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Hamburguerias: a febre vai além da moda. Entenda por quê

Tradicional lanche se reinventa e aparece aliado a diversas tendências do mercado, como food trucks e premiumização, dando origem a empreendimentos especializados em todo o Brasil

Impulsionadas pelo crescimento de estabelecimentos especializados em um só produto, as hamburguerias vivem um momento de acelerada expansão. O segmento registrou alta de 575% na última década, em São Paulo, segundo levantamento da consultoria Instituto Gastronomia, que excluiu padarias e redes com cinco ou mais unidades do levantamento. Depois da febre do temaki, do frozen iogurte, da paleta, do cupcake e do brigadeiro gourmet, foi a vez dos tradicionais sanduíches de pão e carne ganharemm versões premiumizadas e caírem no gosto dos consumidores. Com um toque artesanal e ingredientes mais rebuscados, o sucesso desses estabelecimentos se devem também a outras tendências, que dão ainda mais fôlego a esse movimento.

Presentes no país desde a década de 1950, essas lojas sofreram diversos tipos de variação, indo desde os fast-foods até as lojas de bairro. Para se reinventar, muitos empreendedores estão apostando na segmentação para oferecer um produto diferenciado e com maior valor agregado. No último ano, o hambúrguer ganhou aspecto mais gourmet, com a inclusão de ingredientes requintados como trufas, diferentes tipos de pães, queijos e molhos especiais, além do preparo da proteína, que passou a contar com cortes de raças de bovinos que produzem carne com qualidade superior.

Essa mudança é retrato da própria visão do empreendedor de se adaptar ao mercado e sobreviver em meio à concorrência. “Não é de hoje que vemos hamburguerias. São Paulo mesmo é o reduto desse alimento. O que está acontecendo é que transformaram o velho sanduíche em algo mais imponente e relacionado aos costumes locais ou de época. Temos a questão de saudabilidade, por exemplo, e as pessoas justificam comer porque a carne é menos gordurosa e processada. Além disso, tem a questão das pessoas estarem se alimentando mais fora de casa”, afirma Antônio Carlos Morim, Coordenador do MBA da ESPM, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Hábitos dos consumidores
As refeições nas ruas, inclusive, têm registrado crescimento médio anual de 9% nos últimos anos, como mostra o estudo publicado no Mundo do Marketing Inteligência que traz desafios, tendências e oportunidades no food service. Mesmo com os cortes no orçamento familiar, devido à crise no país, a alimentação ainda é um dos poucos setores que continuam a vender. “Houve uma redução, mas aquelas empresas que se localizam em regiões em que há um fluxo maior de consumidores tendem a manter sua lucratividade. Se elas possuem esse diferencial do hambúrguer, que está em alta, o sucesso é grande”, conta Morim.

Um exemplo disso é o Beco do Hambúrguer, localizado no Centro do Rio de Janeiro, em meio ao fluxo comercial da cidade. Inaugurado em junho de 2014, o espaço está sempre cheio de clientes em busca do sanduíche gourmet que produzem. A carne Angus e a maionese exclusiva são alguns dos itens que fazem com que o local ganhe visitantes fiéis. O diferencial, no entanto, está em esse ser um restaurante atípico na área – que reúne, em sua maioria, self-services ou estabelecimentos com almoço executivo. A escolha do ponto, em um beco, em nada atrapalhou a visibilidade e foi o boca a boca que construiu a fama do local.

Para alcançar o crescimento e atrair os consumidores, o pensamento estratégico precisa ir além do cardápio e envolver a localização da loja. “Os food trucks de hambúrguer, por exemplo, estão fazendo sucesso porque são uma novidade e todo mundo quer experimentar. Além disso, a maioria dos locais que recebe esse tipo de evento está em shoppings ou grandes espaços ao ar livre, onde há intenso fluxo de pessoas. No Rio de Janeiro, já há um número considerável de abertura dessas lojas, o que torna difícil você ser exclusivo em uma região. No Nordeste, no entanto, ainda são poucos os estabelecimentos, o que aumenta as oportunidades de sucesso”, pondera Morim.

Brother’s BurguerNo centro das atenções
Ter expertise em negócios e oferecer sanduíches em um local que é tradicionalmente conhecido pela mídia foi a saída encontrada pelo Brother’s Burguer ao abrir sua primeira unidade. O espaço, no Shopping da Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro, é frequentado por artistas e celebridades e constantemente atraído pela imprensa. Os clientes, por sua vez, possuem alta influência em suas redes sociais. Uma postagem compartilhada por eles gera mais interesse em outros consumidores.

A imagem de local exclusivo, porém, não é trabalhada. Tanto é que uma filial em um shopping na Tijuca, Zona Norte, já está prestes a abrir as portas e outras estão previstas para o futuro. “Temos um produto interessante, que agrada a quem experimenta. Somos acessíveis e não seguimos a linha premium. Buscamos inovações no cardápio para sair da mesmice e gerar interesse no cliente em voltar ao restaurante. Corremos atrás de inspirações e não ficamos parados. Sabemos que o consumidor quer ser conquistado”, conta Guilherme Romano, sócio do Brother’s Burguer, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para fidelizar os clientes, a empresa desenvolveu um aplicativo que soma pontos para serem trocados por hambúrguer – a cada 10 sanduíches consumidos, ganha-se um. O objetivo na iniciativa é ter os dados das pessoas para então poder elaborar futuras ações, como e-mail Marketing, brindes especiais por alguma data comemorativa ou envio de informativos sobre a loja.

A boa administração e maturidade do restaurante em pouco tempo atraiu o interesse de investidores e jovens empreendedores, o que acaba sendo comum nesses negócios que caem nas graças do mercado. “Atualmente, não temos interesse em abrir franquias, queremos construir lojas próprias aqui na cidade e nos estruturarmos. Desde que inauguramos, vi nascer muitos outros pontos do mesmo segmento. Vamos manter a solidez antes de expandir para outras localidades do Brasil”, afirma Romano.

Hareburger

Adaptação de mercado
Com uma visão diferente, o Hareburger optou por trabalhar com franqueados para expandir os negócios. No ramo desde 2006, quando o criador Rafael Krás passou a vender hambúrgueres vegetarianos na praia, a empresa deixou de lado as areias para abrir a primeira loja em Ipanema. Essa unidade original já não existe mais. Ela foi substituída por um ponto no Centro da capital carioca. Hoje em dia, a Zona Sul mantém uma loja, que é a primeira franquia da marca.

Entrar no ramo de hamburguerias oferecendo uma opção diferente da carne vermelha trouxe não apenas visibilidade e lucro, como também expertise no segmento de saudabilidade. “Desenvolvemos seis sabores diferentes sem conter proteína animal e isso atrai pessoas que nem mesmo são vegetarianas. Algumas querem apenas uma refeição mais saudável, algo que não dê culpa ao comer fora de casa”, conta Marco Leite, CEO do Hareburger, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A empresa pensa grande e já almeja encerrar 2016 com mais franquias no Rio de Janeiro e chegar a São Paulo. “Não temos medo de ingressar em um mercado com diversas opções. Entendemos que nosso posicionamento é diferente dos concorrentes. Não usamos carne e estamos longe do perfil gourmet, somos despojados e usamos uma linguagem divertida. Não quero que meu produto seja premium por preço, meu objetivo é atingir o maior número de pessoas. Somos imunes ao raio gourmetizador. Buscamos vender a um preço justo. Nesse ponto, há espaço no mercado”, afirma Marco.

Zacks

Futuro
Além das vendas dos hambúrgueres nos restaurantes, tanto a Hareburger quanto a Brother’s Burger estão entrando no ramo de catering, com atendimento em eventos. A saída é uma forma de manter as vendas e dar mais um gás ao empreendimento. “Estamos criando uma equipe especial para cuidar dessa parte, porque vem ganhando muita procura. As pessoas querem ter o hambúrguer em suas festas e buscam opções saborosas. No nosso caso, vendemos a versão baby, que é mais fácil de manusear e comer em pé, enquanto os participantes conversam”, conta o sócio do Brother’s Burger.

Oferecer alternativas para a sobrevivência da empresa e possuir uma visão a longo prazo permite que esses novos restaurantes se mantenham lado a lado com grandes redes. O Hareburger já começa a implantar o seu próprio food truck para circular pela cidade. Já a hamburgueria Zacks, até então conhecida por suas releituras de burgers em receitas incrementadas, espalhadas em 10 lojas entre Rio de Janeiro, Brasília e Fortaleza, decidiu expandir seus horizontes e dar início a uma nova marca: o Zacks Hot Dogs & Shakes.

Esse modelo de negócio viabiliza a entrada da empresa em pequenos espaços com alto fluxo de pessoas, como corredores de shoppings, centros comerciais, estações de metrô, escolas e universidades. Uma das principais vantagens é a simplicidade na operação e o baixo número de funcionários, além do custo operacional. A expansão será via franquias.

Essa alternativa também deve ser encarada pelas redes de fast-food, muitas vezes conhecidas pelo tradicional pão com carne. “Os consumidores estão mais exigentes e podemos ver isso na questão de sabor, saudabilidade, variedade, ponto de venda e apresentação. Haverá uma hora que, para não perder cliente, elas precisarão investir em carnes nobres e mudanças nos pratos. Reinventar-se é preciso. O The Fifties é conhecido por seu hambúrguer, mas também vende refeições e outros lanches. É preciso pensar que o hambúrguer já tem tradição. O algo mais a oferecer é que dará destaque ao seu negócio”, finaliza Antônio Carlos Morim.

Por Priscilla Oliveira | 24/08/2015

http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/mercado/34308/hamburguerias-a-febre-vai-alem-da-moda.html

7 estratégias de Marketing que se consolidaram em 2014

Na Era da internet, tudo muda muito rapidamente: o comportamento e as prioridades dos consumidores e, consequentemente, os desafios que surgem diante das empresas. Algumas estratégias tornaram-se peças chave para marcas inovarem na forma como lidam com seus clientes ao longo de 2014.  As ferramentas não são novas, mas se consolidaram, alcançando um número maior de companhias neste ano.

Os food trucks e drones rapidamente se espalharam por diversas cidades, dando mobilidade ao serviço de restaurantes e à entrega de produtos. Já a Copa do Mundo favoreceu os investimentos em Marketing esportivo. Durante o evento, as ações de Real Time Marketing, que comentavam os acontecimentos e os resultados dos jogos nas redes sociais, também ganharam força. Conheça mais dessas e de outras estratégias que ganharam corpo ao longo do ano, descritas em ordem aleatória.

Design Thinking
Nenhuma marca mais tem dúvida do poder que está nas mãos de consumidores, que não hesitam em ir ao Reclame Aqui e às redes sociais contar experiências ruins com produtos e serviços. Eles também já não estão mais satisfeitos em aceitar as ofertas de modo passivo, querem ter voz e poder de influência naquilo que compram. Muitas companhias perceberam na metodologia do Design Thinking um modo de tirar suas próprias verdades e demandas do centro para colocar o cliente nessa posição privilegiada.

Esse novo modelo mental de solução de problemas busca desconstruir todas as respostas que o mercado já dá aos desafios diários, vai a campo vivenciar o que realmente falta à experiência das pessoas e escolhe alternativas, que são prototipadas e testadas a todo o momento, para minimizar riscos. Todas as fases favorecem que o pensamento criativo aflore entre aqueles que foram escolhidos para desenvolverem o projeto, equipes essas que costumam e devem ser multidisciplinares. Positivo, Natura e Coca-Cola são algumas das empresas que já adotaram a metodologia em seus projetos.

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Marketing esportivo
O país do futebol sempre deixou muito a desejar quando o assunto é Marketing esportivo. Os investimentos ainda ficavam restritos à visibilidade da marca na camisa dos atletas e nas arenas esportivas. Mesmo com o pessimismo gerado pelo movimento do “não vai ter copa” surgido durante as manifestações de 2013, a realização do mundial no Brasil serviu de aprendizado para as empresas, tanto com ações que deram certo, quanto com outras que não se saíram tão bem assim.

No ranking das marcas mais associadas ao campeonato, organizado pela Hello Research, a Coca-Cola ocupou a liderança, seguida pela Nike, que não é patrocinadora do evento, mas da Seleção Brasileira. A marca de refrigerantes montou um ambiente com experiência sensorial a poucos metros de um dos portões do Maracanã, estádio do Rio de Janeiro, com imagens, essências e sons que remetiam ao torneio de futebol. A criação do espaço é da Plusmedia.

A Nike também investiu em um ambiente voltado para os amantes do futebol, a Casa Fenomenal. Os visitantes tinham a oportunidade de vivenciar experiências como calçar as recém-lançadas chuteiras de cano médio Magista e Mercurial Superfly, sendo desafiados por um painel digital a completar exercícios. Para demonstrar seu apoio à equipe, os visitantes tinham à disposição um estúdio fotográfico e a camisa canarinho, para que cada um pudesse tirar sua foto. O registro era enviado ao time de Felipão como forma de motivação.

Um ponto fraco das marcas em geral foi a lenta resposta, nas redes sociais, à derrota da Seleção para a Alemanha, por sete a um. Os aprendizados devem ser aplicados em 2016, quando as companhias voltarão a aproveitar o momento esportivo durante as Olimpíadas. Segundo especialistas, as patrocinadoras já deveriam ter iniciado as ações ainda este ano, logo após o fim da Copa, mas pouco ainda é visto no mercado.

Real Time Marketing
A Copa do Mundo favoreceu também os investimentos em Real Time Marketing. A Coca-Cola e o Itaú foram dois dos patrocinadores que montaram estruturas voltadas para as respostas rápidas e conversas nas redes sociais. Essas equipes precisaram lançar mão do improviso e da criatividade para aproveitar o timing dos comentários e o hábito multitela dos espectadores dos jogos.

A bola fora do jogador uruguaio Luís Suarez, que mordeu o zagueiro italiano Giorgio Chiellini durante o mundial, foi um prato cheio para marcas ao redor do mundo explorarem ações em tempo real, mesmo as que não tinham qualquer relação com o evento. A Negresco enviou uma caixa com várias unidades do biscoito para o jogador. O propósito era dar ao atleta outra opção mais gostosa para que ele pudesse morder nos quatro meses em que ficaria suspenso. Um vídeo elaborado pela Publicis Brasil mostrou o preparo de envio. Assista:

Drones
As pequenas aeronaves não tripuladas também se tornaram ferramentas de Marketing, sob controle de empresas, durante o ano de 2014. O termo drone, usualmente mencionado em discursos militares, foi parar no vocabulário corporativo. A Skol aproveitou a tecnologia para mostrar ao público imagens do carnaval registradas de um novo ângulo. A empresa utilizou o aviãozinho para captar momentos dos seis dias de folia em diversas cidades brasileiras.

Já a Tecnisa incluiu o uso de drones em suas obras para registrar o andamento das construções e oferecer aos clientes a possibilidade de acompanhar os trabalhos por meio de fotos e vídeos aéreos. A franquia de padaria drive-thru Pão To Go começou a testá-los no seu serviço de entrega. O pão francês e outros produtos chegaram à casa dos clientes por meio de aviões não tripulados comandados por controle remoto.

A camisaria Colombo, por sua vez, levou manequins para as alturas para divulgar as promoções da Black Friday. A marca promoveu um verdadeiro desfile de moda aéreo na Vila Olímpia, em São Paulo. Tanta adesão acabou chamando a atenção da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que é responsável por controlar o espaço aéreo. Ainda são poucos os drones que têm licença para voar e falta regulamentação para o uso das aeronaves. Assista ao resultado da ação da Colombo.

Food Truck
Já os food trucks receberam liberação para rodarem em São Paulo este ano e já tomaram a cidade com pratos gourmet. A nova legislação abriu caminho para as marcas apostarem nos restaurantes sobre rodas. Eles se assemelham à tradicional comida de rua apenas em sua localização. O cardápio reúne ingredientes premium e refeições reconhecidas da gastronomia de diversos países, indo do tradicional ceviche peruano, aos hambúrgueres gourmet, paellas e sanduíches espanhóis com ramón (presunto).

No Rio de Janeiro, ainda sem regulamentação específica, permanecem restritos a eventos especializados, localizados em áreas privadas, como o Planetário e estacionamentos de supermercados. Para impactar o público e atrair para a experimentação ainda no primeiro contato, os empreendedores adotam identidades visuais chamativas, inusitadas e alinhadas com os produtos vendidos. A ideia é que o carro, principal ativo da empresa, já sirva de divulgação por si só.

Inbound
Os investimentos em inbound Marketing também se consolidaram ao longo de 2014. A estratégia utiliza conteúdos explicativos e várias vezes didáticos para qualificar futuros clientes e identificar a melhor maneira de atingir cada público relacionado à empresa. Essa personalização da informação começa a substituir a abordagem conhecida como outbound Marketing, que foca em comunicação massiva.

Especialmente as pequenas e médias empresas, mas não só elas, enfrentam dificuldades na hora de prospectar clientes, buscando primordialmente as pessoas conhecidas – o que pode não ser suficiente para assegurar um projeto de expansão sólido. Há formas, entretanto, de atrair interessados nos produtos e serviços ofertados por meio da geração de conteúdo estratégico.

A Samba Tech, plataforma de gestão profissional de vídeos, reformulou seu processo de vendas no início deste ano e alcançou um crescimento de 80% na base de clientes e 40% na receita no primeiro semestre, se comparado ao mesmo período de 2013. A empresa trabalha agora para atrair leads qualificados e aumentar as conversões finais.

Mídia programática
Ao colocar relevância e performance em posição de destaque, a mídia programática deslanchou, ao longo de 2014, ao fazer com que peças apareçam no momento certo para o consumidor certo. O leilão de espaços publicitários virtuais já é conhecido tanto por anunciantes quanto agências e mostra-se atrativa na busca incessante por retorno sobre investimento (ROI).

A compra pautada em métricas permite às marcas alcançar os perfis mais suscetíveis às ofertas. Com a prática, surgiram novas siglas no vocabulário da área, como RTB, DSP e DMP. O primeiro, real-time bidding, ou compra em tempo real, denomina essa forma de adquirir os espaços nos leilões. Já demand-size platform (DSP) nomeia a plataforma que permite as compras por perfil e comportamento de usuário. E o data management platform (DMP) é responsável por reunir os dados de páginas e de audiências.
Essa venda programática ajudou a simplificar o operacional do digital, que sempre foi muito complexo. Numa única plataforma, passou a ser possível comprar e vender. Segundo previsão da empresa de pesquisa eMarketer, a adesão deve movimentar US$ 70 milhões até 2017.

Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 22/12/2014

http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/planejamento-estrategico/32497/7-estrategias-de-marketing-que-se-consolidaram-em-2014.html