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Tecnologia QR Code pode trazer muitas facilidades ao segmento imobiliário

Saiba mais sobre a inovação tecnológica que pode transformar os serviços de compra e aluguel de imóveis em São Paulo.

De fato, para acompanhar as demandas de um cotidiano cada vez mais frenético, a inovação tecnológica é um fator essencial. Afinal, a tendência é que o consumo seja, a cada dia mais, digitalizado. No cenário imobiliário não é diferente, é preciso se manter atualizado para não se tornar obsoleto. Nesse contexto, um bom corretor, uma boa imobiliária ou, até mesmo, um bom vendedor particular precisam, não só conhecer, como também dominar as ferramentas disponíveis.

Um recurso inovador, que promete revolucionar as relações de compra e aluguel de imóveis é o QR Code. Essa tecnologia envolve a criação de um código de barras bidimensional impresso e identificado pelas câmeras de smartphone (que possuem essa função habilitada). Dessa forma, basta instalar um aplicativo específico para a leitura do código, dispor a câmera na frente do anúncio e acessar todos os dados e informações divulgados a respeito de uma propriedade.

Siga com a gente e confira abaixo onde o recurso pode ser aplicado para facilitar os trâmites e as negociações do setor imobiliário.

Cartão de visita

Devido ao seu formato compacto, um cartão de visita de um profissional do ramo imobiliário, muitas vezes, não apresenta todas as informações necessárias, por conta da limitação de espaço disponível. Nesses casos, inserir um QR Code, além de tornar o design mais clean e moderno, ainda é uma ótima forma de conceder novas fontes de contato como sites, redes sociais ou, até mesmo, uma página focada em um portfólio ou currículo profissional.

Placas Imobiliárias

Graças à praticidade e funcionalidade desse recurso, várias imobiliárias já adotaram o QR Code em placas imobiliárias para facilitar o acesso às informações dos interessados em comprar casas no Morumbi. Isso porque, ao inserir um QR Code na placa de um imóvel disponível para venda ou aluguel, você permite que o interessado scaneie o código e seja direcionado para página ou site do imóvel. Dessa forma, os possíveis compradores terão acesso à informações completas como imagens, descrição da área, valor, taxas condominiais, impostos como IPTU e muito mais. Assim, casa haja interesse, é possível contatar a imobiliária e agendar uma visita presencial de maneira fácil e muito prática.
Algumas empresas desenvolvem os códigos QR e inserem diretamente nos anúncios, mas, caso você não queira investir em placas personalizadas no momento, é possível imprimir o código em qualquer impressora e colar diretamente na sua placa. Para reduzir os danos causados pelas chuvas ou raios solares, vale à pena imprimir em um papel resistente e cobri-lo com contact.

Etiquetas

Para facilitar o acesso às informações dos imóveis, uma excelente alternativa é inserir os QR Codes nas etiquetas de uma casa ou apartamentos para vender na Vila Mariana.

É possível apresentar o código dentro do imóvel, na própria porta para sanar qualquer dúvida sobre os valores e condições da propriedade ou em arquivos como pastas e contratos para deixar de limitas as suas consultas de sistema apenas os seu computador.

Anúncios off-line


Por fim, vale lembrar que um dos principais motivos do surgimento e da popularização dos QR Code é, justamente, a necessidade de mensurar a eficácia dos anúncios. Por isso, caso pretenda anunciar uma propriedade em algum jornal, revista ou classificados impressos, vale à pena inserir o QR Code para direcionar os interessados para uma página que apresente mais informações do que as descritas nos anúncios off-line.

Enfim, curtiu descobrir o que é o QR e as vantagens do recurso para o mercado imobiliário? Se esse artigo foi interessante para você, compartilhe-o em suas redes sociais. Com certeza, essas informações podem ajudar muitas pessoas que desejam digitalizar e tornar as suas operações mais práticas.

Tecnologia QR Code pode trazer muitas facilidades ao segmento imobiliário – ADNEWS

O redesenho do design no varejo

tempo está rodando em velocidade ainda maior. Em especial no consumo e no varejo. Como resultado de transformações estruturais que têm como epicentro o empoderado neoconsumidor, a sociedade, as organizações, as marcas, os produtos, os serviços e o varejo se defrontam com o desafio crescente de buscar caminhos para se antecipar ou, no mínimo, acompanhar essa evolução, criando alternativas para satisfazer um consumidor cada vez mais satisfeito e, consequentemente, mais difícil de ser positivamente surpreendido por algo absolutamente inovador.

No desenho dos elementos que podem contribuir na busca de soluções a tecnologia é, em suas múltiplas e diversificadas opções,  o elemento que pode gerar o maior número de possibilidades pelo alcance quase inesgotável de alternativas.

No plano das alternativas racionais  muito tem sido feito e oferecido variando dos sistemas de mensuração e controle para maximização de resultados, passando pelo recém ampliado universo do Big Data, e chegando na gestão de preços em tempo real. O céu é o limite mas quase tudo converge para o enfrentamento do desafio de uma quase inexorável pressão crescente sobre a rentabilidade.

No plano emocional ocorre a busca incessante por caminhos que possam reduzir o grau de racionalidade no processo decisório no comportamento cada vez mais pragmático, tornando-o mais emotivo e sensível, permitindo que decisões de compra e consumo sejam guiadas por outros níveis de gratificação que possam “descomoditizar” produtos, marcas, lojas e serviços.

Nesse caminho o Design de Varejo tem seu papel ampliado e potencializado pois pode contribuir decisivamente para criar um outro cenário e ambiente para negócios. Mas, também, porque não, contribuir para o processo de racionalização de processos e atividades nos pontos de vendas, como parte do chamado Design Funcional. A missão do design no varejo se torna crescentemente mais desafiadora.

Se existem novos recursos sendo disponibilizados, em especial na área da tecnologia no ponto de venda, de outro lado as pessoas têm cada vez menos tempo e estão mais ligadas e sendo inundadas de informações e conexões que contribuem para mudanças constantes em suas percepções, opiniões e decisões.

Das inovações marcantes das lojas despojadas e funcionais da Apple em todo o mundo mas também presente na loja do Rio de Janeiro, aos espaços interativos das lojas de artigos esportivos como a da Asics em Londres, passando pelas novas soluções em restaurantes e lojas de alimentação, como a recém inaugurada Eataly em Chicago ou as propostas diferenciadas das lojas Havaianas, Riachuelo e Chilli Beans na Oscar Freire em São Paulo, existe uma efervescência criativa na busca de novas respostas para novos desafios.

Criar espaços, modelos, alternativas que gerem um apelo mais emocional “desligando” o consumidor do ambiente hiper-conectado para buscar uma conexão diferenciada, induzindo um comportamento menos racional, se torna a cada momento uma missão mais difícil.

Por conta disso artistas, designers, pesquisadores e provedores de soluções dedicam-se continuamente a monitorar tendências e buscar alternativas para gerar essas conexões mágicas que possam elevar o nível de gratificação desse consumidor.

E parte do trabalho é reunir tudo o que tem sido feito em formatos e layout de lojas, decoração, comunicação visual, embalagem, sites, comunicação promocional, uniformes, equipamentos, instalações, produtos e marcas para observar aceitação e adesão para identificar preferencias e possibilidades que possam gerar novas alternativas para envolver e encantar o consumidor.

Uma espiral desafiadora de criatividade e funcionalidade visando constantemente redesenhar o design de varejo. Eis a missão.

Marcos Gouvêa de Souza (mgsouza@gsmd.com.br) diretor-geral da GS&MD – Gouvêa de Souza.

26/05/2014 – http://www.gsmd.com.br/pt/eventos/momentum/o-redesenho-do-design-no-varejo

O rigor do Visual Merchandising

Todo varejista sabe que o trabalho de visual merchandising exige perfeição, porém muitos não conseguem transformar esta necessidade em um dos pilares do seu sucesso. O rigor no alinhamento e na arrumação de pilhas, dobras, fileiras ou de qualquer forma de agrupamento de produtos deve ser sempre mantido de modo obsessivo e quase que militar.

Se toda barraca de feira que se preze consegue, não há motivo para que uma rede de lojas se contente com nada menos que isso.

Lembramos que ser disciplinado na apresentação de pilhas e caprichar na coordenação dos produtos ou no posicionamento das embalagens não é suficiente. É importante planejar, estabelecer um critério para o número de peças repetidas, um sistema para a definição dos blocos, uma lógica que defina a evolução das linhas e uma estratégia que combine tudo isso de forma a facilitar a operação e a reposição pela equipe e a seleção pelo consumidor.

Além de tudo isso, sempre que possível, devemos nos lembrar que o varejo favorece uma dinâmica na apresentação das imagens. A loja deve mudar, evoluir, oferecer ao cliente novidades e lançamentos, para justificar a sua volta.

A beleza do sistema é favorecermos a descoberta, pelo cliente, de produtos encadeados, coordenados entre si, complementares, de forma que a compra de um induza o desejo pelo seu vizinho, que passe a ser indispensável aos olhos do cliente.

Uma apresentação excelente valoriza o produto. Ao contrário, uma exposição sem cuidados passa uma impressão de desleixo, desqualifica a loja e desprestigia a marca.

Para resolver isso não existe uma formula única, mas várias. Para começar, temos uma tipologia diferente para o autosserviço e para a venda assistida.

Uma loja que apresenta blocos uniformes e arrumados de produto é identificada como praticante do sistema de autoatendimento, transmitindo uma impressão de fartura, de boa oportunidade de compra, de maior rapidez e agilidade.

Quando trabalhamos assim mantemos o estoque na loja, racionalizamos o serviço e minimizamos a necessidade do vendedor.

Já quando expomos os produtos individualizados, passamos uma impressão de maior exclusividade, com peças únicas ou pequenas tiragens. Costumamos associar este sistema a mais prestígio, melhor serviço e preços mais altos. O cuidado na apresentação deve ser ainda maior.

Nestes casos prevemos, além do rigor na seleção de cores, uma dose maior de criatividade e surpresa no trabalho de visual merchandising.

Além de todas essas vantagens, criar um sistema próprio de apresentação capaz de definir com clareza departamentos, linhas e produtos é uma das maneiras mais eficientes de se diferenciar e de ir ao encontro de uma das maiores aspirações do público:

– Achar o que deseja sem necessidade de perguntar ao vendedor, iniciando sozinho o seu processo de tomada de decisão.

Pense bem, não é bacana passar os olhos pela loja e saber de antemão se naquele lugar nós vamos ou não achar aquilo que procuramos?

 

Manoel Alves Lima, diretor da FAL Design Estratégico para Varejo, Vice Presidente do Retail Design Institute e co-editor do Blog da FAL

Redesign – 27 Jun 2013

http://www.gsmd.com.br/pt/artigos/redesign-20121214-093438/o-rigor-do-visual-merchandising

L.L.BEAN

L.L.BEAN, varejista líder no segmento de equipamentos e indumentárias para atividades ao ar livre, é uma das vedetes do competitivo mercado americano, conhecida por seus produtos e serviço ao consumidor de alta qualidade e por oferecer 100% de garantia de satisfação aos seus clientes. Com uma simples receita, que engloba qualidade e serviço a um preço razoável, se transformou em uma grande estrela do segmento, criando dessa forma, a fidelidade entre os seus consumidores e proporcionando uma “experiência positiva de compra”.

A história
A história da empresa tem início quando Leon Leonwood Bean, um caçador do pequeno estado americano do Maine, conhecido por suas belezas naturais, especialmente as florestas, resolveu fundar em 1912 na pacata cidade de Freeport, uma empresa para comercializar, de dentro de uma pequena sala da empresa de seu irmão, um único produto que iria revolucionar a indústria de calçados dos Estados Unidos: a Maine Hunting Shoe (uma espécie de bota para caçadores). A ideia surgiu depois que Leon voltou de uma desgastante caçada com os pés frios e úmidos. Foi então que contatou um sapateiro local para fazer adaptações nas tradicionais botas de caça (uma combinação de partes superiores em couro leve e das partes inferiores de borracha), tornando-as impermeáveis e mais confortáveis para explorar as belas florestas que estado tinha a oferecer.
 
Inicialmente ele obteve uma lista dos principais caçadores de fora do estado e preparou um folheto explicativo que dizia: “You cannot expect success hunting deer or moose if your feet are not properly dressed. The Maine Hunting Shoe is designed by a hunter who has tramped the Maine woods for the last 18 years. We guarantee them to give perfect satisfaction in every way” (“Você não pode esperar êxito caçando veados e alces se os seus pés não estiverem devidamente calçados. O Calçado Maine Hunting Shoe é desenvolvido por um caçador que explorou as florestas do Maine por 18 anos. Nós garantimos que o produto dará uma perfeita satisfação em todos os sentidos”). Os caçadores não resistiram à qualidade e ao apelo do novo produto, fazendo com que rapidamente os pedidos fossem se multiplicassem.
Mas, o começou não foi fácil para Leon. As borrachas costuradas ao couro de 90 das 100 primeiras botas vendidas se soltaram. Começava então uma estratégia que iria nortear o sucesso da marca nos anos seguintes. Ele ressarciu todos os clientes que haviam tido problemas com os calçados, levantou um empréstimo, contatou sapateiros para corrigirem o problema e imprimiu novos folhetos explicativos. A partir de então, ele próprio testava os produtos, garantindo assim a qualidade e a satisfação de seus clientes. Rapidamente a marca L.L.BEAN se estabeleceu no mercado como sinônimo de produtos de qualidade. Pouco depois, em 1917, a empresa inaugurava sua primeira loja, que vendia também alguns outros itens para atividades e esportes ao livre, como por exemplo, um casaco especialmente desenvolvido para os caçadores se tornarem mais visíveis para outros caçadores. A loja focou-se no essencial: produtos de qualidade, garantia de satisfação e funcionários extremamente treinados para atender ao público com serventia e educação.
 
Na década de 20, com a popularização cada vez maior dos automóveis, mais pessoas visitavam o estado do Maine para curtir suas belezas naturais. Com isso a L.L.BEAN continuou atraindo caçadores, pescadores e campistas pela qualidade de seus serviços e produtos. Nesta época a marca introduziu os famosos casacos para atividades ao ar livre (Field Coat), em 1924, e as camisas de Chamois, em 1927. Foi nesta época que a marca ganhou ainda mais popularidade quando o escritor Ernest Hemingway recomendou suas tradicionais botas para outros caçadores. Na década de 30 a empresa aumentou sua área de venda na loja, incrementou o catálogo, agora com 52 folhas e aumentou o número de itens vendidos como a tradicional bolsa Boat and Tote, lançada em 1934. Em 1951, o proprietário resolveu que a loja iria abrir 365 dias por ano, 24 horas por dia, proclamando com bom-humor: “Jogamos fora as chaves!” (We have thrown away the keys to the place). E ele não estava brincando. Até hoje, não existe fechadura nas portas da loja principal localizada na cidade de Freeport, que se transformou em um ponto turístico, recebendo mais de 4 milhões de visitantes anualmente. A enorme loja é famosa pela escultura gigante da bota que fez a fama da marca, localizada na entrada, e do enorme tanque de peixes interno com várias espécies naturais da região.
Em 1954 a loja inaugurou uma sessão dedicada aos produtos femininos. No dia 5 de fevereiro de 1967 ocorreu a morte do fundador da empresa aos 94 anos. Na época, mais de 50.000 cartas de condolências de consumidores entristecidos chegaram à sede da empresa na cidade de Freeport. Era um claro reconhecimento dos consumidores à tudo que Leon Leonwood Bean tinha feito por eles no varejo. O comando da empresa foi assumido por Leon Gorman, neto do fundador, que conduziu a empresa para uma transição aos tempos modernos que viriam. Na década de 70 a empresa inaugurou a divisão de vendas diretas, especialmente para atender clubes, times, organizações e empresas de qualquer porte. Foi também nesta década, em 1976, que a introdução do cartão de crédito facilitou ainda mais o ato de comprar dentro da L.L.BEAN.
 
Pouco depois, em 1979, a empresa divulgou seu primeiro catálogo totalmente colorido. O rápido crescimento continuou na década seguinte, incluindo a introdução das famosas camas para cachorros em 1980, das mochilas escolares em 1982 e de rifles de caça em 1984. Pouco depois, em 1985, a empresa implantou um número gratuito de atendimento para vendas, em resposta a demanda cada vez maior dos consumidores em comprar pelo telefone. Poucos anos depois, em 1988, a L.L.BEAN inaugurou sua primeira loja de desconto (outlet) na cidade de North Conway, estado de New Hampshire. O crescimento continuou, e, no mês de novembro de 1992, a rede inaugurou sua primeira unidade no Japão, iniciando assim uma consistente presença nesse país (em 2006 já inaugurava sua 14ª loja de varejo em terras orientais). Três anos mais tarde expandiu seus canais de venda inaugurando seu comércio on-line. Em julho de 2000, a L.L.BEAN ampliou sua presença no varejo americano além do estado do Maine pela primeira vez em sua história, quando abriu uma loja na cidade de McLean na Virginia.
De 2001 a 2007 a empresa inaugurou lojas adicionais nos estados do Maryland, Pensilvânia, New Hampshire, Massachusetts, Connecticut, Nova York e Illinois, se transformando em uma das mais descoladas e criativas redes de varejo do segmento esportivo e para atividades ao ar livre. Em 2007, foram inauguradas duas lojas adjacentes a sua loja âncora na cidade de Freeport: L.L.Bean Hunting & Fishing Store (especializada em artigos e equipamentos para pesca) e L.L.Bean Bike, Boat & Ski (especializada em equipamentos para esqui, ciclismo e esportes náuticos). Em setembro de 2008, a rede inaugurou sua primeira unidade na China, e, em pouco mais de um ano, já possuía 30 unidades em solo chinês. Pouco depois, em 2010, lançou no mercado a L.L. BEAN SIGNATURE, uma linha contemporânea de roupa que recriava toda originalidade e tradição da marca americana.
Em 2012 a marca comemora 100 anos com o lançamento de uma linha de produtos limitada e ações de marketing inusitadas, como criar um veículo em forma da tradicional bota de caça, batizado de Bootmobile, que vai viajar durante todo o inverno americano divulgando o centenário da L.L.Bean. Afinal, resistir tanto tempo à concorrência e às oscilações do mercado é um motivo para se orgulhar e festejar. Atualmente a empresa tem como conceito o “tente, aprenda e curta” – comunicando a ideia de que o consumidor experimente, por exemplo, remar (dentro da loja), antes de comprar um caiaque.
O cliente em primeiro lugar
A L.L.BEAN é um caso de marketing que serve como referência de como trabalhar ofertando ênfase na satisfação do cliente. Em 2011, a empresa foi eleita pela tradicional BusinessWeek em primeiro lugar no quesito atendimento ao cliente. Com o propósito de conscientizar seus funcionários sobre a importância do cliente como foco nos negócios, a empresa ostenta um cartaz em seus escritórios expressando a ideia que tem sobre ele:
– Um cliente é a pessoa mais importante do mundo neste escritório. Quer ele se comunique pessoalmente, e-mail ou até mesmo por carta.
– Um cliente não depende de nós. Nós é que dependemos dele.
– Um cliente não interrompe nosso trabalho. É a finalidade dele. Não estamos fazendo um favor de servi-lo. Ele está nos fazendo um favor dando a nós a oportunidade de fazê-lo.
– Um cliente não é alguém com quem discutir ou debater. Ninguém jamais venceu uma discussão com um cliente.
– Um cliente é uma pessoa que nos traz seus desejos. É nossa obrigação lidar com eles de maneira lucrativa para ele e para nós.
 
Outra razão de sucesso da L.L.BEAN é sua famosa garantia, a qual foi utilizada com grande êxito durante muitos anos. A garantia diz o seguinte:
Todos os nossos produtos estão garantidos para proporcionar-lhe 100% de satisfação em todos os sentidos. Devolva qualquer compra realizada em qualquer momento se não for assim. Não queremos que fique com nada comprado da L.L.Bean que não seja completamente satisfatório. A L.L.Bean aceita devoluções de produtos sem se importar com o tempo em que foram adquiridos.
Mesmo com o volume de negócios crescendo substancialmente, a L.L.BEAN ainda mantém os valores de seu fundador e continua em sua busca por qualidade, serviço ao consumidor e um amor por atividades ao ar livre. Nos últimos cinco anos, a empresa doou mais de US$ 10 milhões para preservação da natureza e melhorias em aproveitamento de solo.
 
Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1912
● Fundador: Leon Leonwood Bean
● Sede mundial: Freeport, Maine
● Proprietário da marca: L.L. Bean, Inc.
● Capital aberto: Não
● Chairman: Leon A. Gorman
● CEO & Presidente: Christopher McCormick
● Faturamento: US$ 1.52 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 115
● Presença global: 3 países (física) e 160 (online)
● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 4.500
● Segmento: Varejo
● Principais produtos: Roupas e equipamentos esportivos
● Concorrentes diretos: Columbia Sportswear, Eddie Bauer, North Face e Timberland
● Ícones: A tradicional garantia de seus produtos e a bota de caçador
● Slogan: Guaranteed. You have our word.
● Website: www.llbean.com
A marca no mundo
A L.L.BEAN possui atualmente mais de 33 lojas (1/3 delas atuando sob o sistema de outlets) localizadas em 10 estados americanos. Além disso, a rede possui mais de 20 unidades em várias cidades japonesas, e outras 57 lojas na China. Os produtos vendidos pela empresa também podem ser adquiridos via catálogo e Internet em 160 países ao redor do mundo. Em 2011 a empresa produziu 49 catálogos, que foram distribuídos em todos os 50 estados americanos e mais 160 países. Ao todo, nesse ano, a empresa recebeu mais de 11 milhões de contatos dos consumidores, e, em um único dia de novembro, foram realizados mais de 142.000 pedidos on-line.
Você sabia?
● A sede da empresa fica na cidade de Freeport, localizada no pitoresco estado do Maine, na mesma rua da loja original.
● Sua famosa bota de caça, à prova d’água e pra lá de resistente, vendeu em 2011 mais de 400.000 pares.
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
Última atualização em 5/6/2012