Arquivo da categoria: E-commerce

O ano da Live Friday

Já te contaram a última novidade? Ela é quentíssima, então se prepare! Não vai ter Black Friday neste ano. Isso mesmo. 2021 vai ser o ano da Live Friday! Uma verdadeira virada na estratégia digital das empresas para essa data tão importante do varejo.

A Black Friday, você conhece bem, é uma data importada do varejo e que tem um significado bastante forte – ela introduz todo o movimento das compras de Natal por meio de ofertas exclusivas e descontos realmente significativos para o consumidor aproveitar nessa única data – que é considerada como a melhor do ano para comprar com preços menores. E, neste ano, cai em 26 de novembro.

Neste ano a Black Friday ganhou contornos ainda mais interessantes para o varejista. Temos visto aqui na StreamShop – plataforma de live commerce investida pelo Grupo Bittencourt em 2021, um movimento frenético em torno da preparação do que temos chamado de Live Friday: a Black Friday totalmente inserida no universo do live commerce.

A data conhecida por apresentar descontos exclusivos por tempo limitado é um direcionador importante para trabalhar novas estratégias de vendas, pensando na escassez da oferta. Considerando que as lives têm dado ainda mais força para as compras por impulso e oferecem um senso de urgência para a tomada de decisão do consumidor, a tendência é de que as marcas passem a associar o evento da Black Friday a essa estratégia do live commerce.

Humanização das vendas

E o casamento entre descontos no e-commerce com uma ação mais humanizada e direta tem tudo para dar certo. As interações são reais, a construção de vínculo da marca com o consumidor é espontânea e as vendas acontecem ali mesmo, durante a transmissão na mesma plataforma. A transmissão ao vivo de vídeo fornece o elemento de viver o momento, o bate-papo cria a conexão entre o host, o espectador e outros espectadores e os descontos por tempo limitado dão o tempero extra.

Com o crescimento e popularização do live commerce no Brasil, sobretudo após o início da pandemia, estamos considerando um incremento de ao menos de 300% na busca pelo live commerce para o período. Algumas marcas que ainda não tinham experimentado o live commerce estão escolhendo a Black Friday para fazer essa primeira iniciativa.

Segundo o Emarketer, apenas na China as vendas do live commerce chegarão a US$ 131 bilhões em 2021 e serão responsáveis por 37,4% do total das vendas do social commerce no país. A transmissão ao vivo deve ser um grande impulsionador do crescimento das vendas na internet e, por isso, a estratégia é apontada como a grande promessa para os futuros negócios brasileiros. Além disso, essa nova modalidade está ganhando o coração dos consumidores por unir atendimento humanizado à conveniência e facilidade do e-commerce.

E aí? Quer aproveitar a data para vender mais e mais rápido? Então fala com a gente, a StreamShop vai cuidar de tudo para você aproveitar ao máximo a primeira Live Friday do varejo nacional!

Lyana Bittencourt – 05/11/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/11/05/o-ano-da-live-friday

Pet 2 Pet lança e-commerce com estratégias omnichannel para B2B

Para criação da plataforma, a empresa se juntou à desenvolvedora norte-americana de programas Adobe

A distribuidora de produtos Pet 2 Pet lançou sua plataforma online de e-commerce desenvolvido com estratégias omnichannel B2B. O objetivo com a ferramenta é, também, criar um ecossistema e apoiar o desenvolvimento de pequenos e médios empreendedores.

O projeto começou a ser idealizado em junho de 2020, e em agosto desse ano a plataforma foi lançada. De acordo com João Scarpa, CEO da Pet 2 Pet, apesar do lançamento recente, os resultados já são animadores, com aumento de ticket médio e do mix de produtos comprados pelos clientes.

“Conseguiremos estreitar o relacionamento com os lojistas e auxiliar o pequeno e médio varejista no desenvolvimento de seus próprios negócios com o lançamento de novos produtos e serviços, tecnologia de gestão e de digitalização da sua base, apoio em ações de marketing e vendas, treinamento para sua equipe, além de disponibilizar informações e tendências do mercado pet”, destaca Scarpa.

Para criação da plataforma B2B, a Pet 2 Pet se juntou à desenvolvedora norte-americana de programas Adobe. A parceria entre as duas companhias utilizou e apostou na ferramenta Adobe Commerce Cloud. A partir daí, as empresas buscaram desenvolver a experiência digital do cliente na plataforma.

“As funcionalidades nativas de criação de listas de recomendação, personalização da loja de acordo com o perfil do cliente, venda assistida para o time de vendas, administração das formas de pagamento, e as possibilidades de customização, nos permite proporcionar uma experiência omnichannel aos clientes”, complementa Scarpa.

Além disso, a plataforma também desenvolveu alguns serviços e recursos para dar suporte aos clientes na gestão de negócios. A Cred 2 Pet foi uma dessas iniciativas e funciona como uma linha de crédito adicional para a realização de compras pelos clientes. Outra é a Art 2 Pet, que disponibiliza templates e imagens de fácil edição para serem usados nas redes ou mailing dos clientes.

O desenvolvimento do projeto de transformação digital da Pet 2 Pet foi premiado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) na categoria de Varejo B2B.

“Desde o início do projeto, o time da Pet 2 Pet entendeu a importância do e-commerce e o tornou prioridade dentro da companhia, apostando na transformação digital por completo”, comenta Stella Guillaumon, gerente geral da Adobe Commerce Latam.

Redação – 22/10/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/10/22/pet-2-pet-lanca-ecommerce-b2b

Canal exclusivo da Zinzane vai unir vendas online com experiência na TV

Projeto será feito pela marca de roupas em parceria com a plataforma global gratuita Soul TV

De olho na expansão da marca, a empresa brasileira do segmento da moda Zinzane fechou parceria com a Soul TV, plataforma global gratuita de canais de TV. No acordo, ficou definido que a marca de roupas entrará com programação voltada para produtos e coleções.

Para a apresentação desses programas, foram escolhidos Ciro Bottini, Renata Pitanga e Mariana Richa. A participação de convidados para movimentar a audiência também é cogitada no projeto.

A parceria também adotará um tipo de conteúdo mais simples, com peças curtas de 30 segundos a um minuto, trazendo alguma dica de tendência ou informação de coleção. Já os quadros desenvolvidos especialmente para o canal terão duração mais longa e já estão em produção.

“A inovação faz parte do DNA da Zinzane. Somos a primeira marca de moda do Brasil a ter um programa exclusivo na televisão”, destacou Mariana Richa, diretora-executiva da Zinzane.

Expansão dos canais de venda

A Zinzane, que já possui uma operação no e-commerce, aplicativo próprio e mais de 140 lojas no Brasil, entrará de fato no marketing digital. O principal responsável por essa ideia é Carlos Targat, que foi diretor do canal Shoptime durante 21 anos, e agora comanda o projeto da marca.

A foco do projeto é conseguir oferecer aos seus clientes o recurso do T-Commerce, estratégia que une vendas online com a experiência da TV. Enquanto o telespectador assiste ao programa, ele poderá comprar facilmente os produtos que estão sendo expostos, sem que isso afete a experiência com o programa.

Outra ferramenta que será utilizada é a Social TV, que permite a interação dos usuários de smart TVs e celulares com o conteúdo. Eles poderão, por exemplo, mandar stickers personalizados para interagir com a transmissão.

“Nessa proposta usufruímos de todas as possibilidades do ambiente digital, multiplicando a presença da marca e agregando valor ao colocar, literalmente, uma loja na casa de cada usuário”, explica Ricardo Godoy, CEO e head de inovação e transformação digital da Soul TV.

O conteúdo da marca no total terá 6 horas de duração, espalhados pela grade de programação. A renovação desse conteúdo ocorrerá à medida que novos conteúdos estejam prontos e as peças em exposição esgotem.

Redação – 23/09/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/09/23/zinzane-vendas-online-tv

Natura &Co investe no figital para proporcionar experiência ao consumidor

Ações conjugadas trazem recorrência maior, segundo vice-presidente de Varejo da Natura &Co, Paula Andrade, em entrevisa exclusiva à Mercado&Consumo

Com 51% da receita do segundo trimestre de 2021 vinda das vendas digitais e por relações, o Grupo Natura – composto pelas marcas Natura, Avon, The Body Shop e Aesop – quer fazer cada vez mais ações conjugadas entre o físico e o digital para atender melhor e levar experiência ao consumidor. “Nosso cliente já é híbrido e isso traz uma recorrência muito maior do que olhando um canal individual”, afirma Paula Andrade, vice-presidente de Varejo da Natura &Co na América Latina, em entrevista exclusiva à Mercado&Consumo.

Paula será uma das palestrantes do Latam Retail Show, maior evento B2B de varejo e consumo no Brasil, que será realizado entre os dias 14 e 16 de forma 100% virtual e terá cobertura especial do portal.

Natura &Co investe no figital para proporcionar experiência ao consumidor

A executiva destaca as lojas flagship, que oferecem espaços de convivência e ferramentas digitais para melhor atender o consumidor. A Natura possui hoje 30 lojas nesse modelo. Como exemplo, Paula cita a loja inaugurada na rua Oscar Freire, um dos endereços mais charmosos da cidade de São Paulo.

O espaço conta com obras exclusivas dos irmãos Campana, que remetem aos ativos amazônicos, região na qual a Natura se relaciona com mais de sete mil famílias. Lá, o consumidor pode ver toda a cadeia de produção da marca por meio de um óculos virtual, fazer um caminho olfativo com a ferramenta perfum.Ar, que possibilita escolher qualquer fragrância da marca e senti-la digitalmente, ou testar os produtos de maquiagem em um espelho virtual.

“Já antes da pandemia a gente falava em espaços de convivência, de lojas que oferecessem mais do que só venda transacional e agora isso é mais do que necessário. Elas têm que ser convidativas e híbridas, que é o figital, como trazer o espaço entre o físico e o digital para melhor proporcionar a experiência para o consumidor”, diz Paula.

Segundo ela, o varejo tem um papel importante porque não só traz o cliente que normalmente não acessa a Natura pela venda direta, como também faz com ele amplie seu conhecimento sobre o reportório das marcas e produtos.

Ferramentas para as consultoras

Além da experiência e da conveniência dos consumidores, as ferramentas digitais também são um caminho para permitir que as revendedoras e as consultoras de loja façam um melhor atendimento. Englobando as quatro marcas, o grupo possui mais de 8 milhões de representantes e consultoras no mundo. Na América Latina, são 4,5 milhões concentradas entre Avon e Natura.

“Na pandemia, em 2020, nós aceleramos o processo de prover ferramentas e espaços digitais para que as consultoras consigam fazer seus negócios, além de aumentar a penetração de nosso e-commerce junto aos nossos clientes”, afirma. Outra aposta foi a digitalização das revistas, o que gerou um número expressivo de compartilhamento.

Segundo Paula, o social selling tem sido importante para alavancar as vendas pelos canais digitais. “O social selling proporciona um novo modelo de negócios de fazer a venda de produtos pelas consultoras, representantes e também pelas nossas consultoras de lojas. E o nosso papel é gerar ferramentas para que a consultora e a representante estejam cada vez mais antenadas com esse futuro, ampliando sua rede de relacionamento”, diz.

de Larissa Féria – 2 de setembro de 2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/09/02/natura-co-investe-no-figital-para-proporcionar-experiencia-ao-consumido

iFood Mercado vê número de parceiros crescer 1.329% em um ano

Serviço chegou a julho deste ano com mais de 33 mil parceiros, entre mercados, conveniências, pets e farmácias

O iFood Mercado chegou a julho deste ano com mais de 33 mil parceiros, entre mercados, conveniências, pets e farmácias. Em julho de 2020, a categoria era formada por 2,3 mil lojas. O crescimento, assim, foi de 1.329% neste período. Até o final de 2021, a empresa pretende chegar a 40 mil estabelecimentos parceiros disponíveis e dobrar a presença em cidades.

“Estamos otimistas com o avanço na categoria iFood Mercado, em especial na preferência dos consumidores. Evoluímos muito com novas soluções e possibilidades para o segmento. Conquistamos um extenso portfólio com parceiros que traz a ampliação da oferta para os usuários, acompanhando a forte mudança nos hábitos de consumo observada nos últimos anos”, afirma o diretor de iFood Mercado, Antonio Mello.

Ele diz que, como os consumidores estão cada vez mais conectados e buscando novas oportunidades para suas compras, querem seus estabelecimentos preferidos no aplicativo, tanto para realizar compras pequenas e emergenciais quanto para compras maiores e planejadas.

“Seguimos em busca das melhores soluções para os nossos clientes e para os milhares de estabelecimentos cadastrados na plataforma, com capilaridade, presença nacional e expertise na logística de entregas. É um importante passo estratégico na expansão prevista para os próximos meses”, destaca.

Em um ano de mudanças no comportamento de consumo e transformação digital, o iFood Mercado atingiu um crescimento de mais de 193% no número de pedidos entre julho de 2020 a julho de 2021 e em São Paulo alcançou a liderança da categoria de compras de mercado online e conquistou a preferência dos consumidores, empatado com o Pão de Açúcar, segundo a pesquisa Datafolha (abril 2021).

Diante da transformação que aconteceu no varejo de uma maneira geral, com as grandes redes e até mesmo a indústria se rendendo definitivamente ao comércio online, o iFood conquistou extenso portfólio oferecendo ao consumidor possibilidades de compras do mês à conveniência em um só lugar. Entre os parceiros na categoria hiper e supermercados do iFood, estão Pão de Açúcar, Extra, Carrefour, Dia, BIG, Quitanda, Muffato, Angeloni, Barbosa, Oba Hortifruti, Lopes, Hirota, Hortifruti, Natural da Terra, Eataly, entre outros.

O IFood Express passou da marca de 200 mil pedidos em julho, um crescimento superior a 230% em relação ao mês de junho de 2021. A meta da empresa é que nos próximos meses triplique a presença em cidades e acelere ainda mais o número de estabelecimentos que operam na modalidade.

Redação – 31/08/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/08/31/ifood-mercado-ve-numero-de-parceiros-crescer-1-329-em-um-ano

Natura é eleita melhor e-commerce do Brasil pela segunda vez

Empresa conquistou o Diamante Azul, mais alto reconhecimento do Prêmio Ebit/Nielsen

A Natura foi eleita o melhor e-commerce do Brasil pelo 18º Prêmio Ebit/Nielsen e conquistou o Diamante Azul, mais alto reconhecimento da premiação que, anualmente, destaca a performance do e-commerce brasileiro. Esta é a segunda vez que a marca conquista esse título.

“Receber novamente o prêmio Diamante Azul é um enorme reconhecimento a um modelo de negócios inovador, que engaja as Consultoras de Beleza e que buscar proporcionar a seus consumidores a melhor experiência em nossos canais”, afirma Agenor Leão, vice-presidente da Plataforma de Negócios de Natura &Co América Latina.

Ele complementa: “Para nós, não existe transformação digital sem as pessoas. Esta, portanto, é uma conquista de toda a nossa rede, composta por mais de 1,3 milhão de Consultoras que possuem espaços digitais e que, mesmo diante de tempos tão desafiadores, mostram o poder da interação humana quando potencializada por um ecossistema de ferramentas, serviços e produtos desenvolvidos de acordo com as suas necessidades.”

Como a escolha é feita

Além de Natura, as melhores colocadas na premiação foram Editora Juspodivm, Evino, GS Supplements e Nespresso. Para a seleção dos vencedores, a premiação elege os e-commerces que obtiveram a melhor pontuação nos critérios técnicos avaliados pela pesquisa e por votação dos consumidores. Entre os critérios analisados pela Ebit/Nielsen, estão a porcentagem de entregas realizadas no prazo, de clientes que voltariam a comprar nessa loja e o índice NPS (Net Promoter Score), que mensura o grau de satisfação e fidelidade dos consumidores.

Entre os entrevistados, 97% disseram que comprariam novamente no e-commerce ou aplicativo da Natura e 98% afirmaram que receberam a entrega dentro do prazo. A marca conquistou um NPS de 78%, pontuação que ocupa a chamada Zona de Excelência, a mais alta classificação da metodologia.

“Conquistar o Diamante Azul também reflete uma trajetória de longo prazo da Natura, iniciada há alguns anos com a aceleração da nossa jornada digital e cujo maior objetivo é ampliar o modelo de social selling. Queremos seguir empoderando digitalmente as nossas Consultoras para que, cada vez mais, possam atender seus clientes de maneira diferenciada e customizada, explorando todo o potencial das redes sociais para impulsionar seus negócios”, acrescenta.

Aceleração da jornada digital

A Natura encerrou o ano de 2020 com 242 milhões de acessos no canal de vendas online no Brasil, e o número de novos consumidores cresceu 58% em comparação a 2019. As vendas no e-commerce, incluindo os espaços digitais das Consultoras de Beleza, aumentaram 65%.

Desde 2012, a Natura vem acelerando a sua jornada digital, que culminou na criação da hoje chamada Plataforma de Negócios, um ecossistema digital composto por pessoas, serviços e produtos, e que liga os diversos elos de sua rede, de consumidores e Consultoras de Beleza a produtores de conteúdo e fornecedores de serviços logísticos. Desde 2019, a empresa conta com estruturas dedicadas à jornada da Consultora e à jornada do consumidor, operando para identificar oportunidades e desenvolver soluções que permitam que a rede prospere, potencialize seus negócios e tenha a melhor experiência possível.

Durante a pandemia de Covid-19, a empresa promoveu a modernização do modelo de operação e a implementação de novos produtos e serviços digitais, como a Revista Digital Interativa, disponível no Brasil e na América Latina, e a ferramenta Minha Divulgação, que possibilita que a  Consultora personalize anúncios digitais para suas redes sociais de acordo com o perfil e preferências de seus clientes.  Além disso, Natura &Co também passou a oferecer uma plataforma de serviços financeiros para as Consultoras, o &Co Pay, na qual podem realizar e receber pagamentos, fazer transferências, consultar saldo e extrato e gerenciar sua conta digital.

“Apostamos no go digital and be digital ao mesmo tempo. Por isso, costumamos dizer que, quando a pandemia chegou, a Natura já estava mais preparada do que imaginava. Isso porque a transformação digital foi uma construção de muitos anos que culminou em uma mudança cultural enorme e que deixou a companhia mais ágil e inovadora. Hoje, colhemos os frutos dessa jornada”, finaliza Agenor Leão.

Redação – 16/08/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/08/16/natura-e-eleita-melhor-e-commerce-do-brasil-pela-segunda-vez

O poder dos influenciadores digitais para o varejo

O marketing de influência pode ser usado para aumentar a presença digital, atingir maior número de pessoas e promover novas experiências aos usuários

Não é de hoje que as marcas do varejo usam os influenciadores digitais em suas estratégias de marketing. E esse movimento vem crescendo cada vez mais nos últimos tempos, já que o recente infográfico da GlobalWebIndex mostra que o repúdio à publicidade na internet leva a quase metade dos usuários a bloquearem anúncios, devido aos seguintes motivos: grande volume de anúncios; anúncios irritantes ou irrelevantes; anúncios invasivos demais; anúncios com vírus ou bugs; rejeição a anúncios personalizados.

Além disso, um estudo do instituto de pesquisa Nielsen mostra que 92% dos consumidores têm mais confiança em recomendações de outras pessoas do que nas indicações feitas pelas próprias marcas e que os influenciadores digitais brasileiros são capazes de entregar onze vezes mais retorno do que mídias tradicionais. Uma pesquisa da PwC também aponta que 77% dos consumidores brasileiros entrevistados disseram que informações obtidas nas redes sociais influenciaram suas compras. A empresa de pesquisa Qualibest também trouxe um dado importante que mostra o quanto os brasileiros se deixam influenciar pelos conteúdos nas redes. De acordo com o levantamento, 84% dos consumidores já descobriram produtos por meio de criadores de conteúdo. Outros 73% afirmaram que já compraram algo pela indicação do influenciador que segue. Enquanto 55% pesquisam opiniões dessas pessoas antes de fazer a compra.

Dessa maneira, muitos varejistas têm apostado no marketing de influência para aumentar a sua presença digital, alcançar o maior número de pessoas com seus conteúdos e proporcionar novas experiências aos usuários, os quais aceitam cada vez menos conteúdo sem autenticidade e sem aderência com seus valores. Com uma linguagem cada vez mais natural, espontânea e lúdica, esse tipo de publicidade ganha inserções na vida pessoal do influenciador, cria uma relação ainda maior de proximidade das marcas com os consumidores e transmite informações com credibilidade ao público alvo.

A escolha do influenciador certo

O primeiro passo para escolher um influenciador é selecionar os perfis e entender quais deles têm a maior conexão e que possuem conteúdos que representam a sua marca. Depois disso é necessário definir o perfil da audiência e os objetivos à sua campanha. Isso inclui avaliar a mídia que deseja impactar (Facebook, Instagram, TikTok, Youtube ou outros), o formato de conteúdo que prioriza (vídeos ou fotos), o budget para a campanha e quais resultados deseja atingir (aumento de vendas, brand awarness, institucional, lançamento de campanhas, produtos ou serviços, etc). Após de entender a relação do influenciador com a sua audiência, o próximo passo é definir o melhor perfil, o “tamanho” do influenciador digital: micro-influenciador, macro-influenciador, celebridade ou especialistas. É fundamental decifrar as métricas obtidas em sua ação. Ademais, dentro das mídias sociais, os principais resultados que temos são: alcance dos posts; impressões dos conteúdos gerados; curtidas da audiência; comentários do público-alvo; posts salvos pelas pessoas e compartilhamentos.

Exemplos de ações de marketing de influência no varejo

  • Unboxing: esse é o nome dado à ação que os influenciadores digitais fazem quando eles transmitem por vídeo a abertura de caixas que receberam de empresas. O varejista pode enviar também em parceria com seus alguns brindes, sampling ou produtos para criadores de conteúdo.
  • Criação de conteúdos especializados: fazer parcerias com influenciadores digitais para criação de conteúdos especializados pode ser uma maneira muito útil da sua marca ser reconhecida como autoridade em um determinado segmento. Por exemplo, um sommelier pode fazer lives ou até mesmo escrever e-books sobre vinhos para download nas suas redes sociais.
  • Divulgação de campanhas e eventos: enviar um press kit ( kit de imprensa) para os influenciadores contendo as principais informações sobre uma campanha ou evento é uma maneira eficiente de aumentar o alcance da disseminação da informação ao público-alvo.
  • Vouchers de desconto: é possível criar links personalizados que direcionem o seguidor diretamente para o seu site ou e-commerce ou, então, oferecer descontos especiais com o nome do influenciador.

 de Fernanda Dalben – 28 de julho de 2021 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/07/28/o-poder-dos-influenciadores-digitais-para-o-varejo

Por que devemos dominar os 5Cs do E-commerce?

Segundo a 7ª edição do relatório Neotrust, foram realizadas 78,5 milhões de compras online nos três primeiros meses de 2021, um crescimento de 57,4% puxado principalmente, em decorrência da pandemia. Em um mercado em constante evolução e com os seus principais players já consolidados, a grande pergunta é: Como fazer para que a minha marca seja encontrada no e-commerce e lembrada pelo meu público-alvo nos momentos em que este decide fazer uma compra nos meios digitais?

Uma forma para garantir que isso ocorra, é através dos 5Cs do e-commerce: Customer Journey, Channels, Customer Acquisition, Conversion Rate Optimization e Content.

Customer Journey, A Jornada do Usuário

Um dos principais temas do ano de 2021, a compreensão das etapas do processo para que um usuário efetue uma compra se tornou primordial para que o seu e-commerce tenha sucesso. Quando falamos sobre este tópico especificamente, lembro de uma palestra do Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, dizendo que a jornada de compra dos usuários, não é mais linear e o nosso principal objetivo é reduzir a fricção em todos os nossos pontos de contato, pois essa fricção, gera a perda de usuários ao longo do caminho.

Mas claro, a jornada precisa de uma etapa anterior que é o conhecimento do nosso público-alvo, seja através de pesquisa ou definição de personas.

Channels, os nossos canais de aquisição

CRM, SEO, os mais diversos canais de mídiaredes sociais, afiliados ou outros canais, aqui o desafio é compreender o objetivo e resultado de cada uma dessas frentes, seja para gerar mais tráfego, conhecimento de marca, movimentar o usuário dentro do funil de vendas, conversões, compra e recompra. Importante pensar que todas as estratégias são necessárias para fazer com que o e-commerce seja sustentável, pois eles quando trabalhados de uma forma integrada tendem a apoiar os usuários.

Aqui as grandes perguntas são: Qual canal gera mais tráfego? Qual canal possui o maior ROI? Qual canal gera o maior número de novos usuários?

E no caso dos canais de aquisição trabalhar com modelos de atribuição, como o DDA do Google Analytics é o grande ponto de atenção.

Customer Acquisition

A compreensão do esforço necessário para adquirir novos clientes também requer uma atenção especial e se possível, um profissional dedicado no time para trabalhar este ponto, pode ser o grande diferencial para gerar um projeto com maior retorno financeiro. Aqui o cálculo de CAC (custo de aquisição de cliente) geral do site e também segmentado por canal, deve sempre estar na ponta da língua. Mas tão importante quanto compreender o CAC é também compreender o CLV (Customer Lifetime Value), também conhecido como CLTV ou LTV, para prever o quanto este novo cliente deve consumir conosco ao longo de um período de tempo.

Um exemplo é pensar em queimar a margem de um produto de entrada, pensando que este produto, pode gerar novos clientes que ao longo do tempo, devem comprar X a mais para compensar este investimento.

CRO, Conversion Rate Optimization

Os mantras do CRO são: Objetivos, Hipóteses, ferramentas, colaboração, paciência e humildade. Sem esses elementos é impossível fazer com que o seu projeto de CRO seja bem-sucedido. Lembre-se sempre, as hipóteses devem ser testadas e somente através de um processo de mensuração confiável, ele passa a ser estatisticamente válido.

Fazer CRO, não é sobre estar certo, mas sim, como reduzir os pontos de fricção dentro do nosso site e fazer com que este atinja o seu objetivo com mais facilidade.

Aqui, método é extremamente importante, seja através de uma metodologia própria, como é o caso da Cadastra ou squads trabalhando em metodologia ágil com um time de Growth, o importante é definir etapas e segui-las sem se sabotar.

Content

O conteúdo é rei! A primeira vez que li essa frase foi em 2004, no Livro “Não me faça pensar” de Steve Krug, na época disruptivo, hoje, tão necessário quanto a água, os conteúdos, seja textual, por vídeo, imagem ou áudio (podcast) são a grande “cola” para que os demais Cs se conectem e façam com que o nosso Cliente (Customer) compre conosco e não com os nossos concorrentes. O nosso conteúdo é a nossa visão sobre aquele determinado produto ou serviço e dentre os 5Cs é sim o de maior valor, pois este quando é único e adequado ao nosso cliente, ele não só irá comprar conosco, mas também, recomprar e indicar o nosso site.

“One C to rule them all”

Os 5Cs são bastante importantes e quando falamos sobre a Experiência do usuário ou Experiência do cliente, devem ser a fundação para um e-commerce de sucesso. Alguns especialistas defendem que a pandemia gerou o chamado “Fim do começo da era das compras virtuais” e com isso o campo para inovação é maior do que nunca, mas independente do caminho que o e-commerce deve percorrer, o foco no cliente ainda será o ponto central por muito tempo e garantir sua experiência e satisfação a base de sua operação.

*Victor Magalhães é Digital Operations Director na Cadastra, empresa pioneira em serviços digitais em comunicação, tecnologia e dados no Brasil – 14/07/21 – Por que devemos dominar os 5Cs do E-commerce? – ADNEWS

Social Commerce: 74% dos brasileiros usam redes sociais para comprar

O consumo online, que já vinha crescendo significativamente antes da pandemia, hoje se tornou um hábito para 86% dos brasileiros. E como boa parte das pessoas está nas redes sociais — são 4,2 bilhões de usuários no mundo, segundo a We Are Social —, o avanço do Social Commerce, que engloba o relacionamento mais próximo com os compradores e a prática de compra e venda via redes sociais, ocorre a passos largos.

De acordo com pesquisa Social Commerce, realizada pela All iN | Social Miner, em parceria com a Etus e a Opinion Box, 37% dos usuários fazem uma visitinha às lojas digitais pelo menos uma vez por mês em busca de ofertas, e 23% acessam a rede semanalmente para fazer compras. Para pesquisar itens de desejo, 76% dos consumidores já recorrem às redes sociais — 56% deles para ter acesso a avaliação de outros clientes, e 54% para comparar preços.

Segundo o levantamento, os clientes das classes A e B são os que mais se interessam pela experiência de compra de outras pessoas (75%), enquanto entre o público de classe C, D e E, a porcentagem fica em 65%.

Para André Patrocínio, CEO da Etus, isso indica que os consumidores acreditam que as redes sociais têm possibilitado o acesso a uma avaliação real sobre o produto e a loja. “Quem está pesquisando quer saber a opinião de quem já comprou para ter certeza se o produto é de boa qualidade, se o tempo de entrega, preço e atendimento valem à pena, bem como se a compra é segura. Os comentários ficam visíveis, e isso pode ser bastante positivo à marca — ou não. Por isso, é fundamental garantir um bom atendimento nas redes sociais, e também no site e aplicativo”, explica Patrocínio.

O Instagram é o preferido por quem usa as redes para buscar produtos (62%), seguido pelo Facebook (61%), Google Shopping (61%) e WhatsApp (37%):

Na hora da compra, qual canal é o escolhido pelos clientes?

Dos 86% que têm o costume de consumir online, 74% o fazem pelos sites e aplicativos, 18% nas lojas físicas, e 8% pelas redes sociais. Falando especificamente dos que usam as redes sociais para consumir, a maioria recorre ao Google Shopping (53%) e ao Instagram (50%):

Entre as razões pelas quais as pessoas escolhem comprar nas redes sociais, há uma gama de opiniões diferentes que vão desde preço, rapidez, e acesso a mais informações sobre os produtos, à facilidade e praticidade ao pesquisar e à possibilidade de encontrar lojas menores, de pequenos e médios produtores:

Segundo a pesquisa, além dos preços (54%) e praticidade (49%), há pessoas que se sentem mais seguras ao comprar em sites e apps (44%), e outras que querem ter acesso a mais opções de produtos (44%).

A importância das avaliações no Social Commerce

O levantamento ainda revela que 75% dos consumidores têm o hábito de avaliar lojas e marcas das quais compram, 62% fazem isso nos sites das lojas/marcas, 35% em sites como o Reclame Aqui, e 34% nas redes sociais da marca, ou nas suas próprias redes sociais (que é a opção de 26% dos respondentes).

Os dados mostram também que 56% aderiram às redes sociais para pesquisar sobre produtos com o intuito de ter acesso às avaliações de outros compradores, e 67% vão direto aos comentários de outros clientes para saber como foi a experiência deles com a marca.

Para André Patrocínio, é fundamental que as empresas — incluindo pequenos produtores — percebam que Instagram, Facebook, Whatsapp, conhecidas redes de relacionamento entre amigos e familiares, se abriram e ganharam força quando o assunto é comércio, e se atentem mais a estratégias que incluam esses canais, até porque, proporcionar uma jornada omnichannel aos consumidores hoje é algo essencial, visto que 60% já consomem de forma híbrida no país.

“As redes sociais têm se mostrado uma importante vitrine — tanto para o lado positivo quanto para o negativo — e uma grande ferramenta de fidelização, tanto às grandes marcas, que conseguem dividir com os potenciais compradores a rotina de produção dos itens e serviços oferecidos, convidando-os a interagir e fazer parte desse dia a dia, quanto aos pequenos produtores e comércios locais, que conseguem divulgar seus negócios de maneira orgânica. Cabe aos varejistas investir em uma boa comunicação e uma boa experiência aos usuários para que suas qualidades sejam amplificadas por meio das redes”, afirma o CEO da Etus.

22/06/21 – Redação – https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/social-commerce-brasileiros-redes-sociais-comprar/

Storyselling: como e por que fazer?

O storyselling pode aumentar suas vendas de forma significativa – e não tem nada de difícil nisso

Algum tempo atrás, as empresas estavam preocupadas com que seus clientes soubessem o preço e os diferenciais dos produtos que eles potencialmente comprariam.

Com o tempo, essa percepção mudou. Não por isso, novos conceitos dentro do universo do marketing digital surgiram, como o próprio marketing de conteúdo e mesmo o storytelling. Agora, no entanto, se há um conceito em alta, ele se chama storyselling.

A troca da letra “t” pelo “s” diz muito mais do que imaginamos: enquanto no storytelling as empresas estavam preocupadas com a conexão do possível cliente com a marca, no storyselling elas precisam estar focadas também na tentativa de estimular uma compra.

No storyselling – um estilo de técnica e escrita – é preciso atrair o cliente de forma orgânica e natural, apresentando as melhores qualidades de seu produto, bem como seus benefícios. Você não divulgará apenas as vantagens, mas criará um conteúdo cativo para demonstrar estas vantagens, sem ser “chato” e, mais, sem “incomodar” seu possível cliente em um mundo cheio de concorrência.

Mas, e aí, por que você deveria fazer?

A primeira razão é a humanização da marca. Quanto mais bem construída a história, mais chances você tem de prospectar seu cliente e fazer com que ele pare para entender e conhecer seus produtos. Sendo assim, terá mais chance de fazer com que a história esteja próxima à realidade do leitor.

Ao passo que humaniza, você também consegue despertar emoções outras do seu cliente. Quando pensamos em um conteúdo exclusivamente técnico e prático, sabemos que as emoções não serão captadas e que, muito provavelmente, a comunicação não será satisfatória – ainda que eficiente no sanar as dúvidas, por exemplo.

Mais do que tudo dito, o storyselling também pode servir como uma alternativa de ouro, visto que não necessita de grandes investimentos. É simples e prática; te diferencia da concorrência e ainda ajuda a impactar positivamente seus clientes e te faz relevante no mundo digital.

Erick Custódio é CEO e fundador da Agência Somma – 16/06/21 – https://mercadoeconsumo.com.br/2021/06/16/storyselling