Arquivo mensal: setembro 2019

Iguatemi lança plataforma digital para levar marcas de luxo a todo o Brasil

A partir do mês que vem, as marcas de luxo presentes nos corredores do Iguatemi chegarão ao celular e aos computadores – e na casa dos consumidores em até 48 horas. Essa é a promessa do Grupo Iguatemi, que lança sua plataforma de comércio eletrônico, o Iguatemi 365, em outubro. No formato de marketplace – espécie de shopping center virtual, que junta no mesmo ambiente diversas lojas –, o canal pretende ampliar o alcance do Iguatemi para todo o País. A vitrine virtual nasce com 80 marcas internacionais pesos pesados, como Tiffany, Ermenegildo Zegna e Dolce & Gabbana.

“Nós nos preparamos muito para entrar no negócio online”, disse Carlos Jereissati Filho, presidente do grupo. “Somos a única empresa que tem uma marca ligada ao luxo reconhecida nacionalmente e temos capacidade de fazer uma segmentação que nenhuma outra tem. Por isso, faz todo o sentido fazermos curadoria de marcas e produtos.”

Com faturamento de R$ 13 bilhões proveniente de 15 shoppings, dois outlets premium e três torres comerciais, o Grupo Iguatemi vê uma oportunidade inédita com a plataforma. “No passado, qual era o jogo (em relação à expansão dos shoppings)? Era fazer uma unidade em São Paulo, outra no Rio de Janeiro e outras capitais. Hoje não”, afirmou Jereissati. “Posso estar em São Paulo e vender para o resto do Brasil (pela plataforma) online. Não preciso mais criar um shopping em Recife para levar a nossa marca para lá, por exemplo.”

Na plataforma, o consumidor poderá fazer a compra e retirar no shopping Iguatemi ou pedir para que seja entregue em casa, em qualquer lugar do País, em 48 horas. O canal e-commerce também terá marcas sem loja física no Brasil. “Vai ser um bom lugar para marcas testarem sua aceitação no mercado, antes de investir numa loja física”, afirmou Jereissati.

Além de ser alternativa para os lojistas, Jereissati afirmou que a plataforma também oferece mais alternativas ao consumidor. “Entre 50% e 60% das marcas do Iguatemi estão só em São Paulo”, disse. “Agora, estarão acessíveis para consumidores de todo o País. Quer comprar um Dolce & Gabbana? Entra no 365.”

De acordo com o consultor Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da consultoria GS&Malls, especializada em shopping centers, a venda online é um caminho sem volta, seja para o mercado de luxo ou popular. “As empresas têm de estar no universo online se não quiserem abrir brecha para o concorrente”, disse.

No ano passado, o shopping Cidade Jardim, do grupo JHSF, também lançou sua plataforma digital. Mas, para Marinho, o Iguatemi tem potencial grande para crescer neste mercado e ampliar o alcance de sua marca em todo o País. “A marca Iguatemi é muito forte, o que dá uma vantagem competitiva”, afirmou. “Tem consumidor que viaja para São Paulo só para fazer compras.”

O grupo estudava desde o início dos anos 2000 entrar no segmento e-commerce. No entanto, o projeto era muito caro. “Se você quisesse montar uma plataforma online, teria de comprar um estoque grande. Até há dez anos, o negócio era inviável porque muitas marcas não estavam preparadas para esse mundo digital”, disse Jereissati.

Em testes há alguns meses, o Iguatemi 365 tem cerca de 500 pessoas estão cadastradas, inclusive Jereissati. O grupo não divulga investimentos feitos no novo negócio.

Independentemente das turbulências globais, o mercado de luxo continua crescendo. Em 2018, esse setor, que inclui tanto bens de luxo quanto experiências, movimentou cerca de 1,2 trilhão de euros, crescimento de 5% sobre o ano anterior, segundo a Bain & Company. O mercado de bens pessoais de luxo cresceu 6%, totalizando 260 bilhões de euros.

No Brasil, esse mercado encerrou o ano passado em 2,6 bilhões de euros, queda de quase 10% em relação ao ano anterior, por conta das incertezas em relação às incertezas políticas.

A tendência, de acordo com a Bain, é que as compras de luxo online continuem a acelerar em comparação com os canais físicos. As transações cresceram 22% em 2018, para € 27 bilhões. O mercado dos EUA representou cerca de metade das vendas online.

Fonte: O Estado de S. Paulo – Por Imprensa Mercado & Consumo – 25 de setembro de 2019

Tiktok e Cruz Vermelha fazem parceria para inspirar ações contra as alterações climáticas

O TikTok, plataforma líder de vídeos curtos, faz parceria com a Federação Internacional da Sociedade da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC), a maior rede humanitária do mundo, para lançar o desafio #TudoPeloClima, fortalecendo a iniciativa global do IFRC #FacesOfClimateChange.

De 16 a 30 de setembro, os usuários do TikTok poderão colaborar para aumentar a conscientização sobre as alterações climáticas usando três stickers especialmente projetados para esta ação que descrevem condições climáticas extremas: tempestade, tempestade de neve e aquecimento global.

Além disso, os usuários do TikTok também podem participar de um questionário interativo, onde podem testar seus conhecimentos sobre proteção ambiental e compartilhar ações que realizaram para ajudar a reduzir os efeitos da mudança climática. O quizz consiste em 15 perguntas, incluindo “Os sacos de plástico devem ser proibidos?” “Você compraria produtos usados? ” e muito mais. 

“A plataforma social do TikTok é perfeita para transmitir uma mensagem séria de uma maneira emocionante, inspiradora e energética. Estamos ansiosos para ver os jovens levarem suas histórias para um público global”, disse  a Dra. Jemilah Mahmood, subsecretária-geral de parcerias da IFRC, que também compartilhou seu vídeo #TudoPeloClima no TikTok.

 A conta oficial da IFRC no TikTok também divulgou uma série de vídeos oficiais de voluntários e funcionários em todo o mundo

#TudoPeloClima é uma campanha global e podem participar usuários de mais de 100 países e regiões, incluindo Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Itália, Rússia, Polônia, Índia, Japão, Coréia, Malásia, Indonésia, Cingapura, Tailândia, Vietnã, Filipinas, Brasil, México, Turquia, Emirados Árabes Unidos, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, entre outros. 

“A comunidade global do TikTok permite que os usuários expressem suas ideias por meio de vídeos curtos. Estamos entusiasmados com essa parceria com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC) no desafio #TudoPeloClima, que capacita nossa comunidade a mostrar de maneira criativa seu compromisso com a luta contra as mudanças climáticas e conscientiza sobre a importância de proteger nosso planeta”, afirma Helena Lersch, diretora de políticas públicas da TikTok.

Ao oferecer um espaço para as pessoas se expressarem de uma maneira genuína, alegre e positiva, o TikTok é uma ótima plataforma para impulsionar iniciativas de responsabilidade social. Já houve uma série de campanhas, como recentemente com o #SalveNossosOceanos, demonstrando como os usuários do TikTok estão se engajando em iniciativas para proteger o planeta.

Em 22 de setembro, um representante da TikTok se unirá à IFRC para se apresentar na Cúpula das Nações Unidas de Alterações Climáticas de 2019. Faça o download ou aproveite para abrir o aplicativo TikTok para expressar de forma criativa seu apoio ao #TudoPeloClima.

23/09/2019 – Adnews – https://adnews.com.br/admidia/tiktok-e-cruz-vermelha-fazem-parceria-para-inspirar-acoes-contra-as-alteracoes-climaticas/

The Body Shop conquista selo b corp

A The Body Shop, rede inglesa de cosméticos naturais, anuncia a certificação B Corp junto a um seleto grupo de empresas unidas com a missão de promover mudanças na sociedade por meio de atividades empresariais éticas e sustentáveis. A marca se une a outras companhias, que também possuem certificação B Corp, convocando empresas de todo o mundo a se comprometerem a fazer negócios de uma maneira que seja benéfica para as pessoas e para o planeta. Ao obter a certificação, a The Body Shop associa-se à sua matriz, Natura, que foi a primeira B Corp de capital aberto no mundo.

A certificação é concedida a empresas que atendem aos mais altos padrões comprovados de desempenho social e ambiental, transparência pública e responsabilidade jurídica para equilibrar lucro e propósito. É o único selo que mede todo o desempenho social e ambiental de uma empresa, indo muito além da certificação padrão de produto ou nível de serviço. Juntas, essas empresas formam uma comunidade global de 3.000 empresas que usam lucro e crescimento como um meio para alcançar um fim maior, construindo uma economia mais inclusiva e sustentável para todos. O certificado vem do B Lab, uma organização sem fins lucrativos que atende a um movimento global de pessoas que usam os negócios como uma força para o bem.

Há tempos, a The Body Shop lidera o âmbito de negócios éticos e, agora, une-se a um número crescente de empresas B Corp em todo o mundo que atuam para reduzir a desigualdade, diminuir os índices de pobreza, conquistar um ambiente mais saudável, promover comunidades mais fortes e criar mais empregos qualificados com dignidade e propósito.

Como parte da certificação, a The Body Shop mudou o Estatuto Social para que a empresa seja obrigada a entregar um compromisso com o tripé de sustentabilidade, que beneficia as pessoas e o planeta, não apenas os acionistas. “A The Body Shop se une ao movimento B Corp em um momento extremamente empolgante; o planeta e a sociedade precisam de empresas responsáveis inteiramente comprometidas. Não basta apenas se preocupar em obter lucros a curto prazo. Consumidores, funcionários e até acionistas reconhecem essa mudança e também estão mudando seu comportamento para recompensar as empresas e marcas que, na visão deles, apoiam um futuro sustentável. Mudanças reais podem acontecer com o trabalho conjunto e, como agora o mundo enfrenta emergências climáticas e a desigualdade social aumenta, essa é a hora de agir”, declara David Boynton, CEO da The Body Shop.

Segundo Christopher Davis, Diretor Internacional de Sustentabilidade da The Body Shop, a marca sempre admirou movimento B Corp e o que ele representa. “Há tempos temos a ambição de conquistar a certificação e isso nos deixou orgulhosos. Estamos prontos para nos expressar sempre que nos pronunciarmos e falar sobre a revolução na prática comercial que está incorporada a filosofia do movimento B Corp”, conta.

O presidente da Natura, João Paulo Ferreira, comemorou a conquista da The Body Shop. “A chegada da The Body Shop ao grupo de Empresas B reforça o compromisso do grupo com a sustentabilidade e amplia o movimento global de empresas e pessoas que põem os negócios a serviço da geração de impacto positivo no planeta. Acreditamos que podemos fazer parte da construção de um mundo melhor, em que a ambição legítima de crescer e gerar lucro se concilia com a virtude de promover riqueza para a sociedade como um todo”, afirma o executivo. A Natura se tornou uma B Corp em 2014.

“Estamos empolgados com o fato de a The Body Shop ter se juntado ao movimento B Corp neste momento crucial de nossa economia global. Ela se associa a uma comunidade de líderes que estão construindo uma nova economia que funciona para todos – inclusiva, sustentável e que promove o equilíbrio entre propósito e lucro. O mundo precisa de mais marcas como a The Body Shop, que geram valor verdadeiro e de longo prazo para seus clientes, comunidades, funcionários, fornecedores e meio ambiente, ao lado de seus acionistas”, afirma Anthea Kelsick, Diretora de Marketing da B Lab.

 

Selo B Corp

A trajetória da The Body Shop na B Corp começou em novembro de 2017, quando a marca mundial de beleza concluiu um processo de três etapas, composto de triagem, avaliação e verificação, que resultou na certificação.

Para receber a certificação B Corp, analisa-se o desempenho em cinco áreas principais: governança, funcionários, comunidade, meio ambiente e clientes. A campanha “Para Sempre Contra Testes em Animais” contribuiu para essa conquista. A empresa apresentou oito milhões de assinaturas para as ONU (Organização das Nações Unidas), em um esforço para banir para sempre os testes de cosméticos em animais. A campanha e o Programa de Comércio com Comunidades de mais de 30 anos, no qual a The Body Shop adquire ingredientes e acessórios naturais de comunidades economicamente vulneráveis ao redor do mundo, foram contribuições fundamentais para a certificação.

Com base nessa conquista significativa, o próximo passo para a The Body Shop é o desenvolvimento de uma nova estratégia de sustentabilidade abrangente e ambiciosa, a ser anunciada no início de 2021. O objetivo da marca é ser um negócio regenerativo para as pessoas, a sociedade, a natureza e o planeta, eliminando todos os prejuízos e garantindo um impacto positivo.

23/09/2019 – Adnews – https://adnews.com.br/adnegocios/the-body-shop-conquista-selo-b-corp/

Uniqlo comercializará roupas feitas de plástico reciclado

A varejista de moda Uniqlo irá comercializar, em 2020, roupas confeccionadas a partir de garrafas de plástico recicladas. A empresa é a terceira maior varejista de moda do mundo, atrás apenas da Inditex, dona da Zara e da H&M, além de ser a maior da Ásia.

Para o desenvolvimento das peças, foram necessários dois anos de pesquisa em parceria com a Toray Industries, uma das principais fabricantes de tecidos de borracha para a indústria automobilística do mundo. “A Terra como um todo está enfrentando uma crise, e sem a Terra não podemos fazer negócios”, afirmou Tadashi Yanai, presidente da Uniqlo. As duas companhias são parceiras há 15 anos e já desenvolveram juntas jaquetas de tecido leve e camisas que não amassam.

O executivo explicou que as roupas serão feitas de fibras produzidas a partir de garrafas de polietileno tereftalato (PET) usadas. Uma das maiores dificuldades foi retirar impurezas para gerar um tecido confortável. De acordo com ele, os resultados foram surpreendentes, dando origem a tecidos de secagem rápida que gerarão, principalmente, camisetas.

Yanai acredita que os mais jovens serão os mais atraídos pelos novos produtos, já que são mais preocupados com questões relacionadas à sustentabilidade. “Consumidores europeus já são bem conscientes. Estou confiante que os novos produtos serão bem aceitos”, disse o presidente da empresa.

A Uniqlo já é conhecida por adotar práticas sustentáveis, como incentivar seus clientes a praticarem o consumo consciente e recolher jaquetas velhas para reciclar, além de ter eliminado sacolas plásticas, tendo lojas que utilizam água da chuva e energia solar.

O presidente da empresa disse que seu objetivo é transformar a Uniqlo na maior varejista de moda do mundo até 2020. A companhia vem conquistando, de fato, um grande crescimento. Possui 2 mil lojas em 19 países e um faturamento de US$ 15 bilhões.

Novo Varejo 2.0 busca a combinação virtuosa possível

O conceito de New Retail (ou Novo Varejo) é de 2016 e foi proposto por Jack Ma, o icônico líder da chinesa, cada vez mais global, Alibaba, um ecossistema de negócios que tem valor de mercado próximo a US$ 455 bilhões.

O conceito desenhava a nova realidade no varejo com a integração entre o online e off-line com amplo envolvimento logístico e a tecnologia como elemento viabilizador de toda a evolução.

O New Retail, em 2016, era um dos conceitos propostos por Jack Ma para sua visão sobre a New Economy, que incluía ainda New Manufacture, New Finance, New Energy Source and New Technology. Em sua concepção, o New Retail era apenas uma pequena parte da cadeia mais ampla de negócios e desta forma deveria ser entendida.

Mas o impacto das inovações que a concepção do ecossistema de negócios Alibaba e outros trouxeram transcende em muito que acontece nos negócios e envolve a própria sociedade como um todo. E em todo o mundo e cada vez mais.

Especificamente no varejo, a integração tecnológica online, off-line e logística com o multirelacionamento precipitado pelos Super Apps está redesenhando toda a realidade do varejo, inicialmente na China, mas, gradativamente avançando para outras realidades, inclusive no Brasil. O seu potencial transformador nos próximos cinco anos por aqui será maior do que tudo aquilo que aconteceu no nosso varejo nos últimos cinquenta anos.

Mas, enquanto na China toda essa transformação é precipitada pela tecnologia e redesenhou a realidade dos negócios, do mercado e da sociedade, a partir dos Super Apps, em outras economias, também maduras, essa transformação acontece, porém com velocidade em menor escala, pelas estruturas, hábitos, agentes e práticas existentes.

Como parte dessa mudança na China, em torno de 80% das transações no varejo ocorrem com pagamento digital feito a partir do celular e não raro encontrar empresas, como a rede de coffee-shops Luckin, que anunciam não aceitar outra forma de pagamento que não essa. Assim como supermercados que também não aceitam outra forma de pagamento a partir de determinado horário, que não via celular.

Mas se você der um salto espacial e estiver no Hudson Yards, o novíssimo complexo multiuso inaugurado em março deste ano, em Nova Iorque, na operação da Citarella, uma combinação de loja de produtos gourmet, restaurante e wine bar, o aviso que encontrará é que também não aceitam dinheiro, apenas cartões de crédito ou débito.

Mas no Hudson Yards a arquitetura provocativamente arrojada, os novos formatos de lojas de redes globais e locais, o novo equilíbrio de produtos, serviços e soluções, combinados ou não, a predominância das marcas próprias no varejo, o design e comunicação visual únicos e pensados para constante mudança, as instalações criando interações, os elementos de tecnologia disponíveis com foco em conveniência e redução de atritos, o espaço dedicado à alimentação, entretenimento, saúde, beleza, bem estar e lazer, sinalizam mais um vetor de combinação de elementos que podem ser incorporados numa outra visão do Novo Varejo, com uma proposta mais focada na experiência, desta vez do lado ocidental do mundo.

New Retail 2.0

O que imaginamos como o Novo Varejo 2.0 é exatamente essa combinação virtuosa e emergente de elementos vindos da integração do que a tecnologia, os Supper Apps, o online e off-line, a logística e tudo o mais que redesenham a realidade do varejo a partir da China, com todos esses outros elementos que emergem das novas propostas envolvendo experiências, design, conveniência, arquitetura, soluções, marcas próprias e ênfase no bem estar e cuidados pessoais tão valorizados na realidade ocidental mais madura.

Esse desenho futurista não está ainda disponível em nenhuma proposta atualmente operacional, mas deve estar emergente na mente dos que pensam o futuro próximo, pois do lado da demanda, dos omniconsumidores 2.0, será natural buscar essa combinação virtuosa de elementos.

E se existe ainda espaço para maior ambição na proposta, ela deveria necessariamente conter as pessoas como o elemento catalizador fundamental de toda essa integração.

E aí talvez não exista espaço para avançar muito mais. Ao menos por enquanto.

Kroger anuncia lançamento de produtos plant based

A marca Simple Truth da Kroger adicionará vários produtos à base de plantas ao seu portfólio, na tentativa de atrair o número crescente de consumidores que buscam reduzir o consumo de carne.

A linha plant based da Simple Truth será lançada neste outono. Incluirá hambúrgueres sem carne e produtos que imitam proteína animal, bem como massa de biscoito à base de plantas, molhos para massas, salsichas, produtos de delicatessen, molhos e muito mais.

“Desde o seu lançamento em janeiro de 2013, a Simple Truth se tornou a marca natural e orgânica líder no país, com vendas anuais superiores a US$ 2,3 bilhões”, disse Gil Phipps, vice-presidente de marcas próprias da Kroger.

Phipps observou que mais consumidores adotam um estilo de vida flexível, onde reduzem o consumo de carne por razões de saúde ou ambientais.

As empresas de alimentos de marca, Kellogg e Hormel anunciaram o lançamento de novas linhas de produtos à base de plantas, enquanto a Tyson Foods disse que investiria em uma empresa de imitações de frutos do mar baseadas em plantas. A linha de produtos da Kellogg, Incogmeato, inclui tortinhas à base de plantas e imitações de frango e nuggets. O principal produto da marca Happy Little Plants da Hormel é uma alternativa de carne moída à base de plantas.

O Barclays projetou que as vendas dos produtos à base de plantas atingirão US$ 140 bilhões na próxima década. Mas eles também precisam competir com a Beyond Meat e a Impossible Foods, duas empresas que já estão na vanguarda e que rapidamente estão firmando acordos com cadeias de fast-food como Dunkin ‘e Burger King.

AliExpress abre loja física no Brasil com compras feitas digitalmente

O AliExpress, pertencente ao Alibaba, abiu uma loja física no Shopping Mueller, em Curitiba. No local será possível fazer compras online e receber os produtos em casa, da mesma que seria feito por via mobile. A unidade será uma loja pop-up, com previsão de funcionamento por 30 dias como teste. O projeto foi feito em parceria com a empresa de pagamentos Ebanx.

A loja contará com uma vitrine digital em um painel de 30 metros, de forma semelhante às unidades da companhia na China, mas também contará com produtos físicos. Para fazer a compra, bastará que o cliente escaneie um QR Code e efetua a compra pelo smartphone.

“O shopping dá uma sensação de segurança ao consumidor. Colocar um e-commerce chinês nesse local ajuda a mudar a percepção de que os produtos de lá não têm qualidade. Há muito produto bom e vamos permitir que o consumidor tenha essas garantias”, explicou André Boaventura, sócio da Ebanx, destacando que a iniciativa tem como objetivo fornecer mais segurança aos consumidores brasileiros, já que muitos se sentem inseguros ao fazer compras no site chinês, temendo que os produtos não cheguem.