Arquivo mensal: agosto 2015

Cinco dicas para seu canal bombar no YouTube

Canais próprios no YouTube têm mostrado ser o negócio do futuro: o número de canais tem crescido a cada dia com conteúdos diversificados e muito bem produzidos, revelando novos talentos. De acordo com Alex Carloss, diretor de entretenimento do YouTube, a plataforma é o melhor lugar para construir uma base de fãs. Não à toa, uma série de garotas já reúne milhares de seguidores em seus ‘encontrinhos’ Brasil afora.

Criar um canal é simples e não custa nada, inclusive pode render uma graninha extra, se o youtuber souber bombar o canal. Nelson Botega, sócio fundador da rede Snack, dá cinco dicas de como fazer seu canal dar certo no YouTube.

1.   Viva o assunto

Quando escolher o tema para o canal pense que apenas gostar de um assunto não é suficiente. Você tem que saber sobre o que está falando, tem que viver o tema, assim você consegue dar uma cara original ao seu canal.

2.   Autenticidade

Seja autêntico, tenha opinião e expresse. Você não deve filtrar o que pensa, quanto mais espontaneidade melhor.

3.   Amizades influentes

“Diga-me com que tu andas e te direi quem tu és”. Conhecem esse ditado? Pois é, no mundo digital não é diferente. Um youtuber influente anda com outros youtubers influentes. Seja amigo, compartilhe conteúdo.

4.   Muitos vídeos

Quanto mais vídeo você postar, melhor. Postar vídeo tem que virar um hábito para o youtuber, assim ele vai se desenvolvendo ao longo do tempo, pegando o melhor jeito de gravar, quanto tempo. Tenha um ambiente próprio para gravar seus vídeos, torne isso uma rotina.

5.   Paciência

É muito difícil bombar do dia para a noite, a não ser que você seja uma grande personalidade que todos queiram ver, independente do assunto. Como este não é o caso, seja paciente. Faça o canal para você. Diferente da televisão, em que a estreia é o momento mais importante, um canal no YouTube pode demorar até três meses para ganhar notoriedade.

Artigo de Nelson Botega, sócio fundador da rede Snack, que atualmente possui 13 canais no YouTube. Botega é publicitário por formação e acumula passagens pelas agências VML, Y&R, Garage Interactive Marketing e Euro RSCG

25 de Agosto de 2015 · Atualizado às 11h13

http://www.adnews.com.br/artigos/cinco-dicas-para-seu-canal-bombar-no-youtube

Hamburguerias: a febre vai além da moda. Entenda por quê

Tradicional lanche se reinventa e aparece aliado a diversas tendências do mercado, como food trucks e premiumização, dando origem a empreendimentos especializados em todo o Brasil

Impulsionadas pelo crescimento de estabelecimentos especializados em um só produto, as hamburguerias vivem um momento de acelerada expansão. O segmento registrou alta de 575% na última década, em São Paulo, segundo levantamento da consultoria Instituto Gastronomia, que excluiu padarias e redes com cinco ou mais unidades do levantamento. Depois da febre do temaki, do frozen iogurte, da paleta, do cupcake e do brigadeiro gourmet, foi a vez dos tradicionais sanduíches de pão e carne ganharemm versões premiumizadas e caírem no gosto dos consumidores. Com um toque artesanal e ingredientes mais rebuscados, o sucesso desses estabelecimentos se devem também a outras tendências, que dão ainda mais fôlego a esse movimento.

Presentes no país desde a década de 1950, essas lojas sofreram diversos tipos de variação, indo desde os fast-foods até as lojas de bairro. Para se reinventar, muitos empreendedores estão apostando na segmentação para oferecer um produto diferenciado e com maior valor agregado. No último ano, o hambúrguer ganhou aspecto mais gourmet, com a inclusão de ingredientes requintados como trufas, diferentes tipos de pães, queijos e molhos especiais, além do preparo da proteína, que passou a contar com cortes de raças de bovinos que produzem carne com qualidade superior.

Essa mudança é retrato da própria visão do empreendedor de se adaptar ao mercado e sobreviver em meio à concorrência. “Não é de hoje que vemos hamburguerias. São Paulo mesmo é o reduto desse alimento. O que está acontecendo é que transformaram o velho sanduíche em algo mais imponente e relacionado aos costumes locais ou de época. Temos a questão de saudabilidade, por exemplo, e as pessoas justificam comer porque a carne é menos gordurosa e processada. Além disso, tem a questão das pessoas estarem se alimentando mais fora de casa”, afirma Antônio Carlos Morim, Coordenador do MBA da ESPM, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Hábitos dos consumidores
As refeições nas ruas, inclusive, têm registrado crescimento médio anual de 9% nos últimos anos, como mostra o estudo publicado no Mundo do Marketing Inteligência que traz desafios, tendências e oportunidades no food service. Mesmo com os cortes no orçamento familiar, devido à crise no país, a alimentação ainda é um dos poucos setores que continuam a vender. “Houve uma redução, mas aquelas empresas que se localizam em regiões em que há um fluxo maior de consumidores tendem a manter sua lucratividade. Se elas possuem esse diferencial do hambúrguer, que está em alta, o sucesso é grande”, conta Morim.

Um exemplo disso é o Beco do Hambúrguer, localizado no Centro do Rio de Janeiro, em meio ao fluxo comercial da cidade. Inaugurado em junho de 2014, o espaço está sempre cheio de clientes em busca do sanduíche gourmet que produzem. A carne Angus e a maionese exclusiva são alguns dos itens que fazem com que o local ganhe visitantes fiéis. O diferencial, no entanto, está em esse ser um restaurante atípico na área – que reúne, em sua maioria, self-services ou estabelecimentos com almoço executivo. A escolha do ponto, em um beco, em nada atrapalhou a visibilidade e foi o boca a boca que construiu a fama do local.

Para alcançar o crescimento e atrair os consumidores, o pensamento estratégico precisa ir além do cardápio e envolver a localização da loja. “Os food trucks de hambúrguer, por exemplo, estão fazendo sucesso porque são uma novidade e todo mundo quer experimentar. Além disso, a maioria dos locais que recebe esse tipo de evento está em shoppings ou grandes espaços ao ar livre, onde há intenso fluxo de pessoas. No Rio de Janeiro, já há um número considerável de abertura dessas lojas, o que torna difícil você ser exclusivo em uma região. No Nordeste, no entanto, ainda são poucos os estabelecimentos, o que aumenta as oportunidades de sucesso”, pondera Morim.

Brother’s BurguerNo centro das atenções
Ter expertise em negócios e oferecer sanduíches em um local que é tradicionalmente conhecido pela mídia foi a saída encontrada pelo Brother’s Burguer ao abrir sua primeira unidade. O espaço, no Shopping da Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro, é frequentado por artistas e celebridades e constantemente atraído pela imprensa. Os clientes, por sua vez, possuem alta influência em suas redes sociais. Uma postagem compartilhada por eles gera mais interesse em outros consumidores.

A imagem de local exclusivo, porém, não é trabalhada. Tanto é que uma filial em um shopping na Tijuca, Zona Norte, já está prestes a abrir as portas e outras estão previstas para o futuro. “Temos um produto interessante, que agrada a quem experimenta. Somos acessíveis e não seguimos a linha premium. Buscamos inovações no cardápio para sair da mesmice e gerar interesse no cliente em voltar ao restaurante. Corremos atrás de inspirações e não ficamos parados. Sabemos que o consumidor quer ser conquistado”, conta Guilherme Romano, sócio do Brother’s Burguer, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para fidelizar os clientes, a empresa desenvolveu um aplicativo que soma pontos para serem trocados por hambúrguer – a cada 10 sanduíches consumidos, ganha-se um. O objetivo na iniciativa é ter os dados das pessoas para então poder elaborar futuras ações, como e-mail Marketing, brindes especiais por alguma data comemorativa ou envio de informativos sobre a loja.

A boa administração e maturidade do restaurante em pouco tempo atraiu o interesse de investidores e jovens empreendedores, o que acaba sendo comum nesses negócios que caem nas graças do mercado. “Atualmente, não temos interesse em abrir franquias, queremos construir lojas próprias aqui na cidade e nos estruturarmos. Desde que inauguramos, vi nascer muitos outros pontos do mesmo segmento. Vamos manter a solidez antes de expandir para outras localidades do Brasil”, afirma Romano.

Hareburger

Adaptação de mercado
Com uma visão diferente, o Hareburger optou por trabalhar com franqueados para expandir os negócios. No ramo desde 2006, quando o criador Rafael Krás passou a vender hambúrgueres vegetarianos na praia, a empresa deixou de lado as areias para abrir a primeira loja em Ipanema. Essa unidade original já não existe mais. Ela foi substituída por um ponto no Centro da capital carioca. Hoje em dia, a Zona Sul mantém uma loja, que é a primeira franquia da marca.

Entrar no ramo de hamburguerias oferecendo uma opção diferente da carne vermelha trouxe não apenas visibilidade e lucro, como também expertise no segmento de saudabilidade. “Desenvolvemos seis sabores diferentes sem conter proteína animal e isso atrai pessoas que nem mesmo são vegetarianas. Algumas querem apenas uma refeição mais saudável, algo que não dê culpa ao comer fora de casa”, conta Marco Leite, CEO do Hareburger, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A empresa pensa grande e já almeja encerrar 2016 com mais franquias no Rio de Janeiro e chegar a São Paulo. “Não temos medo de ingressar em um mercado com diversas opções. Entendemos que nosso posicionamento é diferente dos concorrentes. Não usamos carne e estamos longe do perfil gourmet, somos despojados e usamos uma linguagem divertida. Não quero que meu produto seja premium por preço, meu objetivo é atingir o maior número de pessoas. Somos imunes ao raio gourmetizador. Buscamos vender a um preço justo. Nesse ponto, há espaço no mercado”, afirma Marco.

Zacks

Futuro
Além das vendas dos hambúrgueres nos restaurantes, tanto a Hareburger quanto a Brother’s Burger estão entrando no ramo de catering, com atendimento em eventos. A saída é uma forma de manter as vendas e dar mais um gás ao empreendimento. “Estamos criando uma equipe especial para cuidar dessa parte, porque vem ganhando muita procura. As pessoas querem ter o hambúrguer em suas festas e buscam opções saborosas. No nosso caso, vendemos a versão baby, que é mais fácil de manusear e comer em pé, enquanto os participantes conversam”, conta o sócio do Brother’s Burger.

Oferecer alternativas para a sobrevivência da empresa e possuir uma visão a longo prazo permite que esses novos restaurantes se mantenham lado a lado com grandes redes. O Hareburger já começa a implantar o seu próprio food truck para circular pela cidade. Já a hamburgueria Zacks, até então conhecida por suas releituras de burgers em receitas incrementadas, espalhadas em 10 lojas entre Rio de Janeiro, Brasília e Fortaleza, decidiu expandir seus horizontes e dar início a uma nova marca: o Zacks Hot Dogs & Shakes.

Esse modelo de negócio viabiliza a entrada da empresa em pequenos espaços com alto fluxo de pessoas, como corredores de shoppings, centros comerciais, estações de metrô, escolas e universidades. Uma das principais vantagens é a simplicidade na operação e o baixo número de funcionários, além do custo operacional. A expansão será via franquias.

Essa alternativa também deve ser encarada pelas redes de fast-food, muitas vezes conhecidas pelo tradicional pão com carne. “Os consumidores estão mais exigentes e podemos ver isso na questão de sabor, saudabilidade, variedade, ponto de venda e apresentação. Haverá uma hora que, para não perder cliente, elas precisarão investir em carnes nobres e mudanças nos pratos. Reinventar-se é preciso. O The Fifties é conhecido por seu hambúrguer, mas também vende refeições e outros lanches. É preciso pensar que o hambúrguer já tem tradição. O algo mais a oferecer é que dará destaque ao seu negócio”, finaliza Antônio Carlos Morim.

Por Priscilla Oliveira | 24/08/2015

http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/mercado/34308/hamburguerias-a-febre-vai-alem-da-moda.html

Novas fronteiras para o crowdsourcing

Modelo que utiliza o conhecimento coletivo e colaborativo, o crowdsourcing propõe o diálogo e estabeleceu novas formas de engajamento entre marcas e consumidores.

Oportunidade para aplicar a cultura da inovação aberta das empresas, as campanhas de crowdsourcing podem ainda ajudar na redução das receitas internas devido a terceirização, proporcionar lealdade às marcas, abrir novas frentes de receitas e, mais importante, gerar uma economia em que os consumidores não são forçadamente classificados em categoria. Entretanto, se os objetivos não estiverem bem definidos, todo o esforço será tempo perdido. Escolher o momento adequado e o contexto, é primordial para que a ferramenta seja bem aproveitada em um plano de marketing.

Sob a perspectiva do anunciante, a luta pelo engajamento dos consumidores começa centrada no bom direcionamento nas estratégias de crowdsourcing. Mais da metade dos esforços de um projeto dessa natureza deve ser investido no desenvolvimento de um briefing capaz de estimular o pensamento e a criatividade das pessoas. A utilização do ambiente da internet facilita, já que os indivíduos tendem a ser mais abertos para o diálogo na web, onde não estão sendo julgados fisicamente.

As campanhas mais bem sucedidas deste segmento utilizam duas palavras chaves: “como” e “compartilhe”. A primeira no formato de questionamento a segunda sendo uma expressão do pensamento dos consumidores.

Veja alguns exemplos de cases em que os anunciantes utilizaram crowdsourcing:

O consumidor no centro das atenções
Fotos e filmes expressam locais e estilos de vida, e aproximam ainda mais marcas e pessoas. Se você já bebeu refrigerante, sabe que não pode evitar aquela sensação de “ahhh”, mas essa é uma experiência diferente para cada pessoa. Sendo assim, a Coca-Cola quis saber qual é o momento de cada um. Além de veicular um vídeo engajador durante o American Idol, a marca reuniu insights sobre como consumidores interpretam e expressam a experiência do sabor para enriquecer campanhas futuras.

Terceirização de contribuição
A área de design da Coca-Cola convocou os consumidores para ajudar no novo desafio da marca: encontrar novos jeitos e sensações para a Coca-Cola, cujo design das garrafas foi desenvolvido em 1915. Por meio do concurso #coke100for100 a Coca-Cola está colhendo sugestões de designers de todo o mundo, julgadas por um time importante de artistas e especialistas em design para discutir como serão os próximos anos em todas as áreas que atua. Novas embalagens e produtos podem surgir a partir das sugestões.

Quebrando barreiras culturais
Boas ideias transcendem fronteiras culturais entre países. Um dos exemplos é um projeto da Panasonic Viera 4KTV feito por profissionais de marketing do Japão focado no mercado japonês, porém o vencedor foi um projeto francês. De fato, boas ideias são mais susceptíveis de vir de fora da zona de conforto habitual de um comerciante, uma vez que os participantes que não fazem parte do target, abordam o desafio sob uma perspectiva mais refrescante e inovadora.

Ajude a ajudar
Campanha do suco Whelch solicitou aos consumidores, vídeos utilizando o aplicativo Vine enquanto estavam tomando um copo de suco e em seguida encenassem, oferecendo o copo para o próximo. Para cada vídeo enviado, eles doaram uma garrafa de suco para famílias carentes cadastradas na organização Family-to-Family. A intenção era fazer o maior vídeo de Vine do mundo com “Pass the glass”. Foi uma ideia colaborativa original que rendeu muitas conversas nas redes sociais

Portfólio de novos produto
A marca Lays consultou seus consumidores sobre novas ideias de sabor através do seu site e o voto social determinaria o vencedor que ganharia US$ 1 milhão. De quebra a marca ganhou muitos elogios por dedicar-se a ouvir os seus consumidores, e também respeito por dar espaço a algumas ideias inusitadas, como sabor de gema de ovo.

Em crowdsourcing, o conteúdo gerado deve ser tratado como rei. Entretanto há de se pensar que os coletivos não são somente de inteligência, Não existem soluções mágicas capazes de resolver qualquer problema. Inteligência negativa tem seu lado negativo, ignorância coletiva e fatores semelhantes.

Por Innovation Insights | 17 agosto 2015

http://innovationinsider.com.br/novas-fronteiras-para-o-crowdsourcing/

CO:Brasil chega ao País apresentando o storydoing

Os empresários Átila Francucci e Paulo Guerchfeld, grandes nomes da publicidade no Brasil e com importantes prêmios na bagagem, trazem para o mercado nacional a CO:Brasil, primeiro escritório da americana CO:collective fora dos Estados Unidos. Fundada por Ty Montague, um dos criativos de maior reputação no mercado americano e autor do livro True Story, a companhia é focada em estratégia e inovação aplicada ao desenvolvimento de negócios. Para isso, a agência apresenta um composto de marketing baseado no conceito storydoing, que, diferentemente do storytelling, busca a verdade dos clientes, o chamado quest.

Segundo a empresa, com essa metodologia, é criado um novo segmento no Brasil, que ocupa um espaço entre as consultorias de negócios e os fornecedores de comunicação já existentes no mercado. O foco é separar a story (história), dodoing (fazer), apresentando um novo conceito de marketing.

“Hoje as empresas estão preocupadas em como montar seu storytelling, ou seja, uma história criada para se destacar no mercado. O que a CO:Brasil propõe não é contar uma história, mas, sim, basear-se no propósito e nos fatos de cada cliente, para apresentar seu diferencial real no segmento”, explica Paulo Guerchfeld, sócio da CO:.

De acordo com a agência, o modelo já é um sucesso nos Estados Unidos e vem conquistando cada vez mais espaço nas áreas de comunicação, serviços, gestão e marketing em todo mundo. Outro diferencial apontado pela CO:Brasil é trabalhar de forma colaborativa, como sugere o nome CO:. “Após a primeira fase dos trabalhos, que vão definir o quest do cliente, a CO: Brasil pode indicar os fornecedores mais adequados para desenvolver as ações planejadas, resultados de um trabalho profundo, que dura até 20 semanas. Nosso job não inclui uma porcentagem de gerenciamento e administração dos indicados, mas se o cliente optar por essa gestão isso será negociado como fee mensal para o trabalho”, diz Guerchfeld.

A metodologia da CO:Brasil estabelece um detalhado roteiro de trabalho, que engloba um grupo multidisciplinar de profissionais de estratégia em marketing, pesquisa, design, criatividade, inovação, tecnologia, entre outros, para identificar o real propósito da empresa (quest).

Entre os 15 colaboradores da CO:Brasil, alguns foram enviados a Nova York, sede da CO: internacional, para treinamento e o conhecimento de casos de sucesso já consolidados de grandes marcas, como YouTube, Google, Timberland, Infiniti (Nissan Group), Museum of Modern Art (MoMA), Coca-Cola e Microsoft.

Os sócios da empresa esperam concluir 2015 com seis projetos finalizados e expandir os negócios para todo o Brasil, bem como para o mercado latino-americano.

Redação Adnews – 12 de Agosto de 2015 · Atualizado às 11h19

http://www.adnews.com.br/negocios/co-brasil-chega-ao-pais-apresentando-o-storydoing

O segredo do Outback para prosperar na crise

O Outback Steakhouse chega à maioridade no Brasil, em 2015, preparado para encarar novos desafios. E o primeiro é a recessão econômica que vem impactando o food service em todo o país. A queda no faturamento do setor no primeiro trimestre do ano foi de 2,39%, como mostrou estudo do Mundo do Marketing. Na porta do Outback, no entanto, as longas filas de espera permanecem e sugerem que a empresa tenha sido deixada de lado do corte nos gastos das famílias. A rede mantém inalterada, também, a taxa de crescimento de 20% na abertura de novas unidades.

E o destaque não é apenas em relação aos demais restaurantes que atuam no país. As unidades brasileiras são líderes em receita e tráfego no cenário mundial, que reúne quase 1.000 pontos espalhados por 23 países. Nove lojas brasileiras ficaram entre os 10 maiores faturamentos da rede na avaliação do primeiro trimestre de 2015. O líder global de vendas e de público também é daqui: o restaurante do Shopping Center Norte, em São Paulo. O registro reforça como a marca é importante no mercado interno e faz parte do dia a dia dos consumidores, mesmo em tempos de crise como agora.

A marca mantém o atendimento e a experiência como seus principais ativos e, para se comunicar com os consumidores, tem apostado em promoções e em uma estratégia de Marketing com ativações recorrentes. “Mantemos um calendário recheado para trabalharmos ao longo do ano. Estamos atuando de forma intensa, com ativações de relacionamento, oferecendo experiência para que o consumidor possa experimentar um pouquinho do que é o Outback. Até mesmo aqueles que não estão nos restaurantes são impactados com a nossa comunicação por meio das redes sociais. Assim como no primeiro semestre, vamos continuar apostando nos vídeos como mídia para chamar ainda mais atenção dos internautas”, explica a Diretora de Marketing do Outback Steakhouse no Brasil, Paula Castellan, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outback, Restaurante, Promoção, Crise, Crescimento

Pratos compartilhados
O Outback não conta apenas com a sorte ou com um cardápio variado para continuar crescendo a passos largos. Ciente do delicado momento da economia, a rede aposta em pratos diferenciados que podem ser compartilhados como uma opção mais econômica para os consumidores. O modelo consiste na combinação de pedidos campeões de venda em uma só porção, como o Jackaroo Ribs and Steaks, que reúne a costela Junior Ribs, regada ao molho barbecue, e um filet mignon de 220 gramas, coberto de manteiga com um toque de limão. A combinação é servida com batata frita ou outro acompanhamento à escolha do cliente. No menu de bebidas, a rede criou o Margarita Trio, que consiste em três minidrinks que chegam à mesa em um suporte diferenciado. São cinco opções de sabores a serem escolhidos e divididos entre os consumidores.

Além dos pratos pensados para compartilhar com a família ou os amigos, o Outback ampliou o horário promocional. Desde o fim de julho, a Billabong Hour passou a funcionar a partir das 17:00 – antes começava às 18:00 – para atrair os consumidores que querem economizar. Durante o período, que vai até às 20:00, as bebidas custam a metade do valor. “Sabemos que a situação financeira no país como um todo piorou, mas não sentimos isso no nosso resultado. Estamos mantendo e cumprindo as nossas expectativas. Esse é um momento bem delicado, em que precisamos nos manter ainda mais ativos, mais até do que já fomos. Nossos restaurantes são conhecidos por serem um espaços de confraternização, e criamos opções para que todos possam continuar tendo acesso aos nossos produtos e serviços mesmo que não possam gastar tanto”, acrescenta a Diretora de Marketing.

Desde que chegou ao país, em novembro de 1997, quando a primeira unidade foi inaugurada na Barra da Tijuca (RJ), a empresa olha com atenção para os consumidores brasileiros a fim de surpreendê-los em toda a sua jornada no restaurante. Atento às preferências, a rede ampliou o cardápio com o Flatbread (uma espécie de pizza) e Mini Milkshake. Além disso, as quesadillas, que antes só eram oferecidas durante a Billabong Hour, passaram a compor o menu fixo de aperitivos, atendendo a pedidos dos frequentadores.

Atendimento regionalizado
Com um modelo de expansão específico, a rede opta por ter sócios proprietários em seus novos empreendimentos no lugar de abrir franquias. A particularidade permite que os espaços ofereçam um atendimento diferenciado, respeitando as características de que cada região. Com 71 empreendimentos espalhados por 35 cidades, a marca está presente em quase todas as partes do país. Apenas o Norte não foi contemplado com uma unidade até o momento, mas a região está no radar da companhia. Até o fim deste ano, a empresa espera inaugurar mais seis restaurantes em São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

Apesar de manter o padrão de qualidade esperado pelos clientes que já conhecem a forma de atuação da rede, cruzar as divisas entre estados e regiões requer muito mais do que apenas vontade de crescer. “É um desafio, porque fomos para mercados totalmente novos. Por exemplo o Nordeste, onde, como marca, ainda não sabíamos qual seria a receptividade do consumidor, mesmo entendendo que as pessoas conhecem o Outback quando viajam. Por conta disso, há um trabalho muito focado para entender esse cliente e estamos sempre muito perto, ouvindo suas preferências e o que podemos oferecer para melhorar a vida deles. Esse toque de regionalização no atendimento e na forma de ser tem sido garantido pela forte presença dos sócios nesses locais, o que nos traz muitos resultados positivos”, acrescenta Paula Castellan.

Outback, Restaurante, Promoção, Crise, Crescimento

Marca reforça as ações de Marketing
Além de estar de atenta às características locais, a rede criou um plano de Marketing variado, apostando nas datas comemorativas para atrair os clientes. As ações reforçam o perfil comemorativo dos ambientes que remetem à Austrália e oferecem sempre atrativos para que os consumidores busquem o lugar. Em abril, os consumidores foram surpreendidos por uma promoção que os presenteava com a icônica faca utilizada nos restaurantes.

Os clientes que escolheram determinado prato ganharam a peça fabricada pela Tramontina. Em maio, as mães que comemoraram o dia delas nos restaurantes ganharam uma nécessaire. No Dia dos Namorados, a empresa ajudou dois namorados a pedirem suas respectivas parcerias em casamento. A ação serviu também para apresentar a linha de vinhos desenvolvida exclusivamente para a marca.

Em julho, no Dia do Amigo, a rede promoveu uma ação digital e ofereceu gratuitamente o primeiro chope de comemoração à data. A ação resultou em um aumento de 17% no número de clientes em uma segunda-feira. Já os pais que comemoraram o domingo deles em uma unidade ganharam um kit de porta-copos desenvolvidos em parceria com a Coca-Cola.

As ativações, no entanto, não acontecem apenas nas datas especiais. Para atrair os consumidores em dias menos movimentados, como no início da semana, a empresa promove ações nas redes sociais para estimular a visita. Nos dias 10 e 11 de agosto, por exemplo, os frequentadores que apresentaram o post da promoção ao atendente ganharam um upgrade na porção do Kookaburra Wings

Por Roberta Moraes | 12/08/2015

http://www.mundodomarketing.com.br/cases/34240/outback-prospera-na-crise.html

Facebook anuncia novos recursos para páginas

Aplicativos e recursos de mensagens instantâneas são ágeis e convenientes, ótimos para falar com familiares e amigos. Agora, entretanto, as pessoas querem se comunicar da mesma maneira para falar sobre negócios ou manter contato com uma empresa, por exemplo.

Segundo o Facebook, mais de um bilhão de pessoas visitam páginas mensalmente à procura de mais informações sobre uma companhia empresa ou um segmento empresarial. Ligada nisso, a rede social criada por Mark Zuckerberg anunciou o lançamento de novos recursos para as páginas. São basicamente melhorias na maneira como o consumidor envia mensagens particulares para uma empresa ou negócio, além de novidades para os administradores da página gerenciar e responder às mensagens.

Enviar mensagens para uma Página a partir de anúncios locais

O novo botão call-to-action “envie uma mensagem” para os anúncios locais permite que as pessoas iniciem conversas particulares com páginas de empresas e negócios, a partir dos anúncios que aparecem no news feed, oferecendo uma maneira personalizada de se conectar diretamente a partir do anúncio.

Quando alguém clica no botão, a janela do Facebook Messenger se abrirá para que a pessoa escreva e envie a mensagem. Na caixa de entrada da página, a mensagem vem acompanhada de um anexo que mostra a partir de qual anúncio a pessoa partiu, e, uma vez iniciada a conversa, a empresa pode responder e acompanhar o andamento da conversa sempre que necessário.

Os profissionais de social media podem começar a usar o botão call-to-action “envie uma mensagem” criando um anúncio local e selecionando “envie uma mensagem” no campo “chamada para Ação”.

Responder a comentários de maneira privada com uma mensagem

Até agora, administradores de páginas podiam apenas responder aos consumidores pelos mesmos meios que a pessoa utilizou para entrar em contato com a página, ou por comentário, ou por mensagem particular. Nas próximas semanas, os administradores das páginas poderão responder a comentários públicos com uma mensagem particular, ajudando-os a resolver solicitações particulares de maneira mais eficiente.

Para responder de maneira privada ao comentário de um cliente, o administrador da página pode clicar na nova opção “Mensagem”, e uma conversa com o autor do comentário se abrirá. A mensagem da página inclui um link para o comentário do cliente para referência.

Quando uma empresa responde de maneira privada ao comentário, o comentário traz um aviso de que a empresa respondeu, assim, outros visitantes da página saberão que a empresa resolveu a questão.

Para garantir que a experiência com mensagens tenha valor para as empresas e para os usuários, a rede social também criou recursos adicionais para ajudar as pessoas a gerenciarem suas mensagens, incluindo a opção de bloquear mensagem particulares de empresas.

Identificar Páginas responsivas

Da mesma maneira que as pessoas podem se conectar com empresas no Facebook por meio de mensagens, elas podem agora identificar páginas que são muito responsivas a mensagens privadas. As páginas que respondem 90% das mensagens e possuem um tempo médio de resposta de menos de 5 minutos, vão receber o selo de “Muito responsiva a mensagens” em seus perfis.

O índice de capacidade de resposta é dinâmico e calculado com base nos dados dos últimos sete dias. Todos os administradores de Páginas vão agora ver o seu índice de capacidade de resposta e o tempo médio de resposta nas “Informações da Página”, mas, por enquanto, somente as páginas que atingirem o índice de 90% e menos de 5 minutos de resposta terão o selo público.

Gerenciar mensagens

Agora que pessoas e empresas têm mais maneiras de se conectarem, administradores de páginas precisam de recursos que os ajudem a gerenciar e responder a essas mensagens.

Para ajudar os administradores a responderem mais rapidamente às mensagens que chegam, eles podem agora criar e salvar respostas para perguntas comuns. Os administradores de páginas podem selecionar respostas salvas e enviá-las em um clique, tornando mais rápido e fácil responder aos clientes a partir de dispositivos móveis. Eles também têm a opção de editar respostas salvas antes de enviá-las.

O Facebook também atualizamos a Caixa de Entrada do administrador para facilitar o acompanhamento das mensagens. Os administradores agora podem realizar as seguintes ações em massa: arquivar, deletar, sinalizar e marcar como lida, não lida e spam.

Redação Adnews – 05 de Agosto de 2015 · Atualizado às 16h01

http://www.adnews.com.br/internet/facebook-anuncia-novos-recursos-para-paginas

A Coca-Cola em cena na novela brasileira

Video case da Coca-Cola sobre product placement (Reprodução/ Vimeo)

No inicio deste ano, durante o penúltimo capitulo da novela Império, exibida pela Rede Globo, o vilão José Pedro (Caio Blat) bebeu uma Coca-Cola momentos antes de sequestrar a própria irmã (Leandra Leal). “Estou ansioso. Fiquei até com a boca seca. Adeus, bastarda”, disse o personagem, ao lado de Maurílio (Carmo Dalla Vechia).

Na sequência, durante o sequestro, Maurílio segura a lata vazia na mão e questiona o que fazer com o objeto, que agora tem impressões digitais. Ao tentar jogar a embalagem no lixo, entretanto, o personagem erra o alvo, e o item cai na rua. A última cena deixou evidente a importância que a lata da Coca ganhou no desfecho do último capítulo da trama. Não à toa, a marca conseguiu mais de 9 mil interações nos últimos dos episódios da novela.

Os especialistas na prática são categóricos ao ressaltar a importância do contexto para a introdução de produtos na cena. Para promover a maneira como o anunciante tem conseguido se inserir na cultura pop através da televisão aberta no Brasil, a J.Walter Thompson Brasil criou uma espécie de video case. Confira o filme:

Redação Adnews – 15 de julho de 2015 · Atualizado às 10h44

http://www.adnews.com.br/midia/a-coca-cola-em-cena-na-novela-brasileira?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Adnews+Nova+-+Manh%E3+%2815%2F07%2F2015%29