Arquivo mensal: fevereiro 2018

Depois de um século, Johnnie Walker apresenta sua versão feminina: a Jane

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As bebidas, principalmente as destiladas, têm há séculos uma comunicação voltada para os homens. Uma das empresas que mais personificaram características masculinas é a Johnnie Walker. Batizada com o nome do seu criador, a destilaria perpetuou essa imagem ao imortalizar seu patrono como logomarca da companhia. Porém, quase 200 anos depois, a empresa começa a perceber que as mulheres existem, bebem e devem ser valorizadas.

Em uma estratégia global que traz à tona o protagonismo feminino, a marca do grupo Diageo resolve olhar com ainda mais atenção para esse público e cria uma garrafa especial para ele. Nomeada de Jane Walker, a edição em comemoração ao Mês da Mulher, celebrado em março, apresenta pela primeira vez a versão feminina do “Striding Man”. Já pronta para ser disponibilizada nas gôndolas, a nova garota-propaganda aparecerá em uma edição especial que será vendida nos Estados Unidos.

Vale frisar um ponto essencial aqui: diferentemente de outras marcas que criaram versões de bebidas “mais leves” para mulheres (sem ao menos saber se é realmente isso que elas queriam), a Jane Walke tem o mesmo sabor e teor alcoólico dos rótulos do Black Label tradicional. O que muda apenas é a roupagem.

Com o mesmo preço da garrafa tradicional, o produto comemorativo irá doar um dólar de cada rótulo vendido para organizações que ajudem mulheres. Instituições como a Monumental Women, que instala monumentos de ícones femininas nas cidades, e a She Should Run, que incentiva a representatividade em cargos públicos, serão algumas delas.

Até o momento não há previsão sobre quando o produto chega ao Brasil.

http://adnews.com.br/publicidade/depois-de-um-seculo-johnnie-walker-apresenta-sua-versao-feminina-jane.html

5 tendências de storytelling para 2018

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A eficácia do uso de storytelling por marcas e empresas já não é novidade. Estudos comprovam que por estimularem a produção dos hormônios dopamina e serotonina, uma das principais ferramentas para fazer com que consumidores se lembrem de uma marca ou empresa é contar uma boa história capaz de despertar emoções. Com isso, cada vez mais empresas de diferentes segmentos têm adotado a estratégia para engajar e vender mais.

Mas, quais são as novidades? A produtora paulistana La Casa de la Madre, que se posiciona como especialista no assunto, preparou uma lista com cinco tendências de storytelling para 2018. As dicas são do CEO da produtora, André Castilho:

Núcleo de storytelling interno


Ao invés de enviar briefings para profissionais que não conhecem sua marca profundamente, o melhor é estabelecer um núcleo de storytelling dentro da própria empresa. Estes profissionais poderão conhecer as histórias que são contadas ali dentro, encontrar potenciais personagens, assimilar os valores da companhia e criar histórias autênticas e únicas associadas à marca. Ter um departamento interno dedicado também reduzirá custos e prazos. Para criar este núcleo, aposte em profissionais que sejam especialistas em storytelling, dentre eles conte com ao menos um roteirista, um filmmaker e um produtor.

Funcionários storytellers


Com as redes sociais, todos os funcionários são microinfluenciadores. Assim, cada membro de uma equipe pode se tornar um contador de histórias corporativo, onde as pessoas poderão acompanhar suas trajetórias, altos e baixos, mas sempre de acordo com o posicionamento da empresa. Para transformar os funcionários em storytellers, dê a eles suporte e treinamento para que saibam utilizar da melhor maneira as ferramentas de produção e distribuição de histórias. Isso pode, inclusive, ajudar a melhorar as vendas e negociações da equipe.

Consultorias de storytelling


Para quem já tem um núcleo de storytelling interno ou para quem terceirizou o serviço, a consultoria ajudará a empresa a entender qual o real conhecimento da equipe interna em relação ao recurso, ajudando com estratégias, planos de ação e a encontrar as melhores histórias para serem contadas de acordo com as necessidades de cada departamento. Além disso, é possível criar um guia de storytelling para ser seguido a fim de alinhar os discursos e campanhas de toda a empresa.

Storytelling educativo


Educar conquista e fideliza consumidores. Portanto, crie conteúdos educativos atrelados a histórias poderosas, pois além de aprenderem, os consumidores se motivarão e terão a marca como um auxiliador no processo de autodesenvolvimento, criando um laço emocional com ela.

Netflix para a sua marca


A produção de conteúdo massificado é um erro. Por isso, é preciso conhecer bem a audiência da marca e produzir o conteúdo alinhado com aquilo que ela quer consumir. Assim, recomenda-se que as empresas tenham, em primeiro lugar, uma plataforma proprietária de broadcast de conteúdos em vídeo, o que possibilitará a empresa a conhecer as preferências e hábitos dos consumidores. Dessa forma, em vez de destinar verba para propagandas em grandes emissoras, as empresas e marcas passam a usar esse budget para a criação de conteúdo e de audiência próprios.

A produtora também reuniu um material mais completo em um e-book gratuito (clique aqui)

http://adnews.com.br/negocios/5-tendencias-de-storytelling-para-2018.html

Instagram permitirá 3 anúncios sequenciais no Stories

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Uma das grandes discussões atualmente é como combinar conteúdo pertinente com anúncios atrativos. Para trabalhar novos formatos publicitários e testar o quanto de propaganda o usuário aceita ver, o Instagram anuncia hoje (01) um novo formato de anúncios no Stories que permitirá a publicação de até três peças sequenciais de propaganda. Até hoje era possível publicar apenas uma.

Inicialmente, o mecanismo estará disponível para algumas marcas ao redor do mundo. A Renault será a primeira marca a testar a novidade no Brasil. Outros participantes do lançamento incluem Coca-Cola no México, Gap, Netflix e Paramount.

Possibilidades

Com a mudança, a empresa de Mark Zuckerberg aposta que os anunciantes poderão explorar as tendências que já são populares no Stories, incluindo:

1 – Storytelling sequencial: produzindo capítulos com pedacinhos de conteúdo que são mais fáceis de consumir

2 -Stories multimídia: produzindo um mix de fotos e vídeos para adicionar camadas e profundidade

3 – Agrupamento temático: mostrar conteúdos da mesma categoria em uma mesma história

Exemplo de uso

Até o momento, uma das primeiras marcas a usar o novo modelo foi a Coca do México. Confira abaixo seu anúncio de 30 segundos veiculado no aplicativo e voltado para o mercado latino:

Ao disponibilizar até três peças de mídia nos anúncios do Stories, estamos ampliando a flexibilidade criativa na produção de conteúdo para os mais de dois milhões de anunciantes no Instagram e permitindo que aproveitem melhor os hábitos que já fazem parte da nossa comunidade.

Com esse conteúdo adicional surgem diversas possibilidades, como um estúdio de produção criando suspense em torno de um anúncio para seu próximo filme ou um varejista apresentando três looks diferentes com o mesmo casaco de inverno. Estamos ansiosos para ver de quais maneiras criativas nossos anunciantes nos surpreenderão usando esse formato de anúncio no Stories.”, afirmou Susan Rose, diretora de marketing de produto para o Instagram.

http://adnews.com.br/social-media/instagram-permitira-3-anuncios-sequenciais-no-stories.html

Saiba por que apenas um tweet fez o Snapchat perder R$ 4 bilhões

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Em tempos onde se discute a volatilidade das bolsas de valores ou mesmo dos sistemas de bitcoin, um único tweet nesta semana foi capaz de fazer a empresa que controla o Snapchat perder nada mais e nada menos que US$ 1,3 bilhão (ou cerca de R$ 4 bilhões) em valor de mercado na quinta-feira (22).

Em seu perfil no Twitter, que conta com 24,5 milhões de seguidores, a personalidade de televisão e empreendedora Kylie Jenner escreveu a seguinte mensagem: “Então mais alguém parou de abrir o Snapchat? Ou sou apenas eu… isto é tão triste”.

Algum tempo depois ela ainda tentou amenizar o impacto do que havia dito com a mensagem: “Ainda amo o snap… Meu primeiro amor”. Não foi o suficiente para frear a queda das ações da Snap, que caíram 6%.

Está muito claro que o Snapchat tem perdido espaço para o Instagram nos últimos tempos, sobretudo com o sucesso avassalador da ferramenta Stories. Entretanto, tal caso serve para refletir o quão grande é o desafio das marcas no sentido de aprender a lidar com possíveis mensagens de pessoas influentes, fora e dentro das redes sociais.

http://adnews.com.br/social-media/saiba-por-que-apenas-um-tweet-fez-o-snapchat-perder-r-4-bilhoes.html

Facebook faz lista com insights para quem anunciará produtos na Páscoa

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De acordo com dados do Facebook, 46% das conversas sobre a Páscoa acontecem na semana do evento e a procura por ovos aumentou 16% no último ano. Quem atua neste mercado sabe como é importante se planejar e traçar um plano de marketing. Estar preparado pode garantir melhores resultados nas redes e, consequentemente, mais dinheiro no bolso.

Aqueles que produzem ovos e outras lembranças no período conseguem ampliar o alcance dos seus produtos e incrementar suas vendas com investimentos baixos, à partir de 1 dólar. Para começar a fazer campanhas na plataforma, basta ter uma página.

A seguir, o Facebook reuniu algumas dicas importantes que podem ajudar marcas e anunciantes a se prepararem para a Páscoa:

  1. Descoberta: faça com que as pessoas descubram sua marca e seus produtos antes da Páscoa;
  • Entenda quais são os assuntos de interesse do seu o público, adotando uma mensagem mais assertiva no Facebook e Instagram. Desta maneira, o resultado da campanha pode trazer mais reconhecimento para sua marca;
  • Explore os diferentes recursos e ferramentas disponíveis nas plataformas. Cada tipo de formato de anúncio utilizado pode resultar em uma chance maior de prender a atenção do público;
  1. Consideração: durante o período até a Páscoa, incite o desejo de compra do consumidor ao impulsionar ações que alinhem seus anseios com os objetivos de negócio da marca;
  • Escolha formatos de anúncios que conquistem a atenção do consumidor e aumentem a chance de gerar interações entre as pessoas e a marca;
  • Dicas do Facebook para criar anúncios usando apenas o celular podem ser encontrados no Mobile Studio.
  1. Compra: para aumentar suas vendas na semana da Páscoa, destaque os produtos e as ofertas que estejam dentro dos objetivos traçados na etapa anterior;
  • Mantenha o relacionamento construído com o público anteriormente, podendo assim impactar novamente as pessoas que demonstraram interesse na marca;
  • Não limite a criatividade e traga uma variedade de anúncios e produtos, seja nas descrições ou nas fotos. Conteúdos criativos tendem a aumentar a chance de conversão.

http://adnews.com.br/negocios/facebook-faz-lista-com-insights-para-quem-anunciara-produtos-na-pascoa.html

Uso do Facebook cai pela primeira vez na história

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Seja por conta da proliferação de notícias falsas, a debandada dos mais jovens que preferem outras ferramentas ou mudanças constantes de algoritmo que irritam parte dos usuários (principalmente empresas e veículos), não é nenhum absurdo dizer que o Facebook não disfruta de seu melhor momento na história em termos de imagem.

Muito provavelmente reflexo de todas essas questões mencionadas, entre outras, um estudo recente da renomada empresa americana de pesquisa Edison Research mostrou a primeira queda em tempo de uso desde o lançamento da plataforma nos Estados Unidos.

“A série de pesquisa Infinite Dial da Edison Research e a Triton Digital seguiram o uso do Facebook desde 2008 e ele só aumentou constantemente por dez anos consecutivos. Mas este ano, pela primeira vez em nosso monitoramento, a parcela de americanos que usam constantemente a plataforma diminuiu de 67% para 62% entre as pessoas com mais de 12 anos”, informou a empresa de pesquisa.

Se o declínio se acentuar e a tendência se estender ao público brasileiro, algo bem provável, naturalmente o próximo passo do mercado é descobrir qual é o destino da migração. Messenger, Instagram e WhatsApp? Pode ser. Bom para o Facebook, que é dono de todas as ferramentas mencionadas? Talvez. Mas ainda assim também será desafiador para a empresa Mark Zuckerberg encontrar meios de monetizar suas outras plataformas, caso a galinha dos ovos de ouro enfrente uma derrocada.

A antiexperiência e o usuário no controle: o que revela a proliferação dos adblockers

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Nesta semana, começa a funcionar o bloqueador de propaganda nativo do navegador Google Chrome chamado White Filter. Inicialmente disponível nos EUA, Canadá e Europa, o novo recurso não irá bloquear todos anúncios como adblockers tradicionais, mas sim aqueles considerados intrusivos. Ou, em outras palavras, irrelevantes e que atrapalham a experiência de navegação do usuário.

A deliberação do Google Chrome não é apenas uma vitória do consumidor. Mais do que isso, ela é uma derrota dos anunciantes que não entregam boas experiências. O estabelecimento de uma função que bloqueia anúncios impertinentes deve ser visto como uma oportunidade de as marcas investirem na tentativa de entregar experiências digitais cativantes, com comunicações relevantes.

O avanço e acesso à tecnologia, ao mesmo tempo que empoderou clientes no relacionamento com anunciantes, abre infinitas possibilidades para as empresas. Por meio dela, hoje, já é possível estabelecer processos e estratégias – com grande assertividade – para personalizar mensagens e entregar uma comunicação verdadeiramente relevante ao consumidor na hora certa, no contexto perfeito e pessoal.

Nós consumidores gostamos de ser compreendidos e conhecidos. Isto é… experiência! Como aquela que nossos pais ou nós mesmos, no século passado sobretudo, tínhamos ao ir à venda mais próxima de casa, quando a relação vendedor-consumidor tinha nível de intimidade que nos fazia fieis àquela loja.

A luta pela experiência se torna ainda mais fundamental quando se nota ainda mais formas de controle pelo usuário no acesso ao conteúdo digital. Basta observar a crescente demanda por serviços como Spotify e Netflix, que dão a opção de assinatura para justamente não haver a quebra do conteúdo por alguma publicidade. Novamente: é o avanço da tecnologia empoderando o consumidor. Ele pode decidir o que quer e não quer ver. Quando e onde. Na mesma linha, segue o advento dos adblockers.

Apesar de o usuário ter cada vez mais o controle sobre como e o que deseja ou não acessar, é no bom aproveitamento dos espaços de publicidade em display – inclusive junto a plataformas de vídeo – que ainda residem boas oportunidades de os anunciantes serem genuinamente relevantes na comunicação com seus consumidores.

Para a relevância, recursos tecnológicos. Inclusive, com soluções – integradas nativamente a softwares de analytics, segmentação de audiência e testes A/B – que permitem configurar, por exemplo, uma frequência de campanha cross-channel (ou seja, incluindo redes sociais e programática) personalizada. São artifícios de alta tecnologia ao alcance das marcas que viabilizam a entrega de experiências de consumo incríveis em diferentes etapas da jornada.

É bem verdade que as formas de controle tendem a ser cada vez mais disponíveis e acessíveis ao consumidor. Ele tem o discernimento de quando ou não o exercer – sobretudo contra a antiexperiência. A batalha a ser vencida não é sobre as maneiras de o usuário controlar o conteúdo, mas sim sobre entregar experiências incríveis no vasto campo de oportunidades que é a publicidade digital – com criatividade, tecnologia e recursos humanos que saibam utilizá-la com eficácia.

Fernando Teixeira é head de advertising da Adobe para a América Latina

http://adnews.com.br/internet/antiexperiencia-e-o-usuario-no-controle-o-que-revela-proliferacao-dos-adblockers.html

Por que o PSG fez uma ação de marketing no Carnaval brasileiro?

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Nos dias de hoje é comum sair pelas ruas do país e encontrar dezenas de pessoas vestindo a camisa do clube de futebol francês Paris Saint-Germain. Nada de novo até aí, já que o principal jogador brasileiro dos últimos dez anos, Neymar, é a grande estrela e veste a camisa 10 da equipe que neste ano luta para conquistar sua primeira Champions League.

Agora, mudando um pouco o enfoque do assunto e dando mais abordagem para o marketing, é bem provável que o público brasileiro esteja consumindo muito mais produtos do clube parisiense nos últimos meses, desde uniformes oficiais até a audiência da televisão a cabo. Além disso, também estão no time jogadores nascidos aqui como Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e até Thiago Motta (hoje naturalizado italiano).

Talvez por isso o Paris Saint-Germain não tenha medido esforços para marcar presença no Carnaval brasileiro. Durante a folia, um avião da Visual Propaganda Aérea sobrevoou as praias do Rio de Janeiro com uma faixa trazendo uma mensagem de Feliz Carnaval, o logo do PSG e a imagem de alguns jogadores da equipe, como Neymar Jr. e Thiago Silva.

Além da mensagem, um concurso cultural também premiou os fãs do clube francês: os autores das três melhores fotos do avião passando pelo Rio de Janeiro foram premiados com camisas oficiais.

Seja pelo futebol exuberante ou ações inteligentes de marketing, vale observar que há algum tempo os clubes europeus têm conseguido cooptar torcedores brasileiros e, por tabela, “tirar” dos clubes brasileiros preciosas fatias do bolso dos amantes do esporte por aqui. O marketing esportivo nacional precisa ficar atento

http://adnews.com.br/midia/por-que-o-psg-fez-uma-acao-de-marketing-no-carnaval-brasileiro.html

Twitter lança anúncio em Vídeo In-Stream no Brasil

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Chega ao mercado brasileiro o anúncio em Vídeo In-Stream. Disponibilizado pelo Twitter, o formato de publicidade em vídeo, permite aos anunciantes associarem suas marcas a um conteúdo premium de maneira segura e em escala. Além disso, a ferramenta também atua levando em consideração o público-alvo da campanha e os assuntos de interesse do consumidor a ser impactado.

 
Os anúncios da marca são veiculados em vídeos criados por parceiros produtores (que não necessariamente são digital influencers, mas perfis que já falem, de forma embasada, sobre o recorte em questão) de conteúdo nos segmentos de entretenimento, esportes e notícia, divididos em 15 categorias. Os anúncios são exibidos antes do início dos vídeos dos parceiros (pre-roll) selecionados de acordo com o perfil indicado pelo anunciante.
 
Com o aparato, as marcas têm a oportunidade de participar das conversas em tempo real na plataforma a partir dos diferentes conteúdos em vídeo assistidos pela sua audiência. Além disso, o fato de os vídeos disponíveis para receber anúncios serem produzidos por parceiros do Twitter garante que a marca esteja atrelada a um conteúdo de qualidade e seguro.
 
Renata Altemari, gerente de soluções de vídeo do Twitter para a América Latina explica a ferramenta: “O anúncio em Vídeo In-Stream é a única solução disponível do mercado no formato pre-roll no feed de notícias do usuário. Ele alia conteúdo premium a um ambiente em tempo real permitindo que as marcas alcancem uma audiência altamente qualificada e segmentada. Dessa forma, os anunciantes têm a segurança de que os vídeos aos quais estarão associados são relevantes para o seu público-alvo sem riscos”. “Além disso, o investimento do anunciante é dividido entre Twitter e o parceiro, que tem uma nova maneira de monetizar o seu conteúdo.”
 
O produto, lançado nos Estados Unidos em 2017 e já disponível em alguns mercados, passou por uma fase de testes no Brasil, com anúncios de P&G (@PG_Brasil) e Mastercard (@MastercardBR) — com as agências iProspect e WMcCann, respectivamente.
 
Já para Bárbara Régis, gerente de mídia da P&G, ter mais uma possibilidade de fazer campanhas para uma audiência influente, receptiva, atenta e ainda de forma atrelada entre suas marcas próprias e conteúdos de qualidade e brand-safe com anúncios em escala, é um “ganho para nós e para o mercado”. Régis cita a campanha criada por Old Spice (@Lobo_OldSpice) com o anúncio em Vídeo In-Stream que teve métricas positivas. O material alcançou 3,2 milhões de visualizações com 100% viewability aferido por parceiro de mensuração”, garante.
 
O Twitter já conta com parceiros no país cujos vídeos podem vir acompanhados dos anúncios e trabalha constantemente para atrair mais produtores de conteúdo premium a este seleto grupo. Entre os publishers que já fazem parte do rol de parceiros selecionados está, por exemplo, o Corinthians.
 
“O Twitter é um dos nossos grandes parceiros de conteúdo. A relação entre o clube e a plataforma é duradoura e positiva. Com este novo passo, além da entrega gigantesca que o Twitter nos oferece, criamos uma nova fonte de receita para o Corinthians. Tivemos o privilégio de participar da fase de testes e o resultado foi extremamente satisfatório”, diz André Stepan, gerente de conteúdo do Corinthians.
 
Para oferecer dados precisos sobre os resultados dos anúncios de vídeo, o Twitter mantém parcerias globais com provedores de métricas terceirizados líderes do setor. Os anunciantes podem ter acesso a estudos e informações qualificadas sobre o impacto que as campanhas têm na plataforma em relação a viewability e brand-effect, entendendo a influência da publicidade no público-alvo, o resultado da mídia e o alcance das mensagens na audiência certa.
 
Em estudos realizados pelo Twitter com a Nielsen, notou-se que os consumidores que viram anúncios em vídeo no Twitter eram 50% mais propensos a conhecer uma marca, 14% mais favoráveis a essa marca e com uma intenção de compra 18% maior do que aqueles que não estavam expostos a esse tipo de anúncio.

Como as marcas devem se relacionar nas redes sociais com a Geração Z?

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Os exemplares da geração Z, também conhecidos como “nativos digitais”, já nasceram de celular na mão e cresceram num mundo conectado.

Chegando às faculdades agora, eles serão o centro das atenções do futuro do e-commerce. Até 2026, os mais novos dessa geração já terão atingido a idade para ter renda própria e seu poder aquisitivo alcançará novos patamares.

E, é claro, marcas e e-commerces precisam iniciar um relacionamento com essa geração para aumentar suas chances de sucesso nos anos vindouros.

Características e poder de compra dos nativos digitais

A Geração Z, definida por quem nasceu de 1998 até 2010, é diferente das gerações passadas. Justamente por isso, entender suas características e preferências é essencial para capturar sua atenção – e, claro, seu dinheiro.

Eles cresceram acostumados a usar a Internet e é a primeira geração inteiramente digital. Isso é tão enraizado em sua cultura que eles só percebem que a internet existe quando o wi-fi não está disponível.

Antenados à tecnologia, são usuários assíduos das redes sociais, consomem diariamente vídeos on-demand, e tudo começa pelo celular. Obviamente, suas expectativas são mais altas que as das gerações passadas.

Potencial de compra ampliado

De acordo com relatório da BI Intelligence – que explorou os hábitos de compras da Geração Z – os chamados nativos digitais estão apenas começando a impactar o comércio, mas já são extremamente valiosos.

Segundo estudos da IBM – que considerou mais de 15 mil pessoas em 16 países – a Geração Z já possui $44 bilhões de dólares em poder de compra, número que irá decolar conforme ficarem mais velhos e conquistarem autonomia. Além disso, eles influenciam 93% do planejamento financeiro da família.

Apesar dessa geração ainda comprar em lojas físicas, isso se deve muito mais ao fato de ainda não terem cartão de crédito do que a uma preferência em si.

Até que o e-commerce se torne o principal canal de compras dessa geração – quando atingirem a maioridade – o comércio enfrentará o desafio de construir uma presença digital sólida usando, especialmente, os canais preferidos desse público: as redes sociais.

Comportamento de Consumo

Essa é a primeira geração a viver uma vida onde a Internet é onipresente através do mobile, e isso moldou seus hábitos de compras. Para os nativos dessa era, a distância de uma loja para a outra é zero e eles compram no mundo inteiro.

Seus hábitos de compra em e-commerces também começaram mais cedo que a geração passada. Justamente por isso, eles têm a habilidade de serem altamente sofisticados em suas decisões de compras.

Os nativos digirais querem se relacionar com marcas e empresas de forma integrada, não importando o canal. Isso significa ser atendido e poder comprar de uma mesma marca através do Instagram, Facebook ou e-commerce, com uma experiência fluída independente do canal.

Redes Sociais: o quintal da Geração Z

Quando o assunto é redes sociais, os nativos digitais dão um show. Eles cresceram vendo e usando esses canais: em casa, na rua, na escola e nos espaços públicos. E, claro, já são acostumados a procurar tudo pelas redes.

Muitos perguntam onde encontrar certos produtos e serviços nas redes sociais antes mesmo de procurar no Google. Usam a inteligência coletiva para suas escolhas e se baseiam em influência social.

Geração Z representará 40% dos consumidores do mundo até 2020

Esqueça os Millenials! A Geração Z chegou e está pronta para deixar suas pegadas no mercado. Ela está começando a sua vida financeira e é mais focada em ter dinheiro que as gerações passadas.

De acordo com a base de usuários do Facebook, considerando pessoas de 13 a 22 anos de idade no Brasil, já são 33 milhões de brasileiros ativos na rede social.

Os mais novos se encontram em peso no Instagram e Snapchat. Segundo dados do IBGE, eles representam cerca de 23% da população brasileira, e, de acordo com a Fast Company, até 2020 eles representarão 40% de todos os consumidores no mundo.

DETALHE: estamos apenas a 24 meses de 2020!

Dicas para se relacionar com a Geração Z e impulsionar vendas

Seja mobile-first

O mesmo estudo da Fast Company mostra também que para a Geração Z, da socialização ao entretenimento, do aprendizado até a compra, tudo se passa pelo mobile.

Una isso às suas altas expectativas de compra online e temos um cenário letal para sites lentos, não responsivos, apps pesados e/ou difíceis de navegar.

Para aproveitar a entrada da Geração Z e seu poder crescente de compra, sua marca deverá pensar, sempre, em alternativas para mobile e, só depois, para desktop.

Invista em SEO e Assistentes virtuais

E, quando a questão é a busca no Google, tenha em mente que o novo hábito dessa geração são os assistentes virtuais.

De acordo com a GlobalWebIndex, 1 a cada 3 pessoas da Geração Z está usando uma busca por voz em seu smartphone.

Para o e-commerce, isso impõe o desafio de implementar estratégias cada vez mais assertivas de otimização para mecanismos de busca.

Investir em SEO, criar snippets para o Google e aparecer na posição “0” deve estar entre os objetivos de quem quer ganhar destaque. Outra dica valiosa para se comunicar com os nativos digitais é implementar a busca por voz no seu próprio site e e-commerce.

Aposte nos creators: a ponte entre as marcas e a geração Z

Menos impactados pela mídia tradicional e suas técnicas old school – como usar uma celebridade global para endossar um produto – a Geração Z tem novos ídolos.

Eles são, em sua maioria, YouTubers ou Instagrammers que falam sua língua e entregam conteúdo de valor. Eles são o canal e o artista ao mesmo tempo.

E é por isso que sua empresa precisará marcar presença através desses criadores de conteúdo, comumente conhecidos no meio como “creators” – uma evolução de ser simplesmente um influenciador digital.

Seja on-life e entregue valor

Para sua marca ou e-commerce ter um engajamento relevante com a Geração Z, ela precisará ser on-life, ou seja, fazer parte da vida conectada deles.

Se a informação ou conteúdo que você oferece em seus canais for irrelevante (ou apenas propagandista), os nativos dessa geração irão simplesmente te bloquear. Mas, o contrário é igualmente verdadeiro.

Com a Geração Z, seu objetivo não poderá mais ser, simplesmente, vender, mas sim, se relacionar.

E falar com essa geração é fazer muito mais publicidade do que propaganda. É mais contar o que a marca tem para ensinar do que contar o que ela tem para vender. É sobre propósito e significado. É mais engajamento em torno da mensagem do que somente em torno de um produto ou serviço.

Tenha uma ferramenta de gerenciamento de redes sociais

Milissegundos. Esse é o tempo que você tem para fazer o dedo de um nativo digital parar de descer no feed e ganhar sua a atenção nas redes sociais. Estima-se que a atenção dessa geração é de apenas 8 segundos após a fixação dos olhos. Um desafio e tanto, certo?

Para vencer essa batalha, usar ferramentas analíticas como a mLabs é fundamental. Além de te ajudar a entender o que é relevante e engaja o seu público nas redes sociais, você poderá agendar posts, analisar os resultados, interagir em tempo real e otimizar sua estratégia.

Esse tipo de ferramenta te ajudará também a criar uma experiência integrada de compra em seus canais sociais e a responder rapidamente às suas necessidades via inbox e comentários.

Automatize o atendimento com Chatbots

Apesar de nova, a geração Z é um poderoso grupo de influência para compras. Justamente por isso, é importante se preparar agora para o futuro.

Tenha em mente que você terá que lidar com uma geração impaciente – em função da estimulação tecnológica que tiveram. É uma geração imediatista que não irá esperar horas para ter uma resposta nas redes sociais.

Eles preferem falar com um chatbot para resolver mais rápido suas questões do que esperar para falar com um humano.

De acordo com a PricewaterhouseCoopers, 66% dos consumidores voltariam para uma loja online se ela tivesse atendimento via chat.

Dados como esse provam que, cada vez mais, as marcas precisarão investir para oferecer uma experiência de compra integrada, eficiente e rápida nos diversos canais onde ela está.

Utilize data science e aposte na personalização

Todos nós sabemos o quão valioso é para um cliente sentir que a marca realmente o entende, certo?

E, com a abundância de dados e tecnologias disponíveis hoje, as possibilidades de personalização tendem a crescer e se aprofundar cada vez mais. Tendência que fortalecerá também o costume dos nativos digitais de receberem tudo conforme sua personalidade / estilo de vida.

E, aí, eu te pergunto: como a sua marca / e-commerce está se saindo nesse quesito?

A maioria das lojas está constantemente minerando os perfis das pessoas que compram em seus e-commerces, mas nem todas usam essas informações para obter vantagens. Com o volume de dados gerados, é possível personalizar muito mais.

Não se limite a construir buyer personas e segmentar clientes! Vá para o nível do indivíduo e gere mais vendas.

Pense em ter pessoas especializadas em Ciência de Dados em seu negócio. Recomendações personalizadas para o indivíduo tem potencial de conversão muito maior do que uma estratégia de personas.

A personalização nesse nível aumenta desde a taxa de abertura dos e-mails até as vendas. Fazer retargeting nas redes sociais também contribui para o aumento das conversões.

Cuide do seu conteúdo nas redes sociais

Para se relacionar com essa geração através das redes sociais é fundamental ter conteúdos relevantes e que geram engajamento.

Ao contrário das gerações passadas – que preferem olhar passivamente os posts nas redes sociais ao invés de interagir – para essa geração, quanto maior o engajamento, maior a conversão.

Portanto, certifique-se de ter uma boa estratégia de conteúdo no ar, mantenha o engajamento e o diálogo constantes e melhores a experiência desse público com a sua marca.

Rafael Kiso é Fundador e CMO da mLabs, plataforma de gerenciamento de mídias sociais. Com 20 anos de mercado, atuou sempre no setor de tecnologia e meios digitais de empresas como Banco Itaú, FIESP e Focusnetworks. Em 2017 foi premiado pela ABRADi-SP como Profissional Digital na categoria Planejamento, e hoje é responsável por gerenciar e tomar decisões na mLabs, empresa que visa a democratização de redes sociais e a educação e desenvolvimento digitais

http://adnews.com.br/adarticles/como-marcas-devem-se-relacionar-nas-redes-sociais-com-geracao-z.html