Arquivo da categoria: Marketing Storytelling

Storyselling: como e por que fazer?

O storyselling pode aumentar suas vendas de forma significativa – e não tem nada de difícil nisso

Algum tempo atrás, as empresas estavam preocupadas com que seus clientes soubessem o preço e os diferenciais dos produtos que eles potencialmente comprariam.

Com o tempo, essa percepção mudou. Não por isso, novos conceitos dentro do universo do marketing digital surgiram, como o próprio marketing de conteúdo e mesmo o storytelling. Agora, no entanto, se há um conceito em alta, ele se chama storyselling.

A troca da letra “t” pelo “s” diz muito mais do que imaginamos: enquanto no storytelling as empresas estavam preocupadas com a conexão do possível cliente com a marca, no storyselling elas precisam estar focadas também na tentativa de estimular uma compra.

No storyselling – um estilo de técnica e escrita – é preciso atrair o cliente de forma orgânica e natural, apresentando as melhores qualidades de seu produto, bem como seus benefícios. Você não divulgará apenas as vantagens, mas criará um conteúdo cativo para demonstrar estas vantagens, sem ser “chato” e, mais, sem “incomodar” seu possível cliente em um mundo cheio de concorrência.

Mas, e aí, por que você deveria fazer?

A primeira razão é a humanização da marca. Quanto mais bem construída a história, mais chances você tem de prospectar seu cliente e fazer com que ele pare para entender e conhecer seus produtos. Sendo assim, terá mais chance de fazer com que a história esteja próxima à realidade do leitor.

Ao passo que humaniza, você também consegue despertar emoções outras do seu cliente. Quando pensamos em um conteúdo exclusivamente técnico e prático, sabemos que as emoções não serão captadas e que, muito provavelmente, a comunicação não será satisfatória – ainda que eficiente no sanar as dúvidas, por exemplo.

Mais do que tudo dito, o storyselling também pode servir como uma alternativa de ouro, visto que não necessita de grandes investimentos. É simples e prática; te diferencia da concorrência e ainda ajuda a impactar positivamente seus clientes e te faz relevante no mundo digital.

Erick Custódio é CEO e fundador da Agência Somma – 16/06/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/06/16/storyselling

As 10 lições que Madame C.J. Walker nos ensina sobre Marketing

Madame CJ Walker é considerada a primeira mulher negra que enriqueceu por conta própria nos Estados Unidos. De uma simples lavadeira de roupas, ela se tornou milionária desenvolvendo e criando produtos para cabelo

Se você trabalha com marketing e ainda não viu Self Made, precisa imediatamente parar tudo e assistir à série. Em termos de aprendizado sobre marketing, é um material bastante colaborativo e que traz muitos ensinamentos que podem ser aplicados pelos profissionais da área. Os resultados, sem dúvida nenhuma, serão ainda mais assertivos se algumas práticas forem seguidas. Vale lembrar, que ela se passa entre 1890 e 1915, quando o termo marketing nem sonhava em existir, mas Madame CJ Walker já usava técnicas, que depois, ficariam conhecidas como Storytelling, por exemplo.

Aproveito, neste artigo, para compartilhar alguns pontos que a meu ver foram marcantes e acredito que serão de grande valia para suas futuras ações de marketing:

O seriado

SELF MADE é uma séria baseada na história de Sarah Breedlove (foto) que estreou no NETFLIX em Março de 2020. Sarah Breedlove (1867-1919), nome de batismo da futura “Madam C..J. Wlaker”, nasceu 2 anos depois que a escravidão havia sido abolida no Estados Unidos, sendo a primeira dos 5 irmãos, a nascer depois da abolição. Sarah conheceu e se casou com Charles Joseph Walker, publicitário e desenhista. Foi das que surgiu seu nome: C.J.Walker.

Madame veio depois, graças a uma briga com sua rival, Addie. que é quem cuida de Sarah e ensina sobre o medicamento para cabelos.

Sarah tem mais sucesso que Addie, que por ciúmes tenta acabar com a rival. Nessa briga, Addie, tenta menosprezar Sarah a chamando de madame, mas Sarah, já como CJ Wlaker, decide adotar o madame.

Madame CJ Walker é considerada a primeira mulher negra que enriqueceu por contra própria nos Estados Unidos. De uma simples lavadeira de roupas, ela se tornou milionária desenvolvendo e criando produtos para cabelo da mulher negra. Octavia Spencer é a atriz que dá vida a C.J.Walker na série. Aliás, que show que a atriz dá!

Empreendedorismo na veia

Dizem que todo o empreendedor cria uma empresa para resolver um problema, que muitas vezes, é o seu problema ou algo que identificou no mercado. No caso da Sarah, ela enfrentava muitos problemas com o seu próprio cabelo e entendeu que, muitas mulheres negras poderiam passar pelo mesmo problema.

Como a escravidão nos EUA havia acabado a poucos anos, os negros tinham pouco tempo de liberdade e só conseguiam empregos que pagavam muito pouco, logo, vender produtos para negros não será tão promissor, além, claro, do alto preconceito que existia com os negros naquela época.

Quando Sarah se conectou as pessoas então?

Enquanto a Sarah gritava os apelos básicos, nenhuma mulher parava perto de sua pequena barraca. Era gritos aos ventos, porém, depois algum tempo, uma jovem pararam, dizendo já ter ouvido falar daquele produto e queria saber mais. Quando essa jovem para em frente a Sarah, outras instintivamente se viraram para saber o que estava acontecendo, mas ainda sem muito interesse, porém a atenção havia sido chamada.

Lição 01: Sarah um dia, resolveu arriscar. 

Você jamais saberá se é bom em alguma coisa, se não testar. Sem Addie saber, Sarah testou seu poder de vendas. Testou apelos para chamar a atenção, até que achou o que tocava o coração das pessoas. Lição: Empreendedorismo.

Lição 02: Histórias vendem mais do que anúncios aleatórios.

Quando chegou a feira, Sarah começa a gritar apelos que não se conectam com as clientes. Coisas como “você tem caspa”? Ou “quer ter um cabelo bonito” apelos que não dizem nada.  Quando ela começa a contar a sua história, o jogo muda. Lição: Storytelling.

Lição 03: Sarah empodera a cliente

Ela não diz que aquele elixir, seu medicamento, é um milagre, mas que o que ele fará na autoestima da mulher. Ela conquista o coração da cliente e não o seu bolso. Hoje, muito se fala em não vender produto, mas sonhos. Ela fez isso em 1890! Lição: Emponderar.

Lição 04: Co-criação

Sarah traz a sua filha como teste e ouve o que a filha quer no produto para ter o cabelo bonito e poder se divertir dançando com seu namorado. Sarah entende que seu produto traz felicidade, além de empoderamento, para as mulheres. Lição: Co-criação.

Lição 05: Sarah entende que as mulheres não querem ser como Addie

As mulheres querem ser o que elas quiserem ser! A mulher negra não quer ser uma branca linda, ela quer ser uma negra linda. O erro de Addie era achar que a mulher negra queria ser como ela, que era uma mulher branca, Madame CJ Wlaker entendeu e trabalhou isso. Lição: Pesquisa de comportamentos.

Lição 06: Posicionamento de marca

Sarah entende o perfil da sua consumidora, e então ela posiciona a sua marca em um mercado que não havia sido explorado, mas com enorme potencial, de empoderar as negras, esse era o diferencial da sua marca. Não era vender produto, era vender a oportunidade. Lição: posicionamento de marca.

Lição 07: Promessa clara de marca

C.J.Walker, constrói uma empresa baseada no que a marca poderia oferecer pelas mulheres, uma promessa clara e direta. Não era ter um cabelo bonito, mas sim, ter uma melhor auto estima, por ter um cabelo bem tratado e com isso conquistar seus sonhos. Lição: Promessa.

Lição 08: Propósito de marca vale mais que o produto.

Graças a esse propósito, Madam treina um verdadeiro exército de mulheres, que distribuídas pelos Estados Unidos começam a oferecer o seu produto. Já começava pelo exemplo: mulheres que vendiam o produto, já eram mulheres que tinham a sua independência financeira e poderiam realizar seus sonhos. Lição: Propósito claro e aplicado.

Lição 09: Missão da empresa é clara e executada

Quando houve um pequeno conflito na convenção de vendas da marca, na casa da Madame CJ Wlaker, ela aplica o propósito quando essas reivindicam algo que poderia prejudicar a vida de cada uma delas. A missão de ajudar as mulheres se mantém durante uma crise. Lição: Missão clara da empresa.

Lição 10: História do fundador

Ela era, até então, a sua própria marca, que anos depois, virou C.J.Walker.  Isso faz sentido para a empresa quando a marca é o reflexo do seu, ou sua, fundador(a). Lição: Verdade.

Aprendeu?

• Marketing não é só mídia.

• Marketing não é só Redes Sociais, Inbound, Google e influenciador.

• Marketing é saber como construir uma marca com pilares sólidos e claros.

• Marketing é entender o que as pessoas querem e como a empresa pode resolver seu problema.

• Marketing é inovar, é testar, é pesquisa.

• Storytelling é uma excelente ideia para a sua marca

Felipe Morais – 26/10/2020 – https://www.mundodomarketing.com.br/artigos/felipe-morais/38921/as-10-licoes-que-madame-cj-walker-nos-ensina-sobre-marketing.html

Papo reto, direto com o consumidor

Durante muitos anos, ao apoiarmos indústrias na aproximação de suas marcas com os consumidores, invariavelmente desenvolvíamos o melhor formato de loja que traduzisse a proposta de valor da marca e seu posicionamento. A loja sempre foi o ponto de contato mais eficiente para a marca se relacionar com o público alvo, criar uma experiência imersiva de compra, estabelecer uma confiança no relacionamento, controlar sua oferta e captar importantes informações sobre os hábitos dos seus clientes e reaplicá-las em seus negócios.

Esse artigo trata justamente sobre a rápida mudança de hábitos e as novas oportunidades que as marcas têm para chegar até o seu consumidor.

O papel da loja sofre uma mudança definitiva quando a relação de fidelidade que os consumidores tinham com um canal de vendas ou com um formato específico, acaba.

 Como consequência, a estratégia para uma marca ir ao varejo deve levar em conta um hábito de consumo mais plugado, diversificado, mais exigente e agnóstico do canal do que nunca. A sedução do contato direto, sem intermediários, a qualquer momento e lugar, promovido pelo desenvolvimento tecnológico, exige respostas ágeis das marcas e reduz as barreiras de entrada de novos competidores que criam novos modelos de negócio, aumentando a competitividade do mercado.

Neste cenário de absurda rapidez de transformação de consumo, existem 3 tipos de marcas:

  • marcas tradicionais que estão buscando agilidade e que, muitas vezes, o peso, a lentidão e os processos de suas corporações não permitem atuar na velocidade correta;
  • marcas que não estão enxergando essa transformação. Essas, porém, não terão vida longa;
  • as novas marcas que já nascem com um mindset moderno, que estabelecem um papo direto e reto com seus consumidores.

As marcas iam ao varejo em busca de um contato mais próximo com quem consome. Hoje, elas podem ir diretamente ao consumidor, sem que isso signifique o fim do varejo.

Nos últimos anos, surgiu um novo termo para definir as marcas que já nascem digitais, que dialogam diretamente com seus clientes, têm presença física no varejo, mas não fazem distinção entre os canais. São as DNVB, Digitally Native Vertical Brands, ou, numa tradução livre, Marcas Nativas Digitalmente Verticais.

No varejo, é fundamental enxergar o cliente como único, independente do canal de contato. Como uma resposta clara à essa necessidade, as DNBVs são um só negócio, um só canal vertical de contato direto da marca com seu consumidor. Integrando o ON e OFF, se valendo de todos os benefícios de inteligência de dados que esse modelo permite.

O que caracteriza uma DNVB:

  • O principal meio de interação,  transação e storytelling para  os  consumidores é através da internet e se valem de muita tecnologia no seu modelo de negócio;
  • A DNVB  é  maníaca  pela  experiência  e  intimidade  com  o  A  experiência  se  sustenta  em  três  pilares:  produto  físico,  experiência  digital (com utilização de dados para criar intimidade com o consumidor)  e  atendimento  ao  cliente;
  • A DNVB  raramente  opera  APENAS  em  canais  digitais, estendendo sua atuação para o off-line através de varejo físico estimulando a experimentação com lojas próprias e parcerias exclusivas com grandes varejistas;
  • São marcas verticais. O nome da marca é o mesmo no digital (em seu site, e e-commerce) como no seu produto físico.

Que fique bem claro: apesar de serem comercializadas prioritariamente pelo digital, as DNVB, como definição, NÃO SÃO um e-commerce. O canal digital é apenas uma camada de ativação comercial e não seu ativo principal. A marca é.

Quem desenvolveu o termo DNVB foi Andy Dunn, que, em 2007, criou a BONOBOS, uma legítima marca digital vertical de moda masculina que quando surgiu confundia-se com um showroom e, recentemente, foi comprada pelo WalMart por US$ 310 milhões. Há quem diga que a ida de Andy Dunn para dentro do gigante varejista ajudará a empresa a acelerar sua transformação digital.

Novas marcas que conversam verticalmente com seus clientes estão crescendo e ganhando o mercado:

  • Warby Parker revolucionou a forma de comprar óculos. Hoje vale mais de um bilhão de dólares e tem mais de 65 lojas físicas;
  • Dollar Shave, startup que incomoda a gigante Gillette, foi comprada pela Unilever por U$1 bilhão;
  • Casper, fundada em 2013, vende colchões e travesseiros em caixas entregues diretamente na casa dos seus clientes. Tem hoje cerca de 13 lojas e pretende abrir 200 lojas físicas nos próximos 3 anos. Está revolucionando um mercado “adormecido” do varejo de colchões americano e serviu de inspiração para a brasileira Zissou.

O desenvolvimento e amadurecimento das DNVBs podem ajudar, e muito, tanto as indústrias tradicionais a repensarem sua forma de chegar ao seu consumidor, como oxigenar o modelo desgastado de varejo puramente baseado em lojas físicas.

ProXXIma – 21 de setembro de 2018 – Por Alexandre van Beeck

https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/how-to/2018/09/21/papo-reto-direto-com-o-consumidor.html

Hering inaugura loja conceito no Shopping Morumbi, em São Paulo

Foi inaugurado no Morumbi Shopping, em São Paulo, a Hering Experience, loja conceito da marca de roupas. O objetivo do local é colocar a relação com o consumidor em primeiro lugar, destacando o storytelling da marca. A tecnologia é usada para oferecer facilidades e fortalecer esta relação. O espaço proporciona uma experiência interativa, com funcionalidades de serviços e personalização.

A loja conceito foi pensada para que o cliente seja o protagonista. Na vitrine, ele pode interagir e tirar fotos, o que também é possível nos outros ambientes Instagramáveis da loja. O espaço “Do seu jeito” é dedicado para a escolha de estampas exclusivas para imprimir nas camisetas, que ficam prontas na hora, em um processo que deve durar cerca de cinco minutos. Em frente ao ponto de venda, uma televisão disponibiliza conteúdo personalizado.

No provador, o consumidor tem toda a coleção disponível para consulta em uma tela touch screen, por meio da qual pode descobrir quais são as peças que podem ser combinadas com a que está sendo provada. Se ele quiser novas peças ou tamanhos, a solicitação pode ser feita ao vendedor sem sair da cabine.

Para o Diretor de Negócios Hering, Thiago Hering, o novo espaço quer ampliar a experiência de compra: “usamos a tecnologia como instrumento de otimização desta loja conceito, onde o consumidor está no comando de tudo. Ele define como quer conhecer os produtos, analisar suas combinações e até como comprar”.

O local abriga sensores que identificam as preferências de maneira personalizada e outras funcionalidades de gadgets estão espalhadas pelo espaço. “Mais do que disponibilizar a facilidade para nosso público, queremos conhecê-lo ainda melhor e valorizar – cada vez mais – nossas relações”, destacou Hering.

A loja do Morumbi Shopping segue o conceito omnichannel. “A Hering Experience concentra diferentes modelos de canais de venda em um único espaço. Nesta loja, é possível fazer compras e receber os produtos em casa, ou retirar em um locker o que foi comprado pelo site”, disse o diretor.

Algumas funcionalidades do local são invisíveis aos clientes, mas facilitam o trabalho e administração da loja, auxiliando o time do ponto de venda a oferecer sua melhor performance. O estoque, por exemplo, estará bem abastecido e com o sortimento de acordo com a demanda, já que as etiquetas RFDI atualizam automaticamente o sistema sobre a venda e avisam que a peça já não está mais disponível. A equipe também tem à disposição um dashboard que, baseado na disposição dos produtos, sinaliza as áreas quentes e frias em vendas da loja, segundo o interesse dos clientes; os sentimentos dos visitantes em relação às peças, por meio de análise facial, e traça o perfil dos visitantes da loja, o que pode orientar estratégias de disposição das peças.

Muitas das tecnologias usadas na loja são nacionais e foram desenvolvidas por statups apoiadas pela companhia. A ICXLabs, por exemplo, desenvolveu o espelho interativo, que permite navegar no catálogo de produtos escolhendo modelos e variações de cores disponíveis.

A Hering planeja expandir o conceito da Hering Experience, ou parte de suas funcionalidades e sistemas pontuais, para outras lojas próprias e franquias em breve

Catupiry lança loja conceito “Empório Catupiry”

A marca Catupiry inaugurou o Empório Catupiry, localizado na Avenida Rudge, 218, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo. O espaço recebeu um novo conceito, mais moderno e aconchegante, com o objetivo de atender o cliente em todas as ocasiões de consumo do dia.

A loja tem 146m² e 69 lugares e funcionará de segunda a sábado. Nela, os clientes poderão tomar café da manhã, almoçar e tomar o café da marca. Em todas as refeições são servidos salgados e doces, todos feitos com Catupiry. No local o cliente também pode comprar os produtos da marca e encontrar alguns itens exclusivos, que só são vendidos ali, como ecobags, canecas, aventais, porta-copos, bolsas térmicas, entre outros.

“2018 foi um ano muito relevante para nós em relação as ações estratégicas que fizemos em trade, marketing e com a imprensa. Além disso, tivemos a expansão do nosso portfólio de produtos, um dos fatores para o crescimento de 10% no volume de vendas comparados com 2017. A inauguração do Empório Catupiry® veio para fechar o ano com chave de ouro, estamos muito contentes,” disse Manoela Leiro, diretora comercial, trade e marketing da Catupiry.

O modelo de loja conceito deverá ser expandido para outros pontos em São Paulo, em 2019.

“Estamos analisando internamente quantas lojas abriremos no próximo ano e temos sim a intensão de franquear os Empórios Catupiry no futuro, só não decidimos ainda quando será”, explicou Manoela.

Para este projeto a marca contou com a parceria de duas grandes empresas.  Todo o conceito, arquitetura e design do Empório foi desenvolvido pelo Estúdio Jacarandá e a Orbitha Construtora foi responsável pela demolição da antiga loja chamada “Delícias Catupiry” e a construção do “Empório Catupiry”.

América Latina abraça a ideia dos shoppings como espaços de felicidade

Quando profissionais de shopping centers se encontram, seja onde for, a conversa é uma só: as mudanças que acontecem, de maneira cada vez mais rápida, no formato do produto. Não foi diferente na RECON Latin America, mais importante evento do setor no continente, promovido semana passada pelo International Council of Shopping Centers, em Lima, onde fiz uma apresentação sobre tendências do varejo.

Alimentação foi um dos temas mais destacados no encontro. Não por acaso. Números apresentados por Tom McGee, presidente do ICSC, mostram que o gasto dos latino-americanos em comida e bebida consumida fora do lar cresceu mais do que o de produtos e serviços. Mas nem tudo são flores. Durante a apresentação dos colombianos da Rappi foi possível perceber que o rápido crescimento dos serviços de delivery de alimentação pode trazer oportunidades, mas também ameaças para os shoppings.

Tom McGee, presidente do ICSC

Até o mês passado o Rappi já operava na América Latina 213 dark kitchens, cozinhas industriais instaladas em prédios localizados em áreas menos nobres, de onde produz e envia pratos encomendados pelos clientes por meio de seu aplicativo. Até o final do ano estima-se que esse número vai pular para 350. Só no Brasil há hoje 35 dessas cozinhas. As dark kitchens podem concorrer diretamente com as praças de alimentação mas, em tese, atendem prioritariamente clientes que não estariam dispostos a deslocar-se até lá. Neste sentido, os shoppings poderiam dispor de espaços periféricos, no estacionamento ou áreas técnicas, por exemplo, para abrigar dark kitchens e lucrar com a onda.

Quando o assunto foi varejo em shopping, todos os palestrantes concordaram que a hora é das lojas que proporcionam experiências para seus clientes. O futurista do varejo britânico Howard Saunders foi feliz ao definir essas lojas como ‘playgrounds das marcas’, onde os consumidores podem vivenciar um conceito que os aproxima daqueles produtos ou serviços, inclusive em outros canais. O arquiteto uruguaio Gómes Platero recorreu à expressão do escritor Doug Stephens para defender a ideia de haver ‘less stores, more stories’ (menos lojas, mais histórias) nos shopping centers.

Howard Saunders, futurista do varejo britânico

Mas nenhum aspecto foi mais marcante do que a visão do shopping como um equipamento com funções muito mais amplas e abrangentes do que simplesmente reunir boas opções de compra. De acordo com McGee, houve nos Estados Unidos, entre 2000 e 2018, um crescimento de 148% na quantidade de projetos de uso misto, aqueles que envolvem não apenas centros comerciais como ainda escritórios, residências, hotéis, locais de eventos, universidades, clínicas etc.

Nas palavras de Platero, os shoppings serão cada vez mais destinos ‘hipermistos’, vocacionados a proporcionar isso tudo e também momentos felizes aos seus frequentadores. Na mesma direção, Juan José Calle, Superintendente do Jockey Plaza Shopping Center, de Lima, disse que seu objetivo é reproduzir o ambiente de uma cidade onde as pessoas são felizes. Não deixa de ser notável que centros comerciais comecem a assumir plenamente o propósito de estimular a felicidade, tendo o consumo como uma consequência natural desse movimento.

Sem dúvida, a poderosa tendência do ‘Work, Live, Play’ (Trabalhe, Viva e Divirta-se), começa enfim a instalar-se também em nosso continente, influenciando não apenas a arquitetura e o mix de lojas dos novos empreendimentos, como influenciando ainda a transformação dos mais antigos. Nesse cenário, o menos recomendável é fazer mais do mesmo. Inovar é obrigatório.

Riachuelo inaugura flagship no Shopping Morumbi em São Paulo

A varejista de moda Riachuelo lançou um novo modelo de loja, no Shopping Morumbi, em São Paulo.  A unidade possui 2.290m2 e conta com um mix completo de produtos da marca, com novos serviços e projetos pilotos da companhia. A loja possui experiência de compra digital, com a realização dos pagamentos sendo feitas por meio de dispositivos móveis espalhados pelo estabelecimento.

A flagship possui uma estratégia omnichannel, integrando a loja física com o universo digital. O cliente faz a compra digital na loja e escolhe o endereço para entrega, sem custo. Há ainda a opção dos lockers, que permite a realização do”compre e retire em loja”.

Os provadores da unidade utilizam tecnologia. Por meio de um espelho interativo, os clientes podem ver as outras cores e tamanhos disponíveis das peças, solicitar novos itens e ajustar a intensidade de luz.

A loja é organizada em departamentos, que possuem design e comunicação visual próprios. Ao todo, a unidade possui 67,8m2 de painéis de LED com o conteúdo e storytelling da marca. O espaço possui ainda áreas instagramáveis, como bonecos em tamanho real de personagens da DC, voltados para a interação dos clientes.

A Riachuelo do Shopping Morumbi possui ainda uma área voltada para a customização de peças, como jaquetas e camisetas. O chamado espaço RCHLO + permite a criação, impressão de estampas na hora e a aplicação de patches.

No mesmo espaço serão realizados workshops, bate-papos, ativações com artistas, entre outros. “Queremos que a loja se torne um espaço de encontro e, principalmente, de compartilhamento de ideias e experiências”, disse Elio Silva, diretor executivo de Marketing.

A loja recebeu o selo HBC (Healthy Building Certificate), uma certificação internacional que atesta a saludabilidade de construções com base na qualidade do ambiente. As luminárias foram produzidas a partir de cabides plásticos reciclados, uma reutilização dentro da própria cadeia.

A inauguração do Shopping Morumbi integra o plano de expansão da marca. Está prevista a abertura de mais três lojas e outros projetos, que serão lançados como pilotos na nova unidade e serão replicados nas demais lojas da rede nos próximos anos.

Tramontina investe em lojas próprias para se aproximar do consumidor

Estar mais perto do consumidor – essa é a atual missão das redes varejistas brasileiras. E-commerce, lojas laboratórios, clique e retire, entrega expressa – vale tudo para ganhar a preferência do cliente.

Mostrar ao consumidor o que se tem de melhor dentro de um ambiente que estimule os sentidos foi a estratégia adotada pela Tramontina, que além de panelas, produz ferramentas, materiais elétricos, cozinhas profissionais, eletrodomésticos e utensílios e equipamentos para cozinha.

Depois de uma longa tradição exclusivamente industrial, em 2013, a marca deu início a seu processo de expansão e renovação, quando abriu as portas de sua primeira loja própria e logo em seguida passou a operar também no e-commerce. Suas vendas líquidas atingem R$ 1,03 bilhão anuais.

Tudo começou em 1911, como uma pequena ferraria em Carlos Barbosa, no Rio Grande do Sul. Hoje já são dez unidades fabris, oito mil funcionários, 18 mil itens no portfólio, 16 unidades internacionais e presença em 120 países.

Durante a recente Retail Conference, promovida pela Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic), Clóvis Tramontina, presidente e neto do fundador da Tramontina, contou como a empresa resistiu aos altos e baixos da economia brasileira seguindo os desejos do consumidor.

Isso inclui uma agressiva transformação digital, investimento em inovação, a adoção do posicionamento premium e sua a entrada no varejo com um modelo de loja ambicioso.

Seguindo os moldes de grandes varejistas como Etna e Leroy Merlin, o primeiro ponto de vendas da marca, uma espécie de loja de fábrica, na cidade onde tudo começou há 107 anos, colocou a venda mais de dez mil itens e fez do endereço um ponto turístico.

“Queríamos mostrar literalmente tudo o que produzíamos e que muitas lojas não mostravam. Muitos clientes nos associavam somente às panelas”, disse o empresário.

O próximo passo foi inaugurar algo semelhante no Rio de Janeiro, exatamente o que vem sendo reproduzido nas últimas lojas que foram inauguradas, como a de Campinas, no interior de São Paulo e Farroupilha, no Sul.

As unidades ocupam grandes espaços, que já na fachada tentam reproduzir a extensão das unidades fabris, com a utilização de chapas de alumínio de alto brilho – uma alusão às panelas em aço inox da marca.

No interior da loja, os produtos são agrupados em áreas, de acordo com os segmentos de atuação da marca, como mobiliar, servir e reparar. As unidades também oferecem serviços, como a gravação de facas.

De acordo com a empresa, o grande objetivo dessas lojas é promover o aumento de percepção do portfólio de produtos e soluções da marca, que dividido em ‘mundos’ dá às pessoas uma compreensão de ordem dos produtos e de sua utilidade.

No interior das lojas, a jornada do consumidor é guiada por meio de um diretório de produtos que representam os mundos. Há por exemplo, uma mesa de boas-vindas que mostra os lançamentos e algumas ofertas.

“A ideia é que o cliente esqueça o tempo, se divirta em meio a tantos produtos e soluções, como se fosse a Disney dos cozinheiros”, disse.

Para essa renovação, foram conduzidas pesquisas sobre comportamento e percepção do consumidor, tendências de mercado e sobre a marca Tramontina, seus produtos e serviços.

O empresário diz ser persistente em buscar o preço certo para os seus produtos, e nesse sentido, mais uma vez a loja conceito é uma boa aliada. É importante apresentar produtos com qualidade dentro de um contexto que os valorize, na visão do empresário.

Com cerca de 600 robôs na produção, há tecnologia envolvida no desenvolvimento de tudo o que é produzido no conjunto de fábricas – tudo coordenado por especialistas em gerenciamento de sistemas industriais.

Entre os exemplos citados pelo executivo estão a redução do desperdício de embalagens, aprimoramento do processo de armazenamento e recebimento de materiais, automação na linha de produção, além de estudos para redução de regulagem de máquinas e aumento da produtividade nas etapas de montagem.

Enquanto investe na automação da fábrica, a Tramontina capacita seus funcionários para novas funções. “Técnicos especializados e equipamentos precisos garantem a qualidade, segurança e funcionalidade de cada produto comercializado, e isso sustenta uma marca”, afirmou Clóvis.

Outra tentativa de encontrar mais mercados foi a criação de uma linha de utilidades domésticas de plástico, batizada de MixColor. A intenção é utilizar a marca para se aproximar cada vez mais do público jovem, que deseja ter produtos com uma pegada mais moderna, preços mais acessíveis e de boa qualidade.

Atualmente, o maior investimento da empresa concentra-se na nova fábrica de porcelana, em Pernambuco, que deve começar a operar em 2021. A estreia da marca nesse segmento, segundo Tramontina, tem tudo a ver com a complementação que a linha traz para a categoria de utilidades domésticas.

Fonte: Diário do Comércio

Blended Retail, um olhar 360° sobre o novo varejo

Seja na indústria ou no varejo, como executivo ou como empreendedor, é certo que nos sentimos como verdadeiros malabaristas na condução dos nossos negócios no dia-a-dia. Com o desafio de equilibrar vários pratos ao mesmo tempo e a maestria para que nenhum deles caia, quebre e gere problemas ou prejuízos.

A analogia representa bem o momento atual de complexidade e reforça a necessidade de levar para o mercado uma proposta de valor única que mantenha seu negócio e você de pé.

No passado, eram poucos os ‘’pratos’’ para cuidar e o varejo na sua essência atuava como uma ponte entre marcas e consumidores. No novo varejo, o cenário é completamente diferente e são necessários vários pilares para sustentar uma operação saudável.

Um mundo mutante e um novo consumidor exigem das empresas e seus executivos um olhar completamente diferente perante suas estratégias de atuação.

Neste contexto surge um insight que serve como conexão da inspiração com o novo varejo. Trata-se do BLENDED RETAIL*, um conjunto de conceitos essenciais que se trabalhados de forma integrada e consistente garantem diferenciação ao seu negócio.

Provavelmente esses conceitos já são tratados na sua empresa, mas é fundamental que se busque a validação contínua e melhor posicionamento dos mesmos diante de um mercado tão disruptivo.

Visitar e revisitar os conceitos do Blended Retail é um processo contínuo e tem o poder de transformar a relação da sua empresa com os seus consumidores, definir os melhores meios para interagir com o mercado, desenvolver os canais e formatos mais adequados a serem utilizados com os clientes e, principalmente, ressignificar o ponto de venda, que passa a ser um ponto de relacionamento, experiência, contato e, sobretudo, fidelização.

O primeiro e um dos conceitos mais importantes é o PROPÓSITO, que é a razão da empresa existir. Nos dias atuais, consumidores e colaboradores dão muito valor a ele. Tão importante quanto ter um propósito genuíno, é a capacidade de contar essa história e gerar um vinculo emocional entre a marca e quem a consome (STORYTELLING).

Obviamente que para dar vida a tudo isso, PESSOAS precisam estar engajadas, motivadas e treinadas. Essa é uma premissa que tem feito a diferença em empresas que se destacam.

A transformação digital faz com que as pessoas consumam e interajam com produtos e serviços em momentos e de formas diferentes. Por isso, o conceito de NO CHANNEL é relevante na estratégia de qualquer empresa e integrar os canais ON e OFF na jornada de compra de seus consumidores é uma obrigação.

Executar e entregar valor para o mercado passa pela capacidade de OPERAÇÃO das empresas e exige sinergia de áreas diferentes, o que nem sempre acontece com harmonia. Sustentar essa operação em ambientes tão dinâmicos, desenvolver uma boa gestão com processos e indicadores bem definidos representa EFICIÊNCIA que traz resultados.

Na jornada OMNI, o fator TECNOLOGIA se bem utilizado traz benefícios tanto dentro como fora da empresa e facilita na conquista e engajamento de colaboradores e consumidores, que serão os verdadeiros embaixadores da sua marca.

Com tanta competitividade e um consumidor com tantas opções, empresas aportam valor no relacionamento com clientes, resolvendo de fato os seus problemas através de SOLUÇÕES cada vez mais completas de portfólio de produtos e agregando SERVIÇOS na entrega.

Conceitos maduros, mas destaco ainda a ampla oferta de PRODUTOS, sortimento relevante e ambiente de vendas caracterizado por uma ATMOSFERA que surpreenda seu cliente na sua experiência de compra.

Completando a análise 360 graus sobre o novo varejo, ressalto a importância de qualquer profissional acompanhar o desenvolvimento dos ECOSSISTEMAS de negócios em mercados como o chinês e o americano. São as melhores referências para quem busca levar uma proposta de valor com oferta literalmente completa para seu mercado.

Como mencionado no início do artigo, são muitos os ‘’pratos’’ para equilibrar e muitas empresas e profissionais estão adotando a cultura agile no entendimento e adoção de estratégias que apliquem todos esses conceitos do Blended Retail.

Uma visão mais ampla, holística e um mind set de crescimento são essenciais e o mercado não preservará os que ficarem na zona de conforto. É preciso senso de urgência! Quem espera nunca alcança!

 

Nota 1: A GS&Consult, consultoria de negócios do Grupo GS& Gouvêa de Souza especialista em varejo e comportamento de consumo, possui metodologia de trabalho baseada nos desdobramentos  do conceito Blended Retail. Através de analises de gaps, aderência e grau evolutivo da sua empresa em relação ao novo varejo, definimos as principais diretrizes estratégicas e táticas recomendadas sob medida para seu negócio.

Nota 2: BLENDED RETAIL* – Termo criado e desenvolvido pelo time de consultores do Grupo GS& Gouvêa de Souza a partir de estudos, analises de práticas de mercado e cases do novo varejo nacional e internacional.

O tal H2H no universo B2B

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A H2H ou Human to Human é a nova expressão da vez do universo da comunicação. Prova disso, é que vemos cada vez mais empresas dando mais foco em divulgar suas causas, do que efetivamente, sua marca. Um exemplo disso é o movimento que vimos em Junho, mês da diversidade sexual, e a enxurrada de novos produtos no mercado, e anúncios, coloridos. Uma pesquisa feita pela Hornet/Nielsen, mostrou que as propagandas feitas para o público LGBT+ são até mais efetivas que as demais, já que as pessoas passam a ver aquela determinada marca como ‘inclusiva’.

No mês de março, também vimos diversas matérias sobre o papel das mulheres nas organizações e como nós estamos ganhando espaço no universo corporativo, reconhecidamente liderado por homens. Todas essas iniciativas são, de fato, muito importantes para reconhecer frentes notadamente minoritárias no mercado e na sociedade. Mas, um questionamento que tenho feito recentemente é como todas essas ‘causas’ e o apoio a elas, conversam com o universo B2B. Especificamente, aquele em que atuo, o de tecnologia. Será que todas as empresas precisam abraçar todas as ‘causas’?

No passado, fiz o mesmo questionamento sobre o storytelling. Afinal de contas, qual é a novidade no H2H, já que desde que iniciamos as relações comerciais, damos preferência àquelas marcas que, de alguma forma, nos incluem em suas comunicações ou em nelas, aquilo em que acreditamos?

As relações entre as pessoas são fundamentais para a sobrevivência de negócios, inclusive do B2B. Mas é importante que as ‘causas’ certas sejam abraçadas. O que está mudando, pelo que vejo, é a forma de contar as histórias – ou para quem contá-las. É preciso criar empatia.

Enquanto antes comunicávamos sobre soluções de tecnologia e o que elas eram capazes de fazer, hoje falamos sobre o impacto que a adoção dessa mesma tecnologia tem sobre a vida e o dia a dia de quem tem acesso a ela. Por exemplo, a Orange Business Services, lançou uma solução de IoT (Internet das Coisas) que está sendo usada na coleira de animais domésticos para que eles não se percam ou mesmo, para encontrá-los em caso de fuga. Com ela, é possível rastrear o seu animalzinho em qualquer localidade na qual a Orange está presente – mais de 220 territórios. O que importa nesse caso, não é a solução em si – que sim, é parruda e baseada em uma suíte inovadora de tecnologias de IoT, desenvolvidas por um laboratório especializado – mas que o meu cãozinho, que anda sem coleira pelo bairro, não vai ‘se perder’ ou fugir, ou ainda, ser levado por terceiros. O que é isso, senão a humanização da história?

E a empatia também se traduz no H2H. Esse mês lançamos um case na aboutCOM de uma ferramenta que estamos disponibilizando para os nossos clientes, que traz para eles as notícias de seus potenciais compradores. Um dos executivos entrevistados para a produção desse material, chegou a nos dizer que usa essa ferramenta para abordar o cliente “com a mesma frase que ele mesmo usou para descrever a sua necessidade”, e essa forma de empatia tem trazido resultados de negócios importantes para eles.

No fim do dia, a tal comunicação H2H pode não ser nenhuma novidade, mas, assim como o storytelling à sua época, traz luz a uma discussão importante e cada vez mais valorizada nos dias de hoje: “afinal, o que isso tem a ver comigo”?

Flavia Sobral Faccioni é sócia fundadora da aboutCOM, agência especializada em diagnóstico e soluções de comunicação*.

http://adnews.com.br/adarticles/o-tal-h2h-no-universo-b2b.html