Arquivo mensal: julho 2018

Conheça a ferramenta de geolocalização que garante análises para publicidade das marcas

DynAdmic

A DynAdmic, private marketplacede vídeo online, passa a utilizar nova ferramenta de geolocalização: a Geofencing. O serviço reforça o DNA da companhia, que tem como diferencial a atuação baseada na publicidade contextualizada. A ideia é oferecer às marcas uma segmentação mais minuciosa e precisa do seu target, com informações detalhadas de localização de cada indivíduo em tempo real, lugares que visita, frequência, horários e datas.

No Brasil, o primeiro anunciante a utilizar a nova ferramenta é o Carrefour, que está divulgando uma promoção para seus próprios clientes. Sua tecnologia possibilita ter acesso à latitude e longitude em que se encontra um usuário e verificar a proximidade de um estabelecimento específico. Dessa forma, pode-se anunciar para quem está frequentando a loja de um concorrente e também escolher o público de acordo com a localização em hora e dia específicos, visando impactar consumidores de um evento pré-determinado.

Segundo Marcio Figueira, countrymanagerda DynAdmic no Brasil, por meio da Geofencing é possível definir perfis de pessoas com disposição para consumir alguns produtos e serviços e, dessa forma, desenvolver uma comunicação mais assertiva e focada.

“Por meio do hábito diário de cada indivíduo, conseguimos definir também seu perfil de consumo. Por exemplo, se uma pessoa vai até uma escola por um curto tempo, cinco vezes por semana, é grande a chance de ter filhos. Se é constante sua presença em aeroportos, pode ser um business traveller. E assim por diante”, confirma o executivo.

http://adnews.com.br/tecnologia/conheca-ferramenta-de-geolocalizacao-que-garante-analises-para-publicidade-das-marcas.html

Uau! Instagram testa reações com emojis em suas histórias

emoji

Quando Mark Zuckerberg não conseguiu comprar o Snapchat, ele decidiu adicionar funções do concorrentes em alguns produtos gerenciados por sua marca . Porém, algo que o Facebook não precisou se inspirar foi a rapidez com que as reações aparecem em sua rede. Consciente desse sucesso, a companhia americana abrange o recurso para outros aplicativos.

Testada no Instagram, ferramenta terá um uso simples: ela será um conjunto contendo seis emojis que aparecem na tela e ao selecionar um, milhares de ícones surgem, assemelhando-se às reações do Messenger e do feed de notícias da rede social de Mark.

Ainda em fase de implementação, a novidade será liberada de maneira gradativa para os usuários, ou seja, ainda não será possível utilizá-la atualizando o aplicativo. A empresa ainda não deu uma previsão para a liberação do novo recurso, porém isso poderá acontecer a qualquer momento.

http://adnews.com.br/social-media/uau-instagram-testa-reacoes-com-emojis-em-suas-historias.html

Áudio advertising : o que é e como funciona

Por ser um mercado que ainda não atingiu a maturidade no Brasil, há ainda certo desconhecimento das possibilidades e formatos disponíveis no segmento de áudio digital.

Rodrigo Tigre – 17 de julho de 2018 – 16h42

Acompanhar a tendência dos usuários já é rotina para as marcas rotina, os anunciantes devem estar sempre atentos em quais plataformas estão e como desejam ser impactados em cada uma delas. Entre os serviços de streaming de música, podcasts, audiobooks, apps mobile, games e rádios online estão as oportunidades para a mídia  áudio, que tem grande impulso pela variedade de produtos conectados disponíveis, e sua crescente penetração entre públicos de interesse para o marketing. É uma boa opção para gestores de marcas que buscam alcance, frequência, engajamento, segmentação da audiência e mensurabilidade. Além de ser mobile-friendly, característica essencial na atualidade.

A escalada do áudio advertising também está ligada à ascensão do consumo do áudio digital, que registra crescimento no mundo todo. No Brasil, a curva de aumento é constante e indica que o país seguirá a tendência dos mercados desenvolvidos, onde plataformas que distribuem áudio por streaming, on demand e rádios online já são populares, sobretudo entre os jovens. De acordo com projeção da consultoria  eMarketer, mais de 191 milhões de norte-americanos usuários de internet escutarão rádios online ou podcasts ao menos uma vez por mês em 2019.

O áudio digital é especialmente forte nas faixas etárias entre 18 e 34 anos, grupo relevante porque estão começando a tomar decisões de consumo e criar relacionamentos com marcas que podem durar a vida inteira. O engajamento de anúncios de áudio é representativo, de acordo com pesquisa conduzida pela Midroll, 67% dos entrevistados conseguiam citar um produto ou uma promoção que haviam ouvido em um podcast, enquanto 61% afirmaram que já tinham adquirido um produto ou serviço conhecido por meio de uma propaganda em podcast.

Por ser um mercado que ainda não atingiu a maturidade no Brasil, há ainda certo desconhecimento das possibilidades e formatos disponíveis no segmento de áudio digital. Flexibilidade pode ser considerado um dos adjetivos do áudio advertising, já que há formatos compatíveis com objetivos da campanha que vão desde sessões patrocinadas a segmentações regionais. Abaixo, listo os principais formatos de anúncios oferecidos em áudio digital, especificações técnicas que precisam ser seguidas para uma campanha atingir seus objetivos e suas estratégias de criação, entrega e segmentação de audiência.

–      Spots gravados: disponíveis em tamanhos-padrão de 15, 30 ou 60 segundos, podem ser veiculados de maneira independente, no meio de streamings de música e podcasts, ou junto de outros anúncios, em uma parada comercial durante a programação. Entre as opções de posicionamento, há o pré-roll (posição premium) que precede o conteúdo desejado e costuma ser eficaz para construir lembrança de marca; o mid-roll (inserção do spot no meio do conteúdo), formato que a maioria dos usuários já está acostumada e não considera excessivamente intrusiva no áudio; e o pós-roll (quando encerra sessões) que está nas playlists ou podcasts patrocinados e ainda possibilita a inserção de um call-to-action.

–      Spots com banner sincronizado: alguns canais permitem entregar um banner sincronizado durante o spot de áudio, que segue a mesma estrutura de um banner-padrão em display. A peça gera a oportunidade de incluir um call-to-action na propaganda, mas é importante lembrar que nem sempre ela é vista, já que na maioria das vezes o ouvinte está com o media player minimizado ou com outro aplicativo/janela aberto em primeiro plano na tela.

–      Native ads: mais comum em podcasts, tem duração variável e geralmente são lidos pelo apresentador, que pode incluir no texto seu endosso à marca ou ao produto. Esses anúncios são integrados à programação, de maneira permanente, ou inseridos de forma dinâmica. Pré-roll, mid-roll e pós-roll são as alternativas de posicionamento.

–      Canais/playlists customizados: canais e playlists podem ser customizados por uma marca e veiculados em plataformas de streaming, com ou sem elementos a serem exibidos na tela.

–      Sessões patrocinadas: formato onde as sessões incluem conteúdo selecionado pelas marcas e distribuído com apoio publicitário. Durante grandes eventos musicais, por exemplo, o anunciante pode oferecer aos ouvintes sessões gratuitas relacionadas, livres de propaganda, obtendo retorno no valor de marca.

–      Podcasts customizados: o branded content é facilmente adaptável aos podcasts. Seus conteúdos patrocinados variam de menções à marca e integração editorial a participação do anunciante em toda a sua criação.

–      Anúncios in-player: formato comercializado pelas plataformas provedoras de conteúdo que não se relaciona com o áudio consumido em si, mas sim com o media player acessado. Anúncios em display são posicionados na maioria das plataformas, em tamanhos variados, permitindo interação do ouvinte, que está buscando conteúdo por gênero, localização, histórico, associações ou preferências pessoais.

–      Vídeo pré-roll: é o formato que roda um vídeo antes do início do áudio, seguindo  as mesmas normas de outros contextos digitais, e o usuário não consegue interagir com o media player até que ele termine.

–      Anúncios ativados por voz: plataformas que possibilitam ao ouvinte interagir com o anúncio sem usar as mãos – basta falar. Esse formato auxilia a conexão entre anunciante e consumidor, por meio de calls-to-action como receber informações do produto ou serviço via e-mail, mensagem de texto e mensagem de voz.

–      Anúncios mobile: são spots entregues em dispositivos móveis, geralmente não ultrapassam 15 ou 30 segundos de duração, já que banners sincronizados também estão disponíveis em mobile. Algumas opções de conexão com o consumidor que esses anúncios oferecem são: o tap to call, que faz um número de telefone aparecer na tela quando o usuário toca no banner, permitindo que ele entre em contato imediatamente com o anunciante; com o link direto, um toque no banner leva o ouvinte diretamente ao site do anunciante; e o tap for email or text, capaz de enviar um e-mail ou uma mensagem de texto ao consumidor quando ele toca no anúncio.

(*) Rodrigo Tigre é sócio-diretor da Audio.ad, empresa líder em soluções de publicidade em áudio digital na América Latina no mercado hispânico dos Estados Unidos

http://www.proxxima.com.br/home/proxxima/how-to/2018/07/17/audio-advertising-o-que-e-e-como-funciona.html

Lei de Proteção de Dados Pessoais é aprovada pelo Estado

violação de daods

Recentemente, o caso Facebook/Cambridge Analytica demonstrou o poder dos dados e a facilidade com que a privacidade pode ser violada. Mesmo com a exposição da dimensão que informações compartilhadas na web podem tomar, muitas pessoas ainda não veem tanta gravidade em compartilhar o número de CPF quando compram remédios em farmácias, por exemplo.

Pressionadas e obrigadas a tomar cada vez mais medidas de privacidade, principalmente, após a aprovação do GDPR (General Data Protection Regulation, ou em português, Regulamento Geral de Proteção de Dados) pela União Europeia, diversas empresas mandam e-mails a respeito de atualizações de termos não são um ato de conscientização das empresas.

Diante desse cenário, a privacidade passa a ter um valor cada vez mais importante no mundo virtual, inclusive, no Brasil. Por isso, a Lei de Proteção de Dados Pessoais, aprovada nesta semana (10) pelo Senado, prevê que qualquer tratamento e utilização de dados só poderá ser realizada com o consentimento expresso do titular ou responsável, além de que devem ser disponibilizadas com facilidade para seu dono e após o uso devem ser apagadas.

A norma traz também um grupo de dados sensíveis que podem conter posicionamentos políticos, dados referentes à saúde, origem racial, orientação sexual e convicções religiosas. Essas informações precisam de um consentimento específico para serem divulgadas.
A nova lei também procura proteger tudo o que possa identificar o dono dos dados como: arquivos de RH com dados do candidato àa vaga, endereços de e-mails, logins de acesso e endereços de IP.

Diante desta mudança, o estatuto visa proteger:o direito do consumidor, segurança jurídica e direito à privacidade. O Ministério da Justiça ficará encarregado de fiscalizar o cumprimento da lei e multar, em até 50 milhões de reais, as empresas que tentarem infringir estes termos.

http://adnews.com.br/internet/lei-de-protecao-de-dados-pessoais-e-aprovada-pelo-estado.html

O tal H2H no universo B2B

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A H2H ou Human to Human é a nova expressão da vez do universo da comunicação. Prova disso, é que vemos cada vez mais empresas dando mais foco em divulgar suas causas, do que efetivamente, sua marca. Um exemplo disso é o movimento que vimos em Junho, mês da diversidade sexual, e a enxurrada de novos produtos no mercado, e anúncios, coloridos. Uma pesquisa feita pela Hornet/Nielsen, mostrou que as propagandas feitas para o público LGBT+ são até mais efetivas que as demais, já que as pessoas passam a ver aquela determinada marca como ‘inclusiva’.

No mês de março, também vimos diversas matérias sobre o papel das mulheres nas organizações e como nós estamos ganhando espaço no universo corporativo, reconhecidamente liderado por homens. Todas essas iniciativas são, de fato, muito importantes para reconhecer frentes notadamente minoritárias no mercado e na sociedade. Mas, um questionamento que tenho feito recentemente é como todas essas ‘causas’ e o apoio a elas, conversam com o universo B2B. Especificamente, aquele em que atuo, o de tecnologia. Será que todas as empresas precisam abraçar todas as ‘causas’?

No passado, fiz o mesmo questionamento sobre o storytelling. Afinal de contas, qual é a novidade no H2H, já que desde que iniciamos as relações comerciais, damos preferência àquelas marcas que, de alguma forma, nos incluem em suas comunicações ou em nelas, aquilo em que acreditamos?

As relações entre as pessoas são fundamentais para a sobrevivência de negócios, inclusive do B2B. Mas é importante que as ‘causas’ certas sejam abraçadas. O que está mudando, pelo que vejo, é a forma de contar as histórias – ou para quem contá-las. É preciso criar empatia.

Enquanto antes comunicávamos sobre soluções de tecnologia e o que elas eram capazes de fazer, hoje falamos sobre o impacto que a adoção dessa mesma tecnologia tem sobre a vida e o dia a dia de quem tem acesso a ela. Por exemplo, a Orange Business Services, lançou uma solução de IoT (Internet das Coisas) que está sendo usada na coleira de animais domésticos para que eles não se percam ou mesmo, para encontrá-los em caso de fuga. Com ela, é possível rastrear o seu animalzinho em qualquer localidade na qual a Orange está presente – mais de 220 territórios. O que importa nesse caso, não é a solução em si – que sim, é parruda e baseada em uma suíte inovadora de tecnologias de IoT, desenvolvidas por um laboratório especializado – mas que o meu cãozinho, que anda sem coleira pelo bairro, não vai ‘se perder’ ou fugir, ou ainda, ser levado por terceiros. O que é isso, senão a humanização da história?

E a empatia também se traduz no H2H. Esse mês lançamos um case na aboutCOM de uma ferramenta que estamos disponibilizando para os nossos clientes, que traz para eles as notícias de seus potenciais compradores. Um dos executivos entrevistados para a produção desse material, chegou a nos dizer que usa essa ferramenta para abordar o cliente “com a mesma frase que ele mesmo usou para descrever a sua necessidade”, e essa forma de empatia tem trazido resultados de negócios importantes para eles.

No fim do dia, a tal comunicação H2H pode não ser nenhuma novidade, mas, assim como o storytelling à sua época, traz luz a uma discussão importante e cada vez mais valorizada nos dias de hoje: “afinal, o que isso tem a ver comigo”?

Flavia Sobral Faccioni é sócia fundadora da aboutCOM, agência especializada em diagnóstico e soluções de comunicação*.

http://adnews.com.br/adarticles/o-tal-h2h-no-universo-b2b.html