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Microinfluenciadores são responsáveis por 66% do conteúdo das redes

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Lorrayne Mavromatis, youtuber que deixou região caribenha após a devastação do furacão Irma, viu suas redes crescerem 1.473% em poucos dias

Uma vez que redes sociais se tornaram referência na busca de conteúdos e informações, grandes empresas passaram a se associar com influenciadores digitais, mas compreender qual a melhor estratégia para isso se tornou um desafio constante. Pensando nisso, a Airstrip Group, empresa de tecnologia e mineração de dados provenientes das redes sociais, realizou um estudo a partir de sua base de mais de 1.1 milhão de perfis monitorados, que explica como posts contribuem para o marketing de influência.

Nos últimos 90 dias, essa mesma base gerou 560 milhões de post, o quais foram analisados pela empresa, sob três pilares: mudanças no comportamento das redes sociais, estratégia com micro influenciadores e o impacto de posts patrocinados.

Para sócio, Luis Otávio Cambraia, entender exatamente quem são os micros e macroinfluenciadores e como eles são relevantes na estratégia de comunicação das empresas é o diferencial para o sucesso das marcas. “O primeiro passo é fazer uma seleção de perfis de acordo com a relevância do influenciador dentro das categorias desejadas. Ele deve ter ao menos 30% de relação com o tema desejado. Em seguida, filtramos aqueles de acordo com a qualidade de engajamento a partir da pontuação na nossa ferramenta e, para finalizar, fazemos a distribuição de perfis entre os diferentes tamanhos de base”, explica.

O levantamento mostra que perfis com base de seguidores de até 20k são os que mais geram conteúdo, sendo responsáveis 66% dos mesmos. Outros 24% estão nas mãos de quem tem entre 20k e 100k seguidores. Ou seja, 86% do conteúdo analisado foi gerado por perfis com base de audiência menor de 100k. Influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores geram apenas 2% dos posts.

Além de analisar o volume de posts, o estudo identificou queda de interesse do público em postagens pagas. No Instagram, por exemplo, perfis com mais de um milhão de seguidores tiveram uma queda de 47,3% de engajamento em publicações identificadas como patrocinadas por marcas através do uso de hashtags como #ad, #publi #publipost, entre outras. Já nos perfis entre 20k e 100k, os posts tiveram 24,7% a menos de comentários e curtidas. No Facebook, essa queda se deu em 35,8% e 21,6% para os mesmos grupos.

Para explicar esses números, uma vez que nota-se que os influenciadores estão gerando conteúdos relevantes para as marcas, Luís Cambraia ressalta que “os seguidores são sensíveis aos conteúdos patrocinados. Além de um olhar criterioso para o perfil do influenciador versus o contexto onde a marca está inserida, há ainda a necessidade de autenticidade na criação do conteúdo, uma vez que ele determina a taxa de engajamento e garante maior ROI para as marcas”.

A Airstrip analisou ainda o crescimento das redes sociais e os assuntos mais comentados em cada rede. No último ano, o Youtube foi a rede social que mais gerou alcance para seus usuários, totalizando 108,2% de crescimento das bases. Em seguida, vêm o Instagram com 63,3%, o Facebook com 44,8% e, por último, o Twitter com crescimento de apenas 30,5%. Dos assuntos mais comentados, futebol e política saem à frente no Facebook, já no Instagram, o assunto preferido dos usuários varia entre moda e fitness.

Dentro dessa análise de comportamento das plataformas, alguns perfis foram destacados, mostrando que as redes sociais estão conectadas ao offline, como um termômetro realtime ou agente de disseminação espontânea:

Entre 100k e 300k:

  1. @paratudoo cresceu %762%
  2. @crispimicheli cresceu 302%
  3. @mandycandyreal cresceu 102%

Entre 300k e 1M:

  1. @lorraynemavromatis cresceu 1.473%
  2. @negblack cresceu 268%
  3. @silveropereira cresceu 127%

Acima de 1M

  1. @pabllovittar cresceu 92%
  2. @paulinhop8 cresceu 46%
  3. @rafaeluccman cresceu 36%

Michele Crispim, ganhadora do Masterchef, viu suas redes crescerem 302% nos últimos 90 dias

Saiba como o Jardim da Ressurreição se transformou no #Cemi mais querido das redes sociais

03 de Agosto de 2017  

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No bairro de Gurupi em Teresina (PI) está localizado o Cemitério Jardim da Ressurreição. Coordenado pelo grupo Geraldo Oliveira o empreendimento realiza velórios e sepultamentos desde 1973. Tradicional na região, a empresa sabia que precisava atualizar o discurso e convidou uma agência digital para cuidar de sua imagem nas redes sociais.

Coordenada pelo casal Cyntia Freitas e Eudes Júnior, a CJflash aceitou a missão e começou a pensar formas para aumentar a base e engajar o público a partir de uma fanpage que começaria do zero. Desde o primeiro momento, a ideia da dupla era trazer mais leveza a um tema tão pesado como a morte. Vista com otimismo pelos clientes, a estratégia do casal foi bem aceita e eles puderam trabalhar suas ideias no Facebook.

A parceria se iniciou em 2015 com mensagens motivacionais, correntes que falassem de saudade. As postagens gradativamente começaram a usar expressões como “estou morto de fome” e “humanização” das estátuas para trazer mais leveza à página oficial. A virada ocorreu quando um post usou a liberação do casamento gay nos Estados Unidos para falar de cremação.

Daí pra frente os seguidores multiplicaram, o trabalho da agência de Teresina já apareceu em jornais de várias partes do mundo e hoje o tradicional empreendimento do Nordeste do país é o #Cemi mais querido da internet.

Para entender como tudo isso aconteceu conversamos com Cyntia Freitas, sócia da CJFlash e atendimento da conta do grupo Geraldo Oliveira, e o time da CJFlash. Confira abaixo a entrevista:

da esquerda pra direita Eudes Júnior, Leonardo Santos, Cyntia Freitas, Onildo Filho , Diego Oliveira e Cunha Jr

Como surgiu a ideia de tratar de modo bem-humorado um tema tão sério?

A CJFlash já atendia o Grupo Geraldo Oliveira há algum tempo, então no nosso planejamento propomos ao cliente criar uma página no Facebook, com a ideia de desmistificar o tema morte, quebrar esse tabu tratando o assunto com naturalidade e com humor.

Quando os vendedores iam visitar os clientes, muitos não queriam nem receber, com “pavor” de pensarem que um dia morreriam. Expomos os riscos, e traçamos a estratégia para o cliente e ele deu carta branca pra gente, o que foi determinante para o sucesso. O grande propósito da página não era fazer vendas de jazigos e sim trabalhar o tema morte deixando-o mais leve, facilitando a atuação do comercial, que é o que vem acontecendo e nos deixou muito feliz.

Hoje as pessoas já aceitam intervenções midiáticas com muito mais naturalidade.

Como a CJ Flash, agência que administra a conta, equilibra briefing, visão do cemitério, resposta dos familiares que enterraram seus entes e o público?

A CJFlash tem bem definido o propósito da Página: desmistificar o tema morte, e torná-lo um assunto leve. Ninguém pode fugir dessa realidade. No início, assim que iniciamos o processo de mudança indo para uma linha mais humorística, tivemos algumas reações negativas inclusive do público local, mas logo passaram a entender que a página não estava tirando onda com a memória e/ou das pessoas que estavam sepultadas no cemitério.

Já nos perguntaram se os velórios e sepultamentos no cemitério são “zoeiros” como os posts. Claro que não. A CJFlash e o cliente reproduzem o acolhimento que cada ambiente necessita, no virtual todo mundo quer se divertir, sorrir, zoar, já no real, temos um ambiente leve, com capelas, jardins, serviço especializado, criando todo um contexto pra acolher da melhor maneira aquelas pessoas que estão passando por aquele momento tão triste.

Hoje isso é bem claro também para o público e ficamos muito orgulhosos do cliente também confiar na nossa estratégia.

Em meados de 2015 apareceram as primeiras postagens bem-humoradas. Como se deu a trajetória para que um cemitério privado como outros tantos se tornasse o #cemi mais famoso da web?

Queríamos ser diferentes e acreditamos nisso desde o início. Como sabíamos do risco de sermos um hit negativo na internet por tentar fazer uma rede social de cemitério e ainda mais estando no Piauí, decidimos adotar a estratégia de iniciar com testes de postagens bem planejados.

Começamos com mensagens motivacionais, depois tentamos criar uma corrente referenciando saudade, mudamos e começamos a falar de morte com um pouco de humor tipo “estou morto de fome”, “vou te matar de beijos”…, e então passamos para o momento de humanização com as estátuas e começamos a brincar de fato também com o público, mas ainda era muito tímido, deveríamos ter apenas uns 800 seguidores…quando aconteceu a virada com o post da purpurina homenageando a liberação do casamento gay nos EUA, fomos uma das primeiras página da internet a fazer o post e então dentro de poucos minutos caímos na graça do público que começou a compartilhar o post e exaltar o cemitério.

A situação era muito fora da caixa, um cemitério, do Piauí, falando de casamento gay e cremação, então a partir daí a página passou a ser o “cemi”, e ganhamos uma legião de fãs e defensores.

De que maneira o aumento no número de seguidores na fanpage reflete financeiramente na marca?

O primeiro ponto é o fato de o Jardim da Ressureição não ser mais um corpo estranho, a maioria das pessoas ou o tem no bolso, no computador ou já ouviu falar, então isso facilita o trabalho do comercial por não ter uma alta taxa de rejeição como antes, e no último ano o aumento das vendas foi de 40%. A diretoria da empresa acompanhou as mudanças com investimentos no local, inclusive equipe comercial e estrutura física.

Como Gurupi, bairro de Teresina onde está localizado o Jardim da Ressurreição, se relaciona com o #cemi da cidade?

Ótimo, muita gente usa o espaço pra caminhar e relaxar, além de frequentar os cultos e missas que acontecem na capela do cemitério. As missas aos domingos estão cada vez com mais pessoas. Há domingos que chega a 400 participantes.

Já houve algum problema sério com a publicação de alguma postagem?

Problema sério não, mas já tivemos algumas rejeições no início e já apagamos alguns posts que os fãs não curtiram e sugeriram que fossem apagados. Temos uma relação muito boa com os seguidores inclusive existe um grupo fã do cemi onde recebemos várias sugestão de posts, feedbacks e muita conversa inbox.

Nesse período acho que tivemos apenas umas 3 ou 4 postagens que tiramos do ar rapidamente por sugestão do público, que sempre fazem as críticas construtivas no privado…isso é fantástico pra gente, porque sentimos a preocupação que eles têm com a página falam com a certeza que vão ser escutados e respeitados.

Quais os cinco posts que vocês mais gostaram de ter feito?

Pergunta difícil de responder, tem muitos posts bacanas inclusive alertando para várias causas como homofobia, suicídio, trânsito, estupro,… mas os que mais nos enchem de orgulho são os de maior alcance, rsrsrsr. O da Purpurina do casamento gay, foi o marco da virada, depois tivemos a do lançamento do Filme Star Wars, a do Potinho divulgando crematório também e por último, essa do meme “se juntas imagine juntas” que nos deu um alcance de 8 milhões de pessoas.

Depois de ganhar as redes sociais, importantes veículos nacionais e até aparecer na BBC o que esperam do futuro?

Queremos continuar crescendo com a página do cemi e de outros clientes que nos derem (ao menos parcialmente) liberdade criativa. O interessante é que todos querem ser o “cemi”, mas ninguém aceita correr riscos.

Nós da CJFlash estamos reestruturando o setor de marketing digital para atender o mercado fora de Teresina também. Já estamos com uma conta de uma empresa do Rio Grande do Sul e uma de Miami/Brasil e vimos que é perfeitamente possível, graças às novas tecnologias, gerarmos resultados desta forma.

Fiat lança comercial com 10 horas de duração

27 de Julho de 2017

fiat

Fugindo dos padrões convencionais, a marca resolveu apostar em um formato de vídeo inédito no mercado publicitário, o 10 Hours, dentro do Youtube. Para estrear essa nova aposta, a FCA escolheu o MOBI, um carro compacto, urbano e tecnológico. “O modelo acompanha as tendências e a forma como o consumidor se relaciona com o mundo, por isso optamos por essa linguagem e iniciamos essa campanha com ele”, diz João Ciaco, diretor de marketing, comunicação e sustentabilidade para FCA Latam.

Assinada pela Leo Burnett Tailor Made, a campanha gira em torno do universo hype, veloz, noturno e pop do carro, que é o verdadeiro astro do clipe. Para inserir tal conceito em um vídeo de 10 horas de duração, a agência criou um filme de 3 minutos, repleto de cores, tinta e luz negra, que permanecem em looping por 10 horas.

Além do visual psicodélico, a campanha explora de maneira dinâmica e artística o conceito “esse é seu tempo”, instigando a curiosidade do internauta logo de início. No decorrer do vídeo, letreiros luminosos piscam na tela com a frase “é tempo de 10 hours MOBI” reforçando mais uma vez a ideia do novo formato. “Esse é um filme que se destaca pelo craft e pela trilha sonora, apostando em um movimento que tem origem no digital e acompanha as tendências”, explica Luciano Lincoln, Diretor de Criação da Leo Burnett.

A campanha já conta com uma versão de 30’’ que está sendo veiculada em TV aberta, onde são destacadas as principais características do carro, como o motor firefly, direção elétrica com função city, câmera de ré integrada ao monitor HD, retrovisor tilt-down e câmbio GSR-Comfort. Versões de 15’’ e 5’’ do filme também entrarão no ar em Tv aberta e fechada.

FICHA TÉCNICA

Produto: VAREJO FÁBRICA
Campanha: Esse é seu tempo. É tempo de Fiat.
Título: Líquido
Duração: 30”
Anunciante: FCA Fiat Chrysler Automóveis Brasil LTDA.
Agência: Leo Burnett Tailor Made
Co-presidente e Diretor Geral de Criação: Marcelo Reis
Diretor de Criação:  Tomas Correa, Luciano Lincoln
Redator: Tomas Correa e Lucas Duraes.
Diretor de Arte: André Kirkelis, César Farah, Rachel Lucchesi e Vinicius Fuly
RTV: Maria Fernanda Moura, Celso Groba e Eduardo Bourroul
Atendimento: Denise Millan, Renato Broggin, Luisa Prado, Mariah Costa, Carolina Younis, Brenda Ribeiro, Guilherme Rocco e Fernanda Fazenda
Mídia: Andrea Hirata, Daniela Franco, Carolina Andrade, Odair Mozzer, Bruno Buosi, Rennan Aurieni, Thiago Perozzi, Ingrid Galloro e Rodolfo Contiero
Planejamento: Tiago Lara, Gustavo Zilles, Leandro Peralta e Livia Wu
Produção Digital: Pedro Rais, Leonardo Ricciardi e Ana Ceolin
Artbuyer: Louise Cristine e Mauro Moura
Aprovação cliente: João Ciaco, Malú Antônio, Ana Brant, Karin Betz e Ana Pepino. (FIAT)

PRODUÇÃO IL

USTRAÇÃO 3D
Estúdio: 
Techno Image 
Produtora de imagem: Iconoclast
Direção: Brenno Castro e Ian Ruschel
Direção segunda unidade: Guilherme Bohn
Produção executiva: Karina Amabile, Alonso Sperb e Francesco Civita
Atendimento de Finalização: Claudia Rocha
Coordenação de produção: Gregory Bogossian e Nathalie Gautier
Coordenação de finalização: Tutu Mesquita e Isabel Wallis
Diretor de Fotografia: Adolpho Veloso
Direção de Fotografia segunda unidade: André Dip
Diretora de Arte: Carol Ozzi
Montagem: Francisco Antunes
Finalizador: André Carvalho
Pós Produção: Prodigo Films/ Nash
Color: Marla
Colorista: Fernandinho
Produtora de som: Antfood
Produtor da Trilha: Lou Schmidt, Pedro Botsaris
Produção: Equipe Antfood
Locutor: Lou Schmidt
Atendimento: Renato Castro, Christiane Rachel, Lou Schmidt, Wilson Brown
Ano de Produção: 2017

http://adnews.com.br/internet/fiat-lanca-comercial-com-10-horas-de-duracao.html

Como ser visto na internet em meio a tanto conteúdo?

21 de Julho de 2017 

conteúdo

Há quinze anos não existia nada parecido com o Google como ele é hoje. Naquela época eu ainda fazia trabalhos escolares consultando livros, enciclopédias ou, no máximo, o site Cadê, que não era um buscador, mas um mero repositório de endereços catalogados de forma manual.

Não existia essa abundância de informação de hoje. Os celulares só faziam chamadas e logo passaram a enviar SMS. Não existia todo esse ruído. Aliás, não existia também porque em épocas de web 1.0 e 2.0, nós apenas consumíamos o que nos era imposto. Não podíamos comentar os conteúdos, não existiam diversidade, opções, nichos, dispositivos diferentes que nos permitissem ir ao quarto assistir algo super específico e que agradava apenas ao nosso gosto, enquanto todo o restante consumia outras opções.

De repente, passamos de um cenário de escassez para um cenário tão abundante que ficou difícil saber o que era bom e no que podíamos acreditar. Certos de que a única métrica que importava era a quantidade de acessos, sites passaram a se dedicar à criação de mais e mais conteúdo. E nesse meio surgiram as notícias falsas, que proliferaram pela internet e deixaram até os usuários mais experts confusos sobre o que é real ou não.

Estamos num momento então, em que produzir apenas mais um conteúdo, seja ele razoável, mediano ou repetido, não é o caminho. As pessoas têm cada vez mais ofertas competindo pela atenção delas e o tempo, sempre escasso, virou algo extremamente valioso.

De acordo com o Internet Live Stats de 17/04, são aproximadamente 8 mil tweets por segundo, 4.480 mil posts de blog por dia, 2 milhões e meio de e-mails enviados por segundo e 56 mil buscas realizadas no Google em um segundo.

Todo esse conteúdo, muitas vezes, parece formar uma barreira invisível que impede que cheguemos ao que realmente nos importa. E em tantas outras vezes, somos direcionados a consumir o que entendem que queremos ler ou que será melhor para nós, nos enfiando em uma bolha ideológica pautada pelos algoritmos das plataformas que usamos.

Martin Hilbert, um Doutor alemão em Comunicação, Economia e Ciências Sociais que investiga a disponibilidade de informação no mundo contemporâneo, comenta que, no passado, a referência de maior coleção de informação era a biblioteca do Congresso americano. Hoje a informação disponível no mundo chegou a tal nível que equivale à coleção dessa biblioteca por cada 15 pessoas . E esse número vem crescendo. Assustador!

Comparando a Pesquisa Brasileira de Mídia de 2016 com números de 2015 e 2014 temos algo que merece atenção. A confiança na informação diminuiu no on-line e aumentou no off-line. Ou seja, apesar de termos avançado no uso das ferramentas e plataformas digitais, de estarmos mais experts  no assunto, estamos regredindo de alguma forma, porque todo esse ambiente se tornou não confiável.

O conteúdo falso cresceu tanto que gigantes como Google e Facebook passaram a buscar alternativas para combater o que é falso, desenvolvendo métodos próprios, que passam por plugins, alertas e até checagem manual. Tentamos recorrer aos algoritmos para que eles detectar automaticamente o que era credível ou não. A linguagem humana, porém, é muito complexa. Separar o falso em meio ao verdadeiro tornou-se um grande desafio. Afinal, não é preto no branco. Não basta filtrar baseado em critérios que alguém definiu e dizer o que alguém deve ou não ler.

Foi aí que a checagem humana, editorial, voltou em cena. Surgiram agências especializadas em checagem de fatos, cujo trabalho é realizado de forma bastante manual em busca da apuração do que foi a aumentado ou não, por exemplo.

Distorcer informações não é um problema novo para a sociedade. Desde sempre estivemos expostos ao risco de confiar em algo que era mentira. Até mesmo nas conversas corriqueiras entre as pessoas no dia a dia estamos sujeitos a falsidades. Nunca se sabe se no meio de uma frase existe algo deturpado, tendencioso ou falso. O problema é que o digital ampliou isso. E como as mídias sociais possibilitam viralizar rapidamente uma publicação, nos pegamos várias vezes diante de conteúdo falso sendo levado adiante de um modo que ninguém consegue parar.

Tudo isso fez com que o tempo das pessoas se tornasse ainda mais valioso. Todas essas mídias guerreiam por nossa atenção e aí passamos a olhar apenas para aquilo que parecesse realmente fresco, inovador, relevante, credível, digno de nosso precioso tempo.

Já não basta mais abrir o editor de textos e escrever mais um artigo ou criar mais um vídeo. As mídias sociais e as pessoas estão saturadas deles. Um bom conteúdo ainda é capaz de gerar muitos negócios, educar mercados, tornar alguém uma referência em sua área, mas o modo como isso é feito precisa ser repensado, ou sua página será só mais uma perdida em meio a tudo isso.

A seguir, dicas práticas para a produção de conteúdos que realmente façam a diferença para seu público e realmente ajudem você ou seu negócio a gerar mais oportunidades, a ser visto em meio a tanta concorrência.

1.   Defina bem quem é seu público e entenda onde ele está: Com quem você quer falar? Que público é estratégico para você? Que perfil representa seu melhor tipo de cliente, aquele que você quer atrair? Ele usa a mídia em que você escolheu publicar um conteúdo?

2.   Entenda quais são as dúvidas, dores e objeções de seu público: Outro dia me perguntaram em uma palestra se seria legal produzir, para uma concessionária de rodovias, um post sobre o risco de morte ao dirigir embrigado. Eu sugeri, então, que usássemos o auto-completar do Google e juntos digitamos o termo “dirigir embrigado”. Logo percebemos que os termos que mais apareciam associados ao alto volume de pesquisa eram “pena” e “crime” em relação ao fato de dirigir bêbado. Isso nos mostrou que faria mais sentido produzir conteúdo que falasse não apenas do risco de morte, mas também da pena e da multa a que estaria sujeito o motorista que fizesse aquilo. Ali tivemos um claro exemplo sobre o que interessava mais ao público ler. E para saber o que o seu público quer, é preciso analisar dados, pesquisar tendências e insights e analisar palavras-chave. Além disso, pense nas objeções de seu cliente. Elas nem sempre são claras. Alguém pode não comprar seu produto porque pensa que ele é mais caro do que é, por exemplo. Esta é uma objeção.

3.   Lembre-se de que seu público não é homogêneo: nem todo mundo sabe o mesmo sobre um determinado assunto. Ao produzir conteúdo lembre-se de que seu público tem níveis diferentes de conhecimento. Há pessoas que estão começando agora a ler sobre aquilo, enquanto outros já sabem quase tudo e precisam de uma informação mais profunda, densa, que as ajude a decidir uma compra, por exemplo.

4.   Analise dados a seu favor: dados de CRM, entrevistas, observações, acessos ao site e páginas de mídias sociais, tudo isso será útil para lhe ajudar a produzir conteúdo que faça sentido.

5.   Humanize seu conteúdo: isso inclui escrever de um jeito mais descontraído, ser mais real, porque a vida não é sempre perfeita e polida e porque do lado de lá existe outro ser humano consumindo seu conteúdo.

6.   Publique regularmente: não basta escrever um texto aqui e outra lá. Para formar uma audiência e obter resultados é preciso produzir conteúdo regularmente. Porém, não basta virar uma maquininha e deixar a qualidade cair.

7.   Seja credível: se a internet está cheia de conteúdo falso, não seja você mais um a produzir algo que deixa brechas. Cite fontes, seja cuidadoso com a informação que você leva adiante.

8.   Descubra mais sobre o que pode prejudicar sua estratégia: por melhor que seja seu conteúdo, existem diversas questões que podem influenciar o resultado de sua estratégia no dia a dia. O site em si, o modo como o texto foi formatado, o jeito da equipe abordar ou atender, a comunicação da empresa e de seus produtos, a demora na resposta…

9.   Pense na experiência do leitor: um texto difícil de ler faz as pessoas irem embora. A experiência precisa ser positiva, a leitura precisa ser feita de modo fácil em qualquer dispositivo, a fonte não pode ser muito clara ou pequena, as frases podem ser menores e o texto sempre melhor formatado. Tudo isso ajuda na experiência.

10.Não fique só no Facebook: diversifique as mídias que você usa para publicar conteúdo. Um erro bem frequente das pessoas é ficar postando em uma só, querendo apenas mais e mais seguidores. Se esquecem de que a internet não é o Facebook. Por isso, varie e aposte em um blog próprio para atrair visitas.

11. Crie conteúdos evergreen: pense em conteúdos que sejam bons o ano todo. Aqueles que são muito factuais e pontuais são interessantes apenas por um curto período do ano. Da mesma forma, escrever sobre assuntos polêmicos poderá até lhe dar visualizações, mas não necessariamente vai gerar negócios ou criar uma imagem positiva sobre você.

12. Crie conteúdo para promover sua imagem profissional também: lembre-se de cuidar também de sua imagem. Conteúdo pode ser poderoso também para seu marketing pessoal, para mostrar às pessoas sobre a área que você domina, em que é especialista. Mesmo que trabalhe em uma empresa hoje, não deixe de cuidar de sua imagem, de sua marca pessoal. Algo que está em alta é treinar os colaboradores da equipe para que todos produzam conteúdo, uma excelente forma de cada um debruçar-se no assunto que mais domina. Mesmo que não escreva muito bem, alguém pode revisar o texto por você. Ao publicá-lo em seu LinkedIn, por exemplo, se o texto é interessante de alguma forma para a empresa em que você trabalha, ele pode ser destacado pela marca para que mais pessoas leiam o “artigo que nosso colaborador escreveu”. Isso será positivo não apenas para reforçar a imagem de referência na área da empresa, mas sobre você como profissional.

Flavia Gamonar é doutoranda em Mídia e Tecnologia, Mestra em TV Digital e pesquisadora sobre a nova ecologia dos meios. Professora em cursos de pós-graduação ministrando disciplinas relacionadas à carreira, TI, inovação, marketing e empreendedorismo (ESPM, USC, SENAC, UNIMAR).Co-fundadora do O que move o marketing e Linkedin Top Voices

http://adnews.com.br/adinsights/flavia-gamonar/como-ser-visto-na-internet-em-meio-tanto-conteudo.html

5 maneiras das marcas interagirem nas redes sociais

30 de Junho de 2017  

Social Media

Nesta sexta-feira (30) se celebra o Dia da Mídia Social. Criado pelo site de tecnologia Mashable há exatos sete anos, a data visa reconhecer e celebrar o impacto dessas plataformas digitais na comunicação moderna. Mais do que estar no centro das relações digitais estabelecidas entre as pessoas ao redor do mundo, pode-se afirmar, sem hesitações, que as mídias sociais mudaram para sempre a vida dos usuários da rede mundial de computadores.

Além de unir, por meio de redes sociais, comunidades de pessoas que compartilham de um mesmo interesse sem estabelecer limites de fronteiras, a social media também derrubou o muro que separa empresas de pessoas, permitindo uma interação sem precedentes entre marcas e clientes. É nesse ambiente que as empresas se aproximam dos seus consumidores, conhecem seus perfis de compra e aprendem com suas preferências e reclamações.

No final, essa relação traz vantagens para os dois lados: as marcas entendem melhor as necessidades dos seus consumidores, enquanto estes recebem um tratamento mais alinhado com suas expectativas.

Listamos abaixo cinco possibilidades de interação criadas pelas mídias sociais que ajudam a aproximar as marcas de seus clientes:

1 – Perfil social da marca

Estar presente nas mídias sociais é ser visto, ser encontrado e ser lembrado. Para tanto, é preciso manter um perfil próprio, que dê um rosto à pessoa. O mesmo raciocínio se aplica para as marcas. “Ter um perfil permite que a marca construa um relacionamento com os seus clientes, por meio do conteúdo, respostas e estímulo à conversa”, afirma Ana Maria Bicca, social media coordinator da Cadastra, agência de marketing digital full service. Segundo ela, é na mídia social que a marca participa do cotidiano dos seus seguidores, além de contar com a vantagem de ter o feedback direto do seu público para redefinir estratégias.

Mas atenção: perfil não atualizado é perfil esquecido. “Não basta estar ali, é preciso ser ativo, produzir conteúdo e interagir com o público. O conteúdo é importante para contextualizar os valores, identidade e posicionamento da marca”, conclui.

2 – Parceria com influenciadores

A relação com influenciadores digitais abre uma nova frente no universo de estratégias de marketing na mídia social.  Com ela, as marcas se comunicam com seu público-alvo por meio de ações junto a personalidades que detêm a atenção e a credibilidade de sua audiência.

“As pessoas frequentam as mídias sociais para navegar em universos que façam sentido para suas vidas, buscando conteúdos que agreguem profissionalmente e também para o dia-a-dia delas. Nesse ambiente, os influenciadores são aqueles que criam conteúdo relevante e acessível. A vantagem para uma marca usar um influenciador na sua comunicação é estar inserida dentro desse conteúdo relevante”, afirma Gian Barbera, que é sócio da iFruit, agência pioneira do ramo de digital influencers.

Barbera conta que, frente à demanda de grandes marcas por parcerias em mídias sociais, a iFruit decidiu fechar seu próprio casting interno de influenciadores para oferecer para o mercado.

3 – Análise de comportamento

As mídias sociais também são um verdadeiro banco de dados a céu aberto. Além das informações fornecidas para a criação de um perfil, os usuários deixam rastros por meio de postagens, curtidas, compartilhamentos e outras interações que permitem analisar seus hábitos de consumo e programar ações de marketing personalizadas. “O crescimento de aplicações Big Data abre caminho para o desenvolvimento de soluções cada vez mais inteligentes e efetivas para se aproximar do consumidor”, afirma Bruno Gianelli, sócio-diretor da Betalabs, empresa especializada em plataforma de gestão para o comércio eletrônico.

Exemplo disso são as notificações de push por navegador ou aplicativo. Essa tendência tem se consolidado diante de um número crescente de sites e apps que disponibilizam o envio de notícias ou novidades sobre produtos para toda sua base de usuários, de acordo com o especialista.

4 – Posts patrocinados

Uma estratégia de marketing fundamental para uma marca atingir seu público, e, mais que isso, atrair nova clientela, são os posts patrocinados nas mídias sociais. “O conteúdo patrocinado é fundamental para a marca alcançar um público específico para seu segmento. Através de campanhas patrocinadas, conseguimos definir o raio de alcance da divulgação, além de faixa etária, sexo, dentre outros filtros finos para geração de novas ações”, diz Thiago Regis, diretor de novos negócios da agência de marketing digital Pílula Criativa.

Ele reforça que, no caso de empresas de pequeno e médio porte, é estratégico investir em publiposts, conteúdos compartilhados em outros perfis e campanhas patrocinadas.

5 – Relacionamento e Customer Experience

Além de ser um espaço para produção e divulgação de conteúdo, a mídia social também é um canal ideal de relacionamento com o cliente. Pelo conceito de Customer Experience, não basta apenas vender um bom produto para agradar o consumidor, mas oferecer uma experiência que vá além da venda para que ele se lembre da marca e siga se relacionando com ela. De acordo com a Mutant, empresa brasileira com foco em Customer Experience, para se comunicar com o cliente, a marca precisa conhecer o seus hábitos e suas necessidades, além de acompanhá-lo fora do ambiente de compras.

As redes sociais criam essa oportunidade de contato que amplia a experiência do usuário. Esse relacionamento impacta no nível de satisfação do cliente, gerando engajamento e fidelidade com a marca.

http://adnews.com.br/social-media/5-maneiras-das-marcas-interagirem-nas-redes-sociais.html

Coca-Cola cria site com músicas personalizadas para cada nome

12 de Julho de 2017  

Coca

A Coca-Cola tem diversas fortalezas em sua construção de marca, mas duas ações se tornaram particularmente poderosas nos últimos anos. A primeira delas é a campanha que colocou o nome de diversas pessoas no rótulo dos refrigerantes. A outra, que é na verdade um posicionamento, é a conexão da empresa com o universo musical.

Esses dois fenômenos de comunicação agora se juntaram em um mesmo lugar, na nova fase da campanha “Share a Coke” nos Estados Unidos.

A marca resolveu gravar mais de mil músicas originais para cada um dos nomes que escolheu. Para ouvir sua canção, o consumidor deve digitar o seu nome nesta plataforma, que rapidamente retorna com uma melodia. Caso o seu nome não seja encontrado (como os brasileiros, por exemplo), o site responde com uma canção de desculpas.

Anúncios entre vídeos no Facebook podem prejudicar sua marca

27 de Junho de 2017  

videos

Há alguns dias, um amigo meu no Facebook fez um post dizendo que iria parar de curtir determinada marca. O motivo? Um comercial dela interrompeu o vídeo que ele estava assistindo.

O novo formato vem sendo testado desde janeiro e é uma saída para tirar os grandes produtores do YouTube. Neste caso, a verba deste anúncio é dividida entre produtor (55%) e, claro, o Facebook (45%).

No entanto, o formato acaba sendo um retrocesso. Não para o Facebook, mas sim para as marcas. E isso pode se tornar um grande vilão no Brasil.

O atraso do mercado digital no Brasil é culpa de todos: agências, que preferem ganhar 20% das grandes mídias, e dos clientes que ainda menosprezam as novas mídias. E este será um passo falso rumo ao entendimento do mercado digital. É apenas um Ad Break, adaptação dos comerciais de TV para o mundo online.

O público está fugindo dos anúncios

As redes sociais nasceram para conectar pessoas, as marcas são secundárias e devem trazer entretenimento para o canal. Se as pessoas estão fugindo de comerciais, parece não ser inteligente investir neste novo formato. Vídeos mais longos, por exemplo, podem receber até três Ad Breaks de 20 segundos, são pausas maiores do que um filme da sessão da tarde.

Se você ainda não está confiante, saiba que até mesmo as interações de imagens bonitinhas são praticamente nulas:

A página do Toddynho possui 1.3 milhões de fãs. No entanto, posts como esse recebem apenas 34 interações, algo como 0,002%. O motivo? Elas interrompem a navegação durante a linha do tempo, assim como os vídeos.

E não para por ai

Os anúncios de vídeo vão começar a aparecer agora entre as transmissões ao vivo também, o que pode até mesmo desmotivar a continuidade do telespectador.

O futuro no presente

O digital traz mais resultados com conteúdo próprio. Marcas como Coca-Cola, Netflix e Heineken possui até mesmo o departamento de Real Time Marketing, monitorando o que está acontecendo em tempo real na internet e se aproveitar disso para criar conteúdos. Desta maneira, ao invés de utilizar a autoridade de outros canais, você constrói a sua própria imagem com investimento similar.

E agora, você ainda está a fim de dar um passo para trás?

http://adnews.com.br/adarticles/anuncios-entre-videos-no-facebook-pode-prejudicar-sua-marca.html

Facebook x Snapchat: quem vence a guerra dos vídeos instantâneos?

 

06 de Abril de 2017  

Mark

Depois do Mark Zuckerberg não conseguir comprar o Snapchat em 2013, o modo “stories” saltou a tela do Messenger, Facebook, WhatsApp e Instagram. Após a atualização dos aplicativos com a ferramenta, o Snapchat teve queda nas postagens em até 40%.

Confira abaixo o infográfico que mostra a história desta disputa:

Justin Bieber usa camisa do Palmeiras e gera mídia espontânea para Crefisa

 

03 de Abril de 2017 

renato belieber

Muitas vezes um simples presente pode ter um valor inestimável. É o que ficou claro no show do Justin Bieber realizado no Allianz Parque no sábado (1). Na ocasião, o cantor apareceu com a camiseta do Palmeiras no final do evento e alegrou a Crefisa pela mídia espontânea que foi transmitida em todas as plataformas e replicada para globalmente.

Em entrevista à Veja, Leila Pinheiro, dona da companhia, conta que foi surpreendida por ligações de amigos comentando que o ídolo teen estava na TV com a camiseta do time que a marca patrocina. “Foi uma loucura. As marcas Crefisa e Fam irão correr o mundo”, comemorou a executiva.

Não pra menos, o ícone pop também é famoso por contratos publicitários com grandes anunciantes como Calvin Klein, Adidas e até a joalheria Tiffany. Os acordos com as empresas não têm as cifras anunciadas, mas certamente os milhões envolvidos não se comparam com o pouco dinheiro gasto por Alexandre Mattos, diretor de futebol do clube, e Rogério Dezembro, CEO da WTorre, ao presentear o astro com o uniforme personalizado com seu nome

http://adnews.com.br/negocios/justin-bieber-veste-camisa-do-palmeiras-e-quem-ganhou-foi-crefisa.html

Corinthians anuncia patrocínio de maneira inusitada

 

17 de Março de 2017  

Alcatel

A Alcatel, marca de dispositivos móveis da TCL Comunicação, é a nova patrocinadora do Sport Club Corinthians Paulista, com contrato até o final de 2017 que prevê exibição da marca na parte da frente da camisa, na região dos ombros. A agência WE e a equipe de marketing do Timão foram os responsáveis pela ação que anunciou a parceria que une a segunda maior fabricante de aparelhos celulares da América Latina a um dos clubes mais populares do Brasil.

O destaque da ação foi uma ativação protagonizada pelo jogador Rodriguinho. Durante coletiva de imprensa, o smartphone Alcatel do atleta tocou, ao som do hino do Corinthians. Ele atendeu e revelou à imprensa que um novo parceiro estaria chegando ao clube, sem contar quem era. A ação gerou grande curiosidade entre os jornalistas e repercussão na imprensa.

A We e o marketing do Corinthians também criaram um filme de 30 segundos exibido na noite desta quinta-feira (16) no telão da Arena Corinthians, durante o jogo contra o Luverdense. Além da ativação e do filme, a campanha tem ações nas redes sociais do Corinthians e Alcatel para alimentar as conversas sobre o acordo de patrocínio, e uma estratégia de e-mail marketing para os colaboradores da empresa.

“A Alcatel vive um momento especial no Brasil e nossa missão foi encontrar uma solução criativa para inserir a Alcatel no mundo do futebol, um esporte que é a maior paixão dos brasileiros”, afirma Guy Costa, sócio e vice-presidente de criação da WE.

“Escolhemos o futebol por ser o esporte de maior audiência no país e pela sua capacidade de conectar e emocionar pessoas. O Corinthians é um dos maiores times do Brasil e conta com uma imensa torcida de 27,3 milhões de apaixonados, o que vai ampliar a visibilidade da nossa marca”, comenta o gerente geral da Alcatel Brasil, Fernando Pezzotti

http://adnews.com.br/negocios/corinthians-anuncia-patrocinio-de-maneira-inusitada.html