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O Boticário estreia no mundo gamer com ações no Avakin Life

Em parceria com a AlmapBBDO e a BBL, a marca aposta na proximidade com o consumidor gamer, com diversas atividades e produtos em ambientes virtuais

Para marcar sua estreia no universo dos games, entre esta terça-feira, 16, e 22 de março, o Boticário promoverá uma série de ativações no jogo de realidade virtual Avakin Life, que permite que o jogador crie um avatar e uma segunda vida. Idealizada pela marca, em parceria com a AlmapBBDO e a BBL, grupo de entretenimento especializado em games e e-sports, a iniciativa é a primeira ativação de uma marca de cosméticos brasileira no jogo.

Loja do Boticário no game servirá como ponto de resgate de recompensas (crédito: divulgação/O Boticário)

Dentro do jogo, na praça Brasil, uma loja do Boticário será transformada em um hub in-game, onde os jogadores poderão resgatar as recompensas e atividades que participarem por meio de pontos (BotiCoins), além de adquirir itens do portfólio da marca, como perfumes, maquiagens, produtos para cabelo, entre outros. O Boticário também terá uma consultora virtual, Thaty, responsável por explicar sobre ativações no jogo.

Durante o período, o game apresentará algumas ativações e missões para engajar e proporcionar benefícios aos jogadores. No Beauty Quest, os participantes são convidados a cumprirem uma série de desafios sobre o universo da beleza, ao completarem as tarefas, eles são premiados com BotiCoins. Já no Fashion Contest, os jogadores participam de concursos de beleza com os produtos do Boticário, os melhores “looks” receberão pontos. As recompensas poderão ser utilizadas na loja da marca, dentro do jogo. Ao final da temporada, a marca promoverá uma Pool Party, festa na piscina personalizada aberta a todos os usuários do jogo – os ingressos serão disponibilizados na loja do Boticário do game.

Além disso, o menu especial com os itens da marca poderá ser acessado de qualquer cena do game e ficará disponível em Avakin Life até o fim do ano. A iniciativa terá a participação de influenciadores digitais, como Bruh Games, Jessy Sparkle e Briny, além dos talentos já conhecidos de Avakin, para contar as novidades do Boticário e convidar os jogadores a participarem dos desafios.

Em nota, Celio Guida, head de mídia do Grupo Boticário, explica que a iniciativa é parte da estratégia da marca de buscar sempre inovação e ampliar o diálogo com diferentes segmentos e públicos. “O universo dos games é o retrato de uma nova geração cada vez mais conectada e engajada. Estar presente no ambiente virtual, de forma relevante e aderente ao jogo, é uma excelente forma de estreitar nossa conexão com os consumidores”, reforça.

16 de fevereiro de 2021 – https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/02/16/o-boticario-estreia-no-mundo-gamer-com-acoes-no-avakin-life.html

Em um mundo digital, qual o papel do varejo físico?

A paralisação das atividades econômicas e as novas regras de distanciamento social por conta da Covid-19 impõem uma reflexão inédita às lojas físicas de pequenos negócios e grandes redes de varejo.

E é à beira deste “divã comercial” que Ken Nisch trabalha. Há 25 anos, o americano atua como chairman da JGA, um dos mais importantes escritórios de arquitetura de varejo dos Estados Unidos.

Fundada em 1971, a companhia criou ambientes de varejo inovadores e divertidos para uma lista diversificada de clientes internacionais. Entre eles,  marcas como Hershey’s, H&M, Whole Foods e a brasileira Cacau Show.

Nisch, que não parou durante a pandemia, reflete sobre seus novos aprendizados“Se o cliente esperava conveniência 24 horas por dia, 7 dias por semana, agora ele espera comprometimento”, afirmou Nisch, em entrevista ao NeoFeed.

De acordo com ele, o varejo físico terá de pensar em novas formas de engajamento. “Quando um cliente vai às compras, sobretudo às presenciais, ele é mais intencional”, afirma Nisch. “É provável que gaste mais e tenha expectativa maiores do envolvimento, reconhecimento e experiência.”

Nisch também não vê um novo normal. “Olha, o que existe, ao meu ver, é a aceleração do que já era um caminho. Então, em vez de chamá-lo de novo normal, eu diria que é um normal acelerado.”

A entrevista acontece poucos dias antes de Nisch participar do Global Retail Show 2020,  evento online que acontece entre de 13 e 19 de setembro.

O evento deste ano irá discutir a retomada do varejo e o futuro do consumo na perspectiva global. São esperadas cerca de dez mil pessoas nas plenárias e sessões temáticas, que serão distribuídas em 67 painéis com mais de 280 palestrantes nacionais e internacionais.

Acompanhe os principais trechos da entrevista com Nisch:

Você acredita que a pandemia mudou o negócio do design?
Apesar das tragédias pessoais e privadas trazidas pela Covid-19, o lado bom dessa crise é a disrupção, o foco organizacional e a mudança de cultura que só ocorre quando velhos métodos, paradigmas e expectativas são desafiados. Não estou muito seguro de que o negócio do design mudou “para valer”, mas o approach e a responsabilidade para com ele, sim, está mudando. Fazer investimentos subjetivos, como parte de um “hábito” corporativo, esperando que as coisas mudem por si, não é mais suficiente.

Como o negócio do design pode ajudar empresas e empresários a vencer essa crise?
Pode ajudar de muitas maneiras. A parte mais óbvia e, infelizmente, menos empolgante, é mostrar que as organizações têm de ter empatia e estar comprometidas com o bem-estar e segurança de todos, começando pelo de suas próprias equipes que lidam com o cliente. Isso explica as novas soluções, como as retiradas de produtos onde antes não havia, as compras assistidas, os horários especiais para idosos. Todos demonstram que as organizações estão colocando seus clientes em primeiro lugar.

E de um ponto de vista mais estratégico?
Se o cliente esperava conveniência 24 horas por dia, 7 dias por semana, agora ele espera comprometimento 24 horas por dia, 7 dias por semana. E isso vale para pequenas atitudes, como ter horários reservados para compras privadas em casos de grupos de risco, ou criar ambientes dentro da loja que permitam engajamento seguro.

Como assim?
Como cafés e outros elementos da boa hospitalidade foram suspensos por conta das regras de distanciamento social, é preciso repensar novas formas de engajamento. Estamos usando o termo “broadcast shopping” para descrever essa abordagem. Exemplos disso seria a aplicação de melhores recursos para que os vendedores tenham ferramentas para interagir de forma mais eficiente com o cliente ou com a comunidade varejista.

E por falar em varejo, qual seria esse novo normal?
Olha, o que existe, ao meu ver, é a aceleração do que já era um caminho. Então, em vez de chamá-lo de novo normal, eu diria que é um normal acelerado. As nossas necessidades e os produtos que agora entendemos como essenciais mudaram nossa ida às compras.

Mudaram como?
Quando um cliente vai às compras, sobretudo às presenciais, ele é mais intencional. É provável que gaste mais e tenha expectativa maiores do envolvimento, reconhecimento e experiência. Os consumidores, pelo menos no curto prazo, ainda procuram se unir, ser sociais, mas provavelmente o farão de maneiras diferentes. Eles podem participar de degustação de vinhos virtuais e experiências culinárias que complementam as compras.

Você poderia dar um exemplo de como o design pode ser útil para ajudar um negócio, sobretudo em tempos de dificuldade?
Para uma grande empresa de luxo, do ramo da joalheria, com centenas de lojas, aplicamos a lógica do “mais longe, mais curto, diferente”. Nós os ajudamos a ‘pivotar’ áreas do negócio que poderiam alavancar seu inventário e recursos humanos, das vendas à produção. Por fim, auxiliamos no aprimoramento de sua marca digital para que complementasse o negócio físico.

Mas como exatamente fizeram isso?
Criando uma “sala de estar” dentro do escritório. Uma área que rapidamente se transformou num espaço de “broadcasting”, servindo como cenário para videoconferências e consultas virtuais. Também desenvolvemos um cantinho para “workshops” e experiências interpessoais que respeitem as regras de distanciamento.

O e-commerce viveu um boom nos últimos meses e muitos varejistas passaram a investir em ferramentas virtuais. Você acha que é errado pensar em operação online versus offline?
Nem todos os e-commerces cresceram. Alguns exemplos nos Estados Unidos de lojas de departamento e de luxo viram suas vendas online achatarem ou declinarem. Os maiores beneficiados, no começo da crise, foram os negócios que existem exclusivamente online, como a Amazon. Mas, no longo prazo, não acho que seja uma mudança de comportamento do consumidor, mas a aceleração do que já vinha acontecendo. Se essa evolução vai estabilizar ainda é uma questão em aberto. O que não é mais uma dúvida é que o cliente tem que se relacionar com a marca, em todos os canais e áreas.

Considerando que estamos no meio de uma crise global, que dica daria para aqueles que querem ou precisam renovar sua presença física?
Acho que “atualização” não é a melhor palavra, eu prefiro o termo “ativação”, que inclui estabelecer e reforçar o diálogo entre as operações online e offline. As dicas que eu daria, portanto, seria apostar no empoderamento da equipe, no relacionamento com o cliente e balizar tudo isso como uma jornada contínua de melhoramento. Não é, portanto, uma necessidade de renovar a presença física, mas reenergizar a interação com a marca, o que também passa, provavelmente, pelo espaço físico.

Com informações do porta NeoFeed – de Imprensa Mercado & Consumo – 7 de setembro de 2020 – https://mercadoeconsumo.com.br/2020/09/07/em-um-mundo-digital-qual-o-papel-do-varejo-fisico

5 ações de Stranger Things que põem a lógica publicitária de cabeça pra baixo

Upside

Nem bem chegou e a série Stranger Things já era alvo de ações ao redor do mundo. A ansiedade dos saudosos era tanta que antes da estreia ser anunciada um bar temático sobre o mundo inverso foi criado no Estados Unidos, a Chiquinha serviu de garota-propaganda para a ativação nacional, o SBT preparou um programa especial sobre a produção e até uma casa de três andares apareceu no coração de São Paulo para matar a saudade dos fãs.

Para ver um pouco da estratégia do Netflix para lançar mundialmente o show confira abaixo 5 ações que invertem a lógica publicitária:

Stranger Things inspira e dá origem a bar nos EUA

O bar tem sua entrada na floresta Mirkwood, onde o Laboratório Nacional Hawkins está realizando experimentos secretos. Ao puxar para trás uma folha você se encontra na sala de estar de Byers, com luzes de Natal piscando na parede.

https://www.instagram.com/p/BYBgUdTBQy5/embed/captioned/?cr=1&v=7&wp=658#%7B%22ci%22%3A0%2C%22os%22%3A7248.0408097368%7D 

Bagulhos Sinistros

Era mais um dia comum na internet… até que María Antonieta de las Nieves, mais conhecida como a Chiquinha, aparece na fanpage oficial da plataforma para lembrar os usuários do Facebook que a aventureira turma de Hawkins iria voltar. Dias depois, o SBT veio a público anunciar a veiculação de um especial da série apresentado pela própria emissora neste sábado (28).

Spotify cria experiência imersiva

A intervenção permite levar os fãs direto para Indiana sem precisar sair de onde de fato eles estão. Funciona assim: Quem acessar a versão web e o aplicativo para computador do Spotify será levado a uma ambientação particular (mais escura, com teias de aranhas, “rachaduras” na tela do seu smartphone e vegetação medonha). Além disso, com base nos hábitos de escuta e preferências na plataforma musical, é possível ter uma experiência interativa capaz de descobrir qual personagem de Stranger Things o ouvinte é.

Site gringo fica de ponta de cabeça

Para comunicar a nova temporada nem os portais de notícias escaparam de ações. Famoso por divulgar fatos importantes para a criatividade e tecnologia, o Mashable é um dos maiores veículos do ramo. Com uma linha editorial e um layout famoso, o site ficou de ponta cabeça para anunciar a chegada dos adolescentes do interior dos Estados Unidos. Clique aqui para ver como a página inicial se transforma.

Stranger House

Para fechar com chave de ouro e abrir às portas da percepção para o show inspirado em clássicos pop como Goonies, Caça-fantasmas e ET, uma casa de três andares inspirada no universo de Stranger “surgiu” na Rua Oscar Freire, em São Paulo. A experiência gratuita pensada pela agência TM1 possibilita que os aficionados pela série mergulhem no mundo invertido da produção em visitas diárias de 45 minutos nesta sexta-feira (27). Com os agendamentos esgotados, a Netflix avisa que é possível a entrada caso tenha disponibilidade – e paciência para aguarda a fila (clique aqui para mais informações)


Foto da visita de Analu Tortella, responsável pelo Terror de Quinta, e Felipe Junqueira, seu namorado

http://adnews.com.br/publicidade/5-acoes-de-stranger-things-que-poem-logica-publicitaria-de-cabeca-pra-baixo.html

Aprenda lições de marketing com Stranger Things

stranger

Não, este artigo não contém spoilers sobre a série.

Há alguns anos nós possuíamos as locadoras de fitas, lembra delas? Era genial, nós alugávamos e víamos o filme em casa, eu adorava. Me lembro de ir quando criança e ficar um tempão lendo os títulos dos filmes (exatamente como faço hoje quando abro a Netflix). Depois de uns 2, 3 ou 4 dias eu retornava na locadora e devolvia o filme alugado. O prazo geralmente tinha relação com o tempo de lançamento e procura pelo filme. Se a gente esquecesse? Pagava uma multa de acordo com os dias que ficou a mais.

Até que chegaram os DVD’s. Mais leves, práticos e uma revolução. Nem todo mundo possuía o aparelho para assistir, mas logo passou a se popularizar. As locadoras passaram a ter DVD’s e o esquema de multa seguia me perseguindo (malditos prazos).

E então, depois de internet, downloads, chegamos até a era streaming. Que momento! Acabaram as multas. Oba, mas não foi só isso o que mudou.

Tudo passou a ser muito mais rápido e prático, tudo o que um dia pensamos das fitas de vídeo.

Os filmes passaram a tomar conta da vida de muitas pessoas (inclusive da minha) e as séries também. O vício e a vontade de finalizar uma temporada antes de receber um spoiler, atinge milhares de pessoas que fazem suas maratonas e viram noites em busca de um desfecho que nem sempre está presente na temporada lançada. Vivemos um momento em que tudo o que faz parte da vida das pessoas, acaba se tornando uma ótima oportunidade para alguma ação de marketing (se não se tornou, poderia ter sido). Seja um filme, uma peça de teatro, um artista específico que esteja em alta e com as séries também não é diferente. As estratégias criativas começaram a usar esse amor (olha o sentimento envolvido) pelo serviço streaming para criar ações temáticas, gerando nos usuários uma identificação ainda maior com o enredo.

Stranger Things nos mostrou através de diversas ações de marketing, que é possível ser muito mais que uma série.

Não conhece a série? Está tudo bem.

Dia 15 de julho de 2016 foi lançada na Netflix a primeira temporada de Stranger Things, com um enredo de ficção científica e terror (não tão terror, né?). A série foi grande sucesso e teve muita repercussão por trazer a atmosfera dos anos 80 e gerar grande representatividade sobre a infância da galera que viveu este momento. Resumindo: muita gente amou e ficou na expectativa pela segunda temporada.

Enfim, chegou este momento e os episódios foram lançados, mas não estou aqui para falar sobre eles. Estou aqui para falar sobre como um produto audiovisual conseguiu ser destrinchado e se tornar tantas ações de marketing em diversas empresas, mas principalmente na própria Netflix.

Vamos aprender a utilizar o timing e a assertividade nas ações de marketing?

1# Netflix e SBT

Foi uma ação da própria Netflix, mas deixou todo mundo surpreso. Como assim na televisão? No SBT? A Netflix comprou 1h30min da programação do canal para exibir o primeiro episódio da primeira temporada no dia 28/10 (sábado). Uma ação perfeita para levar a quem ainda não possui Netflix (sim, essas pessoas existem) e que passam suas madrugadas assistindo os canais abertos. Além disso, a marca mostra uma disrupção da ideia online X offline. Afinal, já vivemos em tempos nos quais está tudo junto e misturado, né? A chamada ficou sensacional, assista:

2# Bagulhos sinistros

Antes de rolar a ação do SBT, a Netflix lançou no próprio canal do Youtube um vídeo com a atriz María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha. Tudo a ver com a ação do SBT, o vídeo levanta o mistério de Eleven não ser a única com poderes. Será?

3# Spotify sempre maravilhoso

Spotify é o tipo de empresa que não perde o timing para uma ação com seus usuários. Dessa vez, não foi diferente. Funcionava da seguinte forma: o usuário acessava através do aplicativo ou da versão web e ao entrar, encontraria uma versão mais escura, que remete ao clima da série, com teias de aranha, um ambiente bem propício para ser o mundo invertido. Alí, o usuário encontraria uma playlist com base nos hábitos adotados dentro da plataforma. Gerando uma experiência interativa, na qual você descobre quais dos personagens da série você é.

4# Mashable invertido

Como o assunto do momento era a nova temporada da série, o site Mashable (referência quando se trata de criatividade e tecnologia) entrou na onda. O site ficou de cabeça pra baixo, literalmente.

5# Casa Stranger Things

Quem passou por São Paulo entre os dias 27, 28 e 29/10 teve a chance de conhecer a Stranger House. Uma iniciativa da Netflix para levar aos fãs a chance de vivenciar e conhecer por dentro uma casa com a temática da série. Dá uma conferida na proposta, no link aqui:

#6 Bar temático

Nos EUA, a série inspirou um bar a levar a temática para a vida real e atrair mais pessoas dispostas a beber até encontrar o mundo invertido.

Mas afinal, o que podemos aprender com as ações desenvolvidas?

A Netflix poderia simplesmente lançar a segunda temporada. Sem ações. Sem gastos a mais. Seria sucesso? Sim, com certeza, mas ela optou por proporcionar experiências aos usuários do serviço. Os fãs da série puderam viver experiências diferentes e se divertirem enquanto permaneciam na expectativa pelos episódios.

As marcas podem explorar os seus serviços de uma maneira muito mais interativa com o usuário. Vender o serviço é apenas a consequência. Fazer parte da vida das pessoas já é uma realidade, o que nos falta é perceber e encontrar soluções criativas para fazer com que isso aconteça. Sem parecer o cara chatão e sim, um amigo que oferece uma oportunidade legal.

O que é marketing de experiência e por que devemos utilizá-lo?

Se formos parar para pensar, o que são experiências? São momentos que nos geram sensações. Por exemplo: esportes são ótimos exemplos quando desejamos ter essa noção. No esporte, nós trabalhamos diversos sentimentos: medo, vontade, adrenalina, expectativa.

Sendo assim, o marketing de experiência é uma maneira de utilizar a emoção dos clientes, gerar sentimentos nos usuários, para conquistar, engajar e fidelizar pessoas.

A ideia é que a experiência de compra seja totalmente camuflada pelas sensações geradas na experiência e que de alguma forma, a pessoa não perceba ou não tão claramente que isso se trata de uma publicidade e sim, uma experiência marcante na vida dela.

Quais são as formas de perceber as experiências? Você pode identificar o marketing de experiência através dos sentidos, sentimentos, pensamento, ação e identificação. Utilizá-lo é uma ótima maneira de criar um relacionamento com o seu público, através dessas sensações e gerar uma vontade de consumir algo que te gera uma emoção. É consumir ao sentir. A verdade é que jamais conseguiremos fidelizar clientes se não proporcionarmos uma experiência positiva, seja ela qual for. Não estou falando necessariamente de comprar uma hora na tv aberta, mas de algo que gere um impacto em quem você deseja fidelizar.

A vida das pessoas está corrida demais, passamos 98% do tempo (de acordo com as estatísticas da minha vida, não é um dado real) olhando para a tela de um computador ou de um smartphone. Quando temos a chance de vivenciar uma experiência diferente, é o momento que nos tira do habitual. Vamos fazer isso pelas pessoas?

Pense em maneiras de levar sensações e sentimentos diferentes ao seu público. Faça com que a sua marca seja lembrada por ele, por conta de uma emoção gerada. Pode ser através de um vídeo, de uma imagem. A emoção pode estar a um clique do usuário. Faça com que o planejamento também pense no emocional dessas pessoas, porque essa vivência sem dúvidas será muito valiosa. A venda do produto é consequência disso.

http://adnews.com.br/adarticles/aprenda-licoes-de-marketing-com-stranger-things.html

Blowtex traz “Câmera do Beijo” ao Allianz Parque

11 de Julho de 2017  

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Famosa nos Estados Unidos, a “Câmera do Beijo” é uma ação onde no meio dos jogos as lentes televisivas focalizam um casal e os convida a se beijarem. No Brasil ela ainda não é tão tradicional, mas a Blowtex pretende aumentar a popularização da brincadeira a partir desta quarta-feira (12) no Allianz Parque, casa do Palmeiras, direto do clássico contra o Corinthians.

Na ativação trazida pela Estádio TV, empresa do grupo Globo dedicada à criação de conteúdos exclusivos para as arenas que fazem parte da sua rede, e negociada com a agência de marketing esportivo Wolff Sports, a empresa de preservativos patrocinará 120 segundos de casais se beijando a cada partida na casa palestrina.

Com a iniciativa, além da marca comunicar sua assinatura “Atitude é sexy”, a distração nas partidas pretende dar maior visibilidade às ativações em estádios e mostrar o tanto de amor que existe nas arquibancadas.

“É com muita satisfação que apresentamos mais esse contrato em nosso portfólio de cases da Wolff Sports”, afirma Fabio Wolff, sócio-diretor da agência de marketing esportivo. Ele conta que a marca poderá escolher em quais jogos vai realizar a ação, mas, inicialmente, o contrato envolve seis partidas até novembro, apenas de torneios nacionais. “Depois desse período, a marca terá prioridade para ampliar o período do contrato para outros jogos nessa arena”, completa Wolff.

http://adnews.com.br/publicidade/blowtex-traz-camara-do-beijo-aos-estadios-do-pais.html

Hortifruti recupera ação com filmes e cria a Hortiflix

O Hortifruti coloca no ar em março uma nova ação que recupera a campanha “Hollywood” executada em 2008. A rede de hortifrutigranjeiros recuperou as peças que fizeram sucesso e que remetiam grandes filmes do cinema internacional para compor o “Hortiflix”. A brincadeira conta com um hotsite, que está no ar desde o último dia 18, que simula uma plataforma de estreaming de vídeo com todos os cartazes dos clássicos estrelados por frutas, verduras e legumes. O ambiente terá também um espaço para o público interagir e sugerir novas peças bem-humoradas. As sugestões escolhidas serão transformadas em layouts.

A nova versão da campanha vai usar sucessos recentes do cinema em suas peças. Na estreia, em março, dois milhos estão caracterizados como “Os Millions”. O mote da campanha, desenvolvida pela MP Publicidade, é “Aqui a Natureza é Estrela”. O plano de mídia contempla mídia externa, pontos de venda, anúncios em cinemas, redes sociais e blogs patrocinados.

Hortifruti, Cinema, filme, Hortiflix

Por Roberta Moraes | 23/02/2016

http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/35617/hortifruti-recupera-acao-com-filmes-e-cria-a-hortiflix.html

40,5 milhões de usuários brasileiros são impactados por ações no Twitter

No cenário de expansão das ações de marcas no segmento digital no Brasil, o Twitter teve um crescimento da receita de 139% no terceiro trimestre – dados mais recentes divulgados pela empresa – em comparação com o resultado do mesmo período de 2014. A companhia declarou que espera manter uma taxa de expansão na casa de três dígitos em 2016.

Segundo o Twitter, a estratégia de crescimento está baseada em três pilares principais: vídeos digitais, integrações com programas de TV e parcerias comerciais com empresas aproveitando grandes eventos do ano que vem, principalmente as Olimpíadas.

Uma pesquisa da eMarketer de março deste ano confirma a tendência, do mobile mostrando um aumento médio anual de 114% da participação da visualização dos vídeos digitais em dispositivos móveis (celulares e tablets) no mundo entre o início de 2012 e o fim de 2014.

“O Twitter tem uma vantagem natural nesse contexto, uma vez que é uma plataforma de acesso basicamente mobile”, diz Guilherme Ribenboim, vice-presidente do Twitter para a América Latina. “Conseguimos garantir aos anunciantes acesso ao consumidor, via dispositivos móveis, ao longo de todo o seu dia, inclusive no deslocamento de táxi ou ônibus, por exemplo, e não apenas enquanto ele está em casa ou no trabalho, conectado a um computador”, acrescenta.

Considerando todo o ecossistema no Brasil – a plataforma em si e os aplicativos parceiros comercializados pelo Twitter – as ações de marca feitas por empresas no Twitter hoje atingem 40,7 milhões de internautas. Isso significa que mais de 80% dos usuários brasileiros de celulares e tablets são impactados por essas ações.

O Twitter também declarou que trabalha para expandir as integrações que realiza com programas de TV no país em diversas áreas, como com reality shows, telejornais, programas esportivos e novelas. Os formatos tradicionais como a televisão vêm mostrando seu potencial na plataforma. Prova disso é o enorme sucesso que Masterchef, exibido pela Band, teve na rede social.

“Por ser uma plataforma aberta, sem filtro e de conversa em tempo real, o Twitter tem o potencial de viralizar um conteúdo rapidamente, o que é muito importante para o contato entre as marcas e o público. E os programas de TV têm percebido cada vez mais que a interação com o público tem efeitos extremamente positivos sobre a audiência”, diz Ribenboim.

O terceiro pilar de crescimento do Twitter Brasil em 2016 são os grandes eventos previstos para o ano que vem, como Carnaval, eleições e, principalmente, as Olimpíadas.

Estudo feito pela ComScore mostra que o engajamento do público no Twitter em conversas relacionadas a grandes eventos é muito maior que em outras plataformas. No Oscar 2015, por exemplo, o Twitter registrou um aumento de 62% dos minutos gastos por internautas em relação a um dia normal, enquanto as 10 outras principais plataformas registraram alta média de 18%. Já durante o VMA (Video Music Award), que mobiliza mais o público jovem, o aumento no Twitter foi de 32%, enquanto os demais tiveram queda média de 20% dos minutos gastos.

Redação Adnews  – 11/11/15

http://www.adnews.com.br/internet/mais-de-40-milhoes-de-usuarios-brasileiros-sao-impactados-por-acoes-no-twitter

MBA Brasil anuncia plataformas para ativações nas Olimpíadas Rio 2016

A MBA Brasil, agência de comunicação do Grupo WPP especializada em modelos de Marketing Esportivo, anuncia o lançamento de três plataformas para ativações nos Jogos Olímpicos 2016.

A proposta do projeto batizado de Conexões Olímpicas é que as marcas brasileiras possam desenvolve ações para alcançarem diretamente seu público-alvo durante o evento esportiva, que acontece em 2016. Segundo pesquisa realizada pela MBA, o que mais importa, em grandes eventos como este, é a criatividade e uso de plataformas inteligentes para gerar engajamento com os consumidores, e não exatamente ser um dos patrocinadores oficiais.

“Todas as nossas soluções são baseadas em profundas análises e entendimentos de audiência e objetivo de cada marca. Notamos que ser apenas mais um na lista de patrocinadores oficiais de um evento dessa grandiosidade não é mais tão interessante quanto há alguns anos. Pensando em atender a demanda das empresas que não são patrocinadoras do evento, mas buscam formas de se conectar a esse momento único, configuramos três plataformas de ativação para os jogos que têm como foco a criatividade, interação e real engajamento”, comenta Armênio Neto, Head de Esportes da MBA.

A primeira solução oferece a possibilidade de utilizar a plataforma Paralímpica onde é possível fazer parte dos parceiros do Comitê Paralímpico ou mesmo criar campanhas com estratégias personalizadas. Os atletas paralímpicos não costumam ser as grandes estrelas das campanhas e ativações, e há neles um enorme potencial para desenvolver um storytelling emocionante.

Chamada de “My Own Olympic Team”, a segunda plataforma permite que o anunciante crie seu próprio time olímpico. Será possível associar a marca a um grupo de atletas brasileiros, estrangeiros ou de diversas nacionalidades. A solução conta com uma camada de ativação já prevista para contar histórias protagonizadas pelos atletas.

Com a terceira plataforma, anunciantes podem ter a chance de ter o Rei Pelé como embaixador Olímpico. Enquanto os atletas olímpicos não poderão participar de qualquer campanha 15 dias antes dos jogos, 15 dias depois e nem durante os jogos, o Rei Pelé estará disponível para realizar campanhas e ativações durante todo o período.

“Pelé é o maior jogador e atleta de todos os tempos e com um apelo global incomparável, pois ele é amado e admirado por milhões em todo o mundo. O que ele conseguiu no esporte e as contribuições que faz para muitas causas humanitárias demonstra sua importância global. Não há ninguém como o Pelé para quem deseja consolidar e massificar a sua marca”, analisa Neto.

Redação Adnews – 16/11/2015

http://www.adnews.com.br/marketing-esportivo/mba-brasil-anuncia-lancamento-de-plataformas-para-ativacoes-nas-olimpiadas-rio-2016

O segredo do Outback para prosperar na crise

O Outback Steakhouse chega à maioridade no Brasil, em 2015, preparado para encarar novos desafios. E o primeiro é a recessão econômica que vem impactando o food service em todo o país. A queda no faturamento do setor no primeiro trimestre do ano foi de 2,39%, como mostrou estudo do Mundo do Marketing. Na porta do Outback, no entanto, as longas filas de espera permanecem e sugerem que a empresa tenha sido deixada de lado do corte nos gastos das famílias. A rede mantém inalterada, também, a taxa de crescimento de 20% na abertura de novas unidades.

E o destaque não é apenas em relação aos demais restaurantes que atuam no país. As unidades brasileiras são líderes em receita e tráfego no cenário mundial, que reúne quase 1.000 pontos espalhados por 23 países. Nove lojas brasileiras ficaram entre os 10 maiores faturamentos da rede na avaliação do primeiro trimestre de 2015. O líder global de vendas e de público também é daqui: o restaurante do Shopping Center Norte, em São Paulo. O registro reforça como a marca é importante no mercado interno e faz parte do dia a dia dos consumidores, mesmo em tempos de crise como agora.

A marca mantém o atendimento e a experiência como seus principais ativos e, para se comunicar com os consumidores, tem apostado em promoções e em uma estratégia de Marketing com ativações recorrentes. “Mantemos um calendário recheado para trabalharmos ao longo do ano. Estamos atuando de forma intensa, com ativações de relacionamento, oferecendo experiência para que o consumidor possa experimentar um pouquinho do que é o Outback. Até mesmo aqueles que não estão nos restaurantes são impactados com a nossa comunicação por meio das redes sociais. Assim como no primeiro semestre, vamos continuar apostando nos vídeos como mídia para chamar ainda mais atenção dos internautas”, explica a Diretora de Marketing do Outback Steakhouse no Brasil, Paula Castellan, em entrevista ao Mundo do Marketing.

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Pratos compartilhados
O Outback não conta apenas com a sorte ou com um cardápio variado para continuar crescendo a passos largos. Ciente do delicado momento da economia, a rede aposta em pratos diferenciados que podem ser compartilhados como uma opção mais econômica para os consumidores. O modelo consiste na combinação de pedidos campeões de venda em uma só porção, como o Jackaroo Ribs and Steaks, que reúne a costela Junior Ribs, regada ao molho barbecue, e um filet mignon de 220 gramas, coberto de manteiga com um toque de limão. A combinação é servida com batata frita ou outro acompanhamento à escolha do cliente. No menu de bebidas, a rede criou o Margarita Trio, que consiste em três minidrinks que chegam à mesa em um suporte diferenciado. São cinco opções de sabores a serem escolhidos e divididos entre os consumidores.

Além dos pratos pensados para compartilhar com a família ou os amigos, o Outback ampliou o horário promocional. Desde o fim de julho, a Billabong Hour passou a funcionar a partir das 17:00 – antes começava às 18:00 – para atrair os consumidores que querem economizar. Durante o período, que vai até às 20:00, as bebidas custam a metade do valor. “Sabemos que a situação financeira no país como um todo piorou, mas não sentimos isso no nosso resultado. Estamos mantendo e cumprindo as nossas expectativas. Esse é um momento bem delicado, em que precisamos nos manter ainda mais ativos, mais até do que já fomos. Nossos restaurantes são conhecidos por serem um espaços de confraternização, e criamos opções para que todos possam continuar tendo acesso aos nossos produtos e serviços mesmo que não possam gastar tanto”, acrescenta a Diretora de Marketing.

Desde que chegou ao país, em novembro de 1997, quando a primeira unidade foi inaugurada na Barra da Tijuca (RJ), a empresa olha com atenção para os consumidores brasileiros a fim de surpreendê-los em toda a sua jornada no restaurante. Atento às preferências, a rede ampliou o cardápio com o Flatbread (uma espécie de pizza) e Mini Milkshake. Além disso, as quesadillas, que antes só eram oferecidas durante a Billabong Hour, passaram a compor o menu fixo de aperitivos, atendendo a pedidos dos frequentadores.

Atendimento regionalizado
Com um modelo de expansão específico, a rede opta por ter sócios proprietários em seus novos empreendimentos no lugar de abrir franquias. A particularidade permite que os espaços ofereçam um atendimento diferenciado, respeitando as características de que cada região. Com 71 empreendimentos espalhados por 35 cidades, a marca está presente em quase todas as partes do país. Apenas o Norte não foi contemplado com uma unidade até o momento, mas a região está no radar da companhia. Até o fim deste ano, a empresa espera inaugurar mais seis restaurantes em São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

Apesar de manter o padrão de qualidade esperado pelos clientes que já conhecem a forma de atuação da rede, cruzar as divisas entre estados e regiões requer muito mais do que apenas vontade de crescer. “É um desafio, porque fomos para mercados totalmente novos. Por exemplo o Nordeste, onde, como marca, ainda não sabíamos qual seria a receptividade do consumidor, mesmo entendendo que as pessoas conhecem o Outback quando viajam. Por conta disso, há um trabalho muito focado para entender esse cliente e estamos sempre muito perto, ouvindo suas preferências e o que podemos oferecer para melhorar a vida deles. Esse toque de regionalização no atendimento e na forma de ser tem sido garantido pela forte presença dos sócios nesses locais, o que nos traz muitos resultados positivos”, acrescenta Paula Castellan.

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Marca reforça as ações de Marketing
Além de estar de atenta às características locais, a rede criou um plano de Marketing variado, apostando nas datas comemorativas para atrair os clientes. As ações reforçam o perfil comemorativo dos ambientes que remetem à Austrália e oferecem sempre atrativos para que os consumidores busquem o lugar. Em abril, os consumidores foram surpreendidos por uma promoção que os presenteava com a icônica faca utilizada nos restaurantes.

Os clientes que escolheram determinado prato ganharam a peça fabricada pela Tramontina. Em maio, as mães que comemoraram o dia delas nos restaurantes ganharam uma nécessaire. No Dia dos Namorados, a empresa ajudou dois namorados a pedirem suas respectivas parcerias em casamento. A ação serviu também para apresentar a linha de vinhos desenvolvida exclusivamente para a marca.

Em julho, no Dia do Amigo, a rede promoveu uma ação digital e ofereceu gratuitamente o primeiro chope de comemoração à data. A ação resultou em um aumento de 17% no número de clientes em uma segunda-feira. Já os pais que comemoraram o domingo deles em uma unidade ganharam um kit de porta-copos desenvolvidos em parceria com a Coca-Cola.

As ativações, no entanto, não acontecem apenas nas datas especiais. Para atrair os consumidores em dias menos movimentados, como no início da semana, a empresa promove ações nas redes sociais para estimular a visita. Nos dias 10 e 11 de agosto, por exemplo, os frequentadores que apresentaram o post da promoção ao atendente ganharam um upgrade na porção do Kookaburra Wings

Por Roberta Moraes | 12/08/2015

http://www.mundodomarketing.com.br/cases/34240/outback-prospera-na-crise.html

SBT coloca food truck “em chamas” nas ruas de São Paulo

Neste sábado (25) estreia a segunda temporada de “Cozinha Sob Pressão”, reality de culinária comandado pelo chef Carlos Bertolazi.

A área de marketing do SBT e a agência Publicis Brasil criaram duas ações de ativação do programa, que acontecem na cidade de São Paulo durante a semana de estréia. A ideia principal da campanha é fazer com que o público “sinta na pele” o clima da nova temporada do reality.
Um food truck “em chamas”, simuladas por meio de um enorme painel de led, percorre as ruas da capital paulsita, chamando a atenção para a versão brasileira do programa americano “Hell’s Kitchen”.
Ao percorrer as principais vias da cidade, o food truck fará paradas para promover ações junto ao público. Na dinâmica, as pessoas que postarem fotos dentro do caminhão em suas redes sociais, marcando a hashtag “#sobpressão”, serão presenteadas com um sanduíche gourmet.
Além do caminhão “tomado pelo fogo”, a campanha conta com 60 abrigos de ônibus com painéis 3D interativos espalhados pela cidade. Neles, é possível interagir com as facas do chef, que estarão fincadas na madeira, com um convite para pessoas se posicionarem entre elas e tirarem uma foto com a hashtag do programa. Visualmente, a ideia é sugerir que as facas foram arremessadas em direção da pessoa, contornando sua silhueta.
O food truck da campanha circula nesta sexta-feira (24) e no sábado (25), das 15h às 21h. O intinerário completo está disponível no site da emissora.
Redação Adnews – 24 de abril de 2015 · Atualizado às 15h51