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Selfie de Romero é uma ação da Alcatel?

Corinthians

O jogo do último domingo (5) entre Corinthians e Palmeiras foi histórico. Desde 2005, o futebol da Globo não atingia índices de audiência tão altos. Segundo o Ibope foram 41 pontos de média e picos de 46. Com cada ponto equivalente a 70,5 mil domicílios só na Grande São Paulo, é fácil calcular a proporção da partida. Com público recorde de 46.493 pagantes na Arena Corinthians, não é exagero dizer que o dérbi foi um dos jogos de maior mobilização nos últimos tempos.

Com milhões de olhos voltados para o clássico, é natural que qualquer atitude feita em campo fosse replicada largamente pela mídia e redes sociais. E foi isso que aconteceu com a comemoração do gol impedido do atacante corinthiano Romero depois do jogador sacar um celular e tirar uma selfie. Nela, o time estampa a felicidade por abrir o placar em um confronto que definiria o campeonato.

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https://www.instagram.com/p/BbITm7TH2TN/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A1%2C%22os%22%3A13382.173648224838%7D

Repostada nas páginas oficiais do clube, no perfil do atleta paraguaio e estampada em manchetes por todo o Brasil, a atitude do esportista rompeu as quatro linhas e tornou-se símbolo da vitória alvinegra e de uma possível bem pensada ação de marketing de um dos principais patrocinadores do Corinthians, a Alcatel.

Procurada sobre a autoria da ação, a marca ainda não se pronunciou. Entretanto, hashtags com o nome da empresa no Instagram escritas oficialmente pelo clube e sua cota como a única parceira de smartphones do time indicam a companhia como possível responsável pelo clique do atacante. Ainda que não a ação não tenha sido de fato orquestrada pela marca, a iniciativa mostrou uma boa chance de utilizar o futebol para fugir dos padrões e fazer com que uma marca e sua cultura sejam compartilhadam por milhões de pessoas.

http://adnews.com.br/publicidade/selfie-de-romero-e-uma-acao-da-alcatel.html

Inbound Marketing: o casamento entre a publicidade e o conteúdo

 

15 de Fevereiro de 2017  

Inbound Marketing

O inbound marketing, em uma tradução literal para o português, poderia ser chamado de ‘marketing de entrada’, mas também tem sido conhecido por alguns como ‘marketing de atração’ ou o ‘novo marketing’. Focado na conquista de clientes e não na venda de produtos e serviços, a estratégia baseia-se na produção de conteúdo de qualidade para ser compartilhado com o público potencial, por meio de técnicas do marketing online. Segundo os dados da Hubspot, 58% das empresas brasileiras estão praticando o inbound marketing, e 92% dessas companhias obtêm um retorno positivo.

Basicamente, qualquer empresa, independentemente do tamanho ou do segmento em que atua pode utilizar, desde que a base seja o conteúdo, publicando informações pertinentes e que tragam valor aos potenciais clientes.

Como funciona?

A metodologia do inbound marketing segue uma sequência lógica de etapas. Toda estratégia de sucesso deve passar pelas seguintes fases: Atração, Conversão, Fechamento e Encantamento. Essas etapas se complementam de forma inteligente.

Atração – Atrair um determinado público com conteúdos relevantes distribuídos em blogs, redes sociais, e-mails marketing, entre outros canais.

Conversão – Entregar esses conteúdos relevantes solicitando, em troca, alguns dados pessoais (nome, e-mail, telefone). Isso pode ser feito com de CTA’s (call-to-action), landing pages e formulários.

Fechamento – O trabalho de Atração e Conversão é propício para fortalecer o fechamento. Note que se um lead consome seus conteúdos relevantes, existe uma chance muito grande de ser um cliente em potencial.

Encantamento – Manter o contato, solicitar feedbacks, ofertar novas oportunidades e compartilhar dicas são fundamentais para transformar o seu lead em cliente e defensor da marca.

As vantagens do inbound marketing

O mercado está comprando a ideia de aplicar a metodologia do inbound marketing, pois é mais acessível que o marketing convencional, ou outbound marketing, que estávamos acostumados a fazer. A prática possibilita alcançar um público mais engajado e propenso a consumir um determinado produto ou serviço e, consequentemente, fidelizá-lo. Não ter uma estratégia desse tipo dentro de uma empresa pode deixá-la atrás de seus concorrentes.

Os resultados do inbound vão ao encontro dos investimentos efetuados. Com uma estrutura adequada para implementar essa estratégia e um budget inicial equivalente aos resultados que deseja alcançar, não tem erro: o resultado é certeiro!

A geração de conteúdo está em constante evolução

O inbound marketing anda lado a lado com as evoluções digitais e mesmo sendo algo novo, já se faz presente em diversas empresas. Porém, há muito que se desenvolver. Com a constante mudança do setor no decorrer dos anos, a prática deve acompanhar as novas tendências dos mecanismos de buscas, dispositivos móveis, e conteúdos interativos, tais como a realidade aumentada.

*Thiago Regis é diretor de novos negócios da agência de marketing digital Pílula Criativa

http://adnews.com.br/adarticles/inbound-marketing-o-casamento-entre-publicidade-e-o-conteudo.html

Coca-Cola cria garrafa que encaminha mensagens de áudio

 

13 de Dezembro de 2016 15h – Atualizado às 15:19

botle

A história conta que a Coca-Cola ajudou a popularizar a imagem do Papai Noel lá pelos idos da década de 30 através de campanhas publicitárias. Talvez isso explique boa parte da ligação sempre emocional da marca com o Natal. Agora, essa sinergia entre a época e a comunicação da empresa ganhou em 2016 um divertido upgrade tecnológico: uma garrafa que grava mensagens.

O Natal é uma data especial em que muitas pessoas tentam surpreender os seus familiares de alguma maneira. Pensando nisso, a fabricante de refrigerantes criou uma embalagem que capta e emite áudios. Através da ação “Message in a Bottle”, o produto será vendido em edição limitada em apenas dois pontos de venda na Sicília e distribuída em outras regiões da Europa para formadores de opinião.

A mensagem de até 30 segundos pode ser gravada através de um dispositivo instalado na tampa da garrafa. O presenteado ouve a mensagem apenas quando for abrir o produto. A novidade foi desenvolvida pela David e o filme teve produção da Landia. A tecnologia ficou por conta da agência espanhola Gigigo.

https://www.notube.co/media/584fcefd84521c0400c446ff

Storydoing é o novo Storytelling?

Se existe uma área que adora criar novos conceitos é a área de comunicação. Desde 2012, o conceito de Storytelling tem recebido novas denominações e até já ganhou o 2.0, o que significa nos meios um uso mais avançado do modelo. É a desmaterialização dos conceitos com novas tentativas de apropriações de território midiático. Ao lado do termo storydoing pairam ainda storytelling 2.0, storytliving e storymaking. Tudo a mesma coisa.

O termo storydoing foi introduzido em 2012 por Ty Montague, estrategista e fundador de uma empresa de consultoria, por meio de uma pesquisa e um livro sobre o assunto. Para Montague, storydoing é a publicidade tradicional nos formatos para TV, revistas, jornais, rádios e outdoors. Mas, por outro lado, afirma que outras atividades que não usam os meios tradicionais para propagar sua marca podem ser denominadas como storydoing. Inclusive, dá os exemplos de grandes marcas como Red Bull e Tom Shoes. Primeiramente a marca Tom Shoes de Blake Mycoskie. Mycoskie, um jovem americano do Texas, decidiu acompanhar a irmã na Argentina e ficou impressionado ao perceber que muitas crianças carentes brincavam descalças nas ruas da periferia porque a família delas não tinha dinheiro sequer para comprar-lhes um par de alpargatas (popular no local). Achou o calçado interessante, estudou o processo produtivo e observou que há sobras na produção que permitiriam a produção de novos calçados, porém em menor quantidade.

Em 2006, criou uma empresa cujo modelo de negócios era relativamente simples — a cada calçado vendido, outro seria doado a alguma criança carente ao redor do mundo. Essa marca é a Tom Shoes, desde então Mycoskie é o principal garoto-propaganda da empresa. Como em muitos casos de empreendedorismo, o fundador e sua própria história se tornam a personificação de seus negócios. A marca praticamente não investe nada em propaganda. Seus disseminadores são seus fãs, usuáriosda marca.

O protagonista, o próprio Mycoskie, jovem, bem articulado e bom contador de histórias. Portanto, essa marca já nasceu com um propósito claro e um modelo de negócios que hoje já é copiado por outras empresas. Por ser inovadora no modelo, gerou buzz naturalmente. Qual é a história que permeia a Tom Shoes? A história de seu fundador e de seu próprio modelo de negócios. A cada sapato vendido, uma criança receberá um par de sapatos.

As novas empresas que estão copiando o modelo terão o mesmo sucesso que Mycoskie? Sem entrar em detalhes do case Tom Shoes, mas provocando uma reflexão, perguntamos se a causa é suficientemente autêntica e suporta uma empresa social com fins lucrativos. Ou seja, além de ter um papel social, tem que ser um negócio viável, portanto doar sapatos para crianças carentes é melhor do que nada, mas será sustentável mesmo? O que ocorre com os artesões de sapatos nessas localidades que recebem doação?

O produto hoje é produzido na China e não nas regiões carentes onde há doação. E dessa forma Tom Shoes recebeu o cunho de ser uma empresa storydoing, o que para nós não é suficiente ainda. Se o cunho social tem muita relevância e é vital para os negócios de uma empresa storydoer ou storytelling 2.0, falta saber se a empresa tem um propósito verdadeiro para sustentar esse conceito. A nosso premissa é que o storytelling é o core da marca e o storydoing as ações contínuas e atitudes através de seus colaboradores, usuários, comunidades, ou seja, todos os stakeholders. Todos de fato devem viver a marca pois ela com sua essência permeia  a também a vida de seus stakeholders.

E no caso da Red Bull não há uma causa social, mas sim um DNA bem definido com foco nos esportes e entretenimento. Além disso, não é uma empresa que vende apenas taurina em latinhas, desde 2007 criou uma empresa separada chamada de Red Bull Media House, que produz, distribui e propaga conteúdos de alta qualidade. E ela não é apenas uma storydoer, é uma organização de mídia multiplataforma com foco em esportes, estilo de vida e cultura. Esse é obviamente um modelo de negócios diferente, pois as plataformas atendem diversos canais de comunicação, desde TV, redes sociais, mobile, digital até revistas especializadas para atrair a audiência. Quais os elementos por detrás dessa marca?

Não se trata apenas de contar as histórias ou exercer o branded content na sua essência. Significa que seu core concept é claro e disseminado por meio de seu modelo de negócio, vivido por todos stakeholders da marca incluindo fãs que não precisam ser consumidores do energético. Com respeito ao autor do conceito, nosso ponto de vista é diferente. Para nós não existe storydoing, sem storytelling. E o storydoing amplificará a essência da empresa, mas ele deve ser feito continuamente e com base na história que a marca quer contar para sua audiência. E uma marca sem propósito claro não consegue fazer storydoing, ela pode fazer o live marketing,proporcionando  interlocução entre marcas e pessoas, provocando uma percepção diferenciada de produtos, serviços e marcas.  No entanto táticas promocionais e live marketing não é storydoing, storymaking ou storytliving.

E quem são as marcas que fazem storydoing? Empresas como Natura e Coca-Cola usam muito bem storytelling e por isso podem potencializar suas histórias, criar experiências, incluindo as de cunho social. Essas empresas conseguem exercer o poder constante de fazer com que as histórias de suas marcas sejam vividas por todos. Acrescentamos que antes de qualquer tipo de comunicação, seja ele B2C ou B2B, é preciso que a empresa adote verdadeiramente o mantra do walk the talk, ou seja, suas ações e essência devem corresponder a sua visão, missão e valores. Sua história permeará todas as ações, independente de ela adotar um modelo sistematizado de storytelling.

As pessoas falarão dessas marcas espontaneamente e não só viverão suas histórias, como também criarão outras gerando um motocontínuo de fortalecimento. Cabe lembrar que sempre existe uma mitologia por detrás da marca e que ela pode ou não permear a empresa através de suas atitudes. Quanto mais coerente e autêntica melhor. Portanto, tanto faz se existem várias novas denominações. Uma marca tem gestão de pessoas para pessoas e é disso que suas histórias e mitologia da marca falam. Não estou convencida do mantra defendido por Montague que boas empresas são storytellers e grandes empresas são storydoers. Acreditamos que as empresas com propósito claro, e com uma história autentica e walk the talk, são as melhores empresas.

Artigo de Martha Terenzzo, diretora da Inova 360o e professora da Faculdade ESPM – 16/02/2016

Na verdade, o Digital é Live Marketing

O Live Marketing é com certeza um segmento da publicidade que vem pedindo passagem para mostrar seu potencial. Engajar o público através de situações vivenciadas por ele pode ser uma boa forma de aproximá-lo da marca.

Celio Ashcar Jr, VP da agência Aktuellmix, falou ao Adnews sobre a crise econômica, eventos esportivos como Copa do Mundo e Olimpíadas, entre outros assuntos. Confira na entrevista abaixo:

Como você descreve o atual momento da agência?

Estamos completando dois anos da fusão. Em 2014 foi o ano de estruturação de processos, equipes, formatos e posicionamento. Este ano está sendo um ano de consolidação. A estrutura está rodando 100% e estamos conquistando grandes resultados.   Nosso atual posicionamento é de fazer comunicação focada ao resultado do cliente e aproximando pessoas de marcas.  E este resultado pode ser alcançado através de um filme de TV, um evento, uma promoção, uma campanha de incentivo, guerrilha digital ou degustação no PDV.

Quais os impactos da crise nas ações de Live Marketing?

Não tem como negar que estamos atravessando um péssimo momento em nosso país. Mas não podemos “jogar a toalha”. Temos que encontrar oportunidades nas dificuldades. A crise está afetando todos os mercados, e claro que o Live Marketing também está sofrendo. Se o consumidor não estiver consumindo leva a entender que o anunciante não está vendendo e com isso reduzem investimento em marketing.

Qual a percepção da agência sobre os eventos que o Brasil vem recebendo (Copa, Olímpiadas)? Qual o impacto no segmento de Live Marketing? Como a agência está aproveitando esse momento?

Todo evento de relevância e repercussão mundial é importante para um país. Desde 2007 o Brasil está passando por um bom momento. Tivemos os Jogos Panamericanos, a visita do Papa, a Copa do Mundo e agora teremos os Jogos Olímpicos. Mas não importa apenas realizar, ter que realizar bem feito e otimizar o legado pós estes eventos.

Não vejo ainda uma preocupação com o legado. Temos que entender que os investimentos realizados para estes eventos devem permanecer para a população. Estivemos atuantes na Copa do Mundo com alguns clientes e já estamos atuando para os Jogos Olímpicos. Temos uma equipe de mais de 30 colaboradores focados na operação para Rio2016.

Como o digital ajuda na interação do Live Marketing?

O digital é fundamental para as ações de Live Marketing. Na verdade o Digital é Live Marketing. Hoje em dia para ter uma aproximação efetiva entre pessoas e marcas temos que atuar em todos os pontos de contato. Quantas vezes o consumidor vai ao supermercado por dia?  Quantas vezes o consumidor acessa a internet por dia? Portanto o ambiente digital é fundamental e nos entrega respostas imediatas para desenvolvermos estratégias de atuação.

Quais os diferenciais que o Live Marketing agrega na estratégia de uma marca?

Vou responder através de nossa missão: “Despertar percepções únicas, transformando a relação entre pessoas e marcas”.

Qual case de sucesso você destaca entre os trabalhos já feitos pela Aktuellmix? O que você acredita que levou o trabalho ao êxito final?  

É difícil eleger um case único de sucesso. Pois cada case tem objetivo e uma meta a alcançar.  Temos uma enorme área de Incentivo que são cases que não aparecem ao grande mercado, mas geram enormes resultados aos clientes. Mas se tiver que escolher um case atual de sucesso, destaco o “Cadê C&C”. Em 2014 ganhamos a conta de comunicação 360o de C&C. Fizemos todo o planejamento de comunicação que envolve ponto de venda, endomarketing, relação com o mercado, tabloides, campanha online e offline entre outros. Hoje temos no ar uma campanha estrelada pelo casal Bruno Gagliasso e Giovana Ewbank que vivem situações reais do dia-a-dia. O conceito de vida real vai além. As cenas foram gravadas na própria casa onde os atores vivem e a C&C é mostrada como a solução para os problemas da casa do casal. O Call to action é “Tá esperando o quê?”.

Redação Adnews – 14/10/2015

http://www.adnews.com.br/live_marketing/na-verdade-o-digital-e-live-marketing

O momento do live marketing no Brasil

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O cenário da comunicação atual é cada vez mais veloz, caótico e ao mesmo tempo alucinante. Em alguns casos, a junção dessas coisas gera uma espécie de sensação intensa de efemeridade. O resultado? O engajamento é um sonho cada vez mais complexo e distante para as marcas.

Como mudar esse jogo? Participar da vida dos consumidores de uma maneira marcante, gerar experiências inesquecíveis e inusitadas, usar a criatividade e oferecer algo interessante e relevante, que vá muito além de uma propaganda convencional ou a promoção de um produto.

Não por acaso o live marketing tem crescido bastante como forte aliado na estratégia das marcas. Para entender um pouco melhor os desafios, tendências e oportunidades do segmento no Brasil, o Adnews conversou com Kito Mansano, presidente da Associação de Marketing Promocional (AMPRO). Confira o bate-papo abaixo:

Qual é o momento do live marketing no Brasil?

Estamos vivendo um excelente momento de reeducação e alinhamento entre as agencias sérias do mercado. Este alinhamento trará frutos para todos, isso porque temos diretrizes de conduta muito claras tanto para as agências como para os clientes. Este trabalho está sendo desenvolvido e apresentado em workshops em todo o Brasil pelo Comitê de Relações Sustentáveis Cliente/Agências. Por essas e outras, é de extrema importância o engajamento e conhecimentos destes valores, pois as agências que mantinham condutas levianas, com taxas abaixo de 15% e aceitando prazos de pagamentos acima de 30 dias, estão hoje fechando suas portas por conta de um mercado que não permite mais maquiar os resultados com um trabalho pagando o outro.

O live marketing tem sentido os efeitos da tão propalada crise que tem impactado outras áreas no mercado brasileiro?

Sem dúvida que tem sentido, porém de maneira menos impactante que os outros setores da economia. Não existe uma ação de demissões em massa como nas indústrias ou comércio, porém o momento é de cuidado e serenidade. Nosso negócio ajuda as empresas a saírem de situações complicadas com desempenho em vendas, o live marketing é a melhor ferramenta para trazer resultados imediatos. Muitos clientes sabem disso e usam nosso conhecimento para minimizar resultados ruins ou até mesmo gerando resultados positivos. Sabemos que o volume de investimento está menor, mas a vontade de fazer está maior.

O importante é conseguir achar a equação ideal para que todos ganhem.

Os grandes eventos sediados pelo Brasil nos últimos anos, sobretudo Copa do Mundo e agora Olimpíadas, estão realmente ajudando a amadurecer ainda mais o mercado por aqui?

Estes eventos deram um banho de realidade nas agências. Clientes que mostravam grandes investimentos se tornaram, na realidade, uma armadilha para aqueles que ousaram de forma leviana em suas planilhas e aceitaram prazos de pagamento impraticáveis. Hoje as agências estão realmente entendendo que nem todo cliente vale a pena, mesmo que com muito investimento o que importa é a agência ter resultado honesto e não correr o risco só para ter o trabalho. Sinto este amadurecimento a cada concorrência onde são chamadas quatro, cinco ou seis agências e 80% delas declinam porque o cliente não está em busca de estratégia criativa em vendas e sim alguém para bancar sua ação de live marketing, gerando oportunidade para que o dinheiro que deveria ser pago aos fornecedores seja aplicado no mercado financeiro.

Durante muito tempo o segmento foi reconhecido como marketing promocional… O que mudou agora que é live marketing? Todo mundo já compreende o significado, a força e o potencial da atividade?

Quem está antenado com a modernidade da comunicação já está familiarizado com o novo posicionamento do nosso negócio. O live marketing engloba o marketing promocional e inúmeras outras atividades, como eventos, incentivos e trade marketing. Nosso negócio é muito maior que a promoção. Hoje temos o digital dentro de nossas estruturas alinhado à criatividade ao vivo. Não dá mais pra fazer comunicação de qualidade usando somente um filme na TV. Isso é passado. As telas se multiplicaram, a informação ficou acessível de fato, e a aldeia global é real. Para conquistar espaço, vender ou ser percebido, as empresas terão que usar o live marketing.

De que maneira o live marketing conversa com o meio digital, sobretudo aproveitando a questão das redes sociais em eventos como música ou futebol, por exemplo? Essa relação tem sido bastante benéfica?

O live marketing não conversa com o meio digital, ele “é” o meio digital aliado ao físico. Este conceito já existe e está amplamente difundido nas grandes estruturas de live marketing. Trata-se do “Phygital”. A navegação no mundo digital com experiências físicas. Este processo é muito interessante porque muita gente já usa este conceito de forma intuitiva para gerar volume de vendas ou criar simpatia e relacionamento com as marcas. Você navega no mundo virtual, realiza sua compra, recebe o produto em casa ou vive uma experiência única como um show, sem ter sido impactado pela televisão, rádio ou revista. Isso é que é fascinante na nova comunicação e impensável há mais de 10 anos.

Quais são as características do Live Marketing mais atrativas para as marcas?

O live marketing tem como principal característica a relação viva e real com os consumidores. As empresas usam o live marketing para atingir o consumidor de maneira objetiva tendo resultados imediatos, isso torna a ferramenta muito mais atrativa do que a mídia convencional. As equipes de criativos do live marketing foram treinadas para vender ideias, produtos e serviços através da experiência, da emoção e da informação. Ter estes especialistas ao lado é fundamental na hora de planejar uma ação de comunicação viva.

Quais são hoje os maiores desafios do segmento e live marketing no País?

Os desafios para o segmento não estão na criatividade ou na produção das ações diferenciadas, hoje o desafio é de fazer o Governo entender a ilegalidade constitucional da bitributação, isso porque as empresas de live marketing tem tratamento diferenciado quanto à tributação deixando as empresas menos competitivas. O trabalho é acabar com esta distorção e focar no cliente que tem o entendimento e a ousadia para usar o live marketing como inovação da sua comunicação.

Por Renato Rogenski – 07 de outubro de 2015 · Atualizado às 10h21

http://www.adnews.com.br/publicidade/o-momento-do-live-marketing-no-brasil

Chevrolet veicula vídeo dentro de revista impressa

Você já pode ter visto algumas vezes, aqui mesmo no Adnews, alguns exemplos de anúncios que integram de maneira interessante o meio impresso com o digital. Mas será que é possível colocar um vídeo dentro de uma revista de papel? A Chevrolet mostrou que sim.

A nova campanha, que promove a caminhonete Colorado, utilizou um player de vídeo entre as páginas das publicações Esquire e Popular Mechanics. Ao abrir as folhas com o anúncio, o consumidor encontra filmes de curta duração promovendo o carro.

A ação foi desenvolvida pela McCann e reproduzida em 10 mil exemplares de cada um dos títulos citados acima. “Achamos esses filmes digitais tão impressionantes para o lançamento da Colorado que pensamos: por que não colocar o vídeo na impressão?”, disse Jill Mida, gerente da divisão de publicidade para as caminhonetes da Chevrolet.

Agência e anunciante não revelaram os valores, mas admitiram que o custo do anúncio evidentemente foi encarecido com a implementação da tecnologia.

Num cenário cada vez mais complexo para a mídia impressa, revistas, jornais e anunciantes precisam encontrar novas maneiras de se manterem atrativos. Provavelmente colocar vídeos dentro das revistas não parece um caminho a ser replicado com frequência. Entretanto, no caso deste anúncio da Chevrolet, apenas a mídia espontânea gerada com a ajuda da iniciativa atípica já parece ter valido a pena.

Confira o video:

http://bcove.me/c6lycapc

http://www.adnews.com.br/midia/chevrolet-veicula-video-dentro-de-revista-impressa

16 de abril de 2015 · Atualizado às 15h12 – Por Renato Rogenski

Homens buscam novidades em produtos de beleza, mas não encontram

A vaidade e o cultivo à beleza, culturalmente, foram sempre atribuídos ao sexo feminino, o que levou a indústria a dar uma atenção massiva a esse público. Com o passar do tempo e a mudança de hábitos, os homens ganharam seus próprios produtos, mas ainda de maneira tímida e com ofertas predominantemente voltadas ao cuidado com a higiene, como linhas para barba e cabelos. Após o ano 2000, as empresas passaram a incrementar o portfólio com variações tradicionais adaptadas ao “for men”, que incluem perfumes mais intensos e embalagens com cores sóbrias. Esse formato, no entanto, já não agrada mais o novo consumidor masculino.

O perfil desse cliente mostra interesse e curiosidade em artigos que, até então, eram destinados exclusivamente às mulheres, como esfoliantes, redutores de celulites e base corretiva. De acordo com um estudo da Minds & Hearts, esse nicho está cada vez mais preocupado com sua aparência, bem como cansado de ser relegado e não ter produtos específicos para ele. Cerca de 76% dos entrevistados destacaram que as marcas produzem variedade muito maior para mulheres.

O resultado é um potencial mercado pouco explorado, com 89% dos homens manifestando o desejo de que os fabricantes conseguissem entender melhor suas necessidades. “O que pudemos perceber é que eles buscam novidades, mas não as encontram, porque toda a comunicação ainda é feita para mulheres, com rótulos delicados ou na cor rosa, o que o deixa envergonhado de escolher aquele item no varejo. Também notamos que o preconceito que havia de não poderem ser vaidosos está cada vez menor e isso estimula-os a comprarem mais”, afirma Naira Maneo, Presidente da Minds & Hearts, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Além das barreiras do For Men
Apesar do interesse das companhias em terem algum produto ou serviço voltado ao público masculino, muitas apenas fazem extensões de linhas já existentes. Na opinião de 80% dos participantes da pesquisa, esse movimento não é suficiente. Além disso, 79% ressaltaram que os produtos para cuidados pessoais têm pouca ousadia e inovação nas embalagens. Ainda foi constatado que 85% entendem que as marcas explicam pouco os benefícios e a maneira de usar produtos específicos.

O pouco cuidado por parte das marcas faz com que os homens busquem opiniões mais embasadas na hora de comprar itens para si, com 61% dos entrevistados dizendo que as mulheres são as que mais os orientam na aquisição. “As mães, irmãs e esposas são as que mais conseguem convencê-los a respeito de um produto, porque eles não sabem diferenciar um do outro. Ao analisar uma prateleira de shampoos no supermercado ou na farmácia, podemos notar a semelhança entre um e outro, não apenas de cores, mas do que oferecem – anticaspa, cabelos grisalhos e antiqueda”, aponta Naira.

Já as empresas que apostam em fazer uma propaganda com linguagem direta e assertiva para os homens tendem a seduzi-los e convencê-los a adquirir determinado item, já que 30% dos participantes da pesquisa afirmaram que a publicidade é o segundo fator de maior influência deles nas compras. “Independentemente da função do produto, se estiver direcionado para eles, mostrando como funciona na prática e sem apelos, há muito mais possibilidade dele experimentar e, se gostar, ser fidelizado”, afirma Naira.

As poucas variações nos pontos de venda, com embalagens sempre em tons de azul, preto e cinza também desagrada, uma vez que mostra que as empresas ainda os tratam de forma única, antiga e estereotipada. Nas lojas, o espaço obedece uma ótica de organização relacionada ao universo feminino, não levando em conta o padrão de compra prático adotado pela maioria dos homens, conhecido como “entrar, comprar e sair”. Para ser eficiente no diálogo com este público, é necessário evitar termos que façam referência ao universo feminino.

Na comunicação, um equívoco frequente é a criação de rótulos como “metrossexual”, “retrossexual” (o homem, homem, da propaganda do desodorante Old Spice), que erram ao criar estereótipos que não correspondem à realidade da maior parcela do público-alvo. O caminho é humanizar o homem com visão crítica e bom humor e não focar em gêneros, mas no indivíduo. De acordo com o levantamento, a estratégia mais adequada para atingir ao público masculino seria mostrar sempre equilíbrio entre razão e emoção.

Mudança de hábitos
O resultado da pesquisa, entretanto, mostra um homem ainda ligado apenas aos cuidados básicos nos produtos que utiliza, mas com propensão muito grande a experimentar novidades. Dentre os novos produtos identificados que podem fazer parte da cesta masculina estão os cosméticos, como por exemplo, o hidratante com filtro solar ou tonalizante. A abertura para estes produtos é maior entre os jovens, dos 25 anos a 39 anos, e ainda entre os de 40 anos a 59 anos.

Outros artigos de higiene e beleza também ganham destaque como antissinais, clareadores faciais e hidratante labial, além dos itens de cuidado com o cabelo, como pomadas e sprays antitérmicos. “É nítido ver essa mudança de comportamento entre os homens. Não é apenas estética, há uma preocupação com questões de saúde. Ele quer se sentir bem. Cerca de 40% de nosso faturamento vêm de finalizadores de cabelos, porque são produtos que ainda não têm penetração no mercado tradicional, mas há demanda”, conta Leandro Grespan, Diretor de Marketing do e-commerce especializado Men’s Market, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Pela dificuldade de encontrar esses artigos, a loja virtual viu uma oportunidade ao criar sua própria linha de cuidados capilares. A experiência em lidar com múltiplas empresas específicas para esse nicho, “desenvolvemos pomadas, sprays e outros itens, além do básico gel que as marcas oferecem. Para as mulheres isso é bem distribuído, mas não havia nada que tivesse uma comunicação direta com os homens”, afirma Leandro Grespan.

O e-commerce especializado em produtos masculinos estimula a experimentação de lançamentos e demais itens que podem não atrair os consumidores mais conservadores. Ao oferecer amostras ou promoções, eles esperam que esse cliente tenha o interesse em adquirir os itens. Esse comportamento é comprovado no estudo, que apontou que mesmo os entrevistados que se mostraram avessos à utilização de cosméticos são receptivos a incorporarem o consumo desses produtos no futuro.

Na divisão social, a Classe C é uma das mais conservadoras. Nessa segmentação, 63% dos homens não usam nenhum cosmético. Por outro lado, também se mostra aberta para usar esses itens no futuro, com 49% dos entrevistados demonstrando disposição em usar um hidratante com filtro solar ou hidratante com tonalizante. Já nos recortes A e B, a frequência de uso ou abertura para passar a usar é maior, muito estimulada pelas marcas importadas a que eles têm mais acesso e que já investe nesse segmento há mais tempo.

Aceitação melhor por marcas específicas
Os produtos que já são consolidados entre o público masculino são os que mantêm uma estratégia direcionada e de longo prazo, sendo muitas exclusivas aos homens. Tratam-se dos artigos de utilização mais regular, com destaque para os desodorantes spray e roll-on, sendo citados, respectivamente, por 69% e 50%. Artigos para barbear, como espuma e loção pós-barba, permanecem no gosto deles, citados, respectivamente, por 68% e 55%. As que não possuem as mulheres como público-alvo também ganham vantagem no momento da decisão de compra.

Por já ter uma comunicação bem estruturada com os homens e observando o interesse deles por novidades, a Gillette desenvolveu uma linha de lâminas para remoção de pelos para ser usada em qualquer parte do corpo. “A linha Body mostra a preocupação com as curvas masculinas. Sabemos que há um aumento de procura deles por cremes depilatórios e sessões de remoção a laser, mas o nosso produto oferece uma facilidade em algo que ele já conhece e está acostumado e com o qual não se sente desconfortável em comprar, como alguns ficam ao optar pelas outras opções”, afirma Juliana Moretti, Gerente de Marketing de Gillette, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para divulgar a novidade, a marca da companhia Procter&Gamble organizou uma corrida de rua, uma vez que neste público concentram-se homens mais preocupados com o corpo e que possuem maior hábito de remover pelos. “Fizemos uma maneira diferente de apresentar o produto, algo além do ponto de venda e da publicidade. Quisemos mostrar para eles que pensamos no bem-estar e saúde deles”, conta Juliana Moretti.

O produto já era vendido em outros mercados internacionais e chegou ao Brasil por haver uma maior procura por esse tipo de artigo por aqui. A novidade, no entanto, ainda não inclui outros complementos como sabonete e gel dois em um para depilação corporal ou a versão sem espuma, que já é vendida nos Estados Unidos. A possibilidade de lançamento em solo brasileiro não está descartada. Assista abaixo ao vídeo de apresentação do Gillette Body.

Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 16/03/2015

http://www.mundodomarketing.com.br

Netflix oferece assinatura vitalícia a Sílvio Santos

O merchandising gratuito feito por Sílvio Santos à Netflix pode render uma assinatura vitalícia ao dono do SBT, que assumiu ser cliente da plataforma. No domingo, dia 22 de fevereiro, ao interagir com uma convidada do programa, o dono do Baú afirmou não assistir à televisão, pois prefere cinema. Ao assumir ser fã da série “A Biblia”, disponível no canal digital, ele emendou: “Se você não tem Netflix na sua casa, passe a ter. A mensalidade é de R$ 18,90, creio eu. Os donos da Netflix devem estar me vendo nos Estados Unidos e devem mandar para mim um mês de graça”.

A marca não demorou em responder ao apresentador, mas antes, pelas redes sociais, anunciou primeiro mês grátis para os novos clientes que assinarem o canal, numa carona à proposta de Sílvio. Em seguida, o CEO da Netflix, Reed Hasting, em um vídeo postado no Facebook da empresa, sugeriu ao apresentador: “Que tal um assinatura vitalícia?” Hastings recomendou ainda que Silvio Santos conhecesse House of Cards, que segundo ele “não é nada como A Bíblia, mas acho que você vai amar”.

Fonte: Por Roberta Moraes, do Mundo do Marketing | 27/02/2015

http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/32944/netflix-oferece-assinatura-vitalicia-a-silvio-santos.html

O que é live marketing

O Live Marketing se define pelas atividades de marketing que proporcionam  interlocução viva entre marcas e pessoas, provocando compreensão diferenciada de produtos, serviços e marcas. Este tipo de ação promocional estimula e provoca através de experiências sensoriais. Por isso proporciona as melhores experiências de marca, superior a qualquer outra atividade de marketing, porque gera maior engajamento e envolvimento por parte das pessoas que participam.

Pra definir um nome novo (nem tão novo assim, porque era sinônimo de marketing de entretenimento) que substitui um nome conhecido é preciso partir dele, o antigo, para justificar e explicar a mudança.

A denominação marketing promocional ficou restrita, com o passar do tempo por conta das necessidades cada vez maiores do cliente em realizar atividades de comunicação diversificadas e complexas, em sua maioria com a execução desenvolvida em tempo real.

Isso tirou de nossas agências promo de verdade uma perspectiva estratégica, sua verdadeira amplitude e, talvez, quem sabe, tenha sido essa a razão que nos mantém até hoje trabalhando por job ao invés de por contratos de longa duração

Alie-se a isso uma infinidade de pseudo-agências, pouco profissionais, fornecedores na verdade, dizendo-se agências de marketing promocional, confundindo ainda mais o mercado.

Como definiu Kito Mansano  no momento em que a Ampro lançou oficialmente o termo, no Anuário do Promoview em 2013, esta disciplina envolve o consumidor, independente da ferramenta promocional utilizada, valorizando a experiência ao vivo da marca, produto ou serviço, com resultados imediatos.

Isso porque ele é baseado em ações vivas, sem segunda chance para fazê-las ou a publicação de erratas, tipo: “desculpem o som do show de ontem na praia ter falhado, o que impossibilitou o público de ouvir todas as canções da banda e o jingle do patrocinador. Para compensar, daremos um cd de presente pra quem foi….” Infelizmente, no nosso mercado errou, ou conserta na hora, ou… Duvido que o cliente dê segunda chance para fazer novamente.

Quando dá certo medimos o resultado pela quantidade de arrepios, sorrisos e lágrimas que conseguimos provocar. Quando isso acontece, estamos falando de uma disciplina sem replay, que se inspira no ao vivo, naquilo que é para ser vivido uma única vez – feito para aproximar pessoas e marcas.

Amadores, agências que não sejam da área ou neófitos de bonito discurso têm problema em trabalhar no nosso mercado e são um perigo para os clientes, e marcas. Conhecer produção, por exemplo, saber fazer check list, criar especificamente para nossas ferramentas…, e muito bem, são coisas indispensáveis.

Portanto, todas as ações ou campanhas que utilizam ferramentas como campanhas de incentivo, ativações, em especial no ponto de venda, utilizando mídias em redes sociais, aplicativos para smartphones, dentre outros, são do escopo do marketing promocional, que passa a ser uma das suas ferramentas.

Definindo academicamente, apenas para melhor compreensão: essa disciplina abrange todas as ações ou campanhas, onde o consumidor está numa relação direta com o produto, serviço ou marca, ao vivo,  provocando experiências que os aproxime, gerando venda ou valor.