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Blended Retail, um olhar 360° sobre o novo varejo

Seja na indústria ou no varejo, como executivo ou como empreendedor, é certo que nos sentimos como verdadeiros malabaristas na condução dos nossos negócios no dia-a-dia. Com o desafio de equilibrar vários pratos ao mesmo tempo e a maestria para que nenhum deles caia, quebre e gere problemas ou prejuízos.

A analogia representa bem o momento atual de complexidade e reforça a necessidade de levar para o mercado uma proposta de valor única que mantenha seu negócio e você de pé.

No passado, eram poucos os ‘’pratos’’ para cuidar e o varejo na sua essência atuava como uma ponte entre marcas e consumidores. No novo varejo, o cenário é completamente diferente e são necessários vários pilares para sustentar uma operação saudável.

Um mundo mutante e um novo consumidor exigem das empresas e seus executivos um olhar completamente diferente perante suas estratégias de atuação.

Neste contexto surge um insight que serve como conexão da inspiração com o novo varejo. Trata-se do BLENDED RETAIL*, um conjunto de conceitos essenciais que se trabalhados de forma integrada e consistente garantem diferenciação ao seu negócio.

Provavelmente esses conceitos já são tratados na sua empresa, mas é fundamental que se busque a validação contínua e melhor posicionamento dos mesmos diante de um mercado tão disruptivo.

Visitar e revisitar os conceitos do Blended Retail é um processo contínuo e tem o poder de transformar a relação da sua empresa com os seus consumidores, definir os melhores meios para interagir com o mercado, desenvolver os canais e formatos mais adequados a serem utilizados com os clientes e, principalmente, ressignificar o ponto de venda, que passa a ser um ponto de relacionamento, experiência, contato e, sobretudo, fidelização.

O primeiro e um dos conceitos mais importantes é o PROPÓSITO, que é a razão da empresa existir. Nos dias atuais, consumidores e colaboradores dão muito valor a ele. Tão importante quanto ter um propósito genuíno, é a capacidade de contar essa história e gerar um vinculo emocional entre a marca e quem a consome (STORYTELLING).

Obviamente que para dar vida a tudo isso, PESSOAS precisam estar engajadas, motivadas e treinadas. Essa é uma premissa que tem feito a diferença em empresas que se destacam.

A transformação digital faz com que as pessoas consumam e interajam com produtos e serviços em momentos e de formas diferentes. Por isso, o conceito de NO CHANNEL é relevante na estratégia de qualquer empresa e integrar os canais ON e OFF na jornada de compra de seus consumidores é uma obrigação.

Executar e entregar valor para o mercado passa pela capacidade de OPERAÇÃO das empresas e exige sinergia de áreas diferentes, o que nem sempre acontece com harmonia. Sustentar essa operação em ambientes tão dinâmicos, desenvolver uma boa gestão com processos e indicadores bem definidos representa EFICIÊNCIA que traz resultados.

Na jornada OMNI, o fator TECNOLOGIA se bem utilizado traz benefícios tanto dentro como fora da empresa e facilita na conquista e engajamento de colaboradores e consumidores, que serão os verdadeiros embaixadores da sua marca.

Com tanta competitividade e um consumidor com tantas opções, empresas aportam valor no relacionamento com clientes, resolvendo de fato os seus problemas através de SOLUÇÕES cada vez mais completas de portfólio de produtos e agregando SERVIÇOS na entrega.

Conceitos maduros, mas destaco ainda a ampla oferta de PRODUTOS, sortimento relevante e ambiente de vendas caracterizado por uma ATMOSFERA que surpreenda seu cliente na sua experiência de compra.

Completando a análise 360 graus sobre o novo varejo, ressalto a importância de qualquer profissional acompanhar o desenvolvimento dos ECOSSISTEMAS de negócios em mercados como o chinês e o americano. São as melhores referências para quem busca levar uma proposta de valor com oferta literalmente completa para seu mercado.

Como mencionado no início do artigo, são muitos os ‘’pratos’’ para equilibrar e muitas empresas e profissionais estão adotando a cultura agile no entendimento e adoção de estratégias que apliquem todos esses conceitos do Blended Retail.

Uma visão mais ampla, holística e um mind set de crescimento são essenciais e o mercado não preservará os que ficarem na zona de conforto. É preciso senso de urgência! Quem espera nunca alcança!

 

Nota 1: A GS&Consult, consultoria de negócios do Grupo GS& Gouvêa de Souza especialista em varejo e comportamento de consumo, possui metodologia de trabalho baseada nos desdobramentos  do conceito Blended Retail. Através de analises de gaps, aderência e grau evolutivo da sua empresa em relação ao novo varejo, definimos as principais diretrizes estratégicas e táticas recomendadas sob medida para seu negócio.

Nota 2: BLENDED RETAIL* – Termo criado e desenvolvido pelo time de consultores do Grupo GS& Gouvêa de Souza a partir de estudos, analises de práticas de mercado e cases do novo varejo nacional e internacional.

Experiência, experiência, experiência!

10 Corso Como, em Seaport, Nova York

No passado eram localização, localização e localização as três coisas mais importantes no varejo. Eram.

No varejo moderno, se for digital, a localização é quase irrelevante.

Na realidade atual e futura, pressionada pela comoditização acelerada, que pressiona a rentabilidade de todos os negócios do setor, o fator potencial de equilíbrio é a experiência agregada no processo de compra física ou digital. Ela, a experiência, pode re-equilibrar a componente racional do processo de decisão de compra, permitindo colocar mais emoção e, com isso, melhorar o resultado.

Nos processos de compra digital essa experiência está associada às possibilidades de mais informação, interação, navegabilidade e resenhas, além de comparação de produtos e serviços. E, nesse quesito, a Amazon é o benchmarking global e fonte maior de referências inovadoras, parte delas também usadas nas lojas.

Nos novos formatos, esse processo envolve aspectos físicos, visuais e sensoriais, além de relacionamento e interação, que transformam a loja em um ponto multiconfigurado, incorporando novas funções e propostas.

A loja tradicional, mais ambiciosa em sua proposta, evolui para ser uma instalação que pode incorporar arte, decoração, alimentação, produtos, serviços, interação e, acima de tudo, experiências.

Como exemplo, a 10 Corso Como, recém-inaugurada no Seaport em NY ou a RH – Restauration Hardware, do Meatpacking, ambas descritas em nosso artigo anterior, são um exemplo perfeito e completo. Assim como o novo formato do Eataly, aberto já algum tempo no WTC, também em NY, tanto como a reconfiguração das lojas da Ralph Lauren na Madison, em NY, ou as novas unidades da Whole Foods, incorporando muito mais opções de alimentação na própria loja ou “ready to go”.

Até mesmo na Macy’s, em sua luta por renovar o tradicional formato de lojas de departamentos, sempre em constante desafio de reinvenção, tem incorporado, ao seu modo, mais experiência, especialmente visual e relacional, na sua loja da rua 34, também em NY,  em particular nos serviços de alimentação do sub solo.

Tanto quanto a Amazon, com sua re-invenção das livrarias integradas com as experiência aprendidas no processo digital, como a do Columbus Circus e outras.

Mas, não precisamos ir longe. A novíssima loja da Cacau Show, no Shopping Morumbi, em São Paulo, incorporando loja, espaços de interação, área lab e serviços de alimentação, está exatamente na mesma linha.

Tanto quanto, em outro extremo, a recém-inaugurada Onofre CVS, na Avenida Paulista, que inova em muitas frentes, inclusive com área de serviços e o robot que recepciona, armazena, seleciona, entrega e controla produtos farmacêuticos.

Na sua guerra particular com a conveniência, facilidade e atemporalidade das opções digitais, as lojas, de todos os posicionamentos, buscam opções para melhorar de forma contínua, surpreendente e em constante renovação, a experiência do consumidor.

As dimensões geradoras de experiência

Interessante notar que no mercado norte-americano e em todos aqueles onde o custo de mão-de-obra é o item mais sensível da estrutura de custos do negócio, a visão da experiência é profundamente baseada na incorporação de tecnologia que facilite, torne mais conveniente, rápido e fácil os processos de avaliação, envolvimento, decisão e compra de um produto ou serviço, buscando aproximar o processo one click do digital de uma proposta similar no ambiente físico.

Em outras realidades, e em particular no Brasil, a experiência pede, de forma marcante, que haja interação humana, apoiada ou complementada, pelas alternativas tecnológicas que podem maximizar a satisfação do omniconsumidor.

Nesse aspecto, podemos afirmar que, provavelmente, o Brasil está entre aqueles mercados onde se apresenta um padrão médio de atendimento e serviços no varejo, que pode diferenciar pelo envolvimento humano, já que esta é uma demanda emergente do nosso consumidor, especialmente aqueles das camadas média e alta da população.

Na nossa realidade, definitivamente não basta a opção apoiada em tecnologia que ofereça o “no stress” como proposta. É muito pouco e não diferencia.

A importância de incorporar o envolvimento humano, apoiado em tecnologia que facilite e agilize processos, é o elemento da experiência de varejo talvez mais relevante na atual cenário e aquele que faz, definitivamente, a diferença.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/09/17/experiencia-experiencia-experiencia/

A fofurização do varejo – experiência acima de tudo!

Por Marcos Hirai – 18 de outubro de 2018

O MorumbiShopping, templo do consumo da zona sul paulistana vêm se tornando, voluntariamente ou não, berço de vários novos modelos de varejo que têm em comum propostas de lojas que oferecem, sobretudo, experiência ao consumidor além de uma dose de fofura. Conheçam algumas delas (e aproveite para visitá-las):

Estrela Beauty – Em junho último, a tradicional fabricante de brinquedos Estrela inaugurou a primeira unidade da “Estrela Beauty”, uma marca de play make-up e acessórios, pensados e desenvolvidos para a criança. O espaço dispõe de diversas penteadeiras para quem quiser se maquiar “brincando”. Uma loja concebida para experiências, por isso, na entrada da loja existe um painel interativo com animação como um ponto de atração, onde as crianças podem brincar e clicar nos ícones. Além de um espelho mágico, que possui um monitor atrás, promovendo interatividade, onde a criança assiste outras crianças com vários tipos de maquiagem. Um ateliê com mesa, onde ela pode sentar e se maquiar, há armários com produtos para pegar e se divertir, papéis para desenhar e espelhos com frases escritas com batom. Para as meninas, papais e mamães, é um lugar com diversão garantida.

Snoopy Café – Snoopy, o famoso cão das histórias em quadrinhos criadas por Charles Schulz, é o tema de uma cafeteria inaugurada em junho. O balcão da loja é todo decorado com as tirinhas da turma de Charlie Brown. E as xícaras, os guardanapos, os copos e a maioria das guloseimas vêm decorada com imagens dos personagens. Quem é fã também pode levar para casa uma lembrancinha, já que a casa vende canecas e bichos de pelúcia de personagens como Snoopy, Charlie Brown, Woodstock e Lucy. Fofos não?

Megastore Cacau Show – A loja inaugurada em agosto ocupa 450 m² do piso térreo e é a maior loja de chocolates em shopping centers do Brasil. O espaço lúdico mostra um ambiente repleto de experiências diferenciadas. Por exemplo, nas noites de terça e sexta, monta-se um palco de shows de jazz gratuitos. Um setor destinado aos produtos infantis hospeda um teatro de fantoches. Há ainda o chamado Cacau Lab, onde profissionais ensinam o público a fazer temperagem do chocolate e outros truques. Tem também uma exótica e charmosa cafeteria. Na área Bean to Bar, os consumidores podem acompanhar todo o processo de torra e drageamento do cacau. Enfim, uma loja para consumir, mas, sobretudo, se divertir muito.

Sorveteria Dona Nuvem – A sorveteria Dona Nuvem, que abriu há pouco mais de um ano numa galeria da rua Augusta e virou sensação entre as adolescentes, anunciou a abertura nos próximos dias de uma filial conceito com 125m2. A sorveteria, inspirada numa doceria de Londres , é conhecida por oferecer a combinação de sorvete com algodão doce que lembra uma nuvem, com possibilidade de customização e criação dos sorvetes a partir da escolha de temas como “Unicórnio”, “Sereia”, “Tubarão”, além de coberturas e toppings variados, como pipoca, confeitos de estrelinhas ou até um biscoito em formato de emoji. “A ideia é resgatar os sabores da infância”. Um lugar feito sob medida para postagens no instagram.

Essas quatro lojas citadas deixaram de ser pontos de vendas (PDVs) para se transformarem em pontos de experiência. Este termo que o Grupo GS& Gouvêa de Souza batizou de PDX, envolve absolutamente tudo em relação à antiga concepção da loja, com relação à oferta de produtos e serviços, ao design, à ativação e promoção de vendas, ao atendimento, à atuação e ao papel das pessoas, aos instrumentos de monitoramento e controle incorporados e, talvez mais importante, ao empoderamento das equipes que atuam nesses espaços. A loja começa a exercer um papel mais amplo, como um ponto de encontro, de experiência e de relacionamento não se restringindo mais à venda de produtos baseado na racionalidade e que pressiona a rentabilidade do negócio.

https://www.mercadoeconsumo.com.br/2018/10/18/a-fofurizacao-do-varejo-experiencia-acima-de-tudo

O que os logotipos coloridos da Apple sugerem sobre os próximos lançamentos

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A Apple enviou convites para seu próximo evento a ser realizado na Brooklyn Academy of Music, em Nova York, no dia 30 de outubro.

Até agora, surgiram 377 variações de seu logotipo para o convite, que apresenta o slogan “Há mais coisas para fazer”.

Para os curiosos sobre o que está reservado, o evento deve girar principalmente em torno dos novos modelos para iPad e Mac.

A Apple pretende estrear os designs do iPad Pro 2018, que devem vir com molduras mais finas e Face ID, sem o botão Home.

Os vários designs de logotipos também deixaram outras pessoas especulando sobre o software e as atualizações do Apple Pencil.

A Apple também pode lançar um novo Apple Pencil para o iPad. Um usuário do Twitter escreveu: “Ok, minha teoria para a Apple convida a arte: eles foram produzidos por 50 artistas e designers famosos usando o novo Apple Pencil e iPad Pro”. Confira abaixo:

Confira mais especulações:

Scoober: Uber surpreende com lançamento de patinetes nos Estados Unidos

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A Uber diversas vezes procura inovar seus serviços para agradar os clientes, seja o lançamento de um aplicativo mais leve (confira aqui), sejam novos métodos de locomoção, que foi última novidade. A companhia lançou na cidade de Santa Monica, Estados Unidos, um serviço de scooters.

Também conhecidos como “patinetes elétricos”, o meio de locomoção já é realidade em outras regiões norte-americanas devido algumas startups localizadas, mas, pela primeira vez, a cidade californiana receberá um serviço do tipo.

Eles estão já disponíveis para locação dentro do próprio aplicativo, com taxa de um dólar para desbloqueio e 15 centavos para cada minuto rodado, mas, a contagem começa apenas após cinco minutos da retirada do patinete, o que foi determinado pela empresa para que os clientes pudessem encontrar as scooters mais próximas sem custo adicional.

A novidade faz parte de um esforço da companhia para ampliar seu leque de serviços de acordo com o espaço em que são oferecidos.

http://adnews.com.br/negocios/scoober-uber-surpreende-com-lancamento-de-patinetes-nos-estados-unidos.html

Facebook estima que stories irá ultrapassar feed de notícias

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O crescimento orgânico dos stories no Facebook tem sido cada vez maior. Com isso, o Facebook anunciou nesta quarta-feira (26) que o modelo vertical deverá ultrapassar o feed de notícias em 2019.

Mas não só isso, a companhia também revela o lançamento de anúncios na vertical para todos os precursores, desde os pequenos até os maiores, com o objetivo de atender a alta demanda do público por estes formatos. Alguns testes foram realizados com empresas como Consul e Chevrolet.

A compra das divulgações são feitas pelo Ads Manager, onde anunciantes tem a opção de publicarem suas propagandas no Instagram e no Facebook stories. Na interface, as marcas também poderão acessar ferramentas que adaptam suas campanhas para o vertical.

http://adnews.com.br/social-media/facebook-estima-que-stories-ira-ultrapassar-feed-de-noticias.html

McDonald’s estreia unidade inspirada em lojas da Apple

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Como uma forma de inovar, uma das unidades do McDonald’s em Chicago, foi reformada há algum tempo para parecer um restaurante futurista.

O novo projeto contempla janelas de vidro, paredes de aço, quiosques de autoatendimento, serviços de mesa e pedidos por smartphone. Assim, o restaurante pode até mesmo se assemelhar à uma Apple Store devido à quantidade de novos serviços e decoração.

Sendo este o ponto de partida do projeto, a maior parte das filiais nos Estados Unidos já estão com os mesmos projetos de reforma. Segundo comunicado oficial da empresa, a novidade tem o objetivo de proporcionar uma experiência com mais conveniência, personalização e escolha.

http://adnews.com.br/negocios/mcdonalds-estreia-unidade-inspirada-em-lojas-da-apple.html