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Havaianas quer levar espírito do verão brasileiro para o mundo

 

07 de Abril de 2017 11h – Atualizado às 11:29

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Em forma de embalagens especiais e multicoloridas, a campanha global de Havaianas 2017, criada pela AlmapBBDO, está chegando aos países onde as sandálias são comercializadas, levando à várias partes do mundo, a essência do verão brasileiro, sua alegria, o ritmo, a energia e o jeito único do povo brasileiro fazer amizade. Cada embalagem destaca, com uma ilustração diferente, um desses atributos.

Ponto de partida da campanha internacional 2017, a coleção de embalagens deu origem a diversos cartazes, anúncios, gifs, vinhetas e material para vitrines que serão veiculados globalmente. Além disso, em forma de caixas, latas ou potes de sorvete, elas também serão usadas ao longo do ano em ativações, press kits para influenciadores e ações de marketing direto. No Brasil, as embalagens serão lançadas em breve.

O conceito da campanha global 2017 é “Havaianas. Feitas do verão brasileiro”. Na versão internacional, em inglês, ele é traduzido para “Havaianas. Made of Brazilian Summer”.

Confira abaixo algumas peças para este ano:

Ficha Técnica
Anunciante: Alpargatas
Agência: AlmapBBDO
Título: Made of Brazilian Summer
Produto: Havaianas
Direção geral de criação: Luiz Sanches
Direção executiva de criação: Bruno Prosperi
Criação: Keka Morelle, Pedro Corbett, Felipe Antonioli, Daniel Oksenberg
Ilustração 2D: Adelmo Barreira, Motor Niveo, Black Madre Atelier, Keka Morelle, Felipe Antonioli.
Ilustração 3D: Gelmi Estudio de Arte
Tipografia: Motor Niveo
Fotografia: Alê Catan, Mariana Valverde
Art Buyer: Tereza Setti, Ana Cecilia da Costa
Atendimento: Cristina Chacon, Flavia Fusco, Renata Carvalho, Italo Vetorazzo, Sâmia Reiter
Planejamento: Sergio Katz, Vanessa Sakamoto, Beatriz Scheuer
Mídia: Luis Flavio Padilha, Carla Durighetto e Maria Eugenia
Aprovação: Carla Schmitzberger, Rui Porto, Eliana Vilches, Marcelo Vecchi, Maria Fernanda Candeloro

http://adnews.com.br/publicidade/havaianas-quer-levar-espirito-do-verao-brasileiro-para-o-mundo.html

Café Pelé reproduz capa do Estadão em embalagens de café

O segmento de cafés gourmet cresceu exponencialmente no Brasil nos últimos anos. Como resultado, as cafeterias viraram uma referência de alto padrão. Isso significa que nos supermercados brasileiros não seja possível encontrar café de alto padrão? A marca Café Pelé criou uma campanha para responder essa pergunta com uma negativa.

Nessa linha, a Lew’LaraTBWA criou a ação “Capa Pack”, que embalou cinco mil pacotes de café a vácuo com a capa do jornal O Estado de S. Paulo e no mesmo dia colocou-os em gôndolas nos principais supermercados de São Paulo. A ideia é mostrar que o produto é fresco e embalado diariamente.

Para confirmar que as notícias reproduzidas na embalagem eram as mesmas do jornal, exemplares do veículo estarão próximos das prateleiras. “A capa do jornal sempre foi utilizada como a principal referência de tempo. Com base nesse hábito, mostramos de forma criativa e autêntica que o Café Pelé é, comprovadamente fresco, pois é embalado diariamente”, conta Felipe Luchi, CCO da Lew’LaraTBWA.

Com o conceito “Capa Pack. Café Pelé prova que é fresco porque é embalado a vácuo diariamente”, a ação também será composta de filme, ativação com os principais leitores do jornal e interação nas redes sociais.

Ficha Técnica
Agência: Lew’LaraTBWA
Cliente: Cia Cacique de Café Solúvel
Produto: Café Pelé
Título: Capa Pack
CCO: Felipe Luchi
Diretores de Criação: Sthefan Ko e Gustavo Diehl
Criação: André Pallú e Fábio Santoro
Atendimento: Valentina Ursini, Maira Bandeira e Mariana Caruso
Planejamento: Renata d’Avila, Luciana Mussato, Maria Fernanda Haddad e Murilo Chagas
Mídia: Luiz Ritton, Eduardo Shinohara, Suellen Kiss, André Magalhães, Amanda Moura, Caroline Romano e Fabian Mattua
Art buyer: Ale Sarilho, Sabino e Caio Lobo
Produção gráfica: Marcos Pedra e Alessandro Coelho
RTV: Luzia Oliveira e Angela Felicio
Produtora de filme: Dinamo
Produtora de Som: Punch Audio
Diretor de cena: Pimenta Marcell
Fotografia: Sergio Bronze
Cliente: Rodrigo França e Tatiana Godoi

Redação Adnews – 08/04/2016

http://www.adnews.com.br/publicidade/cafe-pele-reproduz-capa-do-estadao-em-embalagens-de-cafe

Decreto regulamenta publicidade de alimentos infantis

O governo vetou a publicidade de alimentos infantis que seriam prejudiciais à amamentação, como papinhas, leites artificiais e até mamadeiras. A ideia é regular a alimentação das crianças de até 3 anos e evitar a interferência da publicidade nas campanhas de incentivo ao aleitamento materno.

De acordo com o Ministério da Saúde, os estabelecimentos terão o prazo de um ano, a partir da publicação do decreto, para se adequarem às novas medidas. As restrições à propaganda infantil também vêm sendo debatidas no Senado e são tema de projetos que se encontram em tramitação na Casa.

O Decreto 8.552/2015, que regulamenta a Lei 11.265/2006, foi assinado no dia 3 pela presidente Dilma Rousseff na 5ª edição da Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

A lei trata da comercialização de alimentos para mães e crianças durante o período da amamentação e proíbe que esses produtos, além de mamadeiras e chupetas, tenham propagandas veiculadas nos meios de comunicação.

A regulamentação também restringe descontos e exposições especiais desses alimentos e produtos em supermercados. Quanto à rotulagem, a regra proíbe que as embalagens contenham fotos, desenhos e textos que induzam ao uso. E obriga que elas tragam a idade correta indicada para o consumo.

Os rótulos deverão exibir um destaque sobre os riscos do preparo inadequado e instruções para o uso correto, inclusive com medidas de higiene a serem observadas e dosagem para diluição, quando necessário.

 

Manifesto

No caso de chupetas, mamadeiras e bicos, a nova legislação determina que sejam informados os prejuízos que o uso desses materiais pode causar ao aleitamento materno.

Também é proibida a atuação de representantes comerciais nas unidades de saúde, salvo para a comunicação de aspectos técnico-científicos dos produtos aos pediatras e nutricionistas.

Ao final da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, foi aprovado manifesto que vai ajudar o governo federal a organizar a defesa da alimentação saudável e a combater as doenças decorrentes da má alimentação.

O documento foi aprovado por mais de 2 mil pessoas que participaram do evento, entre delegados, convidados, representantes da sociedade civil e observadores internacionais.

O texto propõe ainda que instituições de ensino, pesquisa e extensão, organizações da sociedade civil e escolas públicas e privadas sejam parceiras nas iniciativas que tratam da segurança alimentar e nutricional.

Entre ações previstas, estão a orientação para a produção, a comercialização e o consumo de uma alimentação adequada e saudável. Também o controle e a fiscalização social das políticas públicas sobre o setor.

Paulo Sérgio Vasco – 17/11/2015

http://www12.senado.leg.br/cidadania/edicoes/537/decreto-regulamenta-publicidade-de-alimentos-infantis?utm_source=midias-sociais&utm_medium=midias-sociais&utm_campaign=midias-sociais

Nutella, Hershey’s, Ovomatine e Paçoquita brigam para chegar à mesa

Na última década, a melhoria do poder econômico do brasileiro o permitiu criar novos hábitos de consumo. Dentre eles estavam a aquisição de produtos antes tidos como supérfluos na cesta de compras, mas que passaram a estar cada vez mais presente na rotina e alimentação. Um desses exemplos é a Nutella, que já era vendido no país desde 1994, mas apenas em 2005 ganhou sua produção local. De olho no crescimento da italiana, outras marcas investiram nesse segmento utilizando sua força em outras categorias como porta de entrada. Dentre elas estão Ovomaltine, Hershey’s e Paçoquita – cada um com seu diferencial.

Ainda que a manteiga seja preferência nacional no café da manhã, pouco a pouco novos itens aparecem como substitutos. Segundo levantamento feito em São Paulo e no Rio pelo Ibope, em parceria com a PiniOn, o laticínio é o mais usado (46%), seguido de queijo (36%) e requeijão, cottage ecream cheese (34%). Por serem doces, as versões cremosas à base de chocolate são inseridas de maneiras criativas, como lanches e sobremesas – mas sem deixar de fazer parte da compra mensal.

Para conquistarem o cliente cada uma delas arma-se com suas expertises, ainda que a saída encontrada seja diferente da Nutella. “Enquanto a italiana nasceu com o propósito de ser um creme de avelã, as demais já existiam no mercado. A Hershey’s fabrica chocolates em barra, a Ovomaltine o malte e a Paçoquita o amendoim. A competição é mais pela escolha do consumidor do que de semelhanças, já que o brasileiro está gastando menos e não pode levar mais de uma opção”, afirma Eduardo França, Coordenador e Professor da ESPM Rio, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Diferenciais
Apesar de estarem na mesma gôndola e parecem ter a mesma finalidade, os diferenciais abordados as colocam em posições distintas a da Nutella. A Ovomaltine, por exemplo, mesmo tendo em sua composição creme de avelã, traz a textura e sabor do chocolate maltado que confere crocância ao produto. Já a Hershey’s não contém o fruto da aveleira e possui como característica o puro chocolate em barra na versão de consumo para pães ou recheio. A Paçoquita cremosa, fabricada pela Santa Helena, por sua vez, traz o doce que leva o nome do produto à base de amendoim.

A disputa por mercado, no entanto, não pode ser ignorada, principalmente considerando o crescimento da Ferrero no Brasil. “Se formos analisar apenas creme de avelã, a única apta a competir com a Nutella seria a Casino, marca que o grupo GPA administra no país. Na Europa ela é a concorrente direta da italiana. Por aqui ainda vejo uma hegemonia da marca e a Casino pouco explorada, o que permite que outras lutem entre si pelo posto de concorrente direta. A meu ver, a única que poderia diminuir essa fatia crescente da avelã seria a fabricante de doces de amendoim”, conta Eduardo.

O motivo pelo qual a marca da Santa Helena poderia se destacar é a proximidade com o público brasileiro, que já criou vínculos afetivos com a paçoca. “É tradição no país, um sabor reconhecido e que não tem concorrentes diretos por sabor. Ele não é tido como uma pasta de amendoim, como os americanos consomem, mas uma versão de um dos doces mais vendidos no Brasil”, afirma Luís Bertella, Diretor Comercial da Santa Helena, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Estratégias
Dentre as estratégias adotadas pela companhia estão as vendas para o setor gastronômico, como restaurantes. O produto é vendido em embalagens de 180g, 350g e 1,01kg e faz parte de parcerias com redes para lançamento de sobremesas exclusivas utilizando o doce. Além disso, a versão zero açúcar passou a fazer parte do portfólio para atender a demanda de clientes em busca de alimentação mais saudável ou diabéticos.

Os contornos das ações de Marketing, no entanto, não analisam concorrência. “Não nos preocupamos com a questão de espaço em gôndolas, porque há varejistas que nos colocam em espaços exclusivos de amendoins e não nos cremosos. Por termos um sabor único, nosso público é fiel. Há épocas do ano em que o Brasil todo busca o produto, mas existem regiões em que ele é consumido frequentemente. Por isso estimulamos iniciativas digitais que mostrem receitas”, conta Luís Bertella.

Quem também adotou a estratégia de incentivar novos usos para o produto foi a Ovomaltine. Nas redes sociais, a fabricante explora o uso do creme em diversos pratos e incentiva usuários a postarem as suas. Diferente da Nutella e Paçoquita que possuem diferentes tamanhos de embalagem, o creme crocante maltado é vendido apenas em pote de vidro no tamanho de 350g.

Novas apostas
Já a Hershey’s entrou na categoria como uma nova forma de explorar seus produtos mais vendidos. Além da versão cremosa de chocolate ao leite, a empresa criou uma versão pocket para ser consumida a qualquer momento do dia e em qualquer lugar: o Hershey’s Creamy, com sabor cookies’n’creme – a novidade vem com biscoitos para serem misturados à textura. O lançamento já vem fazendo sucesso e pode ganhar porção maior, assim como é feita com a opção tradicional.

Com isso, a companhia americana espera se distanciar da visão de semelhança à Ferrero. “Oferecemos algo único, que são as versões em barra dentro de um pote. Pensamos também em entrar no setor de Food Service no futuro. Agora nossa meta é desenvolver a comunicação do Creamy e explorá-lo na rotina do consumidor. Sabemos que há um mercado consolidado de cremes na mesa do café da manhã, mas também focamos em receitas e lanches. Já começamos parcerias com restaurantes também para divulgar nosso produto. Ao experimentar as pessoas verão que é algo totalmente diferente do que elas já provaram antes”, conta Marcel Sacco, Diretor da Hershey do Brasil.

Diante do crescimento do consumo no Brasil e do avanço de novas marcas na categoria, o mercado nacional torna-se prioridade na estratégia global da Ferrero, fabricante da Nutella. O crescimento nas vendas é fruto do aumento da distribuição, da presença da embalagem formato família e econômico e das ações de Marketing realizadas pela empresa. Assim como as demais, a empresa também aposta na categoria de Food Service, principalmente para aumentar seu faturamento nacional, que pode ser diminuído com a chegada das outras marcas.

A novidade é a embalagem de 650g, ideal para o mercado culinário. Com essa participação a italiana pretende inserir-se no mercado de gastronomia, ainda pouco explorado pelo produto. A fabricante também vislumbra mais ativações na área de serviços, com nossos quiosques em pontos estratégicos, como no Eataly e Shopping Morumbi, ambos em São Paulo.

Por Priscilla Oliveira | 19/10/2015

http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/marca/34759/nutella-hershey’s-ovomatine-e-pacoquita-brigam-para-chegar-a-mesa.html

Garrafa da Pepsi muda pela primeira vez em 17 anos

São Paulo – A Pepsi está remodelando suas garrafas depois de mantê-las há 17 anos com o mesmo design. A partir de abril, as embalagens ganham um contorno que facilita o manuseio. O novo visual, mais jovem, faz parte da campanha “Live for now” e por enquanto está restrito aos produtos vendidos nos Estados Unidos.

“Essas garrafas são a maneira mais visível de nossos consumidores se conectarem com a nossa marca e nós queremos essa conexão para refletir nosso posicionamento”, comentou um porta-voz da Pepsi. “Consultores têm discutido a importância da inovação na embalagem para ajudar o valor da marca as vendas e esperamos fazer isso com a nossa nova garrafa”. O novo formato estará disponível nos tamanhos 470 ml e 590 ml.

http://exame.abril.com.br/marketing/galerias/embalagens/garrafa-da-pepsi-muda-pela-primeira-vez-em-17-anos?utm_source=newsletter&utm_medium=e-mail&utm_campaign=news-marketing.html