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Pepsi quer fazer público dançar com Janelle Monáe no Super Bowl

Entre tantos comerciais engraçados, inteligentes ou mirabolantes, a Pepsi escolheu fazer o público dançar durante o intervalo do Super Bowl. A fabricante de refrigerantes convocou a cantora Janelle Monáe como protagonista de seu comercial no espaço mais caro e desejado da propaganda mundial.

O filme foi dirigido por Samuel Bayer, que já trabalhou em clipes de diversas bandas, como Nirvana, Green Day, Ramones, My Chemical Romance, The Strokes, Blink 182, entre outros. Nele, a cantora americana aciona um jukebox e é transportada diretamente para 1962.

Depois de cantar e dançar as músicas da época, a artista atravessa uma porta e cai direto nos anos 80, com Madonna rolando nos falantes, até transpor a próxima sala e chegar ao presente, para degustar uma apoteótica dose do refrigerante.

05/02/2016

http://www.adnews.com.br/publicidade/pepsi-quer-fazer-publico-dancar-com-janelle-monae-no-super-bowl

A Pepsi quer que você sinta melhor o cheiro do refrigerante

O aroma que o consumidor sente ao abrir a garrafa é o da própria embalagem e a empresa acredita que isso pode influenciar no paladar dos clientes

Pepsi: a nova tecnologia libera aromas quando o consumidor abre a garrafa

Vanessa Daraya, de Info
Pepsi

Você já reparou que ao abrir uma garrafa de refrigerante o primeiro cheiro que você sente é o de plástico, e não o de refrigerante? A Pepsi percebeu esse detalhe e ficou incomodada.

Como o gargalo da garrafa é pequeno, o aroma que o consumidor sente ao abrir a garrafa é o da própria embalagem, e não o aroma da bebida. E a Pepsi acredita que a liberação de um aroma pode influenciar no paladar dos clientes.

Durante esta semana, a Pepsi anunciou sua patente para resolver o problema, a “Aroma Delivery System”. A nova tecnologia libera aromas quando o consumidor abre a garrafa.

Para fazer o consumidor sentir o cheiro da bebida, a Pepsi criou cápsulas gelatinosas para serem aplicadas entre a rosca da garrafa e a tampa. Quando o usuário abre a garrafa, as cápsulas se rompem e liberam o aroma.

A Pepsi também se preocupou com o transporte da bebida e criou uma camada protetora de cera ou biopolímero para evitar que as cápsulas estourem antes do lacre ser rompido pelo consumidor.

Apesar do registro da patente, ainda não há previsão para a nova tecnologia chegar ao mercado.

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/a-pepsi-quer-que-voce-sinta-melhor-o-cheiro-do-refrigerante

Pepsi terá que responder ao Procon

Na semana passada, a Pepsi divulgou uma campanha, apresentada pelas gêmeas de nado sincronizado, Bia e Branca Feres, e pelo apresentador Rodrigo Faro, dizendo que na compra de uma Pepsi, no último final de semana (dias 10 e 11), o consumidor teria o direito de levar outra igual sem precisar pagar a mais por isso.

Acontece que a promoção lotou os supermercados de São Paulo e o produto se esgotou antes mesmo das primeiras 24 horas, segundo o Procon-SP, que por conta disso e das reclamações dos consumidores, notificou hoje (12) a Pepsi, solicitando esclarecimentos sobre a promoção Compre uma Pepsi e Ganhe Outra Igualzinha.

No comunicado, o órgão de defesa solicita a Pepsi esclarecimentos sobre a quantidade de produtos distribuídos para atender os pontos de venda e como ela pretende atender os consumidores que não conseguiram fazer sua compra nos termos da promoção.

De acordo com a assessoria de imprensa, a promoção foi um sucesso e superou em muito as já altas expectativas para o fim de semana. Afinal, a operação de produção e logística foi dimensionada para atender à forte demanda que esperávamos para o período e colocou nas lojas, para venda nestes dois dias, o volume superior a um mês de vendas regulares. Ainda assim, vários pontos de venda esgotaram os seus estoques em poucas horas. Agradecemos a forte adesão dos consumidores à ação”, diz o comunicado.

A nota explica também que apesar da promoção prever que sua validade duraria até o final do estoque, os consumidores que entraram em contato

Após o cumprimento da convocação, o Procon-SP pretende avaliar as explicações da empresa e, dependendo do resultado, aplicar um processo administrativo ou multar a companhia, com base no Código de Defesa do Consumidor, se for o caso.

Escrito por Elaine Medeiros
Seg, 12 de Setembro de 2011 17:07

http://www.cmnovarejo.com.br/ponto-de-venda/exposicao/1849-pepsi-tera-que-responder-ao-procon

Você conhece o neuromarketing?

Procurando satisfazer o público consumidor cada vez mais complexo e exigente, as empresas vêm buscando diferenciais para obter o sucesso de suas marcas. Surgindo como um novo conceito, o neuromarketing traz avanços nas pesquisas de marketing, aliando os progressos da medicina para obter conhecimento sobre o público consumidor.

A base dos estudos em neuromarketing tem como base a busca do genoma da venda, com a intenção de obter conhecimento sobre as preferências do consumidor, sem que ele precise experimentar um produto. Para isso, são utilizados aparelhos de ressonância magnética, em que o consumidor fica plugado ao equipamento enquanto são feitos os exames e as análises de seu gosto.

No Brasil, diz o professor de neuromarketing e também chefe-executivo da empresa especializada em gestão do comportamento humano CAPC, Cesar Pancinha Costa, as pesquisas na área ainda são baixas devido aos preços elevados e à necessidade de aparelhos especializados, mas prometem crescimento nos próximos anos. “Temos muitos estudos avançando e algumas previsões de investimentos. Deveremos trazer em 2011 um equipamento voltado para a realização das pesquisas em neuromarketing, já com as devidas adaptações”, observa.

Para o desenvolvimento das pesquisas, estão sendo realizados testes que não necessitam de tantos recursos, utilizando uma metodologia que tem por finalidade colocar na memória do consumidor a imagem da empresa. “Assim, quando o cliente recebe uma abordagem dessa empresa, não sabe exatamente de onde, mas já tem uma imagem da marca na mente”, explica Cesar.

Para Cesar, esse tipo de estudo é uma alternativa de baixo investimento e que apresenta bons resultados. “Hoje em dia, as técnicas que não exigem investimento em equipamento, e sim somente em pesquisa, estudo e observação estão se difundindo muito. Isso facilita a abordagem, pois as maiores dificuldades estão em criar a credibilidade no prospect. As ferramentas de neuromarketing aliadas à mensagem que a empresa quer passar conseguem êxito nisso”, destaca.

Essas técnicas também apresentam eficiência no ramo da publicidade, principalmente no exterior. “No Brasil, pouquíssima coisa já foi desenvolvida, mas os consumidores já estão vivendo as novas experiências do neuromarketing. Os grandes anunciantes pedem mais estudos ligados ao sabor e às sensações de prazer dos produtos”, salienta o especialista, que acredita estar nessa área a forma mais eficiente de medir os resultados na publicidade. “Medimos o resultado antes que o próprio cliente saiba se gostou ou não. Essas informações, acredita-se, poderão orientar campanhas publicitárias e estratégias de marketing mais eficazes”.

A principal descoberta do neuromarketing até agora é a prova de que as marcas têm, de fato, um poder profundo na mente dos consumidores. Fato comprovado na primeira experiência realizada em 2003, em que cientistas convocaram 67 pessoas que provaram os refrigerantes sem conhecer a marca. A escolha da maioria foi pela Pepsi. No entanto, ao saberem a qual marca pertencia a bebida que estavam tomando, a mais escolhida foi a Coca-Cola.

Todo o processo de neuromarketing consiste em decodificar os segredos do cérebro humano, mapear a forma como cada neurônio reage ao estímulo de uma campanha publicitária ou ao sabor de um alimento, visando chegar ao genoma da venda. “Não poderíamos avançar em nada, se não fosse o estudo do cérebro. No estudo do cérebro, a base conceitual foi a percepção e a comunicação. Na percepção e comunicação, a base foi a emoção e a razão. Depois que passamos pelo nível de sentimentos, deixamos de ser quem somos e passamos a ser quem gostaríamos de ser. Esse é o nó que o marketing precisa resolver: vender para quem somos ou para quem gostaríamos de ser?”, indaga Cesar.

Seg, 02 de Agosto de 2010 10:59 – Escrito por Redação
http://consumidormoderno.uol.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2416:voce-conhece-o-neuromarketing&catid=63:acoes&Itemid=92