a plataforma é duradoura e positiva. Com este novo passo, além da entrega gigantesca que o Twitter nos oferece, criamos uma nova fonte de receita para o Corinthians. Tivemos o privilégio de participar da fase de testes e o resultado foi extremamente satisfatório”, diz André Stepan, gerente de conteúdo do Corinthians.
 
Para oferecer dados precisos sobre os resultados dos anúncios de vídeo, o Twitter mantém parcerias globais com provedores de métricas terceirizados líderes do setor. Os anunciantes podem ter acesso a estudos e informações qualificadas sobre o impacto que as campanhas têm na plataforma em relação a viewability e brand-effect, entendendo a influência da publicidade no público-alvo, o resultado da mídia e o alcance das mensagens na audiência certa.
 
Em estudos realizados pelo Twitter com a Nielsen, notou-se que os consumidores que viram anúncios em vídeo no Twitter eram 50% mais propensos a conhecer uma marca, 14% mais favoráveis a essa marca e com uma intenção de compra 18% maior do que aqueles que não estavam expostos a esse tipo de anúncio.

Kantar aponta as tendências de social media em 2018

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O que esperar das mídias sociais para este ano? De acordo com estudo global da Kantar Media, a maturidade digital e a consolidação de algumas tecnologias parecem ser tendências para os próximos meses.

Novos formatos de conteúdo, campanhas mais contextuais e personalizadas, a evolução da inteligência artificial, realidade alterada e fake news estão entre as previsões.

A instituição acompanha a evolução desse universo e apresenta o estudo “As Tendências das Mídias Sociais para 2018. Confira abaixo os principais insights do estudo:

Novas tecnologias oferecem diversas oportunidades para as marcas

Estamos entrando em uma grande revolução tecnológica, porém, as marcas costumam se esquecer de que essa revolução é estritamente ligada à evolução do conteúdo. Realidade aumentada (Augmented Reality, AR), realidade virtual (Virtual Reality, VR) e a internet das coisas (Internet of Things, IoT) não são nada mais que uma ponte, criada pela tecnologia, entre o real e o virtual.

Em outras palavras, o conteúdo será o elo entre objetos, pessoas e tecnologia – isso quando não se misturar à própria experiência (virtual). Entretanto, o conteúdo terá que superar novos desafios, dependendo dos canais. A IoT precisará ser convertida em benefícios reais para os consumidores. Por exemplo, um refrigerador conectado pode fazer sugestões de menu com base nos alimentos disponíveis. Para AR, VR ou tecnologias mistas, a ênfase será na experiência, em vez de em como a tecnologia pode ser aplicada aos produtos.

Assim, para uma marca de carros, será mais interessante aproveitar os acontecimentos de uma corrida cheia de emoção do que mostrar uma vista em 360° do interior do carro.

O crescimento da inteligência artificial

Até pouco tempo, podíamos apenas sonhar com máquinas dotadas de inteligência humana [IA]. Agora, a realidade está cada vez mais próxima da fantasia, o que criou uma batalha na indústria da tecnologia em torno da inteligência artificial. Os computadores já fazem cálculos com muito mais velocidade que os seres humanos, e sem erros.

Além disso, a memória dos computadores é altamente confiável e talvez ilimitada. Eles já conseguem até criar, na hora, a playlist perfeita para seu próximo churrasco. Toma essa, cérebro humano!

Apostando alto na realidade alterada

Realidade aumentada (AR), realidade virtual (VR) e até mesmo realidade mista (Mixed Reality, MR) são os assuntos do momento – mas ainda estão em nichos, e precisam de uma imagem mais amadurecida.

Sua adoção em massa exige um ponto de virada que ainda não foi alcançado, embora o sucesso do Pokémon GO, em 2016, tenha sido um belo aperitivo para o grande público. Mas as coisas estão indo no caminho certo, com diferentes iniciativas.

As redes sociais querem montar sua programação de conteúdo em vídeo

Falamos da importância do formato de vídeo e do motivo pelo qual ele é importante: ele gera interação, e interação promove engajamento. E ainda que se fale muito sobre vídeo ao vivo, ele não é o objetivo final, mas sim o resultado que essa ação irá gerar.

Players como Facebook, Twitter e Snapchat estão se adaptando a essa nova realidade e buscando desenvolver um novo modelo de programação em vídeo, algo que navegue entre o modelo de TV convencional, o streaming e serviços de vídeo on-demand, como Netflix.

Também fala-se muito na criação de um modelo que seja algo semelhante aos sites Danmaku, ou “metralhadora”, como Acfun e Bilibili, que são muito populares na China e incluem a exibição de comentários em tempo real na tela.

A publicidade em mídias sociais está inspirando novas experiências com anúncios

A publicidade digital (principalmente a social) esteve nas manchetes em 2017. Os principais pontos de controvérsia: segurança das marcas, ausência de padrões para a visibilidade de campanhas e falta de transparência na verificação de indicadores de desempenho por terceiros.

A publicidade móvel do Facebook tem novas possibilidades no futuro, principalmente agora que ficou mais difícil obter tráfego social orgânico. O objetivo do algoritmo do feed de notícias do Facebook é priorizar cada vez mais as publicações de amigos em relação às de outras fontes.

Portanto, se alguém curtir a página da sua marca, suas publicações não terão tantas visualizações orgânicas, a não ser que o usuário opte por ver as suas publicações no feed de notícias. Consequentemente, as empresas não terão alternativa que não seja publicar anúncios.

Dê um gás à sua marca com o marketing de influenciadores

A China foi pioneira nessa área, com o boom de líderes de opinião importantes (Key Opinion Leaders, KOLs) chineses, que podem ser extremamente influentes. As marcas ainda os usam, tentando aproveitar sua enorme popularidade on-line para aumentar sua visibilidade e gerar vendas.

Hoje em dia, as estrelas das mídias sociais chegam a criar suas próprias marcas de moda. Os fãs podem comprar os produtos diretamente on-line enquanto conversam com a personalidade nas mídias sociais.

Outros formatos interativos podem ganhar destaque em 2018

Vamos começar esta tendência falando de como o formato de vídeo (e suas variações, como o vídeo Live 360) é popular. Já se falou tanto disso que o assunto parece até um pouco batido, mas a questão interessante é por que ele é tão popular e o que está por trás disso – em outras palavras, uma visão global.

O modelo de receita de muitas redes sociais é baseado em anúncios. Para vender anúncios, você precisa trazer pessoas à plataforma e fazer com que elas fiquem na lá o máximo possível. E para fazer com que elas fiquem na plataforma, elas precisam estar envolvidas, se divertindo.

Home assistants digitais, como Amazon Echo e Google Home, juntamente com outras ofertas de IoT, como carros inteligentes, estão criando novas possibilidades de áudio para as marcas. Esses formatos de áudio permitem que os anunciantes cheguem ao público em locais onde a conectividade é um problema. Talvez por isso o Facebook tenha lançado o Facebook Live Audio.

Se você acreditava que as mídias sociais seriam o fim da vida privada, pense nisso: de todas as gerações, os indivíduos da Geração Z exprimem o maior desejo de proteger seus perfis de dados pessoais.

A geração z luta por privacidade

Muitos usam pseudônimos para evitar ser encontrados em pesquisas on-line e até mesmo criam contas “rinsta” (reais) e “finsta” (fake, ou só para conhecidos) no Instagram. Além disso, esses adolescentes tão reservados usam aplicativos como o Vaulty, que permite aos usuários ocultar fotos e vídeos.

Existem também as redes sociais “incógnitas”, como Sarahah, Anonyfish e Minds.com, com as quais os usuários podem se expressar anonimamente. Se ainda há dúvidas quanto à influência da Geração Z e sua busca por privacidade, considere isso: o aplicativo Sarahah chegou ao nº 1 da App Store em 30 países…

Fake news – o lado obscuro da web está sob ataque!

Fake news (ou notícias falsas) ainda é um assunto quente e as mídias sociais sofreram muito com essa tendência destrutiva. A pesquisa “Trust in News” (confiança nas notícias) da Kantar revelou que as mídias sociais são a fonte de notícias com menor confiança do público, com apenas 33% de aprovação.

Sendo assim, fazer com que o algoritmo do feed possa combater as notícias falsas se tornou uma grande prioridade das gigantes sociais para 2018.

Uma convergência de mídias sociais transforma a China em um império

A convergência de mídias sociais e experiência do usuário chegou à sua Era de Ouro. De acordo com o relatório “Chinese Social Media Landscape” (O panorama das mídias sociais na China), da Kantar Media, uma série de plataformas chinesas, como Weibo, WeChat e QQ estão aperfeiçoando a união entre comércio social, comércio móvel e “Pan-Entretenimento”.

Com mais de 800 milhões de usuários ativos por mês, o WeChat é um dos muitos bons exemplos da presença da internet móvel na China. Por isso, muitas marcas e varejistas estão se conectando com os clientes nos próprios ambientes de aplicativos sociais e deixando de lado os aplicativos móveis para vender diretamente aos consumidores.

http://adnews.com.br/social-media/kantar-media-aponta-tendencias-em-social-media-deste-ano.html

Influu lista 5 tendências para as redes sociais no próximo ano

influu redes sociais

De acordo com uma pesquisa feita pela consultoria eMarketer, em 2017, o uso das mídias sociais alcançou um terço da população global. Toda essa gente tem de lidar com as ferramentas diante da suas constantes mudanças. Pensando nisso, a influu, plataforma que conecta influenciadores digitais às marcas, separou as principais tendências para mídias sociais para o próximo ano. Realidade aumentada, transmissões ao vivo, vídeos em grupo são algumas das tendências que você confere a seguir:

Instagram Stories

Mesmo com a tentativa falha de Mark Zuckerberg de comprar o aplicativo Snapchat, o Instagram Stories se tornou referência mundial em vídeos curtos, com mais de 200 milhões de usuários mensais em apenas um ano. Considerada uma ferramenta de grande potencial para a publicidade, muitas marcas estão apostando no stories para a divulgação de seus produtos e serviços.

Transmissão ao vivo

Já com grande crescimento neste ano, as transmissões ainda são uma tendência para o próximo ano. Pequenas e grandes marcas estão usando como forma de conseguir novos seguidores. Um exemplo disso foi a Goruck, fabricante de mochilas e organizadora de eventos de resistência, que cresceu em alcance através de conteúdo atrativo no Facebook. Milhares de seguidores sintonizados para assistir a cobertura ao vivo de 48 horas de uma corrida de resistência.

Reinvenção do Twitter

Com uma queda significativa de usuários em 2017, o Twitter deve se reinventar para o próximo ano e se tornar tendência novamente. As possíveis mudanças incluem a venda da empresa a investidores privados, a inclusão de algum elemento de assinatura e/ou renovação das opções de publicidade.

Vídeos em grupo

Um grande número de aplicativos com essa função estão sendo criados agora no ano de 2017 e prometem estourar no próximo ano. Um deles é o House Party, plataforma de vídeo que já é usada por mais de um milhão de usuários por dia e possibilita a participação de seis pessoas por chamada de vídeo.

Realidade aumentada

Em setembro deste ano, a Apple anunciou dois novos aparelhos: o iPhone 8 e o iPhone X, ambos os dispositivos disponibilizam ao usuário a realidade aumentada de diversos lugares. Por conta disso, uma das promessas para 2018 é que as redes sociais tenham que se adaptar a esta nova tecnologia em suas páginas.

http://adnews.com.br/internet/influu-lista-5-tendencias-para-redes-sociais-no-proximo-ano.html