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Facebook quer cobrar por conteúdo de grupos

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De acordo com o site Newsroom, o Facebook anunciou na última quarta-feira (20) que pretende ajudar publicadores da rede social. Para isso, a empresa encontrou uma forma de cobrar por informações que circulam na plataforma. Desse modo, a rede de Zuckerberg irá lançar um projeto teste que permite aos administradores de grupos cobrarem pelo conteúdo internamente com subscrições mensais.

Até agora a opção está disponível apenas para algumas pessoas.  O intuito da ferramenta é permitir que informações úteis, como dicas de faculdade, listas de compras, planejamentos, etc. sejam controladas. A criação trará mais liberdade aos criadores em questão de monetização de conteúdo.

Os administradores poderão cobrar de US$ 4,99 a US$ 29,99. Para os usuários, as inscrições podem ser feitas ou canceladas, tanto para iOS como Android. O Facebook não usará esse valor para “manutenção” interna de suas operações.

http://adnews.com.br/social-media/facebook-quer-cobrar-por-conteudo-de-grupos.html

O meme é a mensagem

28 de Outubro de 2016 10h – Atualizado às 10:32

Gravena
Pedro Gravena, head de digital e inovação da Y&R

E se antes as propagandas mais marcantes tinham o poder de entrar nas conversas das pessoas, sobretudo através dos bordões publicitários, hoje parte da publicidade faz o caminho reverso, utilizando a web para identificar os assuntos mais quentes e assim estabelecer uma conexão com potencial para engajar ou impactar o público. Neste contexto, os famosos memes ganham destaque.

Isso significa que o mercado encontrou a fórmula infalível? Absolutamente não. Como qualquer outra apropriação ou referência, a abordagem precisa ser criativa e bem contextualizada, sobretudo para não virar mico ou piada… Ou quem sabe um meme sobre “como fazer algo ruim”.

Totalmente adaptado a esse curioso e dinâmico ecossistema da web, Pedro Gravena, head de digital e inovação da Y&R, fala sobre as peculiaridades dessa cultura de apropriação bem-humorada das conversas do público, além das oportunidades e desafios para as marcas e agências neste contexto. Confira:

Qual é o papel das redes sociais e particularmente da linguagem de memes no atual cenário da conversa entre marcas e pessoas?

Os memes são a nova conversa de praça. Os antigos jargões da propaganda funcionavam muito no contexto histórico de uma mídia principal (TV) pautando a conversa da praça. Hoje, com a entrada do digital e a formação de opinião através das redes sociais, qualquer um pode gerar conteúdo, e qualquer pessoa pode criar o próximo meme e ser o dono da conversa da praça. É nisso que as agências têm que ficar conectadas. O ideal é ficar com o dedo no pulso da cultura digital, tão conectado que um dia vamos poder gerar o próximo meme.

Qual a melhor maneira de saber se um meme é forte o suficiente para ganhar corpo numa campanha e sobreviver a conversas em todas as mídias possíveis?

O melhor caminho para saber se o meme encaixa numa campanha ou se ele tem força para gerar vários formatos é pensar pelo caminho inverso. A sintonia entre o meme e a campanha tem que ser determinada pela campanha, não pelo meme. Explico: o conceito da campanha vai dizer se ele permite que ela assuma o formato de meme. Conceitos mais sisudos, naturalmente expelem os memes, e conceitos mais soltos atraem. Depois de checar a sintonia entre conceito e meme, o melhor a fazer é testar, fazer um piloto, executar o meme de uma maneira simples assumindo o conceito da marca. No caso de Itaipava “Dia de Verão” foi isso que fizemos, um teste simples com uma locução adaptando o discurso do dia de maldade ao Dia de Verão, e espalhando nos nossos próprios contatos pelo Whatsapp. A aceitação foi imediata, e foi a partir daí que tivemos a ideia de expandir os formatos para radio e vídeo.

Quais são os desafios ao pegar carona em um meme?

Os desafios são muitos. Encontrar o meme certo para a mensagem certa é uma tarefa muito difícil. É uma questão delicada de sintonia entre os valores da marca e a linguagem utilizada. Temos sempre que lembrar que o meme é um formato vivo, que cresce com a participação das pessoas. E a participação das pessoas é incontrolável. Ter a ilusão de controle sobre um meme é o maio pecado que uma marca pode cometer. O formato do meme só se encaixa em marcas mais abertas ao diálogo. Se a marca é mais distante e fechada, o meme pode crescer e tomar um caminho de rejeição, por exemplo, e isso nenhuma marca, nem agência desejam.

O que é mais complicado? Acertar o timing da ação ou a sintonia da conversa?

Sem nenhuma dúvida acertar a sintonia. O timing também tem uma variável delicada, mas quem dita o timing certo ou errado é a sintonia. Se o meme está “atrasado”, mas abre um diálogo positivo com o consumido, ótimo. Se ele está no tempo certo e gera um ruído para a marca, é ruim. Prestando atenção na sintonia, o timing se ajusta.

Quais são as características das marcas mais suscetíveis a entra nessa linguagem de memes?

Sem dúvida as marcas mais abertas ao diálogo. Marcas que tem muitos “haters” podem se dar muito mal tentando absorver a linguagem dos memes. A razão de participar de uma conversa já estabelecida pode seduzir as marcas, mas no caso de marcas “pouco queridas” o tiro pode sair pela culatra.

Usar meme é uma tática perecível ou há muito caminho para ser desbravado pela frente?

Se é uma tática perecível não sei, sei que ela já tem mais de 10 anos de uso. Enquanto o meme fizer parte da cultura, ele funciona como um caminho possível para a propaganda.

http://adnews.com.br/internet/o-meme-e-mensagem.html

4 razões essenciais para investir em conteúdo no Marketing Digital

Uma das muitas revoluções da Internet foi permitir que empresas conversem diretamente com seu público sem um canal intermediário, como tínhamos com a TV, a rádio e o jornal, por exemplo.

O problema é que nem sempre as empresas conseguem entender a importância do conteúdo para de fato criar um canal relevante de alcance a novos clientes, com menor investimento e maior sustentabilidade (como ativo de longo prazo e resultado razoavelmente previsíveis).

A impressionante penetração das mídias sociais e das ferramentas de busca em nosso cotidiano oferecem chances de ouro às empresas, que só serão aproveitadas se a empresa tiver a capacidade de produzir conteúdo com frequência e boa qualidade.

Nesse artigo vou explicar os porquês disso e mostrar como o investimento em conteúdo é essencial para empresas que queiram se aproveitar da Internet para gerar mais negócios.

Por que a produção de conteúdo deve ser sua prioridade

Conteúdo serve como munição para usuários das mídias sociais

Twitter, Facebook, Google+… No final das contas, o que as pessoas mais fazem nessas redes é compartilhar links de terceiros. Assim, a maior recompensa que sua empresa pode conquistar nas mídias sociais é ter seu conteúdo recomendado por seus seguidores.

Seth Godin, um dos maiores pensadores do marketing atualmente, é um ótimo exemplo de como faz a diferença produzir conteúdo de qualidade. Ele sequer possui perfil no Twitter porque diz não ter tempo para conseguir usar de forma eficiente o canal. No entanto, posta diariamente em seu blog. Dê uma olhada abaixo nos “resultados de mídias sociais” que ele sempre consegue em cada post:

 

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Um post simples dele teve, no momento em que foi tirado este print screen, 1439 tweets e mais de 1.000 “curtidas” no Facebook. Mesmo sem ter um perfil próprio, você duvidaria que ele utiliza bem o poder das mídias sociais?

Conteúdo relevante gera links, a premissa de qualquer trabalho em SEO

Para compor os resultados de uma busca, o Google analisa os sites, basicamente, sob dois aspectos: um deles é a compatibilidade da pesquisa do usuário com o conteúdo da página e o segundo é a importância do site, o quanto ele é uma referência confiável ou não. Esse segundo item, embora envolva outras variáveis, é medido principalmente pela autoridade dos links que a página recebe.

Dessa forma, por mais que o estudo de palavras-chave seja feito, que os títulos, headings e links internos sejam otimizados para a palavra, de nada valerá se a sua página não tiver relevância perante o Google.

Novamente: produzir conteúdo de qualidade é garantia de receber bons links.

Só a produção de conteúdo próprio faz sua empresa se tornar uma referência

Quem produz conteúdo está o tempo todo colocando seu conhecimento à prova. Ao mesmo tempo em que se está sujeito a cometer erros e receber críticas, quem publica conteúdo próprio é visto como uma referência, alguém que entende e conhece bem o assunto.

O trabalho de curadoria, selecionando e indicando o material de terceiros, é uma prática interessante para atrair seguidores. No entanto, se sua empresa quer ser vista como a referência, é importante que ela mesma produza conteúdo e mostre seus conhecimentos.

Pense bem, quem seria seu contratado para preparar um jantar: Jamie Oliver, que põe a mão na massa e conta seus segredos, ou a Angélica, que leva convidados para prepararem um prato em seu programa?

Conteúdo ajuda ao longo de todo o funil de vendas

A produção de conteúdo é uma construção de ativo de longo prazo e, quanto mais cedo sua empresa começar, mais cedo vai conseguir resultados.

No entanto, muita gente apenas associa conteúdo com o objetivo de atrair visitantes/potenciais clientes. Felizmente, esse investimento também se paga nas outras etapas do funil de vendas, onde é necessário trabalhar outros argumentos para conseguir converter o visitante em cliente.

Algumas dicas para pensar no conteúdo além da atração: crie ofertas educativas e disponibilize-as através de Landing Pages para gerar Leads, forneça mais informações relevantes ao longo do relacionamento para educá-lo e “esquentá-lo”, e alinhe com o time de vendas os conteúdos que são mais efetivos para ajudá-nos na conversão final.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/4-razoes-essenciais-para-investir-em-conteudo-no-marketing-digital/70305/

Eric Santos, 25 de abril de 2013