Arquivo mensal: agosto 2016

Instagram lança “analytics” para perfis empresariais

 

01 de Agosto de 2016  

Instagram lança "analytics" para perfis empresariais

Há poucos meses o Instagram anunciou a inserção de perfis para empresas na rede social. Agora, ela foi além e lançou o Business Tools, uma espécie de “analytics” para que as marcas contem com informações sobre o desempenho de suas postagens.

Por enquanto, a ferramenta será disponível apenas nos Estados Unidos, Nova Zelândia e Austrália, mas deve ser liberado para todos os países nos próximos meses.

Segundo o anuncio oficial do Instagram, a novidade permitirá que qualquer empresa, independente de seu tamanho, possa obter insights sobre seus seguidores e postagens e, assim, melhorar seu desempenho de negócio na rede social.

O recurso dará acesso a informações como os posts com mais alcance, os dias da semana e horários de melhor desempenho e a quebra demográfica dos seguidores. Além disso, será possível publicar informações importantes no perfil, como o endereço e contato comercial da empresa.

No vídeo abaixo a rede social  explica sobre como configurar sua conta de negócios:

https://player.vimeo.com/video/173675853?title=0&byline=0&portrait=0

Comitê Olímpico proíbe o uso de GIFs e similares para a imprensa

05 de Agosto de 2016 13h

Rio 2016

Nesta quinta-feira (04), o Comitê Olímpico Internacional (COI) proibiu de maneira expressa o uso de Gifs e similares pela imprensa. A instituição também condena o uso de plataformas similares como WebM, GIFV, GFY e Vine.

Quem tem acompanhado o desenrolar das medidas censitárias do COI não se espanta tanto. Anteriormente, o órgão já havia condenado o uso de palavras como “verão”, “ouro”, “jogos”, “vitória” e equivalentes para patrocinadores não oficias. A hashtag #Rio2016, claro, também está veemente proibida.

O Comitê se defende dizendo que as regras foram pensadas para estabelecer normas de cobertura para o evento. Muitos se queixam que os problemas de infraestrutura e segurança são muito mais urgentes do que “inofensivos” GIFs. Ainda mais em tempos como esses, onde pequenos vídeos são compartilhados incessantemente.

Medidas como essa, que ignoram completamente o modo de se comunicar atualmente, nos fazem perguntar: Estamos na Olympia grega onde eram realizados os jogos milhares de anos atrás ou em 2016, no país sede das Olímpiadas?

http://adnews.com.br/internet/comite-olimpico-proibe-o-uso-de-gifs-e-similares-para-imprensa.html

“Branded content nunca é publicidade. Ele não existe para ofertar uma mensagem”

03 de Agosto de 2016 10h –  

Pati Weiss
Patricia Weiss durante o “Desvendando o Branded Content”

Na manhã de ontem (02) aconteceu a 2ª edição do “Desvendando o Branded Content”, evento do Senac que reúne um time de especialistas para discutir o cenário do formato que vem assumindo as produções de conteúdos para marcas no mundo todo.

Assim como no ano passado, a atividade contou com a curadoria e mediação de Patrícia Weiss, fundadora e chairman do Branded Content Marketing Association para a América do Sul.

Foi ela quem abriu os painéis, dando praticamente uma aula aos presentes sobre o que é o Branded Content e como ele está sendo trabalhado no cenário nacional e internacional.

Segundo ela, o formato pode ser definido como um marketing centrado na audiência e não na marca. “É um território próprio de narrativas da marca, onde a marca é catalisadora de uma conversa com amplo significado, transfere e amplifica seu propósito e valores a partir do insight humano, daquilo que é realmente relevante para as pessoas. São histórias humanas que criam valor, baseadas no que é real e verdadeiro. Histórias sobre as pessoas, não sobre as marcas”.

Essa reinvenção se dá principalmente devido ao empoderamento do consumidor. “É uma transferência de poder. Agora a audiência decide o que vai ver e quantas vezes quer ver”.

Conteúdo real, on demand, que expande para diferentes plataformas. Esses são alguns dos atributos que fazem do Branded Content uma tendência no mercado mundial. Patrícia ressalta que isso pode ser notado nos investimentos de grandes marcas em conteúdo próprio, “que pode vir de agências mas, principalmente, de outras fontes, como in house e publishers”.

Uma prova desse novo momento é a ascensão dos Content Studios, departamento independente de veículos voltado para a produção de projetos para marcas. Exemplos não faltam: no exterior, The New York Times, Turner e CondéNast são responsáveis por grandes cases; no Brasil, Trip, Vice e Estúdio ABC (da Abril), seguem o mesmo caminho.

As marcas também são responsáveis por essa mudança. Em um movimento que Patrícia chama de “Efeito Red Bull”, grandes empresas apostas em estúdios in house. É o caso da GoPro, GE, a rede de hotéis Marriott e a PepsiCo americana.


M Live, Content Studio da rede holeteira Marriott. Crédito: Reprodução/Contently

No Brasil, o Branded Content ainda é um terreno a ser explorado e, como qualquer lugar desconhecido, está à mercê de más interpretações. O resultado é uma enxurrada de conteúdo intitulado como Branded Content que na verdade é, na maioria das vezes, Native Ads, Content Marketing e Product Placement.

“Branded Content não é Publicidade. Enquanto a publicidade vende um produto, um feature de produto ou a mensagem institucional da marca de forma intrusiva e interruptiva, o Branded Content é um conteúdo relevante, útil, que envolve, engaja e entretém a audiência. Publicidade é a marca falando sobre ela mesma, Branded Content se refere às pessoas e o que interessa a elas”, conta.

Patrícia também alerta sobre as diferenças entre Branded Content e Native Ads, conteúdo patrocinado que também se popularizou nos últimos anos. “Ele respeita a independência editorial, mas é um conteúdo patrocinado”. De acordo com ela, Branded content “é um território próprio de narrativas da marca com significado e relevância, voltado para provocar e expandir conversa com a audiência”.

Esse pode não ser o único motivo do mercado brasileiro resistir ao branded content, principalmente agências de publicidade, que muitas vezes optam por caminhos tradicionais e mais confortáveis. “O que é mais fácil para a agência e para a marca? Patrocínio, merchandising e o próprio product placement, que podem ser feitos com brilhantismo, mas que ainda serão intervenções”.

Para tornar visível o que é um branded content, Patrícia compartilhou alguns cases com o público. Um exemplo recente de que boas histórias são mais do que produtos é o filme “A Love Story” da Chipotle Mexican Grill. A peça é parte de uma comunicação que a rede de tacos mexicanos orgânicos usa a alguns anos em que o foco é criticar a indústria alimentícia e exaltar o pequeno produtor, tudo de uma maneira leve e emocionante.

Um outro case interessante é a continuação do premiado “Like a Girl”, da Always, que, após uma pesquisa, investiu na criação de emojis que representem meninas em situações ilustradas apenas por personagens masculinos, como profissionais e atletas. É interessante perceber que no vídeo “Girl Emoji” (veja aqui), em momento algum, a marca ganha destaque.

Parafraseando o escritor uruguaio Eduardo Galeano, Patricia lembrou que “o mundo é feito de histórias”, e que a publicidade não deve esquecer que tem um importante papel social. Um papel que vai muito além de vender lenços

http://adnews.com.br/publicidade/branded-content-nunca-e-publicidade-ele-nao-existe-para-ofertar-uma-mensagem.html

McDonald´s, a primeira marca no Pokémon Go

Meio & Mensagem 21 de julho de 2016 – 11h49

Desde que Pokémon Go virou febre, há pouco mais de quinze dias, a pergunta era: qual será a primeira marca a estar no aplicativo? Após muitos rumores de que o McDonald´s seria o primeiro parceiro da plataforma, a rede confirmou, no Japão, que seus trinta mil restaurantes terão localização patrocinada no jogo.

“Uma vez que o projeto estiver concluído, informaremos os detalhes desta parceria”, afirmou O McDonald´s em nota. O anúncio fez com que as ações da empresa atingissem seu maior preço nesta quinta-feira, 21, na Bolsa de Tóquio.

O Pokémon Go foi lançado no início de julho e ainda não funciona no Japão, país de origem da fabricante Nintendo. O jogo deveria ter sido lançado por lá nesta quarta-feira, 20, mas a empresa recuou preocupada em não sobrecarregar seus servidores. A data de lançamento ainda não foi revelada

http://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2016/07/21/mcdonalds-a-primeira-marca-no-pokemon-go.html

Facebook segue Snapchat e cria modo “história” para compartilhar no Instagram

02 de Agosto de 2016 12h –  

Facebook segue Snapchat e cria modo “história” para compartilhar no Instagram

As mudanças atualmente são cada vez mais rápidas. O dinamismo de hoje não permite ficar parado. Caso isso ocorra, ficamos lá para trás. Percebendo isso, o Instagram, rede social de fotos do Facebook, resolveu se apropriar do botão que fez o estrondoso sucesso do Snapchat, o modo “história”.

Para quem (ainda) não conhece, esta opção possibilita que os usuários postem vídeos e fotos que se autodestroem em 24 horas. No Instagram, essas publicações serão reunidas em um novo campo que ficará no topo do aplicativo. A liberação da ferramenta ocorre hoje (02) a partir das 11h.

O novo dispositivo do Instagram será muito semelhante com o seu concorrente, contendo inscrições, emojis, desenhos, rabiscos manuscritos. Tal qual o Snapchat, esta nova forma de contar histórias não permitirá curtidas, porém será possível salvar as postagens favoritas, quase igual ao novo concorrente de Mark Zuckerberg.

Não é a primeira vez que o Snapchat é “copiado” recentemente. Da última vez, o Twitter inseriu em sua navegação a opção de Stickers. Diante de tudo isso, que temos visto ocorrendo de maneira tão rápida, parece que as semelhanças de perfis entre os principais players das redes sócias só tende a crescer

http://adnews.com.br/social-media/facebook-segue-snapchat-e-cria-modo-historia-para-compartilhar-no-instagram.html