Arquivo mensal: fevereiro 2016

Otimização cross-device: conectando com pessoas, e não apenas com seus dispositivos

Tendo uma visão completa da jornada do consumidor, se dá aos anunciantes o poder de se conectar com as pessoas, e não apenas com os seus dispositivos

Otimização cross-device: conectando com pessoas, e não apenas com seus dispositivos

Não é novidade que os consumidores estão migrando entre smartphones, tablets e computadores durante o dia todo. Cada vez mais as pessoas têm diversos dispositivos digitais e, muitos rotineiramente, realizam pesquisas em um aparelho e concluem ações em outro. Mas, se uma pessoa tem um smartphone, tablet e laptop para uso pessoal e um laptop para uso de trabalho, você pode se surpreender ao saber que esses quatro dispositivos estão sendo percebidos pelos anunciantes como seis a oito consumidores em vez de um. A multiplicidade de novos e cada vez mais inteligentes dispositivos móveis apresenta uma grande oportunidade para os anunciantes e, se as pessoas não estão vinculadas a somente um dispositivo, por que seus planos de marketing deveriam estar?

Os dias em que um anunciante programava uma campanha pensando somente em um canal ou era centrada somente no dispositivo estão acabando. Esse formato será cada vez mais substituído por uma abordagem significativamente com maior desempenho, centralizada no consumidor oferecendo a capacidade de gerenciar todo sua jornada.

Batizada de cross-device, essa abordagem é o primeiro passo para a nova geração da publicidade digital, que já utiliza o benefício da comunicação programática em todos os canais e dispositivos, incluindo wearables, e que no futuro vai além da internet das coisas. Os anunciantes podem agora chegar a um indivíduo no momento da influência e no dispositivo mais adequado com a mensagem certa para atingir seus objetivos de campanha.

Os benefícios incluem:

– Melhor ROI
Uma análise inicial com campanhas de cross-device descobriu que anunciantes alcançaram um aumento de 31% do ROI médio ao otimizar mídia por todos os canais que utilizam perfis de cross-device.

– Melhor atribuição
Quantas conversações de desktops foram impulsionadas por impressões em Android a partir de smartphones? Com atribuição de cross-device, os anunciantes podem finalmente conferir a influência de cada dispositivo em conversões, para ver qual está realmente trabalhando.

– Insights poderosos de cross-device
Os anunciantes podem agora compreender melhor como o desempenho da campanha é influenciado pelos dados de cross-device e, com isso, se beneficiar de uma percepção mais profunda, como a propriedade de dispositivo, a influência do cross-device e do mix ideal de mídia.

De acordo com estudo que a Rocket Fuel encomendou à Nielsen, realizado em 2015, a cobertura do consumidor cross-device é de 50,0% – aproximadamente cinco vezes maior do que o concorrente mais próximo com resultados públicos. E também previu a precisão do relacionamento através do cross-device com 97,5% do tempo – uma taxa de exatidão maior do que qualquer outro fornecedor de tecnologia probabilística cross-device.

A otimização do cross-device oferece um futuro que permite aos anunciantes unificar uma experiência de campanha por meio da otimização de mídia para indivíduos e seus momentos únicos de influência, através de computadores e dispositivos móveis. Tendo essa visão completa da jornada do consumidor, se dá aos anunciantes o poder de se conectar com as pessoas, e não apenas com os seus dispositivos.

(*) Edvaldo Acir é diretor geral da Rocket Fuel para o Brasil e América Latina – 23/02/2016

http://www.proxxima.com.br/home/mobile/2016/02/23/Otimizacao-cross-device.html

McDonald’s dá coordenadas para chegar ao BK mais próximo

a França, o McDonald’s resolveu ajudar os motoristas a chegarem até o drive tru de uma lanchonete. Nada de anormal até aí, não fosse por um “pequeno” detalhe: o outdoor explica como chegar ao Burger King mais próximo.

A primeira ideia que se tem da ação é que a companhia do palhaço Ronald enlouqueceu e está tentando ajudar seu principal rival a conseguir mais clientes. Basta assistir o vídeo case abaixo, no entanto, para entender qual a real intenção por trás do outdoor instalado pelo Mc na estrada francesa.

A instalação gigantesca dá as coordenadas para o BK, enquanto um banner menor indica o restaurante do McDonald’s mais próximo dali. A diferença entre os dois está na distância considerável, e na ótima sacada do Mc, é claro.

A ação é assinada pela TBWAParis.

Confira:

Redação Adnews – 26-02-2016

http://www.adnews.com.br/out-of-home/mcdonald-s-da-coordenadas-para-chegar-ao-bk-mais-proximo

Oscar deve arrecadar até US$ 135 milhões em publicidade

Os anúncios no Super Bowl já são conhecidos como um ponto alto da propaganda mundial. Este ano, um spot de 30 no intervalo da competição chegou a custar 5 milhões.

Em proporções menores, mas ainda assim grandiosas, está a publicidade durante a apresentação do Oscar.

Em 2015, o evento arrecadou quase US$ 110 milhões em publicidade, com comerciais de 30 segundos que custaram US$ 1,8 milhões cada, segundo dados levantados pelo Kantar Media.

As estimativas do grupo ainda apontam para um aumento no valor dessas veiculações, podendo chegar até US$ 2,2 milhões este ano.

O tempo total de publicidade paga exibida durante o Oscar é atualmente de 29 minutos e 45 segundos. Até 2011, o tempo não passava de 24 minutos.

Apesar de ainda não atingir os valores do Super Bowl, pode-se dizer que o evento da Academia está para o mundo das premiações como a bola oval para os esportes.

24-02-2016 – http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/oscar-deve-arrecadar-ate-us-135-milhoes-em-publicidade

Hortifruti recupera ação com filmes e cria a Hortiflix

O Hortifruti coloca no ar em março uma nova ação que recupera a campanha “Hollywood” executada em 2008. A rede de hortifrutigranjeiros recuperou as peças que fizeram sucesso e que remetiam grandes filmes do cinema internacional para compor o “Hortiflix”. A brincadeira conta com um hotsite, que está no ar desde o último dia 18, que simula uma plataforma de estreaming de vídeo com todos os cartazes dos clássicos estrelados por frutas, verduras e legumes. O ambiente terá também um espaço para o público interagir e sugerir novas peças bem-humoradas. As sugestões escolhidas serão transformadas em layouts.

A nova versão da campanha vai usar sucessos recentes do cinema em suas peças. Na estreia, em março, dois milhos estão caracterizados como “Os Millions”. O mote da campanha, desenvolvida pela MP Publicidade, é “Aqui a Natureza é Estrela”. O plano de mídia contempla mídia externa, pontos de venda, anúncios em cinemas, redes sociais e blogs patrocinados.

Hortifruti, Cinema, filme, Hortiflix

Por Roberta Moraes | 23/02/2016

http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/35617/hortifruti-recupera-acao-com-filmes-e-cria-a-hortiflix.html

McDonald´s vai vender batatinhas com chocolate no Japão

Ao mesmo tempo em que luta para criar opções mais saudáveis para o público e amenizar as críticas a respeito de seu cardápio altamente calórico, o McDonald´s tenta manter a sua vocação de ser um templo da indulgência e das delícias diversas. Seguindo essa linha, a rede de fast food mais famosa do mundo acaba de lançar um produto que já começou a fazer bastante barulho no Japão: a McChoco Potato.

É exatamente isso que você pensou: os restaurantes da marca agora vão vender suas famosas batatinhas com “molhos” especiais de chocolate nas versões branco e tradicional. A previsão é que a porção comece a ser comercializada no próximo dia 26 de janeiro. Para quem gostou da combinação, infelizmente ainda não nenhum indicio de que a McChoco Potato venha para o Brasil. Talvez dependa de como serão as vendas no Japão e consequentemente a repercussão em todo o mundo. E você, o que achou da novidade?

Redação Adnews – 20/01/2016

http://www.adnews.com.br/negocios/mcdonald-s-vai-vender-batatinhas-com-chocolate-no-japao

Storydoing é o novo Storytelling?

Se existe uma área que adora criar novos conceitos é a área de comunicação. Desde 2012, o conceito de Storytelling tem recebido novas denominações e até já ganhou o 2.0, o que significa nos meios um uso mais avançado do modelo. É a desmaterialização dos conceitos com novas tentativas de apropriações de território midiático. Ao lado do termo storydoing pairam ainda storytelling 2.0, storytliving e storymaking. Tudo a mesma coisa.

O termo storydoing foi introduzido em 2012 por Ty Montague, estrategista e fundador de uma empresa de consultoria, por meio de uma pesquisa e um livro sobre o assunto. Para Montague, storydoing é a publicidade tradicional nos formatos para TV, revistas, jornais, rádios e outdoors. Mas, por outro lado, afirma que outras atividades que não usam os meios tradicionais para propagar sua marca podem ser denominadas como storydoing. Inclusive, dá os exemplos de grandes marcas como Red Bull e Tom Shoes. Primeiramente a marca Tom Shoes de Blake Mycoskie. Mycoskie, um jovem americano do Texas, decidiu acompanhar a irmã na Argentina e ficou impressionado ao perceber que muitas crianças carentes brincavam descalças nas ruas da periferia porque a família delas não tinha dinheiro sequer para comprar-lhes um par de alpargatas (popular no local). Achou o calçado interessante, estudou o processo produtivo e observou que há sobras na produção que permitiriam a produção de novos calçados, porém em menor quantidade.

Em 2006, criou uma empresa cujo modelo de negócios era relativamente simples — a cada calçado vendido, outro seria doado a alguma criança carente ao redor do mundo. Essa marca é a Tom Shoes, desde então Mycoskie é o principal garoto-propaganda da empresa. Como em muitos casos de empreendedorismo, o fundador e sua própria história se tornam a personificação de seus negócios. A marca praticamente não investe nada em propaganda. Seus disseminadores são seus fãs, usuáriosda marca.

O protagonista, o próprio Mycoskie, jovem, bem articulado e bom contador de histórias. Portanto, essa marca já nasceu com um propósito claro e um modelo de negócios que hoje já é copiado por outras empresas. Por ser inovadora no modelo, gerou buzz naturalmente. Qual é a história que permeia a Tom Shoes? A história de seu fundador e de seu próprio modelo de negócios. A cada sapato vendido, uma criança receberá um par de sapatos.

As novas empresas que estão copiando o modelo terão o mesmo sucesso que Mycoskie? Sem entrar em detalhes do case Tom Shoes, mas provocando uma reflexão, perguntamos se a causa é suficientemente autêntica e suporta uma empresa social com fins lucrativos. Ou seja, além de ter um papel social, tem que ser um negócio viável, portanto doar sapatos para crianças carentes é melhor do que nada, mas será sustentável mesmo? O que ocorre com os artesões de sapatos nessas localidades que recebem doação?

O produto hoje é produzido na China e não nas regiões carentes onde há doação. E dessa forma Tom Shoes recebeu o cunho de ser uma empresa storydoing, o que para nós não é suficiente ainda. Se o cunho social tem muita relevância e é vital para os negócios de uma empresa storydoer ou storytelling 2.0, falta saber se a empresa tem um propósito verdadeiro para sustentar esse conceito. A nosso premissa é que o storytelling é o core da marca e o storydoing as ações contínuas e atitudes através de seus colaboradores, usuários, comunidades, ou seja, todos os stakeholders. Todos de fato devem viver a marca pois ela com sua essência permeia  a também a vida de seus stakeholders.

E no caso da Red Bull não há uma causa social, mas sim um DNA bem definido com foco nos esportes e entretenimento. Além disso, não é uma empresa que vende apenas taurina em latinhas, desde 2007 criou uma empresa separada chamada de Red Bull Media House, que produz, distribui e propaga conteúdos de alta qualidade. E ela não é apenas uma storydoer, é uma organização de mídia multiplataforma com foco em esportes, estilo de vida e cultura. Esse é obviamente um modelo de negócios diferente, pois as plataformas atendem diversos canais de comunicação, desde TV, redes sociais, mobile, digital até revistas especializadas para atrair a audiência. Quais os elementos por detrás dessa marca?

Não se trata apenas de contar as histórias ou exercer o branded content na sua essência. Significa que seu core concept é claro e disseminado por meio de seu modelo de negócio, vivido por todos stakeholders da marca incluindo fãs que não precisam ser consumidores do energético. Com respeito ao autor do conceito, nosso ponto de vista é diferente. Para nós não existe storydoing, sem storytelling. E o storydoing amplificará a essência da empresa, mas ele deve ser feito continuamente e com base na história que a marca quer contar para sua audiência. E uma marca sem propósito claro não consegue fazer storydoing, ela pode fazer o live marketing,proporcionando  interlocução entre marcas e pessoas, provocando uma percepção diferenciada de produtos, serviços e marcas.  No entanto táticas promocionais e live marketing não é storydoing, storymaking ou storytliving.

E quem são as marcas que fazem storydoing? Empresas como Natura e Coca-Cola usam muito bem storytelling e por isso podem potencializar suas histórias, criar experiências, incluindo as de cunho social. Essas empresas conseguem exercer o poder constante de fazer com que as histórias de suas marcas sejam vividas por todos. Acrescentamos que antes de qualquer tipo de comunicação, seja ele B2C ou B2B, é preciso que a empresa adote verdadeiramente o mantra do walk the talk, ou seja, suas ações e essência devem corresponder a sua visão, missão e valores. Sua história permeará todas as ações, independente de ela adotar um modelo sistematizado de storytelling.

As pessoas falarão dessas marcas espontaneamente e não só viverão suas histórias, como também criarão outras gerando um motocontínuo de fortalecimento. Cabe lembrar que sempre existe uma mitologia por detrás da marca e que ela pode ou não permear a empresa através de suas atitudes. Quanto mais coerente e autêntica melhor. Portanto, tanto faz se existem várias novas denominações. Uma marca tem gestão de pessoas para pessoas e é disso que suas histórias e mitologia da marca falam. Não estou convencida do mantra defendido por Montague que boas empresas são storytellers e grandes empresas são storydoers. Acreditamos que as empresas com propósito claro, e com uma história autentica e walk the talk, são as melhores empresas.

Artigo de Martha Terenzzo, diretora da Inova 360o e professora da Faculdade ESPM – 16/02/2016

Gol e Air France criam ponte de ‘cadeados do amor’ virtual

Inspiradas na famosa ponte “Pont des Arts” em Paris, a Gol e a Air France lançaram uma campanha em conjunto, intitulada “Cadeados do Amor”. A ponte original já não pode mais receber os cadeados dos casais apaixonados que iam até o local para eternizar seu amor com os objetos, mas a virtual criada pela ação tenta tornar a experiência ainda possível.

A ação celebra duas datas românticas que simbolizam a união das pessoas: o Valentine’s Day, celebrado no ultima dia 14 em alguns lugares do mundo, e o Dia dos Namorados, comemorado em 12 de Junho no Brasil. Durante o período, os usuários poderão criar seu cadeado virtual na plataforma desenvolvida para a campanha e, além de prestar uma homenagem à pessoa amada, ganharão descontos para compra de passagens do Brasil para a Europa.

A promoção marca os dois anos de parceria entre as duas empresas e contemplará 56 cidades no país e outras 31 da França, Holanda, Itália, Suíça, Portugal, Reino Unido e Turquia.

Para participar, os interessados devem acessar o website e têm a opção de compartilhar  o resultado no Facebook.

Redação Adnews – 16/02/2016

http://www.adnews.com.br/publicidade/gol-e-air-france-criam-ponte-de-cadeados-do-amor-virtual