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Jogador “desenha” Nike em penteado e irrita patrocinador do seu clube

 

09 de Março de 2017 09h – Atualizado às 09:15

Auba
(Reprodução: Record/Portugal)

Pierre-Emerick Aubameyang é um jogador em ascensão no futebol europeu. Mas da mesma maneira que deixa adversários de cabelo em pé com sua habilidade, também incomodou no último sábado (4) o seu próprio clube, o Borussia Dortmund. A razão? Uma ação de ambush marketing ou em bom português, de marketing de emboscada.

O clube alemão é patrocinado pela Puma, mas o atacante entrou em campo na vitória contra o Bayer Leverkusen pela liga nacional com um símbolo da Nike, sua patrocinadora, desenhado em vermelho sobre seu penteado.

O pior ainda é que não foi um jogo qualquer. O Dortmund conseguiu uma goleada histórica sobre o tradicional rival, um sonoro 6 a 2, o que gerou muita mídia espontânea e atraiu os holofotes para o jogo e para a mancada do atleta.

Michel Zorc, diretor-esportivo do clube alemão, afirmou com todas as letras, em entrevista para a “Sky Sports”, que está incomodado e pretende “estudar seriamente a situação”.

http://adnews.com.br/midia/jogador-desenha-nike-em-penteado-e-irrita-patrocinador-do-seu-clube.html

5 casos clássicos do marketing de emboscada

22 de Abril de 2014  

Com o Brasil às vésperas de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016), você certamente tem ouvido falar cada vez mais no termo marketing de emboscada. Nele, seja por intrusão ou associação, empresas que não são patrocinadoras de um evento tentam aproveitar o momento midiático para promover suas marcas.

Na semana passada, o caso de Neymar e o seu insistente ato de levantar a camisa e deixar a sua cueca à mostra, no jogo entre Barcelona e Atlético de Madrid, foi mais comentado e discutido que a sua atuação em campo. A Lupo, patrocinadora oficial do jogador, negou que a tal exposição tenha sido planejada.

Monitorar essas ações e proteger os seus patrocinadores é uma das maiores preocupações da FIFA no próximo mundial, por exemplo. De acordo com a Lei Geral da Copa (Lei Federal nº 12.663, de 5 de junho de 2012), a prática é considerada crime. A entidade tem sofrido bastante para controlar essas atividades paralelas em seus últimos eventos.

Entretanto, se engana quem acredita que apenas os grandes eventos esportivos são passiveis da prática do tal marketing de emboscada ou Ambush Marketing, como a ação é conhecida mundialmente.

Confira abaixo alguns outros casos clássicos:

Cerveja Proibida no Pânico

Duas garotas tchecas se apaixonaram pelo Brasil, suas festas, gastronomia, cultura e diversão. Para compartilhar a nova paixão e o sonho de consumo de férias regadas a muita mordomia e festas, elas criaram o blog We Luv Brazil. O Pânico gostou da história e contratou as garotas. Acontece que tudo não passava de uma estratégia de mídia. A ideia da Companhia Brasileira de Bebidas Premium – CBBP – era divulgar a chegada da cerveja Proibida ao País. A coisa ficou ainda pior porque a Skol era uma das patrocinadoras do humorístico.

LG na Copa do Mundo de 2006

A LG, que não era um dos patrocinadores oficiais da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, deu um jeito de fazer com que a sua marca impactasse o público. A empresa colocou inúmeros ônibus envelopados com a marca para rodar nos locais próximos aos estádios das cidades-sedes, durante a competição. A ação inusitada ganhou muita mídia espontânea e foi repercutida internacionalmente.

Tufão: da Globo para a Vivo

Sucesso absoluto na novela Avenida Brasil, da Rede Globo, Murilo Benício gravou um webfilm para a operadora Vivo. A ação ressaltava a importância de se conectar todo dia e toda hora para não ser o último a saber das coisas, como o personagem “Tufão”, que era traído por sua esposa. A própria emissora considerou a ação como marketing de emboscada e fez com que o anúncio fosse retirado do ar, já que não autoriza que as marcas façam campanhas com seus personagens durante o período de exibição das novelas.

As belas holandesas da Bavaria

Na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, a cervejaria holandesa Bavaria posicionou no meio da torcida lindas modelos com curtos vestidos na cor laranja. A ação aconteceu no jogo entre Dinamarca e Holanda. Os “uniformes” eram brindes dados pela empresa no seu país de origem. As beldades contratadas acabaram presas, mesmo sem o vestido conter nenhuma menção à marca da cerveja.

A Brahma e a emboscada na Copa de 94

Na época, a Brahma criou uma milionária campanha que tinha como objetivo destacar a liderança da marca no mercado de cervejas e ressaltar o slogan de “cerveja número um”. Além de criar a “Torcida Número Um” para agitar as arquibancadas nos Estados Unidos, a empresa tinha como garoto-propaganda Romário, o craque da Copa, que aparecia coincidentemente comemorando os gols e depois o título adivinha como? Sinalizando o número um com as mãos.

Redação Adnews

http://adnews.com.br/publicidade/5-casos-classicos-do-marketing-de-emboscada.html

Por que a cueca de Neymar preocupa a FIFA

Jogador levou patrocinadora para o campo na Liga dos Campeões e acendeu a discussão do marketing de emboscada

REUTERS/Stringer

Neymar no jogo do Barcelona contra o no dia 9 de abril de 2014

Neymar com a cueca da Lupo durante jogo do Barcelona contra o Atlético de Madrid: alusão a marcas dentro de campo é proibida

 

São Paulo – Durante a partida que culminou na derrota do Barcelona pelo Atlético de Madrid, pela Liga dos Campões na quarta passada, Neymar movimentou-se em campo como sempre e tentou reverter o placar para o seu time.

Entre as andanças do jogador, no entanto, um movimento repetido chamou atenção: quando ele, de camisa levantada, mostrava um pedaço da sua cueca com a marca Lupo, patrocinadora do atleta. Segundo levantamento do jornal Folha de S. Paulo publicado em reportagem na edição desta quarta-feira, a marca apareceu ao menos cinco vezes na partida.

Quando protagonizado por um dos jogadores mais caros do mundo, nenhum movimento passa isento. A iniciativa tornou-se alvo de desconfiança e acendeu a discussão do marketing de emboscada, uma vez que a organizadora UEFA proíbe a propaganda em campo.

A mesma ação também é irregular segundo as regras da FIFA, que proíbe ações de marketing não-autorizadas nos jogos e nas proximidades dos estádios. Seria o caso da Lupo, que é patrocinadora individual do jogador, e não da Copa de 2014.

À EXAME.com, a Lupo negou que a iniciativa tenha sido uma estratégia de marketing.

A empresa defende que nada foi premeditado e que toda a história pegou a Lupo “de surpresa”. Segundo informou a marca, é comum que Neymar, enquanto garoto-propaganda, receba cuecas e produtos da fabricante de presente para uso pessoal.

A assessoria de imprensa de Neymar também negou à reportagem que as aparições da marca da cueca durante os jogos sejam uma estratégia de marketing.

A repercussão, no entanto, deve ligar o alerta da Fifa para impedir que empresas que não são patrocinadoras façam publicidade aproveitando a Copa do Mundo.

De acordo com o regulamento da Copa, é proibido o uso de camisetas ou adereços com alusão à empresas ou produtos durante as partidas.

Segundo o Departamento de Imprensa da FIFA, o assunto foi tratado no Workshop das Seleções recentemente, e “a FIFA lembrou todas as equipes participantes sobre estes regulamentos, incluindo a proibição do marketing de emboscada”.

Essa não seria, nem de longe, a primeira vez que essa regra é burlada em competições. Durante a Eurocopa, em 2012, ficou famoso o caso do atleta dinamarquês Nicklas Bendtner, que foi punido pela UEFA por ter comemorado um gol contra Portugal exibindo uma cueca com propaganda do site de apostas Paddy Power.

Na época, a multa foi de 80 mil libras – valor 64 mil libras maior do que o pago pelo time do Porto após insultos racistas feitos pela torcida do clube ao jogador Mario Balotelli, da Itália.

Garoto-propaganda

Há um mês, o atacante foi estrela do lançamento da campanha Cueca da Sorte da Lupo, com peças de roupa decoradas por trevos e ferraduras.  A marca lançou uma coleção com as cores da bandeira brasileira e o número 10, de Neymar, na parte de trás da cintura. O jogador tem contrato com a Lupo desde agosto de 2011.

Patrocínio | 16/04/2014 15:17

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/por-que-a-cueca-de-neymar-preocupa-a-fifa

Fifa promete controlar marketing nos arredores de arenas

Rio – A Fifa contará com pelo menos 450 pessoas, entre voluntários, agentes públicos e funcionários da própria entidade, para coibir o chamado “marketing de emboscada” nas 12 sedes da Copa do Mundo.

Os números foram apresentados na manhã desta terça-feira, em evento na Câmara de Comércio Americana do Rio (Amcham-Rio).

Cada um dos doze estádios contará com uma sala de reuniões para discutir ações relacionadas a ações de marketing não autorizadas no entorno das arenas nos dias de jogos.

Vinte funcionários da Fifa serão distribuídos entre as 12 sedes, e contarão com a ajuda de mais de 300 agentes públicos e 120 voluntários.

Além de todas as pessoas que trabalharão nos estádios nos dias de jogos, a Fifa contará com o apoio jurídico de 15 escritórios de advocacia contratados pelo País.

O marketing de emboscada consiste em ações promovidas por empresas que não são patrocinadoras oficiais da Fifa, mas que tentam fazer publicidade aproveitando a Copa do Mundo.

Nos dias de jogos, isso inclui distribuição de panfletos e brindes e até uso de camisetas ou adereços que remetam a empresas ou produtos.

A Fifa também está atenta a ações que já vem sendo realizadas no período que antecede ao Mundial. Entre 2007 e 2010, durante o ciclo para a Copa do Mundo de 2010, a entidade registrou 3.223 casos de marketing de emboscada, sendo 700 deles somente na África do Sul.

Para o Mundial do Brasil, pelo menos 400 casos foram notificados pela Fifa até o ano passado, mas o número deve disparar até o início da Copa, em junho.

Marcio Dolzan, do   – Futebol | 15/04/2014 13:54

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/fifa-promete-controlar-marketing-nos-arredores-de-arenas-2?utm_source=newsletter&utm_medium=e-mail&utm_campaign=news-marketing.html

Uefa evita “marketing de emboscada” após polêmica com jogador na Eurocopa

Redação Portal IMPRENSA | 22/06/2012 13:00
A União das Federações Europeias de Futebol (Uefa, em inglês) notificou comentaristas da rede Mediaset, envolvida na cobertura dos jogos da Eurocopa 2012, a deixarem de usar camisetas com a marca Puma, em razão de a Adidas ser o patrocinador oficial dos jogos.
Segundo o portal Terra, após o pedido a mudança foi feita rapidamente – na cobertura de uma das partidas, o jornalista Manu Carreño trocou a camiseta com o logotipo da Puma por outra com os dizeres “Eurocopa 2012”.
A notificação ocorreu após a polêmica envolvendo o jogador dinamarques Nicklas Bendtner, quando o atleta comemorou um gol contra Portugal, na Eurocopa, mostrando uma propaganda do site de apostas Paddy Power estampada na sua cueca. Bendtner foi multado em 100 mil euros.
Não é a primeira vez em que, por meio de propaganda discreta – que passou a ser conhecida como “marketing de emboscada” – uma marca que não é patrocinadora oficial tenta aparecer em eventos. O tipo de ação já ocorreu em casos com a Fifa e o Comitê Olímpico Internacional.

Marketing viral e de emboscada são ferramentas da Guerrilha

Conheça as características destas ferramentas e como utilizá-las nesta entrevista com Gustavo Fortes, Diretor de Planejamento da Agência Espalhe

Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 29/06/2007

Para provar que o Marketing de Guerrilha tem crescido no Brasil, o Diretor de Planejamento da Agência Espalhe, especializada neste segmento, Gustavo Fortes explica a essência deste meio que tem como lema não comprar mídia. O marketing de guerrilha é baseado literalmente no boca-a-boca gerado por pessoas após um evento, feiras ou grandes concentrações de pessoas.

O marketing viral, assim como o marketing de emboscada, são as mais utilizadas pelas empresas e alimenta cada vez mais a criatividade dos seus criadores. Nesta entrevista ao Mundo do Marketing, Fortes fala das ferramentas que utiliza para elaborar campanhas para marcas famosas ou novas.

Gustavo Fortes ressalta ainda a diferença entre o marketing de guerrilha e ações de pirataria, explicando que grandes empresas não perdem tempo e nem dinheiro com campanhas que possam gerar problemas judiciais ou arranhar a imagem construída de uma marca forte.

Estamos chegando perto dos jogos Pan-Americanos. As marcas que não são patrocinadoras do evento podem fazer marketing de guerrilha para aproveitar a repercussão do evento?
Sim. Isso pode ser feito através do marketing de emboscada. As empresas aproveitam grandes eventos e mobilizações, de forma absolutamente legal, para promover a sua imagem. É diferente de pirataria, que seria usar a marca do PAN 2007, por exemplo, em camisas sem ter o direito de fazer isso. Em Copa do Mundo, Olimpíadas, isto também acontece bastante. O marketing de guerrilha não compra mídia. Usamos o boca-a-boca. É muito importante pegar carona no assunto que as pessoas já estão falando. O PAN é um evento muito grande, importante para o Brasil, para o Rio de Janeiro e muitas marcas estão falando disso.

As marcas devem aproveitar de forma inteligente. Nas copas do mundo, a patrocinadora oficial sempre foi a Adidas. Depois de pesquisa global feita no mundial de 2006, as pessoas achavam que a patrocinadora oficial do evento era a Nike. Na copa de 1998, em Paris, você só via ações da Nike acontecendo em vários lugares. Ações inteligentes, legalizadas pela prefeitura, ações que fazem o público pensar que a Nike realmente é a patrocinadora da copa. Os patrocinadores oficiais, em minha opinião, desembolsam uma grana preta (US$ 45 milhões) e pensam: Pronto! Já estou patrocinando, tudo bem enquanto que a Nike faz essas ações, aparece muito mais, está mais próxima do cliente e as pessoas ficam com a percepção de que ela é a patrocinadora. Isto se chama marketing de emboscada.

O que você não recomenda para estas empresas que pensam em fazer o marketing de guerrilha?
O maior erro é a pirataria. Utilizar uma marca sem autorização legal, como o exemplo do PAN 2007. Não acho necessário fazer isso. Normalmente acontece com pequenos comércios, porque a pirataria as grandes empresas não fazem. Hoje, o espírito das conversas em qualquer esquina já está em torno de esportes e se você se associa a isso de alguma forma inteligente a sua marca vai ser lembrada.

Qualquer empresa pode fazer marketing de guerrilha? Qual deve ser o foco para seguir este caminho?
Quando se pensa em guerrilha, logo vem a imagem do Vietnã na cabeça das pessoas. Pensando em Vietnã, remete aos EUA. Daí vem à idéia de que eles tiveram que potencializar os poucos recursos que tinham, comparados com os EUA, e tiveram que encarar eles de frente. Assim, o marketing de guerrilha é feito mais por pequenas empresas. É feito pela lanchonete da esquina para brigar com a grande cadeia de fast-food, por motivos de sobrevivência. As empresas pequenas devem, sim, fazer o marketing de guerrilha por não ter muito dinheiro para gastar com a mídia, fazer grandes eventos, eles devem pensar de forma criativa. Por outro lado deve ser feito também por grandes empresas.

Existem muitas marcas brigando por atenção. As pessoas não estão mais olhando para os outdoors como antes. Por isso que a Nike faz marketing de guerrilha e de emboscada em eventos esportivos. Uma das marcas mais guerrilheiras que tem é o Google. Ela é uma das mais admiradas e importantes marcas do mundo segundo pesquisas e isso, sem fazer um anúncio. Eu nunca vi um anúncio do Google no jornal. Esta marca cresceu através do boca-a-boca. Tanto a empresa pequena deve fazer marketing de guerrilha para sobreviver, quanto a grande deve fazer para se destacar e ter atitude.

Uma empresa que está fazendo marketing de guerrilha inteligente, com atitude, é vista com mais importância do que aquela que só assinou um cheque e está aparecendo na placa de publicidade do campo de futebol. As empresas patrocinadoras deveriam se preocupar em fazer antes um marketing de guerrilha na rua, na internet, para chamar a atenção das pessoas.

Quais são as características do marketing de emboscada?
O marketing de emboscada se aproveita de grandes concentrações de pessoas, eventos e feiras. Uma determinada empresa queria participar de uma feira, mas não possuía verba necessária para estar em um dos stands. Nós negociamos com as pessoas no ponto de táxi, que ficava fora do pavilhão da feira e, assim, patrocinamos todos os carros, colocando o material da empresa dentro dos taxis, como capa de banco e uma leitura para os passageiros, direcionando para um site. Isto é um marketing de emboscada. É pensar em soluções com mais criatividade, relevância e atingir o público-alvo. Chamar a atenção para sua marca de forma diferente.

A guerrilha é a melhor forma de gerar o boca a boca? Quais outros meios podem ser utilizados?
Uma forma boa de gerar o boca-a-boca é pegar modelos famosas, caras, de preferência uma das Tops e colocar ela nua num outdoor ou numa capa de jornal, todo mundo vai ver, vai falar. Neste caso a empresa está pagando mídia e o cachê da modelo. E aí entra a questão, o quanto isso é relevante para sua marca realmente? Lembro que antigamente os comerciais da Hollywood, que passava no domingo, no intervalo do Fantástico, eram comentados por todos na escola na segunda-feira. Lembro porque mostrava esportes novos, desconhecidos do público. Isto acontece cada vez menos hoje em dia porque existe muita informação e as pessoas não comentam. Então, o que as marcas querem? Elas querem que as pessoas comentem e que falem dela.

Além da propaganda, que funciona, temos que fazer as pessoas falarem. Tem que estar em blogs e redes sociais. Isto é o marketing de guerrilha. O ideal é já estar na estratégia antes de lançar o produto, o que nem sempre é possível. Sem isto a marca fará outra campanha e estará jogando dinheiro fora. Tem que pensar em campanhas que farão as pessoas falarem. As marcas querem estender o seu nome além dos 30 segundos do comercial. A maioria delas já está pensando nisso. O foco é gerar interesse da mídia. Isto é estratégia de guerrilha, criatividade de guerrilha. […]

http://www.mundodomarketing.com.br/7,1459,marketing-viral-e-de-emboscada-sao-ferramentas-da-guerrilha.htm