Arquivo mensal: janeiro 2019

Nespresso inaugura em São Paulo a primeira loja com novo conceito global

Por Imprensa Mercado & Consumo - 

A Nespresso inaugurou esta semana, em São Paulo, a primeira boutique com um novo conceito de operação que será replicado mundialmente pela marca. “A loja pretende por o cliente no centro do serviço oferecido a ele”, explicou Claudia Leite, gerente de cafés e sustentabilidade da Nespresso no Brasil. A nova unidade está localizada na Rua Oscar Freire, um dos endereços mais nobres da capital paulista.

Entre as transformações do modelo de loja da companhia está o uso de tecnologia. “Teremos uma mudança de caráter arquitetônico que facilitará a movimentação. Serão retirados os balcões e o atendente poderá acompanhar o cliente com um tablete apresentando os produtos”, disse Claudia.

O design da boutique foi feito pelo arquiteto português Gonçalo Silva. Na decoração procura-se destacar a preocupação com sustentabilidade da companhia. Os tampos das mesas, por exemplo, são produzidos com uma mistura de borra de café e resina. Ao fundo, há um bar para degustação dos produtos. Nesse espaço, o cliente terá oportunidade para aprofundar seus conhecimentos. Praticamente, teremos ações gratuitas de hora em hora. São masterclasses, atividades conduzidas por um especialista”, disse Claudia.

A loja também manterá o aprendizado sobre os cafés da empresa como um dos objetivos da operação, como era feito anteriormente na unidade Nespresso Expertise Center, que ficava localizada na Rua Padre João Manuel, também no Jardim Paulista, mas que foi fechada em julho de 2018.

Na unidade, os consumidores poderão conhecer a origem dos grãos utilizados nas cápsulas e saber algumas curiosidades sobre a produção dos itens da marca. É possível também saber mais sobre o programa de reciclagem da Nespresso.

O espaço receberá quatro tipos de workshops com duração máxima de 20 minutos. Nas palestras serão apresentados diferentes temas relacionados ao universo do café, como origens, intensidades, aulas de degustação e preparação de diferentes bebidas que usam o café como base.

O piso superior da loja contém um ateliê para a realização de oficinas, onde os consumidores poderão, por exemplo, abrir as cápsulas para conhecer o pó do café e saber as alterações pelas quais ele passa em contato com o ar. “Falaremos de maneira mais profunda, mas não somos uma escola e não daremos certificados. É para conhecer com mais detalhes a bebida que tomamos”, explicou Claudia. Em um primeiro momento, este espaço funcionará apenas para convidados.

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Trazendo as ideias disruptivas à vida!

A inovação foi democratizada com as plataformas digitais. Ainda que mantenha imensos desafios para gerar engajamento e provar relevância para o consumidor.

Mesmo que você seja conveniente, digital, moderninho, mas não economicamente viável, como superá-los?

Só que algumas ideias disruptivas sim, ganham vida. Os avanços digitais nos últimos anos permitiram que inúmeros novos negócios florescessem e assistimos a um verdadeiro banho de criatividade em diversos segmentos.

Pensadores não convencionais inventaram verdadeiros negócios no Brasil e mundo afora, com muitos bilhões de “valuations” em questão de poucos anos. Entre os nacionais, exemplos não faltam: PagSeguroNubank99 Táxi. Esses são nossos unicórnios[1] tupiniquins, além daqueles que ainda prometem chegar lá em breve, tais como: Mercado Livre e Rappi.

Aparte da transformação dos negócios e dos serviços empoderados pelos “mobiles apps” e internet, nunca mencionamos os diversos negócios que nascem com ideias e soluções brilhantes, mas que demoraram a converter ou até mesmo desaparecem. A falta de progresso rápido muitas vezes nos desafia a refletir sobre quais etapas foram pouco exploradas.

Afinal, algumas ideias são brilhantes à primeira vista, oportunas para o consumidor, mas mesmo assim não aceleram… Acreditamos que muitas destas ideias poderiam seguir a construção metodológica da jornada do consumidor (design thinking) e responder com clareza todos os pontos da mesma.

Porém, poucos líderes de negócio pensam a respeito deles na construção da jornada.

[1] O termo, que se refere ao animal mitológico, é atribuído às startups que superam o valor de mercado de US$ 1 bilhão

“A Customer Journey Map, Ultra-Simplified”

2º  desafio: Mesmo os que se atentam a construir a jornada em seus modelos de negócios têm como desafio seguinte assegurar que esses modelos sejam compatíveis com os perfis de consumidores idealizados para esse novo negócio.

3º  desafio: Consumidores antes de processos, tecnologia e pessoas. Sempre que pensamos nesses novos modelos de negócio, deveríamos entender os consumidores como prioridade, buscar conhecê-los em profundidade, antes de desdobrar como será estabelecido o negócio.

O consumidor é a nossa referência para tudo que aportamos no negócio, por mais inovador, disruptivo e atraente que seja.

Por Jean Rebetez -