Arquivo mensal: maio 2015

Pesquisa: os momentos mais acessados de Facebook, Twitter e Instagram

O Scup, serviço especializado em monitoramento, gestão e análise de mídias sociais, divulga os resultados da quinta edição de seu estudo “Horários Nobres das redes sociais”. Na edição que reuniu dados referentes a 2014, foram percebidas mudanças no comportamento dos usuários do Facebook. O Instagram foi a rede social que apresentou o maior crescimento, cerca de 235%. O estudo analisou 170.708.117 menções no total, 97% a mais que na edição anterior.
“Alguns comportamentos se solidificaram da edição 2014 para a edição 2015. O que mais chamou a atenção foi o Twitter, que se tornou uma segunda tela poderosa”, conta Fabio Marques, Gerente de Marketing do Scup.
Nos dias que antecedem o final de semana, quinta e sexta-feira, o Facebook teve uma redução em sua movimentação, contrário do que ocorreu com Instagram e Twitter. O estudo identificou que o pico das menções no Instagram é o período entre 19 e 20 horas de sexta-feira, o contrário do que ocorre no Twitter, em que os usuários diminuem o uso da rede a partir das 19 horas.
No Twitter o período mais acessado é a tarde de domingo, a partir das 16 horas, até o fim da noite, às 23 horas. Essa rede social apresenta maior movimentação diariamente a partir das 17 horas.
Os períodos mais movimentados durante a semana são às terças, das 23 às 0 horas, e às quartas-feiras, das 21 às 22 horas.
O Facebook passou a ser mais utilizado no meio da semana, diferentemente do que foi apresentado na última edição do estudo. O horário de maior utilização foi das 11 às 12 horas, às quartas-feiras. As terças feiras também foram apontadas como dia de grande movimento. No estudo, cada um desses dois dias foi responsável por 15,9% do volume de menções da semana.
De acordo com Marques, é importante saber que alguns eventos, como Copa do Mundo e Eleições, que ocorreram em 2014 motivaram os usuários a procurarem mais as redes sociais para comentarem e darem opiniões. “O número maior de menções no meio da semana pode ter sido por conta dos eventos que ocorreram no meio da semana. Cada vez mais as pessoas estão nas redes sociais e querem comentar o que estão acontecendo”, conta Marques.

POR RÚVILA AVELINO – Do Meio & Mensagem

29/05/2015 – http://www.proxxima.com.br/home/social/2015/05/29/Pesquisa-os-momentos-mais-acessados-de-Facebook-Twitter-e-Instagram.html

Marca é o que mais importa para comprador de smartphone premium

Atributo é seguido de câmera fotográfica e processador, segundo pesquisa realizada pela Samsung com clientes de sua empresa e de concorrentes deste mercado

Entre os usuários de smartphones com preço acima de R$ 1,5 mil, o principal motivador de compra do aparelho é a marca, com 56% do total de respostas, seguido de câmera fotográfica e processador, empatados em segundo lugar, com 25% e 24% respectivamente. Em terceiro lugar no ranking de importância, estão o tamanho de tela, a qualidade dela e o design, empatados com 18%. Em seguida, aparecem sistema operacional e durabilidade da bateria, com cerca de 13%, segundo pesquisa realizada pela Samsung.

O levantamento da marca ouviu 824 pessoas no Brasil, usuários de seus próprios produtos e de empresas concorrentes. Os entrevistados, residentes nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre, foram recrutados aleatoriamente e não fazem parte de painéis de pesquisa, nem tampouco foram abordados anteriormente para pesquisas da marca.

Em relação ao uso dos aparelhos pelos respondentes, 70% já armazenam fotos e outros arquivos na nuvem e 41% deles começou a usar a nuvem há menos de um ano. A metade diz que é difícil tirar fotos em condições de pouca luz e também de indivíduos ou objetos em movimento. O mesmo percentual afirma que a carga da bateria dura menos do que eles precisam, e 45% conectam o smartphone a outros dispositivos eletrônicos em casa. O resultado completo da pesquisa foi disponibilizado pela companhia.

Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 28/05/2015

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Como engajar e interagir em uma era tão conectada?

Quanto vale um “like” nas redes sociais? É bem difícil mensurar o valor em termos financeiros, mas é fácil afirmar que, para muitos, é muito precioso, porém não é tudo. Já ouvi diversas discussões sobre curtidas e o quanto isso de fato engaja os consumidores. Muitas pessoas evitam comentar sobre o quanto o like pode aumentar o poder de persuasão de uma campanha, uma vez que compartilhamentos e comentários são muito mais os “queridinhos” do mundo digital. O que realmente acaba sendo importante, nesse caso, é a oferta de um conteúdo relevante que de fato valha a pena para o consumidor acessar e interagir.

Um exemplo bastante recente de case de sucesso nas redes sociais é um dos maiores portais do Brasil que criou uma fanpage para seu “estagiário”, a fim de divulgar seu conteúdo e, ao mesmo tempo, fazer brincadeiras com as próprias matérias para tornar esta interação mais natural e próxima do seu leitor. O resultado tem sido bastante positivo e o público vem se engajando muito com a página e, consequentemente, com o portal.

Poderíamos ficar horas e horas discutindo sobre engajamento nas redes sociais, mas sabemos que o tema já está quase ficando ultrapassado. Saber interagir com o consumidor, hoje, já é requisito básico para empresas e meios de comunicação. E, nesse caso, essa interação deve acontecer em todos os canais possíveis, não apenas em redes sociais, respondendo a comentários ou estando atento ao engajamento do público.

A televisão, que surgiu décadas antes da internet e dos portais, não tem ficado para trás nesse quesito. Conhecido por sua interatividade em tempo real com os telespectadores, o programa SuperStar, da Rede Globo, utiliza um aplicativo em que o público consegue votar nas bandas que mais gosta e decidir se ela vai adiante ou não na competição. Porém, essa interação não ficou apenas no aplicativo do programa. Por meio de uma tecnologia desenvolvida especialmente para esse fim, chamada TVSync, foi possível atingir, na segunda tela, os consumidores que eram impactados por uma marca durante o programa. Parece mágica, mas isso já é real e absolutamente possível.

Mas, por que impactar possíveis usuários na segunda tela? A resposta é bem simples. Esse é um fenômeno que vem crescendo bastante, por conta de uma demanda real que existe tanto no Brasil quanto no resto do mundo. De acordo com uma pesquisa divulgada recentemente pela Viacom International Media Networks, 66% dos brasileiros usam, em média, cinco aparelhos ao mesmo tempo, seja smart TV, smartphone, computador portátil, entre outros. A partir disso, é possível identificar uma oportunidade imensa para interagir com esse usuário “multi-telas”.

Outro case recente que usou a tecnologia de TVSync foi a gigante brasileira de cosméticos Natura. Foi criada uma parceria com a novela Império, também da Rede Globo, onde cada usuário que assistia à programação era impactado com material publicitário da marca na segunda tela.

O que é interessante observar nesse fenômeno é o quanto as tecnologias vem se reinventando a cada momento, afim de buscar atrair mais e mais consumidores. Isso mostra que estamos no caminho certo de avanço e que o futuro está justamente nessa inovação constante.

Artigo de Guilherme Mamede, CEO da Melt DSP, criadora da tecnologia TVSync, em parceria TVData.

27 de maio de 2015 · Atualizado às 10h42

http://www.adnews.com.br/artigos/como-engajar-e-interagir-em-uma-era-tao-conectada

AlmapBBDO é destaque no NY Festivals International Advertising

Na última semana, foram anunciados os vencedores do New York Festivals International Advertising Awards.

Com 41 finalistas, o Brasil foi um dos destaques na noite. Começando pela AlmapBBDO, que recebeu o título de agência do ano na América do Sul.

No total, a brasileira levou 12 prêmios, os principais recebidos pela campanha “Últimos Desejos da Kombi“, que levou 1º lugar na categoria Branded Entertainment e dois 3º lugares nas categoria Digital e Film.

Outras campanhas da agência também saíram premiadas. Entre elas estão “Fila”, criado para a Bayer, premiado com um 2º lugar na categoria Print e “Guerra ao Drugo”, filme para a Comissão Global de Políticas sobre Drogas, que levou o terceiro lugar em direção de arte na categoria Film.

A Bíblia do Churrasco, da J. Walter Thompson, foi outra campanha premiada, levando ouro nas categorias Design e Package Design, além de dois bronze.

Neste ano, a premiação expandiu seu alcance para 89 países inscritos. No geral, o País levou 3 primeiros lugares, 2 segundos e 18 na terceira colocação.

Para conferir a lista completa dos vencedores, acesse o site da premiação.

Redação Adnews – 27 de maio de 2015 · Atualizado às 15h27

http://www.adnews.com.br/negocios/almapbbdo-e-destaque-no-ny-festivals-international-advertising-awards

Largar estereótipos e focar em estilo de vida é urgente na segmentação

Os profissionais de Marketing estão sempre atentos aos comportamentos do consumidor para considerarem os diversos hábitos e perfis em suas ações. Apesar do empenho e das pesquisas realizadas com frequência, muitas empresas ainda estão presas a conceitos antigos, influenciados por uma época em que os pensamentos eram voltados para o produto. Hoje, as fronteiras entre os grupos que têm interesses em comum é menos nítida e ganha novos contornos, o que exige uma reformulação na abordagem da área.

Você já sabe ou deveria saber: separar as pessoas em classes sociais, gêneros, idades e regiões de moradia já não é mais suficiente. Essas caixas pouco dizem, atualmente, sobre grande parte delas. A mudança e a necessidade de largar os estereótipos ficam claras no termo jovem, que deixou de ser substantivo para se tornar adjetivo – qualquer um pode se ver e ser considerado como um indivíduo jovem. As companhias precisam mudar a lente para lançar um novo olhar sobre as pessoas.

Os consumidores tem mais poder de escolha e buscam a individualização. Os bens são por natureza neutros, mas o seu uso tem a capacidade de impor barreiras ou construir pontes. “Um dos desafios do Marketing é segmentar o mercado. Em vez de pensar em bases tradicionais, como gênero, classe, renda e idade, devemos considerar os estilos de vida. Hoje, a gente vive um shopping center de estilos, que são trocados de acordo com as circunstâncias. Além disso, existem diferentes estilos de vida dentro de uma mesma classe social, por exemplo”, analisa Hilaine Yaccoub, Antropóloga do Consumo que palestrou no Circuito Mundo do Marketing de Tendências e Oportunidades para Inovar.

Mobilidade social Os profissionais que não renovam o olhar correm o sério risco de permanecerem presos a estereótipos. Nas últimas duas décadas, ocorreu uma quebra de paradigma em relação às classes sociais, por exemplo. Se antes as pesquisas avaliavam o grau econômico de uma família pelos bens que possuíam, agora esse parâmetro passa a ser questionado. Equipamentos considerados na metodologia antiga, como televisão, máquina de lavar e carro, já são facilmente encontrados em diferentes casas – sejam ricas ou não.

Essa transformação precisa ser acompanhada pelos profissionais de Marketing com olhar aguçado, para que o produto a ser ofertado não deixe de fora potenciais clientes. “Classe social não se mede por renda, nem por posse de produto ou escolaridade e, sim, por lógica de pensamento. As agências precisam avaliar como as pessoas pensam, praticam o consumo e o que as faz comprar dentro da hierarquia de valor que estabelecem. O que houve, no Brasil, foi uma mobilidade social dentro das classes”, afirma Hilaine Yaccoub.

Tal comportamento pode ser novamente transformado pelas próximas gerações, caso elas também alterem as formas de pensar os gastos e como o consumo as impacta. “É importante estar conectado com o que acontece ao redor, porque as tendências mudam muito rapidamente. Ontem foi de uma maneira, hoje está de outra e amanhã pode não ser aquilo que esperamos. Não temos tempo para criar estereótipos”, pontua Hilaine.

Quebra de estereótipo O novo olhar e entendimento de poder que o consumidor tem atualmente o permitem tomar decisões que o façam se sentir inserido em um estilo de vida ao qual ele aspira. Isso significa comprar e usar diversos produtos para alcançar aquilo que ele deseja ser. Pode recorrer a uma marca de esportes de aventura, caso deseje aproveitar a natureza, ou pode pagar mais caro por uma sessão de cinema com direito a champanhe, se quiser se sentir em um ambiente de luxo.

Tais escolhas não dizem que ele é praticante de atividades radicais ou seja da Classe A, mas que pode decidir sobre o que fazer com o seu dinheiro. “As pessoas realmente vivem em um shopping center de opções de quem querem ser. O consumo expressa ordenação e classificação no mundo e os usos é que vão servir como inclusão ou exclusão. Por isso, a pergunta não é quanto ele ganha e, sim, quanto sobra para gastar. A partir disso, quais são as escolhas dele? Isso é o que o Marketing precisa saber”, conta Hilaine Yaccoub.

Entendendo esse princípio, as marcas podem ganhar novas possibilidades de inovar em suas ações. “No Complexo do Alemão, favela aqui no Rio de Janeiro, existe um bar que serve cervejas premium e importadas para os frequentadores. O jazz era a música tocada no local, sem receber muita atenção dos clientes. O comportamento dos presentes mudou assim que começou uma canção da Lauryn Hill. Eles não queriam jazz. É esse pensamento que precisa ser rompido: achar que quem consome determinado produto gosta das mesmas coisas. É importante estabelecer uma conexão e se enxergar como aquela pessoa”, afirma a especialista em Antropologia do Consumo.

Desafios Pensar em ações e conhecer o consumidor do produto demanda um olhar apurado das áreas de criação e pesquisa, principalmente para entender as maneiras com que a marca transita entre os grupos de consumidores. A visão sobre os moradores das favelas, por exemplo, cai no estereótipo de que gostam dos mesmos itens, marcas, músicas, áreas de lazer, quando há diversos estilos entre os que vivem ali. O mesmo ocorre com a visão a respeito do carioca, muitas vezes voltada ao lifestyle de vida praiana e descolada.

Insistir em modelos como esse é negligenciar o cliente e o que de fato importa para ele. “As fronteiras estão se diluindo e se reconfigurando. Criar ações de dentro do ar-condicionado, fazendo planejamento para pessoas que você sequer conhece, partindo do olhar do seu umbigo, é o caminho para o fracasso. Precisamos pensar em cultura, grupos de família, situações como mobilidade urbana, ambientes normativos, questões transculturais e subculturais. Antes de criar estratégias ou planos, ouça quem está a sua volta e preste atenção na conversa ao lado. Faça um clipping de ideias”, afirma Hilaine.

Antecipar o comportamento de consumo é algo arriscado e que pode contar com imprevistos, mas, para aqueles que analisam todas as representações culturais e de entretenimento, essa estratégia pode se tornar mais fácil. Um exemplo são as redes pessoais, que existem antes mesmo da internet. A economia de compartilhamento é anterior a empresas como Airbnb e Uber.

Roupas, objetos e alimentos circulam entre diferentes pessoas, que não necessariamente pagaram por aquilo ou os escolheram por causa de uma propaganda. “Muitas vezes o poder não está na marca, como algumas agências pensam, mas na escolha que o cliente faz. Como quando alguém compra uma roupa barata e recebe um elogio. Ele nem cita o nome da marca, mas diz quanto custou, agregando valor à escolha que fez”, conclui Hilaine.

Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 27/05/2015

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Vick instala propaganda que aquece as pessoas no ponto de ônibus

Vick Pyrena faz ação com aquecedores em pontos de ônibus (reprodução)

Depois de apresentar um outdoor que simula respiração para promover o lançamento de um inalador, Vick traz mais uma experiência sensorial em anúncio out of home. A aposta da vez é um ponto de ônibus na Avenida Paulista, que receberá uma instalação de aquecedores.
A ação faz parte da nova campanha que será veiculada em pontos de ônibus em São Paulo e no Rio de Janeiro pelo período de 15 dias, a partir desta segunda-feira(25) e pretende divulgar os atributos do produto Vick Pyrena, analgésico em forma de chá indicado para sintomas da gripe.
“Vick carrega um apelo emocional quando as pessoas estão doentes e precisam de cuidados. Protegê-las e dar um pouco de conforto nos dias mais frios cria uma empatia com a marca, além de reforçar a eficácia de Vick Pyrena no tratamento dos sintomas de gripe”, afirma Marcia Braga, gerente de marketing de Vick.
Além da instalação na principal avenida da capital paulista, a campanha traz três adaptações de mídia exterior com banner em versão digital que mostra um diálogo entre mãe e filho, chamando atenção para os sintomas da gripe e a clássica recomendação “não esquece o casaco” que as mães costumam dar aos filhos quando estão doentes.
A ideia da peça, criada pela Publicis, é oferecer ao público a sensação de conforto em dias de baixa temperatura e fazer com que os usuários vivenciem a mesma experiência que o produto promete entregar ao clientes.
Redação Adnews – 25 de maio de 2015 · Atualizado às 10h46

FCB projeta “negócios dos sonhos” em Madrid

Em tempos de recessão e vários estabelecimentos fechados, o desafio dos bancos aumenta na tentativa de estimular a retomada econômica. Neste cenário complexo, como em toda a crise, não existe apenas o caos, mas também oportunidades de novos negócios. O feeling e a criatividade são os elementos que podem ajudar neste caminho.

Pensando nisso, o Deutsche Bank utilizou uma loja fechada e a tecnologia para projetar novas ideias de empreendimentos sugeridas pelos cidadãos de Madri, com a ajuda de uma aplicativo. O objetivo é mostrar que, com a ajuda de empréstimos para pequenas empresas, é possível sonhar e construir um negócio de sucesso. A campanha é da FCB de Madrid.

Confira o filme:

25 de maio de 2015 · Atualizado às 10h44 – Redação Adnews

http://www.adnews.com.br/publicidade/fcb-projeta-negocios-dos-sonhos-em-madrid

Coca-Cola cria “viagem” pelo som de suas garrafas

Difícil ouvir os “barulhinhos” tão características que acontecem toda vez que alguém abre um refrigerante e não associá-los com um copo gelado de Coca-Cola.

Esta experiência foi posta em prática pela marca. Em parceria com a Dolby, a J. Walter Thompson assina a vinheta em alta definição que remete a uma viagem pelo fenômeno físico que ocorre sempre que se abre uma garrafa da bebida.

Coke Thirst – a sound experience by Dolby faz parte da série que celebra os 100 anos da icônica garrafa da marca. “O som de uma garrafa da Coca-Cola sendo aberta também é uma forte referência da bebida”, afirma Marcelo Pascoa, IMC Planned Marketing Director Coca-Cola Brasil, que completa: “Não há parceiro melhor do que Dolby para lembrar o que é o prazer de beber uma Coca-Cola”.

Coca-Cola Thirst | Dolby – Vignette from JWT Brasil on Vimeo.

Carlos Watanabe, Diretor Regional da América Latina da Dolby, destaca que a Dolby Brasil entrou nesse projeto por conta da proposta de inovação na concepção da própria vinheta, tendo o som como o elemento chave desde o processo criativo. “Na Dolby, nós trabalhamos para prover a melhor experiência ao público do cinema, e foi bastante gratificante ver o som ter um papel de destaque em todo o processo, desde a criação do roteiro, passando pelas discussões conceituais, até a produção e finalização da vinheta”, comenta.

“Uma marca icônica como a Coca-Cola torna um simples gesto como abrir uma garrafa em uma experiência fantástica”, diz Ricardo John, Chief Creative Officer da J.Walter Thompson. “Pensando nisso, nosso objetivo foi levar essa sensação ao extremos e para isso só poderíamos contar com a qualidade sonora de uma marca como Dolby”, completa.

A vinheta Coca-Cola/Dolby será lançada em mais da metade dos cinemas do Brasil.

21 de maio de 2015 · Atualizado às 10h25 – Redação Adnews

http://www.adnews.com.br/publicidade/coca-cola-cria-viagem-pelo-som-de-suas-garrafas

Case Granado: tradição e inovação podem caminhar lado a lado

Atravessar gerações e sobreviver a mais de um século de história não é fácil. Conseguir o feito combinando modernidade e tradição é um desafio extra. A trajetória da brasileira Granado mostra que é possível mesclar uma cultura voltada à inovação e, ao mesmo tempo, manter fincadas as raízes de uma companhia, embora a própria marca já tenha quase ficado esquecida no fundo da gaveta de consumidores mais maduros. Um processo de reposicionamento iniciado em 2005, entretanto, trouxe de volta os produtos para a mente das pessoas – das mais variadas idades -, deixando lições.

A companhia, fundada em 1870 como farmácia, é uma prova de que a tradição pode caminhar lado a lado com a inovação. A virada de chave da empresa, que durante anos ficou conhecida exclusivamente por seu talco antisséptico, ocorreu quando a gestão passou para as mãos do americano Christopher Freeman, após três gerações da família Granado permanecerem à frente dela. Em 2004, a Phebo foi incorporada à organização, bem como os produtos que fabricava. Três anos depois, novos itens começaram a ser desenvolvidos e acrescidos ao portfólio, como a linha Isabela Capeto, colônias e velas perfumadas.

Hoje, a linha Mamãe e Bebê é o carro-chefe da marca. As novidades foram introduzidas em roupagens modernizadas e muito mais coloridas, mas sem nunca perder o ar retrô, já que o passado é um importante ativo da Granado. “O polvilho foi criado em 1903 e permanece com a fórmula original até hoje. A embalagem que mudou. Antes, o logotipo da companhia não estava presente em todos os produtos, o que fazia com que o consumidor não soubesse que a fabricante dos itens era a mesma”, lembra Sissi Freeman, Diretora de Marketing e Vendas da Granado, que apresentou detalhes do reposicionamento da empresa durante o Circuito Mundo do Marketing de Tendências e Oportunidades para Inovar.

Chegada ao varejo
Os resultados apareceram. Em 2014, a marca faturou R$ 380 milhões, com ebtida de 20%. O salto aconteceu principalmente após a abertura da primeira loja, em 2005, no Centro do Rio. Em uma década, já são 40 unidades próprias, além de uma fora do Brasil, operando em Paris, dentro do Le Bon Marché há dois anos. A presença na Europa teve como efeito não só a geração de receita como também uma maior valorização da marca por muitos brasileiros – que deixaram de enxergar a Granado apenas como a marca do talco antisséptico.

Os pontos de venda remetem à historia da companhia, que nasceu como farmácia, ainda com “ph” no lugar do “f”. A primeira loja conceito da Granado foi inaugurada em 2005, no primeiro endereço da farmácia, no Centro do Rio de Janeiro. Aproveitando o rico acervo que a família Granado deixou, os atuais gestores foram capazes de manter a alma da marca. Vitrines originais, balanças, propagandas de época, quadros e algumas embalagens centenárias ganharam destaque na decoração. A parede de tijolos de demolição e a iluminação quente e indireta criavam o ambiente das farmácias do século XIX.

Na entrada da loja, os clientes são recepcionados por uma mesa de manipulação, hoje usada para exposição de novidades, como cremes, loções e sabonetes. A composição dos produtos continua sendo um diferencial, por usar formulações ricas em ingredientes naturais. Os sabonetes, por exemplo, não são feitos à base de banha animal, como os de concorrentes, o que explica o preço superior. Todas as lojas Granado seguem esse mesmo conceito retrô. Os produtos também estão à venda em farmácias e supermercados.

Criação interna
Em um primeiro momento, temeu-se que os pontos próprios fizessem concorrência com as varejistas que já comercializavam os itens da marca. O posicionamento das lojas impediu que isso acontecesse, já que as unidades se especializaram na oferta de kits presenteáveis e diferenciados. Elas foram, na verdade, importantes para a valorização do portfólio, a percepção dos produtos como premium e chegaram a aumentar as vendas nos supermercados e nas farmácias. A meta da companhia é abrir seis novos PDVs por ano, número que foi superado em 2014, quando houve 12 inaugurações.

Acompanhando o crescimento de demanda, a Granado investiu em uma nova fábrica, já em operação desde o início deste ano. A estratégia da companhia é manter 99% dos projetos sendo realizados internamente, seja de produção ou de idealização das embalagens e vitrines. Para isso, conta com uma equipe própria de designers, responsável por pensar os produtos, os rótulos e o merchandising como um todo.

Já a estratégia de divulgação não inclui ações de publicidade tradicional, mas sim a parceria com estabelecimentos que estejam dentro do conceito da marca, como hotéis cinco estrelas e spas. “Vendemos produtos premium para a família, com qualidade e preço justo. Buscamos sempre estar um passo a frente em relação à legislação, para atender às demandas dos parceiros, muitos deles pertencentes a redes internacionais. Tiramos os parabenos da composição dos produtos, por exemplo, porque há suspeitas de que esses químicos possam ser cancerígenos”, explica Sissi.

Parcerias estratégicas
As parcerias com empresas ou mesmo com nomes da moda, da arte e da decoração são hoje um importante trunfo da marca, mas nem sempre foi fácil atraí-los. O reposicionamento e o trabalho consistente foram fundamentais para conquistá-los. “No princípio, as pessoas se perguntavam: vou fazer parceria com a marca do talco, mas agora isso mudou. As lojas foram fundamentais para essa nova imagem, inclusive a de Paris. Muitas portas se abriram quando as pessoas viram que éramos valorizados lá fora”, complementa Sissi.

A imagem e a percepção de valor mudaram, mas a identidade e a essência permaneceram a mesma, e esse é o segredo para o sucesso da Granado. “Criamos produtos para que eles durem mais 100 anos. Não seguimos uma moda, mas o DNA da marca. E perseguimos a qualidade a todo momento”, conclui Sissi.

Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 25/05/2015

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Pizza Hut transforma suas caixas em projetores de cinema

O  final de semana se aproxima e muita gente já começa a pensar numa combinação que na maioria das vezes faz enorme sucesso: pizza e um bom filme. Pensando nisso, além de dar sequencia em seu trabalho criativo para engajar as pessoas, a Pizza Hut criou uma caixa diferente para seus produtos.

Com a ajuda da Ogilvy & Mather Hong Kong, a marca transformou as embalagens de suas pizzas em projetores “de cinema”. Para que isso fosse possível, as redondas vieram com uma lente especial, posicionada junto com aquele suporte que costuma evitar que a caixa amasse e danifique as pizzas.

Além disso, as embalagens vieram com um circulo destacável, para encaixar as lentes e projetar a tela do smartphone. A ideia criativa ajuda, mais do que nunca, a marca a associar seu produto a um momento especial, de diversão e lazer para o consumidor. Certamente a reprodução da caixa em grande escala é inviável, mas as poucas unidades da iniciativa já servem para conseguir um grande retorno em boca a boca e mídia espontânea.

Confira o filme:

Redação Adnews – 22 de maio de 2015 · Atualizado às 11h06

http://www.adnews.com.br/publicidade/pizza-hut-transforma-suas-caixas-em-projetores-de-cinema