Arquivo da tag: app

A febre dos deliveries de quase tudo

Uma verdadeira revolução está ocorrendo nas principais cidades do mundo e do Brasil. Trata-se do delivery de quase tudo. Com a correria do dia a dia, o trânsito caótico e intenso e a crônica falta de tempo das pessoas, os aplicativos de entregas proporcionam enorme conveniência no momento em que fazem os consumidores pararem de gastar o tempo para ir comprar e buscar seus produtos e daí praticarem seus hobbies ou utilizarem este tempo da maneira que preferirem.

Na realidade, o estouro do delivery de comida não é exatamente de agora. O boom do delivery ocorreu mesmo nos anos 80, em São Paulo, quando contava com mais de 200 disk-pizzas. Mas os pedidos eram feitos por telefone e as ligações eram uma verdadeira via-crúcis. Das pizzas  vieram em seguida a comida chinesa, a japonesa, as esfihas e o hábito se popularizou.

Mas com o advento dos smartphones é que se popularizaram de fato os aplicativos de delivery. O surgimento do Iphone e da internet móvel, deram aos usuários o poder de escolher à vontade, tomando o tempo que precisar, de maneira simples e confortável, com pouco ou nenhum risco de errar o pedido e mantendo um baixo custo operacional das empresas.

Em 2013 vieram os primeiros aplicativos de comida pronta como a IFood, a Pedidos Já! E o HelloFood (este 2 últimos já foram incorporados pelo IFood). Estas empresas viveram uma época romântica, convivendo com os próprios restaurantes, que tinham suas próprias equipes de entregas.

Mas é agora em 2018 que vemos uma profusão de aplicativos como a Rappi, Glovo, Loggi, UberEats e o próprio IFood travando uma verdadeira guerra pelo consumidor (e pelos estabelecimentos, restaurantes e motoboys). Está em jogo a conquista do maior mercado de entregas curtas da América Latina, e estes quatro players – a espanhola Glovo, a colombiana Rappi e as brasileiras Loggi e Ifood – protagonizaram megarounds nos últimos meses, ou captações de investimentos de mais de 100 milhões de dólares. A Ifood, líder do setor que detém 60% do mercado, foi além e recentemente foi protagonista do maior investimento em uma empresa de tecnologia na América Latina até o momento, recebendo um aporte recorde de US$ 500 milhões!

O app Rappi é o que demonstra maior agressividade para crescer por aqui. Chegou no Brasil  final do ano passado, possui hoje 3,6 milhões de usuários, “milhares” de estabelecimentos e dois mil funcionários. O país apresenta uma taxa de crescimento de 30% mensalmente. São 800 mil brasileiros na plataforma, ou 21% do total de usuários. As metas para o futuro são ainda mais ambiciosas: até dezembro deste ano, o negócio espera receber 11 mil pedidos por hora e nos próximos três anos, projeta chegar a 80 milhões de usuários. O principal mercado para a Rappi, hoje, é o Brasil.

Diante deste novo cenário, a guerra do delivery se dá em outro patamar. O mercado de entregas curtas está ultra aquecido. Segundo a Abrasel (Associação brasileira de bares e restaurantes), somente o delivery de comidas faturou mais de R$ 10 bilhões em 2017 e entregou 40 milhões de refeições. No mesmo período, o comércio eletrônico faturou 59,9 bilhões de reais e enviou 203 milhões de pacotes.

De olho neste mercado, a Br Malls, maior empresa de shopping centers no Brasil, recentemente adquiriu participação na “Delivery Center”- startup gaúcha que criou esta integração entre o varejo físico ao online, com entrega de produtos no mesmo dia ou até mesmo na mesma hora da compra, utilizando shoppings como centros de distribuição. Os itens comercializados vão desde vestuário e eletrônicos até fast food.

A empresa prevê atingir um total de 200 centrais em operação no País no curto a médio prazo. Já possui nove unidades em operação. Para 2019, a previsão é de abrir uma loja por semana. As centrais da Delivery Center ficam dentro dos shoppings ou em seus estacionamentos e mantêm uma equipe de pessoas que recebem os pedidos de consumidores, coletam os itens junto aos lojistas e fazem a entrega rápida via motoboys. A parceria está dando tão certo que, especialistas projetam aumento superior a 5% nas vendas totais da BR Malls no prazo de quatro anos.

Uber Eats lança modalidade click & collect em São Paulo

O Uber Eats está lançando este mês o formato click & collect em São Paulo. Com ele, o cliente poderá fazer o pedido pelo aplicativo e ir buscar sozinho no restaurante. A vantagem do modo Retirada é realizar toda a transação pelo aplicativo, inclusive o pagamento, mas sem precisar esperar em filas e nem pagar o frete.

O modo será disponibilizado com restaurantes parceiros, que ganham novas oportunidades de venda. O delivery de alimentos por meio de aplicativos é a modalidade que mais cresce no foodservice. Por outro lado, a estimativa é que mais de 80% das vendas dos restaurantes ainda sejam realizadas diretamente pelos estabelecimentos.

“O Uber Eats quer continuar apoiando o crescimento sustentável da indústria de restaurantes e permitir que nossas cidades sejam economicamente mais dinâmicas para fazer negócios”, afirmou Thaís Azevedo, diretora de Marketing do Uber Eats no Brasil. A modalidade de Retirada já está em testes em milhares de restaurantes dos EUA e da Europa, além da Cidade do México e Guadalajara, no México, e San José na Costa Rica.

Uber Eats lança modalidade click & collect em São Paulo

Novo Varejo 2.0 busca a combinação virtuosa possível

O conceito de New Retail (ou Novo Varejo) é de 2016 e foi proposto por Jack Ma, o icônico líder da chinesa, cada vez mais global, Alibaba, um ecossistema de negócios que tem valor de mercado próximo a US$ 455 bilhões.

O conceito desenhava a nova realidade no varejo com a integração entre o online e off-line com amplo envolvimento logístico e a tecnologia como elemento viabilizador de toda a evolução.

O New Retail, em 2016, era um dos conceitos propostos por Jack Ma para sua visão sobre a New Economy, que incluía ainda New Manufacture, New Finance, New Energy Source and New Technology. Em sua concepção, o New Retail era apenas uma pequena parte da cadeia mais ampla de negócios e desta forma deveria ser entendida.

Mas o impacto das inovações que a concepção do ecossistema de negócios Alibaba e outros trouxeram transcende em muito que acontece nos negócios e envolve a própria sociedade como um todo. E em todo o mundo e cada vez mais.

Especificamente no varejo, a integração tecnológica online, off-line e logística com o multirelacionamento precipitado pelos Super Apps está redesenhando toda a realidade do varejo, inicialmente na China, mas, gradativamente avançando para outras realidades, inclusive no Brasil. O seu potencial transformador nos próximos cinco anos por aqui será maior do que tudo aquilo que aconteceu no nosso varejo nos últimos cinquenta anos.

Mas, enquanto na China toda essa transformação é precipitada pela tecnologia e redesenhou a realidade dos negócios, do mercado e da sociedade, a partir dos Super Apps, em outras economias, também maduras, essa transformação acontece, porém com velocidade em menor escala, pelas estruturas, hábitos, agentes e práticas existentes.

Como parte dessa mudança na China, em torno de 80% das transações no varejo ocorrem com pagamento digital feito a partir do celular e não raro encontrar empresas, como a rede de coffee-shops Luckin, que anunciam não aceitar outra forma de pagamento que não essa. Assim como supermercados que também não aceitam outra forma de pagamento a partir de determinado horário, que não via celular.

Mas se você der um salto espacial e estiver no Hudson Yards, o novíssimo complexo multiuso inaugurado em março deste ano, em Nova Iorque, na operação da Citarella, uma combinação de loja de produtos gourmet, restaurante e wine bar, o aviso que encontrará é que também não aceitam dinheiro, apenas cartões de crédito ou débito.

Mas no Hudson Yards a arquitetura provocativamente arrojada, os novos formatos de lojas de redes globais e locais, o novo equilíbrio de produtos, serviços e soluções, combinados ou não, a predominância das marcas próprias no varejo, o design e comunicação visual únicos e pensados para constante mudança, as instalações criando interações, os elementos de tecnologia disponíveis com foco em conveniência e redução de atritos, o espaço dedicado à alimentação, entretenimento, saúde, beleza, bem estar e lazer, sinalizam mais um vetor de combinação de elementos que podem ser incorporados numa outra visão do Novo Varejo, com uma proposta mais focada na experiência, desta vez do lado ocidental do mundo.

New Retail 2.0

O que imaginamos como o Novo Varejo 2.0 é exatamente essa combinação virtuosa e emergente de elementos vindos da integração do que a tecnologia, os Supper Apps, o online e off-line, a logística e tudo o mais que redesenham a realidade do varejo a partir da China, com todos esses outros elementos que emergem das novas propostas envolvendo experiências, design, conveniência, arquitetura, soluções, marcas próprias e ênfase no bem estar e cuidados pessoais tão valorizados na realidade ocidental mais madura.

Esse desenho futurista não está ainda disponível em nenhuma proposta atualmente operacional, mas deve estar emergente na mente dos que pensam o futuro próximo, pois do lado da demanda, dos omniconsumidores 2.0, será natural buscar essa combinação virtuosa de elementos.

E se existe ainda espaço para maior ambição na proposta, ela deveria necessariamente conter as pessoas como o elemento catalizador fundamental de toda essa integração.

E aí talvez não exista espaço para avançar muito mais. Ao menos por enquanto.

5àsec lança modelo de franquia baseado em lockers

A 5àsec lançou um modelo de franquias baseado em lockers. Os armários digitais podem ser instalados pelos franqueados que já compõem a rede em condomínios residenciais, comerciais e até academias. A estratégia da marca é oferecer uma experiência diferenciada, além de comodidade aos clientes, que podem deixar suas roupas para serem limpas pela lavanderia, sem precisar sair de casa. Até o final do ano são esperados, ao menos, 50 lockers em diferentes estados brasileiros.

A empresa já utiliza há alguns anos o sistema de delivery no Brasil, que foi uma estratégia encontrada para facilitar o dia a dia do cliente. Com a evolução da tecnologia, a mudança de hábitos dos consumidores e a falta de tempo, o delivery passou a não ser suficiente, pois as pessoas começaram a sair muito cedo e voltar muito tarde para casa. Para resolver de uma vez por todas estas questões, a marca decidiu apostar nos lockers, armários digitais que podem ser implantados em locais estratégicos.

A ideia surgiu graças a uma demanda dos próprios franqueados, que buscavam a abertura de pontos de coletas dentro de condomínios para atendimento em horários alternativos. Além disso, o modelo de negócio se torna mais eficiente porque dispensa o uso de um colaborador, além de funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana, de acordo com a necessidade dos consumidores e no horário de sua preferência.

A novidade é voltada para condomínios residenciais e comerciais, além de centros comerciais e academias. Para utilizar o serviço, o cliente entra no app da 5àsec, disponível em Android e iOS, para informar que está colocando as peças no armário e, em seguida, informa o número da porta. A loja responsável por aquele condomínio recebe a informação e providencia a coleta das peças no armário. O serviço de limpeza e a devolução ocorre em até 48 horas.

Vale ressaltar que o custo é o mesmo praticado nas lojas físicas, sem acréscimos ou taxas adicionas e sem cobrança do serviço de delivery. Também não há restrição com relação ao tipo de peças e todos os serviços e pacotes podem ser contratados por meio dos lockers. O pagamento é feito online, por meio do app, após cadastro e o destravamento da porta é realizado por meio de QR Code.

“As empresas que instalam armários para qualquer tipo de serviço em condomínios geralmente cobram do empreendimento um valor mensal de aluguel ou até mesmo o custo total, que varia de R$ 7 mil a R$ 12 mil. No caso da 5àsec, não será cobrado nada dos condomínios, já que o investimento é por conta do franqueado que colocará, sem custo de implantação ou cobrança mensal, os lockers para que os moradores ou trabalhadores do local possam usar os serviços da lavanderia. Teremos lockers com 10, 20 ou 30 portas, de acordo com a estrutura do empreendimento”, ressaltou o diretor Comercial da rede, Alex Quezada.

Segundo o Sindilav (Sindicato Intermunicipal de Lavanderias no Estado de São Paulo) mais de 20% da população economicamente ativa é considerada cliente em potencial. Atualmente, as pessoas estão cada vez mais inclinadas a utilizarem os serviços de lavanderias, seja por falta de tempo ou até mesmo falta de espaço para estender a roupas, fato que tem impulsionado, cada vez mais, o aumento de serviços de lavagem.

Dessa forma, a rede de franquias espera que os armários digitais aproximem ainda mais os clientes em potencial, já que se trata de um serviço totalmente acessível, prático e vantajoso. Os primeiros lockers serão implantados em condomínios localizados nos bairros Cidade Monções e Jardim São Luís, ambos na capital paulista, em São Paulo.

Por Imprensa Mercado & Consumo – 10 de julho de 2019

5àsec lança modelo de franquia baseado em lockers

Starbucks at Home leva realidade aumentada para pontos de venda

A Starbucks at Home, nova linha de cafés da rede de cafeterias feita em parceria com a Nestlé, criou experiências personalizadas para os consumidores em pontos de venda, com uma gôndola inteligente e uma ativação de realidade aumentada. O objetivo é ajudar as pessoas a conhecerem melhor os produtos e realizarem uma compra mais direcionada e adequada ao seu perfil.

O aplicativo de realidade aumentada é acessado por meio de um tablet disponível em espaços ambientados da marca. Ao apontar o dispositivo para um marcador impresso no móvel, é projetado o holograma de um embaixador Starbucks, que apresenta um menu interativo com as opções de vídeos informativos, quiz e conteúdos adicionais. O quiz conta com cinco perguntas chaves e respostas rápidas que ajudam a mapear a personalidade do consumidor e permitem a indicação do produto mais adequado para ele.

Pelo aplicativo também é possível descobrir e ter mais informações sobre as diferentes formas de preparo – como prensa francesa, coado, sistemas Dolce Gusto e Nespresso –, torras, aromas e conhecer mais sobre a história do café. Promotores ficam posicionados nos pontos de venda para auxiliar os consumidores no uso do aplicativo.

Já a gôndola inteligente traz um sistema que consegue capturar todos os dados de interação do consumidor com o produto no espaço, além de possuir um dispositivo de mídia que traz mensagens sobre os itens disponíveis ali. A gôndola também reposiciona automaticamente os produtos quando a pessoa retira um item da prateleira, trazendo-os para a frente.

As novidades já estão presentes em dez lojas em São Paulo, que podem ser localizadas no site Starbucks at Home. “Queremos que o consumidor tenha em mãos ali, no momento da compra, todas as informações necessárias para fazer uma escolha assertiva. Com as tecnologias, conseguimos ter cada vez mais dados para oferecer opções personalizadas para a pessoa ser atendida em suas necessidades”, afirmou Erika Junqueira, head de Marketing de Starbucks.

A linha Starbucks At Home foi lançada em abril, sendo composta por 15 produtos, entre seis variedades de cápsulas para o sistema Nespresso, seis para o sistema NESCAFÉ Dolce Gusto – incluindo cappuccino e latte maccchiato – e três opções de torrado e moído, que marcam a entrada da empresa neste segmento no Brasil. A nova linha conta com blends da Starbucks, todos produzidos com café 100% arábica, proveniente de cultivos ambientalmente responsáveis, condições de trabalho justas e transparência econômica. A linha traz em suas embalagens informações e conteúdo que ajudam o consumidor a identificar a bebida – como perfil da torra, aroma e intensidade.

A Nestlé investiu US$ 7,15 bilhões pelo direito perpétuo e global de comercialização, exclusivamente no varejo, de produtos com a marca Starbucks, com exceção das cafeterias S. A linha está disponível nos principais supermercados de São Paulo.

Startup norte-americana cria freezer que faz ofertas personalizadas

A startup americana Cooler Screens criou um freezer capaz de personalizar ofertas. O aparelho é interativo, possui sensores de movimento, câmeras e sistema de e rastreamento ocular. O item já está em funcionamento em seis unidades da rede de farmácias Walgreens.

A peça identifica as pessoas por gênero, idade e percebe quais produtos que os consumidores estão olhando, avaliando ainda o tempo que permanecem em pé e a reação emocional a algum item. Ele coleta os dados em tempo real, utiliza um algoritmo para determinar os anúncios mais adequados para aquele momento.

O freezer é fechado por uma tela que mostra o produto está atrás da porta. Ele pode sugerir, por exemplo, um refrigerante “zero” para um homem que está olhando para as bebidas. O sistema é capaz de identificar preferências, como a dos homens pelos refrigerantes zero açúcar.

O equipamento também avalia o horário da compra. Se a pessoa realiza as compras no final da tarde, por exemplo, receberá sugestões como pizzas congeladas. As câmeras identificam os produtos que já estão com o cliente, para tentar convencê-lo a comprar outro alimento.

De acordo com a startup, os dados coletados não são armazenados. Mas ela deseja que os consumidores ajudem a abastecer sua base. Isso poderia ser feito, por exemplo, por meio do aplicativo da Walgreens, onde é possível indicar as preferências. Se um cliente incluir itens sem lactose em suas preferências, irão ser indicadas para ele ofertas destes produtos.

Segundo um estudo realizado pela Cooler Screens, 75% dos consumidores escolhem refrigerantes por impulso. A startup tem contratos com a Nestlé, Coca-Cola, Pepsi e outras 13 companhias.

C&A lança game digital que gera benefícios para o cliente

A C&A está lançando um game em seu aplicativo para estreitar os laços com os clientes. A plataforma interativa está disponível para clientes do programa de relacionamento da companhia, o C&A&VC e propõe que os consumidores cumpram missões em troca de recompensas, como descontos, experiências e vantagens para as próximas compras.

Os benefícios vão evoluindo de acordo com os &mojis acumulados, quanto mais pontos, maiores as recompensas, que incluem fila expressa nas lojas e bate-papo com estilistas da marca. “A C&A está sempre atenta às novas tendências de tecnologia e do próprio varejo para satisfazer os desejos e hábitos de consumo dos nossos clientes que buscam, cada vez mais, interação e novas experiências com suas marcas preferidas. Pensando nisso, lançamos este game que intensifica o relacionamento com a C&A, além de fortalecer a nossa conexão com os 4 milhões de clientes do nosso programa de relacionamento”, destacou Paulo Correa, presidente da C&A Brasil.

Os clientes do programa de fidelidade em todo o país recebem diversas missões, após habilitar o jogo no aplicativo. As atividades incluem interações digitais por meio do app e redes sociais até visitas presenciais nas lojas para incentivar a reciclagem de roupas e eletrônicos ou tirar uma selfie no provador.

As missões concluídas são transformadas em &mojis. Uma missão equivale a um &moji e assim por diante. A quantidade de lik&s define em qual nível do programa de relacionamento o cliente será classificado (curte, adora ou ama).