Arquivo mensal: janeiro 2018

Grupos são os novos hotspots do Facebook

Ldrv

Se você acompanha as principais publicações sobre o mundo das mídias sociais, recebeu com a mesma tristeza que eu a notícia de que o algoritmo do Facebook irá novamente dificultar a vida de quem trabalha nesse já complicado mercado. É isso aí, as páginas terão alcance ainda menor do que já possuem.

A primeira pergunta que devemos fazer é POR QUÊ?

Bom, o tio Mark Zuckerberg tem um bom motivo pra isso. Na sua visão, a rede estava se tornando um reduto da ameaça do ano em 2016/2017: as #FakeNews. Tirar alcance das páginas e dos links externos seria, então, mais uma forma de mostrar mais atividades de seus amigos e familiares e menos posts de marcas e notícias, fakes ou não. Além de, claro, arrecadar mais dinheiro com postagens patrocinadas.

Assim, mais uma vez o cenário muda para nós, meros mortais que trabalhamos nesse ambiente hostil que é o das redes sociais, certo? Sim, mas não há motivos para desespero. O Facebook ainda possui uma mina de ouro, que não é tão explorada assim pelas marcas. Ainda.

Os Grupos de Facebook

É engraçado notar as ondas das redes sociais. Há alguns anos, os grupos estavam mais mortos do que nunca. O Facebook era para acompanhar páginas e ponto. Bom, isso mudou. Os grupos no Facebook, principalmente aqueles com foco em humor, somam verdadeiras nações em números.

Um exemplo? O famigerado LDRV (Lana Del Rey Vevo, grupo que começou como um fandom da cantora) traz consigo uma comunidade de 938 mil pessoas. O South America Memes – Máquina de Memes Aberta, conta com 1,3 milhão de membros. É muita coisa. O melhor? O Facebook privilegia a entrega de postagens dos grupos para os membros, o que torna essa ferramenta cada vez mais atrativa para quem quer entregar conteúdo.

Estratégias para Grupos

Sabendo disso, podemos começar a traçar algumas estratégias nessa área. Ao invés de investir dinheiro em um post patrocinado, que tal fazer um publipost em um grupo extremamente conectado com seu nicho? Dependendo da sua área de atuação, por que não criar uma comunidade em volta de um assunto de interesse comum, inserindo conteúdo da sua marca sempre que for interessante? Ativar grupos que girem em torno da sua organização pode ser uma estratégia mais que interessantes.

Aqui, vale a regra de ouro da comunicação: bom senso. Nada de fazer publicidade descarada ou floodar os grupos. É importante tentar criar diálogos orgânicos e relevantes, que agreguem pessoas à sua marca ao invés de afastá-los. Como as páginas não estão permitidas nos grupos, é interessante buscar porta-vozes que possam divulgar esse conteúdo nos grupos.

Enfim, vale a pena começar por um planejamento estratégico que envolva ações com grupos e começar a conversar e entregar mais conteúdo para esse público, aproveitando o máximo do Facebook na comunicação da sua organização. Vamos lá?

Natan Andrade é analista de comunicação na FSB Comunicação

http://adnews.com.br/adarticles/grupos-sao-os-novos-hotspots-do-facebook.html

Entenda como funciona o novo WhatsApp Business

Pessoas no mundo todo utilizam o WhatsApp para se comunicarem com as empresas que são importantes para elas – desde comércio de roupas on-line na Índia até distribuidores de peças automotivas no Brasil.

Tendo em vista que o WhatsApp foi criado para uma comunidade global, a plataforma lança nesta quinta-feira (18), o WhatsApp Business um aplicativo gratuito para pequenas empresas, disponível em Android.

Com este app, as empresas terão mais facilidade para se conectarem com clientes e os usuários também terão a possibilidade de contatar suas marcas favoritas.

Além disso, também ficará mais fácil para as empresas responder ao público, separando assim, as mensagens pessoais das comerciais e ao mesmo tempo criando uma presença oficial.

Entenda as novas funcionalidades do dispositivo:

Perfil Empresarial: Ajuda os clientes com informações úteis, como por exemplo, uma descrição comercial, e-mail, endereço físico e website.

Ferramentas de Mensagens: Feita para economizar tempo com ferramentas inteligentes -respostas rápidas para as perguntas mais frequentes, mensagens de saudação para apresentar a empresa e as auto respostas de ausência para que os clientes saibam quando responsável estiver ocupado.

Estatísticas: Analise de métricas simples, como por exemplo o número de mensagens que foram lidas.

Tipo de Conta: As pessoas saberão que estão se comunicando com uma empresa, pois ela aparecerá listada como uma conta comercial e com o passar do tempo, alguns negócios terão suas Contas Confirmadas.

WhatsApp Web: Envia e receba mensagens com o WhatsApp Business usando o mesmo computador.

Mais de 80% das pequenas empresas na Índia e no Brasil afirmam que o WhatsApp hoje, os ajuda na comunicação com seus clientes e com o crescimento de seus negócios – (fonte: estudo Morning Consult) – e com o WhatsApp Business, as pessoas poderão entrar em contato com as empresas facilmente, de forma rápida e simples.

O mecanismo já está disponível, é gratuito e pode ser baixado na Google Play na Indonésia, Itália, México, Reino Unido e EUA.

O aplicativo será lançado no mundo todo nas próximas semanas.

http://adnews.com.br/tecnologia/entenda-como-funciona-o-novo-whatsapp-business.html

Facebook lança marketplace no Brasil

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A plataforma acaba de anunciar o seu marketplace no Brasil, um lugar que torna fácil descobrir, comprar e vender produtos localmente. O Facebook já é usado por pessoas para comprar e vender em suas comunidades. Essas atividades começaram nos Grupos e, segundo a empresa, têm crescido substancialmente nos últimos anos. Não á toa, mais de 550 milhões de pessoas ao redor do mundo visitam os grupos de compra e venda todos os meses. “Sabemos que as pessoas já usam o Facebook para comprar e vender entre elas em suas comunidades e, agora, estamos tornando esse processo mais fácil”, disse Karandeep Anand, diretor de gestão de produto do Marketplace.

Como Funciona

Para usar a função, basta clicar no ícone do Marketplace. É fácil de encontrar o que você está procurando: utilize o campo de pesquisa e filtre seus resultados por local, categoria ou preço. Para vender algum produto, tire uma foto, descreva seu item, coloque seu preço e pronto. Compradores e vendedores também poderão facilmente se comunicar uns com os outros usando o Messenger.

A partir desta segunda, 22, o Marketplace começa a ser disponibilizado gradualmente para as pessoas em todo o país.

Dados gerais: Marketplace

  • O Marketplace está ativo em 47 países;
  • As três cidades mais populares para o Marketplace fora dos Estados Unidos, baseado no número de vendedores, são: 1) Santiago; 2) Cidade do México; 3) Londres;
  • De janeiro a outubro de 2017, o volume de buscas na aba do Marketplace cresceu três vezes globalmente;
  • As três principais categorias com as quais as pessoas mais interagiram no decorrer dos três últimos meses foram: 1) Veículos; 2) Móveis; e 3) Computadores & Eletrônicos;
  • 550 milhões de pessoas visitam Grupos de compra e venda no Facebook todos os meses.

http://adnews.com.br/social-media/facebook-lanca-marketplace-no-brasil.html

Mark corre atrás de prejuízo e declara mais mudanças no Feed

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Há poucos dias (12), Mark Zuckerberg anunciou uma mudança que chamou a atenção na internet. Em comunicado oficial, a rede divulgou que, nos próximos meses, mudaria o ranking do Feed de Notícias dando prioridade para posts de amigos e familiares, e com isso, o alcance de páginas seria (ainda) menor.

Em um cenário onde os posts de sites de notícias têm alcance de apenas 5%, em média, a notícia caiu como uma bomba e diversos veículos se mostraram preocupados com a novidade que força ainda mais que as fanpages anunciem na rede social para que possam ser visualizadas pelo público.

Consciente da gravidade e da má aceitação das declarações, Mark volta atrás e apresenta em postagem no seu perfil pessoal algumas outras atualizações. Na publicação, o CEO do Facebook diz que os usuários também poderão classificar as notícias que leem e personalizar o que chega até eles.

https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fzuck%2Fposts%2F10104445245963251&width=500

“Como parte de nossas pesquisas de qualidade em curso, agora, vamos perguntar às pessoas se elas estão familiarizadas com uma fonte de notícias e, em caso afirmativo, se elas confiam nessa fonte”, disse o executivo.

Dessa maneira, a rede social ajusta os conteúdos compartilhados em sua comunidade de maneira afinada e faz mais um esforço para frear a popularização das fake News em seu ambiente.

Já liberada nos Estados Unidos, a mudança será disponibilizada em breve para o mundo todo.

http://adnews.com.br/social-media/mark-zuckerberg-corre-atras-de-prejuizo-e-declara-mais-mudancas-no-feed.html

“Spotlight” é o novo formato multimídia do Spotify

spotlight

O Spotify anunciou a disponibilização de um novo formato multimídia. O “Spotlight” apresenta camadas visuais para complementar a experiência para podcasts, audiolivros, notícias e outros conteúdos em áudio. A novidade é quase como uma apresentação de Power Point que oferece elementos visuais relacionados ao contexto, como fotos e vídeos, que aparecem à medida que os usuários navegam por cada episódio.

De acordo com Courtney William Holt, chefe de estúdios e vídeo da plataforma de streaming, é “um novo formato que combina boa narrativa, novidades, informações e opinião com elementos visuais todos entregues no formulário de lista de reprodução em várias categorias de conteúdo”. William completa: “As listas de reprodução desempenham um papel importante nas vidas diárias de nossos usuários, aproximando-os dos criadores que amam”.

O Spotlight será lançado com conteúdo em parceria com o BuzzFeed News, Cheddar, Crooked Media, Lenny Letter, Gimlet Media, Genius, The Minefield Girl, Refinery29 e Ininterrupted. Além disso, o recurso contará com conteúdo de algumas das séries originais da Spotify, como Rise, Secret Genius, Spotify Singles e o novo podcast Viva Latino.

Na apresentação da novidade, funcionários argumentaram que a ferramenta é  “um elo entre storytelling, informações, notícias e opinião” com a individualidade visual característica de cada programa.

De acordo com rumores o movimento acontece como tentativa de impulsionar a audiência de podcasts na plataforma e estará disponível para programas que abordem assuntos como notícias, política e entretenimento.

Por enquanto, o Spotlight está disponível apenas nos Estados Unidos, mas a marca já sinalizou o lançamento mundial para breve. Apesar de o Brasil não ser um dos maiores exemplos em quantidade de podcasts, talvez o movimento possa estimular o crescimento destes programas por aqui.

http://adnews.com.br/midia/spotlight-e-o-novo-formato-multimidia-do-spotify.html?

Kantar aponta as tendências de social media em 2018

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O que esperar das mídias sociais para este ano? De acordo com estudo global da Kantar Media, a maturidade digital e a consolidação de algumas tecnologias parecem ser tendências para os próximos meses.

Novos formatos de conteúdo, campanhas mais contextuais e personalizadas, a evolução da inteligência artificial, realidade alterada e fake news estão entre as previsões.

A instituição acompanha a evolução desse universo e apresenta o estudo “As Tendências das Mídias Sociais para 2018. Confira abaixo os principais insights do estudo:

Novas tecnologias oferecem diversas oportunidades para as marcas

Estamos entrando em uma grande revolução tecnológica, porém, as marcas costumam se esquecer de que essa revolução é estritamente ligada à evolução do conteúdo. Realidade aumentada (Augmented Reality, AR), realidade virtual (Virtual Reality, VR) e a internet das coisas (Internet of Things, IoT) não são nada mais que uma ponte, criada pela tecnologia, entre o real e o virtual.

Em outras palavras, o conteúdo será o elo entre objetos, pessoas e tecnologia – isso quando não se misturar à própria experiência (virtual). Entretanto, o conteúdo terá que superar novos desafios, dependendo dos canais. A IoT precisará ser convertida em benefícios reais para os consumidores. Por exemplo, um refrigerador conectado pode fazer sugestões de menu com base nos alimentos disponíveis. Para AR, VR ou tecnologias mistas, a ênfase será na experiência, em vez de em como a tecnologia pode ser aplicada aos produtos.

Assim, para uma marca de carros, será mais interessante aproveitar os acontecimentos de uma corrida cheia de emoção do que mostrar uma vista em 360° do interior do carro.

O crescimento da inteligência artificial

Até pouco tempo, podíamos apenas sonhar com máquinas dotadas de inteligência humana [IA]. Agora, a realidade está cada vez mais próxima da fantasia, o que criou uma batalha na indústria da tecnologia em torno da inteligência artificial. Os computadores já fazem cálculos com muito mais velocidade que os seres humanos, e sem erros.

Além disso, a memória dos computadores é altamente confiável e talvez ilimitada. Eles já conseguem até criar, na hora, a playlist perfeita para seu próximo churrasco. Toma essa, cérebro humano!

Apostando alto na realidade alterada

Realidade aumentada (AR), realidade virtual (VR) e até mesmo realidade mista (Mixed Reality, MR) são os assuntos do momento – mas ainda estão em nichos, e precisam de uma imagem mais amadurecida.

Sua adoção em massa exige um ponto de virada que ainda não foi alcançado, embora o sucesso do Pokémon GO, em 2016, tenha sido um belo aperitivo para o grande público. Mas as coisas estão indo no caminho certo, com diferentes iniciativas.

As redes sociais querem montar sua programação de conteúdo em vídeo

Falamos da importância do formato de vídeo e do motivo pelo qual ele é importante: ele gera interação, e interação promove engajamento. E ainda que se fale muito sobre vídeo ao vivo, ele não é o objetivo final, mas sim o resultado que essa ação irá gerar.

Players como Facebook, Twitter e Snapchat estão se adaptando a essa nova realidade e buscando desenvolver um novo modelo de programação em vídeo, algo que navegue entre o modelo de TV convencional, o streaming e serviços de vídeo on-demand, como Netflix.

Também fala-se muito na criação de um modelo que seja algo semelhante aos sites Danmaku, ou “metralhadora”, como Acfun e Bilibili, que são muito populares na China e incluem a exibição de comentários em tempo real na tela.

A publicidade em mídias sociais está inspirando novas experiências com anúncios

A publicidade digital (principalmente a social) esteve nas manchetes em 2017. Os principais pontos de controvérsia: segurança das marcas, ausência de padrões para a visibilidade de campanhas e falta de transparência na verificação de indicadores de desempenho por terceiros.

A publicidade móvel do Facebook tem novas possibilidades no futuro, principalmente agora que ficou mais difícil obter tráfego social orgânico. O objetivo do algoritmo do feed de notícias do Facebook é priorizar cada vez mais as publicações de amigos em relação às de outras fontes.

Portanto, se alguém curtir a página da sua marca, suas publicações não terão tantas visualizações orgânicas, a não ser que o usuário opte por ver as suas publicações no feed de notícias. Consequentemente, as empresas não terão alternativa que não seja publicar anúncios.

Dê um gás à sua marca com o marketing de influenciadores

A China foi pioneira nessa área, com o boom de líderes de opinião importantes (Key Opinion Leaders, KOLs) chineses, que podem ser extremamente influentes. As marcas ainda os usam, tentando aproveitar sua enorme popularidade on-line para aumentar sua visibilidade e gerar vendas.

Hoje em dia, as estrelas das mídias sociais chegam a criar suas próprias marcas de moda. Os fãs podem comprar os produtos diretamente on-line enquanto conversam com a personalidade nas mídias sociais.

Outros formatos interativos podem ganhar destaque em 2018

Vamos começar esta tendência falando de como o formato de vídeo (e suas variações, como o vídeo Live 360) é popular. Já se falou tanto disso que o assunto parece até um pouco batido, mas a questão interessante é por que ele é tão popular e o que está por trás disso – em outras palavras, uma visão global.

O modelo de receita de muitas redes sociais é baseado em anúncios. Para vender anúncios, você precisa trazer pessoas à plataforma e fazer com que elas fiquem na lá o máximo possível. E para fazer com que elas fiquem na plataforma, elas precisam estar envolvidas, se divertindo.

Home assistants digitais, como Amazon Echo e Google Home, juntamente com outras ofertas de IoT, como carros inteligentes, estão criando novas possibilidades de áudio para as marcas. Esses formatos de áudio permitem que os anunciantes cheguem ao público em locais onde a conectividade é um problema. Talvez por isso o Facebook tenha lançado o Facebook Live Audio.

Se você acreditava que as mídias sociais seriam o fim da vida privada, pense nisso: de todas as gerações, os indivíduos da Geração Z exprimem o maior desejo de proteger seus perfis de dados pessoais.

A geração z luta por privacidade

Muitos usam pseudônimos para evitar ser encontrados em pesquisas on-line e até mesmo criam contas “rinsta” (reais) e “finsta” (fake, ou só para conhecidos) no Instagram. Além disso, esses adolescentes tão reservados usam aplicativos como o Vaulty, que permite aos usuários ocultar fotos e vídeos.

Existem também as redes sociais “incógnitas”, como Sarahah, Anonyfish e Minds.com, com as quais os usuários podem se expressar anonimamente. Se ainda há dúvidas quanto à influência da Geração Z e sua busca por privacidade, considere isso: o aplicativo Sarahah chegou ao nº 1 da App Store em 30 países…

Fake news – o lado obscuro da web está sob ataque!

Fake news (ou notícias falsas) ainda é um assunto quente e as mídias sociais sofreram muito com essa tendência destrutiva. A pesquisa “Trust in News” (confiança nas notícias) da Kantar revelou que as mídias sociais são a fonte de notícias com menor confiança do público, com apenas 33% de aprovação.

Sendo assim, fazer com que o algoritmo do feed possa combater as notícias falsas se tornou uma grande prioridade das gigantes sociais para 2018.

Uma convergência de mídias sociais transforma a China em um império

A convergência de mídias sociais e experiência do usuário chegou à sua Era de Ouro. De acordo com o relatório “Chinese Social Media Landscape” (O panorama das mídias sociais na China), da Kantar Media, uma série de plataformas chinesas, como Weibo, WeChat e QQ estão aperfeiçoando a união entre comércio social, comércio móvel e “Pan-Entretenimento”.

Com mais de 800 milhões de usuários ativos por mês, o WeChat é um dos muitos bons exemplos da presença da internet móvel na China. Por isso, muitas marcas e varejistas estão se conectando com os clientes nos próprios ambientes de aplicativos sociais e deixando de lado os aplicativos móveis para vender diretamente aos consumidores.

http://adnews.com.br/social-media/kantar-media-aponta-tendencias-em-social-media-deste-ano.html

Como as (novas) mudanças no Youtube vão impactar os criadores de conteúdo?

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O YouTube está instituindo mudanças (de novo) na forma como ele adiciona membros ao Programa de Parceiros do YouTube e criadores que são elegíveis para receber receita publicitária pelos views e watch time do seu conteúdo.

A partir de agora, para ser elegível para o Programa, os criadores de conteúdo precisam superar 4.000 horas de watch time no último ano ou possuirem pelo menos 1.000 inscritos.

Em abril do ano passado, os canais precisavam ter 10.000 visualizações ao longo da vida. Mas as novas métricas vêm para mudar novamente os KPIs de quem cria conteúdo como negócio para a plataforma.

Os criadores de conteúdo que não atendem a esses novos padrões serão removidos do Programa a partir de 20 de fevereiro – para permitir um período de carência de 30 dias.

Mas como isso fica na prática?

Se a sua comunidade ainda está sendo construída e não chegou em 1000 inscritos, o watch time vai ser a base para fazer seu KPI financeiro.

O watch time dos meus vídeos (PASSAdos30) é de 6 minutos, vou usar esse número como base para vocês entenderem o que você precisa de conteúdo no seu canal, para começar a ser remunerado pelo Youtube em três cenários.

Você precisa ter em um ano:

1) 27 vídeos com média de 1.500 views

ou

2) 40 vídeos com média de 1.000 views

ou

3) 80 vídeos com média de 500 views

(ou hipoteticamente 1 vídeo com 40mil views)

Isso tudo sem ser remunerado pelo Youtube ainda.

Na prática você precisa ter: consistência, conteúdo relevante e formar comunidade (aquilo que a gente já fala desde sempre), que não acontece do dia para a noite e não depender financeiramente do Youtube no primeiro ano de conteúdo. Mais que tudo isso, você vai precisar de tempo e dedicação!

http://adnews.com.br/adinsights/ana-paula-passarelli/o-que-voce-precisa-saber-para-se-adaptar-novas-regras-do-youtube.html