Arquivo mensal: novembro 2017

Felipe Neto patrocina Botafogo no jogo contra o Palmeiras

netos brothers

Felipe Neto um dos maiores nomes da internet em nível mundial fechou uma parceria com seu time do coração, Botafogo. Através da sua franquia de coxinhas com seu irmão, a “Neto’s”, ele patrocinará o time na partida desta segunda-feira contra o Palmeiras, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. A logo aparecerá na camisa dos jogadores do clube alvinegro de forma pontual no confronto.

Trata-se de um teste para 2018 e caso a experiência se mostre positiva, o vínculo deve se estender para a temporada do ano que vem. “Esse é o início de uma grande história”, garante Neto.

Ainda de acordo com Neto, o encontro é para criar o primeiro contato, mostrar que a camisa ficou bacana, que não ficou agressiva. Este princípio de relação com o público é para isso e, ano que vem, termos o projeto mais robusto. Essa ideia já vem desde conversa inicial, explicou Felipe no Estádio Nilton Santos, durante entrevista coletiva de apresentação, nesta sexta-feira.

Marcio Padilha, vice-presidente de marketing do clube também deu seu recado: “Deixo claro para quem acha que não é legal. O Felipe tem empresa, não é gentiliza. É uma relação comercial que nos deixa muito feliz por ser um botafoguense ilustre. Não é troca de favores. É uma relação comercial no jogo contra o Palmeiras. Mas temos certeza que vai seguir por muito tempo. Botafogo tem ativado os patrocinadores e com a Neto’s não será diferente – afirma

http://adnews.com.br/negocios/felipe-neto-patrocina-botafogo-no-jogo-contra-o-palmeiras.html

BK promove “Dia sem Whopper” em apoio ao McDia Feliz

whopper

Uma das características mais marcantes do trabalho de marketing do Burger King nos últimos anos é a maneira como utiliza suas campanhas para “trollar” a concorrência. No começo deste mês, na Argentina, entretanto, a marca foi exatamente na contramão deste comportamento.

O que a rede de fast-food fez? Não serviu seu lanche principal, o Whopper, por um dia. O motivo? No último 10 de novembro foi o “McHappy”, também conhecido por aqui como o McDia Feliz, quando o concorrente McDonald´s doam todas as vendas dos Big Macs para ajudar crianças com câncer.

No total, 107 restaurantes argentinos se recusaram a vender a oferta, além de encorajarem as pessoas a irem a uma franquia rival. A ação foi criada pela agência David. Confira:

Nem balde nem refil: Giraffas distribui fritas de graça

Giraffas

Este ano a Black Friday pode ser considerada uma data de sorte para os aficionados por lanches. Depois do McDonald´s anunciar seu refil de batatas fritas (veja aqui), o Burger King dar fritas no balde (veja aqui) e o KFC vender frango em dobro (veja aqui), o Giraffas distribui porções de batatas fritas de graça em sua unidade no Shopping Cidade São Paulo (SP), a partir das 15h desta sexta-feira (24). Para retirar, basta chegar ao restaurante e pedir a porção de batatas fritas no tamanho médio. A ação ocorrerá enquanto durarem os estoques.

De acordo com Daniel Fioravante, gerente de marketing digital e comunicação institucional da rede de restaurantes, o principal objetivo da ação é criar uma relação de competitividade saudável entre as marcas. “Este tipo de brincadeira inusitada entre os players do mercado é muito comum nos Estados Unidos; sempre acaba trazendo benefícios e nos aproximando ainda mais dos consumidores. Estamos sempre atentos para captar as melhores oportunidades de promoções e propaganda, além de detectar os assuntos do momento”, ressalta. A ação é realizada em parceria com a agência Peppery.

Para anunciar a entrada nesta disputa a marca fez um post no Facebook que convida os clientes a participar desta divertida “treta”. Confira:

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fredegiraffas%2Fvideos%2F10155098456042606%2F&show_text=0&width=560

A ação de distribuição gratuita acontece apenas na unidade de São Paulo (Shopping Cidade São Paulo), mas as promoções do Giraffas para a Black Friday ocorrem até o dia 26 de novembro em unidades do País inteiro. A rede oferece descontos de até 50% em seu novo cardápio, com opções de pratos, sanduíches e sobremesas. Entre as grandes novidades, os clientes poderão optar pelo estrogonofe de frango (prato ou combo), pelo Duplo Cheddar Burguer (prato ou combo) ou pelo Milk-Shake de 300 ml.

Serviço:

Local – Giraffas Shopping Cidade São Paulo
Endereço: Av. Paulista, 1230 – Bela Vista, São Paulo
3º piso
Data: 24/11
Horário: a partir das 15h até o fim dos estoques
Como: basta fornecer um endereço de e-mail válido na hora da retirada da porção de fritas

http://adnews.com.br/publicidade/nem-balde-nem-refil-giraffas-distribui-fritas-de-graca.html

Como os varejistas usam preços personalizados

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Klaus Meinhardt/Getty Images

Have you ever looked up flights or hotels on an app on your phone, only to open your laptop and see different prices?

That’s exactly what happened to me recently. I was using Orbitz’s iPhone app to research a vacation package to New York City. Settling on a hotel, I accessed Orbitz’s website on my laptop to book the package. That’s odd, I thought, realizing that the package on my laptop — identical flights, hotel, room type — was $117 more (6.5% more) than the price on Orbitz’s app. A quick scan found that prices of identical vacation packages often differ between Orbitz’s app and website.

I then did a side-by-side app test of the same package with a friend who was sitting next to me. Her Orbitz app price was $50 (2.8%) more than my app price. Amazingly, Orbitz knew something that I regularly give my friend good-natured grief about: She overpays for almost everything.

When I shared my results with Expedia (the parent company of Orbitz), its spokeswoman explained that the pricing differences I found between the app and website can be due to the fact that its suppliers allow different prices to be offered to mobile customers as well as members (no fee to join) who are logged in.

With regard to the side-by-side app comparisons, Orbitz attributed the price differences to the A/B tests that it employs or other anomalies that occur when setting millions of prices that regularly change due to dynamic pricing. Orbitz told me that it does not offer different prices based on device, browser type, or number or type of searches.

The bottom line, though, is that based on a few characteristics (app or web, signed in as a member or not), a rudimentary type of personalized pricing is occurring: Some customers are receiving different prices than others.

The reason why retailers try to offer a personalized price goes back to the downward sloping demand curve highlighted in Economics 101. This fundamental concept illustrates that, for most products, some customers are willing to pay more than others. To exploit that, pricing managers employ techniques that try to discern — and charge — the exact price that each customer is willing to pay. Outsize profits can be extracted from “top of the demand curve” customers, who value the product highly. Meanwhile, if discounts can be discreetly offered to customers with a lower willingness to pay, additional sales (and profit) are reaped. The result is a more profitable customer base, with some shoppers paying more than others.

Personalized pricing can be found at most auto dealerships. The goal of salespeople is to determine how much each customer is willing to pay for a car through individualized negotiation. Prices are tailored by noting each customer’s characteristics and observing their actions. How shoppers dress, the car they currently drive, and answers to seemingly innocuous questions (Where do you live? What do you do for a living?) provide clues. Salespeople also observe actions, such as the other cars people are looking at and how they behave in negotiations (passive or aggressive). Evaluating each shopper’s characteristics and actions creates a pricing profile. Think of a profile as a polygraph test that suggests the highest amount each shopper will pay.

Web retailers can similarly profile their shoppers. Just as someone’s clothing can provide pricing clues, so can the manner in which a customer accesses an online store. Is a shopper using a laptop, app, desktop, or internet on their smartphone? What operating system are they using? Where are they located? A customer’s actions also provide pricing clues: What other products are they looking at? How many times have they visited the site? Much like car salespeople, web retailers can electronically evaluate the characteristics and actions of each shopper to create a profile that generates a personalized price.

A key question is whether personalized pricing, on the web or in-store, is ethical. Efforts to tailor prices may inadvertently lead to unfair results. A study by ProPublica found that the Princeton Review’s strategy of levying different prices based on zip code resulted in Asians being twice as likely to be charged a higher price. In a similar vein, a classic economics study on car negotiation found that the markup on final prices for black women was triple the prices offered to white men.

Whether personalized pricing catches on with web retailers is now up to consumers. Will shoppers be comfortable knowing that the prices they are offered may be higher than those presented to others? Will buyers relish “electronically bargaining” to outwit sellers? Retailers first “negotiate” with each customer by personalizing prices based on their profile. In response, savvy shoppers will “bargain” by checking prices on different devices, clearing caches, using the app, conducting multiple searches, asking friends in different cities to see what price they’re quoted, and so on. Or will they become fed up and steer clear of web retailers that price profile? Amazon is on the record as stating that all of its customers see the same prices — will other retailers be so clear-cut?

As the fate of electronic price profiling shakes out, one issue is clear: It is truly a caveat emptor environment for shoppers who use the web.

https://hbr.org/2017/10/how-retailers-use-personalized-prices-to-test-what-youre-willing-to-pay?utm_campaign=hbr&utm_source=facebook&utm_medium=social

Facebook testa aluguéis de casas

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Fonte: sad

Cada vez mais o Facebook do mundo quer aumentar as possibilidades de lucro dentro de seu próprio ambiente. Depois da plataforma iniciar uma seção dedicada exclusivamente a veículos em seu Marketplace, é a vez da rede social abrir uma abra exclusiva para o aluguel de casas.

“A partir de 9 de novembro, as pessoas que usam o Marketplace nos EUA poderão navegar e pesquisar centenas de milhares de propriedades através de parcerias com Apartment List e Zumper”, disse o comunicado da rede de Mark Zuckerberg.

Na nova opção “Rentals” é possível refinar a pesquisa, ver imagens e entrar em contato direto com o proprietário. Confira abaixo uma foto do novo layout da interface:

Atualização no Instagram permitirá seguir hashtags

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Há algum tempo que o Instagram deixou de ser uma rede de fotos. Com o Stories, por exemplo, diversas personalidades, conhecidas por lá como “digital influencers”, ganharam atenção, seguidores (fãs) e fizeram o meio de campo entre marcas e seus consumidores. Esse espaço abriu possibilidade para uma interação de fato, o que aproxima e cria laços entre os dois lados. Criar conteúdo é uma moeda valiosíssima neste ambiente e o Instagram está ligado nisso.

Tudo indica que a plataforma está testando a capacidade de permitir que você siga hashtags em vez de usuários ou marcas. Os rumores indicam que a TL ficará dividida entre postagens principais e postagens recentes, o que fará com que a exibição destes conteúdos seja mais equilibrada.

O recurso só apareceu brevemente para um dos membros da equipe da The Next Web, que procurou a plataforma para mais informações, mas não obteve. Aparentemente a novidade está em fase de teste para alguns usuários que utilizam o dispositivo iOS.

Como as características experimentais muitas vezes acabam se expandindo amplamente, para esta ser mais uma talvez seja só uma questão de tempo

http://adnews.com.br/midia/atualizacao-no-instagram-permitira-seguir-hashtags.html

É oficial: agora o Twitter permite 280 caracteres por Tweet

Patão

Após um teste realizado com um número restrito de usuários para expandir o limite de 240 caracteres por Tweet (veja aqui), , o Twitter anuncia nesta semana (7) que a nova quantidade máxima de 280 caracteres passa a ser válida para todos mundialmente à exceção dos que postam em japonês, coreano e chinês, devido à maior facilidade de se expressar em menos espaço nesses idiomas.

O objetivo do teste, lançado em setembro, foi permitir que usuários se manifestassem de maneira mais simples em um Tweet, mantendo a velocidade e a brevidade para se atualizar sobre o que está acontecendo no mundo. A decisão de ampliar o limite para 280 caracteres para todos os usuários foi tomada a partir da avaliação dos resultados do teste.

O Twitter é sobre brevidade, o que faz da plataforma um dos melhores lugares para se atualizar sobre os acontecimentos globais. Os Tweets vão direto ao ponto, com as informações que mais interessam. Esse é o DNA da plataforma e, segundo ela, nunca vai mudar. O Twitter seguirá estudando dados e ouvindo seus usuários para entender como pode melhorar.

http://adnews.com.br/social-media/e-oficial-agora-o-twitter-permite-280-caracteres-por-tweet.html