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Brasileiros buscam produtos mais saudáveis e sustentáveis

Cresce entre os consumidores a preocupação com a saúde e o meio ambiente, o que vem sendo concretamente refletido nas estratégias e nas vendas da indústria e do varejo brasileiro.

De acordo com o estudo Estilos de Vida 2019 da Nielsen, o meio ambiente já aparece como uma das 10 principais preocupações do brasileiro, ficando atrás apenas da violência, serviços públicos, aumento no custo de vida, educação e economia.

A população do Brasil está mais prática (55% dos entrevistados vão direto à loja para efetuar a compra), mais conectada (64% têm um smartphone), mais saudável (57% reduziram o consumo de gordura e 56% diminuíram a ingestão de sal), mais negociadora (64% escolhem as marcas pelo baixo preço) e mais sustentável (42% estão mudando seus hábitos de consumo para reduzir o impacto no meio ambiente).

O shopper saudável – aquele que declara ir ao médico ao menos uma vez por ano, ter aumentado o consumo de orgânicos e diminuído a ingestão de sal, açúcar, gordura e industrializados – já representa 28% da população brasileira (Estilos de Vida 2018). Os domicílios formados por eles são, em sua maioria, compostos por 3 a 4 indivíduos, sem crianças e pertencentes às classes A e B, apresentando um maior ticket médio e indo mais vezes aos pontos de vendas.

No entanto, mesmo com maior incidência nas classes mais altas, a busca por um consumo mais saudável e sustentável vem permeando todas as faixas da população brasileira, indo além de uma segmentação demográfica, como mostra a edição 2019 do estudo Estilos de Vida.

A pesquisa aponta que 73% dos consumidores saudáveis afirmam que gastariam mais com marcas que se preocupam com o meio ambiente, porém, 43% deles declaram que ainda é difícil encontrar produtos sustentáveis nas lojas. No quesito saudabilidade, 64% afirmam seguir alguma dieta que limita ou proíbe o consumo de determinados produtos ou ingredientes: 44% gostariam de ter mais opções de produtos orgânicos, 26% adotaram uma dieta livre de glúten e 15%, sem lactose.

O consumidor saudável vai, em média, 27 vezes ao ponto de venda, com um ticket médio de R$ 29, comprando 6 itens por visita. Os canais especializados estão entre os seus preferidos: 96% declara fazer compras em feiras de rua e 74% em sacolão/hortifruti, ou seja, 26% acima da média do total de lares brasileiros sem esse perfil.

“A qualidade e a conveniência são atributos muito valorizados pelo shopper saudável, 83% afirmam que uma das principais razões para escolha da loja é encontrar itens de boa qualidade e 64% preferem fazer compras no fim de semana, principalmente, para ter mais tempo para analisar os ingredientes que os compõem”, explicou Fernanda Vilhena, gerente de Atendimento ao Varejo.

Além disso, um grande percentual dos compradores demonstra confiança em produtos de Marca Própria (71%), além de estar mais conectado, assumindo pesquisar sobre os produtos e preços em aplicativos antes de ir à loja (60%) e gostar de interagir com suas marcas preferidas pelas redes sociais (79%).

Os produtos saudáveis vêm impulsionando o mercado de FMCG, crescendo 12,7% em faturamento no último ano, o que representa 5% do total faturado. Dentre estes, os segmentos sem glúten/sem lactose, fresco/natural/orgânico e diet/light/zero recebem o maior destaque, somando 61% de importância e contribuindo com 75% do crescimento na categoria de saudáveis.

Atentos a isto, a indústria e o varejo se movimentam cada vez mais para atender tais demandas do consumidor. Alimentos e bebidas têm focado nos ingredientes – reduzindo sal, açúcar, gorduras e calorias – e recorrendo a porções menores para os produtos com atributos opostos à saudabilidade.

Para Higiene e Beleza, além das embalagens refil, os produtos com ingredientes naturais são destaques deste movimento, crescendo 18%, frente ao incremento total de 3,5% da cesta (2018 vs. 2017). Os produtos voltados para cuidados do cabelo são os principais responsáveis (95%) por este resultado.

Já no segmento de Limpeza, embalagens sustentáveis e elementos menos abrasivos têm sido as alternativas mais recorrentes para atender tais demandas.

“A indústria tem se movimentado no sentido de ampliar seu portfólio por meio da aquisição de outras marcas, de modo a ingressar em categorias ou nichos com o apelo saudável e estreitar relação com seus consumidores”, comentou Fernanda. Também já se observam investimentos em inteligência artificial a fim de criar produtos personalizados com base na demanda individual de cada consumidor.

O varejo, neste mesmo sentido, também passa a investir na saudabilidade e sustentabilidade, seja trabalhando a Marca Própria como forma de impulsionar e democratizar o consumo, seja com o investimento em estratégias digitais para engajar e personalizar a compra via mobile. Também têm sido observadas ações contra o desperdício, compras responsáveis, gestão de resíduos e do impacto ambiental de suas operações.

Para um terço da população brasileira, sustentabilidade já está entre as três principais preocupações do consumidor e 28% dos lares já adotam medidas saudáveis, destacando-se com maior frequência de compras e ticket médio mais alto em todos os canais. Os produtos saudáveis crescem 12,7% e impulsionam o resultado das categorias que atuam com diferentes drivers de crescimento, como lançamentos, descontos de preços e pulverização de canais.

Neste sentido, indústria e varejo têm buscado, cada vez mais, diversificar suas estratégias adquirindo novas marcas, reformulando produtos, lançando novos formatos de lojas, programas de reciclagem e gestão de suas operações. Desenhar uma estratégia de sortimento, comunicação e precificação para atingir o shopper saudável também se configuram como ações vencedoras para fidelizar esses clientes e garantir melhores resultados.

Starbucks at Home leva realidade aumentada para pontos de venda

A Starbucks at Home, nova linha de cafés da rede de cafeterias feita em parceria com a Nestlé, criou experiências personalizadas para os consumidores em pontos de venda, com uma gôndola inteligente e uma ativação de realidade aumentada. O objetivo é ajudar as pessoas a conhecerem melhor os produtos e realizarem uma compra mais direcionada e adequada ao seu perfil.

O aplicativo de realidade aumentada é acessado por meio de um tablet disponível em espaços ambientados da marca. Ao apontar o dispositivo para um marcador impresso no móvel, é projetado o holograma de um embaixador Starbucks, que apresenta um menu interativo com as opções de vídeos informativos, quiz e conteúdos adicionais. O quiz conta com cinco perguntas chaves e respostas rápidas que ajudam a mapear a personalidade do consumidor e permitem a indicação do produto mais adequado para ele.

Pelo aplicativo também é possível descobrir e ter mais informações sobre as diferentes formas de preparo – como prensa francesa, coado, sistemas Dolce Gusto e Nespresso –, torras, aromas e conhecer mais sobre a história do café. Promotores ficam posicionados nos pontos de venda para auxiliar os consumidores no uso do aplicativo.

Já a gôndola inteligente traz um sistema que consegue capturar todos os dados de interação do consumidor com o produto no espaço, além de possuir um dispositivo de mídia que traz mensagens sobre os itens disponíveis ali. A gôndola também reposiciona automaticamente os produtos quando a pessoa retira um item da prateleira, trazendo-os para a frente.

As novidades já estão presentes em dez lojas em São Paulo, que podem ser localizadas no site Starbucks at Home. “Queremos que o consumidor tenha em mãos ali, no momento da compra, todas as informações necessárias para fazer uma escolha assertiva. Com as tecnologias, conseguimos ter cada vez mais dados para oferecer opções personalizadas para a pessoa ser atendida em suas necessidades”, afirmou Erika Junqueira, head de Marketing de Starbucks.

A linha Starbucks At Home foi lançada em abril, sendo composta por 15 produtos, entre seis variedades de cápsulas para o sistema Nespresso, seis para o sistema NESCAFÉ Dolce Gusto – incluindo cappuccino e latte maccchiato – e três opções de torrado e moído, que marcam a entrada da empresa neste segmento no Brasil. A nova linha conta com blends da Starbucks, todos produzidos com café 100% arábica, proveniente de cultivos ambientalmente responsáveis, condições de trabalho justas e transparência econômica. A linha traz em suas embalagens informações e conteúdo que ajudam o consumidor a identificar a bebida – como perfil da torra, aroma e intensidade.

A Nestlé investiu US$ 7,15 bilhões pelo direito perpétuo e global de comercialização, exclusivamente no varejo, de produtos com a marca Starbucks, com exceção das cafeterias S. A linha está disponível nos principais supermercados de São Paulo.

McDonald’s estreia unidade inspirada em lojas da Apple

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Como uma forma de inovar, uma das unidades do McDonald’s em Chicago, foi reformada há algum tempo para parecer um restaurante futurista.

O novo projeto contempla janelas de vidro, paredes de aço, quiosques de autoatendimento, serviços de mesa e pedidos por smartphone. Assim, o restaurante pode até mesmo se assemelhar à uma Apple Store devido à quantidade de novos serviços e decoração.

Sendo este o ponto de partida do projeto, a maior parte das filiais nos Estados Unidos já estão com os mesmos projetos de reforma. Segundo comunicado oficial da empresa, a novidade tem o objetivo de proporcionar uma experiência com mais conveniência, personalização e escolha.

http://adnews.com.br/negocios/mcdonalds-estreia-unidade-inspirada-em-lojas-da-apple.html

Áudio advertising : o que é e como funciona

Por ser um mercado que ainda não atingiu a maturidade no Brasil, há ainda certo desconhecimento das possibilidades e formatos disponíveis no segmento de áudio digital.

Rodrigo Tigre – 17 de julho de 2018 – 16h42

Acompanhar a tendência dos usuários já é rotina para as marcas rotina, os anunciantes devem estar sempre atentos em quais plataformas estão e como desejam ser impactados em cada uma delas. Entre os serviços de streaming de música, podcasts, audiobooks, apps mobile, games e rádios online estão as oportunidades para a mídia  áudio, que tem grande impulso pela variedade de produtos conectados disponíveis, e sua crescente penetração entre públicos de interesse para o marketing. É uma boa opção para gestores de marcas que buscam alcance, frequência, engajamento, segmentação da audiência e mensurabilidade. Além de ser mobile-friendly, característica essencial na atualidade.

A escalada do áudio advertising também está ligada à ascensão do consumo do áudio digital, que registra crescimento no mundo todo. No Brasil, a curva de aumento é constante e indica que o país seguirá a tendência dos mercados desenvolvidos, onde plataformas que distribuem áudio por streaming, on demand e rádios online já são populares, sobretudo entre os jovens. De acordo com projeção da consultoria  eMarketer, mais de 191 milhões de norte-americanos usuários de internet escutarão rádios online ou podcasts ao menos uma vez por mês em 2019.

O áudio digital é especialmente forte nas faixas etárias entre 18 e 34 anos, grupo relevante porque estão começando a tomar decisões de consumo e criar relacionamentos com marcas que podem durar a vida inteira. O engajamento de anúncios de áudio é representativo, de acordo com pesquisa conduzida pela Midroll, 67% dos entrevistados conseguiam citar um produto ou uma promoção que haviam ouvido em um podcast, enquanto 61% afirmaram que já tinham adquirido um produto ou serviço conhecido por meio de uma propaganda em podcast.

Por ser um mercado que ainda não atingiu a maturidade no Brasil, há ainda certo desconhecimento das possibilidades e formatos disponíveis no segmento de áudio digital. Flexibilidade pode ser considerado um dos adjetivos do áudio advertising, já que há formatos compatíveis com objetivos da campanha que vão desde sessões patrocinadas a segmentações regionais. Abaixo, listo os principais formatos de anúncios oferecidos em áudio digital, especificações técnicas que precisam ser seguidas para uma campanha atingir seus objetivos e suas estratégias de criação, entrega e segmentação de audiência.

–      Spots gravados: disponíveis em tamanhos-padrão de 15, 30 ou 60 segundos, podem ser veiculados de maneira independente, no meio de streamings de música e podcasts, ou junto de outros anúncios, em uma parada comercial durante a programação. Entre as opções de posicionamento, há o pré-roll (posição premium) que precede o conteúdo desejado e costuma ser eficaz para construir lembrança de marca; o mid-roll (inserção do spot no meio do conteúdo), formato que a maioria dos usuários já está acostumada e não considera excessivamente intrusiva no áudio; e o pós-roll (quando encerra sessões) que está nas playlists ou podcasts patrocinados e ainda possibilita a inserção de um call-to-action.

–      Spots com banner sincronizado: alguns canais permitem entregar um banner sincronizado durante o spot de áudio, que segue a mesma estrutura de um banner-padrão em display. A peça gera a oportunidade de incluir um call-to-action na propaganda, mas é importante lembrar que nem sempre ela é vista, já que na maioria das vezes o ouvinte está com o media player minimizado ou com outro aplicativo/janela aberto em primeiro plano na tela.

–      Native ads: mais comum em podcasts, tem duração variável e geralmente são lidos pelo apresentador, que pode incluir no texto seu endosso à marca ou ao produto. Esses anúncios são integrados à programação, de maneira permanente, ou inseridos de forma dinâmica. Pré-roll, mid-roll e pós-roll são as alternativas de posicionamento.

–      Canais/playlists customizados: canais e playlists podem ser customizados por uma marca e veiculados em plataformas de streaming, com ou sem elementos a serem exibidos na tela.

–      Sessões patrocinadas: formato onde as sessões incluem conteúdo selecionado pelas marcas e distribuído com apoio publicitário. Durante grandes eventos musicais, por exemplo, o anunciante pode oferecer aos ouvintes sessões gratuitas relacionadas, livres de propaganda, obtendo retorno no valor de marca.

–      Podcasts customizados: o branded content é facilmente adaptável aos podcasts. Seus conteúdos patrocinados variam de menções à marca e integração editorial a participação do anunciante em toda a sua criação.

–      Anúncios in-player: formato comercializado pelas plataformas provedoras de conteúdo que não se relaciona com o áudio consumido em si, mas sim com o media player acessado. Anúncios em display são posicionados na maioria das plataformas, em tamanhos variados, permitindo interação do ouvinte, que está buscando conteúdo por gênero, localização, histórico, associações ou preferências pessoais.

–      Vídeo pré-roll: é o formato que roda um vídeo antes do início do áudio, seguindo  as mesmas normas de outros contextos digitais, e o usuário não consegue interagir com o media player até que ele termine.

–      Anúncios ativados por voz: plataformas que possibilitam ao ouvinte interagir com o anúncio sem usar as mãos – basta falar. Esse formato auxilia a conexão entre anunciante e consumidor, por meio de calls-to-action como receber informações do produto ou serviço via e-mail, mensagem de texto e mensagem de voz.

–      Anúncios mobile: são spots entregues em dispositivos móveis, geralmente não ultrapassam 15 ou 30 segundos de duração, já que banners sincronizados também estão disponíveis em mobile. Algumas opções de conexão com o consumidor que esses anúncios oferecem são: o tap to call, que faz um número de telefone aparecer na tela quando o usuário toca no banner, permitindo que ele entre em contato imediatamente com o anunciante; com o link direto, um toque no banner leva o ouvinte diretamente ao site do anunciante; e o tap for email or text, capaz de enviar um e-mail ou uma mensagem de texto ao consumidor quando ele toca no anúncio.

(*) Rodrigo Tigre é sócio-diretor da Audio.ad, empresa líder em soluções de publicidade em áudio digital na América Latina no mercado hispânico dos Estados Unidos

http://www.proxxima.com.br/home/proxxima/how-to/2018/07/17/audio-advertising-o-que-e-e-como-funciona.html

O varejo do futuro: sua marca está preparada?

futuro do consumo

O comportamento do consumidor se transformou rápido e completamente. Ele está cada vez mais exigente, dinâmico, super bem informado e hiperconectado. Compreender essa evolução é fundamental para saber atender às suas expectativas e assim, manter-se vivo no mercado, seja ele qual for. Vamos lá: não faz tanto tempo, uma pessoa interessada em determinado produto aceitava andar por horas para conhecê-lo de perto e comprar. A fase do “namoro” até chegar, enfim, a uma aquisição, podia levar semanas ou até meses. A busca por informações antes de fechar a compra era longa e penosa.

As lojas, geralmente grandes e distantes atraiam consumidores ávidos por novidades. Atendentes explicavam as funcionalidades e esclareciam dúvidas, mas, por serem vendedores, suas opiniões podiam ser contestadas. O consumidor sabia disso, até questionava se aquela marca era boa realmente, se havia muita reclamação ou não. Tentava se munir do máximo de informações para tomar sua decisão em um ambiente totalmente off-line, incompreensível nos dias de hoje.

Nos últimos anos, o contexto deste consumidor mudou. Sua vontade de obter informações, saber a origem dos artigos ou serviços, opção de cores, formatos e performance foi potencializada por um ambiente muito mais convidativo. Com a evolução da internet, dos smartphones, dos sistemas de busca e das redes sociais, o consumidor consegue identificar uma necessidade, pesquisar sobre ela, saber a opinião de outros usuários e adquiri-la em poucos minutos, ou até segundos. Eis que surge o novo consumidor: hiperconectado, ele quer acessar o maior número de conteúdos possível e efetuar sua compra online e ontime.

Seguindo essa tendência de comportamento no ambiente online, é preciso modernizar o off-line, ou seja, as lojas, para continuar a atrair a atenção e a preferência desse consumidor. Se faz urgente pensar no conceito de “convergência” entre os diferentes canais e trabalhar para que ela aconteça de fato.

Facilidade, transparência, entretenimento e conectividade. O consumidor quer chegar a uma loja e, ao pegar um produto, ter acesso a todas as informações sobre ele – origem, produção, cores indicadas, tamanhos disponíveis, etc – isso de uma forma leve e intuitiva. Se puder efetuar a compra ali mesmo, sem precisar passar no caixa, melhor ainda! Ah, não tem a cor no estoque? É só selecionar a cor desejada no aplicativo da loja que em poucas horas o produto chegará em casa. O frete é por nossa conta, obrigado!

É aqui que a internet das coisas começa a fazer sentido. Ao adotar tecnologias que possibilitam essas vivências, como RFID (Identificação por radiofrequência), as marcas podem se conectar com os consumidores de forma personalizada e transparente, fornecendo a eles conteúdos relevantes e uma experiência de compra aprimorada, quando e onde eles quiserem se envolver com elas.

Nas lojas, por exemplo, é possível por meio de uma etiqueta de RFID oferecer uma grande variedade de informações e conteúdos multimídia sobre um determinado produto. Materiais de campanha, dados sobre a origem e fabricação, tutoriais para a sua melhor utilização, opções de cores, formatos e tamanhos, entre outras informações que façam sentido e que ajudem a entregar o tão almejado storytelling para o consumidor, além de permitir também a venda online, quando não houver o artigo em estoque na loja física.

As experiências podem ser as mais variadas possíveis. Rápidas e eficientes ou personalizadas e assistidas, isso depende do perfil de cada marca e consumidor. Mas uma coisa é certa: o valor comercial é exponencial! Ao escolherem onde, como e quando comprar e se engajar com determinada empresa, os consumidores possibilitam a ela maximizar sua força de trabalho e capturar novos conjuntos de dados informativos que continuam a melhorar a personalização oferecida a cada cliente.

Nesse cenário, ganhará aquele que sair na frente e oferecer este novo universo de consumo.

Por Fabiana Wu, gerente de desenvolvimento de negócios América Latina da Avery Dennison e especialista em Tecnologia RFID

http://adnews.com.br/negocios/o-varejo-do-futuro-sua-marca-esta-preparada.html

Goleiro usa o celular em ação da Uber em conscientização aos acidentes no trânsito

uber celular jogo

No último domingo (13/05), durante a partida entre Atlético Paranaense e Atlético Mineiro na Arena da Baixada, o goleiro Santos surpreendeu a todos com uma atitude. O atleta que é maior responsável pela segurança do time em campo ficou mexendo no celular minutos antes da partida, algo que poderia prejudicar a sua atenção e colocar seus companheiros em risco.

A atitude chamou atenção de torcedores e imprensa esportiva e até rendeu críticas ao goleiro. No dia seguinte, porém, ele revelou que sua aparente irresponsabilidade, na verdade, foi parte de uma campanha da Uber e Atlético para o Maio Amarelo, para alertar a população sobre o quanto esse hábito pode ser perigoso em outro lugar: no trânsito.

“O que eu fiz em campo é igual ao que milhares de pessoas fazem todos os dias no carro. Só que se envolver em um acidente de trânsito, é muito mais perigoso do que tomar um gol.”, disse o goleiro, que aproveitou a indignação que sua atitude gerou nas pessoas para pedir que elas parem de usar o celular enquanto dirigem.

Atualmente, no Brasil, são mais de 400 mil acidentes nas estradas todos os anos, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Usar celular na direção é uma das principais causas de mortes no trânsito no país. De acordo com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego, a Abramet, são cerca de cento e cinquenta mortes por dia, quase 54 mil/ano. Por isso, a Uber em parceria com o Clube Atlético Paranaense, decidiram levar essa discussão para os gramados de futebol que é uma das marcas registradas do país.

O resultado foi uma ação para mobilizar milhões de pessoas no mundo todo pela conscientização sobre um trânsito mais seguro.

http://adnews.com.br/publicidade/goleiro-usa-o-celular-em-acao-da-uber-em-conscientizacao-aos-acidentes-no-transito.html

Usuários do WhatsApp querem conversar com as marcas

zap

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel, patrocinada pela Infobip, constatou que os usuários brasileiros do WhatsApp querem conversar com as marcas, mas 38% deles podem abandonar o aplicativo se receber mensagens de spam das empresas. Esta ameaça deve ser levada a sério pelas companhias, se não quiserem ter problemas com os usuários da principal plataforma móvel de mensageria entre os brasileiros: o aplicativo está em 96% dos smartphones e quase a totalidade dos usuários (98%) declara que usa o app todo dia ou quase todo dia.

Mesmo com uma queda de 2 pontos percentuais em relação à pesquisa feita em janeiro do ano passado (de 98% para 96%), o WhatsApp se mantém na liderança entre os aplicativos de mensageria móvel no país, seguido pelo Facebook Messenger (76%), Telegram, com 15%.

Quando o assunto é o serviço de mensagens de texto, o SMS (fora do WhatsApp) ganha destaque entre as empresas na sua comunicação com usuários, sendo o recurso mais usado para o envio de mensagens pelas marcas e empresas, envolvendo o envio de notificações automáticas aos seus clientes, alerta de vencimento de contas, cobranças, entre outros assuntos. Mas, se usuários de smartphone usam pouco o SMS na troca de mensagens com amigos: 24% dos entrevistados, eles também reduziram bastante o uso do WhatsApp nas mensagens de voz: em janeiro do ano passado era 97%, agora 87%.

Popularidade do WhatsApp ameaçada?

O Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel aponta que, em determinadas circunstâncias, seu público está disposto a trocá-lo por outro aplicativo de mensageria. Por exemplo: 70% dos usuários ativos mensais (MAUs, na sigla em inglês) afirmam que parariam de usá-lo se o serviço se tornasse pago. E 38% o abandonaria se começassem a receber spam. O seu aspecto social também é importante: 38% largariam o WhatsApp se seus melhores amigos e familiares mudassem para outro app. Há, entretanto, 14% de fãs do WhatsApp que afirmam que não abandonariam o aplicativo por nenhuma dessas três razões.

Brasileiro participa de 5,3 grupos de WhatsApp, em média

Os grupos de WhatsApp são os fóruns de discussão dos brasileiros. Cria-se grupos para quase tudo: amigos de faculdade, pais e mães de alunos, colegas de trabalho, de negócios etc, e muito tempo é gasto para ler e responder mensagens nesses canais de comunicação coletiva.  Segundo pesquisa, que contou com o patrocínio da Infobip, cada usuário brasileiro de smartphone participa ativamente, em média, de 5,3 grupos de WhatsApp. Foi considerada como participação “ativa” na pesquisa a leitura ou o envio de mensagens pelo menos uma vez por semana dentro do grupo. O hábito é mais comum entre homens (5,6 grupos) do que entre mulheres (4,9 grupos). E é mais popular entre pessoas com maior renda, como aquelas das classes A e B (6,4 grupos), do que entre aquelas das classes C,D e E (4,9 grupos). A idade também faz diferença: usuários com 50 anos ou mais também participam, em média, de 4 grupos.

Maioria aprova comunicação com empresas. Ponto para WhatsApp Business

O WhatsApp Business foi lançado oficialmente em janeiro de 2018, para pequenas e médias empresas, com utilização inicialmente gratuita, enquanto são realizados testes para uma versão mais robusta, cujo lançamento é esperado para os próximos meses.

Diante deste movimento do WhatsApp, foram adicionadas nesta edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel algumas perguntas que ajudam a entender melhor as perspectivas para essa nova fase da operação do aplicativo de mensageria mais popular do Brasil.

A primeira descoberta é que o usuário brasileiro já está acostumado a se comunicar com empresas através do WhatsApp, mesmo antes da chegada do WhatsApp Business. Para ser preciso, 55% dos usuários ativos mensais (MAUs) do WhatsApp no Brasil declaram que utilizam o aplicativo para se comunicar com marcas e empresas. É uma proporção maior que aquela verificada no Facebook Messenger (51%) ou no Telegram (48%). E note-se que o Facebook Messenger foi aberto para empresas há dois anos e vem sendo experimentado por diversas grandes marcas de consumo de massa, como Coca-Cola, McDonald’s e várias outras.

Em geral, são profissionais liberais e pequenos estabelecimentos que vinham fazendo uso do WhatsApp, como padarias, pizzarias, salões de beleza, profissionais liberais etc. Agora, é esperado que a maioria migre para o WhatsApp Business, no qual podem se cadastrar com uma linha fixa em vez de móvel e com acesso a algumas ferramentas extras, como estatísticas de comunicação e envio de mensagens automáticas.

Nesta edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel foram entrevistados 2.007 brasileiros que acessam a Internet e possuem telefone celular, respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas on-line ao longo de janeiro de 2018. Esta pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%, é um trabalho independente produzida por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box, e conta com o patrocínio da Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel está disponível para download em http://panoramamobiletime.com.br/

http://adnews.com.br/internet/usuarios-do-whatsapp-querem-conversar-com-marcas.html