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10 dicas para dominar o Tik Tok

O TikTok é a plataforma social que mais cresce. Está rapidamente se tornando uma plataforma social de escolha para os jovens. De fato, a palavra “TikTok” agora é frequentemente usada como verbo por seus usuários, por exemplo, “Vamos TikTok juntos hoje”.

Muitas marcas decidiram que querem ter uma presença no TikTok. No entanto, eles não sabem o que devem fazer. O TikTok é tão novo que muitas marcas e profissionais de marketing ainda não têm certeza sobre sua relevância para eles ou sobre as oportunidades que oferecem.

Demos uma olhada no potencial do TikTok aqui. Oferecemos uma seleção de dicas de estratégia de marketing TikTok que você pode seguir para maximizar seu sucesso de marketing na plataforma.

Dicas de estratégia de marketing TikTok:


Por que as marcas gostariam de ser vistas no TikTok?

As gerações mais jovens são altamente cínicas em relação à publicidade tradicional. Em grande parte, eles deixaram de assistir à televisão convencional, ouvem menos rádio do que os mais velhos e recebem mais notícias pelas mídias sociais do que pelo jornal. Eles usam bloqueadores de anúncios on-line e “sofrem” a cegueira dos banners, tornando inútil muito do marketing on-line mais evidente.

No entanto, muitos deles passam o tempo no TikTok, em média 52 minutos por dia, e notam seus influenciadores favoritos do TikTok. Se qualquer uma dessas estrelas do TikTok recomendasse uma marca, seus seguidores provavelmente tomariam nota.

Muitas marcas já possuem uma estratégia de conteúdo, geralmente incluindo marketing de influenciadores. Portanto, é difícil para eles adicionar influenciadores do TikTok ao seu mix de marketing.


Noções básicas do TikTok

Os vídeos são, obviamente, o coração do TikTok. Mesmo se você pretende usar influenciadores para a maior parte do seu marketing TikTok, ainda deve abrir uma conta para sua marca e usá-la para criar e compartilhar alguns vídeos. Os vídeos do TikTok podem durar até um minuto, para que você possa criar vídeos curtos e rápidos. Isso não significa que você deve simplesmente transferir seus anúncios de televisão de 30 segundos para o TikTok, no entanto.

Você pode gravar seus vídeos no aplicativo ou externamente, enviando-os para o TikTok. Você também pode enviar músicas para adicionar ao seu vídeo. O TikTok fornece acesso direto a muitas faixas de música e possui um banco de dados totalmente pesquisável.

Você pode interagir com pessoas no TikTok com visualizações, curtidas, comentários e compartilhamentos.


Dicas específicas de marketing do TikTok

1. Use Hashtags adequados

Como muitas outras redes de mídia social, os usuários do TikTok contam com hashtags para catalogar seus vídeos e procurar clipes por assunto. Se os usuários clicarem na lupa “Discover” na parte inferior da tela, eles verão uma lista de vídeos classificados por hashtags populares.

Anteriormente, vimos como você pode usar melhor as hashtags no TikTok em nosso  Ultimate Guide to TikTok Hashtags . Alguns dos benefícios para uma marca que usa hashtags do TikTok são:

  • Para ampliar o alcance do seu conteúdo
  • Para identificar concorrentes
  • Para conseguir mais seguidores

Embora você deva incluir hashtags relevantes em seus vídeos, provavelmente evite as hashtags genéricas mais populares. É mais provável que seus vídeos cheguem a um mar de conteúdo. É melhor destacar seus vídeos em categorias um pouco menos populares. Como em todo marketing, você deseja que seus vídeos apareçam visíveis para as pessoas mais relevantes para sua campanha, portanto, não se concentre nas hashtags apenas porque são populares.

Além disso, lembre-se de que este não é o Instagram. Não fique tentado a usar 21 hashtags no TikTok. Fazer isso removerá o efeito de seus vídeos.

2. Siga as tendências atuais do TikTok

Outra maneira de usar hashtags como parte de sua estratégia de marketing é ficar atento às tendências de hashtags. Você pode criar e compartilhar vídeos relacionados a esses vídeos populares.

Lembre-se de que as tendências podem ser rápidas. Acompanhe regularmente as tendências do TikTok e esteja preparado para alterar seu conteúdo para acompanhar a moda.

Se você estiver compartilhando sua versão de um tipo de vídeo popular, não faça apenas uma cópia dos vídeos de todos os outros. Encontre uma maneira de tornar seu vídeo único.

3. Incorpore os influenciadores do TikTok em sua campanha

Não é por acaso que certas pessoas se tornam influenciadoras nas plataformas sociais. Geralmente, eles constroem uma reputação pela qualidade do conteúdo que compartilham. Portanto, vale a pena que a maioria das empresas construa relações de trabalho produtivas com as pessoas que influenciam seus clientes em potencial. Como escrevemos em  Como encontrar influenciadores do TikTok , “o TikTok gerou uma nova geração de influenciadores também; um grupo de pessoas que têm muito mais influência sobre os adolescentes e as adolescentes de hoje do que as estrelas de cinema ou televisão mais convencionais. ” Esses são precisamente os tipos de pessoas que você deseja do seu lado quando realiza suas campanhas de marketing TikTok.

4. Comente regularmente e incentive comentários em suas postagens

Como a maioria das redes sociais, o TikTok suporta o envolvimento frequente do usuário. Os comentários são uma excelente maneira de conseguir isso. Idealmente, você criará conversas com seus clientes em potencial.

O TikTok classifica os comentários pelo número de curtidas que eles recebem, portanto, pense em seus comentários, tornando-os significativos. Evite fazer comentários do tipo “bom vídeo” sem graça.

Da mesma forma, reserve um tempo para assistir aos vídeos de outras pessoas e fazer comentários cuidadosos sobre elas.

5. Post frequentemente

O TikTok é uma daquelas plataformas sociais que recompensam a postagem frequente. Quanto mais vídeos você postar na sua conta TikTok, maior será a probabilidade de você seguir a taxa de seguidores.

Quanto mais vezes você postar, mais simples será para as pessoas encontrarem sua conta e decidirem segui-lo.

6. Use efeitos TikTok em suas postagens

Como você pode imaginar, com milhões de vídeos compartilhados no TikTok, você precisa fazer algo diferente para se destacar da multidão. O TikTok oferece uma ampla gama de efeitos para ajudar nisso. Você os encontrará na guia Efeitos, divididos nas categorias Tendência, Novo, Interativo, Edição, Beleza, Engraçado, Mundo e Animal.

O TikTok inclui um efeito de tela verde, que permite que você use a imagem de sua escolha para substituir o fundo do vídeo, da mesma forma como costuma ver na televisão e nos filmes

7. Faça vídeos interessantes com descrições claras

Os vídeos do TikTok podem durar um minuto. Você não tem muito tempo para transmitir sua mensagem. E faça o que fizer, não apenas envie anúncios flagrantes – mesmo os anúncios oficiais do TikTok devem agregar valor ao seu público.

Você deseja que seus vídeos sejam visualmente atraentes, sem parecer que foram criados por uma agência de publicidade profissional (mesmo que você tenha trabalhado com uma agência para ajudar sua criatividade).

Embora possa haver momentos em que você usará suas descrições como provocações, na maioria dos casos, convém incluir uma descrição clara do que seu vídeo tem a oferecer ao público. Se possível, faça uma redação de tal maneira que as pessoas sintam vontade de comentar.

Escrever uma boa descrição também é essencial para fins de SEO. Em essência, você deseja que o Tiktok saiba sobre o que é o seu vídeo ao indexar o clipe e, esperamos, sugeri-lo ao seu público preferido. Lembre-se de incluir as palavras-chave mais importantes em suas descrições, mas elas precisam fazer sentido e não ser apenas uma coleção aleatória de palavras.

No entanto, você tem apenas muito espaço na tela. Para práticas recomendadas, prepare breves descrições rápidas.

Você pode redirecionar os vídeos que criou para o YouTube, Snapchat, Instagram ou Facebook, mas lembre-se de ajustá-los à limitação de um minuto do TikTok. Verifique se o seu vídeo é adequado para as informações demográficas que você está tentando segmentar no TikTok.

8. Use os anúncios TikTok

O TikTok agora possui um sistema formal de publicidade, facilitando a publicidade na plataforma. Eles oferecem três tipos de anúncios:

    1. Anúncios nativos no feed – estes são os mais próximos de um anúncio tradicional no TikTok. Você pode adicionar links de sites e botões Comprar agora no anúncio. Eles são anúncios ignoráveis ​​e você pode usá-los de várias maneiras.
    2. Anúncios de desafio com hashtag – com eles, um usuário recebe um banner que leva o usuário a uma página de instruções e regras do desafio em destaque. Você pode usá-lo para atingir consumidores específicos.
    3. Anúncios de aquisição de marca – eles usam uma mistura de imagens, GIFs e videoclipes vinculados a uma página de destino ou a um desafio de hashtag.

9. Defina um desafio de hashtag

Um dos tipos de anúncio do TikTok envolve patrocinar hashtags. Os desafios de hashtag são muito populares no TikTok. Eles são uma excelente maneira para as empresas aumentarem o engajamento e o reconhecimento da marca. Você configura um desafio para os usuários que compartilham vídeos tentando o seu desafio.

Um bom desafio de hashtag consegue incentivar a conversa sobre seu produto offline e em outros sites sociais. Até empresas de grandes nomes, como o McDonald’s, se envolveram – em seu desafio #bigmactiktok, os fãs tiveram que selecionar um gênero preferido de canto do Big Mac e depois dançar e gravar um vídeo do canto do Big Mac.

10. Misture conteúdo de marca

Como em todos os programas de marketing social, você precisa equilibrar o tipo de conteúdo que compartilha no TikTok. A maioria dos seus vídeos precisa entreter ou informar seu público. Se você criar um público para esse processo, poderá misturar mais alguns vídeos promocionais.

O usuário típico do TikTok ignora os anúncios, então você precisa primeiro criar sua credibilidade antes de liberar material publicamente flagrante. Muitas empresas descobrem que a melhor maneira de contornar esse desdém pela publicidade é fazer o upload de vídeos mostrando as pessoas que usam seu produto. Por exemplo, você pode fornecer uma série de dicas sobre como obter valor com seu produto ou talvez explicar como usar alguns de seus recursos mais obscuros (e demonstrar quais benefícios eles ofereceriam ao espectador).

Fonte: http://innovationinsider.com.br/10-dicas-para-dominar-o-tik-tok

Brasileiros usarão menos carros. O que os shoppings farão com suas vagas de estacionamento?

Shopping Center
Parece estar escrito nas estrelas que a reinvenção dos shoppings não será tão simples assim. Depois de assistir um dos seus conceitos essenciais, o do centro de compras, ser desafiado pelo crescimento do e-commerce, agora o setor percebe rachaduras em outro de seus pilares. Estou falando do declínio da era dos automóveis.

Interessante estudo global, divulgado no final do ano passado pela Kantar, aponta que, até 2030, os paulistanos reduzirão a utilização de carros em 28%. Por outro lado, pretendem aumentar a frequência de caminhadas em 25% e o uso de bicicletas crescerá 47%. Movimento semelhante acontece em outras cidades, tanto daqui quanto lá de fora.

Muitos são os motivos que conduzem às alterações no padrão de mobilidade urbana. A maior quantidade de pessoas trabalhando remotamente fará com que haja menos deslocamentos por obrigação e mais por prazer. De acordo com a pesquisa, mais de 37% dos entrevistados que ainda dirigem gostariam de deixar o carro em casa, se pudessem. Muitos desses desejam ser passageiros, ao invés de motoristas, para aproveitar o tempo no trânsito fazendo algo útil, o que é um estímulo interessante para os serviços de transporte compartilhado. Isso passa não apenas pelo Uber, mas também por aluguel de carros de curto prazo e aplicativos de caronas. A preocupação com o meio ambiente e a vontade de adotar práticas saudáveis também influenciam esta mudança de comportamento.

É verdade que no ranking de mobilidade urbana, criado pela Kantar, São Paulo ficou em penúltimo lugar, à frente apenas de Nairóbi, no Quênia. Isso significa que ainda temos muito chão pela frente, antes de aposentarmos nossos carrões. Porém, no item ‘usuários conscientes’, que avalia o nível de adesão a transportes pouco poluentes, Sampa ficou no oitavo lugar, mesma colocação do quesito ‘uso de aplicativos para mobilidade urbana’, que abrange desde serviços de navegação e planejamento de rotas, como o Waze e Google Maps, até provedores de compartilhamento de bicicletas e patinetes, passando, claro, pelos aplicativos como 99 e Uber. Em resumo, a mudança pode até demorar um pouco, mas há poucas dúvidas de que chegará mesmo por aqui.

Você pode estar se perguntando: afinal, o que tudo isso tem a ver com shopping centers?

O shopping center moderno foi idealizado, nos Estados Unidos do pós-guerra, tendo em mente principalmente o cidadão que se move sobre quatro rodas. Ainda hoje, da localização ao acesso, passando pela quantidade de vagas de estacionamento, por aqui regulamentada por leis municipais, o automóvel é protagonista na história dos centros comerciais. Além disso, no Brasil, as receitas produzidas pelos estacionamentos respondem por uma parte importante dos resultados do setor.

Por tudo isso, dá para afirmar que a mudança nos meios de deslocamento deve afetar bastante a maneira como as pessoas se relacionam com os shoppings, em especial nos dias úteis – já que o carro tende a ser usado mais frequentemente nas jornadas de lazer.

Atualmente, já estão em posição vantajosa os shoppings que possuem área primária mais densamente povoada, torres de escritórios no entorno e projetos de uso misto em geral, pela chance de contar com fluxo mais intenso durante a semana. Esse cenário tende a acentuar-se nos próximos anos, caso as conclusões da pesquisa da Kantar se confirmem. Também estarão bem posicionados os strip malls, orientados para atender as demandas da vizinhança.

Ao mesmo tempo, estatísticas que apontam para a redução no uso de carros podem embasar os argumentos da indústria de shoppings no sentido de serem revistos os números mínimos de vagas exigidas por lei. Isso liberaria espaço, hoje destinado aos veículos, que poderia ser mais bem aproveitado por outras operações, mais convenientes para os consumidores e mais rentáveis para os shoppings.

Os novos hábitos relativos à mobilidade urbana não surgiram de repente. Os sinais desta tendência já se fazem sentir há algum tempo. Isso significa que os shoppings mais antenados já vêm considerando essa perspectiva em seus planos estratégicos. Para fazer frente a mais esse desafio, portanto, precisarão seguir repensando a oferta de lojas e serviços, investindo em alimentação e lazer, reinventando o relacionamento com clientes e lojistas e, principalmente, criando novas fontes de receitas a partir das lacunas deixadas pelos automóveis, seja na forma de otimização das áreas de estacionamento ou na exploração cada vez maior de parcerias com aplicativos de transportes, locadoras de automóveis, locadoras de patinetes e bicicletas, compartilhamento de carros elétricos, empresas de delivery e outras iniciativas que fogem do uso tradicional desses espaços. Por outro lado, os que ainda não se deram conta do tamanho da encrenca que terão pela frente deveriam começar logo a correr atrás do tempo perdido.

Brasileiros usarão menos carros. O que os shoppings farão com suas vagas de estacionamento?

Starbucks investe em inovação para o futuro focando na conexão humana

No processo de torrefação de café, existe um dispositivo chamado “tryer”. Ele permite que o torrefador verifique o progresso dos grãos e, se necessário, fazer adaptações adequadas.

A palavra – o processo – é rica em possibilidades, assim como o recente laboratório de inovação da Starbucks que compartilha seu nome. O Tryer Center é um centro de criatividade e experimentação. É também uma representação física de uma mudança de cultura que coloca a “ideia em ação em 100 dias”.

O CEO da Starbucks, Kevin Johnson, dividiu o palco do NRF Retail’s Big Show com Stephanie Mehta, editora-chefe da Fast Company. Naturalmente, havia uma prensa francesa na mesa próxima, completada pelo café Jamaica Blue Mountain.

Não importa que a Starbucks seja uma organização gigantesca, com mais de 31 mil lojas em todo o mundo, 400 mil parceiros, que atende a mais de 100 milhões de clientes por semana. A Starbucks, com o veterano da tecnologia Johnson no comando, continua tentando coisas novas.

O trabalho é realizado em equipes pequenas e multifuncionais. Tudo é voltado para o impacto sobre parceiros e clientes. Há uma ênfase no aprendizado, em vez de sucesso ou fracasso. E, no centro de tudo isso, está o foco na conexão humana, mesmo com o crescente uso da IA ​​por meio de sua iniciativa Deep Brew.

“Como seres humanos, fomos criados para interagir uns com os outros”, disse Johnson. “É assim que obtemos energia. É assim que obtemos suporte quando lidamos com adversidades. É assim que compartilhamos alegria e sucesso em nossas vidas. Eu acho que um dos temas comuns daqui para frente é encontrar maneiras de criar conexão humana. Interação humana. O mundo precisa disso”, afirmou o executivo.

Johnson, que passou três décadas em empresas como IBM, Microsoft e Juniper Networks, falou sobre o uso da tecnologia para liberar mais tempo para que os parceiros possam gastar com os clientes. Isso pode significar, por exemplo, manter o inventário ou simplificar a programação da equipe. Pode significar também que os clientes peçam um café com antecedência e busquem com eficiência quando pressionados pelo tempo.

Mas também pode significar que o barista usa um microfone que usa processamento de linguagem natural, permitindo contato visual durante as conversas com os clientes, em vez de ter que olhar para baixo para digitar pedidos.

 

Por enquanto, tudo bem; as conexões com os clientes estão no “nível mais alto de todos os tempos”, disse Johnson, com aumentos nas ocasiões e nos ingressos dos clientes.

A Starbucks conseguiu atrair os melhores e mais brilhantes, disse ele, e isso vem com a visão de cima para baixo. A Deep Brew, por exemplo, permitiu à Starbucks atrair talentos de classe mundial para sua “estratégia digital humana em primeiro lugar”, trazendo aqueles inspirados não apenas pela possibilidade de inovação e pela chance de impactar a humanidade, mas também pela possibilidade de alcance. Considere, por exemplo, o anúncio da empresa de que eliminaria o uso de canudos de plástico até 2020.

“Houve uma resposta massiva nas mídias sociais”, disse ele. “Havia bilhões de pessoas no planeta torcendo por nós para dar esse único passo. Isso me diz que há uma oportunidade de fazer muito mais e é isso que pretendemos fazer”.

Também há muito a ser feito em escala pessoal. A Starbucks se posiciona como um “terceiro lugar” caloroso e acolhedor, um espaço que não seja o trabalho e a casa que oferece chances de compartilhar uma xícara e se conectar.

Desde o início, a empresa buscou “inspirar e nutrir o espírito humano – uma pessoa, uma xícara e uma vizinhança de cada vez”, disse Johnson, citando a declaração de missão da empresa.

E enquanto a companhia de 49 anos olha para o seu iminente 50º aniversário, ele disse: “Realmente estamos olhando e sonhando com o centenário.” Para construir uma empresa que perdura, há duas coisas que a Starbucks tenta fazer: “A número um é ter a sabedoria de perceber o que honrar e preservar do passado: a missão, os valores e a importância da conexão humana… E temos que sonhar ousadamente com o futuro.”

Neste trecho, Kevin Johnson explica como a automação está capacitando os funcionários a se conectarem com os clientes.

Com informações da NRF

Starbucks investe em inovação para o futuro focando na conexão humana

Um novo mindset na moda: menos tendências e mais propósito

Quando falamos em moda, todos nós já aguardamos novidades, referências, uma visão de futuro. A moda é para todos, democrática, futurista, inovadora e lançadora de tendências.

Mas essa percepção vem mudando bem rápido entre as novas gerações. A Geração Z, dos jovens de 18-20 anos, que são reais, espontâneos, engajados, buscam o “ikigai” ou propósito, a verdade deles, dos outros e das marcas que consomem acima de tudo. Eles têm como tendência a não definição, pois, para eles, sempre há um ponto de conexão, ponderação, receptividade e a identidade fluída.

Valores e causas reais que realmente importam para esse novo consumidor geram um checklist para marcas e empresas. E as perguntas que este público faz são: é livre de crueldade? Não usa plástico? Usa material reciclado? Realiza ações sociais junto à comunidade local?

Nesse contexto, vemos a ascensão de novos modelos de negócios como o de consignação. Nos Estados Unidos, a “Rent the Runway” proporciona as suas clientes um sistema de assinatura mensal de roupas em consignação. Você entra na loja com uma roupa e sai com outra. Qual mulher não gostaria de ter um guarda roupa novinho toda semana e que, além de tudo, é sustentável, compartilhado e atual?

Também se fala muito em upcycling. Totalmente diferente da reciclagem, os produtos são feitos a partir do reuso de materiais como peças de roupas usadas ou acessórios existentes. No Brasil, temos um exemplo que é a “Insecta Shoes”, marca de sapatos ecológicos veganos super transados. Os calçados são fabricados com garrafas pet, utilizam borracha reaproveitada e os tecidos e acessórios são de reuso. Reúnem em um só produto os conceitos de reciclagem e upcycling.

Nos Estados Unidos e Europa, grandes marcas como “ASOS” e “Urban Outfitters” possuem linhas vintage e de produtos que foram refeitos a partir de sobras de coleções. E, parece que o sucesso foi tão grande que as marcas estão investindo pesado nessa variável do negócio.

Para quem não está familiarizado ou antenado com essa demanda, fica a dica de sempre pensar se o negócio traz algum benefício para a comunidade local ou meio ambiente, se é sustentável e tem uma comunicação transparente com os clientes

Fachada Ativa, você ainda vai abrir lojas por aqui

Depois de 4 anos desde a sua promulgação, as cidades de São Paulo e Curitiba começam a receber os primeiros projetos incentivados pelo novo Plano Diretor Estratégico (PDE), projetos de edifícios mistos (residencial e comercial em um mesmo empreendimento) e com as chamadas fachadas ativas (espaços de uso não residencial no pavimento térreo abertos à população em geral). O PDE aponta as diretrizes para organizar a ocupação, o desenvolvimento e a expansão urbana de São Paulo pelos próximos 16 anos.

Comum nos anos 60, os prédios com saguão comercial devem voltar a ganhar força, pois o PDE incentiva a prática e prevê descontos para as construções que optarem por planejar os edifícios com a chamada fachada ativa, própria para a instalação de estabelecimentos comerciais.

Além de favorecer a integração das pessoas com as cidades, as fachadas ativas têm o objetivo de aumentar a segurança da região onde são construídas, devido ao aumento da circulação de pessoas no local. Dessa maneira, incentiva a mobilidade urbana, já que ter mais empreendimentos próximos da oferta de transporte público significa mais pessoas morando e trabalhando em locais com facilidade de locomoção pela cidade. Assim, é possível evitar o uso do automóvel.

Um dos exemplos mais conhecidos é o Conjunto Nacional, situado na Avenida Paulista, em São Paulo. Outro caso é o Brascan Century Plaza, no bairro Itaim Bibi, que conta com uma praça de alimentação ao ar livre, complementada por cinema e algumas lojas, livraria e serviços como ótica e agência de viagens. Além do clássico Edifício Copan, na Avenida Ipiranga.

Construtoras que sempre atenderam ao público residencial ou de escritórios como a Gafisa, a Cyrela e a Helbor estão criando departamentos especialmente dedicados para atender lojistas, numa lógica comercial de shopping centers, inclusive migrando muitos profissionais desta área. Praticamente todos os projetos lançados são de uso misto. Um deles, que está sendo erguido pela Helbor, prevê, além de lojas, cafés, restaurantes e conveniência, um cinema. Batizado de Helbor Wide, o projeto fica na Avenida Rebouças, próximo à estação Fradique Coutinho do metrô. O complexo inclui, além de um Hotel Hilton, 339 unidades residenciais com metragens de 35 m² e 55 m², um centro comercial e quatro salas de cinema que serão operados pela Cinemark.

Fachadas ativas, mais uma opção de expansão de lojas para varejistas. Enjoy it!

Havaianas inaugura primeira loja conceito com formato Shopper Mission Lab

A Havaianas reinaugurou sua loja no Shopping Iguatemi Faria Lima com um novo conceito. A chamada Havaianas Lab possui um formato Shopper Mission Lab, voltada para a conexão tecnológica, tendo como foco melhorar a experiência do cliente em todos os pontos de contato durante sua jornada de compra.

O objetivo do estabelecimento é ser uma espécie de laboratório para testar tecnologias. Outra unidade do conceito será inaugurada no início do ano que vem em Carnaby Street, Londres (UK).

A loja contará com telas interativas, provadores inteligentes, check-out móvel, lockers para retirada de compras online e vitrine infinita para compra de produtos disponíveis online. A Havaianas Lab irá promover coleções e ocasiões de uso para o usuário por meio da exposição dos produtos em moodlists. Oferecendo uma curadoria de produtos expostos fisicamente, a loja contará com o portfólio integral da marca digitalmente.

“Queremos ampliar a nossa conexão com o público jovem, e vamos nos comunicar com eles da forma com que ele está acostumado a interagir. Dessa maneira, a loja passa a ser organizada em moodlists, com seções por ocasiões de uso. A ideia é que, ao circular, o cliente descubra, além de novos produtos, inspiração de como usar nossas peças. É uma navegação com foco na descoberta”, explicou a diretora de marketing e inovação Global da Alpargatas, Fernanda Romano.

A nova loja também vai permitir que seja exposta uma coleção completa dos produtos da marca, o que nem sempre é possível no modelo tradicional de PDV. “Agora, o cliente vai ter acesso a modelos-chave na loja e ao restante em vitrines infinitas, graças às tecnologias implantadas. Nossa linha mais urbana vai ganhar novos espaços e itens colecionáveis, como as linhas de licenciados, também. Vamos explorar diferentes ocasiões de uso” explicou Fefa.

“Esses Shopper Mission Labs visam entender e identificar as necessidades dos consumidores da marca, monitorando estes dados, aprimorando os seus processos, formando e capacitando pessoas. Essas lojas laboratórios têm o objetivo de aprender com o consumidor e, a partir daí, realizar a melhor oferta para os seus clientes. Essas experiências sendo aprovadas ganharão outras lojas da rede”, explicou Jean Paul Rebetez, sócio-diretor da GS&Consult.

A Two Design foi responsável por criar o conceito de moodlists no projeto de arquitetura flexível da loja. “Com a mesma lógica de consumo do Spotify, a loja não se divide em masculino, feminino, etc, mas sim em “lists” de moods, como, por exemplo: Brasilidades, Pé na Areia, Sinta o Verão, e por aí vai. Algo que muda a dinâmica de exposição e se encaixa à dinâmica de consumo atual”, disse Erick Machado, sócio e diretor criativo do escritório.

A agência internacional focada em produtos digitais Work & Co também fez parte do projeto, colaborando no desenvolvimento dos conteúdos dinâmicos e interativos da loja. “Num mundo em constante mudança, precisamos evoluir no mesmo ritmo do público. A Havaianas Lab é um espaço físico equipado com experimentos, com o objetivo único de aprender e melhorar a experiência de descoberta, compra, e do relacionamento com o seu público”, destacou Diego Zambrano, um dos sócios da Work & Co. e líder da conta da Havaianas.

Para responder mais rápido às expectativas e necessidades dos seus usuários, essa loja faz parte de um projeto maior do grupo Alpargatas que abre quatro Shopper Mission Labs até o fim do ano em São Paulo, Rio de Janeiro e Londres, em 2020. A companhia desenhou um novo modelo de lojas para as marcas Havaianas, Osklen e Mizuno para oferecer mais experiências e serviços. Os novos pontos de vendas são conectados com novas tecnologias e permitem que a empresa possa escalar inovações de forma acelerada e eficiente.

“A consultoria da Gouvêa de Souza vem ajudando a Alpargatas a entender e identificar as necessidades desses consumidores, a partir de softwares como o Facemedia, onde traduzimos e correlacionamos todos os comportamentos assinalados nessas lojas, traduzindo isso em experiências, em um melhor sortimento de vendas, em formação e capacitação de suas equipes”, contou Rebetez.

América Latina abraça a ideia dos shoppings como espaços de felicidade

Quando profissionais de shopping centers se encontram, seja onde for, a conversa é uma só: as mudanças que acontecem, de maneira cada vez mais rápida, no formato do produto. Não foi diferente na RECON Latin America, mais importante evento do setor no continente, promovido semana passada pelo International Council of Shopping Centers, em Lima, onde fiz uma apresentação sobre tendências do varejo.

Alimentação foi um dos temas mais destacados no encontro. Não por acaso. Números apresentados por Tom McGee, presidente do ICSC, mostram que o gasto dos latino-americanos em comida e bebida consumida fora do lar cresceu mais do que o de produtos e serviços. Mas nem tudo são flores. Durante a apresentação dos colombianos da Rappi foi possível perceber que o rápido crescimento dos serviços de delivery de alimentação pode trazer oportunidades, mas também ameaças para os shoppings.

Tom McGee, presidente do ICSC

Até o mês passado o Rappi já operava na América Latina 213 dark kitchens, cozinhas industriais instaladas em prédios localizados em áreas menos nobres, de onde produz e envia pratos encomendados pelos clientes por meio de seu aplicativo. Até o final do ano estima-se que esse número vai pular para 350. Só no Brasil há hoje 35 dessas cozinhas. As dark kitchens podem concorrer diretamente com as praças de alimentação mas, em tese, atendem prioritariamente clientes que não estariam dispostos a deslocar-se até lá. Neste sentido, os shoppings poderiam dispor de espaços periféricos, no estacionamento ou áreas técnicas, por exemplo, para abrigar dark kitchens e lucrar com a onda.

Quando o assunto foi varejo em shopping, todos os palestrantes concordaram que a hora é das lojas que proporcionam experiências para seus clientes. O futurista do varejo britânico Howard Saunders foi feliz ao definir essas lojas como ‘playgrounds das marcas’, onde os consumidores podem vivenciar um conceito que os aproxima daqueles produtos ou serviços, inclusive em outros canais. O arquiteto uruguaio Gómes Platero recorreu à expressão do escritor Doug Stephens para defender a ideia de haver ‘less stores, more stories’ (menos lojas, mais histórias) nos shopping centers.

Howard Saunders, futurista do varejo britânico

Mas nenhum aspecto foi mais marcante do que a visão do shopping como um equipamento com funções muito mais amplas e abrangentes do que simplesmente reunir boas opções de compra. De acordo com McGee, houve nos Estados Unidos, entre 2000 e 2018, um crescimento de 148% na quantidade de projetos de uso misto, aqueles que envolvem não apenas centros comerciais como ainda escritórios, residências, hotéis, locais de eventos, universidades, clínicas etc.

Nas palavras de Platero, os shoppings serão cada vez mais destinos ‘hipermistos’, vocacionados a proporcionar isso tudo e também momentos felizes aos seus frequentadores. Na mesma direção, Juan José Calle, Superintendente do Jockey Plaza Shopping Center, de Lima, disse que seu objetivo é reproduzir o ambiente de uma cidade onde as pessoas são felizes. Não deixa de ser notável que centros comerciais comecem a assumir plenamente o propósito de estimular a felicidade, tendo o consumo como uma consequência natural desse movimento.

Sem dúvida, a poderosa tendência do ‘Work, Live, Play’ (Trabalhe, Viva e Divirta-se), começa enfim a instalar-se também em nosso continente, influenciando não apenas a arquitetura e o mix de lojas dos novos empreendimentos, como influenciando ainda a transformação dos mais antigos. Nesse cenário, o menos recomendável é fazer mais do mesmo. Inovar é obrigatório.

Pão de Açúcar anuncia novo formato de loja

A loja de número 1 do Pão de Açúcar, inaugurada em 1959  na região do Jardim Paulista, na cidade de São Paulo, será também a primeira unidade a receber a evolução do formato de lojas que a rede apresenta a partir deste mês como parte do aprimoramento da experiência de consumo da marca.

O projeto é resultado direto dos encontros geracionais de cocriação com clientes realizados nos últimos dez meses e também reflete os aprendizados obtidos com as unidades laboratórios do Pão de Açúcar, onde a rede implementou e testou diversas iniciativas sob o conceito “Test and Learn” durante o mesmo período.

O conceito representa, ainda, uma evolução em relação à sétima geração (G7) de lojas do Pão de Açúcar, lançada em 2017, e que apresenta um crescimento de duplo dígito em vendas em na comparação com as unidades que ainda não foram revitalizadas.

“Queremos proporcionar uma experiência de compras cada vez mais satisfatória, fluída e prazerosa. Por isso, construímos com os nossos clientes e colaboradores este novo modelo que evolui e expande a sétima geração de lojas do Pão de Açúcar. São novos olhares de quem está todos os dias consumindo em nossas lojas e, por isso, são absolutamente importantes para a cocriação deste e de nossos próximos projetos”, explica o diretor executivo do Pão de Açúcar, Laurent Maurice Cadillat.

O novo modelo de loja está baseado em quatro pilares que redesenham completamente a experiência de consumo: experimental, exclusivo, social e fluído. Os conceitos trazem um layout que revitaliza o fluxo, reforça a integração de transformação digital ao processo de compra, valoriza espaços verdes e as seções de produtos sustentáveis, além de ampliar o sortimento de produtos premium e trazer a criação de espaços de convivência com produtos prontos para o consumo.

A reinauguração da unidade Jardim Paulista inicia, também, um plano de revitalização, que inclui cerca de 20 lojas dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, além do Distrito Federal, e deve ser concluído até o fim deste ano.

Dentro do pilar Experimental, estarão abarcadas todas as iniciativas executadas sob o conceito “Test and Learn”, mantendo viva a característica de unidade laboratório que permeou o projeto até aqui e com a continuidade de lançamentos de novos produtos, serviços e conceitos inovadores para avaliação de viabilidade comercial e operacional.

Com o vértice Exclusivo, o Pão de Açúcar reforça o seu pioneirismo em produtos que são vendidos somente nas lojas da rede e continua trazendo tendências mundiais de consumo, seja por meio de grandes marcas nacionais e internacionais, ou foodtechs que desenvolvam produtos diferenciados e inovadores.

O pilar também reforçará os produtos de Marcas Exclusivas, como Taeq, Qualitá, Casino e Club des Sommeliers, trazendo cada vez mais novidades e agregando qualidade a preço competitivo.

Já o conceito Social está diretamente ligado a novas experiências de convivência para o momento de compras, como a completa reformulação do Espaço Café, que agora conta com espaços internos e externos e um cardápio completamente reformulado repleto de soluções prontas para o consumo imediato ou para viagem.

Por fim, o pilar Fluído agrupa todas as tecnologias que permitem otimizar a experiência de compras, a exemplo do Scan&Go, modelo de pagamento sem filas, que permite ao consumidor realizar compras sem passar pelos caixas e Self Checkout (ou “autoatendimento”), entre outras modalidades avaliadas sob o conceito de Test and Learn nos últimos meses.

“A inovação está totalmente conectada à história do Pão de Açúcar. Há mais de 20 anos, fomos a primeira rede a atuar com e-commerce, quando a internet ainda engatinhava no Brasil, e a ofertar produtos orgânicos em nossas lojas – hoje uma tendência crescente de consumo. Nos últimos meses, temos apertado o passo para entender como podemos evoluir a experiência de compra de nossos clientes com ainda mais foco dentro do conceito de omnicanalidade, para que ele possa consumir da maneira como, onde e quando quiser”, analisa Cadillat.

“A reinauguração de nossa primeira loja simboliza esta evolução para um novo formato das lojas do Pão de Açúcar, onde os pilares da tecnologia, produtos premium, saudáveis e praticidade estão alinhados para proporcionar uma experiência completamente nova aos nossos consumidores”, complementa o executivo.

Com a reinauguração, a loja 01 do Pão de Açúcar passa a ser o modelo referencial para as próximas unidades da rede, com o rollout de suas inovações para todas as próximas reformas. “A nossa primeira loja, a partir de agora, cria um novo modelo às próximas aberturas e mantém viva a característica de inovação que acompanha a história do Pão de Açúcar, recebendo continuamente novidades para que possamos continuar testando novos formatos e soluções diariamente”, detalhe Cadillat.

Centauro lança novo modelo de loja voltado para experiência

A Centauro lançou um novo modelo de loja e está remodelando suas unidades. A loja do Shopping Ibirapuera foi inteiramente transformada, para o modelo chamado Geração Cinco (G5), voltado para a experiência do consumidor e ao oferecimento de serviços personalizados. O espaço possui 1.137 m² e passou a servir como um hub do esporte, promovendo ações em conjunto com marcas parceiras. O objetivo da loja é valorizar o relacionamento com todos os clientes e, principalmente, com a população local.

A loja possui provadores Inteligentes, que permite que as peças escolhidas pelo cliente sejam identificadas e, por meio de uma tela, disponibiliza informações sobre os produtos. Com isso, o consumidor pode solicitar outro tamanho ou até mesmo receber recomendações de artigos similares sem sair da cabine.

O caixa da unidade é móvel. Os consultores da loja podem finalizar a compra dos clientes em qualquer lugar das novas lojas, não sendo necessário pegar filas. Os totens com tablets também permitem acesso a uma infinidade de itens, que podem ser solicitados para entrega em casa ou retirada em loja.

A nova loja possui lockers para a retirada de compras online. Ao comprar um produto no site e optar por retirar o mesmo na loja, o cliente recebe um e-mail com um código e número do locker. O mesmo deverá ser usado para abrir o armário no qual estará guardada sua compra. Dessa forma, o consumidor retirará seu produto rapidamente na loja, evitando filas e economizando tempo.

Na Centauro é possível testar bikes e identificar o tipo ideal de acordo com as preferências e características. A experimentação está dividida em duas fases: testas as bikes nas próprias lojas e, em seguida, escolher a bicicleta ideal em uma tela interativa.

É possível também experimentar calçados. Os tênis podem ser provados em uma esteira conectada a telas que simulam circuitos de corrida do mundo todo, permitindo ao cliente testar pisadas e encontrar o modelo ideal para sua atividade.

Em um dos ambientes das novas lojas, a Centauro passa a oferecer mais opções de personalização, além da já tradicional estamparia de camisas de futebol, agora com a customização de chuteiras.

As novas lojas da rede atuarão como um hub de entretenimento, recebendo uma série de eventos em conjunto com marcas parceiras, além de realizar transmissão de jogos ao vivo, aulas, workshops, valorizando o relacionamento com todos os clientes e, principalmente, com a comunidade local.

Ao unir produtos, informação e serviços em um único lugar, os consumidores terão acesso a experiências diferenciadas, por meio das tecnologias. A loja conta com 25 colaboradores, que estarão prontos para atender e auxiliar os clientes nessa nova jornada, além de mais de 30 mil itens disponíveis, entre calçados, acessórios e vestuários.

KitKat Chocolatory chega ao Brasil

Sonhos se tornam realidade. A marca número 1º de Chocolates da Nestlé no mundo, KitKat anuncia a chegada da primeira flagship KitKat Chocolatory da América Latina.  Não querendo ser chata nem nada, o lugar escolhido não poderia ser melhor!  O projeto escolheu a metrópole mais populosa e movimentada latino-americana, São Paulo.O espaço localizado na Zona Sul da cidade no Shopping Morumbi oferece uma verdadeira experiência omnichannel, composta por três componentes que se conectam com o consumidor atual: Físico, Humano e Digital, fazendo de tudo para conquistar os millennials.

Os produtos na loja trazem KitKat nunca vistos no país e também chocolates exclusivamente pensados para o público brasileiro. Além desses produtos você ode criar um KitKat só seu, onde cada peça pode ser personalizada ao seu gosto e completam as experiências, aguçando todos os sentidos por meio de cores, aromas, sabores e texturas. O espaço foi inteiramente criado pensando na valorização da experiência pessoal dentro do ambiente.  Dessa forma, cada consumidor pode criar uma experiência diferente no local e criar seu próprio Break. Não pode ser esquecido é que a loja é totalmente instagramável. Você não pode perder a oportunidade de tirar fotos carismáticas e divertidas nesse mundo de KitKat. 

A loja foi criada com diferentes interações digitais, que permeiam toda a jornada do consumidor. Há desde jogos de VR, filtros com Realidade Aumentada via Snapchat, Vending Machine com game e espaços instagramáveis – eles podem ser aproveitados juntamente com um Snap Code, no qual os consumidores acessam um filtro exclusivo da marca KitKat via Snapchat.

 

“KitKat Chocolatory é um projeto global da Nestlé, lançado há cinco anos e sucesso nas grandes capitais em que está presente, como Tóquio (Japão), Melbourne (Austrália), Londres (Inglaterra) e Toronto (Canadá). Aqui no Brasil, estamos trazendo vários dos sucessos desses mercados e muitas outras novidades, que darão a oportunidade a cada visitante de ter tanto um produto, quanto uma experiência única com a marca”, destaca Leandro Cervi, Head de Chocolates da Nestlé Brasil.

As embalagens especiais, somando um sem número de combinações entre elementos avulsos e kits, foram desenhadas pela agência CBA B+G. “O grande desafio desse projeto foi conseguir criar linguagem e repertório suficiente para diferenciar as centenas de novas embalagens com sabores exclusivos da marca global KitKat Chocolatory, surpreendendo o público fiel e sedento por novidades. Ao total, foram mais de 120 variedades”, destaca Luis Bartolomei, sócio e head de criação da CBA B+G .

Confira todas as novidades como:

Crie o seu KitKat

O consumidor pode escolher entre recheios e toppings para montar o seu próprio KitKat. São mais de mil combinações possíveis. Quase um churros.

 

PICK & MIX

O consumidor poderá escolher entre os 17 sabores inéditos exclusivos, vendidos em formato 2 fingers em embalagens personalizadas. Alguns exemplos são: Pistache, Menta, Banana, Goiaba e Churros. As opções são vendidas no formato Caixa Bowl podendo ser selecionados até 10 sabores ou Lata Personalizada com impressão a laser com 20 sabores.

Caixa Bowl – Escolha 10 sabores

 

 

Lata Personalizada – Escolha 20 sabores

 

 

KITKAT DIGITALLY PRINTED

Você pode imprimir a imagem que você quiser em cima do seu KitKat 4 fingers.  A loja brasileira é a primeira a trazer essa tecnologia e eles utilizando cores naturais e comestíveis.

 

KITKAT Chocolatory

Localização: Shopping Morumbi 

Criação do Willy Wonka? KitKat Chocolatory chega ao Brasil