Arquivo mensal: maio 2018

Criador do Madero lança rede com um único prato à parmegiana

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O empresário Junior Durski segue seu plano de expansão de marcas. Conforme anunciado no início deste ano, ele acaba de inaugurar o primeiro restaurante Vó Maria Durski, em operação na praça de alimentação do Shopping Mueller, em Curitiba (PR). Esta é a quarta marca de restaurantes do chef, que também comanda o internacional Durski, a rede Madero e a hamburgueria Jeronimo.

A exemplo de outras redes, o Vó Maria Durski é um restaurante de prato único: o lombinho à parmegiana. Concebido para ocupar espaços nas praças de alimentação dos shoppings brasileiros com prato no valor de R$ 17,90, acompanhado de arroz, penne ou batatas fritas. Assim como a hamburgueria Jeronimo, o Vó Maria Durski também possui totens de autoatendimento, trazendo benefícios aos clientes e redução de custos para a marca.

“Estamos levando para as praças de alimentação a mesma qualidade e sabor dos alimentos que servimos em nossos outros restaurantes. Temos muita experiência nessa questão e capacidade de atender à demanda”, afirma Durski.

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Conheça 5 novidades no Instagram que prometem mudar o modo que usamos o app

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Preocupado em se atualizar e aumentar ainda mais a distância competitiva de outras plataformas como Snapchat, o Instagram anunciou algumas mudanças na plataforma. Desse modo, o Stories terá novas funcionalidades que ampliarão as possibilidades de gravação e postagem do usuário. O upgrade está em fase de teste e é possível que todos, ou nenhum, possam ser lançados.

Conheça abaixo cinco delas:

1- Modo Slow-Motion:
O formato permite que as gravações sejam feitas em câmera lenta, alterando voz e imagem. Alguns aparelhos celulares já possuem a função na própria câmera, porém será parte do próprio aplicativo, o que pode melhorar a aceitação.

2- Silenciar Perfis:
A opção já existe em diversos aplicativos, mas agora o Instagram terá a opção de bloquear os Stories de pessoas especificadas pelo usuário.

3- Calendário de Stories:
O layout do Google Agenda será embutido e permitirá que todos os Stories anteriores fiquem gravados de acordo com o dia de postagem. Também será possível marcar e planejar conteúdos de acordo com a frequência de publicações.

4- Reações aos Stories:
No mesmo estilo do Facebook, a opção é para os seus seguidores se expressarem sobre conteúdos compartilhados pelos usuários.

5- Marcar amigos do Facebook:
A última novidade permite marcar amigos do Facebook em Stories do Instagram.

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Instagram adicionará trilha sonora aos Stories

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Uma atualização promete adicionar músicas nos Stories do Instagram. A proposta é que com a parceria entre empresas, o aplicativo fique mais completo e também sirva como um portal de descoberta musical. A função permite que o usuário pesquise e adicione uma melodia às postagens, chamados “stickers musicais” por meio de acordos de licenciamento com as principais gravadoras.

A ferramenta pretende se aproximar de apps como Spotify e SoundCloud. Os “stickers musicais” podem transformar o Instagram em uma plataforma para variedade de músicas e compartilhamento das mesmas. Esses “adesivos de sobreposição de música” podem ser pesquisados ​​usando as guias “Gêneros”, “Humor” e “Tendências”. Há uma possibilidade do recurso ser disponibilizado para fotos.

Em um movimento de musicalizar as suas redes, Mark Zuckerberg, detento do Instagram, WhatsApp e Facebook, já negocia há tempos direitos em suas empresas. Porém, por muito tempo, as pessoas pensaram que acordos em curso com as gravadoras do Facebook favoreceriam um concorrente como Spotify.

Contudo, streaming é um mercado amplo. E no final de 2017 o Facebook começou a testar o Sound Collection, que permite adicionar aos seus vídeos efeitos sonoros e um número limitado de músicas de artistas não populares. Desde então, a empresa conseguiu acordos de licenciamento com a Sony, Warner, Universal e Europeia. E esse parece ser só o começo… Aguardemos os próximos capítulos destas “histórias”

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BK muda a história do jogo e aceita pedidos pelo Stories do Instagram

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Com ações que fogem do comum, o Burger King comunica a sua visão irreverente para diversas partes do mundo. Depois de premiar clientes romenos que deixassem de voar para comer um Whooper (veja aqui), a rede de lanchonetes cria mais uma forma surpreendente de vender seus Whoopers na Europa, desta vez na Espanha.

Com o mote que os seus consumidores podem fazer os seus lanches completamente do jeito que preferirem, a empresa, em parceria com Lola MullenLowe, usou as redes sociais para engajar e mudar a história de como os pedidos são feitos.

Por meio de postagens no Stories do Instagram, os usuários visualizavam os diversos ingredientes do lanche e poderiam escolher se o queriam em seu sanduíche ou não. Ao final da experiência, o próprio BK enviava uma mensagem direta com as especificações de cada freguês para que ele fosse a uma loja física trocar as suas respostas na enquete por um Whooper personalizado.

Parte de uma estratégia maior, a projeto de social media coletou os dados para lançar um novo item no menu a partir das preferências expostas na rede social. Dessa maneira, o escritório ibérico da companhia disponibilizou o InstaWhooper, uma opção idêntica ao tradicional produto, mas sem picles – já que esse ivegetal não era o mais popular por lá.

De acordo com a agência madrilenha, a “Stories Ordering” registrou mais de 270.000 interações e a criação de 35.000 Whoopers personalizados, garantindo à página um crescimento de 5.000 seguidores. Para entender melhor toda a concepção da campanha, confira abaixo um videocase da ação:

O varejo do futuro: sua marca está preparada?

futuro do consumo

O comportamento do consumidor se transformou rápido e completamente. Ele está cada vez mais exigente, dinâmico, super bem informado e hiperconectado. Compreender essa evolução é fundamental para saber atender às suas expectativas e assim, manter-se vivo no mercado, seja ele qual for. Vamos lá: não faz tanto tempo, uma pessoa interessada em determinado produto aceitava andar por horas para conhecê-lo de perto e comprar. A fase do “namoro” até chegar, enfim, a uma aquisição, podia levar semanas ou até meses. A busca por informações antes de fechar a compra era longa e penosa.

As lojas, geralmente grandes e distantes atraiam consumidores ávidos por novidades. Atendentes explicavam as funcionalidades e esclareciam dúvidas, mas, por serem vendedores, suas opiniões podiam ser contestadas. O consumidor sabia disso, até questionava se aquela marca era boa realmente, se havia muita reclamação ou não. Tentava se munir do máximo de informações para tomar sua decisão em um ambiente totalmente off-line, incompreensível nos dias de hoje.

Nos últimos anos, o contexto deste consumidor mudou. Sua vontade de obter informações, saber a origem dos artigos ou serviços, opção de cores, formatos e performance foi potencializada por um ambiente muito mais convidativo. Com a evolução da internet, dos smartphones, dos sistemas de busca e das redes sociais, o consumidor consegue identificar uma necessidade, pesquisar sobre ela, saber a opinião de outros usuários e adquiri-la em poucos minutos, ou até segundos. Eis que surge o novo consumidor: hiperconectado, ele quer acessar o maior número de conteúdos possível e efetuar sua compra online e ontime.

Seguindo essa tendência de comportamento no ambiente online, é preciso modernizar o off-line, ou seja, as lojas, para continuar a atrair a atenção e a preferência desse consumidor. Se faz urgente pensar no conceito de “convergência” entre os diferentes canais e trabalhar para que ela aconteça de fato.

Facilidade, transparência, entretenimento e conectividade. O consumidor quer chegar a uma loja e, ao pegar um produto, ter acesso a todas as informações sobre ele – origem, produção, cores indicadas, tamanhos disponíveis, etc – isso de uma forma leve e intuitiva. Se puder efetuar a compra ali mesmo, sem precisar passar no caixa, melhor ainda! Ah, não tem a cor no estoque? É só selecionar a cor desejada no aplicativo da loja que em poucas horas o produto chegará em casa. O frete é por nossa conta, obrigado!

É aqui que a internet das coisas começa a fazer sentido. Ao adotar tecnologias que possibilitam essas vivências, como RFID (Identificação por radiofrequência), as marcas podem se conectar com os consumidores de forma personalizada e transparente, fornecendo a eles conteúdos relevantes e uma experiência de compra aprimorada, quando e onde eles quiserem se envolver com elas.

Nas lojas, por exemplo, é possível por meio de uma etiqueta de RFID oferecer uma grande variedade de informações e conteúdos multimídia sobre um determinado produto. Materiais de campanha, dados sobre a origem e fabricação, tutoriais para a sua melhor utilização, opções de cores, formatos e tamanhos, entre outras informações que façam sentido e que ajudem a entregar o tão almejado storytelling para o consumidor, além de permitir também a venda online, quando não houver o artigo em estoque na loja física.

As experiências podem ser as mais variadas possíveis. Rápidas e eficientes ou personalizadas e assistidas, isso depende do perfil de cada marca e consumidor. Mas uma coisa é certa: o valor comercial é exponencial! Ao escolherem onde, como e quando comprar e se engajar com determinada empresa, os consumidores possibilitam a ela maximizar sua força de trabalho e capturar novos conjuntos de dados informativos que continuam a melhorar a personalização oferecida a cada cliente.

Nesse cenário, ganhará aquele que sair na frente e oferecer este novo universo de consumo.

Por Fabiana Wu, gerente de desenvolvimento de negócios América Latina da Avery Dennison e especialista em Tecnologia RFID

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Youtube Music virá para competir com Spotify e Apple Music

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A convergência das mídias é cada vez mais notável. Amostra disso são as marcas como a Apple e Netflix disputarem audiência quando o assunto é produção de séries. Lembram que a marca da maça comprou os episódios da série que tem Jenifer Aniston e da Reese Witherspoon como protagonistas?

Desta vez, a líder de streamings quer investir no ramo de entretenimento com uma plataforma para competir com Spotify e Apple Music. O Youtube divulgou que dia 22 de maio a ferramenta Youtube Music estará disponível.

No mesmo formato do Spotify, a plataforma terá planos gratuitos (com interferências comerciais) e pacote premium, onde o uso é ilimitado, e inicialmente por U$ 9,90. O serviço estreará nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, México e Coréia do Sul, prometendo se expandir para outros 14 países, ainda não divulgados oficialmente.

O foco de marketing no projeto é a possibilidade de criar experiências personalizadas por meio de informações salvas no Google sobre o usuário. As publicações de Pitchfork dizem que o aplicativo fará recomendações do que ouvir de acordo com os momentos da rotina e localização do indivíduo. Aparentemente haverá função de oferecer uma experiência de áudio e vídeo, sugerindo talvez que clipes, vídeos e imagens serão disponibilizados durante o uso.

http://adnews.com.br/midia/youtube-music-vira-para-competir-com-spotify-e-apple-music.html

A Converse e o poder da conversação

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“Como manter as marcas icônicas relevantes em um mundo tão iconoclasta?”, pergunta Andres Kiger, vice-presidente de marketing da Converse para uma sala cheia na abertura do segundo do Engage Prague. Dessa maneira, o executivo começa sua apresentação e mostra para o público de diversos países como é possível que aquela marca de desejo há décadas continue atual e na mente do público.   

Para contextualizar, o profissional remonta ao início da publicidade e mostra como os padrões tradicionais não se conectam mais com os jovens. Corpos perfeitos, situações romantizadas e artistas sem ligação com a marca não serão mais aceitos. “Os jovens de hoje não aceitam passivamente a propaganda. Eles respondem na hora, conversam entre si e viralizam memes que têm mais popularidade que a campanha em si, como aconteceu com a Pepsi e a Kendall Jenner”, apontou o criativo.   

Na ocasião, a gigante do ramo alimentício convidou a celebridade para ser a segunda modelo na história da marca para protagonizar um filme. Diante de um papel que só havia sido de Cindy Crawford, a estrela da familia Kardishian atua em um vídeo em que ela sai de uma gravação de fotos, vai até uma manifestação, entrega uma lata de refrigerante para um policial e faz a massa de manifestantes vibrar com o desfecho.  

Apoiado em padrões de muitos anos atrás, o comercial ao invés de sucesso rendeu ruídos e uma resposta avassaladoramente ruim do público. Por isso, o executivo defende que as “marcas icônicas não servem mais para oferecer benefícios, recompensas ou inovações técnicas. Elas devem se integrar de maneira intrinsíca à cultura que estão relacionadas. A realidade é que o mundo mudou e os consumidores estão descontentes com as marcas”.   

Como criar conversas positivas  

Comunicar marcas em um tempo que tudo vira meme é uma tarefa difícil. Para isso, segundo Kiger, é necessário se alicerçar nos momentos marcantes que envolvem as empresas, as pessoas que realmente a usam e os influenciadores que autenticamente gostam do produto.  

Não há mais espaço para que os rostos de empresas sejam estampados por mascotes e uniformes. O ideal é que elas se cerquem da realidade das pessoas. Convidem grafiteiros, músicas de estilos específicos e incentivem eventos que determinado público adora. 

“Parece irreal acreditar que as marcas permeiam tantos momentos, mas vou contar para vocês que um dos eventos mais legais que participei foi a Copa do Mundo. Me diverti muito no Rio de Janeiro e em quase todas as fotos que tirei nas portas dos estádios aparece o logo da Coca-Cola. Na hora não percebi, mas ela ficou intrinsicamente ligada de maneira positiva em minha vida”, explica o americano.  

Da mesma maneira que as marcas ocupam os grandes eventos sociais, elas também estão nas histórias de muita gente. Para exemplificar, quem não se lembra do primeiro encontro com uma pessoa amada o tênis que ela vestia? Nisso se apoia o marketing proposto por Kiger.  

“Esse menino da foto utilizada nas redes da Conversa foi tirada quando eu andava pela rua e vi um menino tão feliz. Parecia que acabava de conhecer a primeira namorada. Pedi para tirar uma foto dele e para ele contar a sua história. Entendemos a importância de mostrar algo verdadeiro e no final do dia o que tentamos criar são comunidade de amigos que conversem de maneira orgânica sobre um ponto em comum: a marca”