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Starbucks investe em inovação para o futuro focando na conexão humana

No processo de torrefação de café, existe um dispositivo chamado “tryer”. Ele permite que o torrefador verifique o progresso dos grãos e, se necessário, fazer adaptações adequadas.

A palavra – o processo – é rica em possibilidades, assim como o recente laboratório de inovação da Starbucks que compartilha seu nome. O Tryer Center é um centro de criatividade e experimentação. É também uma representação física de uma mudança de cultura que coloca a “ideia em ação em 100 dias”.

O CEO da Starbucks, Kevin Johnson, dividiu o palco do NRF Retail’s Big Show com Stephanie Mehta, editora-chefe da Fast Company. Naturalmente, havia uma prensa francesa na mesa próxima, completada pelo café Jamaica Blue Mountain.

Não importa que a Starbucks seja uma organização gigantesca, com mais de 31 mil lojas em todo o mundo, 400 mil parceiros, que atende a mais de 100 milhões de clientes por semana. A Starbucks, com o veterano da tecnologia Johnson no comando, continua tentando coisas novas.

O trabalho é realizado em equipes pequenas e multifuncionais. Tudo é voltado para o impacto sobre parceiros e clientes. Há uma ênfase no aprendizado, em vez de sucesso ou fracasso. E, no centro de tudo isso, está o foco na conexão humana, mesmo com o crescente uso da IA ​​por meio de sua iniciativa Deep Brew.

“Como seres humanos, fomos criados para interagir uns com os outros”, disse Johnson. “É assim que obtemos energia. É assim que obtemos suporte quando lidamos com adversidades. É assim que compartilhamos alegria e sucesso em nossas vidas. Eu acho que um dos temas comuns daqui para frente é encontrar maneiras de criar conexão humana. Interação humana. O mundo precisa disso”, afirmou o executivo.

Johnson, que passou três décadas em empresas como IBM, Microsoft e Juniper Networks, falou sobre o uso da tecnologia para liberar mais tempo para que os parceiros possam gastar com os clientes. Isso pode significar, por exemplo, manter o inventário ou simplificar a programação da equipe. Pode significar também que os clientes peçam um café com antecedência e busquem com eficiência quando pressionados pelo tempo.

Mas também pode significar que o barista usa um microfone que usa processamento de linguagem natural, permitindo contato visual durante as conversas com os clientes, em vez de ter que olhar para baixo para digitar pedidos.

 

Por enquanto, tudo bem; as conexões com os clientes estão no “nível mais alto de todos os tempos”, disse Johnson, com aumentos nas ocasiões e nos ingressos dos clientes.

A Starbucks conseguiu atrair os melhores e mais brilhantes, disse ele, e isso vem com a visão de cima para baixo. A Deep Brew, por exemplo, permitiu à Starbucks atrair talentos de classe mundial para sua “estratégia digital humana em primeiro lugar”, trazendo aqueles inspirados não apenas pela possibilidade de inovação e pela chance de impactar a humanidade, mas também pela possibilidade de alcance. Considere, por exemplo, o anúncio da empresa de que eliminaria o uso de canudos de plástico até 2020.

“Houve uma resposta massiva nas mídias sociais”, disse ele. “Havia bilhões de pessoas no planeta torcendo por nós para dar esse único passo. Isso me diz que há uma oportunidade de fazer muito mais e é isso que pretendemos fazer”.

Também há muito a ser feito em escala pessoal. A Starbucks se posiciona como um “terceiro lugar” caloroso e acolhedor, um espaço que não seja o trabalho e a casa que oferece chances de compartilhar uma xícara e se conectar.

Desde o início, a empresa buscou “inspirar e nutrir o espírito humano – uma pessoa, uma xícara e uma vizinhança de cada vez”, disse Johnson, citando a declaração de missão da empresa.

E enquanto a companhia de 49 anos olha para o seu iminente 50º aniversário, ele disse: “Realmente estamos olhando e sonhando com o centenário.” Para construir uma empresa que perdura, há duas coisas que a Starbucks tenta fazer: “A número um é ter a sabedoria de perceber o que honrar e preservar do passado: a missão, os valores e a importância da conexão humana… E temos que sonhar ousadamente com o futuro.”

Neste trecho, Kevin Johnson explica como a automação está capacitando os funcionários a se conectarem com os clientes.

Com informações da NRF

Starbucks investe em inovação para o futuro focando na conexão humana

Trazendo as ideias disruptivas à vida!

A inovação foi democratizada com as plataformas digitais. Ainda que mantenha imensos desafios para gerar engajamento e provar relevância para o consumidor.

Mesmo que você seja conveniente, digital, moderninho, mas não economicamente viável, como superá-los?

Só que algumas ideias disruptivas sim, ganham vida. Os avanços digitais nos últimos anos permitiram que inúmeros novos negócios florescessem e assistimos a um verdadeiro banho de criatividade em diversos segmentos.

Pensadores não convencionais inventaram verdadeiros negócios no Brasil e mundo afora, com muitos bilhões de “valuations” em questão de poucos anos. Entre os nacionais, exemplos não faltam: PagSeguroNubank99 Táxi. Esses são nossos unicórnios[1] tupiniquins, além daqueles que ainda prometem chegar lá em breve, tais como: Mercado Livre e Rappi.

Aparte da transformação dos negócios e dos serviços empoderados pelos “mobiles apps” e internet, nunca mencionamos os diversos negócios que nascem com ideias e soluções brilhantes, mas que demoraram a converter ou até mesmo desaparecem. A falta de progresso rápido muitas vezes nos desafia a refletir sobre quais etapas foram pouco exploradas.

Afinal, algumas ideias são brilhantes à primeira vista, oportunas para o consumidor, mas mesmo assim não aceleram… Acreditamos que muitas destas ideias poderiam seguir a construção metodológica da jornada do consumidor (design thinking) e responder com clareza todos os pontos da mesma.

Porém, poucos líderes de negócio pensam a respeito deles na construção da jornada.

[1] O termo, que se refere ao animal mitológico, é atribuído às startups que superam o valor de mercado de US$ 1 bilhão

“A Customer Journey Map, Ultra-Simplified”

2º  desafio: Mesmo os que se atentam a construir a jornada em seus modelos de negócios têm como desafio seguinte assegurar que esses modelos sejam compatíveis com os perfis de consumidores idealizados para esse novo negócio.

3º  desafio: Consumidores antes de processos, tecnologia e pessoas. Sempre que pensamos nesses novos modelos de negócio, deveríamos entender os consumidores como prioridade, buscar conhecê-los em profundidade, antes de desdobrar como será estabelecido o negócio.

O consumidor é a nossa referência para tudo que aportamos no negócio, por mais inovador, disruptivo e atraente que seja.

Por Jean Rebetez - 

Samsung satiriza os 10 anos de iPhone em novo filme

samsung

Quem acompanha atentamente grande parte do que é feito globalmente em termos de marketing pelas marcas sabe que há guerras históricas na propaganda. Uma delas, Samsung X Apple, acaba de ganhar um novo capítulo. Pegando carona no lançamento do iPhone X, que a empresa da maça está anunciando com um grande viés de renovação, a Samsung fez um filme satirizando os aparelhos criados pela Apple nos últimos dez anos.

O comercial “Growthing Up” ou na tradução livre “Crescendo” faz questão de mostrar que os smartphones da empresa fundada por Steve Jobs sempre estiveram atrasados comparados com a concorrência. A narrativa mostra a complicada jornada de um “applemaníaco” e suas dificuldades com capacidade de armazenamento do aparelho, a falta da caneta, o fato do telefone não ser a prova d’água, a questão do carregamento e claro, as enormes filas nas lojas da Apple em datas de lançamento dos produtos.

A criação é da Wieden + Kennedy Portland. Confira:

http://adnews.com.br/tecnologia/samsung-satiriza-os-10-anos-de-iphone-em-novo-filme.html

Criatividade e tecnologia: juntas em busca do engajamento

24 de Abril de 2017

A tecnologia trouxe mais eficiência e assertividade para as campanhas de marketing, mas a criatividade continua sendo essencial para a estratégia de comunicação das empresas. Neste cenário, o uso de plataformas se se tornou um poderoso aliado. O motivo é simples: se por um lado dar vida a uma marca no mundo digital significa fazer a ponte entre a eficiência da tecnologia e o impacto da peça criativa, por outro, as informações sobre o público-alvo alimentam como nunca o processo de criação nas mais variadas plataformas e com os mais avançados recursos.

Com tanta informação circulando pelos mais variados meios e devices, é enorme a dispersão de atenção do público, que atualmente consome o conteúdo preferido, quando, onde e como quiser. Ao aproveitar a eficiência da tecnologia para desenvolver experiências relevantes e engajadoras, com base em dados desse consumidor, as marcas elevam sua empatia.

O ideal para o engajamento é a criação para todas as telas e para todos os momentos.

Será mesmo, por exemplo, que alguém que está pronto para dormir e já jantou, quer mesmo receber um anúncio sobre fast food? Será que durante uma final de campeonato, enquanto o consumidor assiste a uma partida pela TV e comenta nas redes sociais (segunda tela), ele quer receber informações sobre um novo imóvel? Talvez uma pizza caia bem no intervalo, não? Esse é um exercício simples, mas é possível elencar uma infinidade de opções baseadas na temperatura, na geolocalização, entre diversos outros parâmetros.

De acordo com a divisão de plataformas do Google, o ideal para o engajamento é a criação para todas e para todos os momentos. A dica é o desenvolvimento de peças que funcionem em vários dispositivos e canais. Ainda segundo a empresa, vale a pena personalizar algumas peças para as características únicas dos dispositivos móveis usando recursos como tamanho da tela, velocidade de conexão, acelerômetro, informações com base no local e funcionalidade de chamada.

Estudo de caso

Com 2,5 milhões de usuários engajados, abrangendo mais de metade de toda a população da Nova Zelândia, o Fly Buys é o programa de fidelidade mais popular do país. Os clientes acumulam pontos de recompensa ao fazer compras com as lojas e serviços e podem usar esses pontos para comprar novos produtos e ofertas de viagens.

A agência de mídia da Fly Buys, a MBM, descobriu através do Google Analytics que, enquanto 38% dos clientes que visualizaram um produto de recompensas no site Fly Buys iniciaram o processo de resgate, apenas 12% concluíram. Este insight fez a equipe pensar: “Se os pontos de recompensa estão lá, o que podemos fazer para incentivar mais clientes a resgatá-los?”

A MBM criou uma solução dinâmica baseada em dados com o DoubleClick, do Google e juntou várias funcionalidades para segmentar público, fazer remarketing e exibir uma publicidade personalizada e relevante. A estratégia ajudou a marca a otimizar investimentos com anúncios. O resultado? Uma semana com o maior índice de resgate de pontos da história da empresa.

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Google é a marca mais influente entre os brasileiros, aponta pesquisa do Ipsos

 

06 de Abril de 2017  

google

De acordo com o levantamento Ipsos “The Most Influential Brands”, novamente as grandes empresas de tecnologia são as marcas mais influentes entre os brasileiros. O estudo, que está em sua quinta edição no Brasil, mostra um resultado parecido com o da edição anterior, tendo o Google como líder do ranking. Na sequência está o YouTube, seguido por Facebook, Microsoft e Samsung, respectivamente.

Outras companhias que aparecem na lista entre as 10 mais influentes são Nestlé, Netflix, Colgate, e as brasileiras Havaianas e Caixa.

“A influência é realmente importante. É difícil de se conquistar, fácil de se perder”, afirma Steve Levy, Chief Operating Officer da Ipsos Canadá e idealizador do estudo.

A pesquisa, realizada em 19 países, avalia as marcas e seu poder de influência no cotidiano e no comportamento dos consumidores. No Brasil, o levantamento foi feito via painéis online com 2.016 pessoas.

O estudo analisa como o público classifica cada marca dentro de 57 atributos, que medem, por exemplo, se a empresa faz parte do cotidiano dos entrevistados, se entende realmente as necessidades dos consumidores, inspira confiança, etc. Além de listar as marcas por sua influência, a pesquisa ajuda a entender como outras cinco grandes dimensões – Liderança/ Inovação, Confiança, Presença, Responsabilidade Social e Engajamento –  estão correlacionadas com esta influência.

Em 2016, no Brasil, os drivers que tiveram o maior peso na influência foram Liderança / Inovação (37%), Responsabilidade Social (23%) e Confiança (21%). Mesmo com um peso menor, Presença (11%) e Engajamento (8%) também contribuíram na construção de influência.

“A pesquisa aponta que as gigantes da tecnologia lideram o ranking por se destacarem principalmente no driver de Liderança e Inovação, já que para Google e YouTube, que são os primeiros colocados, o peso da dimensão Liderança e Inovação representou 44% da influência. Isto demonstra que, na atual conjuntura, os participantes elegeram marcas de referência que estabelecem um vínculo de confiança e que transformam a vida dos brasileiros através da tecnologia e de novos formatos de entretenimento. É interessante ver o quanto a dimensão Responsabilidade Social é valorizada no cenário de crise moral e política pela qual passa o Brasil”, afirma Leda Kayano, Managing Director da Ipsos Marketing.

http://adnews.com.br/tecnologia/google-e-marca-mais-influente-entre-os-brasileiros-aponta-pesquisa-ipsos.html

Por que experiência é o que – realmente – importa?

 

13 de Dezembro de 2016 12h – Atualizado às 12:05
adobe

Graças às megatendências tecnológicas – como computação em nuvem, mobilidade e a inteligência artificial -, hoje as barreiras entre os mundos físico e digital estão em colapso, abrindo a oportunidade para criar experiências relevantes, personalizadas e em tempo real para consumidores em todo o mundo. A experiência humana que temos de um produto ou serviço torna-se uma só com a marca e com o produto que estamos consumindo.

Isso, certamente, não é novo. Há séculos o comércio é caracterizado por intercâmbios e transações entre duas partes. As coisas mudaram quando as tecnologias industriais permitiram a produção em massa e os meios de comunicação possibilitaram a conexão entre produtos e marcas através da mensagem aspiracional, sugerindo o acesso a uma experiência.

Durante grande parte do século passado, o valor de uma marca estava associado à sua capacidade de ser compartilhada e ligada a uma comunidade mais ampla. Como Andy Warhol de maneira icônica divagou: você pode estar assistindo TV e vê a Coca-Cola, e você sabe que o presidente bebe Coca-Cola, Liz Taylor bebe Coca-Cola; e basta pensar, você pode beber Coca-Cola também!

Hoje, graças a tecnologias digitais, vemos como a força e a energia de uma marca vêm de sua capacidade de se envolver em um âmbito mais individual com o consumidor, fornecendo informação, produtos e serviços que podem melhorar a sua vida ou – pelo menos – evitar o atrito típico de uma jornada do cliente mal orquestrada. E nós consumidores da era digital estamos em todos os lugares – e ao mesmo tempo. Assistimos TV enquanto checamos e-mails e ligamos para o gerente do banco enquanto acessamos uma ou duas redes sociais. Poder identificar e entender o comportamento desse consumidor, para entregar uma mensagem consistente e individualizada – além de prever seus próximos passos e desejos – não é mais coisa do passado. Novas tecnologias que combinam análises em tempo real e machine learning estão revolucionando a maneira como as empresas interagem com seus consumidores e como estão se reorganizando de um ponto de vista estrutural e de mindset. Dois pontos-chave desta mudança são:

Quebrar os silos. Durante o século passado, Madmen e Mathmen estavam em desacordo um com o outro. Dados de um lado, e “The Big Idea” do outro. Criativos versus Geeks. Não foi amor à primeira vista. Hoje, as coisas mudaram: disciplinas de negócios, comumente fechadas em silos, como analytics e design estão olhando um para o outro não mais como estranhos, mas como as peças que faltavam no quebra-cabeça de comunicação sofisticado. No lado criativo, a habilidade de imaginar e trazer à vida um belo conteúdo que permite experiências mágicas é uma obrigação. Na verdade, com a proliferação de telas, com a obviedade de que o primetime é agora tempo real, a necessidade de um belo conteúdo é mais importante que nunca. E a capacidade de usar a tecnologia para permitir um fluxo de trabalho criativo, sem amarras, é uma vantagem competitiva para qualquer empresa.

Por outro lado, os meios altamente sofisticados para automatizar funções críticas de negócio como otimização de mídia, gerenciamento de conteúdo de omni-screen e gerenciamento de audiência estão disponíveis para dar vida a esse conteúdo, de forma personalizada e focada.

A arte do negócio inacabado. Uma diferença crucial com a qual nos deparamos quando nos deslocamos entre experiências físicas e digitais é que esta última está em aberto, em constante mudança, inacabada por definição. A beleza e o desafio de uma empresa que coloca digital em seu core é a possibilidade de fazer ajustes e movimentos rápidos, interações constantes e evoluções mensuráveis. No velho mundo, produzir um disco era um processo bastante padronizado, que envolvia a gravação em um estúdio, edição, impressão em vinil e distribuição. Uma vez que o disco estava na rua, ele estava na rua: não existia mais edição ou ajustes. O oposto é verdadeiro quando falamos de experiências digitais, que são fluidas e em um loop constante de feedback e ajustes, com a tensão criada para equilibrar simplicidade e sofisticação, serviço de alto valor e prazer, resposta em tempo real e valor a longo prazo.

Os atores deste admirável mundo novo terão de ser capazes de navegar por esta complexidade com o objetivo de oferecer experiências consistentes e de grande impacto a todos os consumidores. Dr. Max Mckeown, autor, afirma e tem toda razão ao dizer que “novas ideias são, por definição, inacabadas. E são lindas apenas para quem as teve. Inovação – mesmo – é sobre tornar essas belas ideias úteis”. E a utilidade só se dá pela experiência. Pela bela experiência.

*Federico Grosso é vice-presidente da Adobe Systems para América Latina

http://adnews.com.br/adarticles/por-que-experiencia-e-o-que-realmente-importa.html

Facebook anuncia novidades no gerenciamento de páginas

Atualmente, mais de 50 milhões de marcas utilizam páginas no Facebook para se conectarem com seus clientes. Com relação às interações, a companhia de Zuckerberg revela que 2,5 bilhões de comentários são gerados todos os meses. A estimativa é que no Brasil, 80% dos usuários estejam conectados a alguma empresa na rede social.

De olho neste crescimento, o Facebook anunciou ontem (8) novas ferramentas que têm o objetivo de facilidade a vida das empresas que utilizam a plataforma como meio de comunicação com seus clientes.

Todas as páginas poderão, a partir de agora, ajustar a média de tempo necessário para responder às mensagens recebidas, podendo ser: “cerca de alguns minutos”, “cerca de uma hora”, “cerca de algumas horas” ou “dentro de um dia”.

Uma nova caixa de entrada deve mostrar mais informações sobre os consumidores, com uma espécie de resumo das interações que aquele perfil já estabeleceu com a página e outras informações como a localização da pessoa, além de ser possível criar tags para identifica-la e adicionar notas sobre o cliente.

Para facilitar o momento da interação com o cliente, o Facebook também lança uma ferramenta na aba Atividades, permite que o administrador da página monitore e responda aos novos comentários em suas páginas.

“As pessoas podem se conectar às empresas a qualquer momento e a partir de qualquer dispositivo. Estamos oferecendo novas ferramentas para as páginas gerenciarem de maneira ainda mais fácil as interações com os clientes. Agora, está mais simples do que nunca para as páginas responderem tanto a comentários públicos, quanto a mensagens privadas que as pessoas enviam, para construir e manter uma boa relação com os clientes e obter bons resultados nos negócios.”, diz Michael Sharon, gerente de produtos de páginas.

Detalhes sobre as novidades podem ser conferidos no Facebook For Business.

Redação Adnews – 09 de dezembro de 2015

http://www.adnews.com.br/internet/facebook-anuncia-novidades-no-gerenciamento-de-paginas