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5 ações de Stranger Things que põem a lógica publicitária de cabeça pra baixo

Upside

Nem bem chegou e a série Stranger Things já era alvo de ações ao redor do mundo. A ansiedade dos saudosos era tanta que antes da estreia ser anunciada um bar temático sobre o mundo inverso foi criado no Estados Unidos, a Chiquinha serviu de garota-propaganda para a ativação nacional, o SBT preparou um programa especial sobre a produção e até uma casa de três andares apareceu no coração de São Paulo para matar a saudade dos fãs.

Para ver um pouco da estratégia do Netflix para lançar mundialmente o show confira abaixo 5 ações que invertem a lógica publicitária:

Stranger Things inspira e dá origem a bar nos EUA

O bar tem sua entrada na floresta Mirkwood, onde o Laboratório Nacional Hawkins está realizando experimentos secretos. Ao puxar para trás uma folha você se encontra na sala de estar de Byers, com luzes de Natal piscando na parede.

https://www.instagram.com/p/BYBgUdTBQy5/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A0%2C%22os%22%3A7248.0408097368%7D 

Bagulhos Sinistros

Era mais um dia comum na internet… até que María Antonieta de las Nieves, mais conhecida como a Chiquinha, aparece na fanpage oficial da plataforma para lembrar os usuários do Facebook que a aventureira turma de Hawkins iria voltar. Dias depois, o SBT veio a público anunciar a veiculação de um especial da série apresentado pela própria emissora neste sábado (28).

Spotify cria experiência imersiva

A intervenção permite levar os fãs direto para Indiana sem precisar sair de onde de fato eles estão. Funciona assim: Quem acessar a versão web e o aplicativo para computador do Spotify será levado a uma ambientação particular (mais escura, com teias de aranhas, “rachaduras” na tela do seu smartphone e vegetação medonha). Além disso, com base nos hábitos de escuta e preferências na plataforma musical, é possível ter uma experiência interativa capaz de descobrir qual personagem de Stranger Things o ouvinte é.

Site gringo fica de ponta de cabeça

Para comunicar a nova temporada nem os portais de notícias escaparam de ações. Famoso por divulgar fatos importantes para a criatividade e tecnologia, o Mashable é um dos maiores veículos do ramo. Com uma linha editorial e um layout famoso, o site ficou de ponta cabeça para anunciar a chegada dos adolescentes do interior dos Estados Unidos. Clique aqui para ver como a página inicial se transforma.

Stranger House

Para fechar com chave de ouro e abrir às portas da percepção para o show inspirado em clássicos pop como Goonies, Caça-fantasmas e ET, uma casa de três andares inspirada no universo de Stranger “surgiu” na Rua Oscar Freire, em São Paulo. A experiência gratuita pensada pela agência TM1 possibilita que os aficionados pela série mergulhem no mundo invertido da produção em visitas diárias de 45 minutos nesta sexta-feira (27). Com os agendamentos esgotados, a Netflix avisa que é possível a entrada caso tenha disponibilidade – e paciência para aguarda a fila (clique aqui para mais informações)


Foto da visita de Analu Tortella, responsável pelo Terror de Quinta, e Felipe Junqueira, seu namorado

http://adnews.com.br/publicidade/5-acoes-de-stranger-things-que-poem-logica-publicitaria-de-cabeca-pra-baixo.html

Aprenda lições de marketing com Stranger Things

stranger

Não, este artigo não contém spoilers sobre a série.

Há alguns anos nós possuíamos as locadoras de fitas, lembra delas? Era genial, nós alugávamos e víamos o filme em casa, eu adorava. Me lembro de ir quando criança e ficar um tempão lendo os títulos dos filmes (exatamente como faço hoje quando abro a Netflix). Depois de uns 2, 3 ou 4 dias eu retornava na locadora e devolvia o filme alugado. O prazo geralmente tinha relação com o tempo de lançamento e procura pelo filme. Se a gente esquecesse? Pagava uma multa de acordo com os dias que ficou a mais.

Até que chegaram os DVD’s. Mais leves, práticos e uma revolução. Nem todo mundo possuía o aparelho para assistir, mas logo passou a se popularizar. As locadoras passaram a ter DVD’s e o esquema de multa seguia me perseguindo (malditos prazos).

E então, depois de internet, downloads, chegamos até a era streaming. Que momento! Acabaram as multas. Oba, mas não foi só isso o que mudou.

Tudo passou a ser muito mais rápido e prático, tudo o que um dia pensamos das fitas de vídeo.

Os filmes passaram a tomar conta da vida de muitas pessoas (inclusive da minha) e as séries também. O vício e a vontade de finalizar uma temporada antes de receber um spoiler, atinge milhares de pessoas que fazem suas maratonas e viram noites em busca de um desfecho que nem sempre está presente na temporada lançada. Vivemos um momento em que tudo o que faz parte da vida das pessoas, acaba se tornando uma ótima oportunidade para alguma ação de marketing (se não se tornou, poderia ter sido). Seja um filme, uma peça de teatro, um artista específico que esteja em alta e com as séries também não é diferente. As estratégias criativas começaram a usar esse amor (olha o sentimento envolvido) pelo serviço streaming para criar ações temáticas, gerando nos usuários uma identificação ainda maior com o enredo.

Stranger Things nos mostrou através de diversas ações de marketing, que é possível ser muito mais que uma série.

Não conhece a série? Está tudo bem.

Dia 15 de julho de 2016 foi lançada na Netflix a primeira temporada de Stranger Things, com um enredo de ficção científica e terror (não tão terror, né?). A série foi grande sucesso e teve muita repercussão por trazer a atmosfera dos anos 80 e gerar grande representatividade sobre a infância da galera que viveu este momento. Resumindo: muita gente amou e ficou na expectativa pela segunda temporada.

Enfim, chegou este momento e os episódios foram lançados, mas não estou aqui para falar sobre eles. Estou aqui para falar sobre como um produto audiovisual conseguiu ser destrinchado e se tornar tantas ações de marketing em diversas empresas, mas principalmente na própria Netflix.

Vamos aprender a utilizar o timing e a assertividade nas ações de marketing?

1# Netflix e SBT

Foi uma ação da própria Netflix, mas deixou todo mundo surpreso. Como assim na televisão? No SBT? A Netflix comprou 1h30min da programação do canal para exibir o primeiro episódio da primeira temporada no dia 28/10 (sábado). Uma ação perfeita para levar a quem ainda não possui Netflix (sim, essas pessoas existem) e que passam suas madrugadas assistindo os canais abertos. Além disso, a marca mostra uma disrupção da ideia online X offline. Afinal, já vivemos em tempos nos quais está tudo junto e misturado, né? A chamada ficou sensacional, assista:

2# Bagulhos sinistros

Antes de rolar a ação do SBT, a Netflix lançou no próprio canal do Youtube um vídeo com a atriz María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha. Tudo a ver com a ação do SBT, o vídeo levanta o mistério de Eleven não ser a única com poderes. Será?

3# Spotify sempre maravilhoso

Spotify é o tipo de empresa que não perde o timing para uma ação com seus usuários. Dessa vez, não foi diferente. Funcionava da seguinte forma: o usuário acessava através do aplicativo ou da versão web e ao entrar, encontraria uma versão mais escura, que remete ao clima da série, com teias de aranha, um ambiente bem propício para ser o mundo invertido. Alí, o usuário encontraria uma playlist com base nos hábitos adotados dentro da plataforma. Gerando uma experiência interativa, na qual você descobre quais dos personagens da série você é.

4# Mashable invertido

Como o assunto do momento era a nova temporada da série, o site Mashable (referência quando se trata de criatividade e tecnologia) entrou na onda. O site ficou de cabeça pra baixo, literalmente.

5# Casa Stranger Things

Quem passou por São Paulo entre os dias 27, 28 e 29/10 teve a chance de conhecer a Stranger House. Uma iniciativa da Netflix para levar aos fãs a chance de vivenciar e conhecer por dentro uma casa com a temática da série. Dá uma conferida na proposta, no link aqui:

#6 Bar temático

Nos EUA, a série inspirou um bar a levar a temática para a vida real e atrair mais pessoas dispostas a beber até encontrar o mundo invertido.

Mas afinal, o que podemos aprender com as ações desenvolvidas?

A Netflix poderia simplesmente lançar a segunda temporada. Sem ações. Sem gastos a mais. Seria sucesso? Sim, com certeza, mas ela optou por proporcionar experiências aos usuários do serviço. Os fãs da série puderam viver experiências diferentes e se divertirem enquanto permaneciam na expectativa pelos episódios.

As marcas podem explorar os seus serviços de uma maneira muito mais interativa com o usuário. Vender o serviço é apenas a consequência. Fazer parte da vida das pessoas já é uma realidade, o que nos falta é perceber e encontrar soluções criativas para fazer com que isso aconteça. Sem parecer o cara chatão e sim, um amigo que oferece uma oportunidade legal.

O que é marketing de experiência e por que devemos utilizá-lo?

Se formos parar para pensar, o que são experiências? São momentos que nos geram sensações. Por exemplo: esportes são ótimos exemplos quando desejamos ter essa noção. No esporte, nós trabalhamos diversos sentimentos: medo, vontade, adrenalina, expectativa.

Sendo assim, o marketing de experiência é uma maneira de utilizar a emoção dos clientes, gerar sentimentos nos usuários, para conquistar, engajar e fidelizar pessoas.

A ideia é que a experiência de compra seja totalmente camuflada pelas sensações geradas na experiência e que de alguma forma, a pessoa não perceba ou não tão claramente que isso se trata de uma publicidade e sim, uma experiência marcante na vida dela.

Quais são as formas de perceber as experiências? Você pode identificar o marketing de experiência através dos sentidos, sentimentos, pensamento, ação e identificação. Utilizá-lo é uma ótima maneira de criar um relacionamento com o seu público, através dessas sensações e gerar uma vontade de consumir algo que te gera uma emoção. É consumir ao sentir. A verdade é que jamais conseguiremos fidelizar clientes se não proporcionarmos uma experiência positiva, seja ela qual for. Não estou falando necessariamente de comprar uma hora na tv aberta, mas de algo que gere um impacto em quem você deseja fidelizar.

A vida das pessoas está corrida demais, passamos 98% do tempo (de acordo com as estatísticas da minha vida, não é um dado real) olhando para a tela de um computador ou de um smartphone. Quando temos a chance de vivenciar uma experiência diferente, é o momento que nos tira do habitual. Vamos fazer isso pelas pessoas?

Pense em maneiras de levar sensações e sentimentos diferentes ao seu público. Faça com que a sua marca seja lembrada por ele, por conta de uma emoção gerada. Pode ser através de um vídeo, de uma imagem. A emoção pode estar a um clique do usuário. Faça com que o planejamento também pense no emocional dessas pessoas, porque essa vivência sem dúvidas será muito valiosa. A venda do produto é consequência disso.

http://adnews.com.br/adarticles/aprenda-licoes-de-marketing-com-stranger-things.html

Blowtex traz “Câmera do Beijo” ao Allianz Parque

11 de Julho de 2017  

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Famosa nos Estados Unidos, a “Câmera do Beijo” é uma ação onde no meio dos jogos as lentes televisivas focalizam um casal e os convida a se beijarem. No Brasil ela ainda não é tão tradicional, mas a Blowtex pretende aumentar a popularização da brincadeira a partir desta quarta-feira (12) no Allianz Parque, casa do Palmeiras, direto do clássico contra o Corinthians.

Na ativação trazida pela Estádio TV, empresa do grupo Globo dedicada à criação de conteúdos exclusivos para as arenas que fazem parte da sua rede, e negociada com a agência de marketing esportivo Wolff Sports, a empresa de preservativos patrocinará 120 segundos de casais se beijando a cada partida na casa palestrina.

Com a iniciativa, além da marca comunicar sua assinatura “Atitude é sexy”, a distração nas partidas pretende dar maior visibilidade às ativações em estádios e mostrar o tanto de amor que existe nas arquibancadas.

“É com muita satisfação que apresentamos mais esse contrato em nosso portfólio de cases da Wolff Sports”, afirma Fabio Wolff, sócio-diretor da agência de marketing esportivo. Ele conta que a marca poderá escolher em quais jogos vai realizar a ação, mas, inicialmente, o contrato envolve seis partidas até novembro, apenas de torneios nacionais. “Depois desse período, a marca terá prioridade para ampliar o período do contrato para outros jogos nessa arena”, completa Wolff.

http://adnews.com.br/publicidade/blowtex-traz-camara-do-beijo-aos-estadios-do-pais.html

Hortifruti recupera ação com filmes e cria a Hortiflix

O Hortifruti coloca no ar em março uma nova ação que recupera a campanha “Hollywood” executada em 2008. A rede de hortifrutigranjeiros recuperou as peças que fizeram sucesso e que remetiam grandes filmes do cinema internacional para compor o “Hortiflix”. A brincadeira conta com um hotsite, que está no ar desde o último dia 18, que simula uma plataforma de estreaming de vídeo com todos os cartazes dos clássicos estrelados por frutas, verduras e legumes. O ambiente terá também um espaço para o público interagir e sugerir novas peças bem-humoradas. As sugestões escolhidas serão transformadas em layouts.

A nova versão da campanha vai usar sucessos recentes do cinema em suas peças. Na estreia, em março, dois milhos estão caracterizados como “Os Millions”. O mote da campanha, desenvolvida pela MP Publicidade, é “Aqui a Natureza é Estrela”. O plano de mídia contempla mídia externa, pontos de venda, anúncios em cinemas, redes sociais e blogs patrocinados.

Hortifruti, Cinema, filme, Hortiflix

Por Roberta Moraes | 23/02/2016

http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/35617/hortifruti-recupera-acao-com-filmes-e-cria-a-hortiflix.html

40,5 milhões de usuários brasileiros são impactados por ações no Twitter

No cenário de expansão das ações de marcas no segmento digital no Brasil, o Twitter teve um crescimento da receita de 139% no terceiro trimestre – dados mais recentes divulgados pela empresa – em comparação com o resultado do mesmo período de 2014. A companhia declarou que espera manter uma taxa de expansão na casa de três dígitos em 2016.

Segundo o Twitter, a estratégia de crescimento está baseada em três pilares principais: vídeos digitais, integrações com programas de TV e parcerias comerciais com empresas aproveitando grandes eventos do ano que vem, principalmente as Olimpíadas.

Uma pesquisa da eMarketer de março deste ano confirma a tendência, do mobile mostrando um aumento médio anual de 114% da participação da visualização dos vídeos digitais em dispositivos móveis (celulares e tablets) no mundo entre o início de 2012 e o fim de 2014.

“O Twitter tem uma vantagem natural nesse contexto, uma vez que é uma plataforma de acesso basicamente mobile”, diz Guilherme Ribenboim, vice-presidente do Twitter para a América Latina. “Conseguimos garantir aos anunciantes acesso ao consumidor, via dispositivos móveis, ao longo de todo o seu dia, inclusive no deslocamento de táxi ou ônibus, por exemplo, e não apenas enquanto ele está em casa ou no trabalho, conectado a um computador”, acrescenta.

Considerando todo o ecossistema no Brasil – a plataforma em si e os aplicativos parceiros comercializados pelo Twitter – as ações de marca feitas por empresas no Twitter hoje atingem 40,7 milhões de internautas. Isso significa que mais de 80% dos usuários brasileiros de celulares e tablets são impactados por essas ações.

O Twitter também declarou que trabalha para expandir as integrações que realiza com programas de TV no país em diversas áreas, como com reality shows, telejornais, programas esportivos e novelas. Os formatos tradicionais como a televisão vêm mostrando seu potencial na plataforma. Prova disso é o enorme sucesso que Masterchef, exibido pela Band, teve na rede social.

“Por ser uma plataforma aberta, sem filtro e de conversa em tempo real, o Twitter tem o potencial de viralizar um conteúdo rapidamente, o que é muito importante para o contato entre as marcas e o público. E os programas de TV têm percebido cada vez mais que a interação com o público tem efeitos extremamente positivos sobre a audiência”, diz Ribenboim.

O terceiro pilar de crescimento do Twitter Brasil em 2016 são os grandes eventos previstos para o ano que vem, como Carnaval, eleições e, principalmente, as Olimpíadas.

Estudo feito pela ComScore mostra que o engajamento do público no Twitter em conversas relacionadas a grandes eventos é muito maior que em outras plataformas. No Oscar 2015, por exemplo, o Twitter registrou um aumento de 62% dos minutos gastos por internautas em relação a um dia normal, enquanto as 10 outras principais plataformas registraram alta média de 18%. Já durante o VMA (Video Music Award), que mobiliza mais o público jovem, o aumento no Twitter foi de 32%, enquanto os demais tiveram queda média de 20% dos minutos gastos.

Redação Adnews  – 11/11/15

http://www.adnews.com.br/internet/mais-de-40-milhoes-de-usuarios-brasileiros-sao-impactados-por-acoes-no-twitter

MBA Brasil anuncia plataformas para ativações nas Olimpíadas Rio 2016

A MBA Brasil, agência de comunicação do Grupo WPP especializada em modelos de Marketing Esportivo, anuncia o lançamento de três plataformas para ativações nos Jogos Olímpicos 2016.

A proposta do projeto batizado de Conexões Olímpicas é que as marcas brasileiras possam desenvolve ações para alcançarem diretamente seu público-alvo durante o evento esportiva, que acontece em 2016. Segundo pesquisa realizada pela MBA, o que mais importa, em grandes eventos como este, é a criatividade e uso de plataformas inteligentes para gerar engajamento com os consumidores, e não exatamente ser um dos patrocinadores oficiais.

“Todas as nossas soluções são baseadas em profundas análises e entendimentos de audiência e objetivo de cada marca. Notamos que ser apenas mais um na lista de patrocinadores oficiais de um evento dessa grandiosidade não é mais tão interessante quanto há alguns anos. Pensando em atender a demanda das empresas que não são patrocinadoras do evento, mas buscam formas de se conectar a esse momento único, configuramos três plataformas de ativação para os jogos que têm como foco a criatividade, interação e real engajamento”, comenta Armênio Neto, Head de Esportes da MBA.

A primeira solução oferece a possibilidade de utilizar a plataforma Paralímpica onde é possível fazer parte dos parceiros do Comitê Paralímpico ou mesmo criar campanhas com estratégias personalizadas. Os atletas paralímpicos não costumam ser as grandes estrelas das campanhas e ativações, e há neles um enorme potencial para desenvolver um storytelling emocionante.

Chamada de “My Own Olympic Team”, a segunda plataforma permite que o anunciante crie seu próprio time olímpico. Será possível associar a marca a um grupo de atletas brasileiros, estrangeiros ou de diversas nacionalidades. A solução conta com uma camada de ativação já prevista para contar histórias protagonizadas pelos atletas.

Com a terceira plataforma, anunciantes podem ter a chance de ter o Rei Pelé como embaixador Olímpico. Enquanto os atletas olímpicos não poderão participar de qualquer campanha 15 dias antes dos jogos, 15 dias depois e nem durante os jogos, o Rei Pelé estará disponível para realizar campanhas e ativações durante todo o período.

“Pelé é o maior jogador e atleta de todos os tempos e com um apelo global incomparável, pois ele é amado e admirado por milhões em todo o mundo. O que ele conseguiu no esporte e as contribuições que faz para muitas causas humanitárias demonstra sua importância global. Não há ninguém como o Pelé para quem deseja consolidar e massificar a sua marca”, analisa Neto.

Redação Adnews – 16/11/2015

http://www.adnews.com.br/marketing-esportivo/mba-brasil-anuncia-lancamento-de-plataformas-para-ativacoes-nas-olimpiadas-rio-2016

O segredo do Outback para prosperar na crise

O Outback Steakhouse chega à maioridade no Brasil, em 2015, preparado para encarar novos desafios. E o primeiro é a recessão econômica que vem impactando o food service em todo o país. A queda no faturamento do setor no primeiro trimestre do ano foi de 2,39%, como mostrou estudo do Mundo do Marketing. Na porta do Outback, no entanto, as longas filas de espera permanecem e sugerem que a empresa tenha sido deixada de lado do corte nos gastos das famílias. A rede mantém inalterada, também, a taxa de crescimento de 20% na abertura de novas unidades.

E o destaque não é apenas em relação aos demais restaurantes que atuam no país. As unidades brasileiras são líderes em receita e tráfego no cenário mundial, que reúne quase 1.000 pontos espalhados por 23 países. Nove lojas brasileiras ficaram entre os 10 maiores faturamentos da rede na avaliação do primeiro trimestre de 2015. O líder global de vendas e de público também é daqui: o restaurante do Shopping Center Norte, em São Paulo. O registro reforça como a marca é importante no mercado interno e faz parte do dia a dia dos consumidores, mesmo em tempos de crise como agora.

A marca mantém o atendimento e a experiência como seus principais ativos e, para se comunicar com os consumidores, tem apostado em promoções e em uma estratégia de Marketing com ativações recorrentes. “Mantemos um calendário recheado para trabalharmos ao longo do ano. Estamos atuando de forma intensa, com ativações de relacionamento, oferecendo experiência para que o consumidor possa experimentar um pouquinho do que é o Outback. Até mesmo aqueles que não estão nos restaurantes são impactados com a nossa comunicação por meio das redes sociais. Assim como no primeiro semestre, vamos continuar apostando nos vídeos como mídia para chamar ainda mais atenção dos internautas”, explica a Diretora de Marketing do Outback Steakhouse no Brasil, Paula Castellan, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outback, Restaurante, Promoção, Crise, Crescimento

Pratos compartilhados
O Outback não conta apenas com a sorte ou com um cardápio variado para continuar crescendo a passos largos. Ciente do delicado momento da economia, a rede aposta em pratos diferenciados que podem ser compartilhados como uma opção mais econômica para os consumidores. O modelo consiste na combinação de pedidos campeões de venda em uma só porção, como o Jackaroo Ribs and Steaks, que reúne a costela Junior Ribs, regada ao molho barbecue, e um filet mignon de 220 gramas, coberto de manteiga com um toque de limão. A combinação é servida com batata frita ou outro acompanhamento à escolha do cliente. No menu de bebidas, a rede criou o Margarita Trio, que consiste em três minidrinks que chegam à mesa em um suporte diferenciado. São cinco opções de sabores a serem escolhidos e divididos entre os consumidores.

Além dos pratos pensados para compartilhar com a família ou os amigos, o Outback ampliou o horário promocional. Desde o fim de julho, a Billabong Hour passou a funcionar a partir das 17:00 – antes começava às 18:00 – para atrair os consumidores que querem economizar. Durante o período, que vai até às 20:00, as bebidas custam a metade do valor. “Sabemos que a situação financeira no país como um todo piorou, mas não sentimos isso no nosso resultado. Estamos mantendo e cumprindo as nossas expectativas. Esse é um momento bem delicado, em que precisamos nos manter ainda mais ativos, mais até do que já fomos. Nossos restaurantes são conhecidos por serem um espaços de confraternização, e criamos opções para que todos possam continuar tendo acesso aos nossos produtos e serviços mesmo que não possam gastar tanto”, acrescenta a Diretora de Marketing.

Desde que chegou ao país, em novembro de 1997, quando a primeira unidade foi inaugurada na Barra da Tijuca (RJ), a empresa olha com atenção para os consumidores brasileiros a fim de surpreendê-los em toda a sua jornada no restaurante. Atento às preferências, a rede ampliou o cardápio com o Flatbread (uma espécie de pizza) e Mini Milkshake. Além disso, as quesadillas, que antes só eram oferecidas durante a Billabong Hour, passaram a compor o menu fixo de aperitivos, atendendo a pedidos dos frequentadores.

Atendimento regionalizado
Com um modelo de expansão específico, a rede opta por ter sócios proprietários em seus novos empreendimentos no lugar de abrir franquias. A particularidade permite que os espaços ofereçam um atendimento diferenciado, respeitando as características de que cada região. Com 71 empreendimentos espalhados por 35 cidades, a marca está presente em quase todas as partes do país. Apenas o Norte não foi contemplado com uma unidade até o momento, mas a região está no radar da companhia. Até o fim deste ano, a empresa espera inaugurar mais seis restaurantes em São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

Apesar de manter o padrão de qualidade esperado pelos clientes que já conhecem a forma de atuação da rede, cruzar as divisas entre estados e regiões requer muito mais do que apenas vontade de crescer. “É um desafio, porque fomos para mercados totalmente novos. Por exemplo o Nordeste, onde, como marca, ainda não sabíamos qual seria a receptividade do consumidor, mesmo entendendo que as pessoas conhecem o Outback quando viajam. Por conta disso, há um trabalho muito focado para entender esse cliente e estamos sempre muito perto, ouvindo suas preferências e o que podemos oferecer para melhorar a vida deles. Esse toque de regionalização no atendimento e na forma de ser tem sido garantido pela forte presença dos sócios nesses locais, o que nos traz muitos resultados positivos”, acrescenta Paula Castellan.

Outback, Restaurante, Promoção, Crise, Crescimento

Marca reforça as ações de Marketing
Além de estar de atenta às características locais, a rede criou um plano de Marketing variado, apostando nas datas comemorativas para atrair os clientes. As ações reforçam o perfil comemorativo dos ambientes que remetem à Austrália e oferecem sempre atrativos para que os consumidores busquem o lugar. Em abril, os consumidores foram surpreendidos por uma promoção que os presenteava com a icônica faca utilizada nos restaurantes.

Os clientes que escolheram determinado prato ganharam a peça fabricada pela Tramontina. Em maio, as mães que comemoraram o dia delas nos restaurantes ganharam uma nécessaire. No Dia dos Namorados, a empresa ajudou dois namorados a pedirem suas respectivas parcerias em casamento. A ação serviu também para apresentar a linha de vinhos desenvolvida exclusivamente para a marca.

Em julho, no Dia do Amigo, a rede promoveu uma ação digital e ofereceu gratuitamente o primeiro chope de comemoração à data. A ação resultou em um aumento de 17% no número de clientes em uma segunda-feira. Já os pais que comemoraram o domingo deles em uma unidade ganharam um kit de porta-copos desenvolvidos em parceria com a Coca-Cola.

As ativações, no entanto, não acontecem apenas nas datas especiais. Para atrair os consumidores em dias menos movimentados, como no início da semana, a empresa promove ações nas redes sociais para estimular a visita. Nos dias 10 e 11 de agosto, por exemplo, os frequentadores que apresentaram o post da promoção ao atendente ganharam um upgrade na porção do Kookaburra Wings

Por Roberta Moraes | 12/08/2015

http://www.mundodomarketing.com.br/cases/34240/outback-prospera-na-crise.html

SBT coloca food truck “em chamas” nas ruas de São Paulo

Neste sábado (25) estreia a segunda temporada de “Cozinha Sob Pressão”, reality de culinária comandado pelo chef Carlos Bertolazi.

A área de marketing do SBT e a agência Publicis Brasil criaram duas ações de ativação do programa, que acontecem na cidade de São Paulo durante a semana de estréia. A ideia principal da campanha é fazer com que o público “sinta na pele” o clima da nova temporada do reality.
Um food truck “em chamas”, simuladas por meio de um enorme painel de led, percorre as ruas da capital paulsita, chamando a atenção para a versão brasileira do programa americano “Hell’s Kitchen”.
Ao percorrer as principais vias da cidade, o food truck fará paradas para promover ações junto ao público. Na dinâmica, as pessoas que postarem fotos dentro do caminhão em suas redes sociais, marcando a hashtag “#sobpressão”, serão presenteadas com um sanduíche gourmet.
Além do caminhão “tomado pelo fogo”, a campanha conta com 60 abrigos de ônibus com painéis 3D interativos espalhados pela cidade. Neles, é possível interagir com as facas do chef, que estarão fincadas na madeira, com um convite para pessoas se posicionarem entre elas e tirarem uma foto com a hashtag do programa. Visualmente, a ideia é sugerir que as facas foram arremessadas em direção da pessoa, contornando sua silhueta.
O food truck da campanha circula nesta sexta-feira (24) e no sábado (25), das 15h às 21h. O intinerário completo está disponível no site da emissora.
Redação Adnews – 24 de abril de 2015 · Atualizado às 15h51

Adidas suspende ações com Luiz Suaréz após mordida

A Adidas suspendeu todas as ações publicitárias que envolveriam o jogador uruguaio Luiz Suaréz até o fim da Copa do Mundo. A decisão é uma resposta da marca a mordida que o atleta patrocinado pela empresa deu no ombro do italiano Giorgio Chiellini, no jogo entre Uruguai e Itália.

Em nota oficial, a Adidas disse que irá rever os planos futuros com o jogador e discutir a continuidade da parceria com ele e sua equipe. “A companhia não tem mais previstas ações de Marketing com o jogador durante a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 e reforçará com ele e todos os seus atletas o bom comportamento e conduta que espera deles”.

Além dos prejuízos com a patrocinadora, o jogador ainda foi suspenso pela FIFA até o fim do mundial e deverá pagar uma multa de 100 mil francos suíços, o equivalente a quase R$ 250 mil.

Adidas, Luiz Suaréz, Copa do Mundo

Por Luisa Medeiros, do Mundo do Marketing | 26/06/2014

http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/31041/adidas-suspende-acoes-com-luiz-suarez-apos-mordida.html?utm_source=mail2easy&utm_campaign=Newsletter+Dia&utm_medium=e-mail

Copa ainda não acabou, mas marcas já devem olhar para as Olimpíadas

Copa do Mundo não passou sequer de sua primeira fase, mas muitas marcas já estão – ou deveriam estar – voltadas para os preparativos finais das ativações para os Jogos Olímpicos de 2016, que acontecerão no Rio de Janeiro. O apito do juiz que colocará fim ao mundial no dia 13 de julho, no Maracanã, dará também a largada para as empresas começarem a trabalhar suas imagens junto aos consumidores com vistas ao evento seguinte. Não há tempo a perder na competição fora das arenas esportivas.

O grande desafio para as patrocinadoras é conseguir extrapolar o esporte, incluindo entretenimento, cultura e arte em suas ações. As empresas que conseguiram os melhores resultados em eventos de anos anteriores apostaram na criação de uma atmosfera atraente mesmo para quem não gosta das modalidades disputadas durante as Olimpíadas. A grandiosidade da competição, que reúne atletas de mais de 200 países e turistas também de nacionalidades diversas, favorece a multiplicidade de ações.

Apostar nesse período inicial é especialmente importante para as empresas nacionais. “Encorajo essas marcas a ativarem bem cedo dentro do período de patrocínio, antes que os apoiadores globais se envolvam de forma mais contundente. Trata-se da grande oportunidade de elas crescerem seu awareness. É fundamental também ir além da ativação do esporte em si, considerando-se o legado, ou seja, a parte sustentável do evento. As iniciativas devem ser mobilizadas de modo a levar o clima dos jogos até as pessoas, mais do que levar o público até os jogos”, diz o ex-Diretor de Marketing e Comunicação da British Telecom Michael Cole, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Copa do Mundo, Jogos Olímpicos, ativação, patrocínioResultados do patrocínio
O executivo, que atualmente é sócio-diretor da Innovision, atuou na BT Global Services durante as Olímpiadas de Londres, da qual a empresa era patrocinadora. No evento de 2012, a companhia de telecomunicações desenvolveu um novo patamar de transmissão de dados, atingindo uma capacidade de rede quatro vezes maior do que a existente nos Jogos de Beijing, na China, em 2008. As ações incluíram também shows de música que reuníram centenas de pessoas. Mesmo não pertencendo ao segmento esportivo e sendo estreante como patrocinadora de um evento desse porte, a British Telecom conseguiu bons resultados.

Após esses investimentos, a companhia entrou para a lista da Millward Brown das 100 marcas globais mais valiosas pela primeira vez. Em 2013, a BT apareceu na 94ª posição e este ano subiu para a 64º. O patrocínio aos Jogos Olímpicos tiveram influência importante para tornar a empresa mais relevante, especialmente no cenário internacional. Para alcançar esse resultado, a British Telecom seguiu um planejamento de sete anos, que teve início quatro anos antes do início da competição e só terminou três anos depois dela.

As fases anteriores e posteriores ao evento tiveram focos bem definidos. “É muito importante incluir no planejamento o retorno comercial esperado e medir o resultado direto sobre os investimentos. As ativações de Marketing voltadas ao consumidor devem acontecer antes e durante os jogos. Já as relações B2B precisam ir além da competição. Os serviços que forem entregues durante as Olimpíadas vão originar um estudo de caso, que pode levar à geração de novos negócios”, ressalta Michael Cole, que esteve no Brasil na semana passada para participar do “Seminário sobre Mega Eventos Esportivos: O Legado de 2012”, promovido pelo governo de Londres no Rio de Janeiro.

Perigo cibernético
Durante a sua estadia no país, alguns protestos tomaram as ruas das cidades-sede da Copa do Mundo. São Paulo e Belo Horizonte, principalmente, reuníram grandes grupos nas manifestações contrárias aos gastos com o evento, críticas que podem se repetir durante as Olimpíadas. Durante o mundial, o cenário levou as marcas a adotarem cuidados extras em suas ativações, evitando se tornarem alvo dos descontentes.

Embora o comércio tenha usado tapumes de madeira como escudo contra depredações, os riscos mais contundentes podem não estar nas ruas, mas no mundo virtual. Os ataques cibernéticos vêm crescendo consideravelmente nos últimos anos. No evento realizado em Pequim, em 2008, foram 12 milhões de alertas de segurança virtual, segundo pesquisa que levantou as ameaças à infraestrutura dos comitês organizadores. Nos Jogos de Inverno de Vancouver, em 2010, foram 19 milhões, e em Londres, houve um salto para 219 milhões.

Este ano, um software criado por hackers já driblou a segurança do site oficial da FIFA, permitindo que torcedores cadastrados fossem avisados antes sobre a hora em que a entidade disponibilizaria o próximo lote de ingressos de jogos. A ferramenta permitia que o grupo furasse a fila na corrida por entradas. Além desse tipo de ação, é possível que manifestantes tentem derrubar os sites dos comitês organizadores, que devem investir intensamente em segurança digital.

Valor das Paraolimpíadas
Em caso de insucesso por parte dos hackers, as empresas patrocinadoras tendem a se tornar os alvos seguintes. “Com o advento das mídias sociais, as ameças virtuais se tornam cada vez mais reais. Nenhum ataque conseguiu entrar na rede oficial das Olimpíadas, mas os patrocinadores ficaram vulneráveis. Eles precisam estar preparados para isso, investindo em uma forte infraestrutura de salvaguarda ao decidirem participar de um evento desse porte”, afirma Michael Cole, que participou do levantamento do número de ataques cibernéticos ocorridos nos últimos Jogos Olímpicos.

Outra lição tirada de uma mudança de cenário desde a competição anterior refere-se ao retorno dos investimentos feitos nas Paraolimpíadas. Até então renegada a um segundo plano, essa parte do evento ganhou destaque em Londres, com as empresas explorando de forma mais expressiva as ativações.

Uma das vantagens das Paraolimpíadas é o número menor de restrições impostas pelos organizadores, o que favorece ações mais criativas. “A atitude diante do evento mudou em Londres e espero que para sempre. As marcas precisam abraçar as Paraolimpíadas da mesma forma que abraçam as Olimpíadas. Do ponto de vista dos patrocinadores, elas representam uma oportunidade importante, porque as ações tendem a gerar muita empatia do público. O resultado das promoções é muito positivo”, afirma Michael Cole.

Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 26/06/2014

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